Enviado por Do utilizador1349

Apresentação linhagens rodofitas

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Origem, evolução e sistemática dos
organismos fotossintetizantes :
(Chromalveolatas)
Profa Dra. Maria Tereza Faria
Endossimbiose primaria
Algas verdes + plantas
terrestres
Clado viridiplantae
Endossimbiose secundária
Chromalveolata
Representação esquemática dos processos de transferência lateral dos
plastídios nas atuais linhagens de eucariontes
Mas essa classificação em
supergrupos vale mesmo? Não
vai mudar?
Archaeplastida
Rhizaria
Por que não escolhem uma
só classificação e pronto!
Chromalveolata
Chromista e Alveolata
Rhizaria
Clado SAR
Dorrell R G , Smith A G Eukaryotic Cell 2011;10:856-868
Endossimbiose
primaria
Endossimbiose
secundaria
Rodophyta
Ancestral
Chromalveolata
1.Cryptophyta
2. Haptophyta
3. Stramenopiles
4. Alveolata
1.Cryptophyta
1. Cryptophyta
 Características gerais do grupo
Nº de espécies: ≈ 200 – unicelulares ou colonial.
Hábitat: dulcícola ou marinhas, mas subsuperficiais e
frias.
Nº de flagelos: 2; desiguais e subapicais.
Parede celular: Ausente – possuem uma camada
..........................rígida de proteína sobre a mem.
..........................plasmática.
Pigmentos: clorofica a
.................... (fucoxantina)
e c
+ carotenóides
.................... cloroplastos com ficobilinas.
 Substância de reserva: Amido.
 Nutrição: Autótrofos; Heterotróficos –
fagocitose
Flagelo
Mastigonemas
Vacúolo contráctil
“corpos de Maupas”
Particularidades:
ejectiossomo
Periplasto e Ejectiossomos
Pirenoide
película protéica
Cloroplastos com 4 camadas de membrana
cuja parte externa é contínua do RE do
cloroplasto. Entre a 2ª e a 3ª membrana
contém grãos de amido e um núcleo
reduzido (nucleomorfo) e um nucléolo com
RNA tipicamente eucarioto.
nucleomorfo
Morfologia de uma Cryptophyta
http://bit.ly/14kzFBR
Ejectiossomos
Organelas explosivas (“farpas”) que
revestem o sulco da garganta.
Atuam como um meio de defesa
contra herbívoros.
A ornamentação (hexagonal,
oval, circular ou retangular)
é critério taxonômico.
http://bit.ly/ZosD7b Graham et al. (2009)
Ciclo de Vida / Reprodução
ASSEXUADA: mitose e citocinese longitudinal (divisão binária) PRINCIPAL
divisão binária
A sexualidade do grupo ainda é pouco conhecida. Em uma espécie
foi evidenciada a fecundação isogâmica , mas a meiose nunca foi observada
e o ciclo de vida é desconhecido.
SEXUADA :
(a) Isogamia: os gametas são iguais no tamanho e na forma,
entretanto podem ser distintos bioquimicamente.
(b) Os símbolos + ou – podem ser atribuídos para cada um dos
gametas.
 Aspectos ecológicos
Grande abundância em lagos e águas costeiras quando
diatomáceas e dinoflagelados apenas subexistem por conta a
variação sazonal.
↑ diversidade de gêneros → habitat marinho
↑ densas populações → camadas profundas de lagos de
água doce.
Ricos em ácidos graxos e poliinsaturados (palatabilidade)
que são essenciais para o desenvolvimento do zooplâncton.
 Outras informações em: http://tolweb.org/cryptomonads/2396 (site em inglês)
2. Haptophyta
 Características gerais do grupo
 Nº de espécies: ≈ 300, distribuídas em 80 gêneros –
unicelulares, coloniais.
 Hábitat: essencialmente marinho, poucos dulcícola ou
terrestre maior ............. diversidade nos trópicos, mas pode
viver em regiões polares.
Nº de flagelos: ausentes ou em pares, iguais ou desiguais.
Haptonema
Estrutura filamentosa que se prolonga juntamente com os
flagelos, mas estruturalmente distinto, podendo curvar-se
e enrolar-se, mas não bater que nem o flagelo.
•Função: detectar obstáculos,
transportar as presas.
capturar,
agregar
e
Graham et al. (2009)
Parede celular: Escamas achatadas na superfície externa da célula, ........................
podendo ser.composta de matéria orgânica calcificada .........................
(cocolitos) ou não.
2 tipos: prod. nas vesículas de Golgi
exterior/formado fora da célula.
