Protocolo de Tratamento de Síndrome Gripal e Síndrome

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CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA
DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
Protocolo de Tratamento de Síndrome Gripal e Síndrome
Respiratória Aguda Grave – 2014
(Material produzido pelo Ministério da Saúde e adaptado pela SES/RS)
As infecções respiratórias agudas de etiologia viral, especialmente as
causadas pelos vírus influenza, ocorrem durante todo o ano e são importantes
causas de morbimortalidade, especialmente nos meses de outono e inverno no
Estado do Rio Grande Sul.
Com a proximidade do inverno espera-se o aumento da incidência das
doenças respiratórias e, com isto, o aumento de Síndrome Gripal (SG) e Síndrome
Respiratória Aguda Grave (SRAG) pelos vírus influenza A (H1N1)2009 e H3N2,
influenza B e outros agentes como o VSR (vírus sincicial respiratório), adenovírus
e parainfluenza.
No atual cenário, em que o medicamento antiviral (oseltamivir) está
disponível para uso em casos de SG e SRAG, estamos mantendo a ampliação da
indicação de oseltamivir para casos de SG sem fator de risco, preferencialmente,
nas primeiras 48 horas do início dos sintomas, a critério médico, conforme
estabelecido em 2011, para prevenir complicações e óbitos por influenza.
.
1. Características Clínicas


O período de incubação dura entre um e quatro dias, em média dois dias; 

A transmissibilidade em adultos ocorre principalmente 24 horas antes do
início dos sintomas até três dias após o final da febre; nas crianças pode

durar em média até 10 dias e nos imunossuprimidos, por mais tempo. 
 É uma infecção aguda febril (temperatura ≥ 37,8°C) das vias aéreas, com a
curva térmica usualmente declinando após o período de dois a três dias e

normalizando no sexto dia de evolução; 
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 O aumento da temperatura corpórea é, em geral, mais acentuado em crian


ças do que em adultos; 
 Desenvolvimento súbito de calafrios, mal-estar, cefaléia, mialgia, dor de garganta, artralgias, prostração, rinorréia e tosse seca; 
 Podem estar presentes diarréia, vômitos, fadiga, rouquidão, vermelhidão da
conjuntiva palpebral; 
 As queixas respiratórias tornam-se mais evidentes com a sua progressão e
mantêm-se, em geral, por três a quatro dias após o desaparecimento da fe-


bre; 
 A rouquidão e a linfadenopatia cervical são mais comuns em crianças; 
 A tosse, a fadiga e o mal-estar podem persistir pelo período de uma a duas
semanas ou até por mais de seis semanas. 

1.1 Evolução clínica
A evolução usual da gripe é a resolução espontânea em sete dias,
embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas
semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações.
1.2 Sinais de agravamento


Aparecimento de dispnéia, taquipnéia ou hipoxemia (SpO2<95%); 

Persistência ou aumento da febre por mais de três a cinco dias (pode indicar pneumonite primária pelo vírus influenza ou secundária à infecção bac-




teriana); 

Exacerbação de doença pré-existente (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, cardiopatias ou outras doenças com repercussão sistêmica); 

Disfunções orgânicas graves (como Insuficiência Renal Aguda); 

Miosite comprovada por Creatinoquinase-CPK (≥2 a 3x); 
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




Exacerbação dos sintomas gastrointestinais em crianças; 

Sinais de condensação ao RX ou CT de tórax; 

Mialgia intensa; 

Alteração do sensório; 

Desidratação. 
ALERTA: Deve ser dada atenção especial a essas alterações quando ocorrerem
em pacientes que apresentem fatores de risco para complicações por influenza,
conforme quadro 1.
Fatores de risco para complicações:

Crianças < 2 anos

Adultos ≥ 60 anos

Grávidas em qualquer idade gestacional, puérperas até duas semanas
após o parto (incluindo as que tiveram aborto ou perda fetal)

Indivíduos
com
doença
crônica:
pneumopatias
(incluindo
asma);
cardiovasculopatias (excluindo hipertensão arterial sistêmica); nefropatias;
hepatopatias;
distúrbios
doenças
metabólicos
hematológicas
(incluindo
(incluindo
diabetes
anemia
mellitus);
falciforme);
transtornos
neurológicos que podem comprometer a função respiratória ou aumentar o
risco de aspiração (disfunção cognitiva, lesões medulares, epilepsia,
paralisia cerebral, Síndrome de Down, atraso de desenvolvimento, AVC ou
doenças neuromusculares),Imunossupressão (incluindo medicamentosa ou
pelo vírus da imunodeficiência humana) Indivíduos menores de 18 anos em
uso prolongado com ácido acetilsalicílico (risco de Síndrome de Reye)

