EPV-0575

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EPV-1143
sábado, 7 de novembro de 2009
7 de novembro – “Uma nova batalha na vida de uma mulher começa aos quarenta anos. Até atingir
essa idade, solidifique pacientemente a base de sua vida com indestrutível boa sorte.” (365 Dias, página
149)
As mensagens EPV têm saído com atraso, por conta de dificuldades com a internet. Da mesma forma,
muitas mensagens solicitando informações ou orientações não foram respondidas. Peço desculpas a
todos e espero poder responder assim que houver normalizado o problema.
Na terça-feira passada ao receber o comunicado do falecimento de um tio da minha esposa, fomos ao
velório cuja cerimônia foi realizada por um clérigo de uma seita budista a qual a família do falecido
tradicionalmente deveria estar seguindo. Não consegui distinguir qual era. Entre os participantes estava
um primo de minha esposa que ocupa uma cadeira legislativa da Capital. Reconhecendo o seu assessor
que o costuma representar, inclusive em cerimônias de homenagens à SGI e ao presidente Ikeda, fui
cumprimentá-lo. Este, ao também me reconhecer, perguntou-me: “A Gakkai ainda não fez as pazes com
a Nitiren Shoshu?” Então eu lhe respondi: “Não! Absolutamente! E isso é definitivo, felizmente, pois uma
religião verdadeira se encontra no povo e não nos clérigos!” Deixei-o pensativo, mas esta é uma
característica de muitos japoneses e descendentes ligados às tradições antigas principalmente a
respeito de religiões.
Há exatamente 18 anos, em 7 de novembro de 1991, a seita Nikken enviou a sua “Ordem de Dissolução”
à Sede da Soka Gakkai. O dia 28 deste mês é o dia em que a “Notificação de Excomunhão” foi enviada.
Após uma petição da Soka Gakkai e da SGI, que contou com mais de 15 milhões de assinaturas, esta
notícia foi muito festejada pelos membros de todo o mundo. E o dia 28 de Novembro, ficou definido como
o “Dia da Independência Espiritual da Soka Gakkai”
Assim como aquele assessor político, muitas pessoas não conseguem ainda compreender a inexistência
de um clero na prática do Budismo Nitiren na SGI. Os novos membros que ingressaram na organização
também desconhecem muitos dos fatos da história, mas não questionam abertamente sobre a liderança
de leigos, isto é, de pessoas comuns sem qualquer identificação com o clero. É exatamente isso que faz
da Soka Gakkai e da SGI um grupo forte e unido porque evidencia a religiosidade e a fé na vida diária.
Uma interessante matéria foi publicada no Brasil Seikyo nº 1552, de 15 de abril de 2000, falando sobre o
Budismo Nitiren e também sobre o surgimento das funções da maldade. Vamos relembrar.
---------------O caminho correto com base nas sagradas escrituras
A luz do humanismo exposto no Budismo de Nitiren Daishonin está reluzindo atualmente em 148 [192]
países e territórios que possuem organizações filiadas à Soka Gakkai Internacional, mostrando com
clareza o porvir da era da paz perene chamada Kossen-rufu mundial.
O alvorecer da era Soka está se aproximando cada vez mais. E essa glória foi construída principalmente
no decorrer dos quarenta anos [quase 50 anos] de liderança do presidente Ikeda, criando pelo mundo a
rede de solidariedade de cidadãos que lutam por um mundo melhor.
Essa grande marcha da SGI é a comprovação do dito dourado de Daishonin: “Se a benevolência de
Nitiren for realmente grande, o Nam-myoho-rengue-kyo propagar-se-á por dez mil anos e mais, por toda
a eternidade. Seus benefícios dispersarão a cegueira de toda a humanidade e bloquearão o caminho ao
inferno de incessantes sofrimentos.” (END, vol. 1, pág. 104.)
O amplo progresso do Kossen-rufu pelo mundo comprova também que a SGI veio mantendo como sua
diretriz básica os ensinamentos expostos claramente nas escrituras budistas. Este é o ponto
fundamental que norteará todo o futuro da SGI, cuja atuação será sempre tal como a “prática do Buda”.
Justamente por isso, a SGI provocou o surgimento dos “Três Obstáculos e Quatro Maldades” e dos “Três
Poderosos Inimigos”, conseguindo derrotar a conspiração da seita Nikken em sua tentativa de destruí-la.
