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Aula 01.01.2019 Acionamentos elétricos circuitos elétricos

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Acionamentos elétricos
Porto Velho, 11 de fevereiro de 2019
APRESENTAÇÃO PROFESSOR
Ademir A. S. Cunha
Formação acadêmica
• Engenheiro Eletricista – Universidade Estadual Paulista (UNESP);
• Pós graduação em Eficiência Energética – UNIR;
• MBA em Gerenciamento de Projetos – FGV;
• Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho – UCAM;
• Intercambio na Universidade de Chicago;
• Cursando Mestrado em Administração – UNIR.
Experiência profissional
• Engenheiro da Ceron desde 2006;
• Professor da FGV de 2013 a 2016;
• Conselheiro CREA de 2013 a 2016;
• Professor do SENAI (2008) e Faculdade Claretiano (2015).
APRESENTAÇÃO DOS DISCENTES
Nome:
Experiência profissional:
Motivação para cursar engenharia:
Expectativa na profissão:
EMENTA:
• Definições de Potência Elétrica;
• Dispositivos, diagramas de comando e proteção de motores elétricos;
• Conversores eletrônicos utilizados em acionamentos de motores
elétricos;
• Dinâmica dos acionamentos elétricos;
• Acionamentos de motores de corrente contínua;
• Acionamentos de motores de corrente alternada;
• Seleção e aplicação de motores elétricos.
Datas Importantes
23/02/2019 – Trabalho de campo, onde os alunos em grupos de, no máximo, 4
pessoas devem visitar alguma instalação industrial, que tenha um painel e um
sistema de comando elétrico de um motor, bomba, iluminação ou qualquer
equipamento elétrico e elaborar uma apresentação para a aula do dia 25/03/2019.
25/03/2019 – Prova parcial (apresentação do trabalho de campo - 15min)
08/04/2019 – Avaliação B1
18/05/2019 – Trabalho de campo, onde os alunos em grupos de, no máximo, 4
pessoas devem visitar alguma instalação comercial, que tenha um painel e um
sistema de comando elétrico de um motor, bomba, iluminação ou qualquer
equipamento elétrico e elaborar uma apresentação para a aula do dia 27/05/2019.
27/05/2019 – Prova parcial (apresentação do trabalho de campo - 15min)
17/06/2019 – Avaliação B2
01/07/2019 – 2ª Chamada
08/07/2019 – Avaliação 3
Recomendações de livros na Biblioteca Pessoal
Valor
• Saraiva: 396,00 (internet)
• Central: 315,00 (Porto Velho)
Sumário:
Capítulo 1 - Para-raios a Resistor Não Linear
Capítulo 2 - Chave Fusível Indicadora Unipolar
Capítulo 3 - Muflas Terminais Primárias e Terminações
Capítulo 4 - Condutores Elétricos
Capítulo 5 - Transformadores de Corrente
Capítulo 6 - Transformador de Potencial
Capítulo 7 - Bucha de Passagem
Capítulo 8 - Chaves Seccionadoras Primárias
Capítulo 9 - Fusíveis Limitadores Primários
Capítulo 10 - Painéis Elétricos
Capítulo 11 - Disjuntores de Alta Tensão
Capítulo 12 - Transformadores de Potência
Capítulo 13 - Capacitores de Potência
Capítulo 14 - Chave de Aterramento Rápido
Capítulo 15 - Resistores de Aterramento
Capítulo 16 - Reguladores de Tensão
Capítulo 17 - Religadores Automáticos
Capítulo 18 - Seccionadores Automáticos
Capítulo 19 - Isoladores
Capítulo 20 - Descarregadores de Chifre
Recomendações de livros na Biblioteca Pessoal
Sumário:
Cap.1 - Elementos de projeto
Cap.2 - Iluminação industrial
Cap.3 - Dimensionamento de condutores elétricos
Cap.4 - Fator de potência
Cap.5 - Curto-circuito nas instalações elétricas
Cap.6 - Motores elétricos
Cap.7 - Partida de motores elétricos de indução
Cap.8 - Fornos Elétricos
Cap.9 - Materiais elétricos
Cap.10 - Proteção e coordenação
Cap.11 - Sistemas de aterramento
Cap.12 - Subestação de consumidor
Cap.13 - Proteção contra descargas atmosféricas
Cap.14 - Automação industrial
Cap.15 - Eficiência energética
Cap.16 - Usinas de geração industrial
Valor
• Saraiva: 310,00 (internet)
• Central: 285,00 (Porto Velho) 8ª edição
•
•
•
•
•
•
•
•
Menor espaço;
Menor consumo de energia elétrica;
Reutilizável;
Programável;
Maior confiabilidade;
Maior flexibilidade;
Maior rapidez na elaboração de projetos;
Interfaces de comunicação com outros CLPs e
computadores.
