Clipping Eletrônico - Segunda-feira – dia 27/07/2015 - Semsa

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Clipping Eletrônico - Segunda-feira – dia 27/07/2015
Jornal A Crítica – Cidades pág A9 – 27 de Julho de 2015.
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Jornal A Crítica – Cidades pág A10 – 27 de Julho de 2015.
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Jornal A Crítica – Brasil pág A6 – 27 de Julho de 2015
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Portal G1 de notícias – Sáude – 27 de Julho de 2015.
Fonte: http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2015/07/campanha-deprevencao-contra-hepatites-virais-e-realizada-no-am.html
Campanha de prevenção contra Hepatites Virais é realizada no AM
Testes de Hepatite C, imunização e palestras fazem parte da programação.
Atividades da campanha serão feitas no Porto da Manaus Moderna.
Do G1 AM
A campanha alusiva ao Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais (28 de
Julho) começa nesta segunda-feira (27), no Amazonas. Durante a ação, serão
oferecidos testes rápidos para Hepatite C, imunização para Hepatite B, palestras e
distribuição de material informativo. A abertura oficial em Manaus será na terçafeira (28), às 8h, na Fundação Alfredo da Mata (FUAM), bairro Cachoeirinha.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (Susam), a campanha, que
encerra no dia 31, t em o propósito de reforçar os alertas para a prevenção e
detecção da doença. No Amazonas, foram registrados 410 novos casos, no
período de 1º de janeiro a 15 de julho deste ano.
O teste rápido para detecção da Hepatite C poderá ser feito nas unidades de
saúde e instituições parceiras. Haverá ainda a imunização contra Hepatite B.
As atividades da campanha serão estendidas para o Porto da Manaus Moderna,
na manhã da quinta-feira (30).
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Portal Rede Tiradentes – Saúde – 27 de Julho de 2015.
Fonte: http://www.redetiradentes.com.br/ronaldotiradentes/no-diamundial-de-combate-a-doenca-autoridades-alertam-canceres-de-cabecae-pescoco-sao-causados-pelo-consumo-de-cigarro-e-bebidas-alcoolicasem-excesso/
No Dia Mundial de combate à doença, autoridades alertam:
cânceres de cabeça e pescoço são causados pelo consumo de
cigarro e bebidas alcoólicas em excesso
Publicado em 27/07/2015
No Dia Mundial de Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço, lembrado nesta
segunda-feira (27), a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do
Amazonas (FCecon), vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SUSAM),
chama a atenção para a necessidade de prevenção da doença. Para lembrar a
sociedade sobre o avanço deste tipo de câncer, a FCecom iluminará seu prédio
de verde, cor que simboliza a data.
A ação, realizada em parceria com a coordenação estadual da Sociedade
Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) e a Organização não
Governamental Liga Amazonense Contra o Câncer (LACC), acontece às 18h,
na Rua Francisco Orellana, no Dom Pedro, zona Centro-Oeste de Manaus.
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De acordo com o diretor-presidente da FCecon, pneumologista Edson de
Oliveira Andrade, a ideia é que o movimento “Julho Verde” ganhe força, nos
próximos anos, conscientizando a população da importância de prevenir-se.
“Uma parcela significativa dos cânceres de cabeça e pescoço é causada pelo
consumo de cigarro e bebidas alcoólicas em excesso, o que demonstra que a
doença pode ser evitada. A associação desses dois fatores, considerados de
risco para este e outros tipos da doença, pode aumentar as chances de se
contrair o câncer, em especial, o de boca”, explicou.
Portal Rede Tiradentes – Saúde – 27 de Julho de 2015.
