apresentações sexta-feria 02/12 – acp – banner e oral

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III CONGRESSO INTERNACIONAL MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE
III CONGRESSO EM PRÁTICAS PARA EDUCAÇÃO E SAÚDE
III MOSTRA CIENTÍFICO CULTURAL
PROGRAMAÇÃO DOS TRABALHOS CIENTÍFICOS
02 e 04 de dezembro de 2016
APRESENTAÇÕES SEXTA-FERIA 02/12 – ACP – BANNER E ORAL
1. TELESSAÚDE: FERRAMENTA PARA A EXPANSÃO DO ACESSO À SAÚDE
2. ESTRATÉGIAS DE ENFERMAGEM PARA O ENFRENTAMENTO DO LÚPUS ERITEMATOSO
3. MITOS E VERDADES SOBRE LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: ORIENTANDO PACIENTES E FAMILIARES.
4. SÍNDROME DE BURNOUT EM PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DE UMA INSTITUIÇÃO PARTICULAR DE
ENSINO DE RECIFE-PE.
5. ESQUIZOFRENIA E A SUA RELAÇÃO COM O ÁLCOOL: INTERFERÊNCIAS PSICOSSOCIAIS.
6. ESPÉCIES ACARINAS PRODUTORAS DE ALERGIAS PRESENTES NA POEIRA DOMICILIAR DE
MACAPARANA/PE
7. ASPECTOS RELEVANTES ACERCA DAS INFECÇÕES NOSOCOMIAIS E SEUS AGENTES MAIS COMUNS:
Staphylococcus
​
aureus​ E ​Clostridium difficile: UMA REVISÃO
8. O CONHECIMENTO DAS PROSTITUTAS QUANTO À PREVENÇÃO DAS DOENÇAS NEGLIGENCIADAS
9. EDUCAÇÃO POPULAR EM SAÚDE COMO PREVENÇÃO DE DIARREIA NO ASSENTAMENTO DE JOAQUIM
GOMES, ALAGOAS
10. A INTERVENÇÃO EQUÂNIME ENTRE SAÚDE E EDUCAÇÃO NO COMBATE E PREVENÇÃO DA DENGUE
11. CONTRIBUIÇÕES DA POPULAÇÃO BRASILEIRA ACERCA DA PRÁTICA PREVENTIVA DA DENGUE
12. ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA COMPARATIVA DA TUBERCULOSE NA CIDADE DE CARUARU, NO ESTADO DE
PERNAMBUCO E NO BRASIL
13. INCIDÊNCIA DE ZIKA NA REGIÃO DE CARUARU
14. OS AVANÇOS RELACIONADOS AO USO DE CÉLULAS TRONCO NA ODONTOLOGIA
15. COMPLICAÇÕES ODONTOLÓGICAS E O PAPEL DO CIRURGIÃO DENTISTA NA DETECÇÃO E
ENCAMINHAMENTO DE PACIENTES COM BULIMIA NERVOSA
16. OS CUIDADOS DE ENFERMAGEM AOS PORTADORES DE HANSENÍASE
17. TRATAMENTO PARA MULHERES PORTADORAS DE DIABETES MELLITUS GESTACIONAL
18. NEOPLASIAS INTRACRANIANAS E OS CUIDADOS DA ENFERMAGEM
19. RELAÇÃO ENTRE A CRIPTOCOCOSE E INDIVÍDUOS PORTADORES DO HIV
20. CUIDADOS NO TRATAMENTO ODONTOLÓGICO DE PACIENTES AUTISTAS
21. O USO DA ACUPUNTURA NO TRATAMENTO DE PACIENTES COM BRUXISMO
22. FATORES DE RISCO E PREVENÇÃO DO CÂNCER DE PÊNIS
23. PERFIL DE MORTALIDADE POR ESQUISTOSSOMOSE NO ESTADO DE PERNAMBUCO, 2005-2014
24. ALIMENTOS COMERCIALIZADOS POR AMBULANTES: UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA ALIMENTAR E
PREVENÇÃO DE INFECÇÕES PARASITÁRIAS.
25. A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA PROMOVENDO A BUSCA ATIVA DE CASOS DE HANSENÍASE JUNTO ÀS
EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA.