Definição de Potência Elétrica
Foi visto que a diferença de potencial V entre dois pontos
relaciona a quantidade de energia necessária para transportar
uma quantidade de carga elétrica entre estes dois pontos. A
potência elétrica P desenvolvida para realizar este trabalho é
dada pelo quociente entre o trabalho realizado e o
correspondente intervalo de tempo:
Atividade
1. Exercício.
Para dar um choque em sua presa, o peixe-elétrico Electrophorus
electricus gera pulsos de corrente elétrica de 0,80 A ao longo de sua
pele. Essa corrente flui através de uma diferença de potencial igual a
650V. Com que potência elétrica que Electrophorus fornece para sua
presa?
Atividade
2. Exercício.
Um aquecedor elétrico de 540 W é projetado para operar em uma linha
de 120 V.
a) Qual é sua resistência?
b) Que corrente elétrica ele gera?
c) Se a voltagem cai para 110 V, qual é a nova potência de operação
do aquecedor? (Suponha que a resistência permaneça constante. Na
verdade, ela varia um pouco, pois ocorre uma variação da
temperatura.)
Atividade
3. Exercício.
Um aquecedor de 1 kW está projetado para operar a 240 V.
(a) Qual a sua resistência e qual a corrente de operação?
(b) Que potência será dissipada no resistor se estiver operando a
120 V? Admitir que a resistência permaneça constante.
Atividade
4. Exercício.
Um estudante deixa ligado constantemente um aquecedor de 1200 W
durante o inverno. Se o custo da energia elétrica for de 0,84 centavos
por quilowatt-hora, qual o custo do aquecimento no final de um mês de
30 dias?
Máquinas Elétricas
Definições
• Máquinas elétricas são dispositivos capazes de
converter energia elétrica em energia mecânica e
vice-versa.
• Geradores:
elétrica.
convertem
energia
mecânica
em
• Motores: convertem energia elétrica em mecânica.
Motores Elétricos
• Máquinas CA são ditas:
1. Síncronas: quando a velocidade do eixo estiver em sincronismo
com a frequência da tensão elétrica de alimentação;
2. Assíncronas: quando a velocidade do eixo estiver fora de
sincronismo (velocidade diferente) com a tensão elétrica de
alimentação. Quando as correntes no rotor surgem somente
devido ao efeito de indução (sem alimentação externa), a
máquina é denominada de indução.
• Máquinas de corrente contínua (CC), máquinas de indução
(assíncrona) e máquinas síncronas representam os três maiores
grupos com aplicações práticas;
 Máquina de Indução (MI ou Máquina Assíncrona)
 MI > 90% dos motores na indústria
 MI ~ 25% da carga elétrica brasileira
 Países industrializados – 40% a 70% da carga
 Máquina robusta, compacta e barata
 MI gaiola de esquilo – sem contato elétrico com parte girante
 Baixo requisito de manutenção
 Maior vida útil da máquina
Motor de Indução
Máquina Assíncrona
Motor de indução
Enrolamento de estator trifásico
Rotor tipo gaiola de esquilo
Rotor tipo gaiola de esquilo
Rotor tipo bobinado
Pacote magnético do estator
Máquina Assíncrona
• A máquina de indução é, dentre as máquinas
elétricas, a mais utilizada na indústria.
