CLIPPING SAúDE 25.01.2015

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Diário de Pernambuco - PE
25/01/2015 - 08:05
Diario Urbano
Assistência desassistida
Há alguma coisa que precisa ser melhorada no funcionamento das Unidades de Pronto
Atendimento (UPAs), cujos equipamentos estão entre as principais vitrines do estado.
Do ponto de vista físico, as UPAs não deixam nada a desejar às clínicas particulares.
Então, onde está o problema? O fato é que não bastam apenas boas instalações, mas
também recursos humanos.
Uma denúncia feita por uma paciente que esperou quase seis horas e saiu sem ser
atendida em duas unidades, numa mesma noite, serve, no mínimo, de alerta de que algo
não está funcionando como deveria. Criadas em 2010 para atender casos de média
complexidade e evitar a superlotação nas emergências de alta complexidade, as UPAs
estão sendo usadas para fazer triagem dos casos mais graves, antes de serem
encaminhados aos grandes hospitais.
Parece lógico, o problema é quando os casos de média complexidade deixam de ser
atendidos. Era perto das 22h, do último dia 17, quando uma paciente com uma grave
crise de coluna buscou socorro na UPA da Abdias de Carvalho. No local, havia dois
médicos de plantão, mas um deles prestava atendimento para os casos de pulseira
"vermelha", os mais graves. Na noite de angústia, um paciente deu entrada com parada
cardíaca e o médico dos "vermelhos" teve que acompanhá-lo na ambulância até um
hospital de maior complexidade.
Na UPA ficou apenas um profissional para atender aos pacientes das pulseiras "verdes",
menos graves, como o caso dela foi classficado. Mesmo resignada a esperar, não
entendia a razão do volume de pacientes só aumentar e o atendimento permanecer
paralisado. Foi então, que soube, pela atendente, que o médico, que já vinha de um
outro plantão, tinha ido dormir e só voltaria a atender por volta das 5h30.
Ela e outros pacientes decidiram buscar ajuda na UPA da Imbiribeira por volta das 2h
da madrugada do domingo. Também um paciente grave, uma mulher com três tiros na
barriga, foi socorrida, e também levada a uma emergência de um hospital de grande
porte. Lá, o procedimento foi o mesmo. Um dos médicos acompanhou o paciente na
ambulância enquanto o médico das pulseiras “verdes” dormia. Já passava das 4h,
quando soube que o médico, que também vinha de outro plantão só despertaria às 5h30.
Mas afinal, eles são pagos para dormir? Até que ponto a Secretaria de Saúde tem ciência
dessa prática?
Frustrada e ainda com dores fortes, a paciente resolveu voltar para casa. O relato
dramático chama atenção para a logística do atendimento nas UPAs. Se elas foram
feitas para média complexidade porque os casos graves vão primeiro para elas? Até
mesmo os veículos de emergência têm esse tipo de procedimento.
Foi o que ocorreu, por exemplo, com a última vítima de ataque de tubarão no Recife,
Bruna Gobbi, em julho do ano passado. Antes de seguir para o Hospital da Restauração,
ela foi levada para a UPA da Imbiribeira e acabou perdendo muito sangue e sofrendo
várias paradas até ser removida para o HR. Na época, uma das médicas do HR críticou a
demora para a paciente ser transferida para a emergência. E fico me perguntando se não
existe outra forma de se fazer essa triagem, que na prática está prejudicando os
atendimentos de média complexidade. É cobrir um santo e descobrir vários outros.
Jornal do Commercio - PE
25/01/2015 - 08:17
Câncer de pênis pode causar impotência
Pesquisa de médico do Hospital de Câncer de Pernambuco mostra que 62,5% dos
pacientes submetidos à amputação parcial do órgão têm disfunção erétil
Cinthya Leite
A agressividade do câncer de pênis e o caráter mutilador do tratamento cirúrgico
assustam. Muitos pacientes que precisam se submeter à amputação parcial do órgão
também passam a enfrentar o embaraço imposto pela disfunção erétil (popularmente
conhecida como impotência sexual), caracterizada pela dificuldade persistente de se
obter e/ou manter uma ereção capaz de permitir atividade sexual adequada. Essa
explicação é do urologista Leonardo Lima Monteiro, do Hospital de Câncer de
Pernambuco (HCP). Ao analisar 40 pacientes da unidade que se submeteram à
amputação parcial do pênis, ele constatou que esse tipo de cirurgia, também chamada de
penectomia, afeta a função erétil.