Nas escrituras de Nitiren Daishonin consta claramente que, na alvorada da realização do Kossen-rufu,
um líder budista, respeitado pelos seus seguidores como se fosse um buda, agirá infalivelmente como o
pior dos “Três Poderosos Inimigos” a fim de obstruir o avanço do Kossen-rufu.
Nitiren Daishonin revelou o Nam-myoho-rengue-kyo em 1253 e inscreveu o Dai-Gohonzon em 1279.
Estas duas realizações constituem a concretização do “Kossen-rufu da Entidade da Lei”. Com relação à
realização do Kossen-rufu mundial, Daishonin recomendou nas escrituras que todos devem aguardar o
amadurecimento do tempo oportuno quando surgirão os verdadeiros devotos do Sutra de Lótus.
De acordo com essa afirmação, a Soka Gakkai surgiu depois de setecentos anos para cumprir essa
profecia. Durante esse período naturalmente houve bonzos e membros do Hokkeko, porém eles nada
fizeram para propagar o budismo, muito menos combater as heresias.
Surgimento da Nitiren Shoshu
A Nitiren Shoshu surgiu aproximadamente dez anos antes da fundação da Soka Gakkai. Antes disso, era
chamada de “Escola Nikko da Seita Nitiren” e posteriormente de “Escola Fuji da Seita Nitiren”, sendo,
portanto, considerada como parte da Seita Nitiren. Somente pouco antes da fundação da Soka Gakkai
seu nome foi alterado para Nitiren Shoshu.
Conforme o registro que consta no anuário de religiões dessa época, o número de adeptos da Nitiren
Shoshu era de apenas dez mil pessoas. Estima-se também que o número de adeptos da época de
Nitiren Daishonin era também de aproximadamente dez mil praticantes. Portanto, não houve nenhum
aumento no número de seguidores da Nitiren Shoshu durante os setecentos anos até o surgimento da
Soka Gakkai. Somente depois de sua fundação, o budismo foi propagado amplamente por todo o Japão,
expandindo-se para o mundo inteiro. Podemos afirmar, portanto que a Soka Gakkai surgiu para cumprir
o testamento de Nitiren Daishonin de realizar o Kossen-rufu mundial.
Nas escrituras consta que os devotos do Sutra de Lótus, dispostos a promover o Kossen-rufu, sofrerão a
perseguição por parte de três tipos de inimigos. O primeiro tipo é formado por leigos, o segundo por
monges e o terceiro por sacerdotes de alta posição.
Com relação ao terceiro tipo, o seu surgimento acontece quando se aproxima a concretização do
Kossen-rufu. Nitiren Daishonin deixou claramente escrito há setecentos anos como seria o seu aspecto,
descrevendo sua profissão, fisionomia, vestimenta e até mesmo apetrechos portados por ele. Descreve
também o local de sua residência, como seria sua reputação perante as pessoas e com que palavras
atacaria o verdadeiro devoto do Sutra de Lótus.
O Gosho descreve da seguinte forma: “O terceiro grupo é formado por monges que vivem em lugares
isolados. Esses monges têm todos os sinais aparentes de serem homens muito dignos. Eles possuem
somente três mantos prescritos e uma tigela de donativos, e vivem em retiro num local calmo na floresta
das montanhas, de modo que todos os procuram como se fossem os arhats que viveram na época do
Buda Sakyamuni, como se fossem budas.” (END, vol. 6, pág. 229.)
Essa descrição pode ser aplicada à figura do atual sumo prelado da Nitiren Shoshu. Ele vive isolado no
Templo Principal Taissekiji, um local calmo nas florestas das montanhas, usa o manto e a veste clerical,
inclusive o juzu, e é venerado por todos como se fosse um buda.
Nitiren Daishonin deixou tudo esclarecido para que os praticantes de outras eras não fossem enganados
pelo sumo prelado por acreditar nele como se fosse um buda. Ele recomenda que esse sumo prelado
seja banido da Nitiren Shoshu. Seguindo essa recomendação, Nikko Shonin colocou em seu testamento
a seguinte advertência: “Se o sumo prelado em exercício ditar normas arbitrárias que se oponham ao
budismo, ninguém deverá adotá-las.” Portanto, Nikko Shonin adverte que não devemos seguir um sumo
prelado que contrarie os ensinamentos de Daishonin.
-----------------------Antonio Nakamura
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