Por uma Visão Estruturadora da Cidade e do Território

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Por uma Visão Estruturadora da Cidade e do Território
“As chaves do
urbanismo estão nas
quatro funções:
habitar, trabalhar,
recrear-se (nas
horas livres),
circular.”
Carta de Atenas,
publicada em 1941 por
Le Corbusier, 1887–1965,
arquiteto franco-suíço.
Roberto Montezuma
Arquiteto, sócio de AFM
Arquitetos, empresa
integrante da Rede Gestão.
([email protected])
Mais que implementar medidas cosméticas, é essencial que os gestores
retomem as ações de planejamento urbano nas cidades brasileiras.
Há pouco mais de uma
década, começaram a aparecer
vasos de plantas nos espaços
públicos das cidades brasileiras,
numa tentativa vã de embelezálas. Nada contra os artesãos que os
produzem ou contra quem os
encomenda. Na administração
pública, restaram poucas ações
válidas e eficazes para enfrentar a
falta generalizada de planejamento.
Os vasos não são um mal em si ou
um mal maior do que a afronta ao
gosto, à escala urbana de uma
cidade pretensamente grande e à
pequenez das ações urbanas. Mas
quando o seu uso começa a se
tornar uma constante, nas mais
diversas intervenções, há de se
desconfiar que algo está muito
errado. Um vaso (ou outro objeto
equivalente) colocado aqui, ali e
alhures não soluciona o maior
problema de qualquer outra cidade:
a ausência, na administração
pública, de uma visão estruturadora
da cidade e do território, que, na
ótica de Le Corbusier, integra as
diversas funções urbanas, a
exemplo de morar, circular,
trabalhar e recrear.
Diante de tantos desafios da
cidade contemporânea, haverá um
gestor capaz de tornar realidade
propostas estruturadoras do espaço
físico da cidade e do território?
Aqui estamos nos referindo a
espaço físico da forma mais ampla,
como aquele que abriga a
totalidade das relações humanas,
e não espaço físico restrito, que
abriga interesses de grupos
específicos. Quando a cidade não
é de todos, ela não é de ninguém.
A endêmica miopia dos
gestores das cidades deve ser
tratada com uma lente que lhes
proporcione o que podemos
entender por visão sistêmica da
urbanidade. Essa visão contempla
todos os tempos cronológicos com
a mesma atenção. O passado, que
é o patrimônio existente, e as ações
válidas do presente, que serão
patrimônio amanhã. No tempo
presente, também identificamos
as necessidades satisfeitas ou a
caminho de sua satisfação, o direito
à volta das utopias que o futuro
proverá.
As últimas ações de
planejamento relevantes, no
âmbito das cidades, foram feitas
nos anos de 1970. A crise
econômica dos anos de 1980 e
início dos anos de 1990 não
permitiram sua implantação. Os
anos recentes, de estabilidade
econômica e até de prosperidade,
não foram suficientes para
vislumbrarmos mudanças
expressivas de atitudes dos gestores
municipais condizentes com as
oportunidades do momento.
Inexiste, e não se propõe, um órgão
de planejamento e gestão urbana
da cidade num modelo que seja
autônomo, à prova dos humores
da política e dotado de um corpo
técnico competente, e não por
arrivistas pinçados das hostes
palacianas ou partidárias. Um
órgão cujas atribuições também
sejam uniformizar as informações,
padronizar os procedimentos,
agilizar e integrar as ações, que
atue nas partes de forma articulada,
dentro de um planejamento
espacial estratégico,
economicamente sustentável,
ambientalmente responsável,
socialmente justo e culturalmente
pulsante.
Por melhor que sejam as
intenções, decisões que não levem
em conta a visão estruturadora da
cidade e do território podem
resultar em inócuos efeitos
cosméticos que não salvam o
Frankstein que são as desarticuladas
cidades brasileiras.
Mais artigos e informações no site www.redegestao.com.br
Na próxima terça-feira (07), a partir das 19
horas, na Livraria Cultura, no Bairro do Recife,
acontece o lançamento do livro Estratégias de
E-mail Marketing – como obter resultados através
do marketing direto na internet, da Editora
Brasport. Com 201 páginas, a publicação foi
escrita por Murilo Gun Araújo e Bruno Queiroz,
sócios da Cartello (www.cartello.com.br),
empresa integrante da Rede Gestão. Os autores
usam uma linguagem fácil e didática para
apresentar o e-mail marketing em sua função
principal: como uma estratégia de marketing
direto capaz de proporcionar resultados palpáveis
para as empresas. O livro é voltado para
profissionais de marketing, de criação, de
tecnologia e, sobretudo, para empresários que
desejam entender como o e-mail marketing pode
trazer resultados.
O Profissional em Foco
O Desafio de Desenvolver a
Equipe
Dentre os diferenciais competitivos, um grande
desafio está colocado para as empresas: o
desenvolvimento da equipe. Embora
inquestionável a sua importância, muitas
organizações parecem não estar dispostas a
adotar práticas que, de fato, desenvolvam um
verdadeiro time de trabalho. Nesse sentido, ainda
são freqüentes, por exemplo, gestões em que
coexistem falta de transparência, sistemas de
privilégio, centralização de poder, critérios de
demissão pouco claros e políticas de recursos
humanos desestimulantes. Em ambientes como
esses, dificilmente os profissionais trabalham
como um time. Para desenvolver equipes, as
empresas devem, sobretudo, ter uma gestão
aberta a críticas, compartilhar poder e investir
em seus profissionais.
Fonte: Minuto Ágilis
(www.agilis.com.br)
Na Ponta da Língua
Vai um Chope?
Não é preciso freqüentar muitos bares para
conhecer a palavra chopp. Mas essa forma,
apesar de usual, é incorreta. Para a norma culta,
só existe chope. O que leva ao uso incorreto é
pensar que a língua incorporou o vocábulo
diretamente do alemão Schoppen. O Dicionário
Houaiss explica que, de origem alsaciana, o
termo entrou no nosso idioma pelo francês chope.
Na Alemanha, o termo “Schoppen” não é o
nosso chope, mas um copo de meio litro para
se tomar... a cerveja fresca do barril, ou seja,
chope!
Fonte: Palavra da Consultexto
(www.consultexto.com.br)
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