A pesquisa, desenvolvida durante o mestrado em ciências da saúde realizado na
Universidade de Pernambuco (UPE), mostrou que 62,5% desses pacientes, com média
de idade de 61 anos, queixam-se de disfunção erétil. "Também observamos que, entre
esses homens, a impotência se apresenta em intensidades moderada e grave,
diferentemente do grupo-controle, formado por uma parcela masculina que não se
submeteu à penectomia e que tem disfunção erétil leve, em torno de 26% dos
entrevistados."
Nos casos em que a cirurgia preserva parte do órgão, o paciente tem chances de
conseguir manter uma ereção, porém com diminuição do tamanho peniano. "O
problema é que o abalo psicológico que geralmente acompanha a mutilação do pênis é
intenso. Por esse motivo, muitos homens têm dificuldade para ter atividade sexual",
ressalta Leonardo.
A pesquisa também considerou outras variáveis que influenciam a impotência sexual.
Como a taxa de prevalência da disfunção erétil tem estreita relação com problemas de
saúde epidêmicos, o médico investigou a presença de diabete, hipertensão arterial e
tabagismo na população estudada. "São algumas das condições que interferem na
atividade sexual."
O urologista ainda alerta para a prevenção do câncer de pênis, que pode ser feita através
de hábitos simples. Na maioria dos casos basta lavar o órgão sempre com água e sabão a conduta deve ser adotada na hora do banho e após a relação sexual. "A doença está
relacionada a baixas condições socioeconômicas e pouca educação em saúde. A má
higiene íntima leva a uma inflamação peniana crônica, considerada um fator de risco
alto para o desenvolvimento do tumor."
Todas as semanas, ele atende homens no HCP que enfrentam o câncer de pênis. "É uma
realidade bem diferente dos países desenvolvidos", diz Leonardo, que fez
aperfeiçoamento em uro-oncologia no MD Anderson Cancer Center (EUA) e no
Princess Margaret Hospital (Canadá). "Passei um ano em cada unidade e, ao todo, só vi
três casos da doença. É um exemplo de que esse tipo de tumor é raríssimo nos países
com melhores indicadores socioeconômicos." O médico acrescenta que, entre os
participantes do estudo, 64% recebiam até um salário mínimo.
CUIDADOS
O uso de preservativos durante as relações sexuais também tem valor imenso na
prevenção, pois o papilomavírus humano (HPV), um vírus que tem como principal meio
de transmissão o contato sexual com pessoas infectadas, está presente em metade dos
homens que desenvolvem câncer de pênis. Ainda é preciso chamar atenção de quem não
se submeteu à remoção do prepúcio (pele que reveste a glande, mais conhecida como a
cabeça do pênis). "Há risco desses pacientes não conseguirem retrair o prepúcio para
fazer uma limpeza íntima adequada", reforça o urologista.
O sinal de alerta deve acender a partir da presença de uma ferida no pênis que não
cicatriza e que pode sangrar. Outros sinais são manchas no órgão persistentes. Diante
dessas situações, o recomendado é procurar um urologista. Lamentavelmente, 50% dos
pacientes aguardam um ano para marcar uma consulta a partir do momento que
percebem lesões ou manchas no órgão.
A baixa escolaridade é outro fator relacionado à doença. Entre os participantes do
estudo de Leonardo, a escolaridade média foi de apenas 2,7 anos. Para o tratamento do
tumor, os médicos podem indicar amputação parcial ou total do pênis.
