informativo schär brasil - Nutrição e Desenvolvimento

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Líder em alimentos
sem glúten
INFORMATIVO SCHÄR BRASIL
Olá,
Confira a nova edição do Informativo Schär Brasil, que nesta segunda
publicação foca seu conteúdo na população infantil.
Apresentamos um estudo realizado pela Dr. Gemma Castillejo,
gastropediatra espanhola que, desde 2006, tem a doença celíaca como
principal área de pesquisa. Complementando o artigo da Dra. Gemma,
temos a contribuição da brasileira Dra. Karen Aparecida Ponceano Nunes
Marcondes, Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente.
Também trazemos um artigo que mostra o modelo Dr. Schär de Produção,
que segue o processo de Agricultura Controlada, importantíssimo para
garantir o alto padrão de qualidade, segurança e excelentes valores
nutricionais dos nossos produtos.
#2
ÍNDICE
PAG. 2ÊUʜi˜X>ÊVi‰>V>ʘ>Ê
população pediátrica
PAG. 6ÊUÊ
œ˜VÕêiÃ]Ê«œÀÊÀ>°Ê
Karen A. P. Nunes
PAG. 8ÊUÊ}ÀˆVՏÌÕÀ>ÊVœ˜ÌÀœ>`>\Ê
o modelo Dr Schär de produção
Boa Leitura!
UMA MARCA
Edição 2 | Junho 2014
Líder em alimentos
sem glúten
DOENÇA CELÍACA NA
POPULAÇÃO PEDIÁTRICA
A expressão clínica da doença
celíaca é mais heterogênea do que o
anteriormente pensado. Até poucos
anos atrás, a doença era considerada
típica da infância; entretanto, o
número de casos diagnosticados tem
aumentado de modo significativo,
tanto na população pediátrica quanto
em adultos.
No passado, a doença celíaca se
manifestava tradicionalmente durante
a infância, através de fezes pálidas
líquidas ou semilíquidas com forte mau
cheiro, peso estagnado ou redução
de peso, distensão abdominal, hipotrofia muscular e anorexia, além de
>ÌiÀ>XªiÃÊ`iÊ«iÀܘ>ˆ`>`iÊ­Ì>ˆÃÊVœ“œÊ
irritabilidade). Atualmente, entretanto,
o aparecimento dos sintomas mudou
iÊ >ÃÊ “>˜ˆviÃÌ>XªiÃÊ V?ÃÈV>ÃÊ ˜KœÊ ÃKœÊ
as mais comuns. Embora a doença
Novas diretrizes
para diagnóstico
da doença celíaca
Ê
-/"Ê
trabalha como
gastronterologista pediatra
no Hospital Universitário
`iÊ-KœÊœKœÊi“Ê,iÕÃ]Ê
Espanha, desde 1998.
Também é professoraassistente na Universidade
,œÛˆÀ>Ê6ˆÀ}ˆˆ°ÊiÃ`iÊÓääÈ]Ê
sua principal área de
pesquisa é a doença celíaca
A Sociedade Europeia de Gastroenterologia,
i«>̜œ}ˆ>Ê iÊ ÕÌÀˆXKœÊ *i`ˆ?ÌÀˆV>Ê ­-* ®Ê
publicou novos critérios para o diagnóstico
da doença celíaca. Sob as novas diretrizes, a
biópsia do intestino delgado não é mais considerada como exame padrão ouro; agora, os
testes sorológicos desempenham um papel
muito mais importante. Para o diagnóstico os
«>Vˆi˜ÌiÃÊÃKœÊÃi«>À>`œÃÊi“Ê`œˆÃÊ}ÀÕ«œÃ\ÊȘtomáticos e assintomáticos com risco aumenÌ>`œÊ `iÊ `œi˜X>Ê Vi‰>V>°Ê Ê -* Ê «Àœ«ªiÊ
diferentes algoritmos de diagnóstico para cada
um dos dois grupos.