Ótimo registro fóssil.
Função taxonômica.
e transportados p/ o
Oolithotus fragilis
Pigmentos: clorofica a e c + fucoxantinas.
Substância de reserva: Crisolaminarina.
Nutrição: Autotróficas, com somente um
heterotrófico (alimenta-.. se de cianobactérias)
representante
 Ciclo de Vida / Reprodução
Assexuada ou sexuada com alternância de gerações
heteromórficas.
Aspectos ecológicos
Produtores ou consumidores.
Converte cerca de 2/3 do carbono
orgânico em Carbonato de Cálcio
As falésias brancas de Dove –
Inglaterra/ 100 milhões
 Podem prod. florações tóxicas que causa a morte de peixes e invertebrados e
inibe o crescimento de diatomáceas e dinoflagelados.
https://www.algaebase.org/search/species
 Prod. de óxido sulfúrico
 As haptófitas são importantes produtoras de óxidos
sulfúricos relacionados à chuva ácida.
 Phaeocystis, no estágio gelatinoso colonial, domina o
fitoplâncton de zonas marginais de regiões polares e
contribui com cerca de 10% dos compostossulfúricos
atmosféricos que são gerados pelo fitoplâncton.
 o que pode afetar a formação de nuvens e,
potencialmente, a regulação do clima
3. Stramenopiles
Divisão Chrysophyta
3.1 Classe Chrysophyceae (Algas doradas)
3.2 Classe Bacillariophyceae (diatomáceas )
3.2 Divisão Phaeophyta (algas marrons)
3.1 Classe Chrysophyceae (Algas doradas)
Características gerais do grupo
Nº de espécies: ≈ 1000 – unicelulares ou coloniais.
Hábitat: dulcícola (maior parte) ou marinho.
Nº de flagelos: 2 (sendo um pinado e um do tipo chicote) ou ausente.
Parede celular:
Ausentes;...........................................................................................
Presentes - Fibrilas de celulose que podem estar impregnadas por
................................. minerais ou escamas entrelaçadas ornamentadas com
................................. sílica (impedem que englobem partículas).
Formam o estomatocisto
http://bit.ly/176W6WR
Dinobryon sertularia
http://bit.ly/130SogP
Mona glutulla
Pigmentos: clorofica a e c + fucoxantinas, embora possa está ausentes.
Substância de reserva: Crisolaminarina.
Nutrição: heterotróficos ou mixotróficos.
Ingerem bactérias e outras partículas orgânicas por fagocitose.
Ciclo de Vida / Reprodução
Assexuada: formando zoósporos.
Sexuada (menos comum).
Ciclos de resistência ocorrem em ambientes desfavorávies.
Aspectos ecológicos
As vezes componentes dominantes do fitoplânc. em zonas temperadas;
Podem produzir as “marés pardas” – florações tóxicas (p.e.: Uroglena
volvox);
Dão gosto e odor desagradáveis em águas de abastecimento (p.e.:
Dinobryon).
3.2 Classe Bacillariophyceae (diatomáceas )
Características gerais do grupo
Nº de espécies: ≈ 100.000, distribuídas em 250 gêneros – maioria
............................. unicelulares
Hábitat: marinho ou dulcícola.
Nº de flagelos: ausente, salvo nos gametas masculinos das diatomáceas
......................... cêntricas (1 flagelo pinado).
Movimentos: através de mucopolissacarídeos
Movimentos: através de mucopolissacarídeos
Parede celular:
Ausente
Presente – FRÚSTULAS (sílica e subst. pécticas)
Estrutura das frústulas
Pigmentos: clorofica a e c, + fucoxantinas.
Substância de reserva: Crisolaminarina estocada nos vacúolos;.Óleos
....................................... (encontrados nos cloroplasto e no citoplasma).
Nutrição: maioria autotróficas; algumas heterotróficas (absorvem C org.
dissolvido) – princ. Penales poucas heterotróficas obrigatórias
............... (sem clorofila) .
Ciclo de Vida / Reprodução
Assexuada: divisão longitudinal (binária) após aumento do protoplasto,
cada cél. filha recebe uma hipoteca que se encaixa na metade “materna” da
carapaça.
http://bit.ly/115CJvq
Ciclo de Vida / Reprodução
Sexuada: devido a mud. físicas do ambiente ou á redução da população.
ciclo gamético oogâmico com gam. ♂ flagelado (Centrales)
ciclo gamético isogâmico sem gam. ♂ flagelado (Penales)
Ciclos de resistência ocorrem
ambientes desfavoráveis.
