Uma multidão de 50

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Prof. Murillo Ranulpho Tavares Júnior
O QUE É?
Conceito atual:
A impotência sexual (na nomenclatura moderna usa-se o termo Disfunção Erétil), é
definida como a incapacidade persistente de atingir ou sustentar uma ereção adequada
para permitir uma relação sexual satisfatória.
Para o indivíduo ser considerado impotente, é necessário manifestar disfunção erétil
permanente. Falha ocasional de ereção, que pode acontecer com qualquer homem não
se enquadra nessa categoria.
Por outro lado, quando se fala em impotência sexual, muitas vezes estamos nos
referindo a outras manifestações da sexualidade masculina que nada têm a ver com a
ereção, como a falta de desejo ou de orgasmo e a ejaculação precoce ou retardada.
Por isso, o termo impotência sexual, na literatura, foi substituído por disfunção erétil
quando significa a incapacidade de conseguir ereção satisfatória para o ato sexual.
Estima-se que, em âmbito mundial, uma população em torno de 155 milhões de
homens apresentem disfunção erétil. Estima-se também que, em 2005,
aproximadamente 300 milhões de homens manifestarão esse problema.
Considerando-se a população adulta acima de 18 anos, estima-se, ainda, que 52% dos
homens apresentarão algum grau de disfunção erétil: 10% representam os casos
graves; 25%, os de disfunção moderada e 17%, os de disfunção mínima.
No Brasil estima-se que 11 milhões de homens sofram de algum grau de disfunção
erétil e, devido ao aumento de expectativa de vida da população, a prevalência esperase que aumente mais.
O homem diante de problemas de natureza orgânica ou emocional, poderá desenvolver
a interrupção de qualquer um dos fatores que compõem o ciclo de resposta da
atividade sexual (desejo, excitação, ejaculação e orgasmo). É importante compreender
que inúmeros fatores podem estar envolvidos nos casos de disfunções sexuais e,
muitas vezes, observamos a presença de uma associação de fatores diversos.
O estado psíquico em relação ao sexo pode gerar ansiedades, culpas, medos,
hostilidades e defesas, interferindo indiretamente na sua atividade sexual.
Os dados da literatura científica mostram que menos de 10% dos homens afetados
acabam, de fato, sendo tratados.
A maioria dos homens experimenta, em algum momento de suas vidas, incapacidades
ocasionais de ereção, usualmente em razão de fadiga, estresse ou consumo excessivo
de álcool.
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