Estudando com a BíBLia Estudando com a BíBLia

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Estudando
com a Bíblia
Livro do Professor
Barueri, SP
Livro 3
Pessoas da Bíblia
TEMA
O tema do Livro 3 é “Pessoas da Bíblia”. O livro apresenta a vida de pessoas do Antigo Testamento e do Novo
Testamento, mostrando como elas desenvolveram seu relacionamento com Deus e com o próximo. O aluno é convidado,
a partir dos exemplos dados, a examinar a sua vida diária e a posicionar-se diante de fatos semelhantes que ocorrem nos
dias de hoje.
CONTEÚDO
1.Abrão e a fé: Deus chama Abrão — Gênesis 12.1-9
2.José e seus irmãos — Gênesis 37.1-11
3.José, bom administrador na casa de Potifar — Gênesis 39.1-6
4.O nascimento de Moisés — Êxodo 2.1-10
5.Os israelitas atravessam o mar Vermelho — Êxodo 14.15-31
6.Josué: a conquista de Jericó — Josué 6.1-24
7.Gideão derrota os midianitas — Juízes 7.9-23; 8.28
8.A morte de Sansão — Juízes 16.23-31
9.Davi mata Golias — 1Samuel 17.32-51
10.Salomão pede sabedoria a Deus — 1Reis 2.10,12; 3.4-15
11.Elias e os profetas de Baal — 1Reis 16.29-33; 17.1; 18.1-2,17-24,38-39
12.Os três moços na fornalha acesa — Daniel 3.1-28
13.Daniel e as palavras na parede — Daniel 5.13,22-31
14.Ester salva o seu povo — Ester 5.5-6; 7.3-6
15.O nascimento de Jesus é anunciado — Lucas 1.5-6,26-38
16.Um anjo aparece a José — Mateus 1.18-24
17.Os pastores de Belém — Lucas 2.8-20
18.Os visitantes do Oriente — Mateus 2.1-12
19.A mensagem de João Batista — João 1.19-34
20.Levi, o cobrador de impostos — Marcos 2.13-17
21.A confissão de Pedro — Mateus 16.12-19
22.Maria derrama perfume nos pés de Jesus — João 12.1-8
23.Jesus diante de Herodes e de Pilatos — Lucas 23.7-12
24.Simão de Cirene — a crucificação — Lucas 23.26-33
25.Jesus e Tomé — João 20.24-29
26.Estevão — Atos 6.8-14; 7.1-2,51-60
27.Cornélio — Atos 10.19-24,34-36,44-45
28.Paulo e Barnabé — Atos 14.8-20
OBJETIVOS GERAIS
• Conhecer a vida de personagens da Bíblia e avaliar o seu comportamento.
• Aprender como a confiança em Deus é parâmetro seguro para a vida diária.
• Desenvolver relacionamentos sadios e construtivos com as outras pessoas.
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exclusivamente para fins didáticos/pedagógicos. Proibido qualquer tipo de comercialização.
Estudando com a Bíblia
Estudando com a Bíblia
Lição 1 - Abrão e a fé: Deus chama Abrão
Gênesis 12.1-9
1. Objetivos
• Compreender que a fé é um presente de Deus e que através dela recebemos o perdão de Deus em Cristo e
a capacidade de fazer a vontade de Deus.
• Seguir o exemplo de Abraão, que dedicou toda a sua vida a Deus.
• Reconhecer que podemos confiar em Deus, pois ele sempre cumpre as suas promessas.
2. Compreensão do texto
Com esse texto, começa a história dos patriarcas do povo de Israel (Abraão, Isaque e Jacó) que continua até
Gênesis 35.29. Deus aparece a Abrão e promete que ele será pai de uma grande nação, por meio da qual Deus vai
abençoar todos os povos do mundo.
Abraão já havia partido de Ur com a família (Gn 11.31) para Harã. Neste ponto da história, ele partiu na segunda
etapa da jornada, viajando outros 700 km a sudoeste até Canaã (Palestina), com Sarai, sua mulher estéril, seu
sobrinho Ló e seus rebanhos. Em Siquém, no meio do território cananeu, Deus falou novamente, prometendo que
“esta terra” seria herança dos descendentes de Abraão. Porém, a jornada continuou na direção do Neguebe, ao Sul,
uma região que era mais habitável na época de Abraão.
É importante destacar a mudança do nome Abrão para Abraão, registrada em Gênesis 17. Como Sarai era estéril,
Abrão teve um filho com a concubina Agar. Depois do nascimento de Ismael, Deus renova sua promessa, dizendo
que Abrão seria “pai de muitas nações”, significado do nome “Abraão” que ele passa a adotar. “Abrão” significa
“antepassado famoso”.
Os povos antigos, inclusive os hebreus, davam muita importância aos nomes das pessoas e dos lugares. Os nomes
das pessoas geralmente diziam algo sobre a sua origem ou expressavam uma súplica. A mudança de nome, neste
caso, indica um novo começo. O nome “Sarai” também foi mudado para “Sara”, que significa “princesa”.
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3. Principais ensinamentos
• Deus prometeu fazer uma grande nação a partir de Abraão. Deus cumpriu a sua promessa. Deus sempre
cumpre o que promete e nós podemos viver na certeza de que irá cumprir todas as promessas que fez para
nós em sua Palavra.
• A fé é um presente de Deus. Com ela, Deus dá forças para reconhecê-lo como o único Senhor e entregar
toda a vida a ele. Assim como Abraão pela fé obedeceu a Deus e fez a sua vontade, assim também devemos,
pela fé, obedecer-lhe e fazer aquilo que ele ordena.
4. Sugestões didáticas
• Fazer um cartaz com Abraão observando o céu. Levar estrelas de papel para que as crianças coloquem o seu
nome, recortem e coloquem no cartaz. Relacionar com a passagem de Gênesis 15.5, em que Deus repete a
promessa a Abraão. Os cristãos no Novo Testamento também são considerados descendentes de Abraão.
• Levar um mapa e mostra a viagem que Abraão fez até a Terra Prometida.
5. Resolução das atividades
1. “Eu vou dar esta terra aos seus descendentes.”
2. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 2 - José e seus irmãos
Gênesis 37.1-11
1. Objetivos
• Reconhecer que Deus ama a todos de igual modo e que demonstrou isso ao enviar seu Filho Jesus para nos
salvar.
• Compreender que as pessoas são diferentes e que não devemos sentir inveja nem ciúmes dos outros, mas
viver em harmonia.
2. Compreensão do texto
A partir de Gênesis 37 até o fim do Livro de Gênesis, o foco da atenção é José, um homem de fé e de caráter.
Deus cuida dele e, no fim, ele se torna o salvador de sua família.
Gênesis 37.3 explica que “Jacó já era velho quando José nasceu e por isso ele o amava mais do que a todos os
seus outros filhos.” José era o filho preferido de Jacó, e isso o tornava alvo da inveja de seus irmãos. O capítulo 37
ainda conta ainda alguns relatos que fizeram essa inveja aumentar: a túnica que José ganhou de seu pai e os sonhos
que José teve em que os pais e os irmãos se encurvavam diante dele.
Movidos por inveja e ódio, os irmãos de José planejam matá-lo. Rúben intercede pelo irmão, e José é jogado
num poço (o plano de Rúben era salvar José). Quando avistam que passava uma caravana de comerciantes, os
irmãos vendem José como escravo, e ele foi levado para o Egito. Depois, os irmãos enganam o velho pai, levando-o
a acreditar que o seu filho querido tinha sido morto.
No Egito, José passa por muitas situações adversas, mas sempre permanece fiel a Deus, sabendo que Deus nunca
o abandonaria.
3. Principais ensinamentos
• Cada pessoa tem suas características. Temos de aceitar cada pessoa como ela é e não sentir inveja ou querer
tomar o lugar dela.
• Deus ama a todas as pessoas e nos deu o maior presente: Jesus; por isso não devemos ter inveja das outras
pessoas. Assim como Deus nos ama, também devemos amar aos outros.
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4. Sugestões didáticas
• Levar uma caixa de presente e perguntar quem gosta de ganhar presentes e como se sentem ao recebê-los.
Fazer uma pequena dramatização, onde irmãos brigam por aquele presente. Discutir formas de resolver o
conflito.
• Formar grupos e confeccionar os personagens da história com materiais de sucata. Montar uma maquete e
recontar a história.
• Solicitar que façam um desenho dos sonhos de José. Escrever o nome dos irmãos na lousa ou em um cartaz
(Gn 35.23-26) e pedir que coloque o nome deles nos elementos da história.
5. Resolução das atividades
1. “José ganhou uma túnica e seus irmãos ficaram com inveja.”
2.a.Resposta pessoal
b.Resposta pessoal, mas levar as crianças a perceber a importância de pedir ajuda de Deus para superar
esse sentimento.
Estudando com a Bíblia
Lição 3 - José, bom administrador na casa de Potifar
Gênesis 39.1-6
1. Objetivos
• Compreender que Deus sempre cuida de seus filhos em todas as situações e lugares.
• Reconhecer a necessidade de sempre orar a Deus solicitando forças para ficar fiéis a ele.
2. Compreensão do texto
Nesta parte do texto continua a história de José, que havia sido interrompida pela história de Judá e Tamar (cap.
38). José era escravo e tinha sido comprado por Potifar (Gn 37.36), que era oficial e capitão da guarda real.
