Exercicio.-.Tres.Caminhos.na.Filosofia.da.Linguagem.13699396

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Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas
Disciplina: Fundamentos Filosóficos da Linguagem
Exercício
Aluno(a):________________________________________Matrícula:______________Nota:_____________
Para as questões abaixo, marque C se os enunciados estiverem corretamente propostos e E se os
enunciados estiverem errados. Corrija os enunciados errados:
1. A filosofia clássica se ocupou primariamente de questões que diziam respeito à linguagem.
2. A indagação sobre a essência transcendente das coisas está no centro do pensamento platônico
3. Não obstante a filosofia grega ter início no século VI a.C. muitas de suas perguntas centrais são ponto de
partida para uma discussão moderna sobre a linguagem, a exemplo do caráter representacional desta
última.
4. O realismo e o mentalismo como paradigmas epistemológicos na linguística retomam, respectivamente,
as posições filosóficas de Aristóteles e dos Sofistas, notadamente no que diz respeito à busca pela essência
das coisas e pelas verdades eternas.
5. A noção de sentido, numa perspectiva pragmatista, indica que um fenômeno é vivenciado no fluxo de
práticas e costumes de uma comunidade linguística socioculturalmente delimitada e esboça uma relação
com as teses sofistas do ‘homem como a sede de conhecimentos universalmente válidos’.
6. A experiência do ‘thauma’ é identificada na filosofia clássica com o assombro que produz a mudança de
explicação sobre um fenômeno.
7. A explicação de um fenômeno como o trovão a partir de sua identificação com a voz de Zeus é um bom
exemplo do resultado produzido pelo ‘thauma’.
8. Um resultado do advento da filosofia como fato cultural é a instituição do terreno no qual podemos
separar o que é falso (o mito) do verdadeiro (a alternativa filosófico-científica).
9. A relação entre a linguagem e a realidade, no embate entre Sócrates e os sofistas, é o que há de maior
interesse para a filosofia da linguagem. Pode-se dizer que os sofistas defendem a linguagem (os nomes)
como mantendo relação biunívoca com o mundo real (a essência das coisas) e que Sócrates aposta numa
dimensão consensual, convencional desta relação.
10. A natureza da linguagem, para Platão, na oposição entre mundo sensível e inteligível, orienta-se na
pressuposição da verdade e na prevalência da verdade sobre o consenso. Isto coroa a tese da objetividade
da língua em representar os fenômenos da realidade.
Para as questões abaixo, escreva apenas Aristóteles, Platão e Sofistas se a ideia expressa em cada um dos
enunciados estiver se acordo com as proposições filosóficas desses pensadores:
11. É absolutamente impossível estabelecerem-se verdades universalmente válidas, autônomas com
relação às circunstâncias concretas, contingentes e variáveis da experiência humana.
12. Antes de tudo: o que existe na voz é símbolo das afecções da alma. Aquilo de que os sons vocais são
signos, as afecções da alma, são as mesmas em todos, como já são as mesmas as coisas às quais essas
afecções se assemelham.
13. A lógica se ocupa dos princípios que regem a articulação racional do pensamento, isto é, dos princípios
de inferência formalmente válidos.
14. A variação e a mutabilidade das coisas são características do mundo que está ao alcance dos sentidos:
ali habita tudo que é corpóreo, imperfeito e mutável. O intelecto tem, em princípio, a possibilidade de
apreender outra dimensão do real, a dimensão das coisas em si mesmas.
15. Há uma relação de isomorfia entre a estrutura da linguagem racional e a estrutura do real empírico. A
linguagem, entretanto, é secundária com relação à lógica natural. E os usos da linguagem, por sua vez, são
secundários, com relação à sua estrutura.
16. Uma cadeira que vemos ou tocamos pode ser de madeira ou de metal, de qualquer cor ou de qualquer
formato. Ela muda, envelhece, é destruída com o tempo. Sua essência, porém, permanece a mesma, pois é
o que qualquer cadeira, em qualquer época ou lugar, tem de ser para ser cadeira.
17. Nada existe que possa ser conhecido; se pudesse ser conhecido, não poderia ser comunicado; se
pudesse ser comunicado; não poderia ser compreendido.
18. Não são pois os seres que nós revelamos àqueles que nos cercam; nós só lhes revelamos um discurso
que é diferente da substância. Se é assim, o discurso não manifesta o objeto exterior; pelo contrário, é o
objeto exterior que se manifesta no discurso.
19. Uma das preocupações da filosofia é oferecer uma perspectiva de linguagem a partir da qual as línguas
humanas possam, a despeito de sua aparente variabilidade, ser vistas como uma base estável para a
articulação racional do pensamento, e como sistemas de representação suficientemente objetivos para
funcionar como meios confiáveis de comunicação.
20. A compreensão realista do sentido, isto é, a ideia de que a função maior da linguagem é representar e
descrever o real, enfatiza a noção de que os nomes respondem não à comunidade, mas à realidade.
Escolha, entre as proposições acima, uma para cada movimento filosófico e comente-as com suas
próprias palavras:
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