O agricultor aposentado Benedito Lins de Araújo, 89 anos, precisou passar pela
cirurgia. Ele percebeu um ferimento no pênis há dois anos, quando procurou um
médico. "Não gostei quando soube da operação", conta. Mesmo assim, se submeteu ao
procedimento. Há um ano, o urologista indicou outra cirurgia para retirar os linfonodos
comprometidos pelo tumor. Só agora, contudo, Benedito decidiu passar por essa nova
operação e está confiante num bom resultado.
Jornal do Commercio - PE
25/01/2015 - 08:17
Voz do Leitor
Corrupção médica no Brasil
A população está assustada diante do quadro de corrupção agora com a classe médica.
Recentemente a Rede Globo exibiu no Fantástico e continua investigando as trapaças
dos médicos diante da população. Cheguei à conclusão de que já não existe mais o
juramento do pai da medicina - Hipócrates - porque a ganância e a ambição desmedida
estão tomando conta da categoria. Juntando-se a todos esses fatos, temos a discordância
dos médicos brasileiros para que os profissionais de saúde cubanos - gente boa e
humildes - não possam vir trabalhar no Brasil. Vejo claramente que, nos dias de hoje,
médicos recém-formados não se propõem a trabalhar no interior e receberem os R$ 10
mil oferecidos pelo governo. Diante de mais um escândalo, que sejam bem-vindos os
médicos cubanos ou até mesmo, vale, os enfermeiros. Fernando França
[email protected]
Jornal do Commercio - PE
25/01/2015 - 08:17
Queimaduras nas praias do Rio
Incidente com criança de 1 ano e 7 meses chama atenção para a ameaça de águas-vivas
e caravelas. Ela estava na beira da praia e teve 50% do corpo afetado
As queimaduras sofridas em várias partes do corpo por uma menina de 1 ano e 7 meses
na última quinta-feira, na praia do Leblon, zona sul do Rio, alertaram para um risco
enfrentando por banhistas, principalmente no verão: o choque com tentáculos de águasvivas e caravelas.
A criança estava na beira d’água com o pai e teve 50% do corpo afetado. Ela foi levada
para o Hospital Copa D’Or e deixou o local no fim do dia com curativos nos dois
braços, nas pernas e em parte das costas. Em relato no Facebook, a mãe contou que uma
enfermeira precisou pedir vinagre em um bar em frente ao hospital. "Apesar do enorme
risco de choque anafilático e outras graves consequências, minha filha hoje, ainda em
observação, medicada e sendo monitorada pelo Centro de Intoxicação do Rio, passa
bem e provavelmente não terá sequelas", disse Alessandra Veiga Martins.
Ela usou o seu perfil na rede social para alertar sobre erros no procedimento em caso de
acidente. "O mais importante nessa história é conhecer o que deve e o que não deve ser
feito quando alguém for atingido por essa espécie. O sofrimento da minha filha foi
imenso, mas ela teve o socorro médico adequado e imediato, e o fato de ter sido retirada
da praia do jeito que estava, sem ter sido passado algum tipo de ‘achismo’ sobre a sua
pele, a não ser o vinagre no hospital, fez com que essa pseudo tragédia tivesse um final
pra lá de feliz. O simples gesto de lavar a criança no chuveirinho da praia, por exemplo,
poderia ter mudado drasticamente esse quadro."
O biólogo marinho Marcelo Szpilman, diretor do Instituto Ecológico Aqualung,
recomenda seis medidas básicas em caso de acidente: 1) sair da água e lavar o local
atingido com bastante água do mar, sem jamais usar água doce, 2) não tentar remover os
tentáculos presos à pele esfregando areia ou toalha, 3) colocar vinagre na região atingida
por cerca de dez minutos, 4) remover os restos de tentáculos com uma pinça, 5)lavar
mais uma vez com água do mar e reaplicar o vinagre por mais 30 minutos, e 6) em caso
de dores fortes e reações inflamatórias, tomar analgésicos e corticoides ou antihistamínicos. O resfriamento do local da lesão, com a aplicação de bolsas de gelo logo
após o acidente, também pode reduzir sensivelmente a dor.