Na máquina assíncrona tanto o rotor quanto
o estator conduzem corrente alternada.
Máquina Assíncrona
• A corrente que circula pelo rotor é uma corrente
induzida devido a um campo variável devido à
diferença de velocidade de rotação do rotor e do
campo girante. Por isso a nomenclatura máquina de
indução.
Campo magnético girante
• Os enrolamentos trifásicos localizados no estator e
representados pelos enrolamentos aa’, bb’ e cc’ estão
deslocados de 120 graus entre si. Quando uma corrente
alternada senoidal circula por um enrolamento ela produz uma
força magneto motriz senoidal centrada no eixo do
enrolamento.
Campo magnético girante
• A força magneto motriz resultante é a composição
vetorial das três componentes de força magneto
motriz.
• Devido a corrente na fase A está em um instante
de máximo, a força magneto motriz produzida
por este enrolamento é máxima.
• O vetor resultante força magneto motriz F possui
a mesma amplitude em todos os instantes de
tempo, girando em sentido anti-horário.
Campo magnético girante
No instante de tempo
to, a corrente na fase
A passa por um
máximo positivo
e as corrente nas
fases B e C por
metade da amplitude
máxima negativa.
Princípio de funcionamento
Tensões induzidas
• O campo magnético girante induz tensões nas fases
do estator. As expressões para as tensões induzidas
podem ser obtidas utilizando a lei de Faraday
E1  4,44  f  N1   p  K w
Velocidade angular
 Velocidade síncrona: Velocidade do campo girante em uma máquina multipólos.
120 . f
S 
(rpm )
P
 Campo girante é uma onda de f.m.m. que se desloca ao longo do entreferro
com velocidade síncrona 120f/P formando “P” pólos girantes ao longo do
entreferro.
 Considerando a freqüência de alimentação de 60 Hz pode-se montar a seguinte
tabela.
No pólos
s
(rpm)
2
4
6
8
3.600
1.800
1.200
900
Escorregamento
ns  n
s
ns
• É óbvio que a velocidade do rotor não pode ser igual
à velocidade síncrona, pois assim, nenhuma corrente
seria induzida no enrolamento do rotor e
consequentemente nenhum torque seria produzido.
 A diferença relativa entre as velocidades angulares das correntes
do estator (s) e do rotor (r) define o escorregamento da
máquina de indução.
 s  r
s 
s
 Em geral, o escorregamento é expresso em porcentagem, variando
a plena carga entre 1 a 5%, dependendo do tamanho e do tipo do
motor.
 Na partida (instante), a velocidade relativa entre o rotor e o campo
girante é máxima. ɷ r = 0 → S = 1
 Se o rotor alcançar a velocidade síncrona ɷr = ɷs → S = 0
 Em carga
 Com isto podemos concluir que: 0 ≤ S ≥ 1
 A f.e.m. induzida na armadura tem módulo e frequência
proporcionais ao escorregamento
↔
velocidade do eixo, que depende do valor da carga
Identificação (Dados de placa)
 Para instalar adequadamente um motor, é imprescindível que se
saiba interpretar os seguintes dados de placa.
Atividade
5. Exercício.
Um motor de indução de 60 Hz tem 2 polos e gira a 3510 rpm.
Calcule:
a) A velocidade síncrona;
b) O escorregamento percentual.