26. CUIDADOS DA ENFERMAGEM NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE PRÓSTATA
27. ADESÃO E CONTINUIDADE DO TRATAMENTO PARA TUBERCULOSE: O PAPEL DO ENFERMEIRO
28. COINFECÇÃO HIV/AIDS-TUBERCULOSE: ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO.
29. ALEITAMENTO MATERNO E EDUCAÇÃO EM SAÚDE: BENEFÍCIOS, PREPARO E TÉCNICA.
30. MANEJO FARMACOLÓGICO DA CRISE ASMÁTICA
31. AS CONSEQUÊNCIAS DAS ALTERAÇÕES HORMONAIS, CAUSADAS PELA SÍNDROME DOS OVÁRIOS
POLICÍSTICOS, NA CAVIDADE ORAL
32. A INCIDÊNCIA DE CÁRIE EM PACIENTES COM FLUOROSE DENTÁRIA
33. A IMPORTÂNCIA DO EXAME DE CONTATOS NO DIAGNÓSTICO DE CASOS DE HANSENÍASE EM
MENORES DE 15 ANOS.
34. TUBERCULOSE PULMONAR: A PREVENÇÃO EM REDE
35. RELIGIOSIDADE EM PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS
36. FATORES ASSOCIADOS À LETALIDADE DO TÉTANO ACIDENTAL
37. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO MANEJO DA MUCOSITE ORAL EM PACIENTES ONCOLÓGICOS
38. FATORES PREDISPONENTES E O IMPACTO DAS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS NA VIDA
DO IDOSO.
39. MORFOMETRIA HEPÁTICA DE RATOS INDUZIDOS A DIABETES PELA ESTREPTOZOTOCINA E TRATADOS
COM MELATONINA
40. IMPORTÂNCIA DA SUCÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO CRANIOFACIAL
41. AS CONSEQUÊNCIAS DA RESPIRAÇÃO BUCAL NO DESENVOLVIMENTO CRANIOFACIAL
42. EDUCAÇÃO EM SAÚDE NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO RECIFE: EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA SABER
TUBERCULOSE
43. CAIXA DO SABER COMO ESTRATÉGIA NA EDUCAÇÃO EM SAÚDE SOBRE TUBERCULOSE.
44. RELATO DE EXPERIÊNCIA DO GRUPO DE EXTENSÃO SOBRE CUIDADO, PRÁTICAS SOCIAIS E DIREITO À
SAÚDE DAS POPULAÇÕES VULNERAVÉIS
45. GENE MCR-1 E SUA RELAÇÃO COM A MULTIRRESISTÊNCIA BACTERIANA.
46. EDUCAÇÃO EM SAÚDE DIRECIONADA À AUTONOMIA SEXUAL E REPRODUTIVA DE PESSOAS SURDAS
47. MODALIDADES DE TELEDIAGNÓSTICO APLICADAS NO PROGRAMA TELESSAÚDE BRASIL REDES
48. AVALIAÇÃO DO ESTADO PSICOEMOCIONAL DAS PUÉRPERAS INTERNADAS EM UMA MATERNIDADE
PÚBLICA DE RECIFE-PE
49. VÍDEOS COMO RECURSOS PEDAGÓGICOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS E A PROMOÇÃO DA SAÚDE E
QUALIDADE DE VIDA: CRÍTÉRIOS DE SELEÇÃO, ANÁLISE E ORIENTAÇÕES PARA USO EM SALA DE AULA
50. PARASITOSES INTESTINAIS: AÇÃO DA ENFERMAGEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
51. A IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL NO ENFRENTAMENTO DA SÍFILIS CONGÊNITA
52. DESVENDANDO A HANSENÍASE: UMA ABORDAGEM PARA A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
53. OUTUBRO ROSA EM FOCO: LIMITES E POSSIBILIDADES DA EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA PREVENÇÃO DO
CÂNCER DE MAMA
54. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA TUBERCULOSE NA PARAÍBA
55. TRACOMA: FASES CLÍNICAS E FORMAS DE DIAGNÓSTICOS
56. A RELAÇÃO CRIANÇA E FAMÍLIA NA ADOÇÃO
57. HOMOPARENTALIDADE E ADOÇÃO
58. COBERTURA VACINAL CONTRA DIFITERIA, TÉTANO, COQUELUCHE E VÍRUS INFLUENZA EM GESTANTES
NUMA MATERNIDADE
59. A VOZ DO PROFESSOR MERECE SER OUVIDA
60. EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA ATENÇÃO À AMAMENTAÇÃO DE PREMATUROS
61. AÇÕES INTEGRADAS EM SAÚDE COM TRABALHADORES DA CATAÇÃO DE MATERIAL RECICLÁVEL
62. BIOFEEDBACK COMO TRATAMENTO ALTERNATIVO PARA DORES EM PACIENTES ONCOLÓGICOS
(104.405.174.432)