Obesidade mórbida (IMC≥40)

População Indígena
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Todos pacientes em acompanhamento ambulatorial devem ser orientados,
em caso de piora do quadro clínico, a retornar para reavaliação clínica.
2. Definição de caso


2.1 Síndrome Gripal (SG)


Indivíduo apresentando febre de início súbito, mesmo que referida, acompanhada
de tosse ou dor de garganta e pelo menos um dos seguintes sintomas: cefaléia,

mialgia ou artralgia, na ausência de outro diagnóstico específico; 

Em crianças menores de 2 anos de idade, considera-se também como síndrome
gripal febre de início súbito, mesmo que referida, acompanhada sintomas respiratórios (tosse, coriza e obstrução nasal), na ausência de outro diagnóstico específico. 

2.2 Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)
Indivíduo de qualquer idade que atenda a definição de SG e que apresente
dispnéia ou os seguintes sinais de gravidade:





Saturação de SpO2 < 95% em ar ambiente; 

Sinais de desconforto respiratório ou aumento da frequência respiratória de
acordo com idade; 

Piora nas condições clínicas de base; 

Hipotensão em relação à pressão arterial habitual do paciente; 

Em crianças além dos itens acima, observar também: batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência. 
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O quadro clínico pode ou não ser acompanhado das alterações
laboratoriais e radiológicas listadas abaixo:


Alterações laboratoriais: leucocitose, leucopenia ou neutrofilia; 

Radiografia de tórax: infiltrado intersticial localizado ou difuso ou
presença de área de condensação. 
3 Manejo Clínico
3.1 Síndrome Gripal em pacientes com ou sem fatores de risco:

Deve-se fazer indicação de medicamentos sintomáticos, hidratação oral e
repouso domiciliar. Para menores de 18 anos é contraindicado o uso de sa-

licilatos (risco de Síndrome de Reye); 

Está indicado, além do tratamento sintomático e a hidratação, independente
da situação vacinal, a prescrição do fosfato de oseltamivir (Tamiflu®) para
todos os casos de síndrome gripal, preferencialmente dentro das 48
horas do início da doença, a critério médico, independente da confirmação

laboratorial (posologia de acordo com quadro 2); 

A indicação de zanamivir (Relenza®) está autorizada em casos de intolerância ao Oseltamivir. Para estes casos a medicação está disponível no
âmbito da SES/RS. 
3.2 Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)
No indivíduo com manifestações clínicas compatíveis com SRAG recomenda-se:

Realizar avaliação clínica minuciosa e iniciar, de acordo com a indicação,
terapêutica


imediata
de
suporte,
incluindo
hidratação
venosa
e
oxigenioterapia; 

Internar o paciente e mantê-lo sob monitoramento freqüente, face à
possibilidade de deterioração rápida do quadro clínico; 
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

Iniciar o tratamento com o oseltamivir após a suspeita clínica; 

O antiviral traz benefícios mesmo se iniciado 48 hs após o início dos
sintomas, pois existem estudos que indicam algum efeito benéfico no uso
até 10 dias após início dos sintomas; 

O zanamivir pode ser considerado com o mesmo critério da SG; 

Coletar amostras de material biológico dos pacientes com SRAG internados
em até 7 dias do início dos sintomas e preferencialmente antes do início do
oseltamivir, de acordo com as orientações do Guia de Vigilância Epidemiológica do MS e do protocolo Normas Laboratoriais de Influenza (disponível

na página da Secretaria Estadual de Saúde); 

Utilizar equipamentos de proteção individual. 
IMPORTANTE:

A coleta de material para exame deve ser feita em todo caso de SRAG, de
preferência antes do início do tratamento com o antiviral. O início do
tratamento deve ser o mais precoce possível e a coleta de material NÃO
DEVE RETARDAR SEU INÍCIO; 
3.2.1 Indicações para internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI)


Instabilidade hemodinâmica persistente após reposição volêmica; 

Sinais e sintomas de insuficiência respiratória, incluindo hipoxemia com
necessidade de suplementação de oxigênio para manter saturação arterial
de oxigênio acima de 90%; 

Evolução para outras disfunções orgânicas (Ex.: insuficiência renal aguda,
insuficiência hepática, disfunção neurológica). 




