3- 932 Hepatite - Faculdade Integrado

Propaganda
SaBios: Rev. Saúde e Biol., v.8, n.3, p.13-18, ago./dez., 2013
ISSN:1980-0002
1
2
Arienne Serrano Alves , Aline Paula Isolani .
Ar tigo
Completo
SOROPREVALÊNCIA DE HEPATITE C EM DOADORES DE
SANGUE DO MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO E COMCAM–PR
RESUMO
Este trabalho teve por objetivo estimar a prevalência do vírus da hepatite C (VHC) nos candidatos doadores de sangue com
sorologia positiva. Trata-se de um estudo transversal, analítico e descritivo, com os candidatos aptos para a doação de sangue
do município de Campo Mourão e COMCAM. Foi totalizado 25.044 candidatos, dentro de uma faixa etária de 18 a 65 anos, no
período de abril de 2004 a abril de 2009. A análise estatística utilizada foi do teste Qui-quadrado. A prevalência encontrada
para VHC foi de 0,38%, que refere a 96 pacientes. A faixa etária com maior proporção de infectados foi a 31 – 40 anos
(23,95%), com predomínio do sexo masculino. No entanto, não houve diferença significativa nas análises realizadas (p<0,05).
Apesar do baixo índice de hepatite C na população mourãoense e da COMCAM, faz-se necessário uma significativa
conscientização dos mesmos e a compreensão da importância da doação de sangue.
Palavras-chave: hepatite C; soroprevalência; VHC.
SEROPREVALENCE OF HEPATITIS C IN BLOOD DONORS IN CAMPO MOURÃO - PR AND COMCAM
ABSTRACT
This study aimed to estimate the prevalence of hepatitis C virus (HCV) in blood donor candidates with positive serology. This is
a cross-sectional, descriptive and analytical study, with candidates able to donate blood in Campo Mourao and COMCAM . A
total of 25,044 candidates within ages from 18 to 65 years, from April, 2004 to April, 2009 were included in this research. The
statistical analysis was the chi-square test. The prevalence of HCV was 0.38%, ( 96 patients). The age group with the highest
proportion of infection was 31-40 years (23.95%), predominantly male. However, there was no significant difference in the
analyzes (p <0.05). Despite the low rate of hepatitis C in population of Campo Mourão and COMCAM, it is necessary a
significant awareness of themselves and the comprehension about the importance of blood donation.
Keywords: hepatitis C; seroprevalence; HCV.
INTRODUÇÃO
O estudo da hepatite C ocorre há vários
anos, antes mesmo da descoberta do vírus
causador da doença – o vírus da hepatite C
(VHC). Diante destes estudos, houve vários
avanços significativos na compreensão de sua
epidemiologia,
modo
de
transmissão,
patogênese, diagnóstico e terapêutico (1).
No Brasil, cerca de 1,5 milhões de
pessoas estão infectadas pelo VHC, ou seja,
quase oito vezes o número de portadores do
vírus HIV. Na maioria dos casos, as pessoas
infectadas pelo VHC só são diagnosticadas
quando desenvolvem as formas crônicas da
hepatite e o fígado já está comprometido. Isso
1
2
acontece porque nem sempre os portadores de
hepatite C apresentam sintomas iniciais da
doença. Com relação à hepatite C, conhecida
anteriormente como hepatite não-A, não-B,
dados da OMS indicam uma prevalência global
de cerca de 190 milhões de portadores, o
equivalente a população brasileira (2).
A transmissão ocorre principalmente por
via parenteral. São consideradas populações de
riscos, indivíduos que receberam transfusão de
sangue antes de 1992, pois anteriormente a este
período não eram realizados controles de
diagnóstico de hepatite C. No período de 1993 a
1996 foram publicadas portarias que determina
a obrigatoriedade de realização de testes
sorológicos, implantação de programas de
controle
de
qualidade
em
sorologia,
Pós-Graduada em Análises Clínicas, Faculdade Integrado de Campo Mourão.
Mestre em Análises Clínicas, farmacêutica do Laboratório de Análises Clínicas Santa Cecília – Campo Mourão.
14
ARIENNE SERRANO ALVES & ALINE PAULA ISOLANI
imunohematologia e de insumos utilizados em
hemoterapia (3). Houve crescimento da
hemorrede pública e o programa de atividades
da vigilância sanitária, pelo Programa Nacional
de Inspeções nas Unidades de Hemoterapia (4).