63. FONOAUDIOLOGIA E NUTRIÇÃO: POSSIBILIDADES DE ATUAÇÃO INTERDISCIPLINAR
64. A LUDOTERAPIA COMO ESTRATÉGIA TERAPÊUTICA EM HOSPITAIS DE MACEIÓ: UM SOPRO DE VIDA.
65. CARDIOPATIA CHAGÁSICA: UMA REVISÃO DA LITERATURA.
66. DOENÇA DE CHAGAS E SUA INFLUÊNCIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA.
67. MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS: UMA NOVA ALTERNATIVA NO TRATAMENTO DAS DOENÇAS
NEGLIGENCIADAS
68. DOENÇAS NEGLIGENCIADAS E O SEU IMPACTO SOCIAL NAS POPULAÇÕES
69. LEISHMANIOSE VISCERAL: EPIDEMIOLOGIA E EDUCAÇÃO EM
70. CÍRCULOS DE CULTURA SOBRE HANSENÍASE: EXPERIÊNCIA DE ADOLESCENTES ESCOLARES.
71. FEBRE REUMÁTICA – UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA
72. TRATAMENTO DE MANUTENÇÃO DA ASMA
73. PREVALÊNCIA DE INDÍCIOS DA PTIRÍASE VERSICOLOR EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE UMA
COMUNIDADE DO RECIFE
74. PANORAMA DO TRACOMA NO ESTADO DE PERNAMBUCO
75. REFLEXÕES SOBRE ABORTAMENTO NO BRASIL: UM PASSEIO NA LITERATURA
76. IMPORTÂNCIA DA ASSISTÊNCIA QUALIFICADA PARA DETECÇÃO DAS INFECÇÕES DO TRATO URINÁRIO
EM GESTANTES
77. RELAÇÃO ENTRE A SUPLEMENTAÇÃO PROBIÓTICA E A OBESIDADE: AVANÇOS RECENTES
78. EFEITO DA GELDANAMICINA NA INFERTILIDADE TESTICULAR: UMA REVISÃO DE LITERATURA.
79. ASPECTOS PSICOSSOCIAS DAS PESSOAS ACOMETIDAS POR HANSENÍASE: RELATO DE VIVÊNCIA.
80. AVALIAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM INTEGRANTES DE GRUPOS DE AUTOCUIDADO EM
HANSENÍASE DA CIDADE DO RECIFE
81. AVALIAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL EM INTEGRANTES DE GRUPOS DE AUTOCUIDADO EM
HANSENÍASE DA CIDADE DO RECIFE
82. EXPERIÊNCIAS DE UM GRUPO DE APOIO PARA O AUTOCUIDADO EM HANSENÍASE DE UMA UNIDADE
DE REFERÊNCIA DO MUNICÍPIO DE RECIFE
83. ESTRATÉGIA PARA CONTROLE E ELIMINAÇÃO DA FILARIOSE LINFÁTICA.
84. O IMPACTO NA SEXUALIDADE DO PORTADOR DE HANSENÍASE
85. ASSISTÊNCIA À SAÚDE DAS CRIANÇAS NA ESTRATÉGIASAÚDE DA FAMÍLIA: AVALIAÇÃO DO CUIDADO
EM UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA DE PERNAMBUCO
86. BAIXOS ÍNDICES DE ESQUISTOSSOMOSE, TUBERCULOSE E HANSENÍASE: PROBLEMAS RESOLVIDOS OU
NEGLIGENCIADOS?
