diagnósticos de enfermagem mais freqüentes em pacientes em

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Diagnósticos de enfermagem mais freqüentes nos pacientes em tratamento hemodialítico na
CLIRE – clínica de doenças renais ltda.
Antonio Sérgio Rocha Santos Júnior1
Isabella Schroeder Abreu2
O tratamento de um paciente com Insuficiência Renal Crônica (IRC) consiste na Terapia
de Renal Substitutiva (TRS). Os diagnósticos de enfermagem, segundo a North American
Nursing Diagnosis Association (NANDA,2005), constituem-se em um julgamento clínico acerca
de respostas individuais, familiares ou comunitárias a problemas de saúde/processos vitais, reais
e potenciais. Em se tratando de Diagnóstico de Enfermagem em Nefrologia, é importante pensar
na IRC como patologia que afeta o indivíduo silenciosa e agressivamente, gerando impactos
psicológicos, fisiológicos e sociais. O profissional enfermeiro que atua no tratamento
hemodialítico de pacientes renais dispõe de três ótimas ferramentas para aplicar seu trabalho com
qualidade: o processo de enfermagem; tempo que a hemodiálise oferece para paciente e
enfermeiro interagirem; e, vínculo de confiança que se cria entre paciente e enfermeiro. Acreditase que o levantamento dos diagnósticos de enfermagem mais freqüentes no grupo a ser estudado,
permitirá estabelecer intervenções e um plano de cuidados individualizado, tornando a assistência
de enfermagem mais qualificada e eficaz e aperfeiçoando os cuidados de enfermagem para os
diagnósticos mais prevalentes. Desta forma a qualidade de vida destes pacientes poderá ser
melhorada. Este é um estudo descritivo-exploratório, de caráter quantitativo, tem o objetivo de
conhecer os diagnósticos de enfermagem mais freqüentes em pacientes em tratamento
hemodialítico e traçar o perfil sócio-demográfico destes pacientes. Os dados foram coletados na
CLIRE – Clínica de Doenças Renais Ltda, no município de Guarapuava-PR, tabulados e
representados em gráficos, sendo que a amostra analisada foi de 94 pacientes. O período de coleta
dados, realizada nos através dos prontuários, ocorreu de junho à julho de 2007. A amostra contou
com 60% de pacientes masculinos, sendo a média de idade 50,5 anos. As etiologias da IRC mais
freqüentes foram: nefroesclerose hipertensiva com 30,85%, glomerulonefrite crônica com
28,72% e glomeruloesclerose diabética com 25.53%. Os diagnósticos mais frequentes foram:
Graduando de Enfermagem da Universidade Estadual do Centro-Oeste – UNICENTRO. End. Rua Capitão Rocha,
3953, Ap 4, Bonsucesso. Guarapuava-PR (43) 9906-4769 [email protected]
2
Enfermeira. Mestre em Enfermagem em Saúde Pública. Professora Assistente da Universidade Estadual do CentroOeste, Departamento de Enfermagem. End Rua Brigadeiro Rocha, 1141, Ap. 204, Centro. Guarapuava – PR.
1
Risco para infecção com 93,61%, Déficit de conhecimento com 84,04%, Eliminação urinária
alterada com 54,25%, Excesso no volume de líquidos com 43,61%, Desempenho de papel
alterado com 42,55%, Dor com 40,42%, Adaptação prejudicada com 38,29%, Enfrentamento
familiar potencial para crescimento com 35,10%, Interação social prejudicada com 21,27%,
Déficit no autocuidado para banho e higiene com 20,21%, Constipação com 19,14%, Processos
familiares alterados com 19,14%, Desesperança com 19,14%, Impotência com 19,14%, Baixa
auto-estima situacional com 18,08%, Retenção urinária com 17,02%. Os 16 diagnósticos com
freqüência superior a 15% traçam um perfil das necessidades dos pacientes da CLIRE,
permitindo à equipe de enfermagem da clínica determinar suas prioridades e planejar ações que
tragam benefícios para sua clientela, acrescendo dessa forma qualidade a assistência prestada
bem como a vida dos portadores de IRC em terapia renal substitutiva.
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