Aspiração Endógena que em pacientes - TCC On-line

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aspiração
"exógena"
de bactérias
a partir de equipamentos
de terapia
respiratória contaminados;
disseminação
bacteriana
para
os
pulmões
a
partir
de
um
foco
extrapulmonar.
Aspiração Endógena
A grande
maioria das pneumonias
em UTI
é causada por esse
mecanismo.
A colonização da orofaringe por microorganismos
patogênicos
em pacientes
graves
é significativamente
potencialmente
maior (cerca de 70%)
que em pacientes hospitalizados por doenças não-graves (cerca de 30%).
Esse aumento
da colonização
tem como origem tanto a doença
como seu tratamento, que interfere nos mecanismos de defesa da orofaringe.
Assim, a inibição da tosse ou deglutição, a degradação da fibronectina da
superfície
celular
da
mucosa
faríngea,
retirando
a
proteção
contra
a
aderência bacteriana, a terapia com antibióticos, a duração da hospitalização
e o uso de agentes que aumentam o pH gástrico (favorecendo
de bactérias Gram-negativas
paciente
grave e provocam
no estômago)
estão comumente
um alto grau de colonização
vias altas. Se somarmos a esses mecanismos
paciente internado em uma UTI apresenta
a colonização
associados
ao
nas secreções
de
o fato de que, via de regra, o
o clearance
muco-ciliar
altamente
prejudicado (tubos endotraqueais, ventiladores, hipercapnia), tem facilidade
para aspiração
esofagogástricas,
alterações
de secreções
altas (rebaixamento
da consciência,
restrição ao leito) e tem defesas pulmonares
da afinidade
macrofágica
(idade avançada,
sondas
diminuidas
acidose,
por
terapêutica
com corticosteróide), fica clara a predisposição desse grupo de pacientes às
pneumonias
principalmente
causadas
por bactérias Gram-negativas.
Aspiração Exógena
São englobadas
sob esse tópico as infecções
de partículas contendo bactérias provenientes
adquiridas
de nebulizadores.
a partir
A patogênese
desse processo possui algumas vias comuns ao citado anteriormente.
Grande
quantidade de bactérias (geralmente Gram-negativas) é enviada ao trato
28
respiratório
por gotículas
de aerossol,
através dos tubos endotraqueais
mecanismo
de
defesa
dos
ultrapassam
o sistema
muco-ciliar
e atingem a árvore respiratória baixa. Como o
macrófagos
alveolares
está
pacientes graves, cria-se então um ambiente favorável
prejudicado
ao desenvolvimento
em
de
pneumonia.
Esse processo,
relativamente
comum
no passado,
responsável
por relatos de epidemias de pneumonias hospitalares por bactérias Gramnegativas,
tornou-se
procedimentos
hoje em dia relativamente
de esterilização
ventiladores
mecânicos
e conceitos
reduziram
infreqüente.
atualizados
Os adequados
de umidificadores
significativamente
a
incidência
e
de
pneumonias por essa via.
Foco Extrapulmonar
A infecção a partir de disseminação
também
denominada
pneumonia
secundária
bacteriana
constitui
freqüentemente encontrado em pacientes de UH
bacteremias
pacientes
nosocomiais
se
ocorrem em unidades
apresentam
vulneráveis
no
hematogênica
num
quadro
de terapia intensiva,
que
grave,
Cerca de 45% das
tange
às
onde os
suas
defesas
são
os tratos
respiratórias.
Os sítios mais
gastrintestinais,
as feridas
cirúrgicas
freqüentemente
comuns
de infecções
primárias
urinário, as infecções pélvicas, os focos de pele (queimaduras),
e as infecções
a partir de cateteres
vasculares,
que
são o foco inicial de bacteremias.
2.10.3 Etiologia
A etiologia das infecções
Cada
hospital,
apresentar
paciente
seu
e especificamente
próprio
que atende.
de antibióticos
espectro
da disposição
respiratórias
cada
UTI
etiológico.
em UTI é muito variável.
têm
uma
do
fisica de suas instalações,
que utiliza, da qualidade
dos equipamentos
a
tendência
dependendo
tipo
de
do arsenal
de que dispõe
e de muitos outros fatores.
o mecanismopatogênico mais comum das infecções respiratórias
em UTI é a aspiração da flora bacteriana da orofaringe. As infecções
29
respiratórias
adquiridas
excetuando-se
causadas
os
por
Haemophilus
orofaringe
nos
já
graves
etiológico
das
aureus,
saudáveis.
orofaringe
pacientes
dias
cresce
infecções
são
do quinto
que
UT1,
pneumonias
ou
colonizam
Gram-negativos
mudando
passam
a
dia de internação,
aelÓbios
significativamente,
na
geralmente
que regularmente
bacilos
respiratórias,
internação
Streptococcus
A partir
por
de
infectados,
ou seja, bactérias
de indivíduos
da
dois
previamente
Staphylococcus
influenzae,
colonização
primeiros
pacientes
então
a ser
a
em
o espectro
causadas
por
Escherichia co/i, K/ebsiella spp., Pseudomonas aeroginosa, Enterobacler
spp. e Proteus mírabilis.