Fonte: http://www.redetiradentes.com.br/ronaldotiradentes/manauensesja-podem-ter-acesso-a-remedios-que-ajudam-a-evitar-a-aids-masespecialistas-alertam-prevencao-ainda-e-o-melhor-caminho/
Manauenses já podem ter acesso a remédios que ajudam a
evitar a AIDS, mas especialistas alertam: prevenção ainda é o
melhor caminho
Publicado em 27/07/2015
Já começaram a ser distribuídos em Manaus os medicamentos que evitam a
infecção pelo vírus HIV. As autoridades da saúde alertam, porém, que isso não
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deve baixar a guarda de ninguém, na prevenção à doença, já que eficácia da
medicação só é garantida se o tratamento for iniciado até duas horas ou, no
máximo, 72 horas após a suposta exposição ao vírus.
Edson Gonçalves, de 50 anos, contraiu o HIV aos 30. Até hoje, faz tratamento
rigoroso e graças à disciplina, no uso da medicação, consegue viver uma vida
normal.
Gonçalves criou uma Organização Não Governamental (ONG) para incentivar
outras pessoas portadoras do vírus a terem melhor qualidade de vida.
De acordo com a Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado
(FMT/HVD), do Amazonas, em Manaus, quase 10 mil pessoas fazem o
tratamento contra o HIV apenas na capital do Estado. O problema é que muitas
desistem, outras não tomam rigorosamente os remédios e, por conta disso,
estado de saúde delas se agrava, levando os pacientes a óbito. Para se ter
ideia, em média, duas pessoas morrem por dia, em Manaus.
Segundo a FMT/HVD, já começaram ser distribuídos em Manaus,
medicamentos que ajudam a evitar a contaminação, após a suspeita de
infecção pelo vírus, seja por acidente de trabalho, violência ou relação sexual
consentida. Para a coordenadora de DST/AIDS e Hepatites Virais, da
Fundação, Silvana Lima, o tratamento é eficaz.
Conforme ela, são quatro remédios e o tratamento dura vinte e oito dias,
podendo ser estendido, mas os especialistas alertam que a prevenção e o uso
constante de preservativo, ainda é mesmo a melhor forma de evitar a doença.
Números oficiais de setor de saúdo no Amazonas, apontam que, das mais de
5,2 mil pessoas diagnosticadas com aids, nos últimos cinco anos, 2.300
contraíram a doença através de relações sexuais heterossexuais; 1.700 por
forma ignorada; 778 por relações sexuais homossexuais; 326 por meio de
relações bissexuais; 121 por transmissão de mãe para filho; 44 por uso de
drogas injetáveis (UDI) e um hemofílico.
Segundo os registros do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), a taxa
de mortalidade no Amazonas está em torno de 6,01. Segundo a
Superintendência da Saúde do Amazonas (Susam), apenas até abril de 2015,
já morreram 37 pacientes, em decorrência da infecção pelo vírus da AIDS.
O exame detectar o vírus pode ser feito em todas as Unidades Básicas de
Saúde (UBS’s). Os medicamentos podem ser adquiridos na Fundação de
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Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, no bairro D. Pedro, zona Oeste da
cidade.
Portal D24 AM – Saúde – 27 de Junho de 2015.
Fonte: http://new.d24am.com/noticias/saude/pesquisa-fiocruz-amazoniapermitira-diagnostico-imediato-dengue/137546
Pesquisa da Fiocruz Amazônia permitirá o diagnóstico
imediato da dengue
Objetivo dos pesquisadores é permitir a identificação da doença em até uma
hora após a obtenção do material genético do paciente.
domingo 26 de julho de 2015 - 8:00 AM
Da Redação / [email protected]
Pesquisadores testaram nos quatro sorotipos que o vírus apresenta, demonstrando a eficácia
do exame molecular como uma ferramenta que pode ser utilizada no diagnóstico.Foto:
Divulgação
Manaus - Pesquisadores do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz
Amazônia) estão desenvolvendo um estudo para beneficiar o Sistema Único de
Saúde (SUS) com um método para diagnóstico imediato da dengue. O objetivo
é permitir a identificação da dengue em até uma hora após a obtenção do
material genético do paciente. Atualmente, a doença só pode ser confirmada
de sete a 12 dias após a transmissão pelo mosquito Aedes aegypti e depois do
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aparecimento dos sintomas.