Atividade
6. Exercício.
Um motor de indução, 4 polo, trifásico, é energizado por uma rede de
60Hz, e está girando para uma condição de carga na qual o
escorregamento é 0,03. Determine:
a) A velocidade do rotor (rpm);
b) A frequência da corrente do rotor (Hz);
f2=f1*s
Circuito equivalente do estator
X rb
Xs
Rs
Vs
Circuito equivalente do rotor refletido
Is
I
Rc
Xm
E rb
Ir
R2
s
Vs : tensão de fase nos terminaisdo estator;
E : fcem gerada pelo fluxo de entreferroresultante;
rb
Is , I , Irb : correntedo estator, de excitação e do rotor;
Rs , X s : perda Joule e dispersãode fluxo, no estator;
Rc , X m : perdas no núcleo (Foucault,Histerese,Ruido) e reatância de magnetização;
R´r , X ´rb : perda Joule e dispersãode fluxo, no rotor
referidosao estator na situaçãode rotor bloqueado;
Circuito equivalente do estator
X rb
Xs
Rs
Vs
Circuito equivalente do rotor refletido
Is
I
Xm
E rb
Ir
R2
s
Rc é considerada como uma parcela das
perdas rotacionais, ensaio a vazio
Prot  Po  3 R s I o2
 Potencia absorvida ou Potencia de entrada ou Potencia de linha
 Perda no cobre do estator
Pcs  3Rs I s
 Potencia fornecida ao rotor
 Perda no cobre do rotor
2

Pfr  Pe  Pcs  3 Rr
s
Pcr  Pfr  Pdr  3Rr I r
2
Is
2
Pe  3Vs I s cos 
 Potencia desenvolvida pelo rotor ou Potencia interna
Pdr  Pfr  Pcr  3
 Perdas rotacionais
Rr
Prot  Po  Pcs  Po  Rs . ( I 0 ) 2
 Potência útil ou potência de saída ou potência no eixo
 Rendimento
 (%) 
s
(1  s ) . ( I s' ) 2  (1  s )Pfr
Ps
.100
Pe
Ps  Pdr - Prot
Atividade
3. Exercício.
O rotor de um motor de indução trifásico, 60 Hz, 4 polos, consome
120kW a 3Hz. Determine:
a) O escorregamento;
b) A velocidade do rotor (rpm);
c) As perdas no cobre do rotor (kW).
Atividade
4. Exercício
Em um motor de indução trifásico, 4 pólos, 60 Hz, o escorregamento é
de 5%. Obtenha a velocidade do rotor.
Atividade
5. Exercício
Em um motor de indução trifásico, 60 Hz, a velocidade síncrona é de
900 rpm. Obtenha a quantidade de pólos no estator.
Atividade
6. Exercício
Qual o rendimento de um motor que fornece 75kW no eixo e recebe
90kW da rede?
7. Exercício
Um motor de indução trifásico tem os seguintes dados de placa:
•
•
•
•
•
•
•
potência nominal: 20 HP
tensão nominal: 220 V
frequência nominal: 60 Hz
rotação nominal: 1776 rpm
fator de potência nominal: 0,88 indutivo
rendimento nominal: 0,87.
4 polos
Sabe-se que está funcionando a plena carga, nas condições nominais.
Pede-se calcular:
a) escorregamento;
b) corrente absorvida da rede;
c) potências ativa, reativa e aparente;
d) se alguém disser que a potência aparente é igual a 20 kVA
(isto é, igual numericamente à potência mecânica nominal),
que erro estará cometendo?
8. Exercício
Um motor de indução trifásico tem os seguintes dados nominais:
•
•
•
•
•
•
•
Tensão nominal: 220 V
Potência nominal: 10 HP
Fator de potência: 0,88 indutivo
Rendimento: 0,90
Rotação nominal: 1.720 RPM
Frequência nominal: 60 Hz
4 polos
Esse motor está funcionando nas condições nominais. Calcular:
a) Corrente.
b) Potências ativa, reativa e aparente
c) escorregamento
9. Exercício
Numa instalação industrial, foi possível identificar em um motor de
indução trifásico, as seguintes características nominais: PN = 15 CV,
U = 220 V, f = 60 Hz e rendimento = 83%. Para obter o respectivo
fator de potência (grandeza fundamental para dimensionar os
capacitores para a correção do fator de potência), o Gerente chamou
dois estagiários para resolver o problema. O primeiro disse: “Dê-me
um wattímetro que resolverei o problema”. O segundo, mais modesto,
disse: “Com um amperímetro consigo obter a resposta”. As figuras
mostram as ligações feitas e os valores medidos pelos estagiários.