Infecções
causadas
por bacilos
enquanto
que
focos
adquiridas
pacientes
extrapulmonares
microorganismo
aspiração
apresentam
como
agente
são
geralmente
o Acinefobacfer
disseminações
spp.,
hematogênicas
de
da infecção
respiratória
especial
vulnerabitldade
o
pelo foco primário.
esplenectomizados
encapsulados
exógena
destacando-se
apresentando
responsável
Pacientes
a germes
por
Gram-negativos,
como
possuem
Haemophilus
influenzae
e
Streptococcus
pneumoniae.
o
paciente
imunodeprimido,
parasitas
devem sempre
A
diagnóstico
tratamento
grave
de forma
pneumonia
precoce
UTI
muitas
vezes
graves
comporta-se
por vírus,
fungos
como
e mesmo
ser considerada.
definição
da
em
que infecções
dos
agentes
hospitalar
mais
grave
prováveis
aliadas
é importante
na
ao
correto
adoção
de
e em risco muitas vezes inevitável.
2.10.4 Diagnóstico
o diagnóstico
correto
grave esbarra em vários fatores.
condições
que
simulam
das infecções
Não raramente
pneumonias,
como
respiratórias
esses pacientes
tromboembolismo
no paciente
apresentam
pulmonar,
30
síndrome
do desconforto
respiratório
lado, muitas vezes o estado clinico
agudo,
do paciente
etc. Por outro
atelectasias,
está tão deteriorado
que os
sinais e sintomas clinicas característicos de infecções, como tosse ou febre,
podem estar ausentes.
o
inespecíficos,
quadro
laboratorial
pode
sugerir
processos
mas o próprio estado grave do paciente
análise seja adequadamente valorizada. A interpretação
índices laboratoriais,
fator importante
autores
que essa
seqüencial dos
observadas em conjunto com outros dados, é
sempre
na orientação
Alguns
infecciosos
impede
diagnóstica,
tendem
mas carece de especificidade.
a valorizar
as alterações
relativamente
inesperadas da função respiratória como um sinal precoce de infecções
respiratórias em instalação. Apesar desse evento ser observado com certa
freqüência, o envolvimento de várias condições que nele interferem reduz seu
valor na interpretação isolada.
Outro elemento que recentemente vem ganhando ênfase como
componente de diagnóstico das pneumonias é a análise do pH do muco
respiratório. Vários autores atribuem um alto valor preditivo para esse método.
Partindo de um valor de pH inicial (por exemplo, no dia da colocação do
tubo endotraqueal) de 7,3 a 7, 4, encontraram pH do muco entre 7,2 e 7,5 em
pacientes com colonização
e 6,9
em pacientes que
desenvolveram
pneumonias. Uma redução no pH maior ou igual a 0,2 abaixo do valor inicial
é considerada como significativa de presença de pneumonia e, portanto, a
monitorização diária desse parâmetro pode ser útil, pelo menos em pacientes
graves que estejam com intubação traqueal.
o
diagnóstico
abordagem das pneumonias
radiológico
presta um grande
auxilio
na
em UTI. Apesar de não ser definitivo, esse
exame pode, principalmente quando novos infiltrados aparecem, chamar a
atenção para um provável evento infeccioso em evolução. Outros métodos
radiológicos, como a tomografia computadorizada, podem ser utilizados no
processo diagnóstico, mas com baixa especificidade.
31
Em função
da baixa especificidade
todo esforço deve ser realizado
diagnóstico
mais importante,
Esse processo,
Mycoplasma
sempre
grave.
Dessa
colher
sangue
diagnostica
como a direta
(culturas
ao menor
para realização
quando
houver
sinal de infecção
derrame
pleural
importante
medida
diagnóstica
para vírus e
de secreções
associado,
e
no paciente
pacientes,
proceder
deve-se
a toracocentese
à coleta de escarro
O exame seqüencial
e
é
ou sangue),
respiratória
nesses
de hemoculturas,
etiológico.
(sorologia
de infecção
eram e culturas apropriadas.
aqui citados,
o procedimento
do agente
tanto a via indireta
que existir a suspeita
maneira,
para análise de
uma
ou seja, a identificação
que pode envolver
pneumoniae)
obrigatório
dos critérios
no sentido de estabelecer-se
freqüentemente
do escarro é
revela
um
novo
patógeno antes mesmo de os sinais clínicos aparecerem.
O
especial,
método
de
coleta
do
corresponde
merece
uma
de microorganismos
consideração
nesse material
ao agente causal da pneumonia.
