Aquecimento Global e Créditos de Carbono o que isso significa?!

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REDUÇÕES CERTIFICADAS DE EMISSÕES (RCEs) ou CRÉDITOS DE CARBONO
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Aquecimento Global
e
Créditos de Carbono
o que isso significa?!
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REDUÇÕES CERTIFICADAS DE EMISSÕES (RCEs) ou CRÉDITOS DE CARBONO
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Evidências – Derretimento das geleiras (glaciares)
Montanhas Lewis
Monte Gould
Montana – USA
Altitude – 2.133m
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Evidências – Derretimento das geleiras (glaciares)
Montanhas Lewis
Monte Gould
Montana – USA
Altitude – 2.133m
Grinnell (incluia o Salamander)
2,88 Km2
Salamander
0,23 Km2
Grinnell
0,88 Km2
© United States Geological Survey
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Evidências – Derretimento das geleiras (glaciares)
Monte Baker
Cordilheira das Cascatas
Washington – USA
Altitude – 3.200 a 1.500 m
BOULDER GLACIER
450 metros de recuo
© Mauri S. Pelto
North Cascade Glacier Climate Project
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Evidências – Aumento da temperatura média na Terra
© Global Warming Art
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Evidências – Aumento da temperatura média na Terra
© Global Warming Art
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Evidências – Aumento do nível dos mares
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Evidências – Aumento do nível dos mares
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Potencial de Aquecimento Global (GWP)
GWP (Global Worming Potencial)
Eficiência radiativa (poder de absorção de calor) de 1 Kg de um gás
liberado instantaneamente na atmosfera em função de seu tempo de
degradação em relação à 1 Kg de um gás de referência (CO2)
x = gás analisado
TH = espaço de tempo considerado
Ax = eficiência radiativa devido ao aumento de 1 Kg do gás na atmosfera
(W/m2/Kg)
x (t) = decaimento (degradação) do gás no tempo t.
r = gás de referência (CO2)
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Potencial de Aquecimento Global (GWP)
CO2 (gás carbônico) = 1
CH4 (metano) = 21
N2O (óxido nitroso) = 310
HFCs (hidrofluorcarbonetos) = 140 – 11.700
SF6 (hexafluoreto de enxofre) = 23.900
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Espectro eletromagnético
SHF
UHF VHF
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Absorção da radiação infravermelha
O
C
O
IR
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Esquema do efeito estufa
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Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs)
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Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs)
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Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs)
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Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs)
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Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs)
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Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs)
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Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs)
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Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs)
Eficiência das 20 maiores economias na conversão de energia como função do PIB calculado pelo
método de paridade de poder de compra em dólares americanos pela massa em Kg de carbono de
combustível fóssil liberado para atmosfera por ano.
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Protocolo de Kioto – Histórico
Conseqüência de uma série de eventos:
-
1988 – Toronto – Canadá – Conference on the Changing Atmosfera
-
1990 – Suécia – Sundsvall – IPCC’s First Assessment Report
-
1992 – Brasil – Rio de Janeiro – Eco-92 Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança
Climática (United Nations Framework Convention on Climate Change – UNFCCC)
-
1997 – Kioto – Japão – Discussão e Negociação do Protocolo de Kioto – É um tratado
internacional para redução de gases de efeito estufa (GEEs)
-
1998 – Aberto para assinaturas
-
1999 – Ratificação
-
2004 – Rússia ratifica e satisfaz a cláusula de 55% das emissões em 1990 as Partes
inclusas no anexo I
-
2005 – Entra em vigor.
OBRIGA OS PAÍSES DO ANEXO I (países desenvolvidos) A REDUZIREM SUAS
EMISSÕES EM 5,2% EM RELAÇÃO AOS NÍVEIS DE 1990 ENTRE 2008 E 2012, o primeiro
período de compromisso.
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Protocolo de Kioto – Países do anexo I
As partes do anexo I – Países da OECD (Organization for Economic and Co-operation and
Development) – tem metas de redução das emissões aos níveis de 1990 segundo o Protocolo de Kioto.
Países em transição econômica (antigo bloco soviético) – podem assumir projetos conjuntos com os
países da OECD.
O restante dos 175 países signatários são denominados partes não anexo I
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Protocolo de Kioto – Como atingir a meta de redução?
Mecanismos de Flexibilização
1.Comércio Internacional de Emissões (CIEs) – realizado entre
países do anexo I (país que diminuiu suas emissões abaixo da
meta pode transferir o excedente para outros que não as tenha
atingido).
2.Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – implantação de
projetos de reduções em países que não têm metas de reduções
(países não anexo I).