De acordo com o coordenador do estudo e vice-diretor de Pesquisa da Fiocruz
Amazônia, Felipe Naveca, o reconhecimento imediato da dengue fará com que
o tratamento passe a ser mais adequado. “A vantagem é identificar mais rápido
e, assim, saber tratar a especificidade da dengue. Tem muitas doenças que
apresentam sintomas parecidos, então se identificarmos desde o início da
infecção o médico terá a certeza que é dengue”, disse Naveca.
A pesquisa iniciou em 2013 no âmbito do Programa de Pesquisa para o
Sistema Único de Saúde: gestão compartilhada em Saúde (PPSUS/Rede), com
aporte financeiro do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da
Saúde (Decit) e do governo do Estado via Fundação de Amparo à Pesquisa do
Estado do Amazonas (Fapeam).
Os trabalhos iniciaram com a bolsista de iniciação científica Dana Cristina
Monteiro e, atualmente, são realizados pelo graduando em Ciências Biológicas
no Instituto Federal de Ciências e Tecnologia do Amazonas (Ifam), Arlesson
Silva. Segundo Naveca, o estudo tem previsão de término em 2016 com a
apresentação dos resultados ao Ministério da Saúde (MS), podendo chegar à
Rede Básica de Saúde.
Arlesson Silva explicou que o objetivo do estudo é modificar a forma de
reconhecimento da dengue a partir do exame de detecção molecular. “O
diagnóstico molecular, pela metodologia de Lamp (Loop-mediated Isothermal
Amplification), é uma técnica que, basicamente, só necessita manter a reação
em uma única temperatura de 65ºC. Essa metodologia apresenta alta
sensibilidade, especificidade e resultado rápido”, disse Silva.
Os exames de sangue mais comuns para detecção da dengue são pelo
método de IgM, que detecta a doença a partir de sete dias, e o isolamento viral,
que leva de 10 a 12 dias para identificar o vírus.
Metodologia
O graduando informou que na primeira parte do projeto foram realizados testes
nos quatro sorotipos que o vírus apresenta, demonstrando a eficácia do exame
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molecular como uma ferramenta que pode ser utilizada para análise e
diagnóstico da dengue. “A próxima fase do estudo será a aplicação do teste de
colorimetria, com a qual é possível identificar a reação positiva a ‘olho nu’”,
disse.
Segundo os pesquisadores, outra vantagem do diagnóstico da dengue por este
tipo de exame molecular é que, por ele ser um teste acessível, poderá ser
utilizado na rede básica de saúde. “Atualmente, as técnicas de detecção da
dengue exigem equipamentos caros, como termocicladores, máquinas de
tempo real, entre outros”, disse Silva.
Amazonas registra queda no número de casos
De acordo com dados do Ministério da Saúde (MS), até o dia 9 de maio deste
ano foram registrados 845,9 mil casos, no Brasil. Em comparação com 2014, o
número representa um aumento de 155,5% e uma redução de 30% comparado
com 2013 no mesmo período.
No Amazonas, a incidência de dengue diminuiu 40,662% comparado com os
quatro primeiros meses de 2014, quando ocorreram 4.356 casos. Ainda de
acordo com o MS, o Amazonas registrou cinco casos de dengue com quadro
alarmante, mas, até abril, não tinha sido registrada nenhuma morte. Em 2014,
foram três casos graves da doença, cinco com sinais alarmantes e uma morte.
A região que mais apresentou incidência de casos foi a Sudeste, com 551.657;
seguida da Nordeste, com 124.376; Centro-Oeste, com 99.403 casos; Sul,
com 47.554; e Norte, com 23.007.