A orofaringe
complexa,
contendo
contaminando
foi comentada
pode
ser
as secreções
inadequados,
contaminação
circunstâncias,
apresentando
pelos
microbiana
facllmente
em pacientes
traqueais,
da
baixo. Como já
comum
falso-positivos
à diferenciação
microorganismo
habituais
espontânea
normalmente
em
Portanto,
virtude
em
ou
são
de
sua
algumas
entre colonização
(entendida
em duas ou mais amostras
outro sinal de infecção)
na correta técnica e assepsia
é muito
graves
expectoração
orofaringe.
do mesmo sítio sem qualquer
Todo cuidado
uma
Assim sendo, os procedimentos
resultados
do mesmo
flora
concentrações,
do trato respiratório
broncoscopia
germes
fica muito difícil
como a recuperação
consecutivas
por
por
altas
a colonização
de coleta de escarro como aspirados
colhidas
em
expectoradas
anteriormente,
amostras
colonizada
microorganismos
maior do que em outros pacientes.
mesmo
escarro
pois nem sempre a identificação
e infecção.
para coleta do material
deve ser
observado.
No sentido
de evitar
descritas,
com o intuito
secreções
não contaminadas.
esse
de transpassar
As punções
problema,
algumas
a orofaringe
aspirativas
para
técnicas
foram
a obtenção
transtraqueais
de
e trans-
32
torácicas
foram
atualmente
tentadas,
aplicação
mas,
devido
Mais recentemente,
de análises microscópicas
de coleta: a lavagem
specimen
possível
brush).
advindos
realizada
através
técnicas
do agente
da
causal
de
complicações
vêm advogando
"protegido"
têm
a realização
(PSB -protected
são muito significativos
deve ser utilizada,
mecânica,
para
e, sempre
principalmente
minimizar
os
que for
em pacientes
resultados
fa!so-
pela flora colonizadora.
a obtenção
toracotomia
prévios
autores
e o escovado
da contaminação
Finalmente,
procedimentos
vários
broncoalveolar
à ventilação
positivos
risco
e culturas quantitativas por meio de duas técnicas
Os seus resultados
uma dessas
submetidos
ao
reduzida.
de material
com
se mostrarem
for imperiosa,
biópsia
insatisfatórios
dela
para análise
a céu
aberto,
e a adequada
dependendo
a própria
pode
ser
quando
os
idenflflcação
sobrevida
do
paciente.
2.10.5 Tratamento
o
depende
sucesso
antibióticos
(fluidificação
tratamento
das
absolutamente
as chances
qualquer
Apesar
das
afecções
em
muitas
espectro
microbiológico
deve
provável
habitual
intensiva.
importância
o
da
satisfatório,
ou aumento
aos
terapêutica
broncodilatadores,
tratamento
específico
a sua especificidade,
essa
em UTI
maior
minimizando
também
de colonizações.
empírica
conduta
se faz
é
será a
Não
necessária.
imperiosa,
quando
pode ser desastroso.
empírica
microbiológico
de terapia
tornam
respiratórias
e da sua sensibilidade
brônquicas,
etc.),
a terapêutica
gravidade
A terapêutica
unidades
um resultado
atraso na sua instituição
base o espectro
maior
de superinfecções
situações,
de extrema
evidente
secreções
e quanto
de ser alcançado
de produção
da
das infecções
etiológico
concomitantes
prioritário,
possibilidade
Condições
do agente
disponíveis.
adjuvante
obstante,
do tratamento
da identificação
para
ser feita
sempre
se tomando
para cada paciente,
cada
instituição
por
assim como o
hospitalar
e suas
J3
Em conformidade
das infecções
respiratórias
deverá
dirigida
ser
Staphylococcus
aos
acrescentando-se,
adequada
cobertura
patogênicos
de terapia
principalmente
aureus,
neutropênicos,
com os mecanismos
nas unidades
intensiva,
mais comuns
essa terapêutica
bacilos
Gram-negativos
quando
se
para fungos,
tratar
de
como Cândida
e
ao
pacientes
e Aspergillus.
2.10.6 Profilaxia
Apesar
da inegavel
tratamento
das
mortalidade
permanecem
dessas
infecções
A
inicialmente
terapia
ocupar
Quando
que
A equipe
como
a
higiene
se encontram
fisioterápicas
secreções
prevenção
ventiladores
profilática
e
e taxa de
de prevenção
lavagem
ou que
por meio de correto
e umidificação
das
de assepsia
dos aparelhos
das infecções
mecânicos
de antibióticos
das
um
mãos
adequada
respiratórias.
são
relevante
50% das vezes
médico
papel
que
A
técnicas
o acúmulo
de
bacteriano.
na aspiração
traqueal
são fatores
O emprego
de filtros
pode ser útil em algumas
o principal
preventivo.
do paciente,
impedem
deve
Procedimentos
respiratória
via nebulizadores
outros
importantíssimos.
o corpo
para o crescimento
de terapia
de
leitos
com os pacientes
infecções.
posicionamento
secreções
se torne um meio propício
ocupar
apresentam
lava as mãos apenas
tem
de
nosocomiais.