87. MÉTODO BAMBU COMO ESTRATÉGIA DE PLANEJAMENTO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: RELATO
DE EXPERIÊNCIA. 88. A REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE E A GESTÃO DO CUIDADO DA HANSENÍASE.
89. ATIVIDADE ANTI- Candida da ​Anacardium occidentale
90. ATIVIDADE ANTIMICROBIANA DA ​Spondias tuberosa
91. COMPREENSÃO DA HANSENÍASE
92. DEPRESSÃO INFANTIL: UM MAL CRESCENTE E NEGLIGENCIADO.
93. SINTOMATOLOGIA DEPRESSIVA EM CRIANÇAS: UM ESTUDO INCIAL
94. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO EM ÁREA COBERTA E NÃO COBERTA POR ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA
(ESF)
95. PRINCIPAIS FATORES QUE RETARDAM O DIAGNÓSTICO DA TUBERCULOSE EM ADULTOS
96. SOROPREVALÊNCIA PARA TOXOPLASMOSE CONGÊNITA EM GESTANTES ATENDIDAS EM MATERNIDADE
DE CAMPINA GRANDE – PB
97. RECURSOS EDUCATIVOS UTILIZADOS NA SALA DE ESPERA DE UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA
98. LIGA ACADÊMICA DE FONOAUDIOLOGIA HOSPITALAR: OPORTUNIDADE PARA ATUAÇÃO
INTERPROFISSIONAL
99. TUBERCULOSE NAS PRISÕES: DESAFIOS DO CONTROLE E PREVENÇÃO À LUZ DA LITERATURA
100. ECLOSÃO DA SAÚDE PÚBLICA E DA POLÍTICA DE ATENÇÃO BÁSICA: UMA EVOLUÇÃO CRONOLÓGICA
101. SUPLEMENTAÇÃO DE PROTEÍNA EM PACIENTES CRÍTICOS EM TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL
102. O NUTRICIONISTA EM UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR NUM AMBIENTE HOSPITALAR – RELATO
DE EXPERIÊNCIA
103. SITUAÇÃO SOCIODEMOGRÁFICAS E EPIDEMIOLÓGICA DA HANSENÍASE NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DE
SANTO ANTÃO-PE, NO PERÍODO DE 2005 A 2015
104. INFLUÊNCIAS DA MOTILINA NO COMPLEXO MIOELÉTRICO MIGRATÓRIO E NA SENSAÇÃO DE FOME
105. MOTILINA: UMA POSSÍVEL ETIOPATOGENIA DA SÍNDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL.
106. ANÁLISE DO DISCURSO DE GESTORES DO PROGRAMA DE CONTROLE DA HANSENÍASE
107. MICROCEFALIA E VÍRUS ZIKA: ACESSIBILIDADE DE CRIANÇAS A CUIDADOS E SERVIÇOS DE SAÚDE.
108. A RELEVÂNCIA DO ACOLHIMENTO NA ATENÇÃO BÁSICA PARA IDENTIFICAÇÃO DE DOENÇAS
NEGLIGENCIADAS
109. DOENÇAS NEGLIGENCIADAS E ATENÇÃO BÁSICA: CORRELAÇÃO ENTRE A INSUFICIÊNCIA DE DADOS
EPIDEMIOLÓGICOS E BAIXA NOTIFICAÇÃO
110. AVALIAÇÃO DA LIMITAÇÃO FUNCIONAL EM INTEGRANTES DE GRUPOS DE AUTOCUIDADO EM
HANSENÍASE DA CIDADE DO RECIFE
111. HANSENÍASE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA, DESAFIOS E SOLUÇÕES: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA
LITERATURA
112. A LEISHIMANIOSE VISCERAL UM AGRAVO DE SAÚDE QUE NÃO DEVE SER NEGLIGENCIADO: REVISÃO
INTEGRATIVA DA LITERATURA
113. PREVALÊNCIA DA INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO MATERNA E A RELAÇÃO COM A INFECÇÃO
NEONATAL
114. VISÃO DE DOCENTES E MONITORES: COMO PROMOÇÃO PARA O CONTROLE DAS DOENÇAS
NEGLIGENCIADAS NO ENSINO BÁSICO
115. MICROCEFALIA: DESAFIOS DA ATUALIDADE
116. MORTALIDADE INFANTIL: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE UM HOSPITAL REGIONAL DO NORDESTE