Este episódio mostra que Deus sempre abençoou José. Pelo seu bom serviço e dedicação, José recebeu a simpatia
de seu dono e foi colocado como ajudante particular de Potifar. José era responsável pela casa e pelos bens de
Potifar. Por causa de José, Deus também abençoou aquele lar egípcio.
O texto seguinte mostra que José foi sexualmente assediado pela mulher de Potifar, mas resistiu e manteve-se
fiel ao seu dono e não pecou contra Deus. Mas a mulher de Potifar inventou outra história, e José acabou sendo
mandado para a cadeia.
3. Principais ensinamentos
• Deus está conosco em qualquer lugar e situação. Deus sempre nos acompanha e nos abençoa.
• Podemos confiar toda a nossa vida a ele, porque ele nos ama e é o nosso maior e mais fiel amigo.
• Devemos testemunhar dele em qualquer lugar que estivermos.
4. Sugestões didáticas
• Retomar a lição anterior, contando o que aconteceu com José quando chegou ao Egito. Destacar a proteção
de Deus na vida de José, mesmo nas situações mais adversas.
• Fazer uma lista de situações nas quais temos a proteção de Deus. Fazer o registro das respostas na lousa ou
em um cartaz.
• Solicitar que façam cartazes em grupos com o seguinte tema: “Deus cuida de nós quando...”
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5. Resolução das atividades
1. a.Egito
b.Potifar
c. palácio
d.Senhor Deus
e.José
2. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 4 - O nascimento de Moisés
Êxodo 2.1-10
1. Objetivos
• Compreender que Deus ama a todas as pessoas e tem um plano especial para a vida de cada uma delas.
• Compreender que Deus sempre cuida de seus filhos em todas as situações e lugares.
2. Compreensão do texto
Aqui, começa a história de Moisés, o homem escolhido por Deus para libertar o seu povo da escravidão no Egito.
Deste ponto até o final do Livro de Deuteronômio (Dt 34.1-8), Moisés será a figura dominante na história do povo
de Israel.
O final do Livro de Gênesis mostra Jacó e seus filhos, com suas famílias, indo morar no Egito. O Livro de Êxodo
continua a história, contando como os israelitas se tornaram cada vez mais numerosos e poderosos. Cerca de 400
anos depois da chegada dos israelitas ao Egito, um novo rei ou Faraó (Êx 1.8) começou a governar. Sentindo-se
ameaçado pelos israelitas, procura achar um jeito de neutralizá-los: os israelitas foram escravizados e maltratados,
mas seu número continuava a aumentar.
Para não deixar que eles se tornassem ainda mais numerosos, o rei ordenou que os meninos fossem mortos logo
ao nascer; as meninas seriam poupadas.
O nascimento de Moisés acontece nesse contexto. Quanto Moisés nasceu, seus pais (Anrão e Joquebede) o
esconderam por três meses, sendo ele depois colocado num cesto no rio Nilo. O bebê foi encontrado pela princesa
do Egito, que não só poupou o menino como ainda o “devolveu” à sua família verdadeira para ser criado.
3. Principais ensinamentos
• Deus tinha um propósito para a vida de Moisés e usou a sua família para protegê-lo e salvá-lo da morte.
Deus tem um propósito para a vida de cada pessoa.
• Deus espera que as famílias cuidem se seus membros, protegendo-os e amparando-os para que tenham um
ambiente seguro e acolhedor.
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4. Sugestões didáticas
• Conversar com a turma sobre a situação da mãe de Moisés, que teve de esconder o seu bebê para que os
guardas de Faraó não o matassem: quanto tempo seria possível esconder um bebê, as dificuldades de fazê-lo
e encaminhar para a história.
• Dividir a sala em grupos e pedir que cada grupo organize uma dramatização da história.
• Solicitar que façam uma redação sobre o que cada um quer ser quando crescer e como uma vida com Deus
pode ajudar para que alcance os seus objetivos.
5. Resolução das atividades
1.Moisés — era um menino muito bonito.
A princesa — foi banhar-se no rio.
A irmã — se escondeu para observar o bebê.
A mãe — fez uma cesta.
2.
Estudando com a Bíblia
Lição 5 - Os israelitas atravessam o mar Vermelho
Êxodo 14.15-31
1. Objetivos
• Saber que Deus tem poder sobre todas as coisas, que ele guiou o povo de Israel na travessia do mar Vermelho
e derrotou o exército egípcio.
• Saber que Deus está ao nosso lado em todas as situações.
2. Compreensão do texto
Os israelitas finalmente tinham sido libertos da escravidão no Egito. Depois de nove pragas que assolaram o país,
mas não convenceram o rei do Egito (Faraó), a última praga (morte dos primeiros filhos) trouxe sofrimento à casa
do rei e fez com que mudasse de ideia.
Os israelitas saíram do Egito e chegaram ao mar Vermelho, sendo guiados por Deus de dia (numa coluna de
nuvem) e de noite (numa coluna de fogo). O rei do Egito, a essa altura, já tinha se arrependido de deixar que o
povo partisse. Por isso, preparou o exército e saiu em perseguição dos fugitivos.
Tendo o mar à frente e vendo a chegada dos egípcios, o povo ficou com medo e começou a reclamar. Deus
interveio e orientou Moisés como agir. O mar se abriu e o povo conseguiu atravessar em segurança. Quando os
egípcios foram atravessar, o mar voltou ao seu lugar e todos os perseguidores morreram afogados.
A travessia do mar Vermelho foi a maior demonstração do poder de Deus e foi também o acontecimento decisivo
na vida dos israelitas. Agora, eles não eram mais escravos, mas um povo livre, um povo que tinha o mais poderoso
de todos os deuses.
3. Principais ensinamentos
• Deus colocou um líder para conduzir o povo de Israel e assim libertá-lo da escravidão no Egito.
• Deus cuidou do povo de Israel e nos dias de hoje continua cuidando de cada um de nós como filhos
amados.
• Deus nos livra do mal através de Jesus, que morreu e ressuscitou para nos salvar e nos dar perdão.
• Deus espera que confiemos nele, pois ele é fiel e nunca desampara os seus filhos.
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4. Sugestões didáticas
• Levar uma bacia com água e perguntar o que acontece se colocarmos qualquer objeto dentro daquela bacia
e se é possível deixar o objeto seco. Em seguida, perguntar se é possível passar pelo meio do mar ou pelo
meio de um lago a pé sem se molhar. Introduzir a história.
• Dividir a turma em grupos e pedir que façam uma maquete da história. Pode-se dividi-la em dois momentos:
primeiro, quando o povo de Israel estava passando pelo meio do mar; segundo, quando o exército egípcio
estava passando e foi coberto pelas águas do mar.
• Solicitar que façam uma história em quadrinhos da história.
5. Resolução das atividades
1. a.F
b.V
c. F
d.V
e.V.
2.4
1
3
2.
3.
Estudando com a Bíblia
Lição 6 - Josué: a conquista de Jericó
Josué 6.1-24
1. Objetivos
• Reconhecer que Deus protegeu e abençoou o seu povo na conquista de Jericó.
• Reconhecer que a força do povo estava na sua confiança e obediência a Deus.
2. Compreensão do texto
Este relato mostra claramente que a possessão da Terra Prometida é um dom de Deus a seu povo e não uma
“conquista” que o povo pode atribuir aos seus próprios méritos (Js 1.2-5). Ao povo cabe obedecer à ordem de
Deus.
Liderados por Josué, os israelitas conquistaram Jericó. A estratégia pode parecer estranha aos olhos humanos: os
soldados deveriam marchar em volta da cidade uma vez por dia durante seis dias, em total silêncio. No sétimo dia,
seriam sete voltas em torno da cidade. À frente dos soldados, iam sete sacerdotes e a arca da Aliança. No sétimo dia,
na sétima marcha, ao toque das cornetas, todos deveriam gritar bem alto e, assim, as muralhas da cidade cairiam. E
foi assim que a cidade foi conquistada.
3. Principais ensinamentos
• Deus ajudou Josué e o povo de Israel na conquista da cidade de Jericó.
• Deus protege e dá forças a todos aqueles que o amam.
• Assim como a confiança de Josué e do povo de Israel em Deus fez as muralhas de Jericó caírem, assim
também a nossa fé nos ajuda a derrubar muitas barreiras.
• O povo conquistou Jericó usando meios não usuais. Eles não deveriam confiar em si mesmos, em suas armas
ou estratégias, mas apenas no poder de Deus.
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4. Sugestões didáticas
• Perguntar se alguém já viu um copo ou outro objeto quebrar apenas com o grito de uma pessoa. Discutir as
respostas conduzindo para a história.
• Pedir que as crianças imaginem que são generais de um exército que vai atacar uma cidade. Fazer um plano
de ataque, listando estratégias, armas e quantidade de soldados necessários. Discutir as respostas e conduzir
para a história.
• Dividir a turma em grupos e solicitar que cada grupo crie uma manchete de jornal ou um noticiário sobre a
conquista de Jericó.
5. Resolução das atividades
1. a.não
b.sim
c. não
d.sim
e.não.
2. “Deus guiou Josué e seu povo.”
Estudando com a Bíblia
Lição 7 - Gideão derrota os midianitas
Juízes 7.9-23; 8.28
1. Objetivos
• Reconhecer que Deus protegeu e abençoou o seu povo para que este pudesse derrotar os midianitas.
