Cinema - Câmara municipal de Aveiro

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DOSSIER DE IMPRENSA
PROGRAMAÇÃO SET. / OUT. / NOV. / DEZ. '13
Assessoria Comunicação Social
Marta Santos
Tel.: 234 400 920
e-mail: [email protected]
ÍNDICE
APRESENTAÇÃO ......................................................................................................................... 4
CAPhoto Formação ....................................................................................................................... 8
Jafumega ....................................................................................................................................... 9
Na Barriga ................................................................................................................................... 10
A Sagração da Primavera ........................................................................................................... 11
Carlos Guilherme......................................................................................................................... 15
Cão sem dono | Raw ................................................................................................................... 15
Porto S.Bento .............................................................................................................................. 16
Banda Amizade com Vozes da Rádio ......................................................................................... 20
Natasha | Ruga............................................................................................................................ 20
João Pedro Pais .......................................................................................................................... 21
Cara ............................................................................................................................................. 23
Concerto de Abertura do Ano Letivo - CMACG .......................................................................... 25
Candide, de Leonard Bernstein ................................................................................................... 27
Cinema ........................................................................................................................................ 30
Vagabundo .................................................................................................................................. 30
Workshop ‘Terceira Idade’ .......................................................................................................... 33
‘Terceira Idade’, Uma Comédia de Guerra ................................................................................. 33
Luísa Sobral ................................................................................................................................ 38
Melodias de Aveiro ...................................................................................................................... 38
OliveTreeDance........................................................................................................................... 39
A Elegante Melancolia do Crepúsculo ........................................................................................ 40
Galo Gordo .................................................................................................................................. 42
Vértice – Festival de Bandas de Aveiro ...................................................................................... 44
Cinema ........................................................................................................................................ 44
Norberto Lobo.............................................................................................................................. 44
Jane Monheit ............................................................................................................................... 45
Melodias de Aveiro ...................................................................................................................... 46
Jay-Jay Johanson ....................................................................................................................... 47
O que há na barriga de uma sinfonia? ........................................................................................ 48
O Intruso ...................................................................................................................................... 53
As Sete Trompetes do Apocalipse .............................................................................................. 55
Branca de Neve no Gelo ............................................................................................................. 55
Cinema ........................................................................................................................................ 57
Tiago Bettencourt ........................................................................................................................ 57
Cinema de Animação [Famílias] ................................................................................................. 58
Cinema de Animação [Escolas] .................................................................................................. 59
A verdadeira história de Barbi ..................................................................................................... 60
Natal Artístico no T.A. ................................................................................................................. 66
Banda Sinfónica e Coro do CMACG ........................................................................................... 67
Lago dos Cisnes .......................................................................................................................... 68
APRESENTAÇÃO
Setembro, Outubro, Novembro, Dezembro: estamos de regresso ao palco onde a Cultura
acontece em Aveiro. Na bagagem trazemos propostas mil: música, muita música nacional e
internacional, teatro, dança, um misto dos dois géneros, programas de serviço educativo e o
melhor da “prata da casa”, do que fazemos em Aveiro.
Jafumega, Olga Roriz, Ao Cabo Teatro, João Pedro Pais, Aldara Bizarro, Teatro Nacional S.
Carlos, Josephine Foster, Mark Kozelek, Howe Gelb, Mazgani, JP Simões, Emmy Curl, Teatro
Praga, Luísa Sobral, OliveTreeDance, Galo Gordo, Norberto Lobo, Jane Monheit, Jay-Jay
Johanson, Marco Horário, Tiago Bettencourt, A verdadeira história de Barbi e Russian Classical
Ballet serão mais que motivos para vir ao Teatro.
Mas temos mais, temos uma novidade que passa pelas sessões de cinema que estão de volta
à Sala Principal, com o apoio do ICA – Instituto do Cinema e do Audiovisual. Em cartaz temos
já sessões duplas em Setembro e dois filmes produzidos em Aveiro: Raw, do realizador Bruno
Almeida; e Ruga, de Sofia Barata e Miguel Serra. O programa de cinema de Outubro a
Dezembro, sempre às terças-feiras, ficará disponível ao longo deste período.
E Setembro arranca em grande com o regresso dos Jafumega numa noite para recordar
músicas como Latin’américa, Nó Cego, Kasbah, Ribeira, entre outras, que os inscreveram na
história da música popular portuguesa. Segue-se o espetáculo “A Sagração da Primavera”, de
Olga Roriz, que após 38 anos de carreira como intérprete e nove solos criados, se lançou num
duplo desafio: a revisitação de uma obra maior com composição musical de Igor Stravinsky e
coreografia de Vaslav Nijinsky, e a insistência da sua longevidade como bailarina e intérprete.
Co-produzido pelo Ao Cabo Teatro e Teatro Nacional S. João, “Porto S. Bento” é o espetáculo
que se segue, um projeto de Teatro e Dança que pretende simultaneamente cruzar a barreira
entre estes dois campos das artes do espetáculo e cruzar a barreira entre o profissional e o
amador. Ainda em Setembro, João Pedro Pais presenteia o público aveirense com os seus
temas de sucesso, em versões renovadas de formato acústico, num novo conceito de
espetáculo intitulado "Improviso".
Em Outubro estreamos “Vagabundo - Canções pela estrada fora”, um novo evento nacional,
que neste primeiro ano privilegia as sonoridades folk / rock com três resistentes de peso como
cabeças de cartaz: Josephine Foster, Mark Kozelek e Howe Gelb. Aos norte-americanos,
juntam-se Mazgani, JP Simões e Emmy Curl em defesa da indie folk nacional. Esta primeira
edição vai decorrer, entre 10 e 12 de outubro, com itinerância pelo Teatro Aveirense em Aveiro,
Teatro Virgínia em Torres Novas e Teatro Cine em Torres Vedras.
O repertório da música clássica é nos trazida em Outubro pelo Teatro Nacional de S. Carlos
que nos apresenta “Candide” Leonard Bernstein, uma ópera em versão concerto, com Maria
João Alves e Mário Redondo nos papéis principais.
“A Elegante Melancolia do Crepúsculo”, com encenação de Luísa Pinto, e “Terceira Idade”, do
Teatro de Praga, são as nossas propostas de Teatro para Outubro. O primeiro espetáculo
interpela (e transpõe) as fronteiras entre o teatro e o cinema, baseia-se no tríptico Luzes da
cidade (1931), O grande ditador (1940) e Luzes da ribalta (1952), de Charles Chaplin, e marca
o 10.º Aniversário da Reabertura do Teatro Aveirense e 101.º ano da primeira exibição
cinematográfica em Aveiro. “Terceira Idade” é um exercício diferente onde “O ponto de partida
é: o texto não é ponto de partida. O texto é o texto. Aliás, uma comédia. E teatro é o teatro”.
Este espetáculo é ainda complementado com a realização de um Workshop orientado pelo
autor do texto, José Maria Viera Mendes.
Novembro será marcante no Teatro Aveirense: vocalista de jazz extraordinariamente dotada,
Jane Monheit traz-nos sinceras e românticas interpretações de excecionais canções, que a
tornaram numa favorita tanto no mundo do jazz como do cabaret. O sueco e Jay Jay Johanson
conhecido pelo seu registo vocal melancólico e pela instrumentação eletrónica, trará um novo
álbum a par da revisitação da sua carreira, onde figuram os marcantes álbuns Whiskey e
Tattoo.
A boa disposição do Marco Horário aquecer-nos-á em “O Intruso’, um espetáculo que marca o
seu regresso ao stand up comedy, pois o “o país precisa. E Marco Horácio também, que isto
não está fácil para ninguém”. Ainda em Novembro teremos uma novidade: “Branca de Neve no
Gelo”, uma fusão da beleza da patinagem com diversas áreas artísticas, com sessões para
escolas e também para famílias.
Dezembro presenteia-nos com o novo espetáculo de Tiago Bettencourt, irá divertir-nos com “A
Verdadeira História da Barbie”, uma alta comédia requintada que, divertindo, não deixa de dizer
muitas verdades, e encerrará com o clássico “Lago dos Cisnes”. Autor de várias composições
de referência da nova música portuguesa, Tiago Bettencourt apresentará um concerto onde
revisita os temas mais marcantes do seu percurso.
“A Verdadeira História de Barbi”, de José Pinto Correia, parte de um universo anedótico
associado às “tias” portuguesas que encontramos algures entre Lisboa, Cascais e Sintra, mas
também em muitas outras cidades portuguesas, criticando-se de forma corrosiva, a vida de três
senhoras de meia idade da classe média–alta expondo as suas fantasias, ambições e
frustrações.
A encerrar o ano, a Russian Classical Ballet traz-nos o bailado “Lago dos Cisnes”, uma
narrativa encantadora com sumptuosos cenários, maravilhosos figurinos e um deslumbrante
leque de melodias que compõem esta grande obra-prima do ballet clássico.
A programação de Serviço Educativo levar-nos-á numa viagem estonteante. Tudo começa com
o projeto “A Barriga”, de Caroline Bergeron, um espetáculo engraçado e terno que leva os
espetadores numa viagem atribulada dentro de uma tenda-útero aos momentos que
antecederam os seus nascimentos; “Cara”, de Aldara Bizarro, propõe tecer a história da
identidade portuguesa desde o Império até aos dias de hoje numa perspetiva dialogante, que
informe e emocione, e que apresente as visões de quem está nos outros territórios.
Já o “Galo Gordo - Este Dia Vale a Pena”, de Inês Pupo e Gonçalo Pratas, é um espetáculo
onde crianças e famílias poderão assistir a um concerto ao vivo, em que serão apresentadas
as canções do livro infanto-juvenil homónimo. O Serviço Educativo traz-nos de volta o
espectáculo “O que há na Barriga de uma Sinfonia”, um projeto da Orquestra Filarmonia das
Beiras, onde o público é em conjunto com a música, o centro destes concertos comentados por
um apresentador.
Em Dezembro vamos fazer diferente, convidámos a Pantopeia e preparámos um Natal Artístico
onde os participantes serão as estrelas no “firmamento” do Teatro Aveirense. Aqui pretende-se
desenvolver a criatividade, a imaginação e a motricidade: serão cinco dias, seis formadores e
muito Teatro; Expressão Plástica, Pintura e Ilustração; Cinema, vídeo de animação; Jogos
Tradicionais e Movimento Criativo.
Mas muitas e boas surpresas estão ainda preparadas para estes últimos meses. O Grupo
Etnográfico e Cénico das Barrocas comemora o seu 32º aniversário com um convidado
especial, o tenor lírico Carlos Guilherme e a Orquestra Ligeira da Banda Velha União
Sanjoanense. Já a Banda Amizade traz-nos as Vozes da Rádio, uma junção pouco comum
onde dá-se voz à banda, ou banda à voz, e onde se revisita repertórios de ambos os grupos,
fundindo públicos e géneros à velocidade da música. Com “As Sete Trompetes do Apocalipse”,
a A Banda Amizade apresenta-se novamente em palco no concerto comemorativo do seu 179º
aniversário acompanhada por diversos grupos corais da cidade de Aveiro.
A “prata da casa” volta a brilhar em mais dois projetos Melodias de Aveiro que trarão ao palco
do Aveirense a Banda Amizade, Magna Tuna Cartola (UA), Banda Velha União Sanjoanense,
Grupo Etnográfico e Cénico das Barrocas, Coral Polifónico de Aveiro, Banda de Gaitas São
Bernardo – AMCSB, Tuna de Santa Joana (Coro), Grupo Cultural Glória de Aveiro, Banda
Recreativa Eixense, São Bernardo a Cantar, Tuna Universitária (UA), Orquestra Ligeira do
G.C.R. da Taipa, Orquestra da S.M. Santa Cecília, Grupo de Cantares Xailes de Aveiro,
Orquestra da Escola de Música da Quinta do Picado, Grupo Cénico Cantares da Ria, Coral
Vera Cruz, Confraria de São Gonçalo, GEMDA' Grupo Experimental Música e Dança de Aveiro,
Confraria dos Ovos-moles e a Tuna Feminina (UA).
A fechar o ano estão igualmente de regresso os Concertos do Conservatório de Música de
Aveiro, e mais, muito mais!
Mais uma vez, é caso para dizer: a Cultura apetece em Aveiro!
SETEMBRO’13
Qui 05 + Sex 06 | 13 Set
CAPhoto Formação
Fotografia de espetáculo em tempo real
Estágio 50€ | Ensaio 30€ | Estágio + Ensaio 60€ | Desconto 20% até 31 Ago. | Inscrições:
[email protected]
Máx. 15 participantes | 9h. (Estágio) + 3h (Ensaio)
Formação para amantes de fotografia, independentemente do nível de conhecimento, realizada
em dois momentos: dia 5 e 6 no Estágio de Dança e dia 13 no ensaio do espetáculo “A
Sagração da Primavera”.
O CAPhoto Formação visa, a preceito como conceito próprio, ministrar ações específicas de
fotografia digital – fotografia de movimento - através da captura de imagens em tempo real de
estágio e em tempo real de espetáculo, formação esta
aplicada no próprio “habitat” de
atuação, sujeita às mesmas e eventuais credenciações, como restrições dirigidas à imprensa e
vivenciadas pelos profissionais.
Breves noções de edição de imagem constam como outra realidade formativa e em jeito de
“despacho fotojornalístico”, com probabilidade de publicação em meio de Comunicação Social,
parceiro formativo do CAPhoto.
Plano de formação previsto por dia:
1 - Uma hora aula prática c/ conceitos teóricos – CAPTURA “HAPPY HOUR DE
FOTOGRAFIA”
(Colaboração Profissional de Ângela Fonseca - Bailarina)
2 – Cinco horas aula durante “ESTÁGIO”
3 – Três horas aula discussão / visualização trabalhos ESTÁGIO + Edição de Imagem
4 – Duas horas aula durante “ENSAIO ESPETÁCULO”
5 – Uma hora aula discussão / visualização ENSAIO ESPETÁCULO + Edição de Imagem
Destinatários:
Amantes de Fotografia de Espetáculo, independentemente do nível de conhecimento em
Fotografia Digital
Limite máximo: 15 (por dia de formação)
Equipamento necessário:
Câmera digital compacta, bridge ou reflex
Portátil c/ Adobe Photoshop
Taxa de Inscrição:
Estágio – 50 Euros
Ensaio – 30 Euros
Estágio + Ensaio – 60 Euros
Inscrições (Ficha de Inscrição) e Informações:
E-mail - [email protected]
Facebook/CAPhotoFormacao
www.teatroaveirense.pt
Formadora / Orientadora:
Profissional há cerca de 16 anos, com forte ligação ao Fotojornalismo.
Formadora e orientadora certificada e no ativo há cerca de 2 anos e meio.
Portfólio p/ consulta:
anajesusribeiro.wordpress.com
facebook/anajesusribeiro
facebook/CAPhotoFormacao
Sáb 07 Set 22h00
Jafumega
30 anos depois - Ao Vivo
Música | M/6 | Plateia 16€ | 1.º Balcão 14€ | 2.º Balcão 12€
Sala Principal | 80 Min.
Depois do êxito dos Coliseus, os Jafumega atuam no Teatro Aveirense numa noite para
recordar músicas como Latin’américa, Nó Cego, Kasbah, Ribeira, entre outras, que os
inscreveram na história da música popular portuguesa.
“A ponte é uma passagem… prá outra margem” - Este refrão, do tema Ribeira, andou nas
bocas de toda a gente desde que saiu em single no ano de 1981, transformando os Jafumega
numa das bandas mais famosas do rock português.
Nos dois anos seguintes lançaram dois álbuns com canções como Latin’américa, Nó Cego,
Kasbah, entre outras, que os inscreveram na história da música popular portuguesa.
Resolveram inesperadamente parar em 1985. Os seus elementos seguiram carreiras
individuais e alguns deles tornaram-se figuras incontornáveis da cena musical portuguesa.
“Grandes instrumentistas com excelentes letras, algumas de Carlos Tê, deixaram na memória
espetáculos que foram vistos pela crítica como verdadeiros hinos de mestria técnica” - (Luís
Osório in BD POP-ROCK 2011)
Muitos são os que gostariam de voltar a ver os Jafumega em palco, e para os mais novos, que
apenas ouviram as gravações, a curiosidade é grande.
Para os Jafumega é também um desafio reencontrar as suas canções 30 anos depois, após
muitas passagens pra outras margens, da vida e de tantas músicas…Como soarão hoje?
Luís Portugal (voz), Mário Barreiros (guitarra), José Nogueira (saxofone, teclados), Eugénio
Barreiros (voz, teclados), Pedro Barreiros (baixo), Álvaro Marques (bateria) voltam a reunir-se
em palco para, em conjunto com todos os que com eles quiserem partilhar esta aventura,
descobrir como serão os Jafumega em 2013.
Ficha Artística / Técnica:
Luís Portugal: Voz
Mário Barreiros: Guitarra
José Nogueira: Saxofone e teclados
Eugénio Barreiros: Voz e teclados
Pedro Barreiros: Baixo eléctrico
Álvaro Marques: Bateria
Miguel Ferreira: Teclados e coros
Mário Pereira: Desenho e operação de som (sala)
Filipe Gonçalves: Desenho e operação de som (palco)
Pedro Leston: Desenho e operação de luz
Andrés Malta: Técnico de Backline
Norberto Duque: Técnico de Backline
Fábio Sousa: Roadmanager
Isabel Dantas: Produção executiva
Dom 08 Set 16h00 | 17h00
Na Barriga
de Caroline Bergeron
Famílias | 0-5 anos | 4€
Sala Estúdio | Lotação: 15 adultos e 15 crianças + 10 adultos/crianças crescidas fora da tenda |
35 Min.
“E se voltasses para dentro da barriga da tua mãe? Podias passar lá alguns momentos bem
quentinhos para te lembrares do que viveste lá dentro... E depois, podias nascer outra vez!”
