Reino Animalia

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Vida nos Recifes
 http://www.youtube.com/watch?v=YJwESgeDBis
Aquecimento global e os corais
brasileiros
 http://www.youtube.com/watch?v=mzMELsm6h18
 RIO - As mudanças climáticas começam a deixar os recifes
de coral do Brasil menos coloridos. E não se trata de uma
constatação estética. O branqueamento dos corais é o passo
que antecede a sua morte, com graves consequências para
os ecossistemas marinhos. Os corais perdem a cor porque
as algas com as quais vivem em simbiose e lhes dão seu
espetacular colorido são sensíveis a variações de
temperatura e morrem. O fenômeno já é observado em
pontos isolados do litoral brasileiro, numa faixa que
abrange 2.500 quilômetros.
 O aquecimento das águas do Oceano Atlântico, que tem
atingido temperaturas recordes nos últimos anos, prejudica
a associação entre algas e corais, pois ambos dependem de
uma troca de favores para sobreviver. O coral, animal
minúsculo que tem tecido transparente, permite a entrada
de algas naquele espaço. São os pigmentos delas que
garantem o colorido dos recifes coralinos . Os corais
fornecem abrigo e nutrientes as suas inquilinas; as algas,
em troca, realizam fotossíntese e servem de alimento a seu
anfitrião. Imensas colônias de corais formam os recifes, dos
quais dependem centenas de outras espécies marinhas.
 " A temperatura registrada no mar está alta demais. O calor
faz as algas liberarem, dentro do coral, uma substância
semelhante à água oxigenada. O coral, então, expele as
algas de seu tecido e retoma sua coloração transparente "
 Essa aliança, no entanto, depende de condições muito bem definidas
de luminosidade e temperatura. Se um desses fatores sai de controle, as
algas entram em superprodução - e, assim, são expulsas pelos corais.
Estudo da equipe do projeto Coral Vivo revelou que esse conflito tem
ocorrido com frequência nos recifes de cinco estados brasileiros: Rio de
Janeiro (na Baía da Ilha Grande), Bahia, Pernambuco, Paraíba e Rio
Grande do Sul.
 - A temperatura registrada no mar está alta demais - lamenta Clóvis
Castro, professor do Museu Nacional e coordenador do projeto Coral
Vivo. - O calor faz as algas liberarem, dentro do coral, uma substância
semelhante à água oxigenada. O coral, então, expele as algas de seu
tecido e retoma sua coloração transparente.
 A resistência dos corais à vida sem as algas é variável - depende de sua
capacidade para captar alimentos. Aqueles que supriam suas
necessidades quase exclusivamente com as algas podem morrer
rapidamente. Alguns, porém, conseguem sobreviver alimentando-se do
material orgânico de recifes. A dieta precária dura até um novo grupo
de algas, mais adaptado às temperaturas mais altas, povoar os corais.
Texto completo em http://www.trerj.gov.br/portal_ambiental/jsp/download_arquivo.jsp?id=25381
Outros Cnidários
 Hydra: alimentação e
reprodução
http://www.youtube.com/wa
tch?v=VtAheq0JW7g
http://www.youtube.com/wa
tch?v=WQLfsHMc6jQ
 http://www.youtube.com/
watch?v=9fi6kGuNWtw
 Anêmonas, Medusas e
Hydras
http://www.youtube.com/
watch?v=9fi6kGuNWtw
Filo dos Platyhelminthes
 Platelmintos são animais do filo (do grego platy, achatado
+ helmins, verme) que pertencem ao reino Animalia. São
considerados vermes.
O filo Platyhelminthes divide-se nas seguintes classes:
 Turbellaria (Turbelários) - Platelmintes de vida livre, com
epitélio ciliado, ocelos , que são estruturas
quimiorreceptoras, que ajudam esses animais a localizar
alimentos e a detectar os predadores. Exemplo: Planária
(Digesia tigrina)
 Trematoda (Trematódios) - Vermes parasitas com epiderme
não-ciliada e uma ou mais ventosas. Exemplo:
Schistosoma mansoni
 Cestoda (Cestódios) - Formas parasitas com corpo dividido
em anéis ou proglotes. Exemplo: Taenia solium.
Planárias - regeneração
 http://www.youtube.com/watch?v=LwBc5bK4BUQ
 http://www.youtube.com/watch?v=RoCgSlVF4iU
 Para Casa
Livro – exercícios 177, 185 e 186
Leitura do capítulo 19 e 20
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