CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NA EMERGÊNCIA

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CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NA EMERGÊNCIA: O enfermeiro como
estratégia de ação1
CLASSIFICATION OF RISK IN EMERGENCY: The nurse as action
strategy
Cherlânia Alves Cardoso2
Luciane Casara Cavalcante da Rosa3
Cristiane Oliveira Secundo4
Marcela Milrea Araújo Barros5
_________________________
1
Artigo elaborado como Avaliação parcial da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de
Graduação em Enfermagem.
2
Graduanda do Curso de Enfermagem Faculdade Interamericana de Porto de Velho – UNIRON RO.
[email protected]
3
Graduanda do Curso de Enfermagem Faculdade Interamericana de Porto de Velho – UNIRON RO.
[email protected]
4
Especialista ,Orientadora do TCC do Curso de Enfermagem Faculdade Interamericana de Porto de
Velho- UNIRON RO. [email protected]
5
Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, Enfermeira e Docente do curso de
Graduação em Enfermagem da Faculdade Interamericana de Porto Velho – UNIRON,Brasil. e-mail:
[email protected]. End: Rua José Vieira Caúla, n.º 5301, Res. Marina casa 10, Fone: 6984057965.
RESUMO
Muito se fala em humanização, promoção de saúde, acolhimento por classificação,
saúde e respeito para todos os que procuram por serviços hospitalares, e vemos
que por muito tempo se luta pelo conjunto de tudo que envolve
saúde, para que
sempre floresça o compromisso em relação a todos que necessitam do direito a
vida. Classificação de risco é uma ferramenta que busca além de tudo humanizar o
atendimento, acelerar o processo, organizar a instituição, ofertar um atendimento
digno diante de cada situação apresentada pelos clientes que buscam tais serviços.
Este estudo tem por objetivo, buscar informações através de publicações sobre as
ações gerenciais do enfermeiro no serviço de urgência e emergência relativo à
atuação do seu papel perante a classificação de risco. Trata-se de uma Revisão de
Literatura, com coleta de dados realizada a partir de fontes secundárias, por meio de
levantamento bibliográfico. Os descritores utilizados foram: classificação de risco,
urgência e emergência, ação gerencial do enfermeiro e acolhimento. Com este
estudo conclui-se a importância do gerenciamento das ações em classificação de
risco realizadas pelo enfermeiro em unidades de atendimentos de urgência e
emergência e que se faz necessária à busca continua de conhecimentos por meios
de capacitações a fim de se prestar atendimentos de forma resolutiva e acolhedora.
PALAVRAS-CHAVE: Classificação de risco. urgência e emergência.
enfermeiro.
acolhimento.
ABSTRACT
Much is made in humanization, health promotion, reception for classification,
health and respect for all who seek hospital services, and we see that long
struggle if set everything involving health, so that whenever an engagement
flourish to all who need the right to life. Risk Rating is a tool that seeks above all
humanize care, accelerate the process, organizing institution, offering a decent
service before every situation presented by customers seeking such services. This
study aims, seek information through publications about the management actions
of the nurse in the emergency department and emergency concerning the
performance of its role in the risk rating. This is a Literature Review, with data
collection conducted from secondary sources, through literature. The descriptors
used were: risk classification, emergency rooms, nursing and managerial action
host. The present study shows the importance of managing risk rating actions
performed by nurses in emergency care units and emergency and what is needed
to persue of knowledge by means of training in order to provide care in a
resolutive and welcoming.
KEYWORDS: risk classification.
urgency and emergency. nurse. reception.
3
1 INTRODUÇÃO
Saúde é direito de todos e dever do Estado. Esta é uma conquista do povo
brasileiro. Toda conquista é, entretanto, resultado e início de outro processo.
(BRASIL, 2004).
Há muito tempo já se fala sobre a real necessidade de implementações
direcionadas para os diversos setores hospitalares brasileiros, a fim de que se
induza uma reestruturação hábil para propor soluções as necessidades de saúde da
população. (BRASIL, 2011).