117. A ELETROESTIMULAÇÃO MUSCULAR NA HANSENÍASE
118. ATENÇÃO À SAÚDE DE PESSOAS ATINGIDAS PELA HANSENÍASE EM DOIS DISTRITOS SANITÁRIOS DO
RECIFE
119. CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DAS PRÁTICAS DE ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA PARA AS
DOENÇAS NEGLIGENCIADAS (104.405.174.432 a 082.695.774.992)
120. DOENÇA DE CHAGAS E AS CONSEQUÊNCIAS DA INFECÇÃO CONGÊNITA: UMA REVISÃO DE
LITERATURA
121. O ATUAL PANORAMA DA SÍFILIS CONGÊNITA NO BRASIL
122. EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA PRÁTICA DO AUTOCUIDADO NA HANSENÍASE
123. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA HANSENÍASE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
124. ESCASSEZ NA INOVAÇÃO TERAPÊUTICA PARA DOENÇAS NEGLIGENCIADAS E RISCOS DE RESISTÊNCIA A
DROGAS
125. PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE TUBERCULOSE EM RECIFE/PE (2010 A 2015)
126. PREVALÊNCIA DE HANSENÍASE NA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE/PE, 2011-2015
127. VIGILÂNCIA EM SAÚDE E ATENÇÃO BÁSICA: UMA ARTICULAÇÃO POSSÍVEL E NECESSÁRIA
128. INFECÇÃO POR ZIKA VÍRUS ENQUANTO PATOLOGIA NEGLIGENCIADA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
129. ANÁLISE DA MORTALIDADE POR TUBERCULOSE NO ESTADO DE PERNAMBUCO – 2000 A 2014
130. A DETERMINAÇÃO SOCIAL NO PROCESSO DE ADOECIMENTO NO CONTEXTO DAS ARBOVIROSES
131. PRINCIPAIS FATORES ATRELADOS A PERSISTÊNCIA DAS DOENÇAS TROPICAIS NEGLIGENCIADAS
132. ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO FRENTE A PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA HANSENÍASE
133. EVENTOS ADVERSOS E A EVOLUÇÃO DA DERMATOMIOSITE EM CRIANÇAS
134. POLIMIOSITE - ASPECTOS CLÍNICOS, TRATAMENTO E INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM DIANTE DA
PATOLOGIA
135. O IMPACTO SOCIAL E ECONÔMICO DAS DOENÇAS NEGLIGENCIADAS NO BRASIL
136. A LIDERANÇA COMO ESTRATÉGIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA PRÁTICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS
NA ENFERMAGEM
137. DETECÇÃO DA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA ​in vitro DA CASPOFUNGINA FRENTE ISOLADOS CLÍNICOS DE
CANDIDA PARAPSILOSIS
138. AVALIAÇÃO DOS EFEITOS EMBRIOTÓXICO E EMBRIOSTÁTICO DO EXTRATO AQUOSO DE RHIZOPHORA
MANGLE E ÁCIDO TÂNICO EM OVOS E LARVAS DE ​Aedes aegypti
139. OS ASPECTOS PSICOLÓGICOS DE PACIENTES COM TUBERCULOSE
140. A IMPORTÂNCIA DA PSICOLOGIA NO ACOLHIMENTO AOS FAMILIARES DE BEBÊS COM MICROCEFALIA
141. AÇÕES DOS CUIDADORES NOS SERVIÇOS DE RESIDENCIAIS TERAPÊUTICOS: REVISÃO INTEGRATIVA
142. IMPACTO POTENCIAL NA SAÚDE PÚBLICA POR Campylobacter jejuni: estudo em propriedades rurais
de Pernambuco
143. SABER AMBIENTAL: PRÁTICA DOS ENFERMEIROS NAS UNIDADES DE SAÚDE
144. A IMPORTÂNCIA DO ENFERMEIRO NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
