Apresentação do PowerPoint

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Enfermagem em Clínica Médica
DIABETES
Enfermeiro: Elton Chaves
email: [email protected]
• É um grupo de doenças metabólicas, com
etiologias diversas , caracterizado por
hiperglicemia que resulta de uma deficiente
secreção de insulina pelas células beta,
resistência periférica à ação da insulina, ou
ambas. A hiperglicemia crônica do diabetes
frequentemente está associada com dano,
disfunção e insuficiência de vários órgãos,
principalmente olhos, rins, coração e vasos
sanguíneos.
• O DM constitui-se em um dos mais sérios
problemas de saúde na atualidade , tanto
em termos de números de pessoas
afetadas, incapacitações , mortalidade
prematura, como dos custos envolvidos
no seu controle e no tratamento de suas
complicações.
CLASSIFICAÇÃO DO DIABETES
• Os termos diabetes não-insulinodependetes e insulino-dependentes foram
substituídos pela denominação diabetes
tipo1 e diabetes tipo 2.
DIFERENCIAÇÃO ENTRE OS DIABETES TIPO 1 E TIPO 2
• O DM tipo 1 caracteriza-se por deficiência absoluta na
produção de insulina, decorrente, na grande maioria
dos casos de uma destruição auto-imune indolente
das células beta. A hiperglicemia permanente se
manifesta quando 90% das ilhotas são destruídos.
Acredita-se que o processo seja desencadeado pela
agressão das células beta por fator ambiental(
sobretudo , infecções virais), em indivíduos
geneticamente susceptível.Essa susceptibilidade
genética é conferida pelo sistema HLA.
• Geralmente , os pacientes têm índice de
massa corporal normal, mas a presença
de obesidade não exclui o diagnóstico. No
DM tipo 1 é comum a associação com
outras doenças auto-imune como tireoide
de Hashimoto.
• Uma característica marcante de os
diabéticos tipo 1 é terem tendência à
cetose e requerem, obrigatoriamente ,
insulina como tratamento.
DIABETES AUTO-IMUNE LATENTE EM ADULTOS(LADA)
• Trata-se de uma forma diabetes tipo 1 em
que a velocidade da destruição das
células beta é mais lenta do que habitual.
Em geral, se manifesta entre 30 e 50 anos
de idade e representa cerca de 105 dos
casos de DM tipo1.
DIABETES TIPO 2
• Responsável por 80% a 90% de todos os
casos de diabetes, surge habitualmente
após os 40 anos de idade e a maioria dos
pacientes é obesa. Contudo, pode
acometer adultos mais jovens mesmo em
criança e adolescentes.
• Aproximadamente 80 % a 90% dos pacientes
com DM tipo2 têm também a síndrome
metabólica, caracterizado por um
aglomerado de fatores que implicam risco
cardiovascular elevado ( dislipidemia,
obesidade abdominal, resistência insulínica
,tolerância alterada à glicose).
• Os principais mecanismos fisiopatológicos
que levam à hiperglicemia no DM tipo 2 são:
resistência periférica à ação insulínica nos
adipócitos e principalmente , no músculo
esquelético; deficiente secreção de insulina
pelo pâncreas; aumento da produção
hepática de glicose, resultante a resistência
insulínica no fígado.
TRATAMENTO
• O tratamento medicamentoso inicial do DM tipo 2
é feito com hipoglicemiantes ou antihiperglicemiantes orais. Entretanto pelo menos
30% futuramente vão requerer insulinoterapia
para obtenção de um controle glicêmico
adequado. Isso ocorre porque lenta e
progressivamente a exaustão da capacidade
secretória de insulina é uma característica
intrínseca da célula beta no DM tipo 2.
SÍNDROME HIPEROSMOLAR HIPERGLICÊMICA NÃO-CETÓTICA
• É a complicação aguda do diabetes tipo 2
que, ultimamente vem também descrita
em crianças com DM tipo 2.Cetoacitose
raramente ocorre espontaneamente ,
quando surge , geralmente o faz em
associação com o estresse de alguma
outra doença, como infecção grave.
CETOACIDOSE
• É um tipo de acidose metabólica que é
causada por altas concentrações de
cetoácidos, formados pela desaminação dos
aminoácidos. Ela é mais comum na diabetes
mellitus tipo 1 não tratada, quando o fígado
quebra a gordura e proteínas em resposta a
uma necessidade percebida de substrato
respiratório.