ÕÃLÞÊ -°Ê iÌÊ >°Ê ­>˜Õ>ÀÞÊ Óä£Ó®Ê ÕÀœ«i>˜Ê -œVˆiÌÞÊ vœÀÊ
Pediatric Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition
Ո`iˆ˜iÃÊ vœÀÊ Ì…iÊ ˆ>}˜œÃˆÃÊ œvÊ œiˆ>VÊ ˆÃi>Ãi°Ê * Ê
Óä£ÓÆÊx{]Ê£\Ê£Îȇ£Èä°
celíaca possa ocorrer em qualquer
idade, entre as crianças ela é diagnosticada mais frequentemente antes dos
três anos de idade.
Em 1988, M. Maki descreveu pela primeira vez o quadro clínico atípico da
doença celíaca [1], e outros autores
confirmaram posteriormente que a
manifestação clássica da doença é
aquela que ocorre de forma menos
frequente.
Constatou-se gradualmente que o
número de pacientes diagnosticados
através de sintomas digestivos estava
diminuindo, enquanto os casos detectados através de exames em grupos de
risco estavam aumentando. De acordo
com uma publicação de 2007 de outro
autor, entre os anos de 1987 e 1990 o
percentual de casos de doença celíaca
clássica era de 75% comparada a 25%
para a forma atípica, enquanto que, no
período entre 2001 e 2006, o percentual era de 55% para atípica e 45% para
clássica.
De qualquer forma, é consenso que o
número de crianças diagnosticadas
com doença celíaca aumentou e, no
diagnóstico, observa-se que há um
número menor de sintomas, e que estes
são menos severos.
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Edição 2 | Junho 2014
Líder em alimentos
sem glúten
Forma clássica
Esta forma é caracterizada por sintomas gastrointestinais com início entre 6
e 24 anos de idade, após a introdução
de glúten na dieta. Nas crianças, o
crescimento tende a ser retardado,
seguido de sintomas de perda de peso,
diarreia crônica ou recorrente, vômitos, distensão abdominal, hipotonia
muscular, anorexia e irritabilidade. Em
casos mais graves, ocorrem verdadeiras “crises celíacas”, com sintomas de
diarreia explosiva, distensão abdominal
importante, desidratação, distúrbios
eletrolíticos, hipotensão e letargia.
Com um quadro clínico tão tradicional,
estes pacientes são facilmente reconhecidos e, por isso, leva-se pouco
tempo entre o início dos sintomas até o
encaminhamento a um gastroenterologista. O especialista, então, confirmará
o diagnóstico através de marcadores
ÜÀœ}ˆVœÃÊ «œÃˆÌˆÛœÃÊ ­>˜ÌˆVœÀ«œÃÊ >˜Ìˆ‡
transglutaminase IgA e HLA DQ2 ou
DQ8), associados a biópsia duodenal,
que apresentará uma forma específica
de atrofia intestinal.
De acordo com um artigo publicado recentemente [1], a necessidade de biópsia pode ser dispensada em alguns
poucos casos específicos, por meio de
uma conversa com os pais. Neste caso,
a confirmação final do diagnóstico
acontecerá através da observação do
desenvolvimento normal da criança,
após a retirada do glúten de sua dieta.
Formas atípicas
De maneira geral, as formas atípicas
da doença celíaca são observadas em
crianças com idade acima de 2 anos.
Estas crianças apresentam maniviÃÌ>XªiÃÊ V‰˜ˆV>ÃÊ µÕiÊ ÃKœÊ «œÀÊ ÛiâiÃÊ
relacionados entre si, mas que também
podem ocorrer isoladamente [6, 7].
Neste caso, podem ocorrer distúrbios
na digestão, incluindo dores abdominais recorrentes, náuseas, vômitos, flatulência, inchaço, constipação, diarreia
recorrente e distensão abdominal. Mais
frequentemente, os sintomas não são
relacionados ao trato gastrointestinal,
iÊ Ãˆ“Ê i˜`œVÀˆ˜œ}ˆVœÃÊ ­«œÕVœÊ VÀiÃVˆmento, puberdade atrasada, ausência
`>Ê “i˜ÃÌÀÕ>XKœ®]Ê …i“>̜}ˆVœÃÊ ­>˜imia por deficiência de ferro que não
responde ao tratamento, anemia devido
à falta de vitamina B12 ou ácido fólico,
deficiências vitamínicas), hepatológiVœÃÊ ­˜‰ÛiˆÃÊ >ÌœÃÊ «iÀÈÃÌi˜ÌiÃÊ `iÊ ÌÀ>˜Ã>“ˆ˜>Ãi®]Ê `iÀ“>̜}ˆVœÃÊ ­`iÀ“>̈ÌiÊ
herpetiforme / doença de Duhring ou
œÕÌÀ>ÃÊ ˆÀÀˆÌ>XªiÃÊ ˜>Ê «ii®]Ê iõÕij̈VœÃÊ
­œÃÌiœ«i˜ˆ>Ê œÕÊ `iwVˆk˜Vˆ>Ê ÃÃi>Ê ÉÊ œÃteoporose, artrite ou dores nas juntas,
>ÃÌi˜ˆ>®]Ê œÕÊ LÕV>ˆÃÊ ­iÃ̜“>̈ÌiÊ >v̜Ã>Ê
recorrente, distúrbios no esmalte dentário).