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
3.3 Uso de antivirais na infecção por influenza
Os antivirais fosfato de oseltamivir e zanamivir são medicamentos inibidores
de neuraminidase, que agem contra os vírus influenza A e B.
Ensaios clínicos e dados observacionais mostram que o tratamento antiviral
precoce pode reduzir a duração da febre e dos outros sintomas e reduzir o risco
de complicações por influenza (otite média, pneumonia, insuficiência respiratória)
e óbitos.
A taxa de resistência ao oseltamivir e zanamivir entre os vírus influenza
circulantes continua sendo baixa.
3.3.1 Tratamento - Posologia e administração
Droga
Faixa etária
Tratamento
Adulto
Fosfato de
Criança
Oseltamivir
> 1 ano
(Tamiflu®)
Criança < 1 ano
Zanamivir
(Relenza®)
75mg, 12/12 h, 5 d
30mg, 12/12 h, 5 d
45 mg, 12/12 h, 5 d
60 mg, 12/12 h, 5 d
75 mg, 12/12 h, 5 d
12 mg, 12/12 h, 5 d
20 mg, 12/12 h, 5 d
25 mg, 12/12 h, 5 d
≤ 15 kg
> 15-23 kg
> 23-40 kg
>40 kg
< 3 meses
3-5 meses
6-11 meses
10 mg: duas inalações de
5 mg, 12/12 h, 5 d
10 mg: duas inalações de
5 mg, 12/12 h, 5 d
Adulto
Criança
≥ 5 anos
3.2. Tratamento adjunto de antibiótico com o antiviral
Recomenda-se
que
os
médicos
sigam
as
indicações
dos
protocolos/consensos divulgados pelas sociedades de especialidades, como a
Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Sociedade Brasileira de Pneumologia
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e Tisiologia (SBPT), Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB),
Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Sociedade Brasileira de Medicina da
Família e Comunidade (SBMFC) e Federação Brasileira de Ginecologia e
Obstetrícia (FEBRASGO).
3.3 Informações adicionais

Os pacientes que desenvolvem efeitos colaterais gastrointestinais graves
poderiam, a princípio, reduzir a absorção oral do Oseltamivir. Porém, atualmente, não há nenhuma evidência científica para sugerir o aumento da


dose ou do tempo de utilização do antiviral nesta situação; 

Para os pacientes que vomitam até uma hora após a ingestão do medicamento, pode ser administrada uma dose adicional; 

Relatos de séries de casos sugerem possível benefício em casos graves ou
em imunossuprimidos com uso de dose dobrada de Oseltamivir e prolonga-

mento do tratamento acima de 5 dias; 

A dose de Oseltamivir deve ser ajustada em pacientes com insuficiência renal. Com clearence de creatinina <30 ml/min, reduzir a dose pela metade
(75 mg de 24/24 horas), em hemodiálise usar 30 mg após cada sessão e
em diálise peritoneal usar 30 mg uma vez por semana. Pacientes com insu-

ficiência hepática não necessitam de dose corrigida; 

Tão importante quanto o tratamento específico para a síndrome respiratória
aguda grave é a adoção oportuna de todas as medidas de suporte clínico
ao paciente, segundo avaliação médica de cada caso, além do uso de me-

didas não farmacológicas; 

O zanamivir é contraindicado em menores de 5 anos para tratamento ou
para quimioprofilaxia e para todo paciente com doença respiratória crônica
pelo risco de broncoespasmo severo; 
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 O zanamivir não pode ser administrado para paciente em ventilação mecânica porque essa medicação pode obstruir os circuitos do ventilador.
4. Quimioprofilaxia
Os medicamentos antivirais apresentam 70 a 90% de efetividade na
prevenção da influenza e constituem ferramenta adjuvante da vacinação.
Entretanto, a quimioprofilaxia indiscriminada NÃO é recomendável, pois pode
promover o aparecimento de resistência viral.
A quimioprofilaxia com antiviral geralmente não é recomendada se o
intervalo for maior que 48 horas após a última exposição a uma pessoa com
infecção pelo vírus. Considera-se exposição à pessoa que teve contato com caso
suspeito ou confirmado para influenza.
Para que a quimioprofilaxia seja efetiva, o antiviral deve ser
administrado durante a potencial exposição à pessoa com influenza e continuar
por sete dias após a última exposição conhecida.
4.1. Indicações da quimioprofilaxia para Influenza

