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da Educação
Municípios premiados
Florianópolis — A capital catarinense forneceu merenda a 59 creches e
46 escolas municipais. Há hortas em 56 dessas instituições, nas quais foram
realizadas atividades pedagógicas por meio do projeto Horta Viva. O principal
objetivo foi promover a educação ambiental e alimentar a comunidade
escolar, além da produção de alimentos orgânicos.
No cardápio, há alimentos regionais, como polenta e minestra, uma sopa
de origem italiana. O município complementa em cerca de 140% o valor
repassado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
(FNDE/MEC). O número de dias de fornecimento de merenda extrapola os 200
estipulados. No ano passado, as crianças receberam merenda em 236 dias, o
que exemplifica o comprometimento com a alimentação escolar.
Blumenau — A prefeitura da cidade catarinense complementou em mais
de 150% os recursos transferidos pelo FNDE, o que se refletiu na qualidade da
merenda fornecida a 63 creches, 50 escolas municipais e quatro entidades
filantrópicas. A alimentação foi enriquecida com alimentos ricos em ferro e
foram elaborados cardápios diferenciados para diabéticos e portadores de
celialgia (dores abdominais). Produtos orgânicos também foram
acrescentados à merenda. Vinte hortas escolares forneceram alimentos e se
tornaram instrumentos de aprendizado em matemática, artes e ciência.
Diversos programas educacionais foram criados, como o Saber Saúde,
que abordou a questão da alimentação saudável e capacitou profissionais de
educação. O Arte de Aprender Brincando ensinou hábitos alimentares
saudáveis, identificou alimentos ricos em vitaminas e apontou aqueles que
devem ser evitados. Outro projeto é O Chicletes na Escola, que identificou os
problemas causados pelo consumo de gomas de mascar.
Joinville — O município catarinense utilizou o Programa de Aquisição de
Alimentos do governo federal para a compra de abobrinha, aipim, rabanete,
frango e leite, o que beneficiou 54 produtores regionais. Mais de 90% das
escolas têm hortas, nas quais são realizadas atividades pedagógicas. Ao todo,
27 creches, 134 escolas municipais e 16 entidades filantrópicas foram
beneficiadas. A zona rural tem 33 escolas.
O município desenvolveu outras iniciativas, como o projeto de avaliação
nutricional, direcionado a alunos até seis anos; o de alimentação diferenciada
aos intolerantes a lactose e o de educação alimentar na pré-escola, com um
teatro de fantoches que ensina as crianças, de forma lúdica, a se alimentar
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corretamente. Foi realizado, também, o projeto Mama Nenê, para incentivar o
aleitamento materno.
Araxá — A cidade mineira forneceu merenda a 11 creches, 17 escolas
municipais e três entidades filantrópicas, com o desenvolvimento do PróHorta, programa que beneficia os produtores locais, organizados em
associações ou cooperativas, na produção, transporte e comercialização dos
produtos.
Batata, tomate, cenoura, beterraba, abóbora, couve, acelga, mandioca,
banana, melancia, vagem, inhame e queijo foram comprados da Associação
dos Hortifrutigranjeiros de Araxá, iniciativa que estimulou a agricultura na
região. A introdução na merenda de pratos típicos, como feijão-tropeiro, tutude-feijão, chimanguinho (um tipo de biscoito) e rapadura, valorizou os hábitos
alimentares regionais. A prefeitura complementou em 240% o valor
repassado pelo FNDE.
Patos — As iniciativas de gestão da merenda escolar no município
paraibano envolveram oito creches e 70 escolas municipais, das quais 25
estão na zona rural. Os alunos da educação de jovens e adultos também
foram beneficiados. A prefeitura comprou polpa de frutas de uma associação
comunitária, incentivou a produção familiar de hortigranjeiros e apoiou
atividades como a caprino-ovinocultura e a piscicultura. Por meio do programa
Corte da Terra, o agricultor recebeu subsídios e suporte financeiro.
O cardápio contém alimentos e pratos típicos do Nordeste, como
rapadura e rubacão (baião-de-dois). O município também fechou parceria com
a Vigilância Sanitária para a realização de palestras educativas e pesquisa
sobre a utilização do xique-xique, planta típica do Semi-Árido nordestino, na
alimentação. Por fim, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola
(PDDE), todas as cozinhas das escolas municipais da zona urbana foram
reformadas.
Paragominas — A prefeitura da cidade paraense forneceu merenda a 83
escolas municipais e uma estadual. Na zona rural, estão localizadas 56 dessas
escolas e uma pré-escola. No cardápio, houve espaço para alimentos
regionais, como açaí, polpa de acerola, caju-taperebá, cupuaçu, macaxeira e
charque.
A administração local desenvolveu, com os alunos, projetos voltados para
o combate ao desperdício de alimentos, como o Pratos Limpos, e à obesidade
infantil, como o Obesidade e Alimentação Saudável. São desenvolvidos ainda
os projetos Alimentação Legal e Educação Alimentar na Escola.
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Fernandes Pinheiro — A merenda escolar no município paranaense foi
fornecida a uma creche e a seis escolas municipais. A zona rural conta com
quatro escolas do ensino fundamental e pré-escolas. Há hortas em três
instituições de ensino. Entre as receitas regionais incluídas no cardápio está a
do virado, feito com feijão, farinha de milho e temperos. Para a compra da
merenda, o município utilizou o Programa de Aquisição de Alimentos, que
beneficiou oito produtores rurais da região.
Os incentivos resultaram em benefícios tanto para a alimentação escolar
quanto para os agricultores, que passaram a participar de cursos de
alfabetização. Além disso, foram realizados cursos para merendeiras, os quais
abordam ética profissional, noções sobre nutrição e alimentação,
reaproveitamento de alimentos, armazenamento e higiene. Os alunos também
receberam educação nutricional, por meio de peças de teatro.
Lucas do Rio Verde — A administração da cidade mato-grossense fez
um grande esforço financeiro, já que complementou em 190% os recursos do
FNDE. Pães, bolos e biscoitos foram obtidos na padaria municipal, que atende
toda a demanda das escolas e sedia oficinas culinárias, das quais participam
os alunos. Os ovos foram fornecidos pela chácara da prefeitura, assim como
os frangos. A administração municipal atende metade da demanda da
alimentação escolar local.
Com isso, Lucas do Rio Verde abastece a cantina de uma creche, nove
escolas municipais e uma entidade filantrópica. Também são atendidas três
escolas do ensino fundamental e três pré-escolas na zona rural. Há hortas em
oito delas, implantadas em parceria com a empresa Cargill, na qual são
realizadas atividades pedagógicas e de educação alimentar, aliadas às
disciplinas de ciências e biologia.
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