A doença celíaca também pode ocorrer concomitantemente a uma série de
sintomas psiquiátricos [8, 9], embora
isso seja observado mais frequentemente em pacientes adultos, incluindo
i«ˆi«Ãˆ>ÊVœ“ÊV>VˆwV>XªiÃ]ʘiÕÀœ«>̈>Ê
periférica, dores de cabeça, ataxia cerebral, ansiedade e depressão.
Uma importante questão a ser observada é que precisamos nos distanciar
do quadro clínico normalmente associado à doença celíaca, no qual o paciente
sempre apresenta queda de peso. Em
Õ“Ê iÃÌÕ`œÊ `iÊ œ˜}œÊ «À>âœÊ QÎR]Ê ££]Ó¯Ê
dos pacientes apresentaram obesidade
­
ʀÊ*™ä®Ê˜>Êj«œV>Ê`œÊ`ˆ>}˜Ã̈Vœ°Ê
Em um estudo recente, outros autores
[10] mostraram que, em um grupo de
crianças norte-americanas diagnosticadas entre 2000 e 2008, na época do
diagnóstico 19% apresentaram um IMC
>ÌœÊ ­£Ó]È¯Ê `>ÃÊ µÕ>ˆÃÊ iÃÌ>Û>“Ê >Vˆ“>Ê
do peso e 6% eram obesas) e 74,5%
tinham um IMC normal.
De maneira geral, as crianças diagnosticadas em tenra idade tendem predominantemente a apresentar sintomas
gastrointestinais. Quanto mais velho
o paciente na época do diagnóstico,
maior a probabilidade de formas atípicas predominarem. Além disso, os
pacientes que inicialmente apresentam
sintomas digestivos, mas não foram
diagnosticados a tempo, desenvolvem
sintomas que vão além daqueles relacionados à digestão.
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Edição 2 | Junho 2014
Líder em alimentos
sem glúten
Forma silenciosa
Forma latente
Os exames laboratoriais e a biópsia
intestinal são compatíveis com o
diagnóstico da doença celíaca, mas
a criança encontra-se assintomática.
Muitas destas crianças pertencem a
grupos de risco e sofrem de outras
`œi˜X>ÃÊ >Õ̜ˆ“Õ˜iÃÊ ­`ˆ>LiÌiÃÊ Ìˆ«œÊ
1, tireoidite, hepatite, psoríase, etc.),
`ˆÃv՘XªiÃÊ }i˜j̈V>ÃÊ ­Ã‰˜`Àœ“iÊ `iÊ
Down, síndrome de Turner, síndrome
de Williams, deficiência de IgA) ou são
parentes de primeiro grau de pacientes
celíacos. Além disso, elas podem ser
detectadas em estudos de screening
em uma determinada população. Em
pesquisas mais extensas, podem ser
identificados sintomas subclínicos em
quase todas elas.
O termo latente refere-se aqueles indivíduos assintomáticos e com biópsia
intestinal normal consumindo glúten,
mas que em um momento específico
na vida apresentaram características
clínicas e laboratoriais da doença
celíaca, inclusive com biópsia intestinal
com atrofia intestinal. Isso acontece
em geral com crianças celíacas que,
apesar do estímulo provocado pelo
glúten, não sofrem recidivas e, por isso,
são dispensadas do gastroenterologista como tendo sido curadas e que,
quando adultas, sofrem uma recidiva.