Pessoas com risco elevado de complicações (item 1.2 Fatores de risco para
complicações), não vacinadas, ou naquelas vacinadas há menos de duas

semanas, após exposição a caso suspeito ou confirmado de influenza; 

Crianças com menos de 9 anos de idade, primovacinadas, necessitam de
uma segunda dose de vacina com intervalo de um mês para serem
consideradas vacinadas. Aquelas com condições ou fatores de risco, e que
foram expostas a caso suspeito ou confirmado, num intervalo entre a
primeira e a segunda dose ou com menos de duas semanas após a
segunda dose, deverão receber quimioprofilaxia se tiverem comorbidades
ou se menores de 2 anos; 
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
Pessoas com graves deficiências imunológicas (ex: pessoas que usam
medicamentos
imunossupressores,
com
Aids
com
imunodepressão
avançada) ou outros fatores que possam interferir na resposta à vacinação

contra a influenza, após contato com pessoa com infecção; 

Profissionais de laboratório, não vacinados ou vacinados a menos de 2
semanas e que tenham manipulado amostras clínicas de origem

respiratória que contenham o vírus influenza sem uso adequado de EPI; 

Trabalhadores de saúde não vacinados ou vacinados a menos de duas
semanas e que estiveram envolvidos na realização de procedimentos
invasivos geradores de aerossóis, ou manipulação de secreções de caso

suspeito ou confirmado de influenza, sem o uso adequado de EPI; 

Residentes de alto risco em instituições fechadas e hospitais de longa
permanência, durante surtos na instituição. 
4.1.1. Quimioproxilaxia em instituições fechadas e hospitais de longa
permanência
Define-se instituição fechada e hospitais de longa permanência aquela onde
haja pernoite de residente e trabalhador (exemplos: asilos, orfanatos, presídios,
hospitais psiquiátricos).
Define-se como surto em instituições fechadas ou hospitais de longa
permanência a ocorrência de dois casos suspeitos ou confirmados para influenza,
com vínculo epidemiológico.
A quimioprofilaxia para todos os residentes ou internos, é recomendada
para controlar surtos somente se a instituição ou hospital de longa permanência
for destinado para pessoas de risco (quadro 1) para desenvolver complicações por
Influenza. Indica-se:
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
Em surto suspeito ou confirmado de influenza nestes ambientes
destinados para pessoas de risco, é recomendado o uso de
quimioprofilaxia antiviral para todos os expostos residentes ou internados,
independentemente
da
situação
vacinal.
Para
trabalhadores
e
profissionais de saúde, somente para os não vacinados ou vacinados há

menos de duas semanas; 

É recomendável a quimioprofilaxia com antiviral na instituição por no
mínimo duas semanas e até pelo menos sete dias após a identificação do
último caso. 
4.1.2. Quimioprofilaxia - Posologia e Administração
Droga
Faixa etária
Adulto
Criança
Fosfato de
oseltamivir
> 1 ano
(Tamiflu®)
Criança < 1 ano
Quimioprofilaxia
≤ 15 kg
> 15-23 kg
> 23-40 kg
>40 kg
< 3 meses
3-5 meses
6-11 meses
Adulto
Zanamivir
(Relenza®)
75mg, 1x/d, 10 d
30mg, 1x/d, 10 d
45 mg, 1x/d, 10 d
60 mg, 1x/d, 10 d
75 mg, 1x/d, 10 d
Sob juízo clínico
20 mg, 1x/d, 10 d
25 mg, 1x/d, 10 d
10 mg: duas inalações de 5
mg, 1x/d, 10 d
Criança
≥ 5 anos
10 mg: duas inalações de
5 mg, 12/12 h, 5 d
5. Conduta frente às atividades diárias
O paciente deve ser afastado temporariamente de suas atividades de
rotina (trabalho, escola) por sete dias, a partir do início dos sintomas, e orientado
a ficar atento a todas as manifestações clínicas de agravamento. Se persistirem
ou se agravarem algumas das queixas nas 24 a 48 horas consecutivas ao
exame clínico, o paciente deve retornar imediatamente ao serviço de saúde.
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