Racionalidade, aprendizagem e ética em Habermas

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Crédito da Foto: http://perguntodromo.blogspot.com
Organização
Grupo de pesquisa “Ética e Política da Informação”
Realização:
Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da
Informação
Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação – UFRJ-IBICT
Ciclo de conferências
Período: Março a Maio de 2012
Racionalidade, aprendizagem e
ética em Habermas
Horário: 09h às 12h
Local: Rua Lauro Muller, 455 – 4° andar
Botafogo (Rio de Janeiro – RJ)
Inscrições e Certificados: As inscrições podem ser realizadas pelo
email [email protected] Serão fornecidos certificados de participação aos
que tiverem mais de 75% de freqüência.
Profª. Nadja Hermann
(PUC-RS)
Aprofundar estudos teóricos sobre o pensamento de Habermas,
especialmente no que se refere à ética e ao significado da
aprendizagem presente na racionalidade comunicativa, de modo a
mobilizar processos investigativos.
Programação
14/03
Racionalidade e reconstrução racional
A ruptura da unidade na modernidade e a perda do sentido das soluções
metafísicas. A racionalidade que opera com a reconstrução racional e seu
caráter falibilista. Um novo modo de fazer filosofia, com implicações para
nossa relação com o saber e com a ética.
28/03
Aprendizagem e interpretação
A força da hermenêutica na elucidação dos processos de compreensão. O
conceito de aprendizagem construtivista: a interiorização de esquemas de
agir instrumental, social ou discursivo.
11/04
O outro na intersubjetividade
Interpretação do outro na teoria de Habermas. O outro se constitui na
intersubjetividade. O discurso e o diálogo simultaneamente formam a
identidade do sujeito em relações intersubjetivas e o preparam para a
alteridade pelo confrontação de posições, ampliando o universo
interpretativo, através do recurso à linguagem.
25/04
A ética discursiva I
O giro pragmático e as práticas discursivas como fundamento de uma ética
baseada em princípios universalistas (“cauteloso universalismo”). A solução
consensual para conflitos, através de argumentos racionais. Reconstrução da
razão prática à luz do paradigma da linguagem; o dever ser é assegurado
pelos pressupostos gerais da comunicação humana, a partir das formas de
vida concreta.
09/05
A ética discursiva II
Três aspectos da fundamentação da moral: cognitivismo, universalismo e
formalismo. Princípio U (Universalismo) e princípio D (Discurso). A ruptura
com o modelo da consciência originária, inerente ao sujeito, em favor de uma
consciência constituída comunicativamente. A característica processual da
ética discursiva, não para produzir normas, mas para examinar sua validade.
A identidade pós-convencional do eu.
Nadja Mara Amilibia Hermann
Bolsista de Produtividade em Pesquisa 1C. Possui graduação em Filosofia
pela Universidade Federal de Santa Maria (1973), mestrado em Educação
pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1982) e
doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(1995), com doutorado sanduíche na Universidade de Heidelberg. Foi
professora titular de Filosofia da Educação da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul de 1997 a 2005. Coordenou o Comitê de Educação e
Psicologia da FAPERGS no período de 2002 a 2006. Realizou estágios de
pesquisa na Universität Heidelberg/Erziehungswissenschatliches Seminar
nos anos de 1998, 1999 e 2005. Atualmente é professora adjunta da
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Tem experiência na
área de Educação, com ênfase em Filosofia da Educação, atuando
principalmente nos seguintes temas: filosofia da educação, racionalidade,
hermenâutica, Habermas, Gadamer, ética, ética e estética.
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