• Reconhecer que a força do povo estava na sua confiança e obediência a Deus.
2. Compreensão do texto
Depois que Josué morreu, os israelitas abandonaram o Senhor e começaram a adorar os deuses e as deusas dos
cananeus. Por isso, Deus deixou que fossem conquistados pelos seus inimigos: moabitas, midianitas, amonitas e
filisteus, entre outros. Quando isso acontecia, os israelitas pediam que Deus os socorresse, e ele mandava um líder,
que os livrava dos inimigos. Depois da morte desse “juiz”, tudo se repetia novamente: os israelitas adoravam os
deuses pagãos, Deus os castigava, eles pediam que ele os socorresse; e ele lhes mandava um líder.
Como os israelitas tinham desobedecido a Deus, ele deixou que os midianitas os dominassem durante sete anos.
Depois, Deus libertou o seu povo por meio de Gideão, e a terra ficou em paz durante quarenta anos (8.28). Gideão
diz que é a pessoa menos importante da sua família, a mais pobre da tribo de Manassés (6.15). Mas Deus usa a
fraqueza humana para mostrar a sua força e o seu poder (7.2-8). Gideão aparece na lista dos heróis da fé (Hb 11.32),
e a derrota dos midianitas é citada em Salmo 83.9 e Isaías 10.26.
Gideão foi um desses líderes, chamados de “juízes”. Gideão liderou o ataque surpresa contra os inimigos, que
aconteceu durante a noite. As tochas dentro dos cântaros, o som das trombetas e o grito de guerra proferido a plenos
pulmões pelos 300 combatentes foram mais que suficiente para lançar o pânico e a confusão entre os midianitas.
Gideão usou sua perspicácia para fazer um ataque surpresa, mas a vitória resultante daquela fuga desordenada veio
de Deus.
3. Principais ensinamentos
• Deus castiga o seu povo quando ele se afasta, mas está pronto para perdoar quando ele busca o seu perdão.
• Como Deus escolheu Gideão para libertar os israelitas, também enviou Jesus para nos libertar dos nossos
pecados.
• Gideão foi vitorioso porque Deus estava com ele. Nós também podemos contar com Deus em todos os
momentos da nossa vida.
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4. Sugestões didáticas
• Fazer a dramatização da história. Pode-se narrar a história e enquanto isso as crianças vão representando as
partes da história.
• Fazer uma lista de momentos em que Deus nos protege na nossa vida. Fazer o registro na lousa. Pedir que as
crianças escolham um dos itens listados e que façam uma redação sobre a ajuda de Deus.
5. Resolução das atividades
1. a.trezentos
b.Senhor
c. israelitas
d.viveu.
2.
3.jarro
tocha
corneta.
Estudando com a Bíblia
Lição 8 - A morte de Sansão
Juízes 16.23-31
1. Objetivos
• Reconhecer que Deus dá forças para os que o servem.
• Saber que Deus atendeu ao pedido de Sansão e assim o ajudou a derrotar os seus inimigos.
• Reconhecer que devemos ter confiança no Deus verdadeiro.
2. Compreensão do texto
A história se passa em Gaza, e fala-se a respeito de Sansão, que foi o último juiz de Israel. Sansão era filho de
Manoá, cuja esposa era estéril e não podia ter filhos. Mas um anjo de Deus apareceu à mulher e lhe prometeu um
filho.
Sansão foi consagrado desde a sua concepção como nazireu (ver em Nm 6.1-21 maiores detalhe sobre o voto do
nazireado). Deus tinha um trabalho especial para Sansão, ou seja, libertar o povo de Israel do domínio do povo
filisteu.
Ele possuía uma natureza selvagem e impetuosa. Mas tinha também a grande força dada por Deus e uma grande
fé. Depois de revelar o segredo de sua força a uma filisteia chamada Dalila, ele teve seus cabelos cortados e acabou
sendo preso e tendo seus olhos furados pelos filisteus.
Sansão foi levado ao templo do deus Dagom para divertir os presentes. Ali, ele pediu a Deus para que o ajudasse
e lhe devolvesse a força – e o Senhor ouviu a sua oração. Ele derrubou as colunas do templo, e todos os presentes
morreram. O texto conclui dizendo que Sansão, ao morrer, matou mais filisteus do que tinha matado durante toda
a sua vida.
3. Principais ensinamentos
• Sansão confiou em Deus, que ouviu a sua oração e lhe devolveu a força para que pudesse derrotar os
filisteus. Devemos confiar nele, pois nunca nos deixa desamparados.
• Deus nos dá a força na medida certa para poder servi-lo.
• Devemos orar a Deus pedindo o que precisamos, especialmente para o seu serviço.
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4. Sugestões didáticas
• Fazer uma lista de coisas pelas quais orar para Deus. Incentivar que orem a Deus.
• Pedir que escrevam uma oração para Deus com um dos itens da lista acima.
• Fazer uma história em quadrinhos sobre a história. Fazer uma maquete da história utilizando palitos de
sorvete para construir o salão e outros materiais de sucata para confeccionar os personagens e recontar a
história.
5. Resolução das atividades
1. a.festa
b.Dagom
c. cinco
d.olhos
e.mãos
f. templo.
2. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 9 - Davi mata Golias
1Samuel 17.32-51
1. Objetivos
• Saber que Davi venceu Golias porque confiou em Deus.
• Reconhecer que Deus nos ama e nos ajuda em todas as situações.
2. Compreensão do texto
A luta entre Davi e o gigante Golias é uma das histórias mais conhecidas da Bíblia. Saul tinha sido feito rei de Israel
para libertar o povo do domínio dos filisteus e, durante toda a sua vida, ele lutou contra os filisteus. Mas a vinda do
gigante Golias (17.4) apavorou a todos (vs. 17.11,24). Davi era pastor de ovelhas, o mais novo dos filhos de Jessé.
A pedido do pai, foi ao acampamento dos israelitas levar alimento para os irmãos.
Davi ouviu o desafio do gigante e resolveu lutar contra Golias. Ele estava certo de que Deus o defenderia, por
mais fortes e poderosos que pudessem parecer os inimigos. Sua funda, com a bênção de Deus, era muito mais
poderosa que o orgulhoso Golias com sua espada, sua lança e seu escudo. Davi derrubou Golias e depois lhe cortou
a cabeça. Como em tantos outros momentos na história de Israel, foi Deus quem deu a vitória ao seu povo.
3. Principais ensinamentos
• Davi teve muita coragem porque sabia que, tendo Deus ao seu lado, poderia vencer aquele gigante.
• Quando temos Deus ao nosso lado, também podemos estar certos de que seremos vencedores.
• Aos que confiam nele, Deus concede coragem para testemunhar e para fazer o que é justo.
4. Sugestões didáticas
• Iniciar a aula perguntando quem já teve medo de alguma coisa, o que fizeram para resolver esse problema.
Pedir que façam um desenho e uma frase sobre a situação, pedir que alguns mostrem e introduzir a
história.
• Solicitar que confeccionem os personagens com materiais de sucata e recontem a história.
• Dividir a turma em grupos e pedir que dramatizem a história.
5. Resolução das atividades
1. V
V
F
F
V.
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2. Porque Davi lutou em nome do Senhor Todo-Poderoso.
3. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 10 - Salomão pede sabedoria a Deus
1Reis 2.10,12; 3.4-15
1. Objetivos
• Reconhecer a necessidade de buscar a ajuda de Deus para viver com sabedoria.
• Reconhecer que a verdadeira sabedoria vem de Deus.
2. Compreensão do texto
Com a morte de Davi, seu filho Salomão assumiu o trono de Israel. Salomão foi oferecer sacrifícios em Gibeão,
a uns 10 km a noroeste de Jerusalém. Deus apareceu a Salomão em sonho, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.
Tudo que Salomão pediu a Deus foi sabedoria para poder governar com justiça (v. 9). Diante dessa resposta, Deus
prometeu dar a ele não apenas sabedoria (v. 12), mas também riquezas e honras (v. 13), bem como uma vida longa
(v. 14).
3. Principais ensinamentos
• Em resposta à oração de Salomão, Deus o fez um rei sábio. Deus também quer dar a nós sabedoria e
entendimento para fazermos a sua vontade.
• Deus nos dá sabedoria para vivermos bem a nossa vida. Precisamos buscar a sabedoria de Deus através da
oração e do estudo da Palavra de Deus.
4. Sugestões didáticas
• Perguntar que pedido cada um iria fazer se tivesse direito a um desejo. Comparar os pedidos que os alunos
fizeram com o pedido de Salomão.
• Fazer uma seleção de versículos que falem sobre sabedoria, dividir a turma em grupos e pedir que cada um
tente explicar o versículo com suas palavras.
• Pedir que os alunos procurem no texto as bênçãos que Deus concedeu para Salomão. Pedir que façam uma
caixa de presente e que coloquem as palavras dentro dela.
5. Resolução das atividades
1. Afirmativas corretas:
a
b
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2.
3. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 11 - Elias e os profetas de Baal
1Reis 16.29-33; 17.1; 18.1-2,17-24,38-39
1. Objetivos
• Reconhecer que Deus é o único Deus verdadeiro e que só ele deve ser adorado.
• Compreender que Deus deve ser adorado por todas as coisas que ele faz por nós, especialmente pela
salvação que dele recebemos através de Jesus.