Forma potencial
Neste caso, a criança apresenta
iÝ>“iÃÊ «œÃˆÌˆÛœÃÊ ­>˜ÌˆVœÀ«œÃÊ >˜Ìˆ‡
transglutaminase IgA e/ou anticorpos
antiendomísio IgA e HLA DQ 2/8), mas
as biópsias intestinais são normais ou
>«ÀiÃi˜Ì>“Ê >ÌiÀ>XªiÃÊ >˜œÀ“>ˆÃÊ “‰˜ˆmas.
Estas crianças apresentam um risco
elevado de desenvolver um dano típico
da doença celíaca com o decorrer do
tempo e, consequentemente, devem
fazer um acompanhamento regular,
mesmo se for decidido que elas não
precisam seguir nenhuma dieta específica.
“Ê À>âKœÊ `>ÃÊ “>˜ˆviÃÌ>XªiÃÊ `iÃVÀˆtas, a doença celíaca é considerada
um grande camaleão, particularmente
porque pode se manifestar através de
diversos sintomas em vários órgãos ou,
na forma silenciosa, pode permanecer
totalmente não detectada.
Por isso, mesmo com um mínimo
de sintomas, deve haver suspeitas
constantes e ser solicitados testes soÀœ}ˆVœÃÊ iëiV‰wVœÃÊ ­>˜ÌˆVœÀ«œÃÊ >˜Ìˆ‡
transglutaminase tipo IgA), junto com o
}Ê̜Ì>Ê­>ÌjÊx¯Ê`œÃÊV>ÜÃÊ`iÊ`œi˜X>Ê
celíaca são associados a uma deficiência de IgA sérica).
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Edição 2 | Junho 2014
CASO CLÍNICO
Uma criança de 2 anos é internada na
pediatria com uma fratura no fêmur.
Histórico familiar
Imperceptível
Histórico do paciente
UÊÀ>ۈ`iâʘœÀ“>
UÊ*>À̜ʘœÀ“>]ÊÀi>ˆâ>`œÊ˜>Ê`>Ì>Ê
prevista
UÊ*iÜÊ>œÊ˜>ÃVˆ“i˜Ìœ\ÊΰÇÎä}]Ê>ÌÕÀ>\Ê
50 cm
Uʏˆ“i˜Ì>`œÊ>«i˜>ÃÊVœ“ʏiˆÌiʓ>ÌiÀ˜œÊ
até 6 meses de idade
UʏÖÌi˜Êˆ˜ÌÀœ`Õâˆ`œÊ>œÃÊÇʓiÃiÃÊ`iÊ
idade
UÊ6>Vˆ˜>ÃÊ>ÌÕ>ˆâ>`>Ã
UÊ/>“>˜…œÉ«iÜÊiÊ`iÃi˜ÛœÛˆ“i˜ÌœÊ
psicomotor normal, de acordo com o
percentil 25
UÊÕÃk˜Vˆ>Ê`iÊ`iwVˆk˜Vˆ>ÃÊ«Àj‡
existentes
Líder em alimentos
sem glúten
Doença atual
Na creche, a criança se irrita facilmente
e de forma visível. As funcionárias da
creche relatam uma pequena contusão
enquanto ela estava brincando.
Ao ser internada no pronto-socorro, é
feita uma radiografia da perna, a qual
apresenta uma fratura na terça parte
do fêmur esquerdo. Após tração, é colocada uma atadura gessada na pelve.
No exame realizado durante a inter˜>XKœ]Ê >ÃÊ Ãi}Ո˜ÌiÃÊ ˆ˜vœÀ“>XªiÃÊ ÃiÊ
`iÃÌ>V>À>“\Ê …i“œ}œLˆ˜>Ê ™]xÊ “}°É
`]Ê Ê …i“>̝VÀˆÌœÊ Îä]ȯ]Ê 6
Ê ÇÓ]Ê Li“Ê
Vœ“œÊ`iwVˆk˜Vˆ>Ê`iÊviÀÀœÊ­-/ÊÇ]ȯ]ÊviÀritina 16 mg/dl). No exame físico, ficou
evidente a distensão abdominal. Pela
anamnese a criança não apresentava
sintomas gastrointestinais. Devido à
fratura no fêmur sem trauma evidente, a
anemia por deficiência de ferro e a distensão abdominal, foi decidido dosar
o anticorpo anti-transglutaminase IgA,
que apresentou um resultado positivo
­€Ê£Ón®°Êˆ«Ãˆ>ʈ˜ÌiÃ̈˜>Ê«iÀœÀ>\Ê>ÀÅÊ
Î>°Ê Ê +ÓÊ «œÃˆÌˆÛœ°Ê i˜ÃˆÌœ“iÌÀˆ>Ê
ÃÃi>Ê ­8®Ê Vœ“«>̉ÛiÊ Vœ“Ê œÃÌiœ«œrose.