3.Implementação Conjunta (IC) – implantação de projetos de
reduções entre os países que tem metas a cumprir (países do
anexo I).
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Créditos de Carbono
Reduções Certificadas de Emissões
RCEs
Certified Emission Reductions
CERs
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
•
Sujeito à autoridade e orientação da Conferência das Partes (CP)
•
Supervisionado por um conselho executivo
•
Aplicadas a projetos de redução ou seqüestro de carbono
•
As RCEs obtidas pelos países do anexo I entre 2000 e 2008 podem
ser utilizadas para auxiliar no cumprimento das metas estabelecidas
pelo protocolo.
•
As Reduções de Emissões resultantes de cada atividade de projeto
devem ser certificadas por entidades operacionais designadas pela
Conferência das Partes
•
As metodologias científicas aprovadas são disponibilizadas pela
United Nations Framework Convention on Climate Changes (UNFCCC)
ou Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudanças Climáticas
•
O INCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) ou Painel
Intergovernamental de Mudanças Climáticas é o órgão que estuda as
informações científicas, técnicas e socioeconômicas disponíveis em
todo o mundo sobre mudanças climáticas.
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
Categorias de Projetos MDL
O Conselho Executivo (CE) do MDL numerou os seguintes setores onde projetos MDL podem ser
desenvolvidos. O CE-MDL baseou-se no Anexo A do Protocolo de Quioto para elaboração da mesma.
Uma atividade de projeto MDL pode estar relacionada a mais de um setor.
Setor 1. Geração de energia (renovável e não-renovável)
Setor 2. Distribuição de energia
Setor 3. Demanda de energia (projetos de eficiência e conservação de energia)
Setor 4. Indústrias de produção
Setor 5. Indústrias químicas
Setor 6. Construção
Setor 7. Transporte
Setor 8. Mineração e produção de minerais
Setor 9. Produção de metais
Setor 10. Emissões de gases fugitivos de combustíveis
Setor 11. Emissões de gases na produção e consumo de halocarbonetos e hexafluoreto de enxofre
Setor 12. Uso de solventes
Setor 13. Gestão e tratamento de resíduos
Setor 14. Reflorestamento e florestamento
Setor 15. Agricultura
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
Etapas do Projeto
1.Concepção do projeto
2.Preparo da documentação de concepção do projeto
3.Validação do projeto
4.Obtenção da aprovação do país anfitrião
5.Registro
6.Implementação do projeto
7.Monitoramento
8.Verificação e certificação
9.Emissão dos RCEs (créditos de carbono)
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
Tipos de projetos
1.Captura de gás em aterro sanitário
2.Tratamento de dejetos suínos e reaproveitamento de biogás
3.Troca de combustível
4.Geração de energia por fontes renováveis (biomassa, energia
eólica, pequenas e médias hidroelétricas), energia solar
5.Compostagem de resíduos sólidos urbanos
6.Geração de metano
(biogaseificação)
a
partir
de
resíduos
orgânicas
7.Pirólise de resíduos
8.Florestamento e reflorestamento em áreas degradadas
Nota: Proteção de áreas de florestas ou desmatamento evitado não são projetos MDL e portanto não
podem requerer RCEs
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
Dificuldades – Exemplo: Item 2. (Aplicabilidade) da Metodologia aprovada e revisada de
linha de base de florestamento e reflorestamento AR – AM0001 “Reflorestamento de
Áreas Degradadas”
1. A área envolvida na atividade do projeto deve continuar a fornecer pelo menos
a mesma quantidade de bens e serviços que na ausência da atividade do
projeto;
2. As terras a serem reflorestadas estejam severamente degradadas, com
indicadores de vegetação (cobertura da copa das árvores e altura) abaixo dos
patamares de definição das florestas, conforme informado pela AND, de acordo
com as decisões 11/CP.7 e 19/CP.9, e as terras ainda estejam em processo de
degradação;
3. As condições ambientais e a degradação causada pelo homem não permitam a
invasão pela vegetação natural da floresta;
4. As terras sejam reflorestadas por plantio direto e/ou semeadura;
5. A preparação do local não cause emissões líquidas significativas, de prazo
mais longo, do carbono do solo;
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
6. A plantação possa ser colhida com rotação curta ou longa e se regenere por
plantio direto ou germinação natural;
7. Possa-se esperar que os estoques de carbono na matéria orgânica do solo,
serrapilheira e madeira morta diminuam mais em razão da erosão do solo do
que da intervenção humana ou aumentem menos na ausência da atividade do
projeto, em relação ao cenário do projeto;
8. Não ocorram pastagens dentro do limite do projeto no caso do projeto;
9. Na aplicação do procedimento para determinar o cenário da linha de base, da
seção II.4, se chegue à conclusão de que a abordagem da linha de base 22(a)
(mudanças existentes ou históricas nos estoques de carbono dos reservatórios
de carbono dentro do limite do projeto) é a escolha mais adequada para
determinar o cenário da linha de base e que a terra permaneceria degradada
na ausência da atividade do projeto.