Os grupos de risco também incluem as
pessoas que compartilham material para o uso
de drogas injetáveis e/ou inaláveis, tatuagem,
“piercing” ou que apresentam outras formas de
exposição percutânea. A transmissão sexual
pode ocorrer principalmente em pessoas com
múltiplos parceiros e com prática sexual com
risco, ou seja, sem o uso de preservativos. A
transmissão perinatal é possível e ocorre quase
sempre no momento ou após o parto, sendo a
transmissão intrauterina incomum. A média de
infecção em crianças nascidas de mães
infectadas com vírus da hepatite C é de
aproximadamente 6%; havendo coinfecção com
HIV sendo que esta taxa aumenta para 17%
(5,6).
A transmissão pode estar associada ao
genótipo e carga viral elevada do VHC. Apesar
da possibilidade da transmissão através do
aleitamento materno (partículas virais foram
encontradas no colostro e no leite materno), não
há até agora, evidências conclusivas de
aumento do risco de transmissão, exceto na
ocorrência de fissuras ou sangramento nos
mamilos (7).
Embora o vírus da hepatite C seja
transmitido por contato percutâneo ou por meio
do sangue contaminado, em um percentual
significativo de casos, não se identificam a via
de infecção. O VHC pertence ao gênero
Hepacivirus da família Flaviridae, e seu genoma
é constituído por uma fita simples de RNA, tendo
uma grande variedade na sequência genômica
do VHC (4).
Apesar das múltiplas tentativas, ainda não
há vacina contra a hepatite C, tampouco uma
profilaxia eficaz pós-exposição. O tratamento
das hepatites viróticas compreende o repouso
completo e um regime sem gorduras, mas rico
em proteínas. De forma prática, deve ser
recomendado que o próprio paciente defina sua
dieta de acordo com seu apetite e aceitação
alimentar. A única restrição está relacionada à
ingestão de álcool, que deve ser suspensa por
seis meses no mínimo e, preferencialmente, por
um ano. A administração de medicamentos não
deve ser realizada sem recomendação médica
para que não agrave o dano hepático (8).
Para identificação do VHC utiliza-se o
método de ensaio imunoenzimático (ELISA), que
permite a detecção de anticorpos específicos no
plasma sanguíneo.
O presente estudo objetiva avaliar a
soroprevalência da hepatite C dos candidatos à
doação de sangue do município de Campo
Mourão bem como a importância de ser um
doador. O enfoque deste trabalho foi baseado na
constatação de um dos grandes problemas dos
serviços de coleta de sangue que atualmente se
refere às dificuldades de obtenção de doadores
de sangue que garantam estoques regulares,
para atender necessidades específicas e
emergenciais e, com perfil que garanta a
segurança de transfusão.
MATERIAL E MÉTODOS
Foi realizada uma análise de dados
fornecidos pelo Hemonúcleo de Campo Mourão
dos pacientes candidatos à doação de sangue
do período de 12/04/2004 a 12/04/2009. Estes
dados abrangem toda a COMCAM (Comunidade
dos Municípios de Campo Mourão), que tem
como sede a cidade de Campo Mourão,
localizada na região Centro-Oeste do Paraná,
composta por 25 municípios (Figura 1). Estimase que o total da população seja de 346.000
habitantes. O artigo foi aprovado pelo CEP
(Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo
Seres Humanos) da Faculdade Integrado de
Campo Mourão com o número de registro 0410.
Figura 1. Mapa que compreende os 25 municípios
componentes da COMCAM.
As informações para o desenvolvimento
deste trabalho foram retiradas do Hemovida,
programa informatizado de todo o ciclo de
SaBios: Rev. Saúde e Biol., v.8, n.3, p.13-18, ago./dez., 2013
http://www.revista.grupointegrado.br/sabios/
15
Soroprevalência de VHC em doadores de sangue.
doação de sangue, desde a captação de
informações até a distribuição do material,
controlando cada etapa do processo. O sistema,
desenvolvido pelo DataSUS, foi criado para
cadastrar todos os dados do doador de sangue,
especificando o seu perfil e a sorologia
apresentada pela realização dos exames.
