grupo social

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GRUPO SOCIAL
A compreensão dos processo de atividades grupais é de vital importância para o indivíduo.
)Hoje em dia praticamente todas as atividades nos campos profissionais, os mais diversos, são
voltadas para o trabalho em equipe. Dessa forma a compreensão dos processos de atividades
grupais pode levar o indivíduo não só a ser um dirigente das forças desse grupo, como também
compreender melhor as situações que o rodeiam, permitindo-lhe um melhor desempenho de
papéis em nossa sociedade.
Grupo pode ser descrito de muitas maneiras, mas não existe uma só definição precisa que,
de modo apropriado e conciso, abarque o conceito dos pequenos grupos. Em poucas palavras,
pode-se dizer que existe um grupo quando duas ou mais pessoas possuam com uma das
qualidades de suas relações, certa independência exceto a unidade reconhecíveis aqueles que
compõem o grupo encontram frente a frente e formam opiniões distintas uns dos outros. Existe
uma interação; quer dizer, cada um dos componentes reage diante das conduta de cada um dos
outros. Os indivíduos que compõem o grupo não só atuam sobre os outros reciprocamente, mas
muitas vezes atuam juntos e maneira uniforme em face ao seu ambiente
A base para classificar a conduta humana como conduta de grupo é a interação, pois essa
é a propriedade que todos os pequenos grupos tem em comum. Em todas as definições de grupos
pequenos se afirma de modo implícito ou específico que para que um grupo seja tal; tem que
haver nele a interação. A proximidade meramente física, onde não exista influência mútua, não
cria grupo. Um grupo, nesse sentido, supõe que as pessoas que o formam devem se influir
mutuamente, mas não que se influam igualmente.
CARACTERÍSTICAS DOS GRUPOS
Interação
O conceito de interação, se refere a algo mais que as ações de um membro sobre o outro.
Abarca uma esfera de relações humanas dentro das quais há uma simultaneidade recíproca entre
respostas
Grupo no sentido empregado é distinto do agregado ou classe. Situar pessoas (ou coisas
neste contexto), em categorias, como idade, sexo, ou filiação a partido político, é simplesmente
agrupá-los. No agrupamento, contudo os indivíduos são colocados juntos apenas no papel; no
caso de grupo há interação entre as pessoas e uma consciência do seu companheirismo
A interação ,pode dar-se entre um grupo e outro, entre os membros de um grupo e entre
subgrupos dentro de um grupo maior. O conceito de interação compreende os meios pelos quais
os indivíduos se relacionam uns com os outros e produzem tarefas que contribuem para o
desenvolvimento, manutenção e crescimento do grupo ou do sistema social; se refere às
modificações de comportamento que se dão quando duas ou três pessoas entram em contato por
um determinado período. Os indivíduos influem uns sobre os outros através da linguagem,
símbolos, gestos e outras formas de comunicação.
Estrutura
A estrutura em um grupo é algo que pode ser concebido como uma rede de papéis
diversos, de posições e de expectativas recíprocas. Os papéis que são assumidos individualmente
são definidos pelas funções que são realizadas pelo indivíduo na sua contribuição ao grupo. A
situação implica uma hierarquia ou posição. O comportamento que se espera de certas pessoas
que ocupam determinadas posições constitui os papéis dessas pessoas no grupo.
Formal: Todo grupo formal tem estrutura devidamente organizada. Uma característica própria de
todos os grupos formais de trabalho é a diferenciação dos papéis e das responsabilidades com
relação a propósitos, tarefas e finalidades do grupo. O propósito ao organizar e estruturar qualquer
grupo de trabalho é o de saber que o grupo pode alcançar finalidades eficazmente. Em muitos
grupos de trabalho a função de chefe é um elemento importante na estrutura e organização. O
desenvolvimento dessa estrutura implica agrupar os indivíduos de maneira que possam atingir
melhor seus objetivos. Também implica o problema de agrupá-los de um modo que suscite melhor
a cooperação e que permita ao chefe atuar eficientemente. Assim,, a responsabilidade ou os
deveres dos membros ficam estabelecidos na estrutura formal dos grupos de trabalho.