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
Dificuldades – Quantificação
1 tonelada de CO2 = 1 RCE
Os
cálculos
envolvem
equações
complexas e modelos que estimam a
quantidade de carbono removido ou a
quantidade de GEEs que se deixará de
emitir.
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
Dificuldades – Quantificação
CH4
+
2 O2
CO2
+
2 H2O
ou seja,
16g de CH4 produzem 44g de CO2
16 toneladas de CH4 produzem 44 toneladas de CO2
16 toneladas de CH4 correspondem a 336 toneladas de CO2
ou seja,
Deixa de emitir (336 – 44) 292 toneladas de CO2
Deve-se descontar toda a emissão de CO2 com o processo da queima
do metano e desde que este processo seja utilizado para produção de
energia.
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
Exemplo: Primeira vez no Brasil e na América Latina
808.405 toneladas de CO2
ou seja
808.405 RCEs
Foram negociadas na B, M & F por €$ 16,20/RCE
Fortis (banco belgo-holandês) em 26 de setembro de 2007
R$ 34 milhões
à Prefeitura de São Paulo pelas emissões evitadas do aterro
sanitário Bandeirantes.
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Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) – (art. 12 Protocolo de Kioto )
Dificuldades – Quantificação
Florestamento e Reflorestamento
O volume do tronco – calculado empiricamente considerando que tem
formato de cone cuja área é calculada a partir do diâmetro a partir de 1,3
m do chão (DAP – Diâmetro à Altura do Peito)
Volume dos ramos e raízes – depende da espécie, idade, local, etc. Por
exemplo 25% do volume do tronco.
Densidade da madeira – relação entre a massa seca e o volume
saturado de umidade de uma peça da madeira
A massa é então calculada a partir do volume e densidade da madeira
Carbono Fixado – considerando por exemplo 50% da madeira é C.
CO2 absorvido – massa de carbono fixado x 3,67 (CO2/C – 44/12)
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Mercados Voluntários
Grupos e setores que não precisam diminuir suas emissões de acordo
com o Protocolo de Quioto ou empresas localizadas em países não
signatários do Protocolo de Quioto (como as empresas americanas), tem
a alternativa de comercializar reduções de emissões no chamados
mercados voluntários. Um exemplo de mercado voluntário é o Chicago
Climate Exchange (Bolsa do Clima de Chicago).
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Energias Alternativas – Energia Nuclear
Tipo de
Térmica
Consumo de combustível para
produção de 1 MW por ano
Resíduos Produzidos
Carvão
2.500.000 Kg
5.000.000 Kg de CO2, SO2,
cinzas e metais pesados
Óleo
1.500.000 Kg
4.800.000 Kg de CO2, SO2 e
outros
Gás Natural
700.000 Kg
2.400.000 Kg de CO2
25 Kg
23 Kg de resíduos
(apenas 1Kg de resíduos de
alta atividade)
Nuclear
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Energia Nuclear
© Global Warming Art
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Contraponto – Aumento da temperatura média na Terra
© Global Warming Art
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Contraponto – Aumento do nível dos mares
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Contraponto – Aumento do nível dos mares
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Prof. Júlio Carreiro
www.juliocarreiro.com.br
[email protected]
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Obs.:
1.(dark blue 1000-1991): P.D. Jones, K.R. Briffa, T.P. Barnett, and S.F.B. Tett (1998). High-resolution Palaeoclimatic
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2.(blue 1000-1980): M.E. Mann, R.S. Bradley, and M.K. Hughes (1999). Northern Hemisphere Temperatures During the
Past Millennium: Inferences, Uncertainties, and Limitations, Geophysical Research Letters, 26(6): 759-762.
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Change in the Past and Future, Geophys. Res Lett., 31: L13205. DOI:10.1029/2004GL019781
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DOI:10.1038/nature03265
10.(dark red 1600-1990): J.H. Oerlemans (2005). Extracting a Climate Signal from 169 Glacier Records, Science, 308: 675677. DOI:10.1126/science.1107046
(black 1856-2004): Instrumental data was jointly compiled by the Climatic Research Unit and the UK Meteorological Office
Hadley Centre. Global Annual Average data set TaveGL2v [1] was used.
43
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