Apresente os cálculos feitos pelos dois estagiários para determinar o
fator de potência.
Ensaio a vazio
Ensaio com rotor bloqueado
Curva conjugado x rotação para o
motor assíncrono
Classificação por categorias
Categoria N
São caracterizados por possuírem um conjugado de
partida normal, corrente de partida normal e
pequeno valor de escorregamento em regime
permanente. Constituem a maioria dos motores
encontrados no mercado e prestam-se ao
acionamento de cargas normais, com baixo conjugado
de partida como: bombas e máquinas operatrizes.
Categoria H
Os motores dessa categoria são caracterizados por
possuírem um conjugado de partida elevado, corrente
de partida normal e baixo valor para o
escorregamento em regime permanente. Esta
categoria de motores é utilizada para acionamento de
cargas que exigem maior conjugado de partida, como
peneiras, transportadores carregados, cargas com alta
inércia, etc.
Categoria D
São caracterizados por conjugado de partida elevado,
corrente de partida normal e alto escorregamento.
Utilizados para acionamento de cargas como: prensas
excêntricas e máquinas semelhantes, em que a carga
apresenta picos periódicos e cargas que necessitam
de conjugado de partida elevado e corrente de
partida limitada.
Controle de velocidade
• Um motor de indução possui velocidade
aproximadamente constante quando conectado a
uma fonte de tensão constante com uma freqüência
fixa. A velocidade em regime permanente é muito
próxima da velocidade síncrona. Quando o torque
solicitado aumenta, a velocidade diminui.
Variação da velocidade em função da
carga
Controle de velocidade
• Em muitas aplicações industriais, velocidades
variáveis ou continuamente ajustáveis são
necessárias.
• Tradicionalmente, motores de corrente
contínua sempre foram utilizados em
aplicações onde era necessário variar a
velocidade da máquina.
Controle de velocidade
• Entretanto, motores de corrente contínua
são caros, requerem manutenção das
escovas e dos comutadores e são
proibitivos em ambientes agressivos.
• Em contrapartida, motores de indução são
baratos, não requerem manutenção, estão
aptos a funcionar em ambientes
agressivos e estão disponíveis para
velocidades elevadas.
Controle de velocidade através da
variação da freqüência.
Métodos de partida dos motores de
indução
• Uma corrente de partida de 500 a 800 %
maior que a corrente nominal pode
circular pela rede de alimentação.
• Além de causar uma queda de tensão apreciável,
pode afetar outras cargas conectadas à rede de
alimentação. Além disso, se uma corrente elevada
circular no motor por um longo intervalo de tempo,
poderá aquecê-lo, danificando o isolamento do
enrolamento.
 Partida com tensão reduzida (aplicado a motores com
rotor em gaiola de esquilo)
Autotransformador de partida
Chave estrela-triângulo
Conversor eletrônico com tensão e freqüência variável
 Partida com resistor de limitação de corrente
Resistor em série com o estator (rotor em gaiola de
esquilo)
Resistor em série com o rotor (rotor bobinado)
Partida direta
Transformer
Distribution Line
Utility
Induction Motor
PCC
M
0.15
1
Motor terminal voltage(p.u.)
Motor stator current(p.u.)
0.1
0.05
0
-0.05
0.5
0
-0.5
-1
-0.1
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
Time (s)
0.7
0.8
0.9
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
Time (s)
0.7
0.8
0.9
(b) PCC voltage waveform
(a) Motor stator current waveform
RMS value of motor terminal voltage (p.u.)
RMS value of motor stator current (p.u.)