A estrutura formal não determina por si só o papel que se espera que os seus membros
desempenhem. São estes que estabelecem essas expectativas levando em consideração a
organização como um todo e o que cada um espera do outro membro. A estrutura formal pode ter
uma grande influência sobre o tipo de relações pessoais que são desenvolvidas, mas não
determinam de antemão todos os tipos adicionais de experiências que surgem.
Informal: É quando a relação entre seus membros são cordiais, coerente, eleva a auto-estima, é
livre, espontâneo; possui um clima de amizade, apoio e de ordem afetiva.. Com freqüência influem
de forma positiva na produtividade.
Os padrões são estabelecidos para organizar a convivência do grupo, para conseguir
atingir os resultados do grupo e atender as necessidades das pessoas. Mesmo grupos informais
estabelecem seus padrões: se você se vestir diferente, falar diferente, não se reunir com o grupo, o
que acontece?!
Contudo, os membros do grupo nem sempre cumprem os padrões, por isso existem as
“pressões”, quer forçam os membros do grupo a agirem de acordo com as regras do grupo. Tanto
nos grupos formais como nos informais existem “pressões” e padrões. A grande diferença é que
nos grupos informais é mais provável que todos se responsabilizem pelos padrões; enquanto que
nos grupos formais geralmente existam pessoas que tem o papel de manter os padrões. Por
exemplo na sala de aula é esperado que o professor mantenha a ordem. Conforme a maturidade
do grupo se estabelecem padrões/pressões mais ou menos rígidos.
Grupos maduros podem exercer a disciplina consciente: o aluno pode levar a prova para
fazer em casa, pois há consciência que a cola só prejudica o aluno, portanto ele não cola. Ou em
ocasiões em que um dos parceiros está envolvido com o trabalho e não pode acompanhar o
companheiro a uma festa, mas fica tranqüilo em sua atividade, pois tem segurança dos
sentimentos que os unem.
Normas
A medida que a estrutura de um grupo toma forma, os membros deste chegam a preferir
certas maneiras distintas de empreender suas atividades importantes: podem adotar um nome
para si mesmo; estabelecer normas de como um membro deve ou não comportar-se com respeito
a seus companheiros ou estranhos. Norma social é um termo geral empregado para referir-se a
qualquer e a todos os produtos de interação social que são compartilhados pelos participantes e
que regulam sua conduta individual. Muitas normas incluem o que se espera e ainda o que é ideal
para aqueles que participam do grupo. O comportamento valorizado em uma norma não é só uma
maneira de aturar. Aso, contrário, geralmente existe uma variedade de gêneros de
comportamentos são considerados aceitáveis ou convenientes, e uma variedade de gêneros de
comportamentos que são considerados bastantes discutíveis. As normas provém da interação do
grupo e podem incluir seus costumes, tradições, códigos, valores, medidas, regras, modas e
manias.
Força do Grupo
A medida que os membros do grupo continuam exercitando a interação durante um período de
tempo, chegam a compartilhar, em um grau maior, expectativas, esperanças acerca de como seus
membros devem atuar e pensar.
Cartwright e Zander explicam que o comportamento dos indivíduos numa sala de aula apresentam
identidade porque:
-os membros chegam a conhecer e perceber e fazer as coisas de uma maneira semelhante,
porque se acham em mesmo meio e estão afetados pelos mesmos estímulos./
-as pessoas nos grupos atuam de modo semelhante porque cada indivíduo deseja estar seguro de
que é inteligente e que interpreta corretamente os fatos que o rodeiam; assim, em períodos de
incerteza, aceita as opiniões dos membros que lhe agradam e em quem confiam
-os indivíduos do grupo chegam a comportar-se de maneira similar porque há forças que o
pressionam para fazer com que se conforme
Objetivos
Toda vez que temos um grupo, temos consequentemente um propósito a ser alcançado.
Este aspecto é importante na compreensão da atividade grupal, porquanto da maior ou menor
clareza dos objetivos, nós teremos um maior ou menor rendimento no trabalho de grupo.
