Document

Propaganda
FACULDADE UNIÃO AMERICANA
ALEXANDRO GONÇALVES DE OLIVEIRA
HAVESON LUCENA DA SILVA
JOSEANA GONÇALO DA SILVA
MARIA APARECIDA ALVES DE OLIVEIRA
GRUPOS INFORMAIS: A COMUNICAÇÃO INFORMAL
PARNAMIRIM/RN
2009
ALEXANDRO GONÇALVES DE OLIVEIRA
HAVESON LUCENA DA SILVA
JOSEANA GONÇALO DA SILVA
MARIA APARECIDA ALVES DE OLIVEIRA
GRUPOS INFORMAIS: A COMUNICAÇÃO INFORMAL
Este projeto tem como finalidade
mostrar como anda a comunicação
dos grupos informais de uma empresa
de transporte coletivo referente a 2°
unidade do 3°período para obtenção
de nota na disciplina de metodologia
científica
Prof.ª ANAIRAM DE MEDEIROS E SILVA
PARNAMIRIM/RN
2009
SUMÁRIO
1
INTRODUÇÃO...................................................................................... 4
2
JUSTIFICATIVA...................................................................................
3
OBJETIVO............................................................................................ 6
3.1
OBJETIVO GERAL...............................................................................
3.2
OBJETIVOS ESPECÍFICOS................................................................. 6
4
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA...........................................................
4.1
COMUNICAÇÃO................................................................................... 6
4.2
COMUNICAÇÃO ESCRITA VERSUS COMUNICAÇÃO ORAL........... 7
4.3
A COMUNICAÇÃO INFORMAL............................................................ 8
4.4
GRUPOS INFORMAIS.........................................................................
9
4.4.1
Tipos de grupos formais.......................................................................
10
4.4.2
Tipos de grupos informais....................................................................
11
5
METODOLOGIA................................................................................... 12
5.1
TIPO DE PESQUISA............................................................................
12
5.2
COLETAS DE DADOS.........................................................................
12
5.3
ANÁLISE DOS DADOS........................................................................
13
6
CRONOGRAMA...................................................................................
14
REFERÊNCIAS....................................................................................
15
5
6
6
1 INTRODUÇÃO
O estudo do comportamento dos grupos vem aparecendo como uma parte
cada vez mais importante do comportamento organizacional e da literatura
administrativa. Uma das razões mais fortes é a de que a maior parte do dia de
trabalho das pessoas é gasta dentro de grupos. Um grupo é parte da vida de
trabalho da maioria dos empregados, é preciso que o gerente compreenda a
formação, o desenvolvimento e as características dos grupos.
Os grupos informais são a junção de maneira aleatória de pessoas dentro da
organização ou de fora dela desconsiderando para essa formação a hierarquia
estabelecida na organização formal da empresa onde havendo uma comunicação
gerar maior confiança e maior interação dentro do grupo. Os grupos informais de
uma empresa não são exclusivamente compostos por integrantes internos da
organização e são primeiras instancia elementos de poder.
A comunicação dos grupos na empresa trata-se de uma área em que cada
pessoa pode fazer grandes progressos na melhoria de sua própria eficácia e em seu
relacionamento interpessoal ou com o mundo externo. É também o ponto de
maiores desentendimentos e conflitos entre duas ou mais pessoas, entre membros
de um grupo, entre grupos e dentro da organização como um sistema.
Os grupos informais têm como objetivo a satisfação de necessidades idênticas
de seus integrantes ou necessidades totalmente diferentes, sendo que um indivíduo
pode participar de um grupo onde cada integrante busca a satisfação de algo
totalmente distinto de outros.
Então como acontece a relação da comunicação dos grupos formais com os
informais para que o feedback seja bem desenvolvido da organização?
2 JUSTIFICATIVA
A importância deste Projeto e exatamente conscientizar e fundamentar a
comunicação
de uma forma eficiente,
clara
e objetiva,
mostrando suas
características e atribuições tendo como objetivo uma melhor prática proporcionando
melhores informações para que os objetivos sejam alcançados e que tragam os
resultados desejados.
Uma boa comunicação propagará aos grupos informais, informações sobre a
empresa de uma forma mais clara e simples, proporcionando a melhor identificação
de seu conteúdo sendo influenciador nas decisões da operação.
Suas aplicações mais fundamentadas e acompanhadas proporcionarão maior
entendimento do receptor, a utilização dos murais periodicamente ajudará na
comunicação e aumentará o habito da leitura, que considerando esta fato um
agravante para a não realização desse canal tão rico e cheio de informações.
