Organização e Desenvolvimento Curricular em Matemática - fc

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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE BAURU
FACULDADE DE CIÊNCIAS
Título da Disciplina: Organização e Desenvolvimento Curricular em Matemática
Natureza: Optativa
No de Créditos: 08
No de Semanas: 15
Prof. Responsável: Harryson Júnio Lessa Gonçalves
Ementa:
A disciplina problematizará diversos aspectos da temática de Currículos de Matemática,
tomando como ponto de partida teorias curriculares, bem como marcas e trajetórias da Educação
Matemática na organização curricular brasileira. A disciplina culminará na construção de um
estado da arte das pesquisas em Currículos de Matemática identificando suas perspectivas e
tendências de investigação.
Bibliografia Básica:
APPLE, Michael Whitman; AU, Wayne; GANDIN, Luis Armando. Educação crítica: análise
internacional. Porto Alegre: ArtMed, 2011.
BISHOP, A. J. Enculturación matemática: la educación matemática desde una perspectiva cultural.
Buenos Aires: Paidós, 1999.
COLL, César. Psicologia e currículo: uma aproximação psicopedagógica à elaboração do currículo
escolar. São Paulo: Ática, 1997.
D'AMORE, B. Epistemologia e didática da matemática. São Paulo: Escrituras, 2005.
DOLL JR., William E. Currículo: uma perspectiva pós moderna. Porto Alegre: Artes Médicas,
1997.
ENGLISH, Lyn D. (Ed.). Handbook of international research in mathematics education. 2nd. ed.
New York: Routledge, 2008.
KILPATRICK, Jeremy; GÓMEZ, Pedro; RICO, Luis (Ed.). Educación matemática: Errores y
dificultades de los estudiantes, Resolución de problemas, Evaluación, Historia. Bogotá: una
empresa
docente
/
Universidad
de
los
Andes,
1998.
Disponível
em
<http://funes.uniandes.edu.co/679/1/KilpatrickEducacion.pdf>. Acesso em: 24 abr. 2014.
MOREIRA, Antônio Flavio B. (Org.). Currículo: questões atuais. São Paulo: Papirus, 2004.
NATIONAL COUNCIL OF TEACHERS OF MATHEMATICS. Curriculum and evaluation
standards for school mathematics. Reston: NCTM, 1989.
PARASKEVA, J. M. Michael Apple e os estudos [curriculares] críticos. Currículo sem fronteiras,
2, n. 1, Jan/Jun 2002. 106-120.
PIRES, Célia Maria Carolino. Currículos de matemática: da organização linear à idéia de rede. São
Paulo: FTD, 2000.
PIRES, Célia Maria Carolino. Pesquisas comparativas sobre organização e desenvolvimento
curricular na área de Educação Matemática, em países da América Latina. Educação Matemática
Pesquisa (Online), v. 15, p. 513-542, 2013.
PIRES, Célia Maria Carolino; SILVA, Márcio Antônio da. Desenvolvimento curricular em
matemática no Brasil: trajetórias e desafios. Quadrante (Lisboa), v. XX, p. 11, 2012.
RICO ROMERO, Luis; LUPIÁÑEZ GOMÉZ, José Luis. Competências matemáticas desde uma
perspectiva curricular. Madri: Alianza Editorial, 2008.
ROMANELLI, Otaíza Oliveira de. História da educação no Brasil: 1930-1973. 37 ed. São Paulo:
Vozes, 2012.
SACRISTÁN, José Gimeno (Org.). Saberes e incertezas sobre o currículo. Porto Alegre: Penso,
2013.
SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1998.
SANTOMÉ, Jurjo Torres. Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1998.
SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade conteúdo/método no
processo pedagógico. Campinas: Autores Associados, 1998.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo
Horizonte: Autêntica, 2010.
SKOVSMOSE, Ole. Educação matemática crítica: a questão da democracia. São Paulo: Papirus,
2001.
YOUNG, Michael F. O futuro da educação em uma sociedade do conhecimento: o argumento
radical em defesa de um currículo centrado em disciplinas. Revista Brasileira de Educação, v. 16, n.
48, set-dez. 2011. pp. 609-623.
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas. Realização de um seminário. Atividades diversas em grupo.
Estudo dirigido. A cada aula os alunos deverão apresentar questões sobre os textos que serão
discutidos em sala de aula.
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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
• Resumo crítico dos textos discutidos em sala
• Monografia sobre uma das temática tratada na disciplina
• Seminário
Critérios Complementares:
• Assiduidade • Participação
• Pontualidade.
A partir das atividades realizadas pelos pós-graduandos serão atribuídas os conceitos: A
(excelente), B (bom), C (regular) ou R (reprovado), conforme disposto no artigo 24 do
Regimento Geral de Pós-graduação da UNESP (Resolução UNESP nº 30/2010). Ressalta-se que
os conceitos A, B e C dão direito aos créditos da respectiva disciplina.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA DISCIPLINA
1. Currículo: Aproximação Conceitual a partir das Teorias de Currículo
2. Currículos de Matemática
2.1 Reformas Curriculares Francisco Campos (1931) e Gustavo Capanema (1942)
2.2 Condicionantes curriculares dos Movimento de Educação Matemática:
2.2.1 Influência do Movimento da Matemática Moderna (1965 a 1980)
2.2.2 Contraposição ao ideário do Movimento da Matemática Moderna (1980 a 1994) –
secretarias estaduais e municipais de educação
2.2.3 Parâmetros Curriculares Nacionais (a partir de 1994) – movimento nacional
2.3 Impactos de teorias de Educação Matemática em Currículos de Matemática
2.4 Currículos internacionais de Matemática: análises de estudos comparativos
2.5 Avaliação Curricular em Larga Escala (Nacionais e Internacionais)
3. Estado da Arte: Pesquisas sobre Currículos de Matemática
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