Busca-se com isso, aprimoramentos, novidades de serviços prestados, novos
mecanismos, resultados satisfatórios, para que cresça positivamente o número de
pacientes não só atendidos, mas, com suas perspectivas aumentadas em relação
aos serviços de saúde no âmbito de urgência e emergência.
A classificação de risco é uma ferramenta que, além de organizar a fila de
espera e propor outra ordem de atendimento que não a ordem de chegada, tem
também outros objetivos importantes, como: garantir o atendimento imediato do
usuário com grau de risco elevado. (BRASIL, 2009)
É preciso entender que a Classificação de Risco (CR) no período atual é
necessidade inadiável quando se fala em serviço de urgência e emergência, visto
que tal classificação acelera o processo de atendimento, prioriza cuidado a quem
realmente necessita de uma atenção urgente, além do profissional trabalhar de
maneira ordenada e servido tanto de tempo, espaço, mas também de materiais.
O profissional em Enfermagem que assume o papel de “cuidador” nos
serviços de urgência e emergência deve ter habilidades manuais, ser ágil e rápido
em suas ações, manter o autocontrole e ter uma boa facilidade de comunicação,
tendo como resultado uma assistência qualificada e diferenciada e otimização dos
cuidados prestados. (LOPES, 2011).
A capacitação dos profissionais em enfermagem diante da CR para uma
abordagem eficiente é necessária, pois distribui os pacientes para um atendimento
mais humanizado e de qualidade, visto que as superlotações são visíveis em todo e
qualquer serviço de urgência e emergência.
Com todos os mecanismos presentes para um atendimento ágil, íntegro e
eficaz, sabemos que ainda existem deficiências de atendimentos, precariedade de
serviços, falta de materiais específicos de saúde, tempo e espaço para conforto
4
tanto dos pacientes como dos profissionais de saúde relacionados ao atendimento
de urgência e emergência.
Entendemos a importância da implantação do sistema de CR nos serviços de
urgência e emergência, mas sabemos também que há muito que se fazer por uma
saúde melhor, por uma assistência igualitária e eficiente. A conscientização por
parte dos profissionais de que essa é ainda a melhor solução, precisa existir, para
que o serviço flua de forma ordenada e diferenciada. Cabe a cada profissional
buscar conhecimento e capacitação para que tais mudanças realmente ocorram e
que o fluxo dos serviços de emergência aconteça de maneira positiva tanto para o
cliente como para o profissional de saúde.
Para Martins et al. (2006), o perfil do enfermeiro requer reconhecimento de
que toda e qualquer pessoa tenha direitos à uma
assistência de enfermagem de
qualidade, onde o atendimento ao ser humano deve ser considerado em sua
totalidade, uma
constante interação com o meio ambiente.
Certo de que o
enfermeiro atua em diversos campos de ação, exerce suas atividades de
assistência, administração, ensino, pesquisa e integração, desde os níveis primário,
secundário e terciário e que a constante mudança das ciências da saúde, exigem
que o enfermeiro permaneça sempre atualizado e, muitas vezes, especializado após
sua formação básica.
Diante do exposto, objetivou-se revisar a produção cientifica referente à
importância do enfermeiro como estratégia de ação no processo de Classificação de
Risco nos serviços de urgência e emergência.
2 MATERIAIS E MÉTODOS
Trata-se de um estudo com coleta de dados realizada a partir de fontes
secundárias, por meio de levantamento bibliográfico e baseado na experiência
vivenciada pelas autoras por ocasião da realização de uma revisão de literatura.
Segundo Furasté (2008), pesquisa bibliográfica baseia-se fundamentalmente
no manuseio de obras literárias, quer impressa, quer capturada via digital. É o tipo
mais largamente utilizado.