CETOACIDOSE
• É uma decorrência de uma deficiência
insulínica grave e de um estado de
resistência a insulina, e tem como critérios
clínicos:
• Glicemia maior que 300 mg/dl
• Acidose metabólica = pH < 7,3 e BIC < 15
mEq/l
CETOACIDOSE
•
•
•
•
•
•
•
Desidratação que pode ser em todos os níveis;
Diurese normal ou aumentada;
Náuseas e vômitos;
Hálito cetônico;
Dor abdominal;
Respiração acidótica;
Letargia
CETOACIDOSE
• Tratamento
• Deve-se iniciar pelo tratamento da
desidratação;
• Manutenção da hidratação com reposição
contínua das perdas hídricas;
• Correção dos déficits de eletrólitos;
• Correção da Hiperglicemia
RESPIRAÇÃO DE KUSSMAUL
• Respiração de Kussmaul é um padrão
respiratório profundo e trabalhoso associado
com acidose metabólica grave,
particularmente com a cetoacidose diabética,
mas também com a insuficiência renal. É uma
forma de hiperventilação, que é qualquer
padrão respiratório que reduz o [dióxido de
carbono, co2] no sangue devido a um
frequência ou profundidade maior de
respiração.
RESPIRAÇÃO DE CHEYNE-STOKES
• Há uma fase de apneia.
•
As respirações de Cheyne-Stokes ocorrem mais
habitualmente nos pacientes com aterosclerose
cerebral e outras lesões cerebrais; contudo, o
prolongamento do tempo circulatório do pulmão ao
cérebro, que ocorre na insuficiência cardíaca,
principalmente dos pacientes com hipertensão e
coronariopatia e doença vascular cerebral associada,
também parece desencadear esse tipo de respiração.
Enfermeiro Plantonista - Órgão: Prefeitura de Alagoa Grande/PB - Banca: IBFC - Ano: 2014
-------------------- apresenta quadro clínico de evolução lenta e progressiva dos sinais e sintomas
do diabetes, com polidipsia, vômitos, perda de peso, sonolência, torpor, que finalmente pode
levar ao coma. No exame físico, há desidratação com pele seca e fria, língua seca, olhos
encovados, fácies hiperemiada, agitação, pulso rápido, hiperpneia e respiração de Kussmaul
nos casos mais graves. Pode haver presença de dor abdominal, observando defesa muscular
abdominal, provocada pela desidratação, que dificulta o deslizamento dos folhetos da pleura e
peritônio. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
a) Cetoacidose diabética.
b) Hipoglicemia grave.
c) Síndrome metabólica.
d) Neuropatia diabética.
Enfermeiro - Órgão: EBSERH - Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí - HU - PI
- Banca: IADES - Ano: 2012
Um paciente de 25 anos consulta na emergência apresentando: desidratação, hiperglicemia, acidoses metabólica e cetonúria. Seu
acompanhante informa que desde o dia anterior esse paciente não recebeu insulina por ter inalizado o frasco. O médico diagnosticou
cetoacidose diabética (CAD). Nesse contexto hipotético, julgue os itens a seguir
I - A diabete tipo 1 (DM1) caracteriza-se pela destruição progressiva das células B (Beta), levando à deiciência absoluta de insulina.
II - A hipoglicemia pode ser assintomática ou apresentar convulsões nos casos mais graves.
III - O frasco de insulina aberto não pode ser conservado em temperatura ambiente.
IV - A aplicação de insulina de ação rápida não pode ser por via intramuscular.
A quantidade de itens corretos é igual a
a) 0
b) 1
c) 2
d) 3
e) 4
PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE OS DIABETES TIPO 1 E 2.
• Início usual = crianças e adolescentes ( tipo 1), maiores de 40
anos( tipo 2).
• Frequência relativa= 10%( tipo 1) e 90%( tipo 2).
• Tratamento medicamentoso= Insulina( tipo 1) e
Hipoglicemiantes orais( tipo 2)
• Complicações agudas características= cetoacidose diabética
( tipo 1) e Síndrome hiperosmolar não- cetótica ( tipo 2).
• Peso usual ao diagnóstico = baixo( tipo1) e obesos( tipo2).
DIAGNÓSTICOS DO DIABETES
• Os sintomas clássicos do DM( poliúria, polidpsia e polifagia,
associados à perda de peso) são bem mais característicos do
diabetes tipo 1 , no qual estão quase sempre presentes. A
presença de obesidade não exclui , contudo , o diagnóstico.
No diabetes tipo 2 , cerca de 50% dos pacientes
desconhecem ter a doença por serem assintomáticos ,
apresentando mais comumente sintomas inespecíficos, como
tonturas , dificuldade visual, astenia e/ou cãibras.
Vulvovaginite de repetição e disfunção erétil podem ser,
também , os sintomas iniciais. Cerca de 80% dos pacientes
têm excesso de peso.
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
• A glicemia de jejum representa forma mais
prática de se avaliar o status glicêmico e
dois valores maiores ou iguais a 126
mg/dl, obtidos em dias diferentes , são
suficientes para se estabelecer o
diagnóstico de diabetes mellitus.