Treze Estados apresentaram redução dos casos na comparação da
transmissão de março para abril, segundo a MS. As maiores reduções foram
no Amapá (79,3%), que teve 682 casos, em março, e caiu para 141, em abril;
São Paulo, que reduziu a transmissão em 51,3%, de 192,2 mil casos, em
março, para 93,7 mil, em abril; e Maranhão (47,2%), com queda de 2,2 mil para
1,2 mil.
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Portal A Crítica – Saúde – 27 de Julho de 2015.
Fonte: http://acritica.uol.com.br/noticias/Confira-atendimento-corretopublica-Manaus_0_1400259963.html
Confira dicas para atendimento correto no acesso à saúde
pública
Em Manaus, a população dispõe de mais de 60 Unidades Básicas de Saúde,
13 policlínicas, 12 Centros de Atenção Integral à Criança – Caic, três Centros
de Atenção ao Idoso- Caimi, sete maternidades, seis fundações, cinco prontosocorros e sete hospitais
Manaus (AM), 25 de Julho de 2015
VANESSA MARQUES
Caic é um local especializado em atendimento para crianças, valendo também para vacinação dos
pequenos manauaras (Divulgação)
Um dos serviços básicos que a população necessita, é o acesso à saúde
pública. Em Manaus, a população dispõe de mais de 60 Unidades Básicas de
Saúde, 13 policlínicas, 12 Centros de Atenção Integral à Criança – Caic, três
Centros de Atenção ao Idoso- Caimi, sete maternidades, seis fundações, cinco
pronto-socorros e sete hospitais. Mesmo assim ainda há muita reclamação por
parte da população sobre demora no atendimento, principalmente em unidades
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de urgência e emergência, ou por não saberem qual unidade de saúde
procurar diante de algumas situações.
Para esclarecer algumas dúvidas, o MANAUS HOJE procurou a Secretaria de
Estado de Saúde do Amazonas, que por meio do secretário adjunto de Atenção
Especializada da Capital, Dr. Wagner William de Souza, explicou o que a
população deve fazer para receber atendimento em cada unidade de saúde e
assim evitar filas nos prontos socorros da cidade.
Ele orienta a população da necessidade de estar vinculado à uma Unidade
Básica de Saúde e sempre realizem consultas e exames de rotina. “O princípio
da saúde pública é prevenção de doenças, e a porta de entrada para identificar
doenças graves ou impedir o agravamento de doenças crônicas como diabetes
e hipertensão, estão no atendimento realizado nas UBS”, explica o secretário.
De acordo com o Dr. Wagner, dados da Organização Mundial de Saúde
apontam que 70% dos agraves de saúde tem caráter crônico e o não acesso a
acompanhamento de rotina nas unidades básicas de saúde acabam em crises
que levam o paciente ao pronto socorro, que por sua vez fica lotado.
O atendimento com especialistas é feito nas policlínicas e ambulatórios dos
hospitais e fundações, como o Hospital Adriano Jorge, Fundação Alfredo da
Mata, Francisca Mendes, FCecon e outros, mas para isso é necessário
encaminhamento do clínico geral, normalmente realizada na UBS e agendada
pelo Sistema Nacional de Regulação (Sisreg).
O Secretário esclareceu como é feita a distribuição de especialistas. “As Zonas
Oeste e Sul têm a maior concentração de idosos, por isso as policlínicas
daquelas regiões vão receber especialistas com foco nesse público, como
cardiologistas e ortopedistas. Já na Zona Norte e Leste, a maioria da
população é de crianças, jovens e adultos, recebendo a maior concentração de
pediatras, ginecologistas e clínicos”.
Entenda como funciona a emergência
Os atendimentos nos prontos socorros de Manaus seguem um protocolo que
classifica o risco de morte como prioridade, como exemplifica o Secretário.
