REFLEXÕES SOBRE A PSICOLOGIA NO HOSPITAL1 HARTMANN

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REFLEXÕES SOBRE A PSICOLOGIA NO HOSPITAL 1
HARTMANN, Silvana Pinto.2; GONÇALVES, Camila dos Santos.3
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Revisão Bibliográfica _UNIFRA
Aluna Curso de Psicologia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil
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Professora Curso de Psicologia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil
E-mail: [email protected]; [email protected];
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RESUMO
A psicologia da saúde é um campo, dentre os saberes da psicologia, em crescimento no Brasil.
Conhecer os alcances desse campo são de relevância dentro da formação acadêmica. O presente trabalho
consiste em uma breve revisão de literatura acerca do campo de psicologia da saúde, em específico, a inserção
da psicologia no ambiente hospitar. Dentro disso, buscar conhecer o papel do psicólogo no hospital, as práticas
possíveis, sua inserção na equipe de trabalho e também a abordagem com crianças e seu cuidador, dado as
suas especificidades. Através de referenciais teóricos nacionais será apresentado um percurso desde a
construção do significado da psicologia na área da saúde, das dificuldades na inserção no hospital até as
atribuições da psicologia neste contexto. Os resultados aqui apresentados apontam para o desafio na formação
nesta área e indicam que construção e aprimoramento das práticas realizadas são fundamentais para o
fortalecimento desse saber.
Palavras-chave: Psicologia Hospitalar; inserção da Psicologia, papel do psicólogo.
1. INTRODUÇÃO
O presente estudo originou-se do interesse em conhecer e aprofundar o conhecimento teórico
sobre a psicologia da saúde, especialmente a psicologia hospitalar. Esta área por estar em
crescimento dentro da psicologia é, por vezes, pouco enfatizada na formação. Assim, o profissional
ou o estudante precisa buscar nos referenciais teóricos a base de fortalecimento e legitimação de
suas práticas, dado a sua inserção nos ambientes de saúde, aqui em especial a instituição hospitalar.
Ao inserir-se no contexto da psicologia da saúde o profissional é convocado a rever seu
aporte de “modelo” de trabalho. Guedes (2006) enfatiza que trabalhar em um âmbito hospitalar requer
a capacidade de o psicólogo estar disposto a caminhar por vias desconhecidas, muitas vezes, pela
pouca ênfase dada a esse contexto dentro dos espaços de discussões acadêmicas. Além disso, é
preciso transpor ao ambiente de saúde coletiva saberes do âmbito clínico-individual. Estes saberes
devem ser considerados, mas em primeiro lugar, precisam estar contextualizados com a realidade
institucional e sócio-cultural dos usuários dos serviços de saúde.
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A mesma autora, salienta que o acadêmico ou o profissional, ao inserir-se no contexto da
saúde coletiva, depara-se com a realidade da saúde pública, muitas vezes, desconhecida, como a
pobreza, a miséria e as filas para esperar atendimento. Somado a isso, têm que se deparar com o
sofrimento físico do doente, o contato com a dor, o sangue, a morte e os maus odores decorrentes da
doença - elementos que não faziam parte de sua rotina até então.
No ambiente hospitalar desde o contato com o paciente é diferente da clínica tradicional. O
espaço institucional não permite a privacidade preconizada no modelo clínico, tampouco
atendimentos duradouros. Sendo assim, faz-se necessário romper com o padrão do atendimento
clínico tradicional, contextualizar que as pessoas estão hospitalizadas por razões aleatórias, contra a
sua vontade, e a demanda que as trouxe até ali foi a de um sofrimento físico inicialmente. Por isso, a
intervenção do psicólogo neste contexto baseia-se no processo de hospitalização e adoecimento. Na
clínica tradicional o paciente vai em busca do psicólogo e do tratamento, já no hospital ele está atrás
de um saber a priori médico que resolva sua enfermidade (GUEDES, 2006).
As leituras aqui apresentadas nortearão a apropriação de conhecimento teórico sobre o tema
proposto. Para isso será apresentado um percurso desde a construção do significado da psicologia
no contexto da saúde, as dificuldades na inserção no campo de trabalho, as atribuições da psicologia
neste contexto, com foco na hospitalização de crianças e a atenção à seus cuidadores, e o trabalho
em equipe.
2. DESENVOLVIMENTO
Sabe-se que a inserção da psicologia em um ambiente biomédico não é tarefa fácil, que é
preciso diariamente conquistar um lugar para a Psicologia dentro da instituição em que se insere, e
que a conquista deste espaço começa desde a formação dos profissionais. Castro e Bornholdt (2004)
afirmam que a psicologia da saúde é construção recente em meios acadêmicos, uma vez que a
formação do psicólogo no Brasil está vinculada ao modelo clínico, pois este é base da identidade
profissional até então no país.