TESTE ORAL DE TOLERÂNCIA À GLICOSE
• Consiste , após a coleta da glicemia de
jejum , na administração de 75g de glicose
, dissolvidos em 250 a 300 ml de água.
Duas horas após , colhe-se uma nova
glicemia maior ou igual a 200 mg/dl.
HEMOGLOBINA GLICOLISADA
• É o produto da reação não-enzimática entre
glicose e o grupo amino terminal de um resíduo
de valina na cadeia beta da hemoglobina. A
percentagem depende da concetração de glicose
no sangue, da duração da exposição da Hb à
glicose e do tempo de meia-vida dos eritrócitos(
cerca de 120 dias).
• O valor de referência é de 4% a 6% .
GLICOSÚRIA
• A pesquisa de glicose na urina tem baixa
sensibilidade diagnóstica , uma vez que a
glicosúria costuma surgir apenas com
glicemias> 180 mg/dl. Além disso, podese ter glicosúria na ausência de diabetes
mellitus: ex na gravidez , insuficiência
renal crônica e etc.
PRINCIPAIS OBJETIVOS DA TERAPIA NUTRICIONAL
• Manutenção da glicemia normal ou próximo
do normal;
• Manutenção ou adequação do peso ideal;
• Prevenção e tratamento de complicações
agudas e crônicas do diabetes;
• Demanda energética para atividades físicas.
OPÇÕES DE TRATAMENTO
• O tratamento inicial do DM tipo 2 consiste em seguir uma
terapêutica nutricional apropriada , associada a mudanças no
estilo de vida( exercícios , perda de peso, para de fumar etc.).
Se o controle glicêmico permanece ou torna-se inalterado, os
hipoglicemiantes orais devem ser usados. Classicamente
,inicia-se com monoterapia. No entanto, a tendência atual é
iniciar mais precocemente a terapia combinada. Quando a
hiperglicemia ou sintomas não puderem ser controlados pelo
uso combinado de duas ou três drogas orais, a
insulinoterapia torna-se necessária.
CARACTERÍSTICAS FARMACOCINÉTICAS DAS PRINCIPAIS INSULINAS HUMANAS
• RÁPIDA=INSULINA REGULAR ( PICO DE AÇÃO 2-3 H E
DURAÇÃO EFETIVA DE 8-10 H)
• ULTRA-RÁPIDA= LISPRO, ASPART E GLULISINA ( PICO DE
AÇÃO 30 MINUTOS A 1 HORA E DURAÇÃO EFETIVA 4-6
H).
• INTERMEDIÁRIA= NPH ( PICO AÇÃO 4-12 H E DURAÇÃO
EFETIVA 12-18 H).
• LENTA= ULTRALENTA( PICO 10-16H E DURAÇÃO EFETIVA
DE 18-24);
• GLARGINA , NÃO TEM PICO DE AÇÃO E DURAÇÃO
EFETIVA DE 24 H.
EFEITOS COLATERAIS DA INSULINA
• Hipoglicemia;
• Ganho de peso;
• Reações alérgicas
BIZU
• A glibenclamida
•
Atua sobre as células beta do pâncreas estimulando a
produção de insulina e consequentemente a normalização do
metabolismo dos carboidratos.
•
•
Metformina
Diminui a absorção dos carboidratos a nível intestinal.
Reduz a produção de glicose pelo fígado. O fígado utiliza
parte da sua alimentação para fazer uma reserva de glicose
HIPERGLICEMIA MATINAL
• EFEITO SOMOGYI= Consiste no aparecimento
de hiperglicemia de rebote, consequente a
liberação hormônios contra-reguladores, em
resposta à hipoglicemia no meio da madrugada.
• QUEDA DOS NÍVEIS CIRCULANTES DE
INSULINA = Mostra-se mais comum do que o
efeito Somogyi e tem com tratamento aumento da
dose noturna de insulina NPH.
• FENÔMENO DO ALVORECER= Tem sido
observado em até 75% dos diabéticos tipo 1 ,
na maioria daqueles com diabetes mellitus
tipo 2 e também em indivíduos normais.
Caracteriza-se por uma redução da
sensibilidade tissular à insulina entre 5 e 8
horas. Aparentemente é desencadeado pelos
picos de hormônios do crescimento, liberado
horas antes , no início do sono.
PÉ DIABÉTICO
• Úlceras de pés e amputação de
extremidades são as complicações mais
graves.Sua prevenção primária visa a
prevenir neuropatia e vasculopatia.
ORIENTAÇÕES EDUCACIONAIS
•
•
•
•
•
Examinar os pés diariamente;
Avisar ao Enfermeiro se tiver calos, rachaduras, alterações de cor;
Vestir sempre meias limpas e sem elástico;
Nunca andar descalço mesmo em casa;
Lavar os pés diariamente, com água morna e sabão. Evitar água
quente. Secar bem os pés, especialmente entre os dedos
• Cortar as unhas de forma reta , horizontalmente;
• Não remover calos ou unhas encravadas em casa; procurar equipe
de saúde para orientação.