145. O SENTIMENTO DO HANSENIANO FRENTE AO PRECONCEITO
146. LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO DA DOENÇA NEGLIGENCIADA TRACOMA NO BRASIL
147. LIVRE BRINCAR NA CRECHE: um relato de experiência
148. HISTOQUIMICA HEPATICA DE RATOS INDUZIDOS A DIABETES PELA ESTREPTOZOTOCINA E TRATADAS
COM MELATONINA
149. POTENCIAL LEISHMANICIDA DE DERIVADOS GUANILIDRAZÔNICOS
150. ANÁLISE DA REDE AMBULATORIAL DE TUBERCULOSE EM MUNICÍPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE
RECIFE
151. ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL NO TRATAMENTO DE LESÃO POR PRESSÃO EM PACIENTE
ONCOLÓGICO: SEGUIMENTO PÓS ALTA HOSPITALAR
152. ANÁLISE DESCRITIVA DA MORTALIDADE POR TUBERCULOSE, ENTRE 2000 A 2013, PARA OS
RESIDENTES DO MUNICÍPIO DE RECIFE
153. DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA COINFECÇÃO LEISHMANIOSE VISCERAL E HIV NO ESTADO DE
PERNAMBUCO
154. A POLÍTICA EXTENSIONISTA NO CUIDADO A POPULAÇÕES VULNERÁVEIS EM ITAPISSUMA-PE
155. ASSOCIAÇÃO ENTRE OBESIDADE ABDOMINAL E DISLIPIDEMIA EM PACIENTES SUBMETIDOS À
HEMODIÁLISE.
156. RELATO DE EXPERIÊNCIA: IMPACTOS DA AÇÃO EDUCATIVA ATRAVÉS DOS CUIDADOS DE
ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS TROPICAIS NEGLIGENCIADAS EM CRIANÇAS E PRÉ
ADOLESCENTES DE UMA ONG EM RECIFE-PE
157. OCORRÊNCIA DE PARASITAS INTESTINAIS EM CRIANÇAS DE CRECHES PÚBLICAS DE MACEIÓ-AL.
158. INTERVENÇÃO MULTIPROFISSIONAL EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE JABOATÃO DOS GUARARAPES-PE:
COMBATENDO A HELMINTÍASE
159. ESQUISTOSSOMOSE E HIPERTENSÃO PULMONAR
160. O IMPACTO DA COBERTURA DA EQUIPE DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA PREVALÊNCIA DE DOENÇAS
CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS EM UMA COMUNIDADE DE VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – PE
161. CÉLULAS-TRONCO NA ODONTOLOGIA DO FUTURO: POSSIBILIDADE OU UTOPIA?
162. TELEFONOAUDIOLOGIA: A SAÚDE DA COMUNICAÇÃO HUMANA EM TEMPOS DO VÍRUS ZIKA E
MICROCEFALIA
163. PROMOÇÃO DA SAÚDE DA COMUNICAÇÃO HUMANA: RELATO DAS EXPERIÊNCIAS EM SAÚDE
COLETIVA
164. MECANISMOS DE AÇÃO DA TALIDOMIDARELACIONADOS A TERATOGENICIDADE
165. DEPRESSÃO COMO FATOR PRIMÁRIO PARA OCORRÊNCIA DE SUICÍDIO EM IDOSOS
166. PREVENÇÃO DA HANSENÍASE EM PROSTITUTAS: UMA AÇÃO DE SAÚDE BUCAL
167. DOENÇAS NEGLIGENCIADAS E METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO: UMA RODA DE CONVERSA COM
MULHERES TRANSEXUAIS
168. CAUSAS DA NÃO MIDIATIZAÇÃO DAS DOENÇAS NEGLIGENCIADAS
169. PERFIL DOS PACIENTES DIABÉTICOS CADASTRADOS NO PROGRAMA “AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR”
DE UMA DROGARIA COMERCIAL
170. PERFIL E TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DE PACIENTES DIABÉTICOS CADASTRADOS NO PROGRAMA
“AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR” DE UMA DROGARIA COMERCIAL.
SEGUE EM NEGRITO AS APRESENTAÇÕES EM ORAL.
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