3 OBJETIVOS
3.1 OBJETIVO GERAL
Avaliar o grau de ruídos da comunicação dos grupos informais e formais.
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS



Identificar o grau de comunicação existente na empresa;
Analisar sua aplicabilidade e canais utilizados;
Observar sua distribuição na empresa.
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
4.1 COMUNICAÇÃO
As comunicações são o centro gravitacional de todas as atividades humanas.
É um processo complexo de troca de informação usado para influenciar o
comportamento do outro, onde literalmente nada acontece sem que haja prévia
comunicação. Um grande número de problemas pode ser ligado à falta de
comunicação - saber qual é o problema já é ter meia solução.
As pesquisas indicam que as falhas de comunicação são as fontes mais
freqüentemente citadas de conflitos interpessoais. Como as pessoas
passam cerca de 70 por cento de suas horas de vigília se comunicando –
escrevendo, lendo, falando, escutando -, parece razoável afirmar que uma
das principais forças que podem impedir o bom desempenho de um grupo é
a falta de uma comunicação eficaz [...] (ROBBINS, 2005, p.232).
Comunicar bem não é só transmitir ou só receber bem. COMUNICACÃO é troca de
ENTENDIMENTO, e ninguém entende ninguém sem considerar além das palavras,
as emoções e a situação em que fazemos a tentativa de tornar comuns
conhecimentos, idéias, instruções ou qualquer outra mensagem, seja ela
verbal, escrita ou corporal.
4.2 COMUNICAÇÃO ESCRITA VERSUS COMUNICAÇÃO ORAL
A comunicação escrita é, sem dúvida, um fator indispensável na comunicação
interna das organizações. Pode ser utilizada com várias finalidades e conteúdos e
pode atingir os colaboradores na sua totalidade ou ser direcionada para um grupo
específico de forma muito discriminada. Os suportes de comunicação escrita são
utilizados, sobretudo, dentro da estrutura formal da organização.
“Quando um grupo de trabalho hostiliza ou reclama com um membro que está
produzindo demais (e, assim, fazendo com que o resto do grupo pareça preguiçoso),
esses indivíduos estão se comunicando e se controlando informalmente” (ROBBINS,
2005, p.233).
Embora tenham surgido meios mais modernos como os meios eletrônicos e
as novas tecnologias da comunicação/informação, a tradicional folha de papel
escrita continua a ser um instrumento de comunicação interno largamente utilizado.
.
A comunicação escrita engloba memorandos, cartas, e-mails, transmissões
de fax, jornais internos, informativos em murais e qualquer outro meio que
use a linguagem escrita ou simbólica para comunicar as informações. Por
que o emissor escolhe a comunicação escrita? Porque ela é tangível e
verificável. [...] (ROBBINS, 2005, p.235)
O uso de suportes de comunicação escrita, apesar de indispensável, deverá
ser racionalizado. O mau uso e, muitas vezes o abuso, deste modo de comunicação
tem efeitos negativos para a eficiência e eficácia individual e, conseqüentemente,
para a organização no seu todo. De fato, o excesso de papel e de “burocracia” nas
organizações implica gastos econômicos muito grandes, perdas de tempo e, muitas
vezes, desmotivação por parte de quem trabalha.
“o principal meio de transmitir mensagens é a comunicação oral. As palestras,
os debates formais entre duas pessoas ou em grupo e a rede informal de rumores
são algumas formas comuns de comunicação oral.” (ROBBINS, 2005, p.235).
Os instrumentos de comunicação oral são o método mais antigo de
comunicação interpessoal, mas também na comunicação interna nas organizações.
É também o mais econômico. A oralidade enquanto modo de comunicação é
essencial para a coesão nas organizações e a sua utilização apresenta. A
imprecisão na comunicação oral consiste no risco de deformação da informação em
ambas as fases da transmissão da mensagem (emissão e recepção) e a volatilidade
derivam do fato da comunicação oral não deixar vestígio, a menos que tenha havido
o cuidado de registrar a mensagem.
4.3 A COMUNICAÇÃO INFORMAL
A comunicação divide-se em vários segmentos, entre eles está o da
comunicação informal. A comunicação informal pode ser conhecida também como
critica, elogio, boato, desabafo, fofoca, questionamento, entre outros, e, é atualizada
constantemente nos refeitórios, corredores, salas de aula, vestiários, lojas, etc.
Em primeira vista, temos uma impressão negativa da comunicação informal,
porém, quando estudada com atenção, pode-se observar como ela é importante.