de UTI (sendo
respiratória
considerar
na unidade
eles não devem
que tem contato
que esse pessoal
deve
que necessitam
separados
no sentido de não disseminar
com pacientes
Técnicas
esterilização
As medidas
quartos
intubados
respiratórias
de profissionais
A fisioterapia
brônquica
de diagnóstico
Os pacientes
isso não for possível,
adequada
mostram
do contato
infrator).
métodos
respiratórias
devem preferencialmente
àqueles
Estatisticas
infecções
exógena.
manter todo o cuidado
depois
das
de aspiração
de risco para infecções
simples
dos
em UTI, sua incidência
em níveis muito elevados.
profilaxia
intensiva.
próximos
evolução
respiratórias
são fundamentais.
as fontes
isolamento
fatores
infecções
situações.
ou sistêmica,
e a correia
essenciais
bacterianos
na
nos
A administração
apesar
de levar
à
34
redução
da
incidência
diversos trabalhos,
até o presente,
de colonização
e infecção
pode causar o aparecimento
não mostrou
melhora
por
Pseudomonas
em
de outros microorganismos
na morbidade
e mortalidade
e,
desses
pacientes.
Outro aspecto da profilaxia das infecções
respeito às fontes de aspiração
orofaringe
e
trato
favoráveis
da descontaminação
gastrintestinal,
gastrintestinal.
no sentido
Gram-negativos,
reduzindo
assim
têm sido propostos,
polimixina
E, tobramicina
do trato gastrintestinal
artificial
inibidores
estudos
supressão)
a
seletiva
incidência
hb facilita a colonização
o real
Vários
enteral de
valor
dessa
à colonização
nos pacientes
pela administração
do estômago
trato
assume grande importância
da úlcera de estresse
produzido
do
por bacilos
pneumonias.
Ainda com relação
por bacilos Gram-negativos,
do pH gástrico
da flora
a administração
8; entretanto,
de
resultados
secundária
de
como, por exemplo,
e anfotericina
na UTI diz
mostraram
a colonização
está por ser estabelecido.
o uso de agentes preventivos
aumento
(ou
respiratórias
ou seja, as floras bacterianas
Vários
de prevenir
esquemas
medida preventiva
endógenas,
e o transforma
graves.
O
de antiácidos e
em importante
fonte de agentes causais de infecções do trato respiratório.
A substituição sempre que possível desses medicamentos por
agentes protetores de mucosa gástrica que não alterem o pH normal (por
exemplo, sucralfato)
pode constituir uma medida preventiva.
Finalmente,
deve-se
profilática é a adequada
educação
o tratamento
antibióticos
do
paciente.
A
lembrar
utilização
e o descaso freqüente
que
importante
atitude
da equipe envolvida
indiscriminada
e sem
com
critério
de
com medidas básicas de higiene e assepsia
são fatores muitas vezes fatais para o paciente,
de gravidade,
a mais
e conscientização
não possui as defesas necessárias
que, por sua própria condição
para o adequado
combate
infecções respiratórias na Unidade de Terapia Intensiva (KNOBEL, 1998).
às
35
3. MATERIAIS
E MÉTODOS
O estudo foi realizado
de março a agosto
de 2003.
no Hospital
Foram analisados
do Trabalhador,
a ausculta,
no periodo
o hemograma
imagens radiológicas de cada paciente, utilizando o estetoscópio,
laboratorial
que
e radiológico
apresentavam
independente
paciente
80 pacientes
orotraqueal,
entre 15 e 95 anos,
nasotraqueal
e
transtraqueal,
da patologia.
Para
prontuário
diario. Avaliaram-se
intubação
e as
o resultado
onde
complemento
se podia encontrar
desde a sua entrada,
data prevista
do
questionário
tinha-se
todas as informações
acesso
ao
com relação
suas cirurgias, seus diversos
exames,
ao
até a
da alta.
Antes
reunir o fluxograma,
de iniciar o levantamento
dos dados,
era necessário
o raio-x, o prontuário, livro de evolução da fisioterapia.
deveria ser realizada
a ausculta, caso não constasse
E
no livro. Próximo passo
era pesquisar toda a história do paciente, qual era o estado geral dele quando
chegou
ao hospital, se veio acompanhado
ambulância,
hospital,
se ja chegou
em
apresentava
que
local
no hospital
do hospital
dos familiares
intubado
foi
ou foi
intubado,
que
algum sinal ou sintoma como cianose,
ou foi trazido
intubado
dia foi
taquipnéia
de
dentro
do
intubado,
se
antes de ser
intubado.
Depois
começava
a
ser
laboratorial
e radiológico
de
realizada
acompanhado
do paciente,
toda
a
pesquisa
semanalmente
o
sobre
quadro
o
paciente,
respiratório,
onde no:
Quadro respiratório deveria ser observado se havia ou não presença de
estertores úmidos e o aspecto dessa secreção.