De acordo com Severino (2007), a pesquisa bibliográfica é realizada a partir
do registro disponível, decorrente de pesquisas anteriores, em documentos
5
impressos, como livros, artigos, teses, etc. Utiliza-se de dados ou de categorias
teóricas já trabalhadas por outros pesquisadores e devidamente registrados.
Para o levantamento da produção científica, realizou-se uma busca nas
seguintes bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da
Saúde (LILACS) e Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on-line
(Medline), Google Acadêmico, Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) por
conterem embasamento cientifico nas publicações o que permite ao pesquisador
segurança na coleta das informações. Os descritores utilizados foram: classificação
de risco, urgência e emergência, ação gerencial do enfermeiro, acolhimento com
classificação de risco, de acordo com o DeCs (Descritores em saúde da Bireme).
Foram utilizados para os critérios de inclusão somente artigos em português que
foram publicados a partir de 2000 a 2013, por se tratarem de publicações mais
atualizadas e com direcionamento com o tema escolhido.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Urgência e emergência
Emergência é definida como uma ocorrência de situação critica com elevado
risco a vida necessitando intervenções médicas imediatas garantindo as funções
vitais. E urgência, como ocorrência de danos a saúde com risco elevado a vida onde
requer intervenções efetivas e rápidas por meio de procedimentos com o propósito
que
visem
à
proteção,
manutenção
e
recuperação
das
funções
vitais
comprometidas. (ROMANI et al, 2004).
Segundo Garlet (2009), o atendimento aos casos graves, com potencial risco
à vida é sempre priorizado. Eles têm acesso livre e são encaminhados de forma
imediata até a sala de emergência. Nesse momento, salienta-se que os profissionais
da equipe de saúde convergem suas ações para o restabelecimento da vida.
O autor afirma ainda que, nos últimos anos, o sistema brasileiro de atenção
às urgências vem apresentando avanços em relação à definição de conceitos e
incorporação de novas tecnologias visando à organização do atendimento em rede.
(GARLET, 2009).
É evidente o crescimento em relação ao atendimento de urgência e
emergência, bem como a preparação dos profissionais para tal serviço, buscando
6
sempre conhecimentos e técnicas que possam de certa forma servir como métodos
de salvamento ou remoção do paciente da linha de risco. Embora ainda seja visível
a dificuldade por parte desses profissionais, buscam a todo o momento criarem
mecanismos que facilitem tal atendimento.
Atualmente, a superlotação nos serviço de urgência e emergência nos
hospitais brasileiros tem se tornado um problema nacional. Com o aumento da
população e as dificuldades de acesso ao tratamento preventivo a grande maioria da
população, busca por atendimento nos prontos socorros de hospitais terciários,
antes mesmo de procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), talvez por falta de
informação ou por encontrar neste serviço uma forma mais rápida para a resolução
do seu problema (SILVA, 2011).
De acordo com a determinação do Sistema Único de Saúde (SUS) a rede de
atenção deve ser constituída de forma a agregar serviços de complexidade
crescente, configurando, basicamente, três níveis de atenção:
a) Unidades de atenção primária, que são os ambulatórios;
b) Unidades de atenção secundária, que podem ser ambulatoriais e hospitais de
pequeno porte;
c) Unidades de atenção terciária, geralmente, constituídas pelos centros
hospitalares, com suas unidades ambulatoriais, unidades de emergência e unidades
de internação, que exige um tratamento mais complexo. Além destes serviços,
existe o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). (SILVA, 2011).
Classificação de risco
O sistema de Classificação de risco é considerado como um processo
dinâmico de identificação de pacientes que necessitam de tratamento imediato, de
acordo com o potencial de risco, os agravos à saúde ou o grau de sofrimento,
devendo o atendimento ser priorizado de acordo com a gravidade clínica do
paciente, e não com a ordem de chegada ao serviço. (BRASIL, 2004).
O termo também pode ser definido como uma mudança na lógica do
atendimento, permitindo que o critério de priorização da atenção seja o agravo à
saúde e/ou grau de sofrimento e não mais a ordem de chegada (burocrática).