Bany e Johnson colocam que: “qualquer meta aceita pelos membros de um grupo, consciente e
inconscientemente, faz atuar forças impulsoras sobre os membros e a magnitude da influência
varia entre os membros e segundo os ,objetivos. Quando a maioria dos membros do grupo não
estão se entregando para os mesmos objetivos, há contínuas divergências no trabalho. A estrutura
dos sub-grupos dedicados a diferentes objetivos induz a desorganização das forças dentro da
estrutura total do grupo. Mais ainda, quando as metas do grupo não são plenamente aceitas, elas
tem escasso poder para influir no comportamento dos membros e existe muito pouco
comportamento orientado para a tarefa.
Na realidade, é preciso considerar que os objetivos são de duas ordens: objetivos orientados para
a tarefa e objetivos voltados para a satisfação do grupo. Jennings deu a essas situações dois
nomes diferentes: socio-grupo e psico-grupo. Os dois estão sempre presentes na execução de um
trabalho e o indivíduo menos avisado pode não entender o trabalho de seu grupo porque não
compreendeu as duas situações.
O indivíduo, ao participar de uma certa atividade grupal em que uma tarefa deve ser cumprida,
precisa antes de mais nada procurar entender até que ponto realmente os membros do grupo
estão concordes no assunto e isso é feito procurando verificar como cada membro está realmente
entendendo o problema. O fator comunicação, passa portanto a ser de essencial importância na
formação de objetivos comuns aos membros do grupo.
Coesão
Um grupo coeso tende a criar um clima que torne possível um maior trabalho em conjunto
com seus membros. Esta característica poderia ser definida funcionalmente como a resistência de
um grupo em desestruturar as forças que o compõem.
Cartwright e Zander verificaram que a coesão se desenvolve quando:
-se cria a convicção de que as necessidades pessoais podem ser satisfeitas quando as mesmas
atuam em grupo.
-se prestigiam as vantagens pessoais conquistadas através da atividade de grupo.
-se procura exaltar o potencial de grupo no sentido de proporcionar uma melhor posição social
para o indivíduo (aquisição de status através de grupo)
Coimo conseqüência da coesão temos:
-uma atividade responsável; os indivíduos que se sentem mais atraídos por um grupo, assumem,.
com maior freqüência, a responsabilidade pela organização participam mais facilmente nas
reuniões, assistem mais facilmente as reuniões e permanecem mais tempo como participantes.
-Influência interpessoal; os componentes atraídos tentam mais depressa influir os outros, estão
mais dispostos a ouvir os outros e aceitam mais facilmente a opinião dos outros e mudam com
mais freqüência sua opiniões, a fim de adotar a dos companheiros.
-semelhança de valores; os participantes muito atraídos pelo dão mais valor aos objetivos do
grupo, aderem mais intimamente aos padrões do grupo, apresentam um impulso maior para
proteger os padrões do grupo através de pressão ou rejeição das pessoas que o transgridam,.
-desenvolvimento de segurança; os participantes atraídos pelos objetivos do grupo, encontram
mais facilmente a segurança ou alívio da tensão nas atividades comuns e menos inquietação e
nervosismo.
Os grupos como os indivíduos podem definir-se de acordo com as normas e configurações
peculiares de suas características. Essa diferença nas normas e combinações faz com que o grupo
seja único. A personalidade do grupo representa que, um grupo, é como um todo e forma de atuar
também. Por exemplo, mesmo que todos os grupos tenham o mesmo grau de estrutura, cada
grupo é identificado pela natureza peculiar de sua organização interna. Esta implica nas normas de
direção, número de sub-grupos e todos os vários fatores que se referem ao sistema interno do
grupo. O resultado final ou realização total do grupo que se produz, devido aos tipos peculiares de
atributos e características que lha dão sua identidade foi denominado por Cattell de “sintalidade”.
Entram aí, os valores dos grupos e o seu grau de espírito fraterno. As diversas propriedade
e características, em suas múltiplas e distintas relações, ao serem consideradas coletivamente
formam um quadro misto da natureza específica do grupo e o dotam com, atributos que compõem,
a sua personalidade e que o fazem único.