Quadro
laboratorial
leucócitos
deveria
que possuem
bastonetes
valor normal
ser observado
o valor
normal
se
de 4.000
havia
a
alteração
onde o valor normal vai de O a 7% e das plaquetas
é de 150.000 a 300.000 plaq./mm'.
dos
11.000Imm', dos
que o
36
Quadro
radiológico
congestão,
deveria
atelectasia,
ser
derrame
observado
pleural,
t
se
ou
havia
!
condensação,
da área
cardíaca,
broncograma aéreo, ou mesmo se o pulmão estava bom, sem nenhuma
alteração.
Se o paciente apresentava alguma alteração no hemograma
como
leucócitos
acima
de
12.000/mm3,
bastonetes
acima
de
8%
e
plaquetas acima de 450.000 plaqJmm'; na radiografia a presença de
condensação e na ausculta MV + com roncos, grande ou média quantidade
de secreção,
de aspecto
purulento ou mucopurulento.,
significava
que o
paciente estava com infecção. Se o paciente apresentava
apenas alteração
em um dos quadros,
atenta
paciente
poderia
apresentasse
estar
nenhuma
a orientanda
iniciando
alteração
deveria
uma
manter-se
infecção.
E se
porque
o paciente
em nenhum dos quadros
o
não
era porque o
paciente não estava com infecção.
A partir do momento em que o paciente era extubado ou tinha
sido diagnosticada
a infecção, ambos os casos não faziam mais parte da
amostra.
3.1 QUESTIONÁRIO
Nome do paciente:
N° do prontuário:
Idade:
_
_
_
Esta pergunta foi feita para poder estabelecer o indice de idade das
pessoas
infectadas.
37
Sexo:
_
Esta pergunta
foi feita
sexo mais atingido
para poder
estabelecer
qual a prevalência
de
pela infecção.
Local de Intubação:
UTI- I (
) Centro Cirúrgico-
Esta pergunta
II (
foi feita
ocorre a intubação
) Via Pública-1I1
para poder
(
) Pronto Socorro-
estabelecer
IV (
um índice
)
de onde
com maior freqüência.
Motivo de Internação:
Esta pergunta
e
se
há
_
foi feita para avaliar
prevalência
de
os diferentes
infecção
e
motivos
de internação
complicações
segundo
a
especialidade.
Motivo de Intubação:
Esta pergunta
e se
Obs·:
_
foi feita para saber em quais casos ocorrem
há prevalência
de infecção
e complicações
segundo
a intubação
a causa.
_
38
Data
Dia
da Dia
Internação
da Hemograma
Inlubação
Ausculta
Raio-x
Obs'
39
4. ANÁLISE
DOS RESULTADOS
De
uma
amostra
de
80
pacientes
intubados,
81 %
dos
pacientes apresentaram infecção (Grupo 1) enquanto apenas 19% não
apresentaram
nenhuma
alteração
no
quadro
que
pudesse
constatar-se
infecção (Grupo 2), conseqüentemente houve maior incidência de pacientes
com infecção
devendo
manter-se
por mais tempo
sob cuidados
intensivos
(Gráfico 1).
Gráfico 1 - índice de infecção nos pacientes pesquisados
I
100%
oGrupo1
60%
40%
20%
0%
FONTE:
I
~I
80%
DADOS
DE PESQUISA
Do qual temos a seguinte estatística:
Média de 40, Mediana
de 40, Percentil minimo (0-25) de 27,5. Percentil mínimo (O-50) de 40,
Percentil Mínimo (0-75) de 52,5 e o Desvio padrão de 35,3.
Dos pacientes
masculino
no Grupo
analisados,
86% dos pacientes
1 e 14% do sexo masculino
no Grupo
eram do sexo
2 e 57%
dos
pacientes eram do sexo feminino e 43% do sexo feminino no Grupo 2 (Gráfico
2)
E 80% dos pacientes
do Grupo 1 e 20% do Grupo 2 eram da faixa etária
abaixo de 20 anos, 86% dos pacientes do Grupo 1 e 14% dos pacientes do
Grupo 2 eram de 20-30 anos e 79% dos pacientes do Grupo 1 e 21% do
Grupo 2 eram acima de 30 anos (Gráfico 3).
40
Grãflco 2 - Prevalência
em relação ao sexo
o Homens
IllIGrupo
1
I
O Grup02
lo
Mulheres'
IiIGrupo
1
O Grupo 2
FONTE:
DADOS
DE PESQUISA
Do qual temos
do G2 de 7,5, Mediana
a seguinte
do G1 de 20,25 e do G2 de 6,75, Percentil
G2 de 7,5, Percentil
estatística:
Média
do G1 de 32,5 e
do G1 de 32,5 e do G2 de 7,5, Percentil
Mínimo
Minimo
(0-25)
(O-50) do G1 de 32,5 e do
Mínimo (0-75) do G1 de 44,75 e do G2 de 8,25 e o Desvio
Padrão do G1 de 0,5 e do G2 de 0,09.