2. Compreensão do texto
A história se passa no reinado de Acabe, que foi rei de Israel de 874 a 853 a.C. 1Reis 16.30 diz que Acabe pecou
mais do que qualquer outro rei antes dele: casou com Jezabel, uma princesa fenícia, e adorou o deus Baal.
É nesse contexto que surge o profeta Elias, um dos grandes personagens do Antigo Testamento. O nome Elias quer
dizer “Javé é Deus” ou “Meu Deus é Javé”. Num tempo em que se adoravam muitos ídolos (1Rs 16.26), o próprio
nome do profeta já era uma mensagem.
No encontro entre Elias e os profetas de Baal, ficou claro que Javé, o Deus de Israel, é o único Deus e que todos os
outros deuses são falsos. Os israelitas, impressionados, gritaram: “O Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!” (v. 39).
3. Principais ensinamentos
• Deus mostrou que é o Deus verdadeiro ao enviar fogo do céu para consumir a oferta de Elias.
• Não devemos adorar um deus falso. Apenas o Deus da Bíblia é o verdadeiro Deus. Foi ele quem enviou
Jesus, através de quem recebemos a salvação.
4. Sugestões didáticas
• Dividir a turma em pequenos grupos e pedir que dramatizem a história.
• Fazer uma lista de “deuses”, ou seja, coisas nas quais as pessoas depositam a sua confiança. Mostrar como
tudo é passageiro e que apenas Deus tem poder.
• Pedir que criem um acróstico com palavras chaves da lição, como por exemplo, DEUS, BAAL, ELIAS etc.,
destacando as qualidades de cada personagem. Fazer cartazes e montar uma exposição.
5. Resolução das atividades
1. “Adorar apenas ao Deus Verdadeiro”.
Distribuição gratuita para professores cadastrados no site da SBB. Reprodução permitida
exclusivamente para fins didáticos/pedagógicos. Proibido qualquer tipo de comercialização.
2. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 12 - Os três moços na fornalha acesa
Daniel 3.1-28
1. Objetivos
• Saber que devemos adorar ao único e verdadeiro Deus.
• Reconhecer que os três moços confiaram em Deus e foram salvos da fornalha.
• Desejar obedecer a Deus e expressar a sua fé em palavras e atos.
2. Compreensão do texto
A história se passa na Babilônia, onde o rei Nabucodonosor mandou fazer uma grande estátua para que todos
a adorassem. Quem não cumprisse sua ordem seria jogado na fornalha acesa. Daniel e seus três amigos Sadraque,
Mesaque e Abede-Nego haviam sido levados de Jerusalém e serviam o rei em altos postos. Nessa história, Daniel
não aparece.
Com a ordem do rei, os três moços foram denunciados por não obedeceram ao rei. Por isso, foram jogados na
fornalha. Porém, eles não foram queimados, nem sequer ficaram com cheiro de fumaça. Eles foram salvos porque
confiaram no Deus Verdadeiro. O próprio rei, ao final, reconheceu o poder de Deus e o louvou pelo seu feito.
3. Principais ensinamentos
• Deus deu a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego fé e coragem para obedecer.
• Deus, em sua graça, nos encoraja a resistir a tudo o que nos pode levar a errar.
• Deus nos ajuda e nos livra de nossas angústias.
4. Sugestões didáticas
• Levar algum objeto e perguntar se o mesmo pode realizar algum pedido nosso, se colocarmos a nossa
confiança nele. Relacionar com a história e com a atitude dos personagens da história.
• Fazer uma lista de situações em que podemos ter problemas ao testemunhar sobre Deus e o que se pode
fazer nessas ocasiões – da mesma forma que os três rapazes da história enfrentaram dificuldades porque não
negaram a Deus.
• Pedir que façam uma maquete da história usando cartolina, massa de modelar, papel celofane vermelho e
amarelo e outras sucatas. Pedir que recontem a história usando a maquete.
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5. Resolução das atividades
1.Sadraque
Mesaque
Abede-Nego.
2. Respostas:
4
5
1
3
2.
Estudando com a Bíblia
Lição 13 - Daniel e as palavras na parede
Daniel 5.13,22-31
1. Objetivos
• Mostrar que Deus odeia o pecado e castiga aqueles que não se arrependem.
• Afirmar o poder de Deus, que é maior do que todas as forças humanas e que todos os deuses falsos.
2. Compreensão do texto
Belsazar era filho de Nabonido e neto de Nabucodonosor. Foi o último rei do novo Império Babilônico, tendo
sido conquistado pelos persas. O exército persa estava perto da Babilônia. Com o banquete, talvez o rei quisesse
demonstrar que tudo estava sob controle. Afinal, a Babilônia tinha muros fortes e os armazéns estavam cheios de
alimentos para muitos meses de resistência. Na festa, o rei homenageou e cultuou seus deuses, invocando-os contra
seus inimigos. Além disso, Belsazar desafiou Deus ao usar os utensílios (jarros e taças de ouro e de prata) que o rei
Nabucodonosor havia trazido do Templo de Jerusalém, bebendo vinho neles. O rei estava cheio de orgulho.
Durante o banquete do rei Belsazar, apareceu uma escrita misteriosa na parede, que os sábios não podiam ler
nem explicar. A rainha-mãe lembrou ao rei que Daniel poderia explicar o que estava escrito na parede. Daniel tinha
por volta de 85 anos.
Daniel não estava no banquete, mas foi chamado e explicou as palavras misteriosas que apareceram escritas na
parede. Deus estava dizendo que o reino de Belsazar estava chegando ao fim. A mensagem de Deus se cumpriu
naquela mesma noite: Belsazar foi morto e Dario, rei da Média, reinou no seu lugar. Daniel continuou servindo o
novo rei. Fontes históricas dizem que o rio Eufrates, que cortava a cidade, teve o curso desviado, permitindo que os
invasores entrassem por baixo dos muros, pelo leito do rio esvaziado.
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3. Principais ensinamentos
• O rei Belsazar desafiou e desonrou a Deus e, por isso, foi castigado.
• Diante das ameaças, o rei confiou nos seus deuses falsos e na força da sua cidade. Deus o castigou, entregando
a Babilônia nas mãos dos medos e persas.
• Daniel permaneceu fiel a Deus e anunciou a sua mensagem ao rei. Deus livra e protege aqueles que são fiéis
a ele e o servem.
4. Sugestões didáticas
• Contar a história do Titanic, que era considerado seguro. Alguns dizem que o comandante do Titanic
afirmou que nem Deus podia afundar aquele navio. Comparar com a história do rei Belsazar, que confiou
em suas próprias forças (muralhas e exércitos) e em seus ídolos.
• Escrever as palavras: “MENE, MENE, TAQUEL E PARSIM” na lousa ou em um cartaz. Perguntar se alguém
sabe o seu significado. Contar a história, mostrando que o rei também não sabia e precisou da ajuda de
Daniel para descobrir a mensagem. Ressaltar que o rei foi castigado porque ele tinha feito algo errado contra
Deus.
• Perguntar se alguém já fez algo errado e tentou esconder. Pedir que contem se conseguiram e se eles acham
que podem esconder as coisas erradas que fazem de Deus.
5. Resolução das atividades
1. Ele usou taças do Templo de Deus para usar em uma festa. Ele também adorou deuses falsos feitos por
mãos humanas.
2. O rei Belsazar foi morto naquela noite e outro rei passou a reinar em seu lugar.
3. “MENE, MENE, TAQUEL E PARSIM”
Significado:
MENE: Deus contou os dias do reinado e resolveu terminá-lo;
TAQUEL: o rei foi pesado na balança e pesou pouco, ou seja, valeu pouco;
PARSIM: seu reino será dividido e entregue aos medos e aos persas.
Estudando com a Bíblia
Lição 14 - Ester salva o seu povo
Ester 5.5-6; 7.3-6
1. Objetivos
• Saber que Deus libertou o seu povo através da rainha Ester e o preservou da destruição.
• Deus tem um propósito especial para a vida de cada um.
2. Compreensão do texto
Quando o rei Ciro, em 538 a.C., permitiu a volta dos judeus para a sua terra, muitos aproveitaram a oportunidade,
mas muitos continuaram vivendo em países distantes, onde a vida não era fácil, e inúmeros eram os perigos. Não
raras vezes, os judeus foram perseguidos por aqueles que queriam acabar com eles. O Livro de Ester foi escrito
para mostrar que Deus protege o seu povo, animando, assim, os milhares de judeus que viviam espalhados pelo
mundo.
A história se passa na província de Susã. Ester era uma moça judia que se tornou rainha por causa do seu
casamento com Xerxes, rei da Pérsia. Hamã, o primeiro ministro do reino, queria acabar com todos os judeus do
reino, mas Ester e o seu primo Mordecai conseguiram derrotar o plano perverso de Hamã. O texto de Ester 5
mostra que Ester planejou um banquete para o rei e Hamã. Na verdade, esse banquete serviu apenas para preparar
o caminho para um segundo banquete, que aconteceria dois dias depois. Nesse segundo banquete, Ester revelou
que era judia e conta ao rei o plano perverso de Hamã. O perseguidor Hamã acabou morrendo na forca que havia
mandado construir para Mordecai.
3. Principais ensinamentos
• Deus libertou o seu povo através de Ester e o preservou da destruição.
