avaliação do desperdício de alimentos em unidades de

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AVALIAÇÃO DO DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS EM UNIDADES DE ALIMENTAÇÃO NO BRASIL E SEU
IMPACTO NA POPULAÇÃO
Autores: Zoraia Moura da Silva- Mestranda da USP e Coordenadora de Projetos Científicos da
Empresa Controlare Segurança Alimentar
Bruna Lourenço Januário
Elineides Santos Silva
Maria Aparecida R. Silveira
Palavras chave: Desperdício de alimentos, UAN, desenvolvimento sustentável
RESUMO
INTRODUÇÃO
Considera-se uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) como uma unidade de trabalho ou órgão de
uma empresa, cuja finalidade é a de desempenhar atividades relacionadas à alimentação e nutrição (TEIXEIRA et al,
2006).
A etapa de manipulação dos alimentos em que ocorre a grande parte do desperdício em decorrência de
processamento inadequado é o pré-preparo. É nesta fase em que o alimento é descascado, lavado, selecionado,
fragmentado, etc.
Baseando-se nos dados fornecidos pela Organização das Nações Unidas o Brasil encontra-se entre os
principais países que desperdiça alimento no mundo uma vez que, 30% de tudo o que se produz torna-se lixo
(INSTITUTO ETHOS, 2010).
Podendo ser considerado um problema de Saúde Pública, existem estudos, movimentos e campanhas que
visam conscientizar sobre o desperdício de alimentos e práticas auto-sustentáveis.
OBJETIVOS
Por meio de revisão bibliográfica nos bancos de dados MEDLINE e LILACS, no período entre 2002 e 2010, o
trabalho teve como objetivo verificar na literatura a temática sobre o desperdício de alimentos e desenvolvimento
sustentável em Unidades de Alimentação e Nutrição.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Um trabalho realizado pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) mostrou que
o desperdício alimentar está relacionado com vários fatores, sendo que, do total de desperdício no país, 10%
ocorrem durante a colheita; 50% no manuseio e transporte dos alimentos; 30% nas centrais de abastecimento, e os
últimos 10% ficam diluídos entre supermercados e consumidores.
Em 2002 a safra de hortaliças foi de 15,7 milhões de toneladas, considerando a perda média de 35% desses
alimentos, estima-se que mais de 5,5 milhões de toneladas deixaram de alimentar os brasileiros. Esse desperdício
ajudaria a matar a fome de 53 milhões de pessoas no Brasil (DIAS, 2003).
Augustini et al. (2008) e Santos et al. (2005) em seus estudos avaliaram as sobras de alimentos e matérias
descartáveis. Através dos resultados obtidos concluíram que é necessário um processo de treinamento dos
colaboradores e conscientização dos comensais, por meio de campanhas de combate ao desperdício, para que haja
diminuição destes índices.
O problema do desperdício também está associado à má informação nutricional sobre os alimentos pela
população, sendo que a maioria não tem conhecimento nenhum sobre estes e os descarta (MARCHETTO et al.,
2008).
Estudos que determinem o desperdício nas casas e nos restaurantes ainda não são conclusivos, mas estima-se
que a perda no setor de refeições coletivas chegue a 15% e, nas nossas cozinhas, a 20% (DIAS, 2003; SANTOS, 2008).
CONCLUSÃO
A partir do estudo realizado foi verificado que o desperdício a cada ano ganha grandes proporções. O
melhor investimento para a sociedade, neste caso, é a educação, que pode trazer em curto e médio prazo resultados
positivos.
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