Gráfico 3 - Prevalência
em relação
à faixa etária
~ªC'""'!I
mlGrupo 1
OGrupo2
mPcima de 30 anos
FONTE:
DADOS
DE PESQUISA
DGrupo
1
ilGrupo
2
i
41
Do qual temos
do G2 de 5, Mediana
a seguinte
de 16 e do G2 de 6,5, Percentil
Percentil
Mínimo
estatística:
Média
do G1 de 24 e do G2 de 4, Percentil
(0-75)
Mínimo
do G1 de 21,6 e
Mínimo
(0-25) do G1
(O-50) do G1 de 24 e do G2 de 4,
do G1 de 28,5 e do G2 de 6,5 e o Desvio
Padrão
do
G1 de 12,6 e do G2 de 3,6.
No
diferentes
motivos
neurológicas,
12%
Gráfico
de
4,
os
internação,
doenças
pacientes
onde
respiratórias,
doenças no Grupo 1 e 60% apresentaram
pesquisados,
48%
18%
apresentaram
apresentaram
politrauma
doenças
e 22%
doenças neurológicas,
outras
0% doenças
respiratórias, 7% politrauma e 33% outras doenças no Grupo 2 .
Gráfico 4 - Doenças que mais acometem
os pacientes
internados
m Doenças
Neurológicas
I
I1
O Doenças
Respiratórias
[
o Grupo
1
I
O Politrauma
tl!IOutras
doenças
oGrupo
2
\
I
Neurológicas
O Doenças
Respiratórias'
I
I
m Politrauma
O Outras doenças
FONTE:
DADOS
DE PESQUISA
Do qual temos a seguínte
do G2 de 3,75, Mediana
estatística:
Média do G1 de 16,25 e
do G1 de 13 e do G2 de 3, Percentil
G1 de 11 e do G2 de 0,75, Percentil
Percentil
Mínimo
Mínimo
(0-25) do
(O-50) do G1 de 13 e do G2 de 3,
Mínimo (0-75) do G1 de 18,25 e do G2 de 6 e o Desvio
de 10,1 e do G2 de 4,1.
li'
El Doenças
Padrão
do G1
42
No Grâfico
mais os acometeram
5, apresentamos
separadas
dentro
a prevalência
de cada
de doenças
uma delas;
neurológicas temos que 87% dos pacientes apresentaram
que
nas doenças
traumatismo
crânio-
encefálico (TCE), 10% hematoma sub-aracnóide, 3% traumatismo raquimedular (TRM) e 0% AVC Hemorrágico no Grupo 1 e nas doenças
neurológicas temos que 67% dos pacientes apresentaram
traumatismo
crânio-
encefálico (TCE), 11% hematoma sub-aracnóide, 11% traumatismo raquimedular (TRM) e 11% AVC Hemorrágico no Grupo 2.
Gráfico 5 - Doenças Neurológicas
FONTE: DADOS DE PESQUISA
Do qual temos a seguinte estatística: Média do G1 de 7,75 e
do G2 de 2,25, Mediana do G1 de 2 e do G2 de 1, Percentil Mínimo (0-25) do
G1 de 0,75 e do G2 de 1, Percentil Mínimo (O-50) do G1 de 2 e do G2 de 1,
Percentil Mínimo (0-75) do G1 de 9 e do G2 de 2,25 e o Desvio Padrão do G1
de 12,8 e do G2 de 2,5.
apresentaram
No Gráfico
6, nas doenças
trauma
tórax
de
e
respiratórias
insuficiência
37%
respiratória
dos pacientes
aguda,
13%
pneumonia e broncoaspiração no Grupo 1 e nenhum dos pacientes
apresentaram doenças respiratórias no Grupo 2.
43
Gráfico 6 - Doenças Respiratórias
i
1
I1
C,""~d,","
II[
OGrupo
I
Olnsvtici~rrciaRespíratériaAgtXb
opneUlT'ICln'il.
I
::::~SrJraçâO
,
rn,rn~ooOó,,,
I
oln~uficiência.
I
FONTE
DADOS
do G1 de 2 e do G2 de O, Percentil
1 e do G2 de O, Percentil
Mínimo
!
II
DE PESQUISA
Do qual temos a seguinte estatística:
G2 de O, Mediana
I
1
Re~pirat6tiaAgud.:l
ElPneumoma
D8roncoasp'ração
I
Minimo
Média do G1 de 2 e do
Minimo
(0-25) do G1 de
(O-50) do G1 de 2 e do G2 de O, Percentil
(0-75) do G1 de 3 e do G2 de O e o Desvio
Padrão
do G1 de 1,1 e do
G2 de O.
No gráfico 7, obtivemos nos politraumatizados
o resultado de
92% no Grupo 1 e 8% no Grupo 2.