A formação acadêmica, muitas vezes, deficitária no que se refere à realidade sanitária do
país acaba formando profissionais despreparados para lidar com o sofrimento físico sobreposto ao
sofrimento psíquico, a injustiça social, a fome, violência, miséria, preconceito, exclusão (CASTRO e
BORNHOLDT, 2004). Uma formação acadêmica que privilegia modelos de práticas elitistas, que
poucos podem ter acesso, forma pessoas que não sabem o que desempenhar em relação ao seu
papel profissional quando estão frentes a realidades de extrema pobreza, fazendo com que muitos
desistam destes empregos. Isso acaba contribuindo para a manutenção das estruturas sociais e das
relações de poder sem se questionar, problematizar e transformar a realidade em questão.
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Em relação à Psicologia da Saúde, Castro e Bornholdt (2004) enfatizam que esta já é uma
área reconhecida internacionalmente e no Brasil está cada vez mais consolidando seu espaço. Esta
área tem por objetivos compreender como os fatores biológicos, comportamentais e sociais
influenciam na saúde e na doença, sendo apta a avaliar, diagnosticar, tratar, modificar, e prevenir
problemas físicos, mentais ou qualquer outro relevante para os processos de saúde e adoecimento.
Castro e Bornholdt (2004) afirmam que a psicologia da saúde fundamenta seu trabalho na
promoção e na educação para a saúde salientando as implicações psicológicas, sociais e físicas da
saúde e da doença. Esta percepção é a base para o trabalho do psicólogo no hospital. O psicólogo,
neste contexto, utiliza seus conhecimentos e técnicas de maneira sistemática e coordenada visando a
melhora da assistência integral ao paciente hospitalizado através do restabelecimento do estado de
saúde do doente ou, ao menos, ao controle dos sintomas que prejudicam seu bem-estar.
No sentido de atender as diferentes necessidades dos pacientes, no hospital circulam
diferentes áreas do conhecimento. Todas têm o objetivo em comum que é a melhora do paciente.
Nem sempre a linguagem técnica da área da saúde é compreendida pelos pacientes e seus
familiares gerando muitas distorções das informações. Às vezes, isso passa despercebido pelos
profissionais, dada à sobrecarga de tarefas a cumprir. As singularidades também produzem
diferentes maneiras de compreensão das histórias pessoais de cada sujeito em relação a sua forma
peculiar de pensar, sentir e agir. É papel do psicólogo, e aqui está uma via de entrada do trabalho
deste, se colocar como intermediador das relações interpessoais, como um “intérprete” que procura
aproximar pessoas que “falam línguas diferentes” por serem formadas por diferentes subjetivações
(FILGUEIRAS, RODRIGUES e BENFICA, 2010).
Em relação ao trabalho do psicológo como membro da equipe Filgueiras, Rodrigues e Benfica
(2010) enfatizam também que a intervenção psicológica associada ao trabalho em equipe, que
promova uma escuta acolhedora, atenta e, muitas vezes, esclarecedora sobre a hospitalização
produz uma melhor aderência e uma participação mais ativa do paciente ao tratamento, compreensão
por parte dos pacientes, familiares e equipe de se considerar a influência dos fatores psicológicos no
processo de adoecimento. Valoriza-se então a singularidade dos sujeitos na evolução do seu
tratamento possibilitando assim, melhorias nos atendimentos e na qualidade de assistência,
tornando-a mais humanizada.
Para que o trabalho do psicólogo atenda o paciente hospitalizado de maneira integral, sua
prática na área da saúde não pode ser dissociado da noção de trabalho em equipe com as diferentes
áreas do conhecimento científico. Porém, muitos profissionais, de diferentes áreas, não têm claro
para si o papel da psicologia no hospital, em função disso criam-se distorções acerca do trabalho do
psicólogo. À exemplo disto, Martins e Vieira (2009) salientam que alguns médicos consideram a
intervenção psicológica como uma simples conversa, sem fins terapêuticos, e, por essa razão,
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compreendem que podem interrompê-la sem com isso causar qualquer tipo de prejuízo ao tratamento
dispensado ao paciente.
É interessante, nestes casos, que o psicólogo peça informações e esclarecimentos sobre
procedimentos médicos e medicamentosos acerca do paciente, e que, assim, possa deixar uma
abertura para que o profissional de medicina também esclareça questões relativas aos aspectos
psicológicos do doente e do próprio papel do psicólogo. Além disso, dessa forma ambos possam se
comunicar e assim compreender o funcionamento do trabalho um do outro, dando entrada para a
interdisciplinaridade salienta Guedes (2006).