Uma viagem cómica para todos os ex-bebés ovos!
Um espetáculo engraçado e terno que leva os espetadores numa viagem atribulada aos
momentos que antecederam os seus nascimentos. Numa tenda-útero vão ver e ouvir uma
representação um pouco delirante do que talvez tenham vivido in-útero. Depois de ajudar
espermatozoides desajeitados, de algumas festinhas, abanões e alguns truques para não ter
de sair todo nu cá para fora, os espectadores vão nascer uma segunda vez com o protagonista
Bebé, passando, a custo, por um tubo de saída…
E claro, toda gente receberá um certificado de segundo nascimento oficialíssimo!
Descrição do projeto
Na Barriga é um projeto de teatro físico, sonoro e de objetos que tem por objetivo dar a
explorar, reviver e questionar ao espectador a sua viagem in-útero e as condições do seu
próprio nascimento. Os espectadores entram numa tenda transformada em útero gigante, onde
uma atriz os espera. Através de imagens criadas com o corpo, sons e manipulação de objetos
(às vezes feitas pelas crianças), a atriz partilha com os espectadores uma história possível de
gestação, parto e nascimento, usando o mínimo de palavras possível para dar espaço a uma
perceção intuitiva e subjetiva dos acontecimentos.
Sem pretensões terapêuticas, «Na Barriga» fala com humor e ternura de um evento fundador
da psique humana, dando ao espectador uma hipótese única de nascer simbolicamente pela
segunda vez.
Ficha Artística / Técnica:
Conceção, encenação: Caroline Bergeron
Interpretação: Catarina Santana
Banda sonora e música: antóniopedro
Cenografia, objetos e operação de luz e som: Caroline Bergeron
Forro da tenda: Chloé Maxin
Desenho de luz: André Calado
Espetáculo criado a partir de uma oficina encomendada pelo Centro Cultural de Belém/Fábrica
das Artes e apoiado pelo Teatro Maria Matos e a Associação Choupo Louco
Agradecimentos
André Calado, Miguel Estanislau, Tânia Guerreiro, Madalena Walenstein, Susana Menezes e
Vanessa Mourato Reis
Links:
www.companhiacaotica.com
Sáb 14 Set 22h00
A Sagração da Primavera
Companhia Olga Roriz
Dança | M/12 | 8€
Sala Principal | 40Min.
No ano em que se celebra o centenário da criação de A Sagração da Primavera, uma
composição musical de Igor Stravinsky e coreografia de Vaslav Nijinsky, Olga Roriz lança-se
num corpo a corpo com essa obra maior, num confronto nunca pacífico.
Após 38 anos de carreira como intérprete e 9 solos criados, Olga Roriz lança-se a um duplo
desafio: a revisitação de uma obra maior como é A Sagração da Primavera e a insistência da
sua longevidade como bailarina e intérprete. Poucos são no Mundo os criadores que se
propõem a coreografar esta obra, muito menos ainda os que aos 56 anos de idade a dançam a
solo. Olga Roriz é a única intérprete/criadora no nosso País e das poucas na Europa que
continua a transmitir pelo seu próprio corpo o seu legado coreográfico e artístico, persiste em
construir, desenvolver e partilhar com o público a sua presença gestual e interpretativa ímpar.
Ao longo da sua carreira, a coreógrafa/intérprete foi-se cruzando com esse universo, primeiro
como intérprete no Ballet Gulbenkian e, mais recentemente, enquanto coreógrafa, numa
adaptação para a Companhia Nacional de Bailado; pelo meio ficou o dia em que viu, num
minúsculo televisor, a versão de Pina Bausch e a decisão de nunca coreografar esta peça.
Fugazes instantes para chegar a este solo, sobre o que confessa – “Algo ficou por fazer, tanto
ficou por ser dito. Pretendo encontrar um outro estar, uma acumulação do mesmo mas sempre
em renovação, jamais entendido. Ignorar os tabus, reescrever a história, acrescentar as
referências e criar o momento. Paixão, memórias e saber, manter-se-ão intactos, serão
respeitados mas sem voz, sem espaço, sem presente. Corpo a corpo num confronto nunca
pacífico.”
A Sagração da Primavera: a obra reencontrada
«A estreia de Le Sacre du Printemps no Teatro dos Champs-Elysées, a 29 de Maio de 1913,
ficou célebre por uma reação tão hostil de parte do público mais conservador que conduziu a
verdadeiras cenas de pugilato. À distância, esta reação parece ter sido causada mais pela
ousadia provocatória da coreografia de Nijinsky para os Ballets Russes do que propriamente
pelo carácter igualmente inovador da partitura de Stravinsky, de que talvez o público parisiense
não se tenha podido aperceber na devida dimensão pela própria surpresa que constituía. O
Sacre é, de facto, uma obra revolucionária, com as suas dissonâncias extremas a desafiarem
os cânones do sistema tonal tradicional, os seus ritmos e acentuações métricas irregulares, a
sua energia selvagem. Quase cem anos mais tarde, depois de ter influenciado de uma forma
ou de outra toda a Música do século XX que se lhe seguiu, a obra continua a provocar-nos uma
sensação exultante de novidade, de rutura e de descoberta de novos continentes.» Rui Vieira Nery
“Le Sacre du Printemps”: vestígios, reconstituições e reinterpretações
«Em Le Sacre du Printemps, o coreógrafo Vaslav Nijinsky utilizou uma linguagem de
movimento radical, relativamente às convenções da dança clássica — em que tinha sido
treinado como bailarino —, e conferiu ao corpo em movimento uma nova expressividade.
Procuraremos avaliar, por um lado, quais foram os elementos que contribuíram para a
construção de uma das mais relevantes obras do património coreográfico do século XX e, por
outro lado, o que a transforma numa das obras mais reinterpretadas de sempre.»
Maria José Fazenda
Ficha Artística / Técnica:
Direção e Interpretação | Olga Roriz
Música | Igor Stravinsky (Orquestra Filarmónica de Los Angels dirigida por Esa-Pekka
Salonen)
Cenário, apoio dramatúrgico e aos ensaios | Paulo Reis
Figurino | Olga Roriz e Paulo Reis
Desenho de Luz | Cristina Piedade
Diretor Técnico | Manuel Alão
Edição vídeo | João Raposo
Desenho de som | Sérgio Milhano
Técnico de som | Miguel Mendes
Assistente de Cenografia e Figurino | Maria Ribeiro
Gestão e Direção de Produção | Fernando Pêra
Secretariado e Produção | Teresa Brito
Apoio à Produção | Raquel Lamas, Maria José Lopez
Agradecimentos | Prof. Didier Chazeau
Links:
www.olgaroriz.com
Biografias:
Olga Roriz
Olga Roriz, natural de Viana do Castelo teve como formação artística na área da Dança o
curso da Escola de Dança do Teatro Nacional de S. Carlos com Ana Ivanova e o curso da
Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa.
Em 1976 integrou o elenco do Ballet Gulbenkian sob a direção de Jorge Salavisa,
permanecendo até 1992 onde foi primeira bailarina e coreógrafa principal.
Em Maio de 1992 assumiu a direcção artística da Companhia de Dança de Lisboa.
Em Fevereiro de 1995 fundou a Companhia Olga Roriz, da qual é diretora e coreógrafa.
O seu reportório na área da dança, teatro e vídeo é constituído por mais de 90 obras, onde se
destacam as peças Treze Gestos de um Corpo, Isolda, Casta Diva, Pedro e Inês, Paraíso,
Electra, Nortada e A Sagração da Primavera.
Criou e remontou peças para um vasto número de Companhias nacionais e estrangeiras entre
elas o Ballet Gulbenkian e Companhia Nacional de Bailado (Portugal), Ballet Teatro Guaira
(Brasil), Ballets de Monte Carlo (Mónaco), Ballet Nacional de Espanha, English National Ballet
(U.K.), American Reportory Ballet (E.U.A.), Maggio Danza e Alla Scala (Itália).
Internacionalmente os seus trabalhos foram apresentados nas principais capitais Europeias,
assim como nos E.U.A., Brasil, Japão, Egipto, Cabo Verde, Senegal e Tailândia.
Tem um vasto percurso de criação de movimento para o Teatro e Ópera.
Na área do cinema realizou três filmes, Felicitações Madame, A Sesta e Interiores.
Várias das suas obras estão editadas em DVD pela produtora Real Ficção, realizadas por Rui
Simões.
Uma extensa biografia sobre a sua vida e obra foi editada em 2006 pela Assírio&Alvim com
texto de Mónica Guerreiro.
Desde 1982 Olga Roriz é distinguida com relevantes prémios nacionais e estrangeiros. Entre
eles destacam-se o1º Prémio do Concurso de Dança de Osaka-Japão (1988), Prémio da
melhor
coreografia
da
Revista
Londrina
Time-Out
(1993),
Prémio
Almada
(2004),
Condecoração com a insígnia da Ordem do Infante D. Henrique - Grande Oficial pelo
Presidente da República (2004), Grande Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores e
Milleniumbcp (2008), Prémio da Latinidade (2012).
COMPANHIA OLGA RORIZ
A Companhia Olga Roriz, fundada em 1995 com o apoio financeiro do Ministério da Cultura e
dirigida pela coreógrafa Olga Roriz, tem sido ao longo destes 17 anos uma referência de
qualidade profissional e artística no panorama nacional e internacional da dança
contemporânea portuguesa.
A Companhia Olga Roriz caracteriza-se e diferencia-se pelo facto de ser uma companhia de
autor que criou uma vasta obra com um perfil e estilo próprios.
Todas as produções são o resultado de um intenso processo criativo, de investigação, partilha
e reflexão.
Esta Companhia tem apresentado as suas produções em todos os espaços culturais de
referência nacionais. Internacionalmente já atuaram em Cabo Verde, França, Itália, Alemanha,
Polónia, Brasil, Espanha, Checoslováquia, EUA e Macau.
Produções
1995 | Introdução ao Princípio das Coisas II, Finisterra II
1996 | Propriedade Privada, Cenas De Caça II
1997 | Start and Stop Again
1998 | Anjos, Arcanjos, Serafins, Querubins,... E Potestades, Propriedade Pública
2000 | Os Olhos de Gulay Cabbar
2001 | Código md8
2002 | Não Destruam Os Mal-Me-Queres
2003 | Jump-Up-And-Kiss-Me
2004 | Jardim de Inverno II, Confidencial
2005 | Felicitações Madame I, II, O Amor Ao Canto Do Bar Vestido De Negro
2006 | Felicitações Madame III, Daqui Em Diante, Felicitações Madame (filme)
2007 | Paraíso, A Sesta (filme)
2008 | Inferno
2009 | Nortada, Interiores, Solos
2010 | Electra, A Sagração da Primavera, Interiores (filme)
2011 | Pets
2012 | Present in Progress, Cenas, A cidade
Dom 15 Set 16h00
Carlos Guilherme
c/ Banda Velha União Sanjoanense
1.ª Parte: Cénico das Barrocas – “Profissões de Aveiro”
32.º Aniversário do Grupo Etnográfico e Cénico das Barrocas
Música | M/3 | 5€
Sala Principal | 105 Min.
O tenor Carlos Guilherme apresenta-se na comemoração do 32.º aniversário do Grupo
Etnográfico e Cénico das Barrocas que atua na mesma ocasião num concerto com o tema
“Profissões de Aveiro”
Ter 17 Set 21h30
Cão sem dono | Raw
Beto Brant e Renato Ciasca | Bruno Almeida
Cinema | M/16 | 4€
Sala Principal | 100 Min.
Exibição de “Cão sem dono”, vencedor do Festival do Recife (Melhor Filme, Melhor Atriz e
Prémio Especial da Crítica), precedido da curta-metragem Raw, com a presença do realizador
Bruno Almeida.
Raw
Um filme produzido em Aveiro, estando prevista a presença do realizador Bruno Almeida nesta
sessão.
Curta-metragem, 5 min, Portugal, 2012
Argumento e realização – Bruno Almeida
Cão sem dono
Vencedor do Festival do Recife (Melhor Filme, Melhor Atriz e Prémio Especial da Crítica), “Cão
sem dono” é uma observação de um relacionamento amoroso, escrita com as cores íntimas de
um retrato de geração. Narra o encontro entre Ciro, recém formado em literatura, que passa
por uma crise existencial marcada pelo ceticismo e pela falta de planos, e Marcela, uma
ambiciosa modelo em início de carreira, que se entrega de forma obsessiva ao seu trabalho e,
com isso, adia para mais tarde a realização de qualquer sonho.
Longa-metragem, 82 min, Brasil, 2007
De Beto Brant e Renato Ciasca (Brasil)
Argumento – Marçal Aquino, Beto Brant e Renato Ciasca, baseado no livro “Até o dia em que o cão morreu” de Daniel
Galera.
Diretor de fotografia – Toca Seabra
Montagem – Manga Campion
Produção - Bianca Villar
Com Julio Andrade, Tainá Müller,
Links:
http://www.dramafilmes.com.br/caosemdono/
http://www.imdb.com/title/tt1018706/
Sáb 21 Set 21h30
Porto S.Bento
Ao Cabo Teatro | TNSJ
Teatro | M/12 | 5€
Sala Principal | 70 Min.
Porto S. Bento é um projeto de Teatro e Dança que pretende simultaneamente cruzar a
barreira entre estes dois campos das artes do espetáculo e cruzar a barreira entre o
profissional e o amador.
“De Facto é meio-dia a toda a hora na televisão, mas a aldeia global em nada lembra a cidade
eterna. Complexa rede de subúrbios sem nome, guetos desoladores, bairros degradados [...]
creches-cárceres, etc., a tal aldeia global é a mais dolorosa encenação do reino da exclusão.
E, quanto mais bem divididos os excluídos, em tribos ditas urbanas e supostas deprimidas,
mais facilmente reinam os senhores da massa e da matraca”
Regina Guimarães e Isabel Alves Costa
Porquê o Porto S. Bento?
Porque sim!
Porque… entre a Estação de Comboios, a Estação de Metro e os Semáforos que as separam,
se encenam os trajetos que fazem do Porto uma cidade viva, cheia de histórias, de rostos,
prenhe do Agora.
Porque... nas ruas e ruelas que dali emanam, se constrói a identidade desta cidade e também
a vida dos que, ali mesmo encostados, vivem o segredo mal escondido da miséria, que a
cidade contemporânea e azafamada de negócios não recorda.
Porque... de todos os territórios de criação, o mais interessante é o que força a barreira da
comunidade e permite, simultaneamente, cumprir o sentido último da prática artística e dar voz
a quem só conhece o silêncio da privação ou a surdez do preconceito.
Porque... através da abertura de uma atividade artística a espaços físicos e humanos, outros,
isto é, habitualmente excluídos não apenas da prática artística talvez possamos elevar os
palcos a tribunas de cidadania.
E talvez o passo apressado que tão bem define o pulsar de todos os Portos S. Bento se
transforme em lento passeio de reflexão...
Porquê a Ao Cabo em Porto S. Bento?
Porto S. Bento é mais uma iniciativa de diversificação dos modos de trabalho da ACT e dos
seus públicos.
O cruzamento da equipa habitual da Ao Cabo Teatro com um grupo de interpretes não
profissionais, bem como, as possibilidades que se abrem na relação com as comunidades
donde provêm, permitirão a inscrição do trabalho desta equipa numa realidade diferente do
circuito convencional da criação teatral, produzindo benefícios concretos para todas as partes
envolvidas.
Para as comunidades envolvidas, que verão a sua realidade transformar-se num território da
ficção, tendo acesso privilegiado à criação contemporânea e a uma intervenção no próprio
processo de criação como ação transformadora do quotidiano.
Para os criadores e intérpretes locais que assim intensificam e alargam a sua experiência e
encontram outros canais de expressão e sentido.
Para a Ao Cabo Teatro e a sua equipa criativa e de produção, que assim experimentam um
modo de trabalho diferente, a exigir soluções organizativas e técnicas inovadoras, e aprofunda
a sua pesquisa estética e ética, interpolando no repertório clássico moderno que tem sobretudo
explorado um recentramento nas matrizes das “ Realidades da Vida”, fios constitutivos da
tapeçaria a que chamamos sociedade, do hoje, interrogando os arquétipos da nossa cidadania
de uma maneira que possibilitará um incremento da experiência e da intervenção social que
funda a palavra Teatro.
Ficha Artística/ Técnica:
Encenação | Nuno Cardoso
Assistência de Encenação | Víctor Hugo Pontes
Cenografia | F. Ribeiro
Desenho de Luz |José Álvaro Correia
Som | Rui Lima e Sérgio Martins
Elenco | Daniel Pinto, João Melo, Mafalda Deville e Alexandra Calado, Amélia Pereira, Ana
Sousa, Catarina Pontes, Celeste Fagundes, Eurico Santos, Guilherme Castro, Hélio Pereira,
Hugo Olim, Jaime Ribeiro, Lurdes Fernandes, Pedro Quiroga, Sandra Alberto, Zulmiro Santos
Colaboração | Companhia Instável
Co-produção | TNSJ, Manobras no Porto
Links:
www.aocaboteatro.pt
http://www.facebook.com/pages/Ao-Cabo-Teatro/161095267032
Biografias:
Nuno Cardoso
Nuno Cardoso iniciou o seu percurso teatral no CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da
Academia de Coimbra.