DIABETES MELLITUS GESTACIONAL
• É definido como intolerância à glicose de
grau variável de intensidade, que apareceu
ou é diagnosticada pela primeira vez na
gravidez, podendo ou não persistir após o
parto. Essa definição não exclui a
possibilidade de que a intolerância à glicose
tenha antecedido ou surgido
concomitantemente com a gravidez.
• O DMG implica risco de morbidade e
mortalidade elevadas, tanto para a mãe
como para o feto. Dentre as alterações a
mais evidencia a é macrossomia fetal ( peso
maior ou igual a 4.000 g).É observado em
até 30% dos casos e pode predispor à
trauma obstétrico e distorcia de ombro, e o
parto for por via transvaginal.
FATORES DE RISCO PARA DIABETES MELLITUS GESTACIONAL
•
•
•
•
•
História familiar de diabetes ;
História de morte fetal ou neonatal;
Presença de hipertensão arterial ;
Macrossomia ;
Idade superior a 25 anos.
DIABETES INSÍPIDOS
• Diabetes insípidos é uma síndrome
clinicamente caracterizada pela excreção
de volume excessivo de urina diluída. Em
adultos com ingestão irrestrita de
líquidos, o olume urinário nas 24 horas
tipicamente supera 45-50 ml/kg.
• O DI resulta de dois mecanismos principais:
deficiência na síntese da arginina
vasopressina(AVP) – também chamada hormônio
antidiurético(ADH) e diminuição da sensibilidade
renal a esse hormônio. No primeiro caso, temos o
chamado DI neurogênico, também dito central.
Hipotalâmico, neuro-hipofisário. No segundo
temos o DI nefrogênico ou não-responsivo à
vasopressina.
DIAGNÓSTICO DIABETES INSÍPIDUS
• Os principais sintomas são poliúria e
polidipsia, que se manifestam durante o dia e
à noite. O inicio da polaciúria é habitualmente
abrupto apenas no DI central.Nictúria está
quase sempre presente nos pacientes com
DI central e nefrogênico; muitas vezes , é o
motivo que leva os pacientes a procurarem
assistência médica.
• Os pacientes com DI central congênito retêm
alguma limitada capacidade de secretar ADH
durante a desidratação grave e os sintomas de
poliúria e polidipsia usualmente aparecem após o
primeiro ano de vida, quando a demanda por água
da criança é mais facilmente perceptível pelo
adulto. Por isso não apresentam retardo mental.
Em crianças maiores , o DI frequentemente causa
enurese noturna.
• Surge após neurocirurgia ou TCE
frequentemente evolui com uma resposta
trifásica: 1 fase – diminuição/ parada da
produção do ADH, levando a poliúria e
polidpsia acentuadas. 2- fase redução
progressiva do volume urinário ( antidiurese),
não responsiva à administração de líquidos,
consequente a descarga de ADH pelos
neurônios lesados
• 3- fase retorno ao quadro de DI centralgeralmente 10 a 14 dias após a cirurgia –
que pode ser transitória ou permanente ,
total ou parcial , na dependência da
extensão da lesão.
• O DI não relacionado à neurocirurgia ou
TCE habitualmente é irreversível , mas há
casos em que se observou remissão
espontânea 8 anos após inicio do quadro.
Enfermeiro ESF - Órgão: Prefeitura de Nhandeara/RJ - Banca: CONRIO - Ano: 2014
Insulina é um hormônio utilizado no tratamento de pacientes com
Diabetes. Assinale a alternativa Incorreta em relação á conservação do
frasco.
a) Evitar expor os frascos a luz do sol.
b) As insulinas devem ser armazenadas em geladeira na parte
superior.
c) A insulina que está em uso poderá ser mantida em temperatura
ambiente (15º a 30º).
d) Nenhuma das alternativas citadas á cima estão incorretas
Prefeitura de Balneário Camboriú/SC - Banca: FEPESE - Ano: 2013
O pé diabético é uma complicação crônica do Diabetes mellitus. Cabe ao Enfermeiro acrescentar, na consulta de enfermagem, o exame dos
membros inferiores para identificação do pé em risco.São orientações básicas para os cuidados dos pés:
1. Examinar os pés diariamente. Se necessário, pedir ajuda a familiar ou usar espelho.
2. Lavar os pés diariamente, com água morna, evitar água quente. Secar bem os pés, especialmente entre os dedos.
3. Andar descalço sempre que possível, em casa.
4. Cortar as unhas de forma oval.
5. Calçar sapatos que não apertem, de couro macio ou tecido.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
a) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
b) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 5.
c) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 5.
d) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
e) São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 5.
OBRIGADO!
[email protected]
Facebook: Elton Rodrigues Chaves.
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