Para tornar um candidato doador é
necessário responder um questionário no qual
busca identificar alguns grupos de pessoas que
podem ser excluídos da doação de sangue
pelos seguintes critérios: Os critérios de
exclusão temporários são: gripe ou febre,
gravidez ou amamentação, parto normal (90
dias), cesariana (180 dias), uso de alguns
medicamentos. Critérios exclusivos definitivos:
hepatite após os 10 anos, evidência clínica ou
laboratorial
das
seguintes
doenças
transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C,
AIDS (vírus HIV), uso de drogas ilícitas
injetáveis, doença de Chagas e malária. Critérios
com prazo de impedimento: extração dentária
(72 horas), apendicite, hérnia, varizes (3 meses),
ingestão de bebidas alcoólicas no dia da
doação, transfusão de sangue (1 ano), tatuagem
(1 ano) e vacinação (o tempo de impedimento
varia de acordo com o tipo de vacina).
no próprio estabelecimento do Hemonúcleo, ou
Coleta Externa, no qual o ônibus vai até
faculdades, escolas, empresas, igrejas, bairros
entre outros nas cidades da região e mesmo no
Município de Campo Mourão para efetuar este
procedimento.
Com os dados obtidos, foram analisados
os seguintes parâmetros: faixa etária, sexo e
sorologia para VHC dos candidatos a doadores
de sangue. Apenas os doadores aptos, ou seja,
que passaram por todos os testes confirmatórios
da doação, são realizados os testes de
sorologia. Os exames sorológicos para VHC são
efetuados pelo método ELISA (kit anti-VHC 4.0
da ABBOTT), em equipamento de última
geração (Gênesis). Não se realiza a PCR
(reação em cadeia da polimerase) confirmatório,
pois não é uma exigência do Ministério da
Saúde, mas o doador é encaminhado para o
centro de referência, para assim realizar a PCR.
Para verificar se houve diferença
significativa entre as classes de idade, a análise
estatística foi realizada pelo Teste qui-quadrado
ao nível de significância de 5%, no programa
Excel.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Se o candidato for aprovado na análise do
questionário, segue para a 2ª etapa,
caracterizada por dados vitais. Estes dados
abrangem: pulso, temperatura, pressão, peso,
altura, idade e hemoglobina.
Os candidatos que foram aprovados em
todas as fases anteriormente analisadas são
aprovados como doadores aptos, no entanto,
serão analisados quanto a presença de
anticorpos anti - VHC.
No período de 2004 a 2009, o
Hemonúcleo recebeu em sua coleta interna,
15.386 pacientes. Destes 13.050 foram
considerados aptos à doação e 2.336 inaptos.
Na coleta externa, foram atendidos 13.472
pacientes e destes, 11.994 aptos à doação e
1478 inaptos. Portanto, no período estudado,
obteve-se um total de 25.044 candidatos aptos
para a doação e 3.814 inaptos.
A coleta de sangue ocorre de duas
maneiras distintas, sendo elas: Coleta Interna,
Tabela 1. Correlação da sorologia positiva e negativa com o sexo dos candidatos a doadores de sangue do Hemonúcleo de
Campo Mourão.
HEPATITE C
VHC
(Negativa)
Sexo
VHC (Positiva)
%
Masculino
Feminino
66
30
96
0,26
0,12
0,38
15957
8991
24948
%
Total
63,72
35,90
99,61
16023
9021
25044
Fonte: Hemonúcleo de Campo Mourão.
SaBios: Rev. Saúde e Biol., v.8, n.3, p.13-18, ago./dez., 2013
http://www.revista.grupointegrado.br/sabios/
16
ARIENNE SERRANO ALVES & ALINE PAULA ISOLANI
feminino, com idades de 21 a 62 anos e 66
(68,75%) do sexo masculino, com idade de 22 a
59 anos (Tabela 2), não havendo, portanto
diferença significativa entre os sexos (p=0,32).
Diante do total de doadores aptos a
realizarem a coleta, a soroprevalência para VHC
foi de 0,38%, ou seja, 96 pacientes com hepatite
C (Tabela 1). Destes, 30 (31,25%) eram do sexo
Tabela 2. Soroprevalência de hepatite C relacionada à classe de idades com sexo dos candidatos a doadores de sangue do
Hemonúcleo de Campo Mourão.
Masculino
Idades
20 – 30 anos
31 – 40 anos
41 – 50 anos
51 – 60 anos
61 – 70 anos
Total
N
14
23
19
10
0
66
Feminino
%
14,59
23,95
19,79
10,42
0
68,75
N
10
10
6
3
1
30
%
10,42
10,42
6,25
3,12
1,04
31,25
Fonte: Hemonúcleo de Campo Mourão.
procura pelo serviço de saúde (9). Porém,
estatisticamente,
não
houve
diferença
significativa entre as idades (p=0,34).