Como ator, destacam-se: Um Processo, a partir de Franz Kafka (enc. Paulo Lisboa,
CITAC/1994); O Subterrâneo, de F. Dostoievski (enc. Paulo Castro, Visões Úteis/1995); Gato e
Rato, de Gregory Motton (enc. João Paulo Seara Cardoso, Visões Úteis/1997); Na Solidão dos
Campos de Algodão, de Bernard-Marie Koltès (enc. Nuno M Cardoso, Teatro Só/1999); Projeto
X.2 – A Mordaça, de Eric-Emmanuel Schmitt (dir. Francisco Alves, Teatro Plástico/2000);
Gretchen, a partir de Urfaust, de Goethe (enc. Nuno M Cardoso, O Cão Danado, TNSJ/2003);
Otelo, de W. Shakespeare (enc. Nuno M Cardoso, O Cão Danado, TNSJ/2007), Querido
Monstro, de Javier Tomeo (enc. José Neves, Projéc~, 2009), Filho da Europa, a partir de Peter
Handke (enc. João Garcia Miguel, JGM/Ao Cabo Teatro, 2010) e T3+1, a partir de A. Tchekov
(enc. Victor Hugo Pontes, José Eduardo Silva e Luís Araújo, TNSJ/Ao Cabo Teatro, 2010).
Foi um dos fundadores do coletivo Visões Úteis, onde encenou As Aventuras de João Sem
Medo, a partir da obra homónima de José Gomes Ferreira (1995); Casa de Mulheres, de D.
Maraini (1996); e Porto Monocromático (1997).
Encenou Paysage Choisi, a partir de textos de Federico García Lorca (Teatro Rivoli/1999); De
Miragem em Miragem se Fez a Viagem, de Carlos J. Pessoa (FITEI/2000); Antígona, de
Sófocles e PRJ. X. Oresteia, a partir de Ésquilo (projeto da Porto 2001 realizado no Estab.
Prisional de Paços de Ferreira); e The Golden Vanity, ópera de Benjamin Britten (Casa da
Música/2004). De 1998 a 2003, foi Diretor Artístico do ANCA.
No TNSJ, assumiu a Direção Artística do Teatro Carlos Alberto entre 2003 e 2007.
Como criador residente no TNSJ, encenou: Pas-de-Cinq + 1, de Mauricio Kagel (1999); O
Despertar da Primavera, de Frank Wedekind (2004); Woyzeck, de Georg Büchner (2005); e
Plasticina, de Vassili Sigarev (2006).
Outras encenações: Ricardo II, de W. Shakespeare (TNDM II,2007); R2, Shakespeare
interpretado por jovens do Bairro da Cova da Moura; Boneca, a partir de H. Ibsen (Cassiopeia,
C. C. Vila Flor/TNDM II/Theatro Circo,2007); Platónov, de Anton Tchekov, Menção Especial da
Assoc. Portuguesa de Críticos de Teatro, Melhor Espetáculo do Guia dos Teatros e designação
pelo Público como Melhor Espectáculo do Ano, (TNSJ, 2008); A Boa Alma de Sechuan, de
Brecht (C. Dram. Galego, 2008); Love and Marriage, a partir de Ibsen (T. N. de Bordeaux
Aquitaine/2009); Jornada para a Noite, de Eugene O’Neill (TEP, 2010).
Para a Ao Cabo Teatro encenou: Antes dos Lagartos, de Pedro Eiras (2001), estreado no
Porto, no âmbito do PoNTI 2001 e apresentado em Bratislava, no Festival da Convenção
Teatral Europeia; Purificados, de Sarah Kane (2002), Valparaíso, de Don DeLillo (2002),
Parasitas, de Marius von Mayenburg (2003), Jardim Zoológico de Cristal, de Tennessee
Williams, considerado pelo jornal Público como um dos melhores do ano (2009); A Gaivota, de
A. Tchekov (2010); As Três Irmãs, de A. Tchekov (2011); Desejo sob os Ulmeiros, Eugene
O´Neill (2011).
Ao Cabo Teatro
A Ao Cabo Teatro começa a sua atividade no ano 2000.
Fundada por um grupo de alunos da ESMAE liderado por Hélder Sousa, assume-se como
estrutura com a vocação de apoiar criadores independentes sem meios próprios de produção.
Em 2001, inicia uma relação de cumplicidade com o encenador Nuno Cardoso, da qual
resultaram os seguintes projetos: Antes dos Lagartos, de Pedro Eiras (co-produção
TNSJ/2001), Purificados, de Sarah Kane (2002), Valparaiso, de Don Dellilo (co-produção Rivoli
e Culturgest/2002) e Parasitas, de Marius Von Mayenburg (2003). A estes projetos, a
associação assegurou a produção e uma ampla digressão nacional. Esta colaboração permitiu
criar um conjunto fixo de colaboradores que ainda hoje perdura e plasmar a co-produção e o
funcionamento em rede, como o método base de produção.
Em 2003, no âmbito de Coimbra-Capital Nacional da Cultura, a Ao Cabo Teatro assume a
realização do Festival SITE-Semana Internacional de Teatro, dirigido por José Luís Ferreira.
Em 2004, a Ao Cabo Teatro entra num período de inatividade dada a vontade dos seus
colaboradores em desenvolver outros projetos.
Em 2009, retomou a atividade, agora com Nuno Cardoso e José Luís Ferreira como mentores
da estrutura. O primeiro projeto desta nova fase consistiu na criação do espetáculo Jardim
Zoológico de Cristal, de Tennessee Williams, em co-produção com Centro Cultural Vila Flor,
Theatro Circo de Braga, Teatro Aveirense, Teatro Viriato e «As Boas Raparigas...»,
assegurando ainda a circulação por Lisboa (Teatro Taborda), Faro (TM Faro), Portimão
(TEMPO), Guarda (TM Guarda) e Santiago de Compostela (Centro Dramático Galego).
No 2º semestre de 2010, fez a produção de «A Gaivota», de A. Tchekov, em co-produção com
o Teatro Nacional São João, o Centro Cultural Vila Flor, o Teatro Aveirense e o Teatro Maria
Matos, em colaboração com «As Boas Raparigas...». Ainda nesse ano, a associação, que tem
procurado a colaboração de outros núcleos de criação para levar a termo os seus projetos,
empreendeu o movimento em sentido contrário, iniciando um conjunto de colaborações que
resultaram na participação na co-produção do espetáculo «Filho da Europa», a partir de Kaspar
Hauser, de Peter Handke, com encenação de João Garcia Miguel, e de «Rendez-Vous», com
direção de Victor Hugo Pontes. A finalizar 2010, a Ao Cabo Teatro envolveu-se com o Teatro
Nacional São João num projeto experimental de montagem de três peças curtas de A.
Tchekov, dirigidas por três jovens encenadores (Victor Hugo Pontes, José Eduardo Silva e Luís
Araújo) que resultou no espetáculo «T3+1».
Em 2011, o Ao Cabo Teatro em co-produção com o Teatro nacional d. Maria II, o Centro
cultural Vila flor e o FITEI, produz As Três Irmãs, de Tchekov. Seguiu-se a obra Desejo sob os
Ulmeiros, de Eugene O´Neill, numa co-produção com o Teatro do Bolhão e o Teatro Nacional
São João, e finalmente termina o ano com a peça Inverno, uma co-produção com a companhia
Comédias do Minho, apresentada em Paredes de Coura, Valença, Melgaço, Monção e Vila
Nova de Cerveira.
Medida por Medida, de William Shakespeare foi a peça que abriu 2012, tendo sido apresentada
em Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, no Teatro Nacional São João e no S. Luíz
Teatro Municipal.
Dom 22 Set 18h00
Banda Amizade com Vozes da Rádio
Música | M/3 | 5€
Sala Principal | 70 Min.
Numa junção pouco comum, dá-se voz à banda, ou banda à voz. O grupo a capella Vozes da
Radio junta-se à Banda Amizade numa revisitação aos repertórios de ambos os grupos,
fundindo públicos e géneros à velocidade da música.
Ter 24 Set 21h30
Natasha | Ruga
Ljubiša Samardžić | Sofia Barata e Miguel Serra
Cinema | M/16 | 4€
Sala Principal | 100 Min.
Exibição de “Natasha”, filme de origem Sérvia, precedido da curta-metragem Ruga, com a
presença dos realizadores Sofia Barata e Miguel Serra.
Ruga
Um filme produzido em Aveiro, estando prevista a presença dos realizadores Sofia Barata e
Miguel Serra nesta sessão.
Curta-metragem, 3 min, Portugal, 2012
De Sofia Barata e Miguel Serra
Natasha
Natasha é uma menina de 17 anos. Seu pai, um inspetor de polícia, foi assassinado. Um ano
mais tarde, no auge da desintegração do regime corrupto, perseguido pelo seu próprio caos
emocional e determinada a descobrir a verdade, ela inicia um processo de vingança de uma
criança que cresceu depressa.
Longa-metragem, 92 min, Sérvia, 2001
Realizador e produtor - Ljubiša Samardžić
Argumento - Srđan Koljević
Diretor de Fotografia - Radoslav Vladić
Direção Artística - Vladislav Lašić
Musica - Zoran Erić
Montagem - Marko Glušac
Com Tijana Kondić, Nikola Đuričko, Anica Dobra
Links:
http://www.cinemadesign.rs/index.html
http://www.imdb.com/title/tt0283504
http://www.youtube.com/watch?v=1PVAfvoJF7g&autoplay=1
Sex 27 Set 21H30
João Pedro Pais
Improviso
Música | M/6 | Plateia 16€ | 1.º Balcão 14€ | 2.º Balcão 12€
Sala Principal | 80 Min.
João Pedro Pais presenteia o público com os seus temas de sucesso, em versões renovadas
de formato acústico, num novo conceito de espetáculo intitulado "Improviso".
João Pedro Pais nasceu e viveu sempre em Lisboa. Na pré-primária já se lhe conhecia o jeito
pela música, uma vez que os seus tios avós maternos eram quase todos músicos de guitarra
portuguesa, viola, piano e violino. Também o desporto foi uma área a que se dedicou com
afinco, durante a juventude, tendo-se tornado campeão por diversas vezes no estilo GrecoRomano. Não sendo a alta competição compatível com a vida de músico, João Pedro fez a sua
última participação desportiva em 1995 no Rio de Janeiro, onde consegue o 1º lugar.
Participou no programa “Chuva de Estrelas”, tendo chegado à etapa final. Continua a levar a
sua música a bares, até que lhe aparece a oportunidade de gravar o primeiro disco.
Em 1997 lança finalmente o seu primeiro álbum de originais. Segredos revela-se um campeão
de vendas logo à partida, onde os temas “Ninguém (é de ninguém)” e “Louco (por ti)” se tornam
dos mais emblemáticos da sua carreira.
Muitos espetáculos vão sendo agendados, o que o leva a ascender rapidamente no mundo da
música em Portugal. Acarinhado por um público muito vasto, de norte a sul e arquipélagos,
João Pedro Pais torna-se uma referência ímpar para muitos dos seus fãs.
Outra Vez, o segundo disco, chega-nos em 1999. Mais uma vez consegue surpreender com a
sua sonoridade ligada ao Pop/Rock, não descurando de letras genuínas e sentidas. É
nomeado, pela segunda vez, para os Globos de Ouro na categoria de Melhor Interprete. O
tema “Mentira” é também eleito para a categoria de Melhor Canção.
Dois anos depois, Falar Por Sinais, vem consolidar o trabalho do artista que o país acompanha
desde o seu início. O vídeo do tema “Um Resto de Tudo” é gravado em Barcelona e, mais
tarde, “Não Há” é escolhido para banda sonora de uma telenovela portuguesa. Mais uma vez
as vendas elevam o disco a Platina.
Em Fevereiro de 2003 é convidado a fazer a 1ªparte da Tournée Ibérica com Bryan Adams,
começando por Espanha (Barcelona, Alicante e Madrid) e depois Lisboa, Porto e Guimarães.
Os espetáculos, absolutamente esgotados, levam ao rubro milhares de fãs, tornando-se numa
das participações mais gloriosas do seu percurso enquanto compositor e intérprete.
No ano seguinte atua na primeira edição do Rock In Rio – Lisboa, ao lado de muitos nomes
internacionais. Lança também o seu quarto trabalho de originais Tudo Bem. “Mais Que Uma
Vez” e “Tudo Bem” são escolhidos para singles, mas tantos outros são cantados pelas
multidões que o vão ver aos espetáculos em que atua.
Dois anos depois, já em 2006, dá vida ao projeto “Lado a Lado”, juntamente com Mafalda
Veiga. O espetáculo dá-se no dia 22 de Setembro, no Centro Cultural Olga Cadaval, com casa
cheia. Uma noite memorável que levou à gravação do disco ao vivo, logo em Janeiro de 2007.
As vendas ultrapassaram todas as expectativas – mais
de 60.000 unidades! Nos meses seguintes dão vários espetáculos pelo país fora, terminando
esta tour com a consagração nos Coliseus. Duas datas em Lisboa e uma no Porto não foram
suficientes para a grande procura, que fez com que a lotação esgotasse pouco tempo depois
da abertura de bilheteiras.
Em Novembro de 2008 chega ao mercado o novo trabalho de originais. A Palma e a Mão, o tão
esperado sucessor de Tudo Bem, presenteia-nos com 11 temas originais do artista, com
participações especiais de artistas conceituados, como é o caso de Pedro Abrunhosa (que
compôs a letra da canção com nome que dá título ao disco), Jorge Palma (no tema a si
dedicado – “Meu Caro Jorge”) e Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés (na canção “Palco de Feras”,
também em jeito de homenagem ao grupo).
O tema “Um Volto Já”, o primeiro single do trabalho, foi a grande aposta junto das rádios
nacionais que incluíram de imediato a faixa nas suas playlists em alta rotação. Nesse mesmo
ano outros dois singles do disco foram extraídos do álbum: "A Palma e a Mão" e "Sempre
Hoje". Ambas as canções integraram séries televisivas de sucesso. Previa-se um 2009 em
cheio para João Pedro Pais e veio a confirmar-se: uma Tour extensa de norte a sul do país que
culminou com dois grandes espetáculos nos Coliseus de Lisboa e Porto.
O grande momento que foi a estreia em nome próprio nos Coliseus de Lisboa e Porto será
lembrado como um dos pontos mais altos na carreira de João Pedro Pais. Com ambas as salas
lotadas, apresentou uma grande produção num espetáculo cuidado e envolvente, emocionando
os fãs que se renderam ao talento e carisma de um dos autores mais aplaudidos pelo público
português. Estas duas noites ficaram ainda marcadas pela participação dos convidados
especiais Jorge Palma, Zé Pedro (Xutos & Pontapés), Massimo Cavalli e Orquestra Sinfonietta
de Lisboa, que se juntaram a João Pedro Pais em momentos surpreendentes e cativantes.
A consagração de João Pedro Pais, enquanto um dos artistas mais importantes do panorama
musical português é reforçada a cada ano que passa, 2010 não foi exceção. Em Maio, subiu ao
palco principal do festival Rock In Rio Lisboa, num espetáculo eletrizante e amplamente
aplaudido pela crítica e pelo público como um dos melhores concertos desta edição do Rock In
Rio.
Em Outubro de 2010, chegou ao mercado o tão aguardado cd/dvd do concerto no Coliseu dos
Recreios, naquele que foi o primeiro DVD na carreira de João Pedro Pais. Uma edição de
grande qualidade que rapidamente chegou ao 1º lugar do top nacional de vendas e que se
manteve por vários meses no top 5 dos discos mais vendidos em Portugal, tendo de novo
atingido a Platina.
Em Dezembro de 2012, João Pedro Pais edita o seu sexto álbum de originais, “Desassossego”.
Produzido por João Martins Sela e misturado por Adam Kasper, nome fundamental da cena
internacional, que já trabalhou com Eddie Vedder, Pearl Jam ou Foo Fighters, “Desassossego”
é composto por 10 canções, o tema “Havemos de Lá Chegar” é o escolhido para single e que
imediatamente conquista as rádios.
João Pedro Pais, que neste disco explora novos territórios, conta com os seus músicos de
estrada, Rui Almeida, Mário Peniche, Fernando Tavares e Sérgio Mendes, e com a
participação especial das vozes de Carlos (Pac) Nobre e Mónica Ferraz, e ainda de alguns dos
mais requisitados músicos da nossa praça, como Mário Delgado e Alexandre Frazão, entre
outros.