Graham et al. (2009)
em
Cel. em tamanho fértil
Cel. Vegetativa em
divisão
Taxonomia:
ORDEM CENTRALES – simetria radial
Simetria RADIAL – CÊNTRICA: radial em relação a um ponto
central
da valva.
Simetria GONÓIDE: Formando ângulos na valva.
ORDEM PENALES – simetria bilateral
Simetria BILATERAL – PENADA: longitudinal em relação ao
eixo
apical.
Simetria TRELISÓIDE: Ornamentação de uma margem a
outra da
célula.
Obs: a rafe pode estar ausente ou presente, se presente
pode ser verdadeira ou não (pseudorafe)
http://bit.ly/XK6PYm modificado
Triceratium nobile
http://bit.ly/12Y5fnO
http://bit.ly/YCYyoR
Cyclotella meneghiniana
Coscinodiscus radiatus
http://bit.ly/XKi5UI
http://bit.ly/16Vbdob
Triceratium pentacrinus
Aspectos ecológicos / econômicas
Importante componente do fitoplâncton → 25% do total da
produtividade primária.
Grande biomassa e diversidade em águas polares.
Princ. fonte de alimento de animais aquáticos.
Geralmente abundantes na primavera e no
outono devido a resuspensão de nutrientes
(sílica) em regiões temperadas, tendo queda e
substituição após o decréscimo de sílica
Esteves (1998)
Importante registro fóssil, e consequente dedução da
temperatura e alcalinidade das águas de tempos passados.
Uso extensivo com filtro de líquidos, especialmente em
refinarias de açúcar e como isolante térmico em caldeiras.
Empregados como abrasivo - diatomito.
Utilizada como indicador de camadas que possam conter
petróleo e gás natural.
Certas diatomáceas estão associadas com a produção de
Ác. domóido (neurotoxina) que pode ser acumulado em
moluscos causando envenenamento dos seres humanos.
3.3. Divisão Phaeophyta (algas marrons)
 Características gerais do grupo
Nº de espécies: ≈ 1500 – multicelulares (podendo
.......................... atingir 60 – Kelps).
Hábitat: marinho, dominando praias rochosas ao
.............. longo das regiões temperadas. Ocorrem
.............. desde o nível da maré até uma profun.............. didade de 30 m, estendendo-se à 10 Km
............... da costa.
Nº de flagelos: 2 e somente em células
.................................reprodutivas
(sendo
um
............................... pinado e um do tipo chicote
................................ dispostos lateralmente).
http://bit.ly/ZUdTMt
Parede celular: Celulose embebida em matriz mucilaginosa de alginato
(suporta estresse mecânico e a dessecação em marés
baixas). Apresenta plasmodesmos, entretanto sem
desmotúbulos.
Pigmentos: clorofica a e c, + carotenóides (fucoxantinas) → plastídeos
marrons-dourados.
Substância de reserva: laminarina e manitol (armazenada nos vacúolos);
amido (menos comum).
Particularidades:
Forma básoica: TALO (corpo vegetavo simples, relativamente
indiferenciado)
Apressório, estipe, lâminas e vesículas flutuadoras – regiões
diferenciadas em Kelpes grandes (Ex.: Laminarina)
Reprodução
VEGETATIVA
Fissão binaria
Fragmentação
Talos adventícios
Gemulas
Propagulos
bulbos
ASSEXUAL
Zoosporos
(esporângios uni - n ou
pluriloculares- 2n)
GAMETICA
Isogamia
Anisogamia
Oogamia
Aspectos ecológicos / econômicas
Petroderma maculiforme pode ocorrer de forma livre ou em simbiose
como o líquen marinho Verrucaria tavaresiae.
Alimentação humana.
Alginato → revestimento de papel.
Berçário de biodiversidade em zonas
marítimas temperadas.
Florestas de Kelps
As florestas de kelp, juntamente com os recifes de coral e as pradarias de plantas
marinhas, são habitats que constituem um bem ambiental, social e económico
muito importante. São importantes zonas de proteção, reprodução e alimentação
para uma grande diversidade de espécies animais. Peixes e invertebrados de
elevado valor comercial são residentes comuns das florestas de kelp.
Florestas de Kelps
Os kelps dependem diretamente da intensidade solar disponível. Por este motivo, a sua distribuição é limitada pela
profundidade (até cerca de 30 m, no Atlântico Norte e Pacífico Norte, e até 120 m em condições de elevada
penetração de luz, como no Mediterrâneo ou nas ilhas e montes submarinos no meio do oceano). Por outro lado, a
radiação ultravioleta pode inibir o crescimento de algas kelp em águas superficiais. Desta forma, quanto mais
transparente é uma massa de água, mais profundo será o limite superior e inferior da distribuição de espécies de
algas kelp.