LÍDER DE OPINIÃO
O líder emerge do grupo para conduzi-lo a solucionar problemas, a dar resultados e atingir
seus objetivos.. O líder de opinião é aquela pessoa a quem se pede orientação, um conselho ou
simplesmente se imita, porque se pressupõe que ela tem maior conhecimento sobre um assunto
ou tem qualidades e atributos que fazem sua opinião ser seguida
GRUPO DE REFERÊNCIA
Os grupos de referência tem função normativa positiva para quem quiser participar dele, ou
negativa em caso contrário. Você já pensou porque você bebe cerveja, usa jeans, namora, inicia
vida sexual, faz faculdade? geralmente você está sendo “pressionado” pelo seu Grupo de
Referência que exerce uma pressão para a conformidade que leva os membros do grupo a repetir
o que a maioria do grupo faz, fala, pensa e consome., pois quem aceita as imposições do grupo
geralmente está querendo ser bem-vindo, reconhecido como um dos “nossos”. É alvo da
afetividade do grupo.
INFLUÊNCIA DO GRUPO
Como vimos anteriormente os grupos influem no comportamento dos seus participantes
direcionando o comportamento, os assuntos, e consequentemente o padrão de consumo. Uma da
maneira de influência é através da auto-imagem e da auto-estima
Auto-Imagem: é a percepção que pessoa tem de si mesma e que é formada por influência do
grupo. O núcleo central da auto-imagem consiste do seu nome, sua imagem corporal, seu sexo,
sua idade, profissão. Normalmente as pessoas procuram formar uma auto-imagem favorável de si
mesmas, embora elas sejam bastante vulnerável à opinião do grupo.
Quanto mais a pessoa está consciente de si, mais segura e apta para o convívio social.
Auto-Estima: é o grau de aprovação que a pessoa atribue a ela mesma. É o quanto a pessoa se
acha digna de respeito, elogio, atenção. A auto-estima é influenciada pelas mensagens que elas
recebe desde pequena: “Você não faz nada certo”, “Você não vai conseguir” são mensagens que
desvalorizam a pessoa e geram uma auto-estima baixa.
Eu-Ideal: é o que a pessoa gostaria de ser, é um objetivo que as pessoas se colocam fruto de
características que elas admiram nos pais, professores, parentes amigos, chefes, artistas ou
personagens fictícios. Quando estamos na adolescência iniciamos a construção da nossa
identidade em contato com os diversos grupos sociais dos quais passamos a participar. Nós
negamos aquelas características de nossa identidade na família, para formar a identidade social.
Há uma tentativa de estabelecer uma coerência entre a auto-imagem,, auto-estima e eu-ideal que
permite estabelecer nossa nova identidade social.
Assim a identidade é construída nas relações com os diversos grupos que nós mantemos contato,
é uma consciência de si mesmo frente aos outros que nos faz sentir únicos, capazes de concretizar
um projeto de vida.
GATEKEEPING
Ao traduzirmos esta palavra temos: “Gate”= portão e “Keep” = guardar, proteger.
Gatekeeping significa a ação de fazer as pessoas participarem dos objetivos comuns, criando-se
um clima de aceitação, e envolvimento, é a solicitação direta , pois quando alguém participa se
sente mais motivado, mais satisfeito, envolvido e comprometido proporcionalmente a sua
participação. O gatekeeping existe, quando todos os componente de um grupo participa. É a
manutenção do grupo, que é o “chamado” a todos se envolverem, a participarem, enfim a se
interagirem, pois não havendo interação o grupo deixa de existir.
O Não envolvimento progressivo pode levar:
-à desintegração do sistema grupal, como já foi dito acima, pois um grupo depende da coesão
-à resistência a mudanças;
-à indiferença e alienação dos objetivos;
à revolta contra a estrutura;
à concordância passiva e improdutiva.
Para se processar mudanças em grupo é preciso que se mostre a realidade, sob vários
ângulos para que fique claro, verificar se o que foi expressado está sendo colocado em prática se o
grupo se mobilizou. Chamar o “adulto” que existe dentro dos membros do grupo e sua
responsabilidade, pois geralmente exigem que os outro façam, que o chefe “conduza”, para esta
nova proposta é necessário que se chame várias vezes o grupo à realidade e a maturidade do que
lhe cabe e do que cabe ao outro e do efeito “dominó” das interdependência dos membros.