Após confirmação do diagnóstico
da doença celíaca, foi iniciada uma
dieta sem glúten com melhora clínica e
>LœÀ>̜Àˆ>°Ê Ê Ài«ïXKœÊ `>Ê 8Ê >«ÃÊ
2 anos apresentou resultado normal.
Aos 6 anos de idade, o crescimento
adequado estava no percentil 75.
Raio-X original
,iviÀk˜Vˆ>Ã
£Ê>ŽˆÊ°]Ê>œ˜i˜Ê°]Ê>…`i>…œÊ°Ê°ÊiÌÊ>°Ê
…>˜}ˆ˜}Ê«>ÌÌiÀ˜ÊœvÊV…ˆ`…œœ`ÊVœiˆ>VÊ`ˆÃi>Ãiʈ˜Êˆ˜>˜`°ÊVÌ>Ê*>i`ˆ>ÌÀÊ-V>˜`°Ê£™™nÆÊÇÇ\{änq£Ó°
ÓÊ,>ۈŽÕ“>À>Ê°]Ê/Õ̅ˆÊ°Ê*°]Êi˜Žˆ˜ÃÊ°Ê,°Ê/…iÊV…>˜}ˆ˜}ÊVˆ˜ˆV>Ê«ÀiÃi˜Ì>̈œ˜ÊœvÊVœiˆ>VÊ`ˆÃi>Ãi°ÊÀV…ʈÃÊ
…ˆ`°ÊÓääÈÆʙ£\™È™qÇ£°
ÎÊ/ii}>Ê°]Êi˜˜iÌÊ/°Ê,°]Ê7iÀˆ˜Ê-°Ê“iÀ}ˆ˜}ʘiÜÊVˆ˜ˆV>Ê«>ÌÌiÀ˜Ãʈ˜Ê̅iÊ«ÀiÃi˜Ì>̈œ˜ÊœvÊViˆ>VÊ`ˆÃi>Ãi°ÊÀV…Ê*i`ˆ>ÌÀˆVÊ`œiÃVi˜ÌÊi`°ÊÓäänÊiLÆÊ£ÈÓ­Ó®\£È{qn°
{Ê>À>“«>ââˆÊ]Ê,>«>Ê]ÊÕÀ>Ê-ÊiÌÊ>°Ê
ˆ˜ˆV>Ê«>ÌÌiÀ˜ÊœvÊViˆ>VÊ`ˆÃi>ÃiʈÃÊÃ̈ÊV…>˜}ˆ˜}°ÊÊ*i`ˆ>ÌÀˆVÊ>ÃÌÀœi˜ÌiÀœœ}ÞÊ ÕÌÀ°ÊÓääÇÆÊ{x\È££q{°
xÊÕÃLÞÊ-°ÊiÌÊ>°Ê-* Ê}Ո`iˆ˜iÃÊvœÀÊ̅iÊ`ˆ>}˜œÃˆÃʜvÊVœiˆ>VÊ`ˆÃi>Ãiʈ˜ÊV…ˆ`Ài˜Ê>˜`Ê>`œiÃVi˜ÌðʘÊiۈ`i˜Vi‡L>Ãi`Ê>««Àœ>V…°Ê* °ÊÓä£ÓÊ>˜ÆÊ6œÕ“iÊx{]Ê Õ“LiÀÊ£°
ÈÊ>Ã>˜œÊ°Ê
ˆ˜ˆV>Ê«ÀiÃi˜Ì>̈œ˜ÊœvÊViˆ>VÊ`ˆÃi>Ãiʈ˜Ê̅iÊ«i`ˆ>ÌÀˆVÊ«œ«Õ>̈œ˜°Ê>ÃÌÀœi˜ÌiÀœœ}Þ°ÊÓääxÆÊ£Ón\-Ènq-Çΰ
ÇÊi̅>Ê°Ê/…iÊV…>˜}ˆ˜}Êv>ViʜvÊViˆ>VÊ`ˆÃi>Ãi°ÊÀˆÌˆÃ…ÊœÕÀ˜>ÊœvʜëˆÌ>Êi`ˆVˆ˜i°ÊÓäänÊiLÆÊ6œÕ“iÊș]Ê Õ“LiÀÊÓ°
nʅ>>v>>Ê"°ÊÕÅ>À>°Ê iÕÀœœ}ˆVÊ«ÀiÃi˜Ì>̈œ˜ÊœvÊViˆ>VÊ`ˆÃi>Ãi°Ê>ÃÌÀœi˜ÌiÀœœ}Þ°ÊÓääxÆÊ£Ón\-™Ó‡-™Ç°
™Ê>`ˆÛ>ÃȏˆœÕÊ°ÊiÌÊ>°ÊÕÌi˜ÊÃi˜ÃˆÌˆÛˆÌÞ\ÊvÀœ“Ê}ÕÌÊ̜ÊLÀ>ˆ˜°Ê>˜ViÌÊ iÕÀœ°ÊÓä£äÆʙ\ΣnqÎä°
£äÊ ,iˆÞÊ ,]Ê }Ո>ÀÊ ]Ê >ÃÈ`Ê Ê iÌÊ >°Ê iˆ>VÊ `ˆÃi>ÃiÊ ˆ˜Ê ˜œÀ“>‡Üiˆ}…ÌÊ >˜`Ê œÛiÀÜiˆ}…ÌÊ V…ˆ`Ài˜\Ê Vˆ˜ˆV>Ê vi>ÌÕÀiÃÊ >˜`Ê }ÀœÜÌ…Ê œÕÌVœ“iÃÊ vœœÜˆ˜}Ê >Ê }ÕÌi˜‡vÀiiÊ `ˆiÌ°Ê Ê *i`ˆ>ÌÀˆVÊ
>ÃÌÀœi˜ÌiÀœœ}ÞÊ ÕÌÀ°ÊÓä££Ê œÜÆÊxέx®\xÓn‡Î£°
5
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Edição 2 | Junho 2014
Líder em alimentos
sem glúten
CONCLUSÕES
A doença celíaca é uma enteropatia
