Oceanografia

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Ciclo hidrológico
O caminho da água no planeta
♦ 70% da superf
ície da Terra
superfície
♦ 97% do total de água do Planeta
♦ Moderadores Térmicos
Determina o clima
♦ 5% da energia solar na fotoss
íntese da
fotossíntese
superf
ície da Terrestre
superfície
♦ A absorção e reflexão de calor
Torna possível a vida na Terra
♦ Influencia o clima: vapor d`água, água liq
liq..
e partícula de gelo em suspensão na atm
atm..
Outros mecanismos ... Correntes marinhas
♦ Importância na história da humanidade
♦ Comprova
ção da Terra redonda
Comprovação
♦ Viagens transoce
ânicas de Crist
óvão
transoceânicas
Cristóvão
Colombo, Vasco da Gama, Pedro A. Cabral,
Fern
ão de Magalh
ães e outros - sséc
éc XV e XVI
Fernão
Magalhães
PASSADO
PRESENTE
FUTURO
HISTÓRICO
Antes de 1900
♦ Robert Boyle (1674, Qu
ímico ingl
ês) Composi
ção do sal
Químico
inglês)
Composição
da áágua
gua
álise de
♦ Antoine Lavoisier (1772, Qu
ímico franc
ês) 1aa an
análise
Químico
francês)
áágua
gua do mar
♦ Olaf Bergman (1784, Qu
ímico sueco)
Químico
M
étodo de
Método
pesagem do sal precipitado (nasce o campo da Qu
ímica
Química
Anal
ítica). Publicou resultado de an
álise de áágua
gua do mar
Analítica).
análise
♦ John Murray (1818) e Alexander Marcet (1819
-1822) An
álise
(1819-1822)
Anális
gravim
étrica. Medidas precisas e exatas da composi
ção
gravimétrica.
composição
qu
ímica da áágua
gua do mar - ““Princípio
Princípio de Marcet
”
química
Marcet”
♦ Joseph Lois Gay Lusac (1824 a 1836)
Volumetria
titrim
étrica, conte
údo de sal da áágua
gua do mar aberto ((geograf
geograf é
titrimétrica,
conteúdo
cte
cte))
♦ Edward Forbes (1815 - 1854, naturalista brit
ânico) Dividiu
britânico)
o mar em zonas - vida das plantas na zona mais superficial
♦ 1855 - DESCOBERTO E DETECTADO OS ELEMENTOS QUE
COMP
ÕE O CONJUNTO (99%) DO SAL
GUA DO
COMPÕE
SAL EM
EM Á
ÁGUA
DO MAR
MAR
-
Exce
ções: Fluor (1886) e o Iodo (1811, cinza de uma alga marinha
Exceções:
marinha
♦ Georg Forchhammer (1865, professor de geologia Copenhagem
Copenhagem)) - 20 anos de estudos
• Sal do mar difere de um lugar para o outro
• Conceito de salinidade (p/ medida da conc do Cl-ou clorinidade
• Demonstrou o Princ
ípio de Marcet para os ions dos
Princípio
++, K++, Mg++
++ e SO -sais mais abundantes: Cl-- , Na++, Ca++
44
♦ Thomas Henry Huxlex (1825 - 1895,
biol
ógo)
biológo)
Lama gelatinosa c/ calc
áreo do
calcáreo
fundo do mar ““bathibus”
bathibus”
A ENORME PRESS
ÃO EXERCIDA
PRESSÃO
PELA COLUNA D
’ÁGUA
D’ÁGUA
PRECLUIDIRIA TODOS OS
ORGANISMOS?
♦ EXPEDI
ÇÃO CHALLENGER (1872
-1876, Realeza
EXPEDIÇÃO
(1872-1876,
brit
ânica) 1aa por raz
ões puramente cient
ífica
britânica)
razões
científica
1 - Investigar as condi
ções ffísicas
ísicas do fundo do mar
condições
2 - Investigar a composi
ção da áágua
gua do mar a todas as
composição
profundidades
3 - Examinar a distribui
ção da vida em todas as
distribuição
profundidades, inclusive no fundo do mar
1886 - INICIO DA ERA MODERNA
♦ Martin Knudsen
Knudsen,, Carl Forch e S.P.L. Sorenson
(1899 e 1902).
S /00 = 1,805 Cl /00 + 0,030
00
00
Início de 1900
Química marinha torna-se sub-disciplina
formal de química
A origem do sal intrigava
•
Provinha da dissolução de rochas dos sais do fundo
do mar?
•
De onde provinha essas rochas?
•
Esses sais já existiriam desde da origem do mundo?
•
O que mantinha a salinidade a nível cte?