Com respeito a formação de atitudes Kurt Lewin identificava três grupos:
-Aquele que não sente nenhum desejo ou aspiração para evoluir ou mudar, que neste caso é
impossível implantar a mudança, a não ser que se estabeleça claramente as necessidades de se
cumprir as metas, ou se estabelecer um novo grupo integrando os membros deste grupo em outros
grupos, mais formados e integrados. no que se deseja atingir.
-Elementos conformista e não conformista, ou seja o grupo dividido em duas opiniões diferentes,
favoráveis e não favoráveis a mudança.
-O grupo deseja e experimenta desejo, aspiração de mudanças, procurando evoluir cada vez mais,
neste caso, é interessante estimular o desenvolvimento do potencial de cada um para que o grupo
fique cada vez mais forte e até estabeleçam critérios de envolvimento dos demais grupos, ou
subgrupos que se encontram em outros setores.
SOCIOMETRIA
Jacob Levi Moreno, psicodramatista, estabeleceu alguns critérios para um estudo
matemático e estatístico das interações e das estruturas grupais. É o teste sociométrico cujo
objetivo é diagnosticar os problemas e a natureza dos grupos, orientando a pessoas sobre esta
realidade.
O teste é realizado de forma escrita, pois ao escrever as pessoas organizam seus
pensamento elaborando um processo de reflexão maior.
Os funcionários são orientados para escolherem entre seus colegas de trabalho em ordem
de preferência, ou seja de forma seqüencial, 3 pessoas de acordo com a finalidade determinada na
questão que se formula, de acordo com a situação de conhecimento que a organização precisa
conhecer, em conjunto com os nomes de todos os funcionários envolvidos. A formulação das
perguntas devem ser realizadas de acordo com a finalidade de explorar e conhecer as interações
grupais da organização. As vantagens de se realizar o sociograma está em se obter um melhor
entrosamento entre os membros de uma equipe, colocando os integrantes de forma a satisfazer as
necessidades, facilitando a iteração grupal, pois se estabelecem os membros do grupo de acordo
com as preferências, logicamente após uma apurada análise dos resultados do teste. Para melhor
compreensão de como se realiza a sociometria em anexo a xerox do capítulo 13, página 122, do
livro “A Psicologia Organizacional”, de Antônio Xavier Teles, que coloca de forma resumida a
preparação e conclusão de um teste sociométrico. Ressalto que apesar do exemplo, ao qual o livro
estuda se tratar de estudo de relação de grupo dentro da organização, o teste sociométrico é muito
utilizado em outras esferas, como para estabelecer novos átomos familiares, escolares, políticos e
outros.
DIFERENÇA COOPERAÇÃO COMPETIÇÃO
COOPERAÇÃO
COMPETIÇÃO
Os objetivos podem ser penetrados pelo outro Mesmo outro indivíduo dividir os objetivos com
indivíduo e vice versa, ou seja: intero outro, não conseguem atingi-lo
relacionamento
Jogo do frescobol
Jogo do Ping-Pong/tênis
Maior auxílio mútuo entre as pessoas, e
Menos coordenação de esforços,
menos conflito interno
impossibilitando o outro de chegar ao objetivo
Execução de diferentes trabalhos por
Maior rigidez mediante uma mudança
diferentes indivíduos do grupo
simultaneamente, maior flexibilidade diante de
uma mudança.
Forças dirigidas para um mesmo ponto, a fim
Maior número de idéias, porém sem
de completar a tarefa, existindo até pressão
significado comum, gerando menor atenção de
dentro do grupo para isto
uns pelos outros.