Ficha Artística / Técnica:
João Pedro Pais: Cantautor
Rui Almeida: Teclas
Mário Peniche : Baixo
Fernando Tavares: Bateria
Sérgio Mendes: Guitarra
João Martins: Técnico/Operador de F.O.H
João Bruno Galhetas: Técnico/Operador de Palco
Vitor Azevedo: Técnico/Operador de Luz
Paulo Ricardo Vicente: Técnico de Backline (Roadie)
Pedro Carvalho: Técnico de Backline (Roadie)
Paulo Pato: Road-Manager
Nuno Alves: Motorista
Links:
www.joaopedropais.com
www.facebook.com/joaopedropais
http://www.youtube.com/user/joaopedropaisoficial/featured
Discografia:
1997 | Segredos | Valentim de Carvalho
1999 | Outra Vez | Valentim de Carvalho
2001 | Falar por Sinais | Valentim de Carvalho
2004 | Tudo Bem | Valentim de Carvalho
2007 | Mafalda Veiga e João Pedro Pais, Lado a Lado | Valentim de Carvalho
2008 | A Palma e a Mão | Valentim de Carvalho / iPlay
2010 | O Coliseu (cd/dvd) | Valentim Carvalho / iPlay
2012 | Desassossego | Valentim de Carvalho
Dom 29 Set 16h00
Cara
de Aldara Bizarro | com Isabel Costa
Famílias | 8-14 anos | 4€
Sala Estúdio | Lotação: 80 pessoas | 50 Min.
Esta peça propõe tecer a história da identidade portuguesa desde o império até aos dias de
hoje numa perspetiva dialogante, que informe e emocione, e que apresente as visões de quem
está nos outros territórios.
Somos um cenário entre o passado histórico e as perspetivas de futuro. Este será o lugar por
onde transitará o sentido desta pesquisa.
Estar geograficamente num lugar do globo terrestre é uma situação factual, mas o efeito que
isso provoca em nós é muito subjetivo. A nossa identidade é uma amálgama do que herdámos
e exerdámos, do que trouxemos e levámos, do que fomos e que somos e que está em
permanente mudança.
Esta convicção é tão forte que por vezes o verbo “ser” se torna demasiado estático, desejando
que apenas existisse o verbo “ir sendo”. Assim, dava a impressão mais correta daquilo em que
permanentemente nos transformamos mesmo que, por vezes, em medidas tão pequenas que
não se vê à vista desarmada.
Portugal é um país pequeno que faz por caber numa Europa cansada. Por outro lado a sua
história de país colonizador dificulta o entendimento das relações com países de outros
continentes com quem no passado e ao longo de muitos anos o país esteve mais próximo.
Ficha artística/ Técnica:
Conceção, direção e coreografia Aldara Bizarro
Interpretação/co-criação Isabel Costa
Música Vítor Rua
Colaboração Manuela Ribeiro Sanches
Apoio ao Desenho David Bernardino
Apoios cem – centro em movimento, TM Collection
Co-produção Cine -Teatro Municipal João Mota Sesimbra, Teatro Maria Matos, Centro
Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, Teatro O Tempo – Portimão.
Financiamentos Jangada de Pedra é uma estrutura financiada por
Governo de
Portugal/Secretaria de Estado da Cultura/Direção Geral das Artes.
Parcerias Liga dos Combatentes e REDE - Associação de Estruturas para a Dança
Contemporânea (membro fundador da associação)
Links:
www.jangada.pt
OUTUBRO’13
Ter 01 Out 21h30
Concerto de Abertura do Ano Letivo - CMACG
Orquestra Filarmonia das Beiras
Maestro Ernst Schelle
Música | M/6 | 2€
Sala Principal | 40 Min.
O Dia Mundial da Música assinala-se com o concerto de abertura do ano letivo 2013/14 do
Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian.
Este concerto conta com a participação especial da Orquestra Filarmonia das Beiras, dirigida
pelo Maestro Ernst Schelle, e terá como solistas os alunos vencedores do Concurso Interno do
CMACG, Bruno Jorge Teixeira da Silva (trompete), e Jonathan Silva (marimba).
Programa:
Concert Etude, op. 49 - Alexander Goedicke - Trompete - Bruno Silva
Concerto for Marimba and String Orchestra - Eric Ewazen - Marimba - Jonathan Silva
Links:
www.cmacg.pt
Biografias:
Ernst Schelle | Maestro
Músico de origem berlinense, nascido em Potsdam em 1948, recebeu uma formação completa
como violinista e como maestro. Aos 15 anos dirigiu o seu primeiro concerto em Lausanne. Da
sua longa e diversificada carreira musical destaca-se a sua atividade como maestro, a qual
teve início em 1968 com as Orquestras Suíças. Em 1978 é laureado pelo Concurso
Internacional de Jovens Maestros de Besançon. Nomeado regente principal da Orquestra de
Besançon a partir de 1979, cargo que ocupou até 1984, é convidado, em 1980, pelo Ministério
da Cultura Alemão e Egípcio, a dirigir as temporadas musicais da Orquestra Sinfónica do Cairo
As suas tournées internacionais com diferentes orquestras levaram-no por várias vezes aos
Estados Unidos, assim como às principais capitais da Europa. Foi diretor musical da Academia
Internacional de Portarlier (França) de 1985 a 1992. De 1990 a 1994 foi o maestro principal da
Orquestra de Poitou-Charentes. Em 1994 funda a Associação AIDIMOS (Academia
Internacional de Interpretação Musical para Orquestra Sinfónica) em Saintes, França, a qual
reúne todos os anos mais de uma centena de músicos de toda Europa, sendo o seu diretor
artístico. É, desde 1999, Maestro e Diretor Artístico convidado da Orquestra APROARTE
(Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Artes). É frequentemente convidado
a dirigir Orquestras em toda a Europa. A crítica tem-se manifestado da forma mais elogiosa
acerca da versatilidade e correção das suas atuações, de Mozart a Stravisnski. Dirigiu vários
concertos no Festival de inverno de Sarajevo e realizou uma gravação para CD com a
Orquestra Filarmónica desta cidade. Paralelamente à sua atividade de maestro tem
desenvolvido uma intensa atividade pedagógica e realizados diversos cursos de direção de
orquestra. Maestro apaixonado pela diversidade de géneros musicais, Ernst Schelle é um
pedagogo reconhecido no plano internacional pelos seus trabalhos no domínio da Arte
Orquestral.
Orquestra Filarmonia das Beiras
A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de dezembro
de 1997, sob a direção de Fernando Eldoro, seu primeiro diretor artístico. Criada no âmbito de
um programa governamental para a constituição de uma rede de orquestras regionais, tem
como fundadores diversas instituições e municípios da região das beiras, associados da
Associação Musical das Beiras, que tutela a orquestra.
A OFB é composta por 23 músicos de cordas de diversas nacionalidades, com uma média
etária jovem e é, desde 1999, dirigida artisticamente pelo Maestro António Vassalo Lourenço.
Norteada por princípios de promoção e desenvolvimento da cultura musical, através de ações
de captação, formação e fidelização de públicos e de apoio na formação profissionalizante de
jovens músicos, democratizando e descentralizando a oferta cultural, a OFB tem dado
inúmeros concertos, além de desenvolver frequentes e constantes atividades pedagógicas
(programas pedagógicos infanto-juvenis, cursos internacionais vocais, instrumentais e de
direção de orquestra, etc.). Também sob estes princípios, apresenta, desde 2006, produções
de ópera diversas (infantil, de repertório ou portuguesa).
A OFB tem participado nos principais festivais de música do país e do estrangeiro, ou em
importantes cooperações e coproduções com outros organismos artísticos, sendo regularmente
dirigida por alguns maestros estrangeiros e pelos mais conceituados maestros em atividade em
Portugal e tem colaborado com músicos de grande prestígio nacional e internacional.
Simultaneamente, tem procurado dar oportunidade à nova geração de músicos portugueses,
sejam eles maestros, instrumentistas ou cantores.
Do repertório da OFB constam obras que vão desde o Século XVII ao Século XXI, tendo a
Direção Artística dado particular importância à interpretação de música portuguesa, quer ao
nível da recuperação do património musical, quer à execução de obras dos principais
compositores do século XX e XXI.
A Orquestra Filarmonia das Beiras é uma estrutura financiada pelo Secretario de Estado da
Cultura/Direção-Geral das Artes:
Bruno Jorge Teixeira da Silva (trompete) nasceu no dia 17 do mês Junho de 1998 em
Coimbra. Iniciou os seus estudos musicais em 2008, na escola de música, Associação Musical
da Pocariça, sendo neste momento elemento na referida banda filarmónica. No ano lectivo de
2012-2013 conclui
o Curso Básico no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste
Gulbenkian, na classe do professor Jorge Paulo Margaça. Participou no workshop e no
concurso - Caixinha da música. Participou no III, IV e V Concurso Nacional de Instrumentos de
Sopro “Terras de La-Sallete” em obteve o o 2º e 3ºlugar no escalão infantil e o 2ºlugar no
escalão juvenil em 2013. Participou no V Festival de Bandas de Lisboa “Com’Paço” em 2012,
dirigida pelo maestro da Banda da Armada, Délio Gonçalves.
Participou na OJ.COM 2012, dirigida pelo maestro Rodolfo Saglimbeni. Participou na Master
classe de trompete com o professor João Vilão, organizada pela Associação Musical da
Pocariça e no Intercâmbio/ Master classe orientado pelo professor João Bentes no
Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian e na Escola de Artes da Bairrada.
No ano lectivo de 2012-2013 obteve o 1º lugar no Concurso Interno do Conservatório de
Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian.
Jonathan Silva (marimba) nasceu a 16 de Janeiro de 1994 em Caracas, Venezuela. Iniciou,
em 2004, os primeiros estudos musicais em percussão na escola de música da orquestra
ligeira da localidade onde vive, Bunheiro. Em 2008 ingressou na Banda Visconde de Salreu,
onde continuou a estudar percussão e no ano letivo 2009/10 ingressou na classe do professor
Paulo Oliveira, no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, tendo concluído o
curso secundário com 19 valores na disciplina de percussão no ano letivo 2012/13.
Frequentou workshops e masterclasses com professores como Rui Silva, Luís Oliveira, David
Friedman, Pedro Carneiro, Nuno Aroso, Kuniko Kato, Mark Ford, Rui Sul Gomes, Christien
Dierstein, Katarzyna Mycka, Duo Ello, Paulo Bandeira, Pedro Moreira, Mário Santos, Bart
Quartier, Stanislaw Halat e Piotr Kostrezewa.
Durante o percurso académico no conservatório colaborou em vários projetos, tendo-se
apresentado por diversas vezes a solo e em grupo. Em 2013 foi selecionado e participou no
estágio da Oj.com realizado em Lisboa e no fim do ano letivo ganhou o 1º prémio no Concurso
Interno do Conservatório de Música de Aveiro.
Sáb 05 Out 21h30
Candide, de Leonard Bernstein
Ópera em versão concerto
Teatro Nacional de S. Carlos
Música | M/3 | Plateia 13€ | Balcão 11€
Sala Principal | 120 Min.
Apresentação desta operetta composta por Leonard Bernstein, baseada no romance
homónimo de Voltaire, numa versão de concerto semi-cénica com o Coro do TNSC e a
Orquestra Sinfónica Portuguesa.
O libreto desta ópera é de Hugh Wheeler, a partir de um conto satírico de Voltaire. Conta com a
participação do Coro do Teatro Nacional de São Carlos e da Orquestra Sinfónica Portuguesa,
dirigidos pelo maestro João Paulo Santos. O elenco é inteiramente nacional, com Mário
Redondo, Mário João Alves, Lara Martins, Diogo Oliveira, Patrícia Quinta e Marco Alves dos
Santos nos papéis principais.
I Ato
Estamos na pouca conhecida terra da Westphalia. Candide, o inocente sobrinho ilegítimo do
Barão Thunder-ten-Tronck, está apaixonado pela filha deste, Cunegonde, embora a família do
Barão trate Candide como alguém socialmente inferior. Candide, Cunegonde, o seu irmão
Maximilian, e a empregada Paquette estão todos felizes.
Quem ensina esta felicidade é o grande filósofo Dr. Pangloss, que diz aos seus alunos que
tudo é para o melhor dos mundos. No fim da aula, Candide e Cunegonde falam do amor
mútuo, mas a visão de felicidade que têm é brutalmente quebrada pela família do Barão.
Candide é expulso e tenta recompor-se com otimismo.
Candide é recrutado à força para o exército búlgaro, que vai lutar na Westphalia contra os
Abars. A família do Barão, Paquette e Pangloss são massacrados, e Candide lamenta a perda
da sua amada Cunegonde.
Pobre e sozinho, Candide encontra Pangloss, milagrosamente restaurado à vida. Pangloss,
doente de sífilis, explica a sua condição otimísticamente. Um mercador que vai para Lisboa
oferece-lhes emprego, mas chegados lá, são presos pela Inquisição por heresia, após um
terramoto que mata trinta mil pessoas. São trazidos ao Auto-da-fé, onde Pangloss é enforcado,
e Candide é chicoteado.
Entretanto, o cardeal Arcebispo de Paris e um judeu rico tornaram-se amantes de uma
misteriosa senhora – Cunegonde. Candide, por coincidência, chega a Paris e reconhece a sua
amada, que julgava morta. A Velha Senhora avisa-os da chegada dos amantes de Cunegonde
e inadvertidamente Candide apunhala-os. Fogem para Cádiz.
A polícia francesa está à procura de Candide, e ele embarca com as duas senhoras num navio
para a América do Sul, onde vai lutar pelos Jesuítas.
II Ato
Chegam a Buenos Aires ao mesmo tempo que Maximilian e Paquette – milagrosamente
restaurados à vida – e o governador da cidade pede a mão de Cunegonde. Maximilian é levado
por um padre Jesuíta, por ele atraído, Candide vai para a floresta para fugir da polícia e
Cunegonde e a Velha Senhora celebram a sua conquista do Governador.
Candide, com o seu amigo Cacambo, chega ao acampamento dos Jesuítas e junta-se ao
rebanho do padre (Maximilian) e da abadessa (Paquette). Candide descobre a identidade deles
e diz que vai casar com Cunegonde. Maximilian zanga-se e Candide apunhala-o,
inadvertidamente. Foge seguidamente para Buenos Aires.
No palácio do Governador, Cunegonde e a Velha Senhora sofrem de tédio. Candide e
Cacambo chegam ao Eldorado, um paraíso terrestre, mas Candide fica infeliz sem Cunegonde
e parte outra vez à sua procura, com duas ovelhas douradas. Manda Cacambo libertar
Cunegonde enquanto vai para o Suriname. Encontra um pessimista chamado Martin, que tenta
convencer Candide de que este é o pior dos mundos possíveis.
Um criminoso holandês, Vanderdendur, oferece uma passagem num barco velho para Veneza
em troca da última ovelha dourada. A barca afunda, Martin e Vanderdendur morrem. Candide,
mais uma vez com a sua ovelha, encontra cinco reis despojados e Pangloss (milagrosamente
restaurado à vida) numa jangada.
Chegam a Veneza na época do Carnaval. Todos estão mascarados. Todos os seus velhos
amigos estão empregados na cidade, em profissões ilegais. Pangloss ganha a jogar na roleta.
Cunegonde e a Velha Senhora tentam obter dinheiro de Candide com mentiras. As máscaras
caem.
Candide dá-se conta de tudo. Não fala. Os amigos compram uma pequena quinta nos
arredores da cidade, mas ninguém está contente.
Afinal Candide fala. Tem uma visão nova, mais realista, do mundo e todos concordam com ele
na ideia de tentar construir uma nova vida e “cultivar o nosso jardim”. Como sempre, Pangloss
tem a última palavra.
Ficha Artística / Técnica:
Música de Leonard Bernstein (1918 – 1990)
Libreto de Hugh Wheeler baseado na obra de Voltaire
Textos de Richard Wilbur
Textos adicionais de Stephen Sondheim, John La Touce, Lillian Hellman, Dorothy Parker e
Leonard Bernstein
Orquestração de Leonard Bernstein e Hershy Kay
Continuidade musical e orquestrações adicionais de John Mauceri
Texto da narração de Leonard Bernstein e John Wells, adaptados a partir da sátira de Voltaire
e do livro de High Wheeler
Edição e textos adicionais de Erik Haagensen
Direção musical João Paulo Santos
Coro do Teatro Nacional de São Carlos / Maestro titular Giovanni Andreoli
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Pangloss / Martin Mário Redondo
Candide Mário João Alves
Cunegonde Lara Martins
Maximilian / Capitão Diogo Oliveira
Uma velha senhora Patrícia Quinta
Paquette Leila Moreso
Governador / Vanderdendur / Ragotski Marco Alves dos Santos
Alquimista / Sultão Achmet / Crook José Lourenço
Vendedor de Cosméticos / Charles Edward João Pedro Cabral
Vendedor ambulante / 1.º Inquisidor / Rei Hermann Augustus Christian Lujan
Domador de Ursos / 2.º Inquisidor / Rei Stanislaus / Croupier João Oliveira
Médico / 3.º Inquisidor / Czar Ivan Nuno Dias
Ter 08 | 15 | 22 | 29 Out 21h30
Cinema
Programação disponível em www.teatroaveirense.pt | 4€
Sessões de cinema na principal sala do concelho, com o apoio do ICA – Instituto do Cinema e
do Audiovisual.
Qui | Sex | Sáb 10 | 11 | 12 Out 21h30
Vagabundo
Canções pela estrada fora
Qui 10 Out | Howe Gelb | Emmy Curl
Sex 11 Out | Mark Kozelek | JP Simões
Sáb 12 Out | Josephine Foster | Mazgani
Música | M/6 | 8€/dia | 14€/ 2 dias | 20€/ 3 dias
Sala Principal
Vagabundo - Canções pela estrada fora é um novo evento itinerante a nível nacional, e que
neste primeiro ano privilegia as sonoridades folk / rock.