Considerando a faixa etária, pôde-se
observar que há maior soroprevalência de
VHC em pacientes masculinos, entre 31 e 40
anos (23,95%) (Figura 2). Isso indica que
estes pacientes podem estar mais expostos ao
vírus estudado, provavelmente devido ao
comportamento sexual, ou em virtude da maior
Soroprevalência do VHC
25
20
20 - 30 anos
31 - 40 anos
15
41 - 50 anos
10
51 - 60 anos
61 - 70 anos
5
0
masculino
feminino
Figura 2. Soroprevalência do VHC nos candidatos a doadores de sangue do Hemonúcleo de Campo Mourão.
SaBios: Rev. Saúde e Biol., v.8, n.3, p.13-18, ago./dez., 2013
http://www.revista.grupointegrado.br/sabios/
17
Soroprevalência de VHC em doadores de sangue.
A prevalência do VHC no Brasil varia
principalmente
de
acordo
com
as
características
demográficas
e
sócioeconômicas da população estudada, sendo a
região Norte a que apresenta maior
endemicidade (10). Para os candidatos à
doação de sangue, a prevalência de VHC foi
de 2,1% na região Norte, 1% no Centro-Oeste,
1,2% no Nordeste, 1,4% no Sudeste e 0,6% no
Sul. Portanto, os resultados obtidos nesse
estudo mostram que a prevalência de VHC
encontra-se abaixo das encontradas em outras
regiões do Brasil e até mesmo da região Sul,
onde foi realizada esta pesquisa (11).
Segundo a análise epidemiológica do
VHC no Brasil, realizada por Fonseca, 1999, o
anti-VHC
foi
encontrado
com
maior
positividade nos indivíduos acima dos 50 anos,
fato de poder estar associado a um tempo
maior de exposição ao agente (11). Porém, os
resultados obtidos nesta pesquisa indicam
maior prevalência entre de 31 e 40 anos,
justificando que esta prevalência ocorreu
devido ao foco maior de doadores que se
enquadram nesta faixa de idade. Não se
conhece com precisão, a prevalência de VHC
no nosso país. Muitos estudos mostram que a
média esteja entre 1% a 2% da população em
geral (12,13). Nas amostras testadas foi de
52,6% no Estado do Paraná. Na região
Sudeste, a alta prevalência do VHC foi
relatada no Rio de Janeiro (79,1%), e uma
prevalência menor (62,5%) tenha sido descrita
em São Paulo (14).
A soroprevalência de 0,38% em jovens
e adultos de Campo Mourão e COMCAM – PR
é incompatível com o nível nacional de 1 a 2%,
se enquadrando com o nível estimado para a
região Sul, que é de 0,65%, de acordo com
inquérito realizado em doadores de sangue
pela Sociedade Brasileira de Hepatologia (10).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A hepatite C crônica é uma doença com
alta prevalência, sendo a cirrose um dos
desfechos desfavoráveis esperados após
vários anos de infecção. Com o tratamento
pretende-se eliminar o vírus bloqueando a
evolução da doença e impedindo o
aparecimento
das
suas
complicações.
O desenvolvimento de melhores opções
terapêuticas deve representar a oportunidade
de aumentar a chance de sucesso do
tratamento, traduzindo-se em uma melhor
perspectiva a cada paciente e menos custos
ao sistema de saúde.
Em relevância, conclui-se a partir deste
trabalho que apesar do baixo índice de
soroprevalência de hepatite C no município de
Campo Mourão e região da COMCAM, é
necessário um trabalho de conscientização da
população sobre a importância da doação de
sangue e prevenção da hepatite C, pois o
índice de candidatos doadores está muito
baixo nos últimos anos.
AGRADECIMENTOS
À Maria Luzia Barbarotto Salvador,
Farmacêutica e Bioquímica formada pela
Universidade Estadual de Ponta Grossa.
Atualmente chefe do Hemonúcleo de Campo
Mourão - PR, pelo apoio da coleta de dados
dos doadores de sangue de Campo Mourão e
COMCAM. Ao professor João Paulo Alves
Pagotto, Biólogo formado pela Universidade
Estadual de Maringá, Especialista em Biologia
Aquática, e Mestre em Ecologia de Ambientes
Aquáticos Continentais, pelo auxílio nas
análises estatísticas.