Maior conhecimento entre os membros do
Se preocupam mais com os movimentos dos
grupo e maior amizade, provocando
outros do que com a realização da tarefa, se
aprendizado de uns com os outros, maior
tornando menos produtivo, provocando
produtividade, maior rapidez na produção e
dificuldade na comunicação, levando mais
melhor qualidade
tempo para produzir , e sua produção terá uma
qualidade inferior
Negociação/acordos
Discussão/debates
Estimula a incentivar o outro
Estimula a desfazer o outro
Ganha/Ganha
Ganha/perde
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bany M. e Johnson, L.V., La dinâmica de Grupo en la educación - Aguilar - México - 1965
Cartwright e Zander, Dinâmica de Grupo - Herder - SP - 1967
Gade, Christiane - Psicologia do Consumidor - EPU - SP - 1980
Olmested, M.S. - O pequeno grupo Social - USP - SP - 1970
Teles, Antonio Xavier - Psuicologia Organizacional, A Psicologia na Emopresa e na Vida em
Sociedade -Editora Ática – 1994
A. CARACTERÍSTICAS DO GRUPO
o Interação
o Se influir mutuamente
o Produzem tarefas que
contribuem para:
 Desenvolvimento
 Manutenção
 Crescimento do grupo
 Do sistema social
o Agrupamento
 Idade,
 Sexo
 Filiação
 Partido político
o Estrutura
o Formal
 Definição de papéis
 Responsabilidade
 Propósitos
 Tarefas
 Finalidades
o Informal
 Livre
 Espontâneo
 Clima de amizade
 Apoio
 Ordem afetiva
o Normas
o Gênero e comportamento
o Costumes
o Tradições
o Códigos
o Valores
o Medidas
o Regras
o Moda
o Manias.
o Força do Grupo
o Afetados pelos mesmos
estímulos
o Comportar-se de maneira similar
o Atuam de modo semelhante
o Aceitam opiniões de quem
confiam
o Objetivo
o Objetivos voltados para a
satisfação do grupo
o Coesão
o Maior trabalho em conjunto com
seus membros
o Atividade responsável
o Influência interpessoal
o Prestigiam as vantagens
pessoais
o Desenvolvimento de segurança
o Semelhança de valores
o Aquisição de status através de
grupo
a) GRUPO DE REFRÊNCIA
o Reconhecimento
o Atitudes
(a) LÍDER DE OPINIÃO
o
o
o
o
Soluciona problema
Dá resultados
Atinge os objetivos
Conhece
INFLUÊNCIA DO GRUPO
o Auto Imagem
o Nome, Imagem Corporal, Sexo,
Idade, Profissão
o Auto Estima
o Grau de aprovação que a
pessoa atribui a ela mesma
o Eu ideal
o A pessoa gostaria de ser
o Características que elas
admiram em alguém
o Identidade Social
o Formada
o Coerência entre a auto-imagem,
auto-estima e eu-ideal
(2) GATEKEEPING
o Manutenção
o Envolvimento
o Objetivos Comuns
o Comprometido
o Participação
o Motivado
SOCIOMETRIA
o Teste que mede as interações
2.
TOMADA DE DECISÕES EM GRUPO
o Decisão por falta de reação
o Várias idéias de todos
o Decisão pelo uso de autoridade
o Grupo cria idéias, mas a idéia final é do
líder
GRUPO INTERAGE PARA COMPARTILHAR INFORMAÇÃO E TOMAR
DECISÃO
EQUIPE DE TRABALHO: gera sinergia através de esforço coordenado e melhora
o desempenho co melhores resultados
TIPOSDE EQUIPES:
o SOLUCIONADORAS DE PROBLEMAS: visa melhorar a qualidade eficiência e
o ambiente de trabalho. Ex. equipes de qualidade, investigam causas,
recomendam atividades preventivas e ações corretivas.
o AUTOGERENCIADAS: planejamento, escalonamento, controle coletivo de
trabalho decisões operacionais estabelecem seus próprios horários (xerox, gm)
o FUNCIIONALIDADE CRUZADA: nível hierárquico equivalente mas de setores
diferentes, desenv. Idéias,coordenem projetos complexos
TAMANHO
o 10 a 12 membros gera mais coesão e responsabilidade
HABILIDADES
o Solucionar problemas
o Tomar decisões
o Gerar alternativas e avaliar
o Fazer escolhas
o Interpessoais, saber ouvir
PAPEIS
o Conector: coordena/integra
o Criador: da inicia as idéias criativas
o Promotor: defende idéias depois delas serem implementadas
o Assessor: analise perceptiva das opções
o Organizador: da estrutura
o
o
o
o
o
Produtor: dá direção e acompanhamento total
Controlador: examina detalhes e reforça regras
Mantenedor luta em batalhas externas
Conselheiro: estimula a busca de novas informações
Quando as equipes fracassam
O trabalho em time é bom. Ninguém duvida. O problema é que na maioria
das vezes há um incrível desperdício de tempo e talento
Equipes, equipes, equipes. De uma forma ou de outra, estamos sempre
envolvidos em equipes. Na maior parte do tempo, pertencemos a um time no
departamento, no setor ou na unidade de negócios. Muitas vezes, somos
deslocados para projetos especiais ou entramos em times virtuais. Enfim, o
trabalho em equipe faz parte do nosso dia-a-dia.