As sonoridades Folk/Rock, as canções de vidas inacabadas, três resistentes de peso como
cabeças de cartaz: Josephine Foster, Mark Kozelek e Howe Gelb são as figuras internacionais
confirmadas para o Vagabundo – Canções pela estrada fora.
Aos norte-americanos, juntam-se Mazgani, JP Simões e Emmy Curl em defesa da indie folk
nacional.
Esta primeira edição vai decorrer, entre 10 e 12 de outubro, com itinerância pelo Teatro
Aveirense em Aveiro, Teatro Virgínia em Torres Novas e Teatro Cine em Torres Vedras.
Howe Gelb, o timoneiro dos Giant Sand, apresentar-se-á acompanhado por um músico para
revisitar os grandes momentos duma carreira ora a solo, ora como líder duma da mais
representativas bandas do panorama Indie Folk.
O veterano Howe Gelb ao fim duma carreira com mais de um quarto de século, continua a ser
um dos nomes maiores do atual panorama Folk / Rock. A solo e á frente dos Giant Sand e
Giant Giant Sand (Nome com que assinou o mais recente “Tucson” do coletivo), Howe já
lançou 45 álbuns! Se contarmos com os quatro dos The Band of Blacky Ranchette e um dos
OP8 onde militou Lisa Germano, chegamos ao número redondo: 50! “Dust Bowl” é o mais
recente, em nome próprio, lançado em Abril deste ano. Mas o génio criativo de Howe não se
ficou por aqui. Recentemente, esteve em estúdio para participar no 5 º álbum de KT Tunstall.
Howe Gelb apresentar-se-á, nos palcos do Vagabundo, acompanhado pelo músico Thoger
Lund.
Mark Kozelek nasceu em Massillon, Ohio. Após ter-se mudado para San Francisco, California
formou os Red House Painters que entre 1992 e 1998, lançaram uma série de álbuns
aclamados pela crítica especializada. Após a dissolução da banda Kozelek lançou-se numa
carreira a solo em 2000 com o EP “Rock 'n' Roll Singer”, ao qual se seguiram mais de uma
dezena de discos, uns de estúdio, outros ao vivo. Só no corrente ano, já lá vão 3 o que
comprova que Kozelek é um criativo em permanente estado de ebulição. Em Paralelo à sua
carreira a solo integra o projecto Sun Kil Moon que fundou em 2002. 6 álbuns em nome
próprio. O mais recente, já deste ano “Perils from the Sea” com apresentação garantida no
Vagabundo.
Josephine Foster, a autora de "This coming gladness", apresenta-se em duo com Víctor
Herrero, músico espanhol com quem partilha a vida e a criatividade. Josephine vive na região
da Andaluzia, em Espanha, e tem um percurso marcado por oito álbuns em nome próprio, o
mais recente dos quais, "Blood rushing", publicado no ano passado. Também no ano passado
foi uma das capas da WIRE o que lhe trouxe o merecido reconhecimento.
Aos 22 anos, Emmy Curl tem aquilo que criadores de todas as idades ambicionam: um
universo próprio, bem desenhado e melhor preenchido. Em novembro de 2012 a cantora e
compositora de Trás-os-Montes, nascida em Vila Real como Catarina Miranda, lançou o seu
segundo EP, «Origins». Foi em 2010 que Emmy Curl deixou as primeiras pegadas, delicadas
mas visíveis, no areal da música portuguesa: «Birds Among The Lines», o EP de estreia,
lançado pela Optimus Discos, mostrou-a enquanto dona de uma música delicada e romântica,
por vezes agridoce, que a própria define como «dream pop». Cinco canções despertaram a
atenção de público e crítica para Emmy Curl, levando-a a atuar nos festivais Sudoeste e Delta
Tejo, bem como a aparecer em programas televisivos como A Última Ceia, na SIC Radical. De
imagem cuidada e imaginário singular, a cantora e compositora, tem tido no público um
impacto gradual mas intenso. No EP novo, «Origins», a transmontana mantém a personalidade
musical que já deu a conhecer, levando ao mesmo tempo as canções por caminhos novos e
aventureiros. Ao segundo capítulo, a porta abre-se à colaboração de vários convidados, sem
que se dilua a marca autoral da cantora e compositora: André Tentugal (We Trust) toca guitarra
no tema «Stream» e Eurico Amorim, teclista dos Supernada, ajuda Emmy e João André,
também dos We Trust, a encontrar os melhores arranjos para as seis canções. Entre o acústico
e o eletrónico, «Origins» continua a cruzar a doçura da voz de Emmy Curl com a beleza crua
da terra de onde vem.
JP Simões tem sido o músico vagabundo por excelência, transitando entre bandas, formatos e
géneros musicais, encontrando a sua casa na diversidade e na mudança e apurando a sua voz
única, cada vez mais rica e evocativa, que, calmamente, começa a transpor fronteiras e a viajar
pelo mundo. Ainda em tour de lançamento do seu novo disco, Roma, JP Simões apresenta-se
no Vagabundo, acompanhado pela sua guitarra e pelo exímio violão tropical do paulista Gabriel
Godói, com quem trabalhou neste último álbum.
Vindo de outras latitudes, Mazgani deu início à sua carreira com a edição do álbum “Song of
the new heart” no final de 2007. Um debut aclamado pela crítica especializada, com grandes
canções, de belas melodias e uma poesia que dificilmente se enquadraram no facto de ser
somente um primeiro disco. Mazgani foi considerado um dos 20 melhores novos artistas
musicais da Europa pela revista de renome “Les Inrockuptibles”.
Em 2008, o International Songwriting Competition, onde figuram nomes como Tom Waits e
Jerry Lee Lewis no painel de juízes, premiou com o terceiro lugar o tema “Somewhere Beneath
The Sky”. 2009 foi um ano repleto de actividade: o lançamento do EP “Tell the People” – uma
edição Optimus Discos, e a edição internacional “Ladies and gentleman, introducing Mazgani”,
a que se seguiram digressões pelo BeNeLux e Escandinávia.
Em Abril de 2010, Mazgani lançou o segundo disco de originais “Song of Distance”. A ambição
era encontrar a paixão e a verdade de cada desempenho, a vida de cada canção. O resultado
é um disco despojado e nú, que expõe uma voz que canta a solidão dos grandes amores, a
falta, a queda e a urgência. Song of Distance entra para o top 20 de vendas do chart da AFP.
Em Abril de 2013 o singer-songwriter lançou o seu novo disco, “Common Ground” , produzido
por John Parish com a colaboração de Mick Harvey, e integralmente gravado e misturado em
Bristol, Inglaterra.
Fichas Artísticas / Técnicas:
Howe Gelb
Howe Gelb – Voz, guitarra e piano
Thoger Lund – Contrabaixo e baixo eléctrico
Josephine Foster
Josephine Foster - Voz, guitarra clássica, harpa, piano
Víctor Herrero: Voz, guitarra clássica, guitarra eléctrica
Emmy Curl
Emmy Curl - Voz, guitarra acústica e programações
João André - Contrabaixo, programações e sintetizadores
Eurico Amorim - Teclados e programações
Andrés Malta - Desenho e operação de som
João Fino e EZ - Direcção cénica e construção de cenografia
Emília Caracol – Figurinos
JP Simões
JP Simões - voz e guitarra
Gabriel Godói - violão tropical
Mazgani
Mazgani - voz e guitarra
Sérgio Mendes – guitarra
Links:
Sítio oficial: www.vagabundo.pt
Facebook: http://www.facebook.com/VGBvagabundo
Howe Gelb:
http://howegelb.com
https://myspace.com/howegelb
Mark Kozelek:
http://www.markkozelek.com
www.myspace.com/markkozelek
Josephine Foster:
http://www.josephinefoster.info
https://www.facebook.com/JosephineFosterMusic
Emmy Curl: https://www.facebook.com/emmycurl
JP Simões: http://jpsimoes.blogspot.pt
Mazgani:
www.mazgani.com
https://myspace.com/mazgani
Qui 17 + Sex 18 Out 17h às 20h
Workshop ‘Terceira Idade’
por José Maria Viera Mendes
Formação | M/12 | Participação Livre para espectadores de ‘Terceira Idade’ mediante inscrição
prévia e-mail: [email protected] ou tlf.: 234 400 920/2 | 924 405 544.
Sala Estúdio | 6h. (3h./dia)
O autor do texto ‘Terceira Idade’ orienta um workshop baseado no modelo da catequese, com
o objetivo de pensar sobre a relação entre teatro e literatura.
Sex 18 Out 21h30
‘Terceira Idade’, Uma Comédia de Guerra
Teatro Praga
Teatro | M/12 | 5€
Sala Principal | 80 Min.
É só uma peça. De teatro. É literatura. O ponto de partida é: o texto não é ponto de partida. O
texto é o texto. Aliás, uma comédia. E teatro é o teatro.
Vamos ser mais consequentes, arriscar a combinação e não prever a relação de causalidade
em que uma coisa segue a outra ou se justifica na outra ou suporta a outra. O espetáculo é o
que for e não uma leitura de um texto. O texto é o que for e não se concretiza no espetáculo.
Este espetáculo é uma terceira tentativa. Depois de O Avarento ou A última festa e de Padam
Padam, voltamos a um texto escrito por J.M. Vieira Mendes. Desta vez sem qualquer
espetáculo.
Esta comédia já escrita começa por responder às comédias tradicionais em que as portas se
usam com fartura: entra-se e sai-se em alturas erradas, vê-se o que não se devia... Entretanto
perderam-se as casas. Ou abriram-se. Nos espetáculos do Teatro Praga não há paredes de
cena ou portas construídas, janelas, essas coisas. E por isso a comédia de portas pode saltar
para a comédia de identidades: um ator que é tanta gente e que entra e sai dos nomes como
quem entra e sai por portas. Em “Terceira Idade” os atores antes de começarem já se
reformaram. Relembram os tempos das batalhas, roubando memórias aos filmes de guerras
em selvas vietnamitas e cidades em estado de sítio, e protestam por uma reforma condigna.
Gente com passado, que apresenta rugas onde não as vemos. O horizonte mais próximo é a
morte, mas a melancolia é comédia e o desespero gargalhada.
A isto juntou-se parte do argumento de uma peça antiga de Marivaux, “Os atores de boa fé”
(1757): Uma companhia de teatro é contratada para representar uma comédia a fim de celebrar
um casamento, mas a dona da casa (a mãe da noiva), por razões de moral, não autoriza.
Quem os contratou promete que não só haverá comédia como será a dona da casa
protagonista do espetáculo sem o saber. A trama serve pois de pretexto para adensar o “Quem
sou eu?”, numa espiral de matrioskas propensa a lutas pela personagem, pela pessoa, pelo
sujeito e por todas essas identidades presentes na vida.
Para enfrentar o texto decidimos jogar com a inversão de um tradicional programa infantil. Ou
seja, o episódio tradicional conta com uma senhora mais velha, rodeada de crianças, que
ensina a brincar e desenhar e divertir. As crianças aprendem (e uma câmara filma e a televisão
transmite). E a nossa inversão conta com uma criança, um boneco, uma marioneta com o
queixo marcado e uns olhos de vidro, rodeada de gente na terceira idade. E a criança, a
marioneta, é que manda.
Para quê a mentira, se podemos ter a verdade? Para quê o real, se podemos ter a ficção? Para
quê pedir à criança para dizer, quando podemos dizer com a marioneta na mão? É tudo o
mesmo, e a marioneta não berra nem se queixa.
Ficha Artística/ Técnica:
Texto de José Maria Vieira Mendes
Criação: Pedro Penim, André E. Teodósio e José Maria Vieira Mendes
Com: Pedro Penim, Diogo Lopes, Diogo Bento, Cláudia Jardim, Patrícia da Silva e um
intérprete a definir
Luz: Daniel Worm d’Assumpção.
Cenografia: Bárbara Falcão Fernandes.
Produção: Teatro Praga / Elisabete Fragoso.
Datas de apresentação confirmadas:
-
4 e 5 de Outubro de 2013 Teatro Viriato, Viseu;
-
18 de Outubro de 2013, Teatro Aveirense, Aveiro
-
25 e 26 de Outubro de 2013, Balleteatro, Porto
-
7 a 10 de Novembro de 2013, Teatro Camões Lisboa
-
29 de Novembro de 2013, Teatro-Cine, Torres Vedras
Biografias:
Teatro Praga
O Teatro Praga é um grupo de artistas sempre diferentes, em constante metamorfose e que se
sujeitam a variações imprevisíveis deles próprios. Os espectáculos são acontecimentos que,
sem porem de lado a sua condição física de teatro (ficção), vão em busca da “responsabilidade
máxima do espectador”, ou seja, de encontrar uma comunidade falsa no meio do caos
ficcional.
O Teatro Praga nasceu em 1995 e está sediado em Lisboa. Colabora regularmente com
algumas das mais prestigiadas estruturas culturais em Portugal e tem-se apresentado em
festivais e teatros de diversos países europeus (Itália, Reino Unido, Alemanha, França,
Hungria, Eslovénia, Estónia e Dinamarca). De entre as suas criações destacam-se Título
(2004), Private Lives (2003), Agatha Christie (2005), Eurovision (2005), Discotheater (2006), O
Avarento ou A última festa (2007), Turbo-Folk (2008), Conservatório (2008), Demo (2009),
Padam Padam (2009), Sonho de uma noite de verão (2010) ou Israel (2011), entre outros.
José Maria Viera Mendes
Escreve e traduz para teatro. Traduziu peças de Beckett, H. Müller, Fassbinder, René Pollesch,
Noel Coward e B. Brecht, etc. Foram produzidos, entre outros, os seus textos Dois Homens ,
T1, A minha mulher, O Avarento ou A última festa, Ana, Paixão Segundo Max, Padam Padam,
Um mais um, e dois libretos para óperas de Nuno Côrte-Real e António Pinho Vargas. Em
Portugal, as suas peças acham-se coligidas em Teatro (Cotovia, 2008) e publicados nas
edições dos Artistas Unidos. Estão traduzidas e publicadas em mais de uma dezena de línguas
estrangeiras, com produções no Brasil, Espanha, Alemanha, Suécia e Áustria. Dirige
workshops e participou em conferências sobre o seu trabalho não apenas em Portugal mas
também no estrangeiro. Desde que se juntou ao Teatro Praga, em 2008, colaborou em
praticamente todas as criações. Foi distinguido, entre outros, com o Prémio Revelação Ribeiro
da Fonte 2000, Prémio ACARTE/Azeredo Perdigão 2000 e Prémio Luso-Brasileiro de
Dramaturgia António J. da Silva 2006. Prepara a sua tese de doutoramento no programa de
Teoria da Literatura da UL em parceria com o programa Inter-Arts na Freie Universität em
Berlim e o Dep. de Filosofia da Linguagem da U. Nova de Lisboa.
Pedro Penim
Formou-se em Teatro pela ESTC de Lisboa e é mestrando em Gestão Cultural pelo ISCTE. É
membro fundador do Teatro Praga, onde exerce as funções de director e gestor financeiro. O
seu trabalho como encenador e actor estende-se também à escrita, à tradução e à formação
(ESTC, Balleteatro, e.o.) e já foi apresentado por todo o território português e noutros países da
Europa como França, Itália, Reino Unido, Alemanha, Eslováquia, Eslovénia e Hungria. Fora do
Teatro Praga trabalhou com a companhia belga Tg.STAN, CAPITALS 2003, Teatro Nacional D.
Maria II, Teatro Aberto e em projectos de Tim Etchells, Ricardo Pais, Nuno Carinhas, José
Wallenstein e Antonino Solmer. Foi distinguido com vários prémios, nomeadamente Prémio
SPA Autores, Melhor Texto Português (2012), Prémio Teatro SIC 12 anos (2004), Prémio
Teatro na Década 2003, Menção Especial do Prémio ACARTE 2003.
André E. Teodósio
Trabalhou com criadores de diferentes campos artísticos. No teatro, com
Mónica Calle,
Patrícia Portela, Rogério Nuno Costa ou Cão Solteirom,; nas artes plásticas, com Javier Núnez
Gasco, João Pedro Vale, Vasco Araújo, José de Guimarães, Catarina Campino; no cinema,
com os realizadores Alison Murray, Rita Nunes, Luís Filipe Rocha, Leonor Noivo; na dança,
com os coreógrafos In-Jun Jun, Tiago Guedes, Rui Lopes Graça; e na música com Divino
Sospiro, Orquestra Utópica, Orquestra Metropolitana, Paus, Pega-Monstro, Músicos do Tejo.
Tem apresentado o seu trabalho em todos os teatros de Lisboa, e muitos teatros nacionais e
internacionais (Essen, Tallinn, Hannover, Tartu, Düsseldorf, etc.). Autor de peças como Shoot
the freak, Top Models: Susana Pomba (mito urbano), Paula Sá Nogueira (um bestiário) e
Cenofobia. Para além de teatro, dirige regularmente óperas como as de Puccini, Vaughan
Williams, António Pinho Vargas, Gershwin, Madureira, Saariaho em salas como São Carlos,
Culturgest, Gulbenkian e Casa da Música. Os seus textos estão publicados na Tinta-da-China
e ed. Culturgest. Colabora regularmente com vários jornais, revistas e televisões. Nos últimos
anos tem dado conferências com regularidade. Foi convidado do Parlamento Europeu,
Stipendiaten Bayreuth Festival e Traumwelt, e foi considerado pelo Jornal Expresso como uma
das figuras mais influentes do seu país no ano de 2012.