“Quando um paciente chega ao pronto socorro, ele passa por uma triagem e
recebe uma pulseira da cor indicada para cada situação de risco: azul e verde
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são para casos simples, em que o paciente pode aguardar atendimento ou ser
encaminhado para outra unidade de saúdem já as pulseiras amarelas,
laranjase vermelhas, são para casos mais graves em que o paciente não pode
aguardar por muito para receber atendimento, independente da idade”.
O tempo de espera por atendimento pode ser de até quatro horas para
pacientes classificados com a pulseira azul, considerados casos leves, duas
horas para verde e 50 minutos no máximo para quem for classificado como
caso de urgência com pulseira amarela.
Para os casos urgentes e de emergência, com cores laranja e vermelha o
atendimento será imediato. Por isso a orientação é que em casos mais leves
como febre, dores de cabeça ou pequenas lesões a população deve procurar o
SPA. “Lá, se for verificado uma gravidade no quadro do paciente, ele será
encaminhado para uma unidade com mais recursos”, afirma.
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Portal D24 AM – Saúde – 27 de Junho de 2015.
Fonte: http://new.d24am.com/noticias/saude/caso-grave-aneurismacerebral-tratado-procedimento-inedito-brasil/137534
Caso grave de aneurisma cerebral é tratado com procedimento
inédito no Brasil
Cirurgia aliou duas técnicas, a microcirurgia e a terapia
endovascular, de forma simultânea, em um único
procedimento.
sábado 25 de julho de 2015 - 11:25 AM
Agência Brasil / [email protected]
Brasília - Um caso grave de aneurisma cerebral de uma paciente de 68 anos
foi tratado com um procedimento inédito no país pelo Hospital de Transplantes
do Estado de São Paulo. A cirurgia foi feita no dia 6 de julho e é considerada
um sucesso: ela aliou duas técnicas, a microcirurgia e a terapia endovascular,
que já são utilizadas no tratamento mas, desta vez, utilizadas juntas, de forma
simultânea, em um único procedimento.
Há dez meses, essa paciente passou a ter um tipo de dor de cabeça atípica,
diferente do que ela já havia sentido antes. A paciente então procurou um
médico no estado onde vivia, em Tocantins, que lhe pediu uma tomografia. “E
essa tomografia evidenciou a presença de um aneurisma cerebral, algo que já
não é usual. Não é frequente os aneurismas cerebrais aparecerem nas
tomografias. No caso dela apareceu por causa do tamanho maior do que o
habitual,” contou Sérgio Tadeu Fernandes, neurocirurgião do Hospital de
Transplantes do Estado de São Paulo, em entrevista à Agência Brasil. “Mas na
cidade não tinham os recursos necessários e a família a trouxe para São
Paulo”.
O risco do procedimento era alto. No início, a equipe médica do hospital
pensou em fazer um procedimento microcirúrgico. “Mas como o caso
demandava um tipo de cirurgia que é extremamente trabalhosa e com risco
muito alto, a equipe pensou em minimizar esse risco combinando as duas
técnicas”.
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A cirurgia da paciente demorou em torno de cinco horas. Caso fosse feita
apenas a microcirurgia, por exemplo, a estimativa é de que a cirurgia poderia
demorar bem mais, em torno de oito ou dez horas. “E com um risco muito
maior,” explicou o médico.
“A cirurgia começou com a microcirurgia convencional. E aí passamos para o
procedimento cirúrgico convencional, em que é feita uma incisão e retira-se
uma parte do osso. Posicionamos, então, um microscópio cirúrgico e, por meio
dele, chegamos na lesão e identificamos o aneurisma. Uma equipe inseriu um
cateter na artéria femural e foi com ele até o local onde essa lesão estava.
Por meio desse cateter se passou um microbalão e aí, quando ele foi
posicionado no ponto exato desse aneurisma, esse balão foi insuflado e, com
ele cheio, impediu que o sangue passasse por dentro do aneurisma. Voltamos
para a microcirurgia, esvaziando o aneurisma e deixando a bolha flácida. E não
sangrava porque o balão impedia esse sangramento. E esse balão serviu de
base depois para colocarmos, na base do aneurisma, alguns clipes [de titânio,
empregado para excluir o aneurisma da região cerebral sem prejuízo da
circulação] sem que isso prejudicasse o vaso normal”, disse Fernandes.