• Deus criou, redimiu e tem um propósito especial para cada um de nós.
• Deus está sempre ao lado do seu povo.
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4. Sugestões didáticas
• Contar a história utilizando teatro de fantoches.
• Fazer a lista dos personagens – pode ser feita individualmente, em duplas ou coletivamente. Em seguida,
solicitar que façam os personagens utilizando palitos de sorvete ou garfinhos de madeira e que recontem a
história.
• Pedir que escrevam como podemos ser instrumentos de Deus.
5. Resolução das atividades
1. a.rainha
b.vida
c. reino
d.inimigo
e.banquete
f. Xerxes
g.Hamã.
2. Ninguém.
Estudando com a Bíblia
Lição 15 - O nascimento de Jesus é anunciado
Lucas 1.5-6,26-38
1. Objetivos
• Saber que Deus cumpriu a sua promessa de enviar o Salvador.
• Compreender que Deus escolheu Maria e José para serem os pais de Jesus e os auxiliou nessa tarefa.
• Reconhecer o amor de Deus por todas as pessoas.
2. Compreensão do texto
Deus enviou um anjo até a cidade de Nazaré para dizer a Maria que ela seria a mãe do Salvador Jesus. Ela ficaria
grávida não de José, mas pelo poder do Espírito Santo. Maria sentiu uma grande alegria por ter sido escolhida por
Deus.
Deus estava cumprindo sua promessa de enviar o Salvador. A promessa foi feita a Adão e Eva (Gn 3.15) e
reiterada ao longo da história de Israel.
3. Principais ensinamentos
• Para cumprir o seu plano de salvação para o mundo, Deus escolhe e equipa pessoas para servi-lo em
diferentes maneiras.
• Maria recebeu uma boa notícia do anjo Gabriel e aceitou a vontade de Deus. As pessoas que creem em Deus
também o servem com alegria.
4. Sugestões didáticas
• Discutir com os alunos as diferentes maneiras pelas quais podemos receber uma notícia (carta, telegrama,
telefonema, e-mail etc.). Introduzir a lição em que Maria recebe uma notícia muito importante e a maneira
pela qual ela recebe essa notícia.
• Solicitar que imaginem que eles tivessem de dar a notícia do nascimento de Jesus para Maria e que escrevam
uma carta anunciando essa notícia.
• O nascimento de Jesus foi uma bênção para cada um de nós. Fazer uma lista das bênçãos que recebemos
diariamente de Deus em nossa vida. Solicitar que façam um cartaz com as bênçãos de Deus.
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5. Resolução das atividades
1. “Jesus veio para salvar a humanidade.”
2. Resposta:
4
3
1
2
3. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 16 - Um anjo aparece a José
Mateus 1.18-24
1. Objetivos
• Saber que Deus cumpriu a sua promessa de enviar o Salvador.
• Compreender que Deus escolheu Maria e José para serem os pais de Jesus e os auxiliou nessa tarefa.
• Reconhecer o amor de Deus por todas as pessoas.
2. Compreensão do texto
O texto de Mateus 1.16 informa que José foi marido de Maria, mãe de Jesus. Não diz que José foi o pai de Jesus,
pois isso não seria verdade. José é o pai adotivo de Jesus, o pai segundo a lei. Mateus 1.18-25 explica como José veio
a ser esse pai adotivo do Messias, ao dar-lhe o nome de Jesus (v. 25). Mateus mostra também que o nascimento de
Jesus aconteceu como Deus havia prometido por meio do profeta Isaías (Is 7.10-16).
José estava noivo de Maria. Segundo o costume dos judeus daquele tempo, o noivado era um contrato, feito
algum tempo antes do casamento, que só podia ser desmanchado pelo divórcio. José e Maria já tinham esse
contrato, mas ainda não tinham casado. Sabendo da gravidez de Maria, José resolveu desmanchar o contrato de
casamento. Se fizesse isso abertamente, estaria difamando Maria, pois teria de dizer que, na opinião dele, Maria o
tinha traído. Por ser “um homem que sempre fazia o que era direito”, José resolveu fazer isso sem ninguém saber.
O anjo apareceu a José e contou o plano divino, pedindo que José não cancelasse os planos de casamento. O
nascimento de Jesus cumpriria a profecia feita por Isaías. José deveria dar à criança o nome Jesus, mostrando que
ele salvaria o povo dos pecados.
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exclusivamente para fins didáticos/pedagógicos. Proibido qualquer tipo de comercialização.
3. Principais ensinamentos
• Para cumprir o seu plano de salvação para o mundo, Deus escolhe e equipa pessoas para servi-lo em
diferentes maneiras.
• José recebeu mensagem especial de Deus e aceitou a vontade dele. As pessoas que creem em Deus o servem
com alegria.
• Assim como José confiou nas palavras do anjo, nós também devemos confiar em Deus. Deus sempre sabe
todas as coisas e sempre faz o que é o melhor para nós.
4. Sugestões didáticas
• Perguntar quem já teve um sonho diferente. Conversar um pouco sobre os sonhos no nosso cotidiano e
contar que essa era uma forma usada por Deus para passar mensagens importantes para o seu povo.
• José aceitou a vontade de Deus. Fazer uma lista de coisas que Deus espera que façamos. Pedir que cada um
escolha um item da lista e que o coloque em prática. Na aula seguinte conversar com os alunos sobre a
experiência.
• Pedir que façam uma pesquisa sobre o significado do Natal e como ele é comemorado com pessoas da
família e pessoas de sua convivência. Discutir as diferentes respostas, conduzindo para o verdadeiro sentido
do Natal.
5. Resolução das atividades
1. a.casar
b.direito
c.Davi
d.Jesus
e.pecados.
2. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 17 - Os pastores de Belém
Lucas 2.8-20
1. Objetivos
• Reconhecer que Deus enviou o Salvador prometido.
• Saber que os pastores receberam a notícia de um anjo e ficaram muito felizes.
• Reconhecer que a notícia do nascimento de Jesus é motivo de alegria e louvor a Deus.
2. Compreensão do texto
A história se passa em Belém, em um lugar onde havia pastores cuidando de ovelhas. Eles foram os primeiros
a ouvir a notícia do nascimento do Messias; naquele tempo, os pastores eram desprezados e considerados como
mendigos e até mesmo ladrões.
O anjo aparece e diz que traz uma boa notícia. Além de dar a notícia, convida os pastores a verem de perto o
Salvador. Os pastores se tornaram modelo de fé: levaram a sério a mensagem que receberam, foram a Belém e não
se escandalizaram quando encontraram a prova sobre o que o anjo tinha falado (vs. 12,16).
Depois de encontrar o menino Jesus, os pastores voltaram cantando hinos de louvor a Deus, unindo-se ao louvor
iniciado pelos anjos do céu (vs. 13-14).
3. Principais ensinamentos
• Ao receberem a notícia, os pastores foram depressa adorar o menino Jesus. Deus espera que seus filhos o
amem e o sirvam todos os dias de suas vidas.
• Devemos ter alegria com a notícia do nascimento de Jesus, louvar a Deus por isso e passar a notícia para
outras pessoas.
4. Sugestões didáticas
• Trazer alguns jornais e conversar sobre as manchetes do dia. Conversar como Deus anunciou ao mundo a
notícia do nascimento de Jesus.
• Pedir que criem um jornal com a notícia do nascimento de Jesus. Fazer uma exposição dos jornais.
• Solicitar que façam cartões com a mensagem do Natal e que distribuam para outras pessoas.
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5. Resolução das atividades
1.SALVADOR
MESSIAS
SENHOR.
2.ovelhas
anjo
Belém
manjedoura.
3. O aluno deverá pintar o desenho de acordo com a legenda de cores.
Estudando com a Bíblia
Lição 18 - Os visitantes do Oriente
Mateus 2.1-12
1. Objetivos
• Saber que Deus cumpriu a sua promessa de enviar o Salvador.
• Reconhecer que Jesus é o Salvador prometido por Deus e que pessoas importantes o adoraram.
• Reconhecer o amor de Deus por todas as pessoas de todo o mundo.
2. Compreensão do texto
A história desses visitantes do Oriente mostra que o nascimento do Messias de Israel é importante para todo o
mundo. Esses visitantes estrangeiros adoram o menino e lhe oferecem presentes caros. O texto não diz quantos eram,
nem que eram reis ou magos. Eram estudiosos das estrelas, que viram uma estrela especial e identificaram como
anunciando o nascimento de um novo rei. Provavelmente tenham vindo da Arábia, da Pérsia ou da Babilônia.
Os visitantes chegaram a Jerusalém e foram procurar o rei no palácio de Herodes, o Grande, que era rei de toda
a terra de Israel de 37 a 4 a.C. A referência a Herodes permite fixar o nascimento de Jesus como ocorrido nos anos
6-5 a.C. O calendário atual, por um erro de cálculo, colocou o começo da era cristã vários anos mais tarde.
Herodes ficou preocupado e rapidamente fez um plano para encontrar esse novo rei que poderia ameaçá-lo.
Ajudou os visitantes, a fim de que estes voltassem e lhe dissessem onde encontrar o menino. Os estudiosos das
Escrituras, então, disseram que o Messias deveria nascer em Belém, conforme a profecia de Miqueias. Belém era a
cidade de Davi (1Sm 16.1-13) e ficava a uns 8 km ao sul de Jerusalém.