imuno-mediada do intestino delgado
desencadeada pela ingestão do glúten
em indivíduos geneticamente susceptíveis. A predisposição genética da
doença celíaca está relacionada ao
>˜Ì‰}i˜œÊ iÕVœVˆÌ?ÀˆœÊ …Õ“>˜œÊ ­®]Ê
sendo que aproximadamente 90%-95%
dos celíacos apresentam o HLA-DQ2, e
do restante, a maioria apresenta o HLA+n°­£‡{®
Estudos de triagem sorológica mosÌÀ>À>“Ê µÕiÊ >ÃÊ “>˜ˆviÃÌ>XªiÃÊ V‰˜ˆV>ÃÊ
da doença celíaca são variadas e que
a doença não é exclusiva da população
pediátrica. A distribuição das formas de
apresentação clínica da doença celíaca tem sido comparada a um iceberg
devido à existência de casos de apresentação sintomática, que corresponderiam à porção visível do iceberg, e
os de apresentação assintomática, que
corresponderiam à porção submersa
`œÊ“iӜ°­x]Ȯʭˆ}ÕÀ>Ê£®°ÊÊvœÀ“>ÊV?Ãsica gastrointestinal da doença celíaca
>ˆ˜`>ÊjÊ>ʓ>ˆÃÊvÀiµÕi˜ÌiʘœÊÀ>ȏ°­Ç‡££®Ê
No entanto, no estudo de Sdepanian
iÊ Vœ>LœÀ>`œÀiÃ]­Ç®Ê >j“Ê `>Ê “>ˆœÀˆ>Ê
dos pacientes com a forma clássica
" 1-)-Ê*",Ê,°Ê, Ê*,
Ê
*" "Ê 1 -Ê,
" ,Ê£ä™Î£™É-*
Gastroenterologista pediatra com Certificado de
Atuação na Área de Gastroenterologia Pediátrica
«i>ÊÃÜVˆ>XKœÊj`ˆV>ÊÀ>ȏiˆÀ>Ê­®]Ê-œVˆi`>`iÊ
À>ȏiˆÀ>Ê`iÊ*i`ˆ>ÌÀˆ>Ê­-*®ÊiÊi`iÀ>XKœÊÀ>ȏiˆÀ>Ê`iÊ
Gastroenterologia;
Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente com
dissertação em Prevalência de Doença Celíaca na
1˜ˆÛiÀÈ`>`iÊ`iÊ-KœÊ*>ՏœÊ‡Ê,ˆLiˆÀKœÊ*Ài̜
œ˜Ì>̜Ã\ÊÜÜÜ°}>ÃÌÀœ«i`ˆ>ÌÀ>°Vœ“°LÀ
terem desenvolvido os sintomas após
os 2 anos de idade, também houve
um aumento da proporção das formas
>̉«ˆV>ÃÊ ­`iÊ x]Ó¯Ê ˜œÃÊ «>Vˆi˜ÌiÃÊ Vœ“Ê
diagnóstico há 5 ou mais anos, para
16,8%), diagnosticadas mais frequentemente após os 2 anos de idade.