Após três dias da cirurgia, a paciente teve alta. “Foi uma recuperação
fantástica,” disse o médico.
A ideia agora é que o novo procedimento possa ser adotado em vários outros
casos de aneurisma, dependendo do tipo, já que ele não pode ser aplicado em
todos os casos. O problema, alertou o neurocirurgião, é que seria preciso
investir no aparato tecnológico, por exemplo, para a sala de cirurgia, e também
no recurso humano, ou seja, na formação e aperfeiçoamento dos médicos e na
disponibilidade deles.
“O aneurisma cerebral não é uma doença frequente. Por isso, não se justifica
investimento em todos os hospitais. Seria um desperdício montar essa
estrutura [em todos os hospitais] para fazer uma cirurgia dessas a cada três
meses. Mas uma forma racional seria ter centros de excelência e que eles
estejam capacitados e adaptados para receber a demanda da rede,” observou.
Aneurisma
O aneurisma cerebral é uma doença que atinge entre dez e 15 pessoas em
cada grupo de 100 mil indivíduos em todo o mundo. “Não é uma doença
frequente, atingindo em torno de 3% da população mundial”, disse Fernandes.
No entanto, ela é grave, podendo levar à morte.
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O aneurisma cerebral é uma dilatação que se forma na parede de um vaso
sanguíneo do cérebro. “Costumamos usar uma analogia que é a seguinte:
imaginemos que, no encanamento de sua casa, forme-se uma bolha em algum
ponto. Entendemos que esse ponto é fraco e isso é o aneurisma cerebral: uma
bolha que se forma nos vasos do cérebro. E o risco que existe nessa bolha no
encanamento é de ela estourar, de dar uma infiltração na parede ou de
provocar uma inundação no cômodo da sua casa. No aneurisma cerebral é a
mesma coisa: pode acontecer só uma infiltração ou ter um extravasamento
desse sangue quando a bolha estoura, o que seria um tipo de derrame
cerebral”, explicou o médico.
“Quando ela estoura e provoca o sangramento, é uma doença muito grave.
Quando acontece essa ruptura, 50% dos pacientes morrem nos primeiros 30
dias de evolução da doença, 40% têm algum grau de sequelas e só 10%
voltam a ter a vida que tinham antes de ter esse tipo de derrame por aneurisma
cerebral”, acrescentou.
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Portal D24 AM – Saúde – 27 de Junho de 2-15.
Fonte: http://new.d24am.com/noticias/saude/tecnica-fertilizacao-vitrocompleta-37-anos-neste-sabado/137533
Técnica de fertilização in vitro completa 37
anos, neste sábado
Técnica consiste em retirar o óvulo da mulher, coletar o sêmen do homem e
criar um embrião em laboratório para ser implantado no útero.
sábado 25 de julho de 2015 - 11:23 AM
Agência Brasil / [email protected]
Procedimento também pode ajudar mulheres que querem ter filhos mais tarde.Foto:
Reprodução
São Paulo - Há 37 anos nascia na Inglaterra Louise Brown, o primeiro bebê de
proveta do mundo. Louise foi a primeira de mais de 6 milhões de crianças que
nasceram com a ajuda da fertilização in vitro. A técnica consiste em retirar o
óvulo da mulher, coletar o sêmen do homem e criar um embrião em laboratório
para ser implantado no útero.
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Em entrevista à Agência Brasil, o médico especialista em reprodução humana
e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, João Sabino,
explicou que a técnica surgiu para ajudar casais com dificuldade para
engravidar, mas hoje vai além. Pode ser usada, por exemplo, por casais que
têm algum problema genético e querem ter um filho saudável. “Eles podem
usar a fertilização para fazer uma investigação genética nos embriões antes da
transferência para o útero.”