Eles foram até Belém, seguindo a estrela, e encontraram Jesus com sua família. Ofereceram ao menino presentes
dignos de um rei: ouro, incenso e mirra (essas eram substâncias aromáticas muito finas, procedentes principalmente
da Arábia). Depois voltaram para sua terra, sem retornar a Herodes, tal como foram avisados por meio de um
sonho.
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3. Principais ensinamentos
• Jesus é o nosso rei. Ele veio ao mundo para salvar todas as pessoas.
• Jesus recebeu visitantes muito especiais, que vieram do Oriente guiados por uma estrela. Eles ofereceram
presentes a Jesus.
• Nós também devemos honrar e adorar Deus com toda a nossa vida.
4. Sugestões didáticas
• Trazer o cartaz com uma estrela. Perguntar às crianças o que aquela estrela lembra, relacionando com a
história do nascimento de Jesus. Introduzir a lição a partir da estrela que conduziu os sábios do Oriente até
Jesus.
• Fazer uma dramatização de toda a história do Natal. Pode-se dividir a turma e cada uma dramatiza uma
parte, fazendo assim a recapitulação das últimas lições.
• Fazer uma pesquisa sobre os símbolos do Natal e verificar a sua relação ou não com o primeiro Natal.
• Montar um presépio com os alunos.
5. Resolução das atividades
1. a.Eles seguiram uma estrela.
b.Ouro, incenso e mirra.
c. Resposta pessoal.
2. Uma estrela.
Estudando com a Bíblia
Lição 19 - A mensagem de João Batista
João 1.19-34
1. Objetivos
• Reconhecer que João Batista foi um mensageiro especial de Deus que testemunhou a vinda de Jesus.
• Reconhecer que devemos valorizar os mensageiros que ainda hoje anunciam a mensagem de Deus.
2. Compreensão do texto
João Batista afirmou e insistiu em dizer que ele não era o Messias ou outra pessoa importante. Ele também negou
ser Elias (o profeta que os judeus esperavam que fosse voltar e preparar o caminho para o Messias, cf. Ml 4.5-6).
Também não era “o Profeta” prometido no Antigo Testamento (Dt 18.15,18). Ele citou Isaías 40.3 para anunciar que
sua missão era preparar o caminho e anunciar a vinda de alguém mais importante do que ele, alguém cujas sandálias
ele nem mesmo se achava digno de desamarrar.
O testemunho de João tem seu ponto alto na afirmação de que Jesus é o Filho de Deus (vs. 34) e o “Cordeiro
de Deus, que tira o pecado do mundo” (v. 29). “Cordeiro de Deus” ou apenas “Cordeiro” é um título dado a Jesus,
identificando-o com o cordeiro que Deus providencia e que é sacrificado para tirar o pecado do mundo; o título
lembra Isaías 53.6-7 e também o cordeiro da Páscoa (1Co 5.7; 1Pe 1.18-19).
Foi João quem batizou Jesus. O evento é mencionado aqui como já tendo acontecido. É preciso lembrar que
João e Jesus eram parentes (Lc 1).
3. Principais ensinamentos
• João Batista foi um mensageiro especial de Deus. Ele anunciou que Jesus é o Filho de Deus que veio para
tirar os pecados do mundo.
• Jesus foi revelado pelo seu batismo como Filho de Deus e, a partir dele, iniciou o seu ministério. Jesus foi
batizado por João Batista, cumprindo o que os profetas tinham dito muito tempo antes de Jesus nascer.
• Ainda hoje existem mensageiros que falam desta boa notícia de Deus e a quem devemos respeitar e
auxiliar.
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4. Sugestões didáticas
• Fazer uma lista de lugares e pessoas que anunciaram e ainda anunciam a Palavra de Deus.
• Fazer um folheto com a mensagem de Deus. Pedir que entreguem e na aula seguinte conversar sobre a
experiência.
• Pedir que escrevam sobre o que entenderam da mensagem de João Batista e se essa mensagem muda alguma
coisa na vida deles.
5. Resolução das atividades
1. João Batista:
batizava as pessoas;
preparava o caminho do Senhor;
disse que Jesus era o Filho de Deus.
2. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 20 - Levi, o cobrador de impostos
Marcos 2.13-17
1. Objetivos
• Reconhecer que Cristo veio para salvar todas as pessoas.
• Compreender que devemos amar aos outros da mesma maneira que Deus nos amou.
2. Compreensão do texto
Em Mateus 9.9-13, Levi é chamado de Mateus. É possível que seu nome original fosse Levi e que, depois de
chamado por Jesus, tenha mudado para Mateus (que significa “dom de Deus”).
Levi era desprezado pelos outros judeus por ser cobrador de impostos. Os cobradores de impostos trabalhavam
para um dominador estrangeiro (no caso, os romanos) e eram geralmente desonestos (costumavam cobrar a mais,
guardando o “extra” para si). Apesar de tudo isso, Jesus o escolheu para ser um dos seus discípulos – e, imediatamente,
Levi deixou tudo e seguiu Jesus.
Em gratidão e alegria, Levi ofereceu uma festa. Para essa festa, Levi convidou Jesus e seus discípulos, além de
outros cobradores de impostos (seus antigos companheiros) e pessoas de má fama. A expressão “pessoas de má
fama” (geralmente traduzida por “pecadores” em outras versões) era usada pelos líderes religiosos para falar sobre
judeus que não obedeciam a todas as leis dos judeus, especialmente as que proibiam que as pessoas comessem certos
alimentos e se reunissem com não-judeus (Lc 15.1-2).
Parece que Levi não perdeu tempo. De imediato aceitou o convite de Jesus para segui-lo e, assim que teve
oportunidade, reuniu seus amigos para conhecer o Salvador. No pensamento judeu, comer com alguém demonstrava
uma íntima amizade entre as pessoas. O fato de Jesus estar comendo com pecadores escandalizou os fariseus, mas
deixou claro que a missão de Jesus era chamar e curar os pecadores “doentes”, já que “os que têm saúde” tinham a
ilusão de que não precisavam de médico.
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3. Principais ensinamentos
• Deus deseja que todas as pessoas sejam salvas.
• Deus aceita todas as pessoas que se arrependem e pedem perdão a ele. Assim como um médico cura as
pessoas doentes, assim Jesus também veio para transformar a vida de todas as pessoas.
• Levi mudou sua vida e passou a seguir Jesus. Nós também podemos ter a nossa vida transformada quando
temos Jesus conosco.
4. Sugestões didáticas
• Perguntar quando que normalmente se procura um pronto-socorro. Conversar sobre as respostas e relacionar
com a fala de Jesus: “Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Eu vim para chamar
os pecadores e não os bons.” Mostrar o que Jesus quis dizer com essa frase em relação a Levi.
• Pedir que escrevam se já sentiram raiva de alguém, como foi e o que Deus espera que façamos quando
sentimos isso.
5. Resolução das atividades
1. a.Galileia
b.impostos
c. jantar
d.médico
e.pecadores
bons.
2.Sublinhar:
“Desculpar o erro do outro”
“Não guardar raiva dos outros”
“Aceitar as falhas dos outros.”
3. “Doentes” são todos os pecadores, ou seja, todas as pessoas. Aqui, Jesus se refere especialmente aos que
sabem que cometem pecados e querem receber o perdão de Deus, em oposição aos que “têm saúde” e,
por isso, pensam não precisar do médico.
Estudando com a Bíblia
Lição 21 - A confissão de Pedro
Mateus 16.12-19
1. Objetivos
• Reconhecer, como Pedro, que Jesus é o Salvador.
• Sentir-se motivado a falar para outras pessoas a respeito de Jesus e da salvação.
2. Compreensão do texto
A história se passa na região próxima a Cesareia de Filipe. Jesus pergunta aos seus discípulos quem as pessoas
pensavam que ele era. As respostas foram:
“Alguns dizem que o senhor é João Batista”: Naquela época, João Batista já tinha morrido, mas muitos diziam
que ele tinha ressuscitado. Era isso que Herodes Antipas tinha dito (Mt 14.1-2; Mc 6.14-15; Lc 9.7-8).
“Outros, que é Elias”: Os judeus acreditavam que o profeta Elias voltaria a fim de preparar o caminho do Messias.
Mas João Batista cumpriu essa profecia.
“Pedro respondeu: — O senhor é o Messias, o Filho do Deus vivo.” Essa verdade foi confessada por Pedro,
movido pelo próprio Deus. A partir do momento em que Pedro afirma que Jesus é o Messias (v. 16), o Salvador
passa a falar abertamente sobre seu sofrimento, morte e ressurreição. Com isso, Jesus mostra que tipo de Messias ele
é, e o que significa ser um discípulo deste Messias (vs. 24-26).
À confissão de fé feita por Pedro, Jesus faz um jogo de palavras com “Pedro” e “pedra”: “Você é pétros (Pedro),
e sobre esta pétra (pedra) eu construirei a minha Igreja.” Os pais da Igreja identificam a “pedra” com a confissão de
Pedro ou com o próprio Senhor.
As “chaves do Reino” são um símbolo da autoridade do mordomo para abrir e fechar, com provável alusão a
Isaías 22.15-25. O proibir ou permitir (ou ligar e desligar) são termos que os rabinos usavam com o sentido de excluir
e admitir, respectivamente. Aqui é Pedro quem recebe as “chaves”, mas em Mateus 18.18 essa autoridade é dada a
todos os discípulos.