Águas-vivas e caravelas são animais peçonhentos de corpo gelatinoso que utilizam os
tentáculos orais para caçar suas presas, principalmente larvas, crustáceos e peixes.
"Esses tentáculos possuem milhões de células denominadas nematocistos, contendo um
fio tubular enrolado, que é projetado para fora, e um líquido peçonhento que pode, em
função da espécie, provocar grande irritação, intensa sensação de queimadura e paralisia
do sistema nervoso central. De quatro tipos, apenas dois são capazes de provocar lesões
no homem", diz.
Esses animais são perigosos mesmo depois de mortos. "Ao perceber a sensação de
queimadura, a vítima deve esforçar-se ao máximo para manter-se calma e conseguir sair
da água o mais rápido possível, devido ao risco de choque e afogamento, sem, porém,
tentar remover com as próprias mãos os tentáculos aderidos. Somente após chegar à
terra firme é que haverá a necessidade da remoção cuidadosa dos tentáculos aderidos à
pele, sem esfregar a região atingida, o que só pioraria a situação", acrescenta Szpilman.
Ele diz que há muita controvérsia com relação aos procedimentos nos primeiros
socorros e no tratamento das lesões. "Enquanto existem umas poucas com comprovada
eficácia, algumas são totalmente inócuas e outras podem até mesmo aumentar a
inoculação.
Soluções alcoólicas metiladas como perfumes, loções pós-barba ou mesmo bebidas
alcoólicas não devem ser utilizadas, pois em alguns casos podem induzir mais descargas
e/ou prolongar a agonia da vítima. Já o hidróxido de amônia diluído a 20%, o
bicarbonato de sódio diluído a 50% e o soro do mamão papaia têm sido usados com
variado grau de sucesso.
Diário de Pernambuco - PE
25/01/2015 - 08:05
O excesso nosso de cada dia
Até o dia 1º de fevereiro, o Diario publica um diagnóstico dos hábitos dos
pernambucanos com base em dados inéditos do Ministério da Saúde. A Pesquisa
Nacional de Saúde (PNS) revela como a população leva vida pouco regrada, ainda que
acredite ter práticas boas ou muito boas. Hoje, confira os hábitos alimentares de homens
e mulheres do estado
O pernambucano consome menos feijão, leite, frutas e hortaliças que a média nacional.
Esses alimentos são básicos para garantir uma dieta rica em nutrientes e afastar o risco
de males crônicos não transmissíveis - a exemplo de hipertensão, diabetes ou doenças
cardíacas -, causas de sete entre cada dez mortes no Brasil. A informação é da Pesquisa
Nacional de Saúde (PNS), estudo inédito do Ministério da Saúde publicado em
dezembro do ano passado. Mais problemática que os hábitos alimentares da população,
apenas a falsa sensação de “muito boa saúde”, certeza mantida por mais da metade dos
pesquisados.
Homens e mulheres têm preferências diferentes na hora de comer, o que também revela
um pouco como cada um cuida da própria saúde. Do lado feminino, o consumo de
hortaliças e frutas é 50% maior, enquanto o público masculino do estado é o quarto que
menos ingere esse tipo de alimento no país. Outro exemplo dessa distância de realidades
é que “eles” admitem ingerir carnes e frangos com excesso de gordura. “Homens são
mais indisciplinados, mais resistentes às mudanças e mais impacientes pelos
resultados”, explica a professora do núcleo de biologia da Universidade Federal Rural
de Pernambuco Edileide Freitas Pires.
Considerado um queridinho das mesas brasileiras, o feijão perdeu espaço e o motivo
passa longe de ser o “acesso” ao alimento. No estado, menos da metade das pessoas
com ensino superior é adepta do consumo regular do grão, o que, para muitos, se deve a
um estilo de vida imediatista cada vez mais comum. “Feijão exige muito tempo de
preparo e as pessoas preferem alimentos que ficam prontos rapidamente. Só que ele é
rico em fibras, ferro e carboidratos importantes para a regulação do intestino. É uma
perda que será sentida no futuro”, completa Edileide.