SaBios: Rev. Saúde e Biol., v.8, n.3, p.13-18, ago./dez., 2013
http://www.revista.grupointegrado.br/sabios/
18
ARIENNE SERRANO ALVES & ALINE PAULA ISOLANI
Endereço para correspondência:
Arienne Serrano Alves
Rua Cruzeiro D´Oeste, 466 – Centro CEP: 87300-090
Campo Mourão-PR
Telefone: 44 3523-3095
Email:[email protected]
Recebido em 29/11/2010
Revisado em 04/02/2011
Aceito em 30/03/2011
REFERÊNCIAS
(1) STRAUSS, E. Hepatite C. Revista da
Sociedade Brasileira de Medicina Tropical,
v. 34, p. 69-82, 2001.
(2) SHERPARD, C. W. L. F.; ALTER, M. J.
Global epidemiology of hepatitis C virus
infection. The Lancet Infectious Diseases, v.
5, n. 9, p. 558-567, 2005.
(3) Ministério da Saúde. Portaria MS 1.284 de
29 de junho de 2004. Altera os valores da
tabela SAI/SUS, referente à remuneração de
procedimentos hemoterápicos. Pub Diário
Oficial da União – Seção 1, 214-215, Nº 125
(01/07/2004).
(4) Ministério da Saúde. Programa Nacional de
DST e Aids. Departamento de Informações em
Saúde da Fundação Oswaldo Cruz. Centers
for Disease Control and Prevention (CDC)/EUA
Pesquisa de Conhecimento, Atitudes e
Práticas na População Brasileira de 15 a 54
anos, 2004.
(5) SIMMONDS, A. A. P.; ALTER, H. J. A
proposed system for the nomenclature of
hepatitis C virus genomas. Hepatology, v. 19,
p. 1321-1324, 1994.
(6) CDC. Recommendations for prevention and
control of hepatitis C virus HCV, Infection and
HCV – related chronic disease. Reports
Morbidity and Mortality Weekly Report. v.
47, p.19, 1998.
(7) DONAHUE, J.G.; MUNOZ, A.; NESS, P.
M.; BROWN, DE JR.; YAWN, D. H.;
MCALLISTER, H. A. JR.; REITZ, B. A.;
NELSON, K. E. The declining risk of posttransfusion hepatitis C virus infection, The
New England Journal of Medicine, v. 327, n.
6, p. 369-373, 1992.
(8) CDC. Guidelines for Viral Hepatitis
Surveillance and case management. Morbidity
and
Mortality
Weekly
Report.
Recommendations and Reports. v.1, p. 1-43,
jun. 2002.
(9) SILVEIRA, T.R.; FONSECA, J.C; RIVERA,
L.; FAY, O. H.; TAPIA, R.; SANTOS, J. I.;
URDENETA, E.; CLEMENS, S. A. C. H.
Hepatitis B seroprevalence in Latin America.
Revista Panamericana de Salud Pública, v.
6, p. 378-383, 1999.
(10) FERREIRA, C. T.; SILVEIRA, T. R.
Hepatites virais, aspectos da epidemiologia e
da prevenção. Revista Brasileira de
Epidemiologia, v. 7, p. 473-487, 2004.
(11) FONSECA, J. C. Epidemiologia da
infecção pelo vírus da hepatite C no Brasil.
Relatório do Grupo de Estudo da Sociedade
Brasileira de Hepatologia, v. 18, p. 83-88,
1999.
(12) SBC – Relatório do Grupo de Estudos da
Sociedade
Brasileira
de
Hepatologia.
Epidemiologia da infecção pelo vírus da
Hepatite C no Brasil. Disponível em:
<www.sbhepatologia.org.br> Acesso em: 03
nov. 2009.
(13) ALVARIZ, F. G. Hepatite C Crônica:
Aspectos Clínicos e Evolutivos. Moderna
Hepatologia, v. 30, p. 20-32, 2004.
(14) CAMPIOTTO, S.; PINHO, J. R. R.;
CARRILHO, F. J.; SILVA, L. C.; SOUTO, F. J.;
SPINELLI, V.; PEREIRA, L. M.; COELHO, H.
L.; SILVA, A. O.; FONSECA, J. C.; ROSA, H.;
LACET, C. M.; BERNARDINI, A. P.
Geographic distribution of hepatitis C virus
genotypes in Brazil. Brazilian Journal of
Medical and Biological, v. 38, p. 41-49, 2005.
SaBios: Rev. Saúde e Biol., v.8, n.3, p.13-18, ago./dez., 2013
http://www.revista.grupointegrado.br/sabios/
Download