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3. Principais ensinamentos
• Assim como Pedro, também devemos anunciar às pessoas que Jesus é o Messias, e não podemos guardar
essa boa notícia somente para nós.
• Crer que Jesus é o Messias é um ponto fundamental da fé cristã.
• A fé é um presente de Deus.
4. Sugestões didáticas
• Questionar: se algum dia uma pessoa lhe perguntasse a respeito de quem é Jesus, o que você responderia?
Discutir as diferentes respostas e comparar com a resposta dada por Pedro.
• Confeccionar um cartão escrevendo sobre a boa nova da salvação. Entregar para um colega que não conhece
Jesus.
• Fazer uma lista de maneiras de testemunhar sobre Jesus para as outras pessoas.
5. Resolução das atividades
1. a.Quem o povo diz que o Filho do Homem é.
b.Que alguns diziam que ele era João Batista, Elias, Jeremias ou outro profeta.
2. “Jesus é o Messias, o Filho de Deus.”
3. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 22 - Maria derrama perfume nos pés de Jesus
João 12.1-8
1. Objetivos
• Reconhecer que Maria deu o que ela tinha de mais valioso para honrar Jesus.
• Reconhecer que Jesus sempre merece receber o melhor que nós temos.
2. Compreensão do texto
O texto começa datando o acontecimento: “seis dias antes da Páscoa”. Isso significa que a morte de Jesus estava
se aproximando. Jesus chegou a Betânia e foi ungido por Maria, em preparação para o seu sepultamento. O
trabalho público de Jesus estava chegando ao fim. No dia seguinte, ele entraria em Jerusalém.
Naquele tempo, para uma refeição mais formal, as pessoas se deitavam em tapetes, de lado, encostando-se em
almofadas, e a comida era colocada sobre uma mesa baixa que ficava no centro. Assim, não era difícil alguém tocar
nos pés (v. 3) de uma pessoa que “estivesse à mesa”. Maria chegou e derramou o perfume nos pés de Jesus.
Um ponto de destaque é a reação de Judas. Ele calculou que o perfume deveria valer mais de 300 moedas de
prata, o que era o salário anual de um trabalhador. Mas seu comentário não foi motivado por sua preocupação em
fazer melhor uso desse valor, e sim “porque era ladrão”.
Jesus responde afirmando que Maria se antecipou e ungiu o corpo de Jesus para o seu sepultamento. Quanto aos
pobres, haveria muitas outras oportunidades para ajudá-los, mas Jesus estava prestes a concluir a sua missão.
3. Principais ensinamentos
• Maria separou o que ela possuía de mais preciosos para Jesus.
• Jesus sempre merece o melhor que temos, pois ele deu a sua própria vida para salvar a cada um de nós.
Nada é mais importante do que Jesus, pois ele é o Salvador.
• Devemos servir e obedecer a Deus cada dia de nossa vida como gratidão por tudo o que Jesus fez por nós.
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4. Sugestões didáticas
• Perguntar como seria a reação deles se tivessem que dar o seu brinquedo preferido. O que fariam? Conduzir
para a lição do dia.
• Fazer uma lista de maneiras de honrar Jesus. Dividir a turma em grupos e pedir que façam um cartaz
ilustrando algumas maneiras de honrar Jesus.
• Solicitar que dramatizem a história.
5. Resolução das atividades
1. a.Ela lavou os pés de Jesus com um perfume caro e os enxugou com seus cabelos
b.Porque o perfume era caro e ele podia ser vendido para dar o dinheiro para os pobres
c. Que os pobres estarão sempre com eles, mas que ele não estaria sempre lá. Verificar se compreenderam
que essa á uma profecia sobre o final de sua missão no mundo.
2.Perdão
alegria
paz
amor.
Estudando com a Bíblia
Lição 23 - Jesus diante de Herodes e de Pilatos
Lucas 23.7-12
1. Objetivos
• Reconhecer o grande amor de Deus ao enviar Jesus para nos salvar.
• Saber que Jesus suportou tudo calado e foi condenado em nosso lugar.
2. Compreensão do texto
Jesus estava sendo julgado por Pilatos, que afirmou não encontrar motivo para condenar Jesus (v. 4). Sabendo
que Jesus era da Galileia, região governada por Herodes Antipas, e como Herodes estava em Jerusalém naqueles
dias, Pilatos encaminhou-lhe Jesus. Herodes também desejava ver Jesus, pois queria vê-lo fazendo algum milagre,
o que não aconteceu.
Jesus foi acusado, zombado, desprezado e, então, mandado de volta para Pilatos. Por fim, Jesus foi condenado
por um crime que não cometeu. Incitado pelo povo, Pilatos mandou crucificar Jesus e soltar o criminoso Barrabás.
O texto conclui com o relato da reconciliação de Herodes e Pilatos, que antes eram inimigos.
3. Principais ensinamentos
• Deus nos amou tanto, a ponto de enviar Jesus para morrer na cruz e nos salvar. Jesus foi julgado e condenado
como um criminoso sem nunca ter feito nada de errado.
• Nós devemos ser gratos a Deus e demonstrar essa gratidão através da nossa vida. Ele também quer que nos
amemos uns aos outros.
4. Sugestões didáticas
• Contar a história com o auxílio de fantoches feitos de materiais de sucata.
• Dividir a sala em grupos e dar o nome de um personagem da lição para cada grupo (Jesus, Herodes, Pilatos,
chefes dos sacerdotes, mestres da lei, soldados). Pedir que cada grupo faça uma pequena pesquisa e que
apresente o personagem e o seu papel no julgamento. Pedir que cada grupo apresente o seu personagem.
Dar um roteiro para cada grupo com os pontos que devem ser ditos.
• Após a apresentação, fazer na lousa uma síntese do que foi apresentado e pedir que registrem no seu
caderno.
• Pode-se conversar com os alunos a respeito de bullying, situação em que um grupo passa a humilhar ou
intimidar um indivíduo. A partir da conversa, mostrar que Jesus também foi humilhado e sofreu, mesmo
sem ter feito nada de errado.
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5. Resolução das atividades
1.
a.Herodes
b.milagre
c. acusações
d.zombaram
e.amigos.
2. Resposta pessoal.
Estudando com a Bíblia
Lição 24 - Simão de Cirene — a crucificação
Lucas 23.26-33
1. Objetivos
• Compreender a importância da morte de Jesus.
• Reconhecer que Jesus morreu para nos dar a vida eterna.
2. Compreensão do texto
É provável que Jesus tenha levado a cruz até o portão da cidade (a crucificação aconteceria fora da cidade). Jesus
estava exausto e os soldados estavam com pressa. Por isso, um judeu estrangeiro, que estava a caminho da cidade,
foi obrigado a levar a cruz de Jesus. O estrangeiro era Simão, da cidade de Cirene, a capital da Líbia, país que fica
no Norte da África. Ele estava indo para Jerusalém para a Festa da Páscoa.
Um grupo de mulheres, no meio da multidão, chorava e lamentava por Jesus. Ele olhou para elas e disse que não
chorassem por ele e sim por si mesmas e por seus filhos, pois o julgamento estava por vir.
Jesus foi crucificado no lugar chamado “a Caveira”, talvez um lugar elevado ou um monte que parecia uma
caveira. Na língua latina, o nome do esqueleto da cabeça é Calvaria, de onde nos veio a palavra “Calvário”.
Ao lado de Jesus foram crucificados dois criminosos, um de cada lado. Apenas Lucas acrescenta a conversa de
Jesus com o criminoso arrependido, que pediu a Jesus para lembrar-se dele no seu reino (vs. 39-43).
3. Principais ensinamentos
• Jesus sofreu pelos pecados do mundo inteiro. Deus não quis que nós sofrêssemos a morte eterna, por isso
enviou Jesus para sofrer em nosso lugar.
• Jesus sofreu muito por nós. A sua cruz foi tão pesada que Simão teve de ajudar a carregá-la.
• Devemos agradecer todos os dias a Jesus por tudo que fez por nós.
4. Sugestões didáticas
• Levar um cartaz em forma de cruz. Pedir que cada aluno escreva uma coisa errada que fez num pedaço de
papel. Colar os papéis na cruz. Conversar que através da morte e da ressurreição de Jesus nós podemos ter
perdão dos pecados, se nos arrependermos e pedirmos o seu perdão.
• Dividir a sala em grupos e pedir que façam cartazes com as palavras: “Jesus morreu por todos”. Pedir que
procurem figuras ou fotos em revistas de pessoas de todas as idades e raças e colem no cartaz.
5. Resolução das atividades
1. “Jesus foi entregue para morrer por nossos pecados.”
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2. Resposta pessoal.
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Lição 25 - Jesus e Tomé
João 20.24-29
1. Objetivos
• Saber que Tomé não acreditou que Jesus havia aparecido aos outros discípulos.
• Confiar que Jesus ressuscitou e que, portanto, podemos confiar nas suas promessas.
2. Compreensão do texto
Quando os discípulos estavam reunidos a portas trancadas, Jesus apareceu no meio deles. Naquela ocasião, Tomé
não estava presente; por isso, não acreditou no que os outros discípulos lhe contaram. Ele afirmou que precisava
ver Jesus para crer em sua ressurreição.