Sua facilidade de compreensão e de atualização torna sua velocidade incrivelmente
superior a das outras, tornando-se assim um ágil canal de informação.
O sistema formal não é o único sistema de comunicação dentro de um
grupo ou organização. Existe também um sistema informal: a rede de
rumores. Embora seja informal, isto não significa que não seja uma
importante fonte de informações. Por exemplo, uma pesquisa recente
revelou que 75 por cento dos funcionários sabem primeiro das notícias
através da rede de rumores. [..] (ROBBINS, 2005, p.238).
Nas empresas a comunicação informal vem cada dia mais ganhando espaço,
onde as tomadas de decisões tendem a ser cada vez mais urgente, não se pode
perder tempo digitando ou escrevendo documentos formais. Por meio da
comunicação informal essas tomadas de decisões tornam-se mais ágeis, mais
eficazes e menos burocráticas.
4.4
GRUPOS INFORMAIS
Um estudo mais apurado vem sendo direcionado a este campo tão cheios de
questionamentos, mais que se torna a cada dia mais forte em razão do que as
pessoas vivem dentro ou fora das empresas, passando parte da vida absorvendo ou
doando experiências em seus grupos.
Dentro dos grupos formais ou informais de cada empresa existem os que
influenciam e os que são influenciados, como também aqueles que não se deixam
influenciar, porém, tudo que envolve mais de um indivíduo, os conflitos aparecem
até porque nem sempre o que é bom para um pode não ser bom para o outro.
Os grupos de trabalho não são multidões desorganizadas. Eles possuem
uma estrutura que modela o comportamento de seus membros e torna
possível a explicação e a previsão de boa parte do comportamento dos
indivíduos, bem como do desempenho do grupo em si. (ROBBINS, 2005,
p.189).
As pessoas envolvidas em grupos tendem a ter o mesmo direcionamento e
percebem-se com os mesmos objetivos, de satisfazerem suas necessidades
particulares ou em benefício de todos, onde nos grupos formais tem exigências para
realização de tarefas e pessoas a executarem de acordo com a sua posição na
organização.
Quando há pessoas que se reúnem com certa freqüência dentro ou fora da
organização, pode-se chamar este grupo de informal, podendo suas atividades está
ou não relacionadas à organização.
4.4.1 Tipos de grupos formais
Os grupos formais são muito importantes para o alcance dos objetivos
traçados pela organização, um elo de hierarquia que estabelecerá com a
informalidade uma sinergia de informações positivas.
“Um grupo é definido como dois ou mais indivíduos, interdependentes e
interativos, que se reúnem visando à obtenção de um determinado objetivo. Os
grupos podem ser formais e informais” (ROBBINS, 2005, p.186)
Hoje nas organizações a formalidade e tendenciosa a descentralização, pois
nos dias de hoje se faz necessário que o comando não seja o papel de uma só
pessoa, já que os objetivos são comuns, a comunicação dentro dela elevará o
motivacional, produzirá efeitos no mecanismo do grupo, daí a comunicação sairá
sem ruídos, alcançando a informalidade como um todo verão agora alguns tipos de
grupos formais.
Um grupo de comando é determinado pelo organograma da organização.
Ele é composto por pessoas que se reportam diretamente a um executivo. A
diretora de uma escola e suas 18 professoras formam um grupo de
comando, assim como o diretor de auditoria postal e seus cinco inspetores.
Os grupos tarefas, também determinados pela organização, são formados
por pessoas que se reúnem para executar uma determinada tarefa [...]
(ROBBINS, 2005, p.186).
4.4.2 Tipos de grupos informais
Indivíduos com a mesma natureza ou idéias que se agrupam naturalmente
em situações de trabalho ou socialmente e dividi-se em:

GRUPOS DE INTERESSES: Indivíduos que podem ser do grupo de
comando ou de tarefas que se juntam com o objetivo comum para o
benefício de todos – objetivo unificado.

GRUPOS DE AMIZADE: Tendem a se agrupar fora do trabalho e tem
interesse comum como Poe exemplo, religião, política, idade (laços de
amizade).
Os grupos informais, como os formais, têm sua importância fundamentada,
como existe um elo hierárquico entre o formal para o informal, esta verdade e
recíproca, os grupos informais demandam um maior conteúdo de informações mais
abrangentes, sendo elas construtivas ou destrutivas, positivas ou negativas, para o
desenvolvimento de determinada atividade. O formal por sua vez, trás as
informações, hierarquicamente colocadas, que são repassadas para a informalidade
através de seus canais existentes, muitas das vezes sem se preocupar com o
feedback, o retorno dessa informações colocadas em determinados grupos, setores
ou departamentos.
