Hoje na Economia 2017_03_24

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Hoje na Economia
Edição 1731
24/03/2017
Os mercados operam sem uma tendência clara, nesta manhã. Prevalece certa decepção quanto
às promessas do presidente Donald Trump, ficando cada vez mais claro que ele terá enormes
dificuldades para entregar políticas pró-crescimento. A votação do projeto na Câmara dos
Representantes, inicialmente prevista para quinta-feira, é esperada para hoje.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira, com investidores de olho no
que acontece nos EUA. Em Tóquio, o rali de valorização do iene, observado nos últimos dias,
parece ter se esgotado. A cotação da moeda americana estabilizou-se em torno de 111,10
ienes. O índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com alta de 0,93%, impulsionado por ações de
financeiras e da área de semicondutores. Na China, o índice Xangai Composto subiu 0,64%. Em
Hong Kong, o Hang Seng apresentou leve ganho de 0,13%.
Na Europa, os indicadores de atividade econômica, preliminares de março, divulgados nesta
manhã, continuam mostrando crescimento em aceleração. O índice de gerentes de compras
(PMI) composto da zona do euro, que mede atividade nos setores industrial e de serviços, subiu
a 56,7 em março, de 56 em fevereiro, atingindo o maior nível desde abril de 2011. A boa
notícia do campo econômico não anula o pessimismo sobre as expectativas em relação ao atual
governo nos EUA. O índice de ações pan-europeu, STOXX600, opera com queda de 0,32%,
nesta manhã. Em Londres, o FTSE100 perde 0,08%; em Paris o CAC40 recua 0,36%; em
Frankfurt, o DAX tem desvalorização de 0,09%. O euro troca de mãos a US$ 1,0806, subindo
em relação à cotação de US$ 1,0787 de ontem à tarde.
O dólar permanece relativamente estável frente às principais moedas, com o índice DXY ainda
flutuando ligeiramente abaixo dos 100 pontos. O juro pago pela Treasury de 10 anos mostra
alta discreta, estando em 2,425% ao ano no momento (+0,20%). O índice futuro de ações S&P
500 registra discreta alta (+0,09%), nesta manhã. Deve ser divulgado o índice de encomendas
de bens duráveis referente ao mês de fevereiro, que deve aumentar 1,3% m/m, após ter subido
2,0% no mês de janeiro, numa indicação de que os investimentos privados estão ganhando
força.
No mercado de petróleo, os futuros em geral operam em alta moderada, após os recuos dos
últimos dois dias. O contrato para entrega em maio do produto tipo WTI é negociado a US$
48,04/barril, com ganho de 0,69%, no momento.
No mercado doméstico, os ativos devem continuar precificando de forma mais incisiva o
aumento dos riscos locais. O buraco de R$ 58,2 bilhões no orçamento deverá ser coberto, em
parte, por aumentos de impostos, que chegam num momento em que a atividade econômica
ainda se mostra enfraquecida. Crescem as dúvidas sobre se o governo do Presidente Temer
conta com o apoio no Congresso suficiente para aprovar a reforma da Previdência como
desejado pela equipe técnica do governo. A classe política, por sua vez, fica cada vez mais
acuada à espera da lista de Janot. Nesse ambiente, juros e dólar devem permanecer
pressionados.
Superintendência de Economia
SulAmérica Investimentos
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