Gráfico 7 - Politrauma
I
oGrupo
1
la Politrauma
II
I
~------------------------------~-~::
FONTE:
DADOS
DE PESQUISA
44
Do qual temos
de 6,5,
Percentil
Percentil
Mínimo
Mínimo
a seguinte
(0-25)
de
estatístíca:
3,75,
(0-75) de 9,25 e o Desvio
Padrão
No Grãfico 8, apresentamos
pacientes
apresentaram
ferimento
por
ferimento
arma
branca
(FAB)
eclâmpsia,
e
de 6,5, Mediana
Mínimo
(O-50)
de
6,5,
de 7,7.
as outras doenças, onde 57% dos
por arma de fogo (FAF),
intoxicação e insuficiência cardíaca
pacientes apresentaram
Média
Percentil
embolia
congestiva
gordurosa,
(ICC)
29% fraturas,
0%
7%
eclâmpsia,
no Grupo 1 e 20%
dos
ferimento por arma branca (FAB), embolia gordurosa,
intoxicação e insuficiência cardíaca congestiva
por arma de fogo (FAF) e fraturas
(ICe), 0% ferimento
no Grupo 2.
Gráfico
8 - Outras Doenças
DGrupoi-\1
I
~~~~
IOFraturas
a,-.
l
liaGomuro',,-a
OEclâmpsla
IiIlntoXlcação
I
I
I
D~C
DGrupo2
DFAF
FONTE
DADOS
Do qual temos
G2 de 0,71, Mediana
DE PESQUISA
a seguinte
estatística:
Média
do G1 de 1 e do G2 de 1, Percentil
de O e do G2 de 0,5,
Percentil
Mínimo
do G1 de 2 e do
Mínimo
(0-25) do G1
(O-50) do G1 de 1 e do G2 de 1,
I
45
Percentil
Mínimo
(0-75) do G1 de 2,5 e do G2 de 1 e o Desvio
Padrão
do G1
de 3 e do G2 0,4.
No Gráfico 9, apresentamos
onde os respectivos
Terapia
Intensiva,
Pronto-Socorro
pacientes
35%
a prevalência
foram intubados,
no Centro
em relação ao local
sendo 17% na Unidade
Cirúrgico, 22% na Via Pública
no Grupo 1 e 26% na Unidade de Terapia
no
Intensiva, 27% no
Centro Cirúrgico, 20% na Via Pública e 27% no Pronto-Socorro
Gráfico 9 - Prevalência
de
e 26%
no Grupo 2.
em relação ao local onde foram intubados
II
o Grupo
I
1
1
d~ Terapia htensiva
mUnidade
a Cernro
II
I
CirurgICO
OVíaF\Jblica
'
Ila Pronto-Socorro
IOGrupo2
FONTE
DADOS
DE PESQUISA
Do qual temos a seguinte
do G2 de 3,75, Mediana
estatística:
do G1 de 13,25 e do G2 de 3,75, Percentil
G2 de 4, Percentll
Média do G1 de 16,25 e
do G1 de 15,5 e do G2 de 4, Percentil
Mínimo
(0-75)
Mínimo
Mínimo
(0-25)
(O-50) do G1 de 15,5 e do
do G1 de 18,5 e do G2 de 4 e o Desvio
Padrão do G1 de 5,1 e do G2 de 0,5.
No Grafico 10, apresentamos
infecção,
politrauma
sendo
59%
resultado
e 15% de ferimento
as doenças com maior índice de
de traumatismo
por arma de fogo.
crânio-encefálico,
26%
de
46
Gráfico 10 - Doenças com maior indice de infecção
FONTE:
DADOS
DE PESQUISA
Do qual temos a seguinte estatística:
de 14, Percenlil
Mínimo
(0-25) de 11, Percentil
Média de 17,6, Mediana
Mínimo
(O-50) de 14, Percentil
Mínimo (0-75) de 22,5 e o Desvio Padrão de 11,9.
No
realizaram
Gráfico
a intubação
11,
obtivemos
e apresentaram
sendo a Unidade de Terapia
os
locais
maior e menor
Intensiva responsável
onde
os
pacientes
índice de infecção,
por 73% e 27%, o Centro
Cirúrgico por 85% e 15%, a Via Pública por 82% e 18% e o Pronto-Socorro
81 % e 19%, cada um respectivamente
do Grupo
1 e do Grupo 2.
Gráfico 11 - Locais com maior índice de infecção
FONTE
DADOS
DE PESQUISA
por
47
Do qual temos a seguinte estatistica: Média do G1 de 10,85 e
do G2 de 9,85, Mediana do G1 de 11 e do G2 de 4, Percentil Mínimo (0-25) do
G1 de 4 e do G2 de 4, Percentil Mínímo (O-50) do G1 de 11 e do G2 de 4,
Percentil Mínímo (0-75) do G1 de 15,5 e do G2 de 15,5 e o Desvio Padrão do
G1 de 7,6 e do G2 de 8,0.
48
5. DISCUSSÃO
Segundo
trato
respiratório
mecânica.