O trabalho multidisciplinar de atenção no qual a saúde é percebida como um conjunto de
necessidades biológicas, psicológicas e sociais, atenção preconizada pelo Sistema Único de Saúde
(SUS), é uma alternativa ao modelo tradicional de ênfase à doença. A importância de unir diferentes
profissões vem garantir um cuidado aos indivíduos hospitalizados de maneira integral (FILGUEIRAS,
RODRIGUES e BENFICA, 2010).
No que se refere ao trabalho com diferentes áreas do saber percebe-se que integralidade,
trabalho em equipe multiprofissional, recuperação da dimensão cuidadora das práticas de saúde não
são conceitos consensuais atualmente. Sua implementação implica mudanças nas relações de poder
entre as profissões, entre profissionais de saúde e usuários. Provocam, portanto, resistência e
disputa. O hospital tem sido um local de resistência, de reprodução da lógica hegemônica de
organização do trabalho em saúde, um espaço de reprodução dos poderes das corporações
(FEUERWERKER e CECÍLIO, 2007).
Em relação à internação de crianças, Romano (2008) enfatiza que a entrada da criança em
um hospital é uma experiência assustadora e geradora de muita ansiedade. Suas fantasias e temores
acerca da hospitalização são intensificados ao deparar-se com uma situação desconhecida, em
relação ao espaço físico, as pessoas e as desinformações sobre seu adoecimento além de ter que
enfrentar muitos aspectos difíceis como separar-se do ambiente familiares, de suas rotinas e se
sujeitar aos procedimentos aversivos.
Considera-se que a maior parte das crianças vê a internação de maneira estranha e hostil,
porém existem crianças que apesar de todos os inconvenientes da hospitalização e da doença,
encontram ganhos secundários neste período evidenciando-se aqui a importância de um olhar
diferenciado às singularidades dos pacientes. Romano (2008) observa que crianças que em casa não
tem acesso à alimentação adequada e acomodações confortáveis, acabam vivendo durante a
internação uma realidade melhor que a de seu cotidiano. Outras vivem em suas casas maus tratos e,
durante a hospitalização, encontram um ambiente acolhedor de respeito, no qual recebem atenção e
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tratamento diferenciado. Todas essas peculiaridades precisam ser conhecidas pela equipe para que
seja possível discutir maneiras de se intervir na atenção integral em relação à saúde dos pacientes.
A equipe nem sempre possui uma visão global do atendimento a criança apesar de ter uma
formação bastante aprofundada na sua área, ressalta Romano (2008). A autora observa que a rotina
estressante e o contato direto com a doença podem contribuir em algumas situações, para o
distanciamento da equipe no que diz respeito a questões subjetivas. O papel do psicólogo em
unidades infantis deve ir além do atendimento a criança e familiares, pois é fundamental que se
compartilhem dados com a equipe, a fim de que todos tenham uma visão integral dos casos e
possam compreender as reações das crianças e seus familiares durante a internação.
A autora acima ainda enfatiza que é papel do psicólogo transmitir a equipe informações
relevantes sobre a dinâmica familiar em relação à situação de doença e hospitalização, sobre o papel
que a criança desempenha na família, sobre o estágio de desenvolvimento cognitivo e psicossocial
em que a criança se encontra, sobre a capacidade da criança assimilar informações e experiências
anteriores de internação. Deve-se ter o cuidado de as informações sobre o paciente discutidas com a
equipe serem contextualizadas com o adoecimento e a hospitalização deixando evidente que estas
informações são para o melhor entendimento do caso.
Outra forma de atuação do psicólogo na atenção as crianças é em relação aos pacientes
cirúrgicos. Filgueiras, Rodrigues e Benfica (2010) discorrem sobre a importância da avaliação
psicológica nos momentos cirúrgicos, com a finalidade de verificar as condições emocionais da
criança e de seus familiares diante da intervenção cirúrgica, caracterizando as necessidades
psicológicas do paciente e de seu responsável e assim, intervir, para prevenir possíveis danos
psíquicos à criança relacionados à sua patologia e à cirurgia, além de sugerir possíveis intervenções
da equipe clínica nestes aspectos.
As mesmas autoras acima relatam a importância da psicologia fazer grupos de sala de
espera, com o intuito de conhecer os motivos que trouxeram a criança até o hospital, promover trocas
de informações entre os pais e as próprias crianças já que o compartilhamento entre os pares, das
experiências e fantasias que cercam o adoecer e a indicação cirúrgica ajudam a desmistificar este
momento. A simples troca de experiências exerce um papel terapêutico significante e de fundamental
importância para a saúde mental.
