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AS ABORDAGENS DEMOGRÁFICAS NA CONSOLIDAÇÃO DO PROCESSO
ABOLICIONISTA BRASILEIRO
Marcelo Penna da Silva1
Victor Pereira de Sousa2
Resumo: O presente trabalho visa analisar os impactos demográficos no Brasil, no recorte temporal do
período abolicionista (1850 – 1888), onde se analisará partir da Lei Eusébio de Queiroz (1850), cuja
proibição efetiva do Tráfico negreiro incentivou a migração de cativos entre as regiões brasileiras – tráfico
interprovincial, no qual se deslocavam para o principal ponto do Brasil, as regiões cafeeiras no sudeste
brasileiro. Veremos que o incentivo à imigração baseada no processo de branqueamento demográfico foi a
solução para dois problemas: o excedente populacional agrícola europeu e a mão de obra assalaria para a
lavoura. Dessa forma, compreenderemos que o Brasil, movido pelo crescente mercado capitalista
alicerçado no café, retoma o processo de imigração e, influenciado pela maior potência mundial do século
XIX, a Inglaterra, consolida o processo abolicionista brasileiro, cujo estão intimamente relacionados à
economia do Brasil no Segundo Reinado e a demografia.
Palavras-chave: Demografia; Abolição; Imigração.
1
Graduando em Geografia/Universidade do Estado do Rio de Janeiro
[email protected]
2
Graduando em Geografia/Universidade do Estado do Rio de Janeiro
[email protected]
- UERJ, Brasil. E-mail:
- UERJ, Brasil. E-mail:
Revista Univap – revista.univap.br
São José dos Campos-SP-Brasil, v. 22, n. 40, Edição Especial 2016. ISSN 2237-1753
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