A pressa na hora de montar um prato pode colocar em xeque a própria função da
alimentação. O recomendado pela Organização Mundial de Saúde é a ingestão média de
duas mil calorias por dia e essa margem deve contemplar proteínas, carboidratos,
vitaminas e outros nutrientes. “Uma dieta ideal deve ter, no máximo, 25% a 35% de
gorduras”, alerta Maria Fernanda Della Santa, endocrinologista do Real Hospital
Português. “Alimentos têm mais funções que saciar e fornecer energia. Eles possuem
características anti-inflamatórias e antioxidantes, podendo ser utilizados para prevenção
de doenças, como aliados da qualidade de vida e longevidade. Aplicados da maneira
adequada, são nosso mais eficaz medicamento”, completa a nutricionista Laiz Cabral.
Desafio é maior na vida a dois
Os números da PNS que descrevem Pernambuco parecem tomar forma na geladeira dos
servidores públicos Morgana Marques, 31, e Igor Oliveira, 50. O casal do bairro da
Várzea, no Recife, trava a batalha diária da busca pelo prazer e qualidade de vida de
formas distintas, do prato ao supermercado, como ela conta a seguir.
“Há dois anos engravidei e mudei hábitos. Cortei refrigerante, biscoito recheado, pão e
leite integral. Quis uma ‘base nutricional’ diferente para meu filho para ver as
consequências na vida dele. Ainda hoje não é fácil. Depois desse tempo todo ainda não
consegui convencer Igor. Se eu for para o supermercado, são frutas, verduras orgânicas
e pães integrais no carrinho. Se for Igor? Carne vermelha, salsicha e bolacha. Antes
mesmo da gravidez, minhas taxas no sangue estavam alteradas e procurei uma
nutricionista, mas foi por meu filho que decidi pela reeducação. Durante a semana,
ainda dá para controlar meu marido, porque sou eu que faço o almoço e preparo mais
peixe e frango. Ainda assim, o dia inteiro, ele come besteiras. Fica assim: cada um
puxando pro seu lado”
Diário de Pernambuco - PE
25/01/2015 - 08:05
Mil dias para definir a qualidade de vida
Não é do dia para a noite que formamos nossos hábitos alimentares e é natural que a
mudança não seja imediata. O trabalho é menos “doloroso” quando iniciado na infância,
período em que a criança está conhecendo os sabores e quando se define o padrão
metabólico que a pessoa carregará pelo resto da vida. “O período da gestação até o fim
do segundo ano é determinante. Se a criança se alimentar bem, menor a propensão a
obesidade, diabetes e outras doenças”, orienta a coordenadora da UTI neonatal do
Hospital Memorial São José, Marina Azevedo, referindo-se ao que os pediatras chamam
de campanha dos primeiros mil dias de vida.
Ao contrário do que pensavam nossos avós, criança bem alimentada não é a gordinha,
mas a que vive longe dos excessos. O aleitamento materno exclusivo reduz em 25% as
chances de obesidade ao longo da vida. “Uma criança não acostumada a comer doce na
primeira infância dificilmente terá padalar para isso quando crescer”, ressalta.
Caso essa não tenha sido a política em sua casa, calma. Não é preciso restringir tudo. O
radicalismo gera expectativa e cria desejo pelo proibido. O segredo está em associar
alimentação saudável a algo comum, não restrito a grupos seletos. As dicas dos
especialistas são negociar com a criança, levá-la para a cozinha ou fazer lanches em
grupo.
É o que acontece na escola Ecoprime, em Aldeia, a 20 km do Recife. O local oferece
lanches coletivos para crianças de até seis anos, com alimentos orgânicos e sucos.
“Quando uma criança vê outra comendo, gostando de alimentos até então diferentes,
fica mais motivada”, explica a diretora Andressa Peixoto, ressaltando a importância do
trabalho familiar.
“A criança come o que o adulto oferece e ele tem dificuldade de entender que os
resultados vão aparecer ao longo da vida. Quase toda mãe chega ao consultório pedindo
suplementos de vitaminas, mas metade dos casos não precisa”, diz Marina Azevedo.
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