Observa-se que a família também sofre o impacto da hospitalização de uma criança.
A
doença do filho provoca um grande impacto nos pais, acompanhado de sentimentos como impotência
e incapacidade. Os pais/cuidadores ao ficarem no hospital se afastam das tarefas cotidianas e dos
demais filhos. Neste sentido, é fundamental o psicólogo dar atenção e apoio também aos familiares.
(QUINTANA et. al., 2007).
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Os hospitais gerais abrem espaço para várias áreas do conhecimento em saúde. Assim, são
grandes oportunidades para que acadêmicos possam experienciar através de estágio sua vida
profissional. Sobre a inserção dos estudantes através dos estágios Filgueiras, Rodrigues e Benfica
(2010) salientam que é importante o hospital abrir espaço para estágios curriculares, pois um hospital
que acolhe acadêmicos de uma pluralidade de cursos é atravessado por várias discursividades, o que
possibilita a realização de trabalhos de equipe que se constituem em aprendizado de grande valor
para todos que ali estão. Dessa forma, um hospital que abre espaço para o ensino acadêmico, que
acolhe e incentiva propostas inovadoras e arrojadas para se buscar a humanização, constitui-se de
um terreno apropriado para se construir um trabalho inter e multidisciplinar.
3. METODOLOGIA
Para a produção deste trabalho, utilizou-se os referenciais teóricos da Pesquisa Bibliográfica,
que consiste, segundo Furasté (2006), no manuseio de obras literárias, impressas ou via Internet.
Este método mostra-se relevante no sentido que o levantamento teórico referente a temática de
psicologia hospitalar auxilia na compreensão da construção deste campo e norteia as reflexões
acerca da temática. Além disso, ampara as ações fundamentando e orientando as práticas na
instituição de trabalho.
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os autores estudados referem que é fundamental o psicólogo estar contextualizado ao
ambiente em que se insere observando o contexto social, econômico e cultural dos usuários para que
as práticas sejam condizentes com a necessidade e singularidades das pessoas hospitalizadas. Para
que o psicólogo esteja atento a isso é fundamental abrir espaços de discussões e apropriação do
conhecimento em psicologia da saúde e no hospital desde a academia afim de que a formação
alcance as diferentes áreas de atuação do psicólogo.
É importante o psicólogo trocar com a equipe informações relevantes que o seu olhar
alcançou para que assim seu papel seja entendido por todos. Entende-se que é preciso que os
profissionais em saúde estejam atentos a compreender o paciente como sujeito integral, que sofre
por fatores físicos, psíquicos e, muitas vezes, econômicos para perceber que somente o trabalho em
diálogo mútuo com as diferentes áreas conseguirá atendê-lo em sua totalidade.
Uma atenção à criança hospitalizada e seus familiares/cuidadores que reconheça os fatores
psíquicos e sociais que envolvem o adoecimento, através de um acolhimento humanizado e
esclarecedor, faz com que muitas das questões que acabam tornando o adoecer ainda mais penoso
possam ser amenizadas.
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5. CONCLUSÃO
A formação acadêmica e a apropriação dos referencias teóricos tem o papel de esclarecer a
atuação do psicólogo para que o estudante e profissional saibam diferenciar seu papel dentro do
hospital. Este não é um trabalho isolado, apesar da sua especificidade, pois o contexto das relações
entre família, criança hospitalizada e equipe é realizado através de ações conjuntas. Dá-se então o
desafio de construir uma comunicação para realização de trocas com a equipe quando possível e
para a realização de ações que contemplem os sujeitos na sua integralidade.
Através da revisão teórica apresentada, conclui-se que a discussão de temas em relação a
Psicologia no ambiente hospitalar se faz necessária desde a formação acadêmica até os meios de
atuação atuais. A possibilidade de o estudante poder experienciar o campo em questão através de
estágios é de extrema importância para ampliar os conhecimentos em psicologia, e também para que
a identidade de profissional de psicologia possa se expandir e se fortalecer.
É tarefa diária do psicólogo no hospital, desmistificar seu papel, como sendo unicamente com
foco individual e isolado deste contexto, e construir com a equipe multiprofissional estratégias de
trabalho respeitando sempre as singularidades e as bagagens sociais, econômicas e culturais dos
sujeitos hospitalizados.
REFERÊNCIAS
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www.abrasco.org.br/cienciaesaudecoletiva/artigos/artigo_int.php?id_artigo=492.
FILGUEIRAS, Maria S. Tavares; RODRIGUES, Fernanda Doeotti; BENFICA, Tânia M. Silva.
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ROMANO, Bellkiss W. Manual de psicologia clínica para hospitais. São Paulo: Casa do Psicólogo,
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