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Chagas em congresso nacional de cardiologia
Médica itaberabense apresenta trabalho
sobre tratamento da doença de Chagas em
congresso nacional de cardiologia
admin 30 de outubro de 2013 / 15:30 Leave a comment
O mal de Chagas, que ainda é um problema
de saúde pública na América Latina, foi tema de um trabalho de pesquisa no tratamento da doença,
apresentado pela médica itaberabense Juliana Soares Carvalho, durante o 68º Congresso Brasileiro de
Cardiologia, realizado entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro, no centro de Convenções Riocentro,
no Rio de Janeiro. Seus estudos apontaram os níveis de segurança no uso do fármaco benzonidazol no
tratamento das formas indeterminada e crônica leve da doença de Chagas. Filha do cardiologista Benelson
Alves de Guimarães Carvalho e Edna Soares Carvalho, a jovem médica recém formada, Juliana,
apresentou seu trabalho depois de anos de estudos (2007 a 2010) junto aos portadores da enfermidade
em tratamento na Clinica Médica e Cardiológica – Climecar sediada em Itaberaba e dirigida por seu pai.
Os estudos contaram com a supervisão e orientação dos médicos, Benelson Carvalho, o cardiologista e
ecocardiografista da Climecar, Edmundo José N. Câmara, professor da Universidade Federal da Bahia e
o médico ecocardiografista e cardiologista Luiz Sergio Alves Silva, professor da Faculdade de Medicina da
FTC.
3.0 milhões e enfermos no Brasil
Em seu trabalho, a médica Juliana Carvalho revela que no Brasil, desde o início da década de 1970, a
droga benzonidazol tem sido a mais indicada para o tratamento de pacientes com a doença de Chagas.
Estudos apontam que, na fase aguda da doença – que dura em média dois meses – o índice de cura dos
pacientes que fazem uso desse medicamento tem sido de 70%. No entanto, não há evidências científicas
de que o mesmo traz benefícios na fase crônica, que pode durar o resto da vida da pessoa infectada pelo
protozoário, o Trypanosoma cruzi, causador da enfermidade. A doença de Chagas consta no rol dos
agravos considerados pela Organização Mundial da Saúde como negligenciados e atinge, pelo menos,
nove milhões de pessoas na América Latina, sendo três milhões destes enfermos no Brasil.
Nos fundamentos da sua pesquisa, Juliana revela que o tratamento etiológico de Chagas pode evitar a
progressão para as formas crônicas da doença. O tripanosomicida atualmente utilizado no Brasil é o
benzonidazol. O seu uso está associado a efeitos adversos, de freqüência e gravidade variáveis, por isso,
o objetivo dos seus estudos foi estimar a freqüência das reações adversas do uso do benzonidazol nas
formas indeterminadas e crônica leve da doença de Chagas.
Resultados
Utilizando como método uma coorte retrospectiva sobre os prontuários médicos de 89 portadores das
formas indeterminadas e crônica leve da doença de Chagas, que fizeram usos de benzonidazol entre 2007
e 2010, foram revisados, registrando-se dados demográficos, clínicos, eletrocardiográficos e,
especialmente, aqueles relacionados à suspensão e aos efeitos adversos do benzonidazol.
Os resultados encontrados pela médica pesquisadora revelam que, um total de 33 pacientes (37,1%)
apresentou reações adversas relacionadas ao uso do benzonidazol e destes, 23 interromperam o
tratamento (26%). Dermopatia alérgica foi o efeito adverso mais comum (31,3%) dos pacientes e também,
o que mais provocou a suspensão do tratamento. Outras reações adversas observadas foram artralgia (5
casos), febre (2 casos) e parestesia, empachamento, náuseas, astenia, palpitações e polaciúria (01 caso
cada). Nenhum caso de efeito grave foi relatado.
Juliana Carvalho revelou na conclusão do seu trabalho que o tratamento com benzonidazol foi seguro e
as reações adversas não representaram risco de vida para os pacientes. A ocorrência de dermopatia
alérgica, o efeito adverso mais comum, nem sempre implicou em suspensão do benzonidazol.
O resumo da pesquisa foi publicada na Revistas Arquivo Brasileiro de Cardiologia, que divulgou as teses
e estudos científicos apresentados pelo 68º congresso.
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