♦
Victor
Goldschmidt
(1937,
ge
ólogo
geólogo
noruegu
ês), elucidou os princ
ípios gerais
norueguês),
princípios
dos elementos da Terra
♦ Acordo Internacional (1962) Aprova a
revis
ão na equa
ção de salinidade
revisão
equação
S /00 = 1,80655 Cl /00
00
00
RESTANTE DE S
ÉCULO XIX
SÉCULO
♦ Progresso em m
étodos anal
íticos
métodos
analíticos
para medidas de constituintes tra
ços
traços
(Oxig
ênio dissolvido e nutrientes)
(Oxigênio
♦ Pesquisa Sistem
ática e Din
âmica
Sistemática
Dinâmica
(1925 - 1940) - R/V Meteor - Som do eco
para mapear a topografia do fundo do
mar
♦ 1940 - R
ápido desenvolvimento em
Rápido
tecnologia e instrumenta
ção
instrumentação
- Resultado de atividade submarina durante a
segunda guerra mundial.
-M
étodos anal
íticos desenvolvidos para
Métodos
analíticos
medidas de is
ótopos e mat
éria org
ânica
isótopos
matéria
orgânica
- Detec
ção a n
ível sub - nanomolar
Detecção
nível
OCEANOGRAFIA MODERNA
MODERNA
OCEANOGRAFIA
ísica Internacional
♦ 1958 - Ano de Geof
Geofísica
(organizado pela UNESCO)
♦ Projetos Internacionais de pesquisas
que focalizam fen
ômeno em escala global.
fenômeno
♦ Muitas das pesquisas focalizam e predizem o
impacto das atividades humanas na qu
ímica e
química
biologia do oceano
♦ Cole
ção de dados pelo sat
élite
Coleção
satélite
- Navega
ção marinha e observa
ções global do tempo
Navegação
observações
- Seasat e Nimbus
-7 (1978 --…
… ) Medidas de condi
ções Nimbus-7
condições
áágua-superfície,
gua-superfície, inclui temperatura, teor de clorofila
e topografia
- NASA
’s ““Mission
Mission to Planet Earth
” (sat
élite)
NASA’s
Earth”
(satélite)
Entendimentos de fen
ômenos a n
ível global
fenômenos
nível
(mudan
ça de clima)
(mudança
O FUTURO DA OCEANOGRAFIA QUÍMICA
♦ Exceto para a áágua
gua e os seis maiores ions
ions,, todas
as substancias na áágua
gua do mar est
ão presentes a
estão
muito baixas concentra
ções.
concentrações.
♦ A maioria dos elementos est
ão presente em vvárias
árias
estão
e diferentes formas ou esp
écies em áágua
gua do mar. A
espécies
especia
ção de um elemento determina a sua
especiação
reatividade
♦ Com o avan
ço continuado em qu
ímica anal
ítica,
avanço
química
analítica,
nossa habilidade para medir vvárias
árias substancias em
áágua
gua do mar est
á rapidamente melhorando
está
♦ Grande variabilidade temporal e espacial que
ocorrem na maioria dos processos marinhos.
♦ Devido a heterogeneidade e desigualdade, muitas
amostras devem ser tomadas para assegurar
dados representativos.
♦ Amostragem dispendiosa e logisticamente dif
íci ,
difíci
essencial para a constru
ção do modelo a n
ível
construção
nível
global dos ciclos biogeoquimicos
biogeoquimicos..
♦ Fen
ômenos marinhos ttêm
êm sido explicados usando
Fenômenos
equil
íbrio termodin
âmico. É limitado quando rea
ções
equilíbrio
termodinâmico.
reações
qu
ímicas raramente alcan
çam o equil
íbrio no oceano.
químicas
alcançam
equilíbrio
♦ Tentativas a descri
ções cin
éticas de processos
descrições
cinéticas
marinhos ssão,
ão, na maioria, baseados na superf
ície
superfície
da lei de velocidade de 1a ordem, para simplificar
interpreta
ção de dados.
interpretação
♦ A aplica
ção de avan
ços recentes em qu
ímica
aplicação
avanços
química
te
órica e anal
ítica, habilitar
á uma aproxima
ção ais
teórica
analítica,
habilitará
aproximação
sofisticada para o estudo dos processos marinhos
♦ Oceanografia qu
ímica tem sido
química
dividida em dois campos
- Investiga as substancias inorg
ânicas
inorgânicas
no oceano
- Investiga as substancias org
ânicas
orgânicas
♦ RECENTE DESENVOLVIMENTO
- Integra
ção da oceanografia qu
ímica
Integração
química
com a subdisciplina paleoceanografia
- A hist
ória do passado do oceano é a
história
hist
ória do passado do planeta Terra
história
- Paleoceanogr
áficos espera predizer
Paleoceanográficos
o futuro de nosso oceano e planeta
♦ VASTIDÃO DOS OCEANOS
♦ PROPRIEDADES QUÍMICA E FÍSICAS
DA ÁGUA
INCOMUNS
♦ ÁGUA EXCELENTE SOLVENTE
♦ OCEANO IMENSO ABSORVEDOR DE CALOR
♦ VIDA / AGUA
♦ TROCA ENTRE:
ATMOSFERA, CROSTA TERRESTRE E OCEANO
EX: OCEANO - ATMOSFERA
DET. DE HABITABILIDADE DO PLANETA
EX: CROSTA TERRESTRE --OCEANO
OCEANO
CONTRÔLE DA DISTR. DA VIDA MARINHA
♦ SIGNIFICAÇÃO PRÁTICA
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