Os grupos informais são alianças que não são estruturadas formalmente
nem determinadas pela organização. Estes grupos são formações naturais
dentro do ambiente de trabalho, que surgem em resposta à necessidade de
contato social. Três funcionários de departamentos diferentes que
regularmente se encontram para almoçar juntos são um exemplo de grupo
informal. [...] (ROBBINS, 2005, p.186).
A
formação
de
um
grupo
dá-se
da
relação
pessoal/profissional,
atração/proximidade, para a execução ou não de tarefas ou ainda para
simplesmente aproveitar a proximidade e trocar idéias, pensamentos e atitudes
dentro ou fora do emprego, normalmente os grupos tem os mesmos interesses e
são atraídos pela necessidade de interagir com o “social”, sentido de segurança,
estima e auto-realização ao manter a interação e o interesse comum ao grupo.
5 METODOLOGIA
Segundo Lakatos (2001, p.234):
Os trabalhos científicos devem ser elaborados de acordo com normas
preestabelecidas e com os fins a que se destinam. Serem inéditos ou
originais e contribuírem não só para a ampliação de conhecimentos ou a
compreensão de certos problemas, mas também servirem de modelo ou
oferecer subsídios para outros trabalhos.
Um bom trabalho Científico trará maior conhecimento e esclarecimento do
assunto abordado, sua condição de clareza e formatação proporcionará isto.
5.1 TIPO DE PESQUISA
A pesquisa será feita através de um questionário aplicado com 7 perguntas, a
uma empresa de transporte coletivo do estado do RN, com intuito de medir o teor de
conhecimento a respeito da comunicação.
5.2 COLETAS DE DADOS
A coleta de dados, será através de um questionário, que corresponde à 5%
do quadro de funcionários totalizando 50 funcionários, em um quadro de 1000
funcionários, neste questionário procurar detectar seu conhecimento quanto a
comunicação e sua aplicabilidade dentro de seu local de trabalho.
5.2 ANÁLISE DOS DADOS
Os dados serão analisados da seguinte forma, 50% para saber o
conhecimento da comunicação e seus canais de utilização, 40% da sua
aplicabilidade, se ela realmente influencia no desenvolvimento de seus trabalhos e
resolução de possíveis problemas e 10% de sua transmissão do formal para a
informalidade, se o emissor ele é claro, se realmente repassa à informação
adequadamente, totalizando 100% de questionamento.
Mostrando com maior ênfase, se a comunicação neste grupo informal tende
a ser conhecido ou desconhecido, e sim depois, a sua aplicabilidade e formas de
transmissão.
Todas essas informações serão trabalhadas em planilhas no Excel, expressas
em gráficos para melhor entendimento e compreensão de seus resultados, sendo
elas comentadas e verificadas de acordo com os percentuais acima expressados.
5 CRONOGRAMA
ETAPAS
MAIO À JUNHO
2009
COLETA DE DADOS
ANÁLISE DOS DADOS
ENTREGA DO RELATÓRIO
1ª SEMANA
2ª SEMANA
3ª SEMANA
X
X
X
4
REFERÊNCIAS
COLLA, Júlio Ernesto. Grupos informais: conceito, causa, origens e objetivos.
Disponível em:< http://www.ogerente.com.br/gestao/artigos/gestao-txt-jecgrupos_informais.htm>. Acesso em: 28 maio 2009.
GOMES, Vanessa Guimarães; CARDOSO, Isabel Cristina Dias; DIAS, Simone
Aparecida Vinhal. O poder da comunicação informal: “o boato”. Disponível
em:<http://www.administradores.com.br/producao_academica/o_poder_da_comunic
acao_informal_o_boato/1281/>. Acesso em: 28 maio 2009.
MATOS, Cleiton de. Comunicação informal.Disponível em:
<http://www.administradores.com.br/producao_academica/comunicacao_informal/51/
download/>. Acesso em: 28 maio 2009.
OS GRUPOS dentro das organizações. Disponível em:
<http://www.continents.com/Art110.htm>. Acesso em: 28 maio 2009.
VANTAGENS e Desvantagens da Comunicação Oral. Disponível em:
<http://auladedicao.blogspot.com/2007/01/vantagens-e-desvantagens-dacomunicao.html>. Acesso em: 28 maio 2009.
Download