No domingo seguinte, Jesus apareceu novamente aos discípulos, e dessa vez Tomé estava junto. Tomé só acreditou
quando Jesus lhe mostrou os sinais da sua crucificação.
Jesus concluiu dizendo que felizes são os que creem sem ver, isto é, que creem a partir do testemunho de outros
(v. 25; Jo 4.50). O próprio João afirma que escreveu seu Evangelho “para que vocês creiam que Jesus é o Messias”
(v. 31).
3. Principais ensinamentos
• Jesus tomou para si os pecados do mundo inteiro. O sofrimento e a morte de Jesus permitiram a nossa
reconciliação com Deus.
• Tomé não acreditou que Jesus estivesse vivo. Só acreditou quando Jesus lhe mostrou que realmente tinha
ressuscitado.
• Podemos ter certeza de que Deus não falha nas suas promessas; nós é que muitas vezes duvidamos por não
compreendermos os seus planos.
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4. Sugestões didáticas
• Perguntar se já duvidaram de alguma coisa que lhes contaram ou que prometeram. Discutir as respostas e
perguntar se podemos confiar nas promessas de Deus. Introduzir a lição a partir da reação de Tomé.
• Dividir a turma em grupos e pedir que cada grupo faça uma maquete usando uma caixa de sapato
(representando a casa fechada) e palitos de sorvete (discípulos e Jesus). Fazer o levantamento dos discípulos
que estavam na casa. Pedir que recontem a história usando a maquete.
• Propor que façam uma história em quadrinhos desde o julgamento de Jesus até a sua ressurreição, como
proposta de recapitulação das últimas lições. Auxiliar fazendo um texto coletivo resumindo as lições, o qual
servirá de roteiro para que façam as ilustrações.
5. Resolução das atividades
1. Respostas:
2
5
1
4
3.
2. “Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!”
3. Resposta pessoal. Verificar se compreenderam que a frase se refere a todos que se tornaram cristãos pelo
testemunho da Palavra de Deus.
Estudando com a Bíblia
Lição 26 - Estevão
Atos 6.8-14; 7.1-2,51-60
1. Objetivos
• Saber que Estevão ficou firme na fé até o fim de sua vida.
• Reconhecer que Deus nos ama e sempre está nos ajudando a suportar as dificuldades de nossa vida.
2. Compreensão do texto
Estevão, um homem muito abençoado por Deus, foi perseguido por pregar o evangelho de Cristo. A acusação
contra Estêvão era de que ele estava blasfemando contra Moisés e contra Deus, acusação semelhante à que foi feita
contra Jesus (Mt 26.65).
Em sua defesa, Estêvão fez um longo discurso, no qual resume a história do povo de Israel desde Abraão (v. 2)
até o seu próprio tempo (v. 52). Boa parte do discurso (vs. 2-50) conta a história do povo antes da construção do
Templo, um período de mais ou menos 900 anos. Estêvão mostra que, no passado, Deus se manifestou em lugares
fora da terra de Israel (Mesopotâmia, v. 2; no deserto, v. 31) e insiste que Deus não mora no Templo (vs. 48-50).
Afirma também que Israel costumava rejeitar os libertadores que Deus enviou. Venderam José (v. 9), rejeitaram
Moisés (vs. 25,35,39), perseguiram os profetas (v. 52) e, agora, traíram e mataram o Bom Servo (v. 52) de Deus.
Os acusadores de Estevão ficaram furiosos com o que ouviram. Estevão foi levado para fora da cidade e apedrejado
até a morte, tornando-se o primeiro mártir cristão. A palavra “mártir” quer dizer, ao pé da letra, “testemunha” (v.
58), mas hoje é usada num sentido diferente. O que começou como uma audiência diante do Conselho Superior
(6.12; 7.1) acabou, ao que parece, num ato de linchamento.
3. Principais ensinamentos
• Deus encheu Estevão com seu Espírito Santo e tornou possível que ele servisse ao Senhor com fé e poder.
• Devemos sempre nos lembrar que, assim como Deus esteve ao lado de Estevão, está também ao nosso lado
nos encorajando para que falemos do Evangelho a outras pessoas.
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4. Sugestões didáticas
• Perguntar se já tiveram medo ou vergonha de falar sobre Jesus para outras pessoas. Conduzir para a história
de Estevão. Concluir perguntando de onde veio a coragem de Estevão e se nós também podemos ter essa
coragem.
• Fazer uma lista de maneiras de testemunhar sobre Jesus. Pedir que escolham uma delas e a ponham em
prática até a próxima aula. Na aula seguinte retomar o assunto trocando as experiências.
5. Resolução das atividades
1. Respostas:
4
1
2
3
2. a.Foi perseguido por pregar o evangelho de Cristo.
b.Resposta pessoal.
c. Jesus Cristo.
Estudando com a Bíblia
Lição 27 - Cornélio
Atos 10.19-24,34-36,44-45
1. Objetivos
• Saber que Cornélio, mesmo não sendo do povo de Israel, temeu a Deus e conheceu a sua mensagem;
• Reconhecer que Deus ama a todos de igual modo.
2. Compreensão do texto
Um anjo do Senhor havia falado a Cornélio, que enviou alguns empregados até Jope, onde Pedro estava. Numa
visão, Deus revelou a Pedro que ninguém devia ser considerado impuro.
Pedro foi com os homens e anunciou a boa nova do evangelho em Cesareia, na casa de Cornélio, um oficial do
exército romano. Ele afirma que Deus trata todos de modo igual. Por fim, o Espírito Santo desce sobre aqueles que
ouviam a mensagem de Pedro, como aconteceu no Pentecostes. Até mesmo os não-judeus receberem o Espírito
Santo.
Este acontecimento é de grande importância, pois a vinda do Espírito Santo sobre aqueles não-judeus em Cesareia
(v. 45) é prova absoluta que Deus “aceita todos que o temem e fazem o que é direito” (v. 35). Na Igreja, todos são
iguais, ainda que os dons do Espírito Santo sejam diferentes (Rm 12.3-8; 1Co 12.4-11).
3. Principais ensinamentos
• Jesus morreu por todas as pessoas.
• Deus não faz diferença entre as pessoas. Para Deus todos são importantes, não fazendo distinção em função
a raça ou condição social.
• Deus ama todos e nós também devemos amar todas as pessoas.
4. Sugestões didáticas
• Perguntar de que tipo de pessoa Deus gosta mais. Discutir as respostas e apresentar o versículo da lição: “Pois
[Deus] trata a todos com igualdade”. (Rm 2.11). Exemplificar com a história de Cornélio.
• Pedir que façam um desenho em uma folha de papel mostrando maneiras de como podemos amar o nosso
próximo.
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5. Resolução das atividades
1. a.Pedro
b.Cornélio
c.Deus
d.Espírito Santo.
2.a.soldado
b.Deus ama a todos de modo igual.
3.
Estudando com a Bíblia
Lição 28 - Paulo e Barnabé
Atos 14.8-20
1. Objetivos
• Reconhecer que existe apenas um Deus verdadeiro, que ele tem poder e que é muito importante nas nossas
vidas.
• Reconhecer que Paulo e Barnabé estavam falando às pessoas a respeito do Evangelho de Cristo.
2. Compreensão do texto
Paulo e Barnabé faziam a primeira viagem missionária. Estavam na cidade de Listra, anunciando a Palavra de Deus
para pessoas que acreditavam em outros deuses. Ali eles curaram um homem que era aleijado dos pés.
Quando o povo percebeu o milagre, começou a dizer que Paulo e Barnabé eram deuses que tinham assumido a
forma humana. Barnabé foi chamado de Júpiter (o chefe dos deuses no panteão romano) e Paulo, de Mercúrio (o
mensageiro dos deuses). Além disso, o povo resolveu fazer sacrifícios e homenagens aos “deuses”.
Quando Paulo e Barnabé perceberam a intenção do povo, rasgaram suas roupas e afirmaram que eles não eram
deuses, mas seres humanos como todos. E passaram a anunciar a mensagem da salvação ao povo. Mas a multidão
foi incitada por outros judeus e Paulo foi apedrejado e levado para fora da cidade, dado como morto. Mas Paulo
estava vivo e entrou novamente na cidade, partindo com Barnabé para a cidade de Derbe, no dia seguinte.
3. Principais ensinamentos
• Paulo e Barnabé anunciaram o evangelho em muitos lugares. Eles ensinaram que Jesus é o Salvador do
mundo.
• Paulo e Barnabé curaram o aleijado para testemunhar que falavam de um Deus verdadeiro e poderoso.
• Paulo e Barnabé recusaram receber as honras dadas aos deuses; eles sabiam que somente o Deus verdadeiro
deve ser adorado.
• Devemos também propagar a mensagem do Evangelho a muitas pessoas, e viver de acordo com a Palavra
de Deus.
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4. Sugestões didáticas
• Perguntar: “quem gosta de se sentir importante?” As pessoas em Listra queriam adorar Paulo e Barnabé
como deuses. Discutir com os alunos porque eles recusaram essa honra.
• Pedir que façam uma redação sobre a mensagem de Deus e a importância dessa mensagem para a vida das
pessoas.
5. Resolução das atividades
1. a.nascido
b.Barnabé
c. deuses
d.sacerdote.
2. Estavam anunciando o evangelho do Deus vivo.
3. Resposta pessoal.
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