1.1
0.1
0.08
0.06
0.04
0.02
0
-0.02
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
Time (s)
0.7
0.8
0.9
(c) RMS value of motor stator current
1
0.9
0.8
0.7
0.6
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
Time (s)
0.7
0.8
0.9
(d) RMS value of the PCC voltage
Current and voltage waveforms of cross-line motor starting
Partida direta
 Além dos problemas de qualidade de energia elétrica, ocorrem períodos de
aceleração e desaceleração no eixo da máquina levando a vibrações mecânicas.
Autotransformador de partida
 Um autotransformador trifásico abaixador pode ser empregado na partida de
forma a fornecer tensão reduzida durante a aceleração da MI até próximo da
velocidade nominal.
 Quando o motor atinge velocidade de regime permanente, o autotransformador é
desconectado do circuito, através da ação de contatores R e S.
 Desvantagem: Diminui o torque de partida (proporcional ao quadrado da tensão
terminal) e aumenta o tempo de aceleração até a velocidade nominal, uma vez que o
torque acelerante (diferença entre torque eletromagnético e torque mecânico)
diminui.
 Tipicamente, parte-se a máquina em 2 ou 3 estágios em que a tensão é
gradualmente aumentada (66%, 75% 100%). Isso faz com que o torque de partida
não seja muito baixo.
Chave estrela triângulo
 Esse método também é empregado pra alimentar a máquina com tensão reduzida
durante a partida.
 Durante a partida os contatos são fechados no ponto 1, fazendo com que os
enrolamentos do estator sejam conectados em estrela (Y) com a rede. Assim, a
tensão aplicada sobre o enrolamento na partida será:
V
3
Redução de 42,3% (1-1/3)
na corrente de partida
Chave estrela triângulo
 Em velocidade nominal, o contatos são chaveados para o ponto 2, e os
enrolamentos são alimentados com a tensão terminal nominal.
 Esse método também provoca redução do torque de partida.
Soft-starter (chave eletrônica de partida)
 Utilizando-se um conjunto de tiristores em anti-paralelo, pode-se partir a máquina
com tensão reduzida (diminuindo a corrente de partida)
 Também reduz o torque de partida, portanto, usualmente a tensão de partida aplicada
é em torno de 30-60% da tensão nominal.
 Produz distorção harmônica.
Conversor eletrônico com tensão e frequência variável
 Pode ser usado um conversor eletrônico com capacidade de controlar a magnitude e
a freqüência da tensão para a partida suave da máquina, mantendo a corrente
limitada a um valor pré-especificado (em inglês: Variable Frequency Drive).
 A principal vantagem da partida via conversor eletrônico é a capacidade de fornecer
torque de partida nominal durante todo o processo de partida (i.e., em qualquer
velocidade) e simultaneamente limitar a corrente em seu valor nominal.
 Isso é feito partindo-se a máquina com freqüência e tensão reduzida mas mantendose a relação Volts/Hertz em seu valor nominal.
 Mais complexo e caro, usualmente só é economicamente justificado no caso em que
o conversor é utilizado para controle de velocidade. Também introduz distorção
harmônica no sistema.
Partida via resistências externas em série com o rotor
 No caso de rotor bobinado, um resistência externa pode ser conectada
ao enrolamento do rotor de forma a reduzir a corrente de partida (visto
que a impedância equivalente do motor aumenta).
 Conforme a velocidade do motor aumenta, a resistência externa é
gradualmente reduzida.
 Até que ela é eliminada quando a máquina alcança a velocidade
nominal.
 Uma vantagem deste método é permitir obter torque máximo durante
todo o processo de partida com corrente reduzida.
 A desvantagem deste método é que ele somente é aplicável a
máquinas com rotor bobinado.
Partida via resistências externas em série com o rotor
Autotransformador abaixador
Partida estrela-triângulo
Fase dividida
Conversor de estado sólido
Métodos de partida dos motores de
indução
• É importante ressaltar que embora tensões menores
reduzam a corrente durante a partida dos motores, o
torque de partida decresce porque o torque é
proporcional ao quadrado da tensão aplicada.