O procedimento também pode ajudar mulheres que querem ter filhos mais
tarde. “Por exemplo em uma mulher que tem câncer e vai fazer quimioterapia.
Ela pode congelar os óvulos e fazer uma fertilização mais tarde.”
João Sabino conta que desde o primeiro procedimento, em 1978, a técnica
avançou muito. Ele atua na área há 24 anos e constata que o controle de
qualidade e os laboratórios evoluíram, assim como as técnicas de indução da
ovulação. “Na época em que a técnica surgiu, só 5% a 10% das pacientes
engravidavam. Hoje a taxa de sucesso é até 50%”.
O médico aponta as três principais causas da infertilidade, definida pela
Organização Mundial da Saúde (OMS) como a ausência de gravidez após 12
meses de relações sexuais regulares sem proteção. “Em 1/3 dos casos o
problema é masculino, é importante investigar o homem para checar a
quantidade e a qualidade dos espermatozóides. Nas mulheres, os principais
problemas são alterações nas trompas e endometriose, que altera a anatomia
da pélvis”, afirma.
Segundo a OMS, a infertilidade atinge de 8% a 15% dos casais em idade fértil.
Acesso ao tratamento
A Rede Latino Americana de Reprodução Assistida estima que entre 1990 e
2012, 56.674 bebês brasileiros vieram ao mundo com o uso da técnica. Em
2014, segundo o 8º Relatório do Sistema Nacional de Produção de
Embriões (SisEmbrio), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),
foram feitos 27.781 ciclos de fertilização in vitro no país.
O especialista João Sabino avalia que o número está abaixo do necessário
para atender a demanda nacional. “O tratamento é muito caro para famílias de
baixa renda. Custa entre R$ 5 mil e R$ 20 mil, dependendo do caso. Hoje, 90%
das fertilizações são feitas em clínicas privadas”, lamenta.
Um dos principais centros públicos de reprodução assistida do país fica no
Distrito Federal. Mais de 500 crianças nasceram no local desde 1998, quando
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foi criado. “Já fizemos mais de 3 mil ciclos e ainda temos 2 mil casais na fila”,
conta a coordenadora do programa de Reprodução Humana do Hospital
Materno Infantil de Brasília (HMIB), Rusaly Rulli Costa. Segundo ela, apesar de
a demanda ser grande, o Brasil oferece o tratamento totalmente gratuito em
poucos locais.
Rusaly avalia que o serviço público, de um modo geral, ainda vê a
fertilização in vitro como coisa para ricos. “E não é. Não é justo que parte da
população seja privada de planejar seus filhos, pois até na Constituição está
previsto o direito de planejar a família”, avalia, lembrando que o tratamento não
consta na tabela de procedimentos cobertos pelo Sistema Único de Saúde
(SUS). “Cabe às secretarias de saúde estaduais decidir se vão oferecer o
serviço, a ser financiado pelos estados.”
O centro do HMIB atende em média 300 casais por ano. “Mas no primeiro
semestre deste ano só chamamos 120 casais, não é fácil conseguir os
recursos”.
O médico João Sabino explica que, do ponto de vista físico, o tratamento não
dói. “Mas do ponto de vista emocional, machuca muito. Existe uma dor
psicológica forte ao longo do processo, o casal precisa ter o acompanhamento
de uma equipe médica bem preparada.”
Rusaly Rulli Costa concorda que o tratamento gera ansiedade e pode causar
frustração, pois mexe com os sonhos e desejos mais íntimos das pessoas. “A
gente prima pelo acolhimento, com uma equipe multidisciplinar. Somos
considerados classe AA no atendimento, pois o processo é extremamente
desgastante para os casais que nos procuram.”
Clipping realizado por Luana Abecassis
Departamento de Comunicação – Semsa / PMM
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