“Diálise Externa” no Rio de Janeiro

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A História da “Diálise
Externa” no Rio de Janeiro
Frederico Ruzany
CDR-KA
Suporte Renal Artificial
Hospitalar
Tecnologia de ponta na assistência do
paciente gravemente enfermo com
insuficiência renal
Insuficiência renal aguda
1960 - 1970
D.Peritoneal
HD convencional
HD contínua
1990
vs
2000
1990
1960 -1970
• IRA
• OBSTÉTRICA
• CIRÚRGICA
• CLÍNICA
– Transfusão de sangue
incompatível
• NEFROLOGISTA
• Problema não resolvido
– Criatividade
– Perseverança
– Coragem e
Responsabilidade
1960 -1970
1960 - 1970
1960 - 1970
1970 - 1980
• IRA
– ISQUÊMICA
– TÓXICA
• AMINOGLICOSÍDEOS
• NEFROLOGISTA
– MÉDICO-MECÂNICO
– METICULOSO
– CONQUISTA O
CONHECIMENTO a
PRAXIS do TRS
1970 - 1980
• IRA
– MULTIFATORIAL
• GRANDES CIRURGIAS
CARDIOVASCULARES
• NEFROLOGISTA
– Preocupação com métodos
e resultados
– Problema acesso vascular
• Desenvolvimento de
cateteres
1980
Diálise Hospitalar - 1980-1990
• Hemodiálise convencional
– Nefrologistas associado a terapia
de IRC
• Pacientes
– Hipertensos
– Hipervolêmicos
• Hemodiálise contínua
– Nefrologistas intensivistas
• Pacientes
– Edemaciados
– Hipovolêmicos
• Nefrologistas com
conhecimento múltiplo: áreas
de nutrição, ventilação....
Diálise Hospitalar - 1990-2000
• IRA complicando falência
múltiplos órgãos e/ou
associada à síndrome
inflamatória sistêmica
Nefrologista entrosado com
intensivista. Participante das
decisões e condução do
paciente como um todo.
Diálise Hospitalar – 2000 .......
• Nefrointensivismo - requisitos:
– Habilidade / conhecimento específico
• Acesso vascular
• Monitoração hemodinâmica
– Conhecimento básico
• Nutrição
• Assistência ventilatória
• Farmacologia das drogas na IR e na TRS
Não é tomar conta de equipamento
Nefrologista na era atual
• Entrosado com
equipe UTI
– Execução
– Supervisão
– Coordenação
dos tratamentos
propostos
• Indicar, prescrever e
assumir total
responsabilidade pelo
procedimento e suas
conseqüências.
EVOLUÇÃO DO TRATAMENTO DA IRA
Período
Tipo de IRA
19601970
Obstétrica
Cirúrgica Clínica
Equipamento Objetivo
Características
do Nefrologista
Salvar pacientes
com IRA
Médico Inovador,
multieespecialista,
determinado,
questionador. Acesso
cirúrgico - Shunts
19701980
19801990
Isquêmica
Tóxica
(aminoglicosídeos)
Controlar uremia
avançada
Médico mecânicoentender e corrigir
desvios do tratamento
Multifatorial
Grandes cirurgias
cardiovasculares
Manutenção de um
estado controlado
de volume e
bioquímica
Controle do processo,
água, toxinas.
Preocupação com
resultados. Processos
inovadores, cateteres
arteriais.
19902000
Associada a falência
de múltiplo órgãos
Reduzir estado
inflamatório.
Atingir
normalização do
meio interno
Médico com
conhecimento
múltiplo:a’, área
nutricional, sepsis,
SRIS,
2000-....
IMOS + SRIS
Presbinefronia
Evitar
anormalidades
metabólicas,
volêmicas,
sanguíneas,
nutricionais.
Controlar SRIS.
Medico entrosado com
time de intensivistas.
Participante das
decisões, atuante na
condução do paciente
(Transf. Sangue
Incompatível)
NEFROLOGISTA ATRAVÉZ DOS TEMPOS
1960
HERÓI
ISOLADO
2000...
PARTICIPANTE
DE UM TIME
Nefrologista 2000...........
• Diversidade de situações obriga a diversidade
de soluções
• Integrar com equipe das UTIs.
• Participar das discussões dos pacientes na
unidade.
• Atuar integralmente no:
– Controle do meio interno
• Água,eletrólitos, ácido-básico e volemia
• Nutrição
• Praticar e vigiar a máxima:
Primo non nocere
CDR KA
• Em funcionamento desde 1980
• Cobrindo área de 4 municípios
Ativa 24 hs/dia
• 35 Médicos, 11 enfermeiros e 75 técnicos
• Coordenação e controle central por rede
computador on line – NEFRO-WEB
CDR - KA
TRATAMENTOS – MEDIA TRIMESTRAL
Qtr1-06
DPA
DPA C
DPC
DPC 2
DPC C
DPI
HDC
HDI
HDI 2
HDP
HDP 2
PLASM
TX RN
HDD
30
0
25
0
0
2
478
908
11
546
19
0
0
124
2144
Qtr2-06
27
0
47
0
0
0
526
983
16
712
12
4
0
124
2452
Qtr3-06
40
0
16
0
0
12
560
1091
33
679
3
1
0
160
2592
Primeira Modalidade de depuração em
3541 internações com Insuficiência renal
aguda
91
1354
421
1638
Sobrpor
evidafaixa
porfaixa
etária
Sobrevida
etária
(Kaplan- Mayer)
(Kaplan-Mayer)
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