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Otávio Guilherme Velho
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estatal, encontrarem um equilíbrio entre a atividade do Estado e o livre
desenvolvimento, então poderemos ter, não apenas uma transição10, mas a
estabilização relativa de um setor camponês subordinado ao
desenvolvimento capitalista principal, e um gênero de frente de expansão
que fugirá ao padrão até agora usual no Brasil. Os próximos anos mostrarão
o caminho que será seguido, e quais os desdobramentos possíveis11.
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10
Uma objeção metodológica e teórica ao tratamento da questão puramente em termos de
transição estaria em que, mesmo ser do aceitável como caracterização, nem por isso se
reduziria a um simples momento em fluxo, mas tratar-se-ia de uma época, com uma
estrutura e uma permanência específicas. E uma vez que se determinasse essa estrutura,
possivelmente ligada já a um modo em si específico de capitalismo, poderia alterar-se a
resposta à questão: transição para o quê?
11
Ver, a propósito, trabalho em elaboração a ser publicado em obra coletiva dos
pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Departamento de
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