Cláudia Jardim
Trabalhou ainda na Companhia de Teatro Sensourround, em encenações de Lúcia Sigalho (A
Birra da Viva, Dedicatórias, Psicopata Apaixonado, Fora De Mim,Viagem à Grécia, Capriiiicho,
O Cerejal e Kizomba) e na Companhia de Teatro da Cornucópia em encenações de Luís
Miguel Cintra (Filodemo e Um Homem É Um Homem). Foi membro de Teatro Praga
desenvolvendo aí o seu trabalho como criadora e intérprete. Para além disso, ultimamente, tem
estabelecido uma parceria criativa com Patrícia Portela (Anita Vai A Nada, Jogos das
Perguntas), Destaca ainda a tradução de Quarteto de Heiner Müller e de diversos workshops
dirigidos no Teatro Viriato ou no Fórum Dança.
Diogo Bento
Trabalhou com Luís Castro, Eduardo Barreto, Carla Bolito, Jean Paul Bucchieri, Álvaro Correia,
António Pires, Mala Voadora, O Bando e Teatro da Garagem. É colaborador assíduo do Teatro
Praga. Encenou o Grupo de Teatro da Nova entre 2004 e 2008. Recebeu dois prémios: Prémio
FATAL Cidade de Lisboa para o espectáculo mais original (2006) e Prémio Fatal Melhor
espectáculo para Blame Beckett (2007), bem como uma menção honrosa para Máquina-Édipo
(2008). Foi co-criador dos espectáculos Han Shot First, I Love Broadway e Frei Luís de Sousa
de Almeida Garrett.
Diogo Lopes
É co-fundador dos Medalha D'Ouro, uma companhia de teatro portuguesa sediada em Lisboa e
em actividade desde 1998. Trabalha especialmente no ramo da performance, teatro
experimental e de pesquisa. Já colaborou com vários criadores e grupos independentes
portugueses e internacionais, incluindo a companhia Skritt (Hungria), o Grupo de Teatro da
Nova, o Colectivo 84, o Teatro Praga, o Cão Solteiro e o New Theatre of Oklahoma.
Patrícia Da Silva
Licenciada pela ESTC, começou por trabalhar com Mónica Calle e a Casa Conveniente em
espetáculos como As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant, A Loucura da Normalidade e As
Três Irmãs. Trabalhou também com André e. Teodósio em As Três Mulheres e Diário de um
Louco e colaborou com Nelson Guerreiro na conceção de Vaivém - a história verdadeira de um
projecto transdisciplinar. Foi membro do Teatro Praga desde 2002 participando em
praticamente todas as produções como co-criadora e intérprete. Mais recentemente, em 2012,
fez parte do elenco de A Africana, um espectáculo de Vasco Araújo e Cão Solteiro e colaborou
com o artista plástico Javier Nuñez Gasco.
Daniel Worm D’assumpção
Colaborou como Técnico com o grupo de dança ‘Dança Grupo’ dirigido por Elisa Worm. Em
1984 iniciou a sua carreira profissional como eletricista de cena, na equipa do Serviço de
Música da Fundação C. Gulbenkian onde fez varias digressões pelo continente e Madeira com
o Ballet Gulbenkian. Mais tarde integrou a equipa técnica do Serviço ACARTE desempenhando
iguais funções. Foi depois responsável pela coordenação técnica do Teatro Nacional S. João,
após ter ocupado o cargo de Diretor Técnico. Foi também Diretor Técnico do Festival
Internacional PORTO.NATAL.TEATRO.INTERNACIONAL, PO.N.T.I.97. Colaborou com a
Expo98 como Diretor Técnico Adjunto no Festival dos Cem Dias, e depois no Teatro Camões.
É iluminador de espetáculos freelancer e colabora regularmente com o Teatro da Cornucópia,
Teatro Praga e Truta Teatro.
Bárbara Falcão Fernandes
Em 2008 terminou a licenciatura em Ilustração na Camberwell College of Arts e o curso de
cenografia na Central Saint Martins, em Londres. Em 2006 regressou a Lisboa para trabalhar
com o Teatro Praga, com quem desenvolve trabalho até hoje. Colabora pontualmente na
oficina Ausstellungsmanufaktur hertzer gmbh, em Berlim, na construção e pintura cénica de
cenários para a Ópera de Viena e Wagner Festspiele em Bayreuth. É fundadora e membro da
Associação Muzz eu.
Sáb 19 Out 22h00
Luísa Sobral
There's a flower in my bedroom
Música | M/6 | Plateia 8€ | Balcão 6€
Sala Principal | 75 Min.
Dois anos depois de ter surpreendido muita gente dentro e fora do país com "The cherry on my
cake", Luisa Sobral regressou a estúdio para gravar "There´s a flower in my bedroom".
O resultado é novamente brilhante e os espetáculos serão seguramente, como é característico
de Luísa Sobral, encantadores.
Ficha Artística/ Técnica:
Luísa Sobral – voz, guitarra
João Hasselberg – contrabaixo
João Salcedo – piano
Carlos Miguel - bateria
Links:
http://www.luisasobral.com/
https://www.facebook.com/luisasobralmusic
http://www.youtube.com/luisasobral
https://twitter.com/luisa_sobral
http://www.myspace.com/luisasobral
Dom 20 Out 16h00
Melodias de Aveiro
Música | M/6 | 4€
Sala Principal | 120 Min.
Melodias de Aveiro é um projeto musical que pretende ir ao encontro das origens e história do
Concelho de Aveiro. Este é o primeiro de dois espetáculos de encerramento no TA.
…”O reencontro com as origens”… Onde a tradição, usos e costumes está presente!...
O projeto Melodias de Aveiro, organizado pela Aveiro-Expo, E.M., em estreita colaboração com
a Câmara Municipal de Aveiro e juntas de freguesia do Concelho, consiste na promoção de um
conjunto de espetáculos por todas as freguesias, chegando a toda a comunidade, e encerra
com dois grandes espetáculos no Teatro Aveirense.
As 21 associações/grupos musicais vão reunir-se em sete grupos e cada grupo atua duas
vezes, assegurando a realização de um espetáculo em cada uma das freguesias do Município
de Aveiro, num regime de itinerância cultural e de divulgação dos valores culturais locais. Os
espetáculos nas juntas de freguesia, a decorrer desde o dia 22 de Junho, culminam com os
concertos de encerramento no Teatro Aveirense a 20 de Outubro e 10 de Novembro.
Grupos a atuar (20 de Outubro):
Banda Amizade
Magna Tuna Cartola (UA)
Banda Velha União Sanjoanense
Grupo Etnográfico e Cénico das Barrocas
Coral Polifónico de Aveiro
Banda de Gaitas São Bernardo – AMCSB
Tuna de Santa Joana (Coro)
Grupo Cultural Glória de Aveiro
Banda Recreativa Eixense
São Bernardo a Cantar
Tuna Universitária (UA)
Qua 23 Out 22h00
OliveTreeDance
Aniversário do Teatro Aveirense
17.º OuTonalidades
Música | M/6 | 4€
Bar | 60 Min.
A data do 10.º Aniversário da reabertura do Teatro Aveirense é celebrada no salão nobre e Bar
com a atuação dos OliveTreeDance inserida no 17.º OuTonalidades.
OliveTreeDance é hoje considerada como uma das mais promissoras bandas da atualidade, à
parte do cenário rock ou da pop music. A sua originalidade em palco é manifestamente
reconhecida, pelo que os OliveTreeDance têm vindo a conquistar um público cada vez mais
abrangente de norte a sul do país, integrando eventos de primeira linha do panorama
“World/Roots Music” de que são exemplos mais figurativos: Festival Andanças (2004 a 2009),
Festival Etnias Porto (2005 e 2008), Festival Islâmico de Mértola (2006), Festival Tribal (2007 e
2008), Festival Med em Loulé (2007), Festival Portugal a Rufar (2008), Festival dos Oceanos
(2008), Festival Chocalhos (2008/9), Festival Ecos da Terra (2009), Festival 7 Luas 7 Sóis
(2009), Boom Festival (2006) e Freedom Festival, ou ainda os mediáticos Sudoeste TMN (2006
e 2009) e Optimus Alive’09
Mas não só; o carisma dos seus espetáculos levou este trio originário do Porto a países tão
diversos e distantes como:
- Índia em 2007 e também em Abril de 2009, pela www.Dadamusic.in;
- Brasil, num tour de 16 datas em 3 meses, tendo tocado no maior festival de música eletrónica
do país chamado “Universo Paralello”;
- Eslováquia em 2007 e no final de Agosto de 2009;
- Holanda, pela primeira vez em 2005, no mais representativo festival Internacional de
Didgeridoo da Europa, tendo voltado em 2007 para um tour profissional de 12 datas com a
Music Reps;
- Itália em 2007 no Aclamado Festival Internacional de Didgeridoo “NatiBongo Fest”;
- Espanha, onde tem sido frequente o circuito em 2006, 2007 e 2008 no Manani Rock, e ainda
no ano de 2007 o Cerka’l Festival.
Ficha Artística:
Oliver- didgeridoo
Magupi – bateria e Multi percussão
Links:
Website: http://www.reverbnation.com/olivetreedance
https://www.facebook.com/pages/OliveTreeDance/179618836814?viewer_id=0
http://www.youtube.com/olivetreedance
http://www.myspace.com/olivetreedance
http://www.sonicbids.com/olivetreedance
http://www.palcoprincipal.com/olivetreedance
http://www.musicmadeinportugal.com/olivetreedance
Sáb 26 Out 21h30
A Elegante Melancolia do Crepúsculo
de Roberto Merino | encenação de Luísa Pinto
Teatro | M/12 | 5€
Sala Principal | 75 Min.
Espetáculo que interpela (e transpõe) as fronteiras entre o teatro e o cinema e que marca o
10.º Aniversário da Reabertura do Teatro Aveirense e 101.º ano da primeira exibição
cinematográfica em Aveiro.
A elegante melancolia do crepúsculo, que interpela (e transpõe) as fronteiras entre o teatro e o
cinema, baseia-se no tríptico Luzes da cidade (1931), O grande ditador (1940) e Luzes da
ribalta (1952), de Charles Chaplin: três marcos da História do cinema, que constituem três
exemplos máximos do seu génio e nos quais o célebre realizador fala da vida, do amor, da
sobrevivência e da solidariedade. No espetáculo que reúne estes três filmes de Charlot, Luísa
Pinto centra-se na derradeira personagem de Chaplin, Calvero, que, à semelhança do Fausto
de Goethe, procura uma juventude perdida, neste caso através da memória musical.
Neste projeto com dramaturgia de Roberto Merino, Luisa Pinto centra-se na relação entre estas
duas áreas de criação; teatro/cinema, com o objetivo de despertar no espectador duas
perceções da ação: a imediata vista pelo público no momento em que a ação decorre e a vista
em projeção. Os atores contracenam com a tela, entrando e saindo da mesma, em presença
corporal e virtual por esta forma multimédia, é como se o dispositivo cénico estivesse dentro do
olhar de uma câmara. Também a música está presente em todo o espetáculo, à semelhança
do cinema mudo, o piano narra a ação como se de um segundo texto se tratasse. Na criação
dos curtos filmes que acrescem ao texto escrito, participam enquanto figuração especial
funcionários e colaboradores do Cine Teatro Constantino Nery e do Departamento da Cultura
da Câmara Municipal de Matosinhos oferecendo a este projeto um sentimento genuíno de
partilha.
Luísa Pinto é Mestre em Teatro pela Escola Superior Artística do Porto, tendo já, desde 1992,
assinado cerca de vinte criações. A par da encenação, desenhou figurinos para as companhias
Seiva Trupe, Teatro de Marionetas do Porto e Escola de Mulheres, e também para cinema.
Diretora artística do Cine-Teatro Constantino Nery em Matosinhos (parceiro do TA na rede
Acto5) desde 2007, tem apresentado os seus espetáculos em Portugal e no Brasil. Em
paralelo, desenvolve um projeto de reinserção social que reúne reclusos e atores profissionais.
Ficha Artística/ Técnica:
Encenação – Luísa Pinto
Dramaturgia – Roberto Merino
Direção Musical – Bernardo Soares
Interpretação – Isabel Carvalho, João Costa, Valdemar Santos
Músico – Bernardo Soares
Conceito e Dramatização Vídeo – Luísa Pinto
Cenografia – Graça Diogo
Figurinos – Elisabete Pinto
Desenho de Luz – Bruno Santos
Vídeo, imagem promocional e grafismo – Miguel Santiago Miranda
Sonoplastia – Pedro Lopes Moreira
Produção Cine-Teatro Constantino Nery / Câmara Municipal de Matosinhos
Links:
Vídeo promocional - https://www.youtube.com/watch?v=pmr1oeNZaYA
Reportagens RTP http://www.youtube.com/watch?v=lN55szVXJdY
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=636282&tm=4&layout=122&visual=61
Crítica de um blog – http://monsterblues-cms.blogspot.pt/2013/05/a-elegante-melancolia-docrepusculo.html?spref=fb
Dom 27 Out 16h00
Galo Gordo
Este Dia Vale a Pena
de Inês Pupo e Gonçalo Pratas
Famílias | M/3 | 4€
Sala Principal | 50 Min.
Espetáculo dirigido às crianças e famílias onde poderão assistir a um concerto ao vivo, em que
serão apresentadas as canções do livro infanto-juvenil homónimo.
Galo Gordo – Este dia vale a pena
Depois de terem sido premiados com o prémio da SPA | RTP para o melhor livro infanto-juvenil,
e depois do sucesso do livro CD “Canta o Galo Gordo – Poemas e canções para todo o ano”,
que integra as listas do Plano Nacional de Leitura e que percorreu o país de norte a sul, Inês
Pupo e Gonçalo Pratas regressam aos palcos, numa tournée de apresentação do novo livro
CD, “Galo Gordo – Este dia vale a pena”.
No novo projeto “Galo Gordo – Este dia vale a pena”, com ilustrações de Cristina Sampaio, os
autores quiseram fazer canções que falassem da importância das primeiras experiências, das
coisas que se guardam pela vida fora, como aprender a andar de bicicleta, saber guardar um
segredo, escrever a primeira carta… Dos dias que valem a pena, que afinal são todos!...
No espetáculo dirigido às crianças, as famílias, os educadores e os professores poderão
assistir a um concerto ao vivo, em que serão apresentadas as canções deste novo trabalho e
revisitadas algumas canções já conhecidas do público.
Os autores têm-nos habituado à qualidade artística e pedagógica dos seus projetos, que são já
uma referência no ensino em Portugal, e este projeto não é exceção. As canções serão
interpretadas por músicos de várias origens musicais (jazz, música tradicional portuguesa,
world music, entre outras), que exploram diferentes linguagens e abordagens musicais,
tornando mais rica a experiência da música e da poesia para a infância, num concerto que vale
a pena!
Ficha Artística/ Técnica:
Poemas – Inês Pupo
Música – Gonçalo Pratas
Direção artística – Gonçalo Pratas
Guitarra e voz – Gonçalo Pratas
Voz – Inês Pupo
Direção musical e piano – Filipe Raposo
Bateria e percussão – Marcos Alves
Contrabaixo – António Quintino
Músicos convidados: Carlos Garcia
Ilustração – Cristina Sampaio
Produção – Constroisons
Galo Gordo na Web:
Os autores:
Inês Pupo – http://www.caminho.leya.com/autores/detalhes.php?id=23273
Gonçalo Pratas - http://www.caminho.leya.com/autores/detalhes.php?id=23274
Cristina Sampaio - http://www.caminho.leya.com/autores/detalhes.php?id=22815
Site da Cristina Sampaio - http://www.cristinasampaio.com/pt/about_pt/about_pt.html
Soundcloud - http://soundcloud.com/constroisons/medley-galo-gordo-este_dia_vale_a_pena
Facebook - Perfil - https://www.facebook.com/GaloGordo
FB - Página– https://www.facebook.com/pages/Canta-o-Galo-Gordo/138909075036?ref=hl
Youtube - http://www.youtube.com/user/cantaogalogordo?feature=mhee
Os livros CDs –
“Canta o Galo Gordo – Poemas e canções para todo o ano” - http://www.wook.pt/ficha/canta-ogalo-gordo/a/id/1459377
“Galo Gordo - Este dia vale a pena” - http://www.wook.pt/ficha/galo-gordo-este-dia-vale-apena/a/id/14039095
NOVEMBRO’13
Sex 01 Nov 21h30 | Sáb 02 Nov 15h + 21h30
Vértice – Festival de Bandas de Aveiro
[email protected]ás
Música | M/6 | 5€ Sessões da noite | 3€ Sessão Sáb. à tarde | 9€ Bilhete geral (3 sessões)
Sala Principal | 120Min./ sessão
O Festival Vértice, organizado pela [email protected]ás, quer dar a conhecer o que de melhor se faz em
termos musicais em Aveiro.
O Festival Vértice nasceu nos programas da webrádio comunitária, [email protected]ás, em que se
entrevistam os músicos aveirenses e se divulga a música das bandas locais. O reconhecimento
do potencial artístico e cultural impeliu a que se criasse um evento cuja visão pretende
consolidar a expressão artística na Cidade de Aveiro, com a missão de prestigiar os músicos
aveirenses, tendo como principais valores associados a inovação, a criatividade e a qualidade
musical.