Realizado por profissional da saúde que, utilizando protocolos técnicos, identifica os
pacientes que necessitam de tratamento imediato, considerando o potencial de
7
risco, agravo à saúde ou grau de sofrimento e providencia, de forma ágil, o
atendimento adequado a cada caso. (BRASIL, 2008).
Conforme Brasil (2011), na classificação de risco o cliente é submetido a uma
consulta de enfermagem com a aplicação de um protocolo específico para esta
finalidade. A partir desta classificação o paciente é direcionado às respectivas áreas
de atendimento conforme a gravidade de sua queixa. No quadro abaixo, segue
exemplo do Protocolo de Classificação de Risco Adaptado com a identificação das
prioridades e respectivos tempos de atendimento.
Quadro 1- Identificação das Prioridades e Respectivos Tempos de Atendimento
Fonte: Cadernos Humaniza SUS, vol 3 Brasília-DF 2011.
Para Lopes (2011), a aplicação de protocolos proporciona o melhor
desempenho e segurança do enfermeiro na classificação qualificada do usuário. E
um apoio na tomada de decisões e na avaliação dinâmica.
De acordo com Brasil (2009), os protocolos de classificação são instrumentos
que sistematizam a avaliação que, em muitos casos, é feita informalmente pela
enfermagem – e devem ter sempre respaldo médico.
A implantação da classificação de risco no acolhimento assume relevância ao
poder gerar vários benefícios para o atendimento, como a diminuição da ansiedade
dos profissionais e usuários, melhoria das relações interpessoais na equipe de
saúde, padronização de dados para estudos, pesquisas e planejamentos, e aumento
da satisfação do usuário, uma vez que este será atendido de forma mais rápida e
8
efetiva, mudando o foco da doença para o doente em uma abordagem integral do
indivíduo. (TORRES & LELIS, 2010). Diante da classificação realizada pelo
enfermeiro, o usuário é encaminhado para a área da cor correspondente a sua
situação de saúde. A área azul é o local dos consultórios e da classificação de risco;
a área verde é onde ficam os pacientes em observação ou aguardando leito de
internação; a área laranja é destinada à assistência aos usuários em quadro crítico;
e a área vermelha fica uma sala com quatro leitos, equipada para o atendimento às
situações de urgência e emergência. (NASCIMENTO et. al, 2011).
Humanização
Tem sido frequente objeto de pesquisas dos profissionais da área da saúde e,
em especial, de enfermeiros, preocupados com a qualidade da assistência que tem
sido prestada aos seus pacientes. Quando essas pesquisas propõem-se a estudar e
a discutir o tema, elas se restringem mais a aspectos teóricos do que às reais
possibilidades de sua implementação, ou seja, é mais no discurso que na prática
que essa discussão acontece. (GALLO & MELLO 2009).
Os autores complementam ainda afirmando que a conscientização da equipe
de enfermagem sobre a importância de valorizar a figura humana do paciente
colabora para que sua ansiedade seja diminuída. É importante que seja analisado
não somente a sua entrada no serviço de atendimento de urgência, mas toda a
situação pela qual o paciente está passando, buscando, além de recuperar sua
saúde física no momento, identificar suas emoções, suas frustrações e seus desejos
na ânsia de sair do caráter emergencial vivo e do hospital curado. (GALLO &
MELLO, 2009).
É indispensável que o enfermeiro reavalie seu cuidado, de maneira a
perceber que os princípios bioéticos devem reger sua prática sempre, de forma a
contribuir no respeito ao paciente e no cuidado humanizado de enfermagem.
Fazendo com que o cuidado não se torne apenas a aplicação de técnicas de
Enfermagem, mas sim uma prática complexa que considera que aquele a quem se
presta este cuidado é um ser digno, com necessidades não apenas biológicas, mas
psicológicas, sociais e espirituais. (SOUZA et al , 201
9
Gerenciamento das ações do enfermeiro
Segundo Nascimento et al. (2011), quase que diariamente nos deparamos
com denúncias na mídia da situação caótica em que se encontram os serviços de
saúde, em especial os serviços de emergência nos hospitais públicos do nosso país.
Esses serviços são responsáveis pelos atendimentos das pessoas em situações
agudas de saúde, de natureza clínica, traumática ou psiquiátrica com a finalidade de
possibilitar a resolução dos seus problemas de saúde.
Os mesmos autores complementam ainda que a CR é de responsabilidade do
profissional enfermeiro, que realiza a entrevista, o exame físico sucinto, a verificação
de dados vitais e eventualmente algum exame complementar (ECG e glicemia
capilar). Com base nos dados levantados, o enfermeiro formula julgamento clínico e
crítico do caso, respaldado no protocolo de atendimento. Esse profissional emite
uma decisão, expressa por meio de uma cor que classifica a prioridade de
atendimento do usuário e organiza o fluxo das intervenções. (NASCIMENTO et. al,
2011).
Gerenciamento é um subprocesso complementar que constitui o processo de
trabalho do enfermeiro. Assim, deve-se reconhecer o cuidado como foco possível e
necessário de ser gerenciado dentro das instituições em uma dimensão que
extrapole o tecnicismo e incorpore o conhecimento e atitudes de ordem racional e
sensível. (MONTEZELL et al, 2011).
Segundo Trevizan (2002), a prática profissional do enfermeiro deve prenderse à assunção da função gerencial centrada na assistência ao paciente, a qual será
norteada pela compreensão e pelo conhecimento do paciente como pessoa, e de
suas necessidades específicas.
De acordo com Lanzoni & Meirelles (2011), o enfermeiro desempenha a
função assistencial e de gerência, sendo líder da equipe de enfermagem e
administrando as unidades de saúde, responsabilizando-se pelos recursos materiais
e humanos.
Lopes (2011) define o enfermeiro sendo o referencial na CR sendo este o
profissional
competente
e
qualificado
desde
a
sua
integralmente o paciente e não apenas visando o diagnostico.
formação,
avaliando
10
Backes et al. (2008), afirma que o enfermeiro desempenha papel importante
nas relações da equipe de saúde, é apontado como articulador, elo de comunicação
e gerente de serviços, exercendo importante papel diante da equipe de saúde.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com base nas pesquisas realizadas através de artigos, concluímos que há
uma carência de trabalhos que abordem temas referentes às ações gerencias do
enfermeiro. Mas aos poucos podemos concluir com tudo que para todo e qualquer
processo apresentarem resultados positivos é necessário que seja implantado e
seguido “programas com dispositivos e diretrizes, em especial aqueles cujas ações
são voltadas para o direcionamento do fluxo de atendimento ao usuário em SHE
(Serviço Hospitalar de Emergência) são as principais estratégias utilizadas pelo
enfermeiro à promoção e gerenciamento da qualidade nesse serviço”. (BELLUCCI,
2011).
Ao mesmo tempo em que propicia uma série de reflexões sobre a pratica do
enfermeiro, com o comprometimento de cada profissional no que refere cuidados,
acolhimentos, classificação, atendimento e todo e qualquer serviço prestado aos
pacientes que procuram o serviço de emergência como um meio de solução para
seus problemas.
Entender que acolhimento e classificação de risco são necessários para um
atendimento humanizado é aceitar que os serviços prestados serão cada vez mais
benéficos tanto para profissional como para o paciente, é saber que gerenciar de
forma eficaz e eficiente gera qualidade de serviço prestado e satisfação ao cliente.
Visando uma melhor assistência sugere-se a realização de trabalhos que
abordem com maior profundidade a atuação do enfermeiro no que diz respeito a
gerenciamento de fluxos de atendimento e a sua relação com a qualidade nos
serviços prestados no âmbito de urgência e emergência.
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