Diante da grande
variabilidade das formas
de apresentação e da
sua associação com
outras doenças, os testes
sorológicos tornaramse imprescindíveis no
rastreamento da doença
celíaca nos indivíduos
com sintomas sugestivos,
sendo particularmente úteis
naqueles sem sintomas
gastrointestinais, nos
indivíduos com condições
associadas a doença
celíaca e nos parentes de
1º grau assintomáticos
do paciente celíaco, bem
como no seguimento dos
pacientes celíacos em
relação à aderência ao
tratamento.(5,6,12) Há
uma boa evidência que
o anti-transglutaminase
IgA (anti-tTG IgA) e o
antiendomísio IgA (EMA
IgA) são testes altamente
sensíveis e específicos para
identificação de indivíduos
com doença celíaca sem
deficiência de IgA, com
valor preditivo positivo
para evidencia da doença
na biópsia de 1,00 em
indivíduos sintomáticos. (12)
Baseado
nos
conhecimentos
acima, a Sociedade Europeia de
Gastroenterologia,
Hepatologia
e
ÕÌÀˆXKœÊ *i`ˆ?ÌÀˆV>Ê ­-* ®Ê «Õblicou em 2012 novos protocolos para
o diagnóstico de doença celíaca.
Segundo o novo algoritmo, pacientes
sintomáticos com anti-tTG IgA maior
que 10 vezes o valor de referência, EMA
IgA positivo e HLA DQ4 e/ou HLA DQ8
positivo devem ser considerados portadores de doença celíaca sem a necessidade de biópsia duodenal. Pacientes
menores de 2 anos sintomáticos com
anti-tTG IgA menor que 10 vezes o valor
de referência devem ser submetidos
a dosagem de anticorpos da classe
IgG e, no caso de sintomas graves, a
biópsia duodenal para o diagnóstico
da doença. Sempre dosar a IgA sérica
para exclusão dos casos de deficiência
ÃiïÛ>Ê`iÊ}°Ê­£Î®
6
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Edição 2 | Junho 2014
No Brasil não temos ainda disponibilidade do estudo genético para aplicabilidade do novo protocolo em larga escala no diagnóstico da doença celíaca.
Por isso, o diagnóstico é feito de acordo
com critério revisado da ESPGHAN
de 1990, no qual a biópsia intestinal
ainda é considerada fundamental para
confirmar o diagnóstico da doença.