Influência da rede elétrica na
operação do MIT
• A operação eficiente dos motores de indução
trifásicos depende, entre outras coisas, da qualidade
da rede elétrica de alimentação. O ideal é que esta
rede seja equilibrada e com suas tensões
apresentando amplitudes e freqüência constantes.
Influência da rede elétrica na operação do
MIT
• A eficiência e o fator de potência dos motores de
indução trifásicos variam segundo o valor da tensão
de alimentação. Estes motores são projetados para
suportarem variações de ±10% da tensão nominal.
•
Os motores devem suportar variações de
freqüência de -5% a até +3%. Uma variação
simultânea da amplitude e da freqüência pode ser
prejudicial para o motor.
Influência da rede elétrica na
operação do MIT
• Uma tensão de alimentação abaixo do valor nominal
do motor provoca aumento da corrente e da
temperatura e ainda redução dos torques de partida e
de regime. Por outro lado, um valor de tensão acima
do nominal acarreta redução do fator de potência e
aumento da corrente de partida.
Influência da carga mecânica na
operação do MIT
• As principais conseqüências do
superdimensionamento são:
• Maior custo, volume e peso do motor.
• Redução do fator de potência.
• Redução da eficiência, embora muito motores
apresentem sua eficiência máxima a,
aproximadamente, 75% da sua carga nominal.
• Maior corrente de partida, acarretando maior custo
da instalação e proteção.
Fator de serviço
•
A norma ABNT NBR 7094/1996, define fator
de serviço como um multiplicador que, quando
aplicado à potência nominal do motor, indica a
carga que pode ser acionada continuamente sob
tensão e freqüência nominais. Entretanto, a
utilização do fator de serviço implica em vida útil
inferior àquela do motor com carga nominal.
Influência do ambiente na operação
do MIT
•
As condições ambientais onde está instalado um
motor têm influência na sua operação. Poeiras que se
depositam na sua carcaça, ao absorverem umidade
ou partículas de óleo, formam uma crosta que
dificulta a liberação do calor. Por causa disso, a
temperatura interna do motor se eleva. Uma das
conseqüências é aumentar o valor da resistência do
enrolamento e diminuir a eficiência do motor.
Grau de proteção - IP
•
Motores que trabalham em ambientes
desfavoráveis ou mesmo agressivos devem ser
providos de um grau de proteção. A norma brasileira
NBR 6146 define os vários graus de proteção que os
motores elétricos podem apresentar, por meio das
letras características IP, seguida por dois algarismos.
As tabelas 2.1 e 2.2 apresentam os critérios de
proteção.
Tabela 2.1 – Indica grau de proteção contra penetração
de corpos sólidos estranhos e contato acidental.
1o Algarismo
Algarismo
Indicação
0
Sem proteção
1
Corpos estranhos acima de 50mm
2
Corpos estranhos acima de 12mm
3
Corpos estranhos acima de 2,5mm
4
Corpos estranhos acima de 1,0mm
5
Proteção contra acúmulo de poeiras prejudiciais ao
motor.
6
Totalmente protegido contra poeira.
Tabela 2.2 – Indica grau de proteção contra penetração
de água no interior do motor.
2o Algarismo
Algarismo
Indicação
0
Sem proteção
1
Pingos de água na vertical.
2
Pingos de água até a inclinação de 15o com a vertical.
3
Pingos de água até a inclinação de 60o com a vertical.
4
Respingos em todas as direções.
5
Jatos de água em todas as direções.
6
Água de vagalhões.
7
Imersão temporária.
8
Imersão permanente.
Classes de Isolação
• Classe A – 105 graus
• Classe E – 120 graus
• Classe B – 130 graus
• Classe F – 155 graus
• Classe H – 180 graus
Muito obrigado!
“O conhecimento e a informação são
os recursos estratégicos para o
desenvolvimento de qualquer país. Os
portadores desses recursos são as
pessoas.” Peter Drucker
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