Florestas de Kelps
A temperatura também é um fator que controla as populações de algas kelp. As
diferentes espécies possuem intervalos de tolerância à temperatura bastante
concretos que determinam a sua distribuição geográfica. De uma forma geral, as
algas kelp ocorrem em águas de temperaturas baixas ou moderadas.
4. Alveolata
4.1 Divisão Dinophyta
 Características gerais do grupo
 Filogeneticamente
relacionados
a
Protozoários ciliados e aos Apicomplexa
(juntos formam o grupo dos aveolados)
Nº de espécies: ≈ 2000 à 4000 espécies maioria unicelulares
Hábitat: 90% marinho, ocorrendo geralmente
entre 18 e 90 m – não ultrapassando 200m, e
10% de água doce. E mais diversifiocado nos
trópicos.
Nº de flagelos: Presentes - 2 e em sulcos da teca (Raro mais que 2,
Polykrikos herdmanae), ou ausentes. Os gametas são flagelados.
Parede celular: Presente - Teca (celulose, localizada abaixo da mem.
plasmática), ou ausente
http://bit.ly/ZRCkdc
http://bit.ly/dDsCCD
Parede celular: Teca (celulose, localizada abaixo da mem. plasmática),
ou ausente
Cada vesícula anfiesmal
contém uma placa da teca e
é o arranjo destas placas
(tabulação) é constante
para cada espécie.
(SOUZA; RIVAS-CARBALLO; PAIZ, 1999)
Célula protegida por um invólucro
protéico e flexível. Alguns podem
desenvolver um esqueleto interno de
calcário ou, raramente, por sílica. Ou
formada pela película que constitui a
camada interna e individualizada da
vesícula anfiesmal.
Pigmentos: clorofila a e c, geralmente mascarados por xantofila
.......(pirimidina), além de β-caroteno e pequenas
quantidades .................... de diadinoxantina, diatoxantina e
dinoxantina.
Substância de reserva: Amido
Nutrição: Autótrofos, heterotróficos, ou de comportamento
misto (mixotróficos).
Halozóicos
ou
saprófitos.
Alguns
alimentam-se projetando uma estrutura
tubular (pedúnculo) que é recolhida após a
alimentação.
 Núcleo:
- Tipicamente Eukariota sendo denominado Dicarion, por os cromos-somos estarem
sempre condensados e visíveis durante o ciclo mitótico.
- A mitose é fechada, ou seja, a membrana nuclear não se rompe durante..a divisão
mitótica e o fuso cromático é extracelular.
- DNA sem histonas e, portanto, sem nucleossomas.
Ciclo de Vida / Reprodução
A reprodução pode ser vegetativa, assexuada ou sexuada.
O ciclo de vida complexo, com vários estádios. No entanto, a
maioria das espécies tem, pelo menos, um estádio móvel
biflagelado.
Os dinoflagelados atuais produzem diversos quistos (células com
parede contínua e sem flagelos) cuja parede é geralmente
composta por material muito resistente (geralmente orgânico dinosporina, semelhante à esporopolenina), mas ocasionalmente é
inorgânica (carbonato de cálcio ou sílica) e pode fossilizar.
Assexuada: Divisão longitudinal (binária), cada cél. filha recebe
um ....................flagelo e uma parte da teca.
Sexuada: conhecida em apenas 1% das espécies atuais.
isogâmica ou anisogâmica.
(SOUZA; RIVAS-CARBALLO; PAIZ, 1999)
Taxonomia
A classificação de dinoflagelados, para refletir a sua filogenia, deve incluir tanto formas vivas como fósseis.
Atualmente, o grupo compreende três sub-divisões, uma das quais incerta. Esta taxonomia é baseada nas
dimensões, contorno, simetria e em diversos fatores que se refletem na forma da parede.
Aspectos ecológicos
Cerca de 20% são responsáveis por florações tóxicas causam
a morte de milhões de peixes e moluscos; podem
indiretamente atingir o homem ao alimentar-se de
organismos afetados.
Ex: Gonyaulax e Gymnodium
Bioluminescênia é comum devido a uma reação envolvendo
luciferina e a enzima luciferase. Ex: Noctiula sp.
Dinioflagelados sem teca podem realizar simbiose com outros
organismos – Zooxantela. Responsável pela produtivi-dade
dos recifes de coral em zonas tropicais.
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