Quantas vezes, porém, você realmente sentiu que pertencia a um time? Quero
dizer o seguinte: você sentiu que estava contribuindo para algo grandioso? Não
estranhe se sua resposta for "raríssima". "Os times fracassam em 90% dos
casos", diz o professor Joel Dutra, do MBA da USP. "Há falta de entrosamento
entre as pessoas, elas não compartilham os objetivos e não conseguem ver
vantagens em estar ali." Sem isso, diz ele, não há um time. Há, apenas, um grupo
que se reúne na mesma sala.
Atenção: isso não quer dizer que as empresas deixem de alcançar os resultados
(financeiros, por exemplo) esperados das equipes. Quer dizer que os times
deixam de cumprir sua função primordial: alcançar as metas via motivação,
envolvimento e paixão das pessoas. "Quando as empresas falham em conseguir
isso, elas buscam o resultado na pressão", diz Dutra. Por mais que as empresas
tenham insistido nos últimos anos na importância do trabalho em equipe, a maioria
ainda falha na hora de criar condições para o sucesso do time.
Para Paula Caproni, cujo curso sobre trabalho em equipe é um dos
mais procurados no MBA da Michigan Business School, o fracasso dos times faz
com que as pessoas se sintam como se estivessem vivendo o inferno na Terra.
Segundo ela, o vilão são os líderes. Paula diz que eles freqüentemente dão muita
ou nenhuma direção aos liderados. Pouca direção significa que o líder não cria
fronteiras claras, como metas, medidas de performance, prazos.
"Conseqüentemente, os membros do time tentam descobrir o que o líder quer, e
isso causa perda de tempo e ansiedade", diz Paula. Dar muita direção também é
ruim porque o líder procura controlar o time. Esse é o líder que tenta resolver
todos os problemas - em vez de delimitar as fronteiras e deixar o time descobrir
como trabalhar dentro delas. O líder, segundo Paula, tem a responsabilidade de
criar um contexto que inspire alta performance. "O ser humano precisa de
significado, sentir-se competente, acreditar que pertence a algo e ver algum grau
de consistência no que faz", diz Paula.
"Nos dias atuais, uma experiência ruim num time é uma incrível perda de tempo e
talento." Uma das maneiras de evitar erros é aprender com experiências
anteriores. "Eu raramente vejo os times refletirem sobre os fatores que
contribuíram para seu sucesso ou fracasso, embora isso influencie
tremendamente seu resultado futuro", afirma
7 pecados capitais das equipes
Há 15 anos Mário Marques ajuda empresas a montar times de sucesso pela
consultoria Fator Incremental, de São Paulo. É dele a lista bem-humorada
dos maiores erros cometidos por líderes e membros de equipes:
1o pecado: "Espelho, espelho meu, existe alguém mais genial do que eu?" Ocorre
quando alguém se acha a estrela do time
2o pecado: Guerra das estrelas: o que não falta nesse time são estrelas
3o pecado: Os Três Mosqueteiros, versão reduzida: em vez do famoso um por
todos, todos por um, nesse grupo só acontece o todos por um. O líder só está
interessado nos próprios objetivos
4o pecado: Síndrome do Pinóquio: ninguém mais acredita no que o líder fala.
Ele(a) perdeu completamente a credibilidade
5o pecado: Os cavaleiros da Idade Média: no passado, eles usavam armadura por
razões de segurança. Numa equipe, esse é o líder que se protegeu tanto a ponto
de se tornar inatingível
6o pecado: Os adeptos do Noé, não é comigo: vale para líderes e membros de
equipe que não assumem responsabilidades
7o pecado: Missão impossível: É típico das equipes que não acreditam que
podem atingir os objetivos
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