Pelo critério revisado, nos pacientes
maiores de dois anos de idade com
Ș̜“>ÃÊ ÃÕ}iÃ̈ۜÃ]Ê Vœ“Ê >ÌiÀ>XªiÃÊ
histológicas características na biópsia
do intestino delgado e inquestionável
Ài܏ÕXKœÊ `>ÃÊ “>˜ˆviÃÌ>XªiÃÊ V‰˜ˆV>ÃÊ
após a introdução da dieta sem glúten,
o diagnóstico de doença celíaca pode
ser considerado definitivo para toda
vida, sem necessidade de biópsias
adicionais. A presença de marcadores
sorológicos positivos no momento do
diagnóstico e seu desaparecimento
com a dieta sem glúten conferem maior
peso ao diagnóstico. A biópsia de
controle para verificar a recuperação
da mucosa com a dieta sem glúten é
mandatória somente em pacientes com
resposta clínica duvidosa e naqueles
com formas assintomáticas de apresentação, como frequentemente é o caso
de parentes de 1º grau dos pacientes
celíacos e pacientes diagnosticados
i“Ê«Àœ}À>“>ÃÊ`iÊÀ>ÃÌÀi>“i˜Ìœ°Ê­£{®
Líder em alimentos
sem glúten
O desencadeamento com glúten deve
ser realizado quando há alguma dúvida
do diagnóstico inicial como, por exemplo, quando não foi realizada a biópsia
inicial ou quando o fragmento de biópsia foi inadequado ou não característico de doença celíaca; em todas as
crianças diagnosticadas com menos de
dois anos de idade, para excluir outras
doenças que podem ser responsáveis
pela atrofia vilositária, como alergia
à proteína do leite de vaca, síndrome
pós-enterite e giardíase; e, finalmente,
em crianças mais velhas e adolescentes que pretendem abandonar a
dieta sem glúten por contra própria.
Permanece essencial, quando o desencadeamento for indicado, a obtenção de uma biópsia de controle enquanto o paciente está em dieta isenta
de glúten. O desencadeamento deve
ser realizado após pelo menos dois
anos de dieta sem glúten, de preferência não antes dos 6 anos de idade
e nem durante o estirão puberal. Uma
nova biópsia deve ser obtida quando
houver sintomatologia evidente, ou
quando os marcadores sorológicos
forem positivos, ou de qualquer modo
após três a seis meses do início do
`iÃi˜V>`i>“i˜Ìœ°Ê ­£{]£x®Ê -iÊ ˜KœÊ
houver alteração característica da arquitetura da mucosa, o paciente deverá
continuar com dieta com glúten e uma
nova biópsia deve ser obtida, na ausência de sintomas ou alteração de testes
laboratoriais, após dois anos. Se a
arquitetura vilositária continuar normal,
este paciente deverá ser acompanhado
e outras biópsias obtidas se houver
sintomatologia ou se os marcadores
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Bibliografia
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UMA MARCA
Edição 2 | Junho 2014
Líder em alimentos
sem glúten
AGRICULTURA CONTROLADA: O
MODELO DR. SCHÄR DE PRODUÇÃO
O processo de agricultura controlada é
muito importante na indústria alimentícia - não somente para garantir a
disponibilidade de toda a quantidade
necessária de matéria prima mas especialmente para garantir o alto padrão de
qualidade desejado pela indústria.
Há alguns anos o grupo Dr. Schär vem
trabalhando no estabelecimento de
uma cadeia de fornecimento controlado
para seus mais importantes ingredientes. Inicialmente focado na produção
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matérias prima utilizadas na elaboração
de alimentos sem glúten, hoje temos
contrato com diversos produtores
também para milhete, trigo sarraceno,
sorgo, grãos de guar, e outros.
O processo inicia pela seleção dos
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melhor equipados e que trabalham de
acordo com procedimentos agronômicos altamente qualificados . Então são
escolhidas variedades específicas de
sementes, já testadas em projetos anteriores, para cultivo de acordo com as
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rural e o grupo Dr. Schär. Diversos parViˆÀœÃÊ>ÌÕ>“ʘiÃÌiÊ̈«œÊ`iÊ«Àœi̜ÊqÊՓÊ
exemplo é a Universidade de Bologna,
na Itália, que atuou no estudo e seleção
das melhores variedades de sementes
para o cultivo do milhete.
Este modelo de operação permite que
todo o processo seja rastreável, da
semente até a moagem e transporte
dos grãos. Assim, o resultado final é
uma farinha de altíssima qualidade e
totalmente segura em relação a uma
possível contaminação - tanto em relação ao glúten quanto em relação a
microtoxinas e outros alergênicos. Tudo
para garantir ao consumidor produtos
de muito sabor, segurança e excelentes
valores nutricionais.
Você sabia?
A Schär não utiliza conservantes, corantes ou aromatizantes artificiais em nenhum de seus produtos.
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