WHEELER
superior
A intubação
barreira
laríngea,
secreção
e fornece
endotraqueal
alentece
e fungos aspirados
uma via aberta
apresentaram
segundo
a
concomitantes,
consideravelmente
idosos,
são
são decorrência
vítimas
com infecção,
pacientes
agressivas,
com
mecânica
intensiva,
aumentam
respiratórias.
etária, houve maior índice entre jovens
dos acidentes
de trânsito,
sendo
com os resultados
crânio-encefálico
apresentados
como doença
do traumatismo
devidas
a trauma
crânio-encefálico.
Estima-se
ainda que ocorra
com seqüela
permanente,
dados
êxito
resultados
pesquisa,
pacientes
podendo
da UTI .
obtive
entretanto
dispor-se
e permanência
por
minutos
uma dessas
compatíveis
com
(2002).
trabalho,
pela literatura,
a
automobilístico
morra e outra fique
por OLIVEIRA
prevalência
são associadas
por acidente
e a cada cinco
recidiva
a
índice de infecção,
50% das mortes de causa traumática
Nesse
segundo
houve
com maior
15 segundos
justificados
e
ao passo que
confirmado
um TCE a cada
os apresentados
pois
doenças
a ventilação
de terapia
predominantes,
TCE e mais de 60% de mortes
no mundo
nos
81 % dos
apresentaram,
(2002).
De acordo
pois, aproximadamente
a
de
de bactérias
analisada,
não
de pacientes
na unidade
há prevalência
as quedas
de OLIVEIRA
do traumatismo
19%
(1998),
à comparação
idosos, pois nos jovens
literatura
a amostra
O risco de infecções
Quanto
nos
segundo
de terapêuticas
admissão
rompe
a eliminação
quantidades
enquanto
incidência
KNOBEL
a instituição
a, às vezes, a própria
glótico,
impede
ou do
a ventilação
no pulmão.
estudo,
maior
de
pulmonares
durante
o fechamento
mucociliar,
infecção
houve
literatura
comuns
para que grandes
sejam inoculadas
conseqüentemente
as infecções
impede
a escada
Nesse presente
pacientes
(1999),
são extremamente
sugiro
de uma amostra
mais
tempo
nos
que
que se de continuidade
do
maior,
que
foram
a essa
que não foi obtida
o esperado
de
pela
alguns
49
6. CONSIDERAÇÕES
FINAIS
Nesse trabalho
obtive como resultados,
o Centro
Cirúrgico
como
o local de maior risco para a intubação sendo responsável por 35% dos casos
de infecção,
depois o Pronto-Socorro
último a Unidade
de Terapia
com 17%. Estudos
com 22% e por
de pacientes
em
mecânica mostram uma incidência de pneumonia associada à
ventilação
ventilação
mecânica
estudada.
Os pacientes
quando
com 26%, a Via Pública
Intensiva
(PAV)
comparados
que varia de 6 a 70%. dependendo
cirúrgicos
aos pacientes
da população
parecem ter maior chance de pneumonia
clínicos.
Estima-se
que a incidência
de PAV
seja de 1 a 3% por dia de ventilação mecânica, sendo os principais
determinantes
entubação
dessa
incidência
orotraqueal
apresentamos
por
e 35%
apropriado,
máscaras,
esse
luvas,
pessoal
pacientes
de correto
posicionamento
respiratória
e
são fatores
dados compatíveis
que
Apesar
das
mortalidade
permanecem
infecções
a
e tempo
de
correta
da inegável
em níveis
depois
que
com
se torne
de assepsia
na prevenção
das infecções
por KNOBEL
em
dos
UTI,
muito elevado.
por meio
e umidificação
dos
evolução
A fisioterapia
brônquica
fisioterápicas
de secreções
mais
mostram
infrator).
A higiene
Técnicas
local
de roupas,
do contato
esterilização
respiratórias
são fundamentais.
Estatísticas
o principal
técnicas
responsável
um
à utilização
das vezes
médico
e os locais de
sendo
transparecer
das mãos.
o acúmulo
essenciais
infecções
de
papel preventivo.
bacteriano.
Cirúrgico
em relação
50%
com os apresentados
tratamento
dessas
apenas
do paciente,
impedem
traqueal
apesar
cuidados
o corpo
para o crescimento
aspiração
do Centro
e a lavagem
tem um relevante
secreções
propício
aventais
lava as mãos
de UTI (sendo
respiratória
das
e com mais
ao paciente
entre o índice de infecção
a prevalência
respectivamente,
estéril
relacionados
www.medstudents.com.br).
à comparação
Quanto
intubação
85%
fatores
(SALLUH.
aparelhos
um
meio
adequada
de
na
terapia
respiratórias,
(1998).
métodos
sua
de diagnóstico
incidência
As medidas
e taxa
e
de
de prevenção
50
o
aprimoramentos,
da intubação
presente
estudo
a fim de auxiliar,
e das suas técnicas
fica
àqueles
à
disposição
que de alguma
para estar auxiliando
para
maneira
futuros
se utilizam
no seu aprimoramento
com relação à ventilação mecânica e àqueles que se interessam pela
fisioterapia
respiratória
em geral.
51
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Download