O Vértice foi e quer continuar a ser uma montra da diversidade de linguagens e estilos
musicais (rock, hip-hop, metal, trash, pop…) existentes na nossa comunidade, um momento de
partilha de sons e mensagens que tem como palco o principal espaço cultural da cidade, o
Teatro Aveirense.
O Festival Vértice é, também, o símbolo de uma comunidade mais coesa e solidária, em que a
entreajuda é um princípio basilar. É com base nesta interpretação que o festival serve como
meio de angariação de fundos para compra de material técnico para a [email protected]ás, a webrádio
comunitária, cuja programação é feita pelos cidadãos e instituições locais.
Ter 05 | 12 | 19 | 26 Nov 21h30
Cinema
Programação disponível em www.teatroaveirense.pt | 4€
O cinema de qualidade está de regresso à principal sala do concelho, com o apoio do ICA –
Instituto do Cinema e do Audiovisual.
Sex 08 Nov 22h00
Norberto Lobo
Festival Mini-Mercado
Música | M/6 | 7€ | Passe Festival Mini-Mercado:12€
Sala Principal | 60 Min.
Norberto Lobo guitarrista autodidata e com uma técnica virtuosa, apresenta-se no TA no âmbito
do Festival Mini-Mercado, a decorrer na Associação Cultural Mercado Negro.
Também se disponibiliza para venda na bilheteira do Teatro Aveirense um passe geral para
todos os concertos do Festival Mini-Mercado por apenas 12€. Esse bilhete deve ser
apresentado no concerto de Norberto Lobo e guardado para ser apresentado também nos
restantes concertos do Festival.
O Festival Mini-Mercado tem o seguinte programa completo e respetivas entradas individuais:
Sex 8 Nov 22h – Teatro Aveirense - Noberto Lobo (7€)
Sex 8 Nov 24h00 – Mercado Negro - Jibóia (3€)
Sáb 9 Nov 16h00 – Mercado Negro - The Exhalers | Branches (entrada livre)
Sáb 9 Nov 23h00 – Mercado Negro - Sunflare | The Glockenwise (6€)
Nascido em Lisboa em 1982, Norberto Lobo é já uma das figuras principais da música
portuguesa deste arranque de século. É do tipo de músicos que parece inventar tradições
sozinho. E, daqueles aparecidos em Portugal nos últimos anos, não há muitos que concentrem
assim tanta admiração e carinho.
Norberto Lobo é um autodidata, caraterística que é passível de causar surpresa tendo em
conta a técnica virtuosa que demonstra. É versado em várias guitarras, com particular
dedicação nos últimos anos à acústica, à elétrica, e, mais recentemente, à tambura, tendo já
partilhado palcos e digressões com variadíssimos músicos internacionais. A sua discografia é
feita de discos aclamados de forma praticamente unânime pelo jornalismo nacional da área da
música. Após “Fala Mansa” (2011), disco que rapidamente se tornou o pináculo de entusiasmo
por parte da crítica especializada, Norberto Lobo surge agora com o seu mais recente “Mel
Azul” editado em outubro de 2012.
Sáb 09 Nov 21h30
Jane Monheit
Música | M/6 | 1.ª Plateia 15€ | 2.ª Plateia 12€ | Balcão 10€
Sala Principal | 90 Min.
Uma vocalista de jazz extraordinariamente dotada, cujas sinceras e românticas interpretações
de excecionais canções, a tornaram numa favorita tanto no mundo do jazz como do cabaret.
Jane Monheit nasceu em Oakdale, Long Island, num ambiente familiar com fortes raízes
musicais. Em 1998, com apenas 20 anos, alcançou um notável 2.º lugar no prestigiado
Thelonious Monk International Jazz Competition perante um júri composto por Dee Dee
Bridgewater, Diana Krall e Dianne Reeves, entre outros.
Em 2000, editou o seu primeiro disco, Never Never Land, que ficou na Billboard Jazz Chart
durante quase um ano. The Lovers, The Dreamers and Me, lançado em Janeiro de 2009, vem
reforçar a voz extraordinária de Monheit, e evidencia-se também pela versatilidade,
apresentando um repertório que destaca ao mesmo tempo nomes contemporâneos, como
Fiona Apple e Corrine Bailey Rae, e clássicos, como Cole Porter, Leonard Bernstein, Paul
Simon e o brasileiro Ivan Lins.
Ficha Técnica:
Jane Monheit - voz
Michael Kanan - piano
Neal Miner - Contrabaixo
Rick Montalbano - bateria
Dom 10 Nov 16h00
Melodias de Aveiro
Música | M/6 | 4€
Sala Principal | 90 Min.
Segundo momento dos espetáculos de encerramento do projeto Melodias de Aveiro, com
variados grupos musicais de música tradicional.
…”O reencontro com as origens”… Onde a tradição, usos e costumes está presente!...
O projeto Melodias de Aveiro, organizado pela Aveiro-Expo, E.M., em estreita colaboração com
a Câmara Municipal de Aveiro e juntas de freguesia do Concelho, consiste na promoção de um
conjunto de espetáculos por todas as freguesias, chegando a toda a comunidade, e encerra
com dois grandes espetáculos no Teatro Aveirense.
As 21 associações/grupos musicais vão reunir-se em sete grupos e cada grupo atua duas
vezes, assegurando a realização de um espetáculo em cada uma das freguesias do Município
de Aveiro, num regime de itinerância cultural e de divulgação dos valores culturais locais. Os
espetáculos nas juntas de freguesia, a decorrer desde o dia 22 de Junho, culminam com os
concertos de encerramento no Teatro Aveirense a 20 de Outubro e 10 de Novembro.
Grupos a atuar (10 de Novembro):
Orquestra Ligeira do G.C.R. da Taipa
Orquestra da S.M. Santa Cecília
Grupo de Cantares Xailes de Aveiro
Orquestra da Escola de Música da Quinta do Picado
Grupo Cénico Cantares da Ria
Coral Vera Cruz
Confraria de São Gonçalo
GEMDA' Grupo Experimental Música e Dança de Aveiro
Confraria dos Ovos-moles
Tuna Feminina (UA)
Sáb 16 Nov 22h00
Jay-Jay Johanson
Música | M/6 | 1.ª Plateia 15€ | 2.ª Plateia 12€ | Balcão 10€
Sala Principal
O sueco, conhecido pelo seu registo vocal melancólico e pela instrumentação eletrónica, trará
um novo álbum a par da revisitação da sua carreira, onde figuram os marcantes álbuns
Whiskey e Tattoo.
Há quem diga que Jay Jay Johanson é o “dandy mais cool” do planeta e um dos mais
modernos músicos contemporâneos. Nascido na Suécia, o andrógino Jay Jay já foi ovacionado
em festivais, recebeu belas críticas de importantes medias, foi elogiado por Françoise Hardy e
documentado pelo canal francês ARTE. O cantor que afirma só fazer boa música em
momentos tristes e depressivos, lançou dia 4 de Março um álbum retrospetiva – Best of 19962013.
Quisemos descobrir Jay Jay na intimidade do seu estúdio, a partir de uma entrevista publicada
no seu site oficial (http://jayjayjohanson.tumblr.com/):
- Olá!
Olá!
- Como tem passado?
Tenho passado bastante tempo em estúdio, a escrever, a trabalhar, enfim, a gravar o novo
álbum entre outras coisas.
- Como é que cria partes da música, em diferentes instrumentos?
Geralmente a música começa apenas minha voz, costumo cantar quando caminho, depois
anoto a caneta num papel e sento-me ao piano, às vezes com a guitarra no meu colo.
Já escreveu canções demasiado pessoais para partilhar?
Às vezes escrevo poemas em sueco e algumas destas letras são demasiado “à flor da pele”
para ser capaz de as cantar, porém, como são traduzidas para inglês cria-se um pequeno
intervalo entre a minha realidade e o trabalho acabado, e essa pequena distância torna
possível gravar a canção e cantá-la em palco, uma e outra vez (…)
Qual é a primeira música que se lembra de cantar em criança?
O primeiro disco que comprei foi o álbum de estreia dos KISS em 1975, intitulado KISS”, mas
antes disso costumava cantar Ricky Wilde – “I´m an Astronaut”.
Conte-nos algo que tenha tido uma profunda influência no seu crescimento?
Nos anos de adolescência, eu apanhava o barco para Inglaterra uma ou duas vezes por ano,
apenas para ser uma parte da cultura jovem. Descobrir e desenvolver a minha própria música
fazendo, e ver Chet Baker num concerto ao vivo na minha cidade natal.
Parece ter uma relação especial com a França?
Os franceses foram os primeiros a "me descobrir” através do albúm "Whiskey", e foi aqui que a
minha carreira começou. A França tornou-se a minha segunda casa e os meus fãs franceses
são os que melhor me conhecem, então sim, eles significam muito para mim e e é aí que
minha popularidade é ainda maior, parece-me.
Quem é o seu cantor favorito francês?
Francoise Hardy veio aos bastidores após o meu primeiro concerto em Paris, eu adoro-a! O
álbum La Question de 1971, é incrível! Gosto muito de Francis Lai, Daft Punk, Michel Legrand,
Serge Gainsbourg.
O que é que está a ler agora?
O “Diário de Andy Warhol”.
Qual é aquela canção que lhe dá mais arrepios?
Tenho muitas e há muitos tipos diferentes de arrepios, mas aqui estão alguns: Suicide is
Painless de Johnny Mandel, Beth Gibbons Mysteries, Nico Chelsea Girls, Chet Bakers The
Thrill is Gone, La Chanson d’Hélène with Romy Schneider. Song to the Siren de Cocteau
Twins, Come Wander With Me de Twillight Zone, Joy Division Love Will Tear Us Apart.
Gostava de fazer um disco totalmente diferente do que tudo que fez até agora?
Eu poderia imaginar compor um dia um álbum instrumental, às vezes, fico tão entediado com a
minha própria voz, que é por isso que gosto de fazer bandas sonoras.
Considera-se um viciado em melancolia?
Eu não penso assim, mas talvez eu me sentisse sozinho sem ela (…)
O que faria se não fosse músico?
- Eu acho que estaria a trabalhar numa revista, ou como pintor. Mas eu também me consigo
imaginar a trabalhar na Lavandaria da esquina, ali no vapor, a passar camisas, a fazer das
coisas sujas coisas agradáveis e bonitas.
Qual é a coisa mais importante na sua vida?
A família vem em primeiro lugar, embora eu não seja capaz de funcionar sem a arte, ou algum
tipo de produção criativa.
Quais são os seus planos futuros?
Concluir o meu novo álbum “Cockroah”, que está quase pronto. Fazer os vídeos e as artes
finais. Sair em tournée. E no meio de tudo isto, tenho uma esposa e um filho para me divertir.
Dom 17 Nov 16h00
O que há na barriga de uma sinfonia?
Orquestra Filarmonia das Beiras
À Conversa com a Música! - Concertos para a Família!
Famílias | M/4 | 4€
Sala Principal | 60 Min.
O público é, em conjunto com a música, o centro destes concertos. Comentados por um
apresentador, e envolvendo a participação do público na explicação das obras tocadas.
À Conversa com a Música! - Ciclo: Concertos para a Família! é um ciclo de concertos
comentados, que decorrem num ambiente descontraído e alegre com a participação de
crianças, jovens e famílias que têm a oportunidade de ouvir obras de repertório dito erudito,
com explicações que as tornam claras, transformando a sua audição num prazer. Estes
concertos, pretendem conquistar novos adeptos para a música e renovar o prazer de escutar e
de tocar, enriquecendo a vida cultural do público.
Este concerto, dirigido pelo Maestro Ernst Schelle e apresentado pelo Professor Jorge Castro
Ribeiro, terá como tema base “O que há na Barriga de uma Sinfonia?”. Será estabelecida uma
analogia entre a Orquestra e o corpo humano, bem como entre a música e as funções vitais do
organismo. Partindo desta metáfora será possível abordar a constituição da orquestra, a
complementaridade dos instrumentos, a organização e interação. Quando toda a orquestra
toca, surge a música que se estrutura a partir de frases, motivos, cadências e tantas outras
coisas, tal como os órgãos do corpo humano que desenvolvem diferentes funções vitais.
Programa:
Sinfonia e Concerto para Piano a indicar
Ficha Artística / Técnica:
Orquestra Filarmonia das Beiras
João Ferreira, piano
Jorge Castro Ribeiro, apresentador
Ernst Schelle, maestro convidado principal
Estrutura Financiada pelo Secretário de Estado da Cultura / Direção-Geral das Artes.
Biografias:
António Vassalo Lourenço | maestro
Diretor Artístico da Orquestra Filarmonia das Beiras desde 1999 e do Coro Regina Coeli entre
1983 e 2008, é ainda responsável pelas classes de Coro e Direção da Universidade de Aveiro
desde 1997, e Maestro Adjunto da Orquestra Sinfonietta de Lisboa desde 1995. Com estes
grupos tem dado particular atenção à música portuguesa, tendo realizado diversas estreias,
primeiras audições modernas e gravações de obras de compositores portugueses.
Em 1996 terminou o mestrado em Direção de Coro e Orquestra pela Universidade de
Cincinnati (EUA), onde também foi Assistente, tendo concluído o Doutoramento em Direção de
Orquestra em 2005. Nesta universidade estudou Orquestração com Samuel Adler, Direção de
Coro com Elmar Thomas, Earl Rivers e John Leman e Direção de Orquestra com o Maestro e
Compositor Gerhard Samuel e ainda com Christopher Zimmerman, de quem foi Assistente de
Direcção.
A sua formação e atividade musicais iniciaram-se aos 8 anos na Fundação Calouste
Gulbenkian onde estudou violino e fez parte do Coro Infantil. Estudou Canto na Academia dos
Amadores de Música com a professora Maria Amélia Abreu tendo concluído em 1990 o Curso
Superior no Conservatório Nacional de Lisboa na classe da professora Filomena Amaro.
Cantou em diversos grupos profissionais entre os quais o Coro Gulbenkian, entre 1982 e 1993,
e dirigiu diversos coros em Portugal. A sua carreira como Maestro iniciou-se no Coro Regina
Coeli tendo obtido com este grupo prémios em concursos internacionais.
Frequentou cursos de Direção Coral em Portugal, Espanha, França e Bélgica, onde trabalhou
com Manuel Cabero, Josep Prats (Barcelona), Erwin List (Strasbourg), Hélène Guy (Lyon),
Edgar Saramago, Fernando Eldoro (Lisboa), Paul Brandevick (Boston), Johan Duijck (Gent) e
Laszlo Héltay (Londres) e realizou também estudos de Direção de Orquestra, desde 1990, em
Portugal, Espanha e França com Octave Calleya (Roménia), Jeno Rehah (Hungria), Ernst
Schelle (Alemanha) e Jean-Sébastien Béreau (Paris). Foi aluno da classe de Direção da
Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a orientação de Jean-Marc Burfin.
Foi Maestro Adjunto da Orquestra da Juventude Musical Portuguesa e Assistente de Direção
da Concert Orchestra de Cincinnati. Como maestro convidado dirigiu diversas orquestras e
coros em Portugal, Espanha, França e nos Estados Unidos da América.
Desde 1987 tem participado, como monitor, em diversos Cursos de Direção Coral e tem sido
Diretor Musical de peças teatrais.
Foi Diretor Artístico do Festival Internacional de Música de Aveiro entre 2000 e 2004 e
desempenhou o cargo de Coordenador Artístico da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro
do Teatro Nacional de S. Carlos entre 2002 e 2003.
Em 2006 criou o Estúdio de Ópera de Centro, projeto que tem desenvolvido importante
atividade formativa e tem realizado por todo o país produções de ópera que incluem, para além
da apresentação de importantes óperas de repertório, produções em português, ópera
portuguesa e ópera para crianças.
Atualmente é diretor do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.
Jorge Castro Ribeiro | apresentador
Jorge Castro Ribeiro nasceu em Valadares, em 1966.
Iniciou os estudos musicais em Vilar do Paraíso e concluiu o Curso do Conservatório de
Música do Porto antes de se licenciar em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa.
Ensina na Universidade de Aveiro (Departamento de Comunicação e Arte) onde está a
terminar o doutoramento em Etnomusicologia.
No domínio da Música e Educação tem concebido e apresentado anualmente desde 2002 os
programas “Música na Escola”, séries de dezenas de concertos didáticos organizados pela
Orquestra Filarmonia das Beiras dirigidos à população escolar do 1º ciclo de diversos
concelhos dos distritos de Aveiro, Coimbra, Leiria e Santarém, com uma fortíssima repercussão
no interesse das crianças e suas famílias pela atividade da orquestra. Desde 2005, concebe e
apresenta mensalmente os Concertos Promenade do Coliseu do Porto, dedicados à execução
de música sinfónica dirigidos a famílias e, em 2007, foi convidado pela Orquestra do Algarve
para apresentar e dinamizar duas séries de Concertos Promenade, em Faro e Évora.
Criou e desenvolveu projetos de sensibilização para grandes causas através da música rap
junto de crianças do ensino pré-escolar e do 1º ciclo, nomeadamente os projeto Rap-ciclar de
sensibilização ambiental (2002) e o projeto Protesta! A tua voz é uma festa de sensibilização
para os direitos humanos (2007), em colaboração com a CIVITAS - Aveiro.
Foi autor e coordenador do Projeto “Expressão Musical nas Escolas do 1º Ciclo do Ensino
Básico de Vila Nova de Gaia” patrocinado e promovido pela autarquia de Vila Nova de Gaia
junto de todas as escolas do concelho entre 1999 e 2005.
Entre 1992 e 1999, escreveu e apresentou um programa radiofónico emitido semanalmente
pela Antena 2 da RDP, designado Terras e Tradições consagrado à temática etnomusicológica.
É membro do INET-md (Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos de Música e Dança)
desde a sua fundação, em 1995.
No âmbito científico tem publicado vários ensaios e gravações etnomusicológicas e é
regularmente convidado para conferências a nível nacional e internacional. Os seus interesses
musicológicos e científicos abrangem a música e educação e a etnomusicologia, sendo
especialista em música cabo-verdiana. Em 2009 presidiu à organização de um Congresso
Científico Internacional sobre Estudos de Música e Dança.
Orquestra Filarmonia das Beiras
A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro
de 1997, sob a direção de Fernando Eldoro, seu primeiro diretor artístico. Criada no âmbito de
um programa governamental para a constituição de uma rede de orquestras regionais, tem
como fundadores diversas instituições e municípios da região das beiras, associados da
Associação Musical das Beiras, que tutela a orquestra.
A OFB é composta por 23 músicos de cordas de diversas nacionalidades e com uma média
etária jovem e, desde 1999, é dirigida artisticamente pelo Maestro António Vassalo Lourenço.
Norteada por princípios de promoção e desenvolvimento da cultura musical, através de ações
de captação, formação e fidelização de públicos e de apoio na formação profissionalizante de
jovens músicos, democratizando e descentralizando a oferta cultural, a OFB tem dado
inúmeros concertos, além de desenvolver frequentes e constantes atividades pedagógicas
(programas pedagógicos infanto-juvenis, cursos internacionais vocais, instrumentais e de
direção de orquestra, etc.). Também sob estes princípios, apresenta, desde 2006, produções
de ópera diversas (infantil, de repertório ou portuguesa).
Do seu vasto histórico de concertos constam participações nos principais Festivais de Música
do país (Algarve, Aveiro, Coimbra, Estoril, Évora, Gaia, Guimarães, Leiria, Lisboa, Maia,
Óbidos, Porto, Póvoa de Varzim, Festa da Música e Dias da Música do Centro Cultural de
Belém) e do estrangeiro (Festival de Guyenne, França, em 1998, Festival de Mérida, Espanha,
em 2004, Concurso Internacional de Piano de Ferrol, Espanha, como orquestra residente, em
2007) ou importantes cooperações e co-produções com outros organismos artísticos. São
estes os casos de espetáculos no Coliseu de Recreios de Lisboa (com a companhia Cirque du
Soleil, em 2000) e no Coliseu do Porto (concertos Promenade); da interpretação da música de
Bernardo Sassetti para o filme “Maria do Mar” de Leitão de Barros, desde 2001; da execução
da ópera infantil “A Floresta”, de Eurico Carrapatoso, numa co-produção com o Teatro Nacional
de São Carlos, Teatro São Luís, Teatro Aveirense e Teatro Viriato, em 2004, reposta em 2008;
das colaborações com a Companhia Nacional de Bailado na produção dos bailados “Sonho de
uma Noite de Verão”, com o encenador Heinz Spoerli, em 2004 e, em 2006, “O Lago dos
Cisnes” de Piotr Tchaikowsky, ambos sob a direção de James Tuggle.
Ao longo da sua existência, a OFB tem sido regularmente dirigida por alguns maestros
estrangeiros e pelos mais conceituados maestros em atividade em Portugal e tem colaborado
com músicos de grande prestígio nacional e internacional, de onde se destacam os violinistas
Régis Pasquier, Valentin Stefanov e Wojciech Garbowski, os violoncelistas Irene Lima, Paulo
Gaio Lima, Teresa Valente Pereira e Aliaksandr Znachonak, os flautistas Patrick Gallois, Felix
Renggli e Istavn Matuz, os oboístas Pedro Ribeiro, Alex Klein e Jean Michel Garetti, os
pianistas Pedro Burmester, Jorge Moyano, António Rosado, Miguel Borges Coelho, Gabriela
Canavilhas, Adriano Jordão, Anne Kaasa, Valery Starodubrovsky e Valerian Shiukaschvili, os
guitarristas Carlos Bonell, Alex Garrobé, Aliéksey Vianna, Jozef Zsapka, Paulo Vaz de
Carvalho e Pedro Rodrigues, ou o saxofonista Henk van Twillert, assim como os cantores Elsa
Saque, Elisabete Matos, Isabel Alcobia, Luísa Freitas, Patrícia Quinta, Paula Dória, Margarida
Reis, Susana Teixeira, Carlos Guilherme, João Cipriano Martins, João Merino, Mário Alves,
Nuno Dias, Rui Taveira, Tiago Matos, Luís Rodrigues, Jorge Vaz de Carvalho, Armando
Possante, José Corvelo ou José Carreras, sendo que dois concertos realizados, em 2009, com
este conceituadíssimo tenor constituirão, com toda a certeza, um marco para a história desta
orquestra. Simultaneamente, tem procurado dar oportunidade à nova geração de músicos
portugueses, sejam eles maestros, instrumentistas ou cantores.
Do repertório da OFB constam obras que vão desde o Século XVII ao Século XXI, tendo a
Direção Artística dado particular importância à interpretação de música portuguesa, quer ao
nível da recuperação do património musical, quer à execução de obras dos principais
compositores do século XX e XXI. Aí se incluem estreias de obras e primeiras audições
modernas de obras de compositores dos Séculos XVIII e XIX. Neste contexto, da sua
discografia fazem parte orquestrações do compositor João Pedro Oliveira sobre Lieder de
Schubert, a Missa para Solistas, Coro e Orquestra de João José Baldi e as 3ª e 4ª Sinfonias de
António Victorino d’ Almeida, sob a direção do próprio (2009). Outras áreas musicais como a
música para filmes ou o teatro musical são também incluídas, de forma a chegar ecleticamente
ao público, através da colaboração com diversos artistas do panorama nacional onde se
incluem Maria João, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Dulce Pontes, David Fonseca, Nuno
Guerreiro, Mariza, Gilberto Gil, Carlos do Carmo, Alessandro Safina, Maria Amélia Canossa,
Nancy Vieira, Paulo Flores, Rui Reininho, Camané, Luís Represas, Carminho, João Gil, Boss
AC, Vitorino, Paulo de Carvalho, Rui Veloso ou James.
Sáb 23 Nov 22h00
O Intruso
Porque Marco Horácio ‘Não Tem Nada a Perder”
Teatro | M/6 | Plateia 12€ | Balcão 10€
Sala Principal | 75 Min.
Depois de longos anos em retiro espiritual num bungalow na Reserva Naturista de
Idanha‐a‐Nova, o irreverente (quase a roçar o rabino) Marco Horácio está de volta aos palcos.
‘O Intruso’ é o espetáculo que marca o regresso de Marco Horácio ao stand up comedy. E
porquê? Porque o país precisa. E Marco Horácio também, que isto não está fácil para ninguém.
Mas a verdade é que com a crise que atravessamos, alguém tem de arranjar soluções. Alguém
tem de se impor como líder e ajudar as pessoas. Enquanto essa pessoa não aparece, Marco
Horácio vai tentar fazê‐lo.
Vai fazer refletir. Vai descortinar maneiras de os portugueses olharem a crise de frente. Até os
estrábicos. Vai mostrar pequenos truques para fazer face à falta de dinheiro, à falta de
perspetivas e à falta de noção de quem usa t‐shirts de alças. Mas, mais importante, vai
apresentar e explicar a grande solução para crise: o conceito de low-cost.
Em `O Intruso`, Marco Horácio vai demonstrar como o low‐cost pode ser aplicado nas mais
pequenas e variadas coisas do quotidiano. Desde a namorada low-cost, aos sogros low‐cost,
nada parece impossível aos olhos deste gentil‐homem e benfeitor comediante.
Infelizmente, como um espetáculo de stand‐up comedy tem no mínimo uma hora, também vai
ter de fazer piadas. Desculpem.
‘O Intruso’, um espetáculo de stand‐up, música, sapateado e até magia. Só comédia
É que, pronto…
Para o encenar Marco Horácio convida Sónia Aragão. Uma das encenadoras de eleição
daquele que considera o seu mestre de palco: António Feio.
`O Intruso` é um desafio a que o ator se propôs para a próxima temporada artística. E sobre as
motivações que o trazem de regresso aos palcos a solo, Marco Horácio diz:
"-Não fui eu que decidi voltar a pisar as tábuas empoeiradas do teatro, mas sim a necessidade
perante este momento difícil que se vive, de trazer um pouco de esperança para o presente e
porque de facto, nenhum de nós, neste momento tem nada a perder. O importante é termos a
noção de que temos tudo a ganhar e que provavelmente o precisamos está mesmo ao nosso
lado. Abracem-se, brinquem mais com quem vos rodeia, oiçam mais quem vos está próximo,
digam o que sentem aos que mais amam! Isto nada nem ninguém vos pode tirar o taxar. O
meu convite é Simples: vamos rir na cara da crise!”
Ficha Artística/ Técnica:
Texto: Sem Nada a Perder
Actor: Marco Horácio
Escrito por:
Frederico Poiares
Henrique Dias
Roberto Pereira
Co-autor: Marco Horácio
Encenação: Sónia Aragão
Produção Executiva: Ana Teresa Soares
Som: Luis Ramos/Jorge Pina
Direção de Produção: Ana Soares Produções Lda
Imagem: Apertinance
Grafismos: MUNIQUE /Mónica Santos
Biografia:
Marco Horácio nasceu a 6 de Janeiro de 1974 na Alemanha.
No panorama artístico nacional é: apresentador, ator, humorista, criador e intérprete do
personagem Rouxinol Faduncho.
É acima de tudo um excelente entertainer que tem ao longo dos anos conquistado o público
português através da televisão e de um trabalho constante de apresentações ao vivo pelos
palcos de norte a sul do país.
Frequentou o curso de Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, e nos anos
seguintes participou em várias peças teatrais, das quais se podem referir:
“Não há nada que se coma” (1995),
“Bom Dia Benjamim” (1998), com encenação de António Feio e, no mesmo ano, “As aventuras
de João sem medo”, onde para além de ator foi responsável pela direção artística.
Ainda no teatro, participa em “O Quebra‐nozes” (1999), apresentado no Centro Cultural de
Belém, e em “Popcorn” (2000), com encenação de António Feio, no Teatro Villaret. Dois anos
depois, apresenta pela primeira vez ao público o espetáculo “Manobras de Diversão”.
No cinema participou em curtas‐metragens e em telefilmes. Alguns dos trabalhos em que
Marco Horácio participou estão ainda bem vivos na memória dos portugueses como: “O Filme
Da Treta” com António Feio e José Pedro Gomes e “Arte de Roubar” um filme de Leonel Vieira.
Em televisão tem uma capacidade transversal da representação à apresentação. Desde 1995
passa por séries televisivas como: “O Lampião da Estrela” (SIC), “O Fura‐Vidas” (SIC), “O
Bairro da Fonte” (SIC), “Pensão Estrela” (SIC) e “Médico de Família” (SIC), “Manobras de
Diversão” (SIC), “Camera Café” (RTP), “Equador” (TVI), “Família Mata” e finalmente “Rosa
Fogo”. Como apresentador esteve na frente de “Levanta-te RI” (2002 a 2005), de “Salve‐se
quem Puder”(2009/2010--‐SIC), “O Formigueiro”(SIC), foi criador de diretor artístico de Notícias
em 2ªMão (SIC) com Eduardo Madeira, “Ganha Num Minuto” na novela “Rosa Fogo” e
novamente como apresentador de “Formigueiro”.
No mundo da escrita estreou‐se com o livro “Como Tourear os espanhóis e Sair em ombros” e
editou ainda o livro Caixilhos e Laminados com Eduardo Madeira.
Em Rádio esteve durante 3 anos na rádio comercial com a Rúbrica “Caixilhos e Laminados”.
Faz ainda as dobragens nos principais filmes de animação: PANDA DO KUNG FU, Tartarugas
Ninjas e SHARK TALE.
Com “Rouxinol Faduncho”, gravou Cd’s e DVD e idealizou uma mini série para a RTP e
apresentou ainda dois musicais especiais ao Vivo (RTP /SIC). Desde 2006 dedicou-se ao vivo
exclusivamente ao projeto Rouxinol Faduncho, um musical humorístico, que conta com mais de
300 espetáculos e mais de 1 milhão de espectadores.
Dom 24 Nov 17h00
As Sete Trompetes do Apocalipse
Banda Amizade | Coral de S. Pedro de Aradas | Coral da Vera Cruz | Coro de Santa Joana
Música | M/3 | 5€
Sala Principal | 70 Min.
A Banda Amizade apresenta-se no concerto comemorativo do seu 179º aniversário
acompanhada por diversos grupos corais da cidade de Aveiro.
Os mais diversos textos da bíblia, ao longo da história da música ocidental, têm servido de
inspiração e de mote para a criação das mais diversas obras para quase todos os
agrupamentos musicais. Com este tema como mote, a Banda Amizade, acompanhada pelos
diversos grupos corais da cidade de Aveiro, um repertório originalmente escrito para Banda e
Coro.
Programa:
Tantum Ergo, de Carlos Marques
Las Siete Trompetas del Apocalipsis, de Oscar Navarro
Qui 28 + Sex 29 Nov 10h00 | 14h00 [Escolas]
Sáb 30 Nov 16h00 [Famílias]
Branca de Neve no Gelo
Famílias: Plateia 12,5€ Balcão 10€ | Escolas: 8€ | M/4
Sala Principal | 65 Min.
“Branca de Neve no Gelo” é uma criativa fusão da beleza da patinagem com diversas áreas
artísticas. Um espetáculo pleno de magia, cor, luz, movimento e muita alegria, proporcionado
por um talentoso conjunto de atores e patinadores profissionais.
Num reino fantástico de alegria e cor, vivia com o seu pai uma linda princesa de cabelos
negros e branca como a neve. Todos eram felizes até à chegada de uma misteriosa mulher
que consegue cativar o amor do Rei. A sua inveja e maldade vão levar a que Branca de Neve
viva peripécias e aventuras inimagináveis na companhia de alguns novos amigos.
DEZEMBRO’13
Ter 03 | 10 | 17 Dez 21h30
Cinema
Programação disponível em www.teatroaveirense.pt | 4€
Sessões de cinema na principal sala do concelho, com o apoio do ICA – Instituto do Cinema e
do Audiovisual.
Sáb 07 Dez 21H30
Tiago Bettencourt
Música | M/6 | Plateia 14€ | Balcão 12€
Sala Principal | 80 Min.
Autor de várias composições de referência da nova música portuguesa, Tiago Bettencourt
apresenta um concerto onde revisita os temas mais marcantes do seu percurso.
Foi há 10 anos que embarcou naquela que seria a sua primeira aventura em estúdio, com
Toranja, marcando para sempre o panorama musical português. A riqueza da simplicidade dos
seus poemas e melodias depressa captou a atenção do público e se “Esquissos” foi um
sucesso de vendas, o álbum “Segundo” também não ficou aquém. Temas inesquecíveis como
“Carta” e “Laços” são indissociáveis das suas melodias e da sua voz marcante.
Já em 2006 os Toranja anunciam uma pausa prolongada. É então que Tiago Bettencourt parte
para o Canadá e tendo como banda de apoio os Mantha, grava o álbum “Jardim”, editado em
2007 com o grande êxito "Canção Simples". Em 2010, é editado “Em fuga”com o single “Só
mais uma volta”. A mesma edição exclusiva CD DVD contém imagens inéditas de estúdio
durante a gravação de «Em Fuga», juntamente com uma filmagem de músicas do primeiro
álbum a solo do músico. O DVD resulta numa longa-metragem que acompanha vários
momentos da carreira do músico até ao presente álbum.
No final do ano de 2011 é editado o álbum, “Tiago na Toca e os Poetas”, um projeto à parte
que reúne uma série de poemas musicados por Tiago Bettencourt, bem como algumas versões
gravadas no verão de 2008, entre os álbuns “O Jardim” e “Em Fuga”. Neste álbum, que surge
acompanhado de um livro, Tiago o músico canta poemas de autores portugueses como
Florbela Espanca e José Carlos Ary dos Santos, na companhia de amigos, entre eles,
Carminho, Camané, Fernando Tordo, entre outros.
A 26 de Novembro de 2012 chega às lojas o mais recente trabalho de Tiago Bettencourt. O
regresso aos discos é também uma imensa celebração: reunido de convidados e munido dos
melhores momentos de uma carreira exemplar, «Acústico» assinala um percurso de uma
década de muitas experiências e sucesso, que não só revelou uma das maiores vozes
nacionais como trouxe um dos grandes autores da sua geração.
Registado num concerto único, em estúdio, em «Acústico» recria-se de forma simples e original
momentos incontornáveis como «Carta», o primeiro single, «Laços», «Canção Simples», «Só
Mais Uma Volta», entre muitos outros. Mas, na aventura de olhar o passado, «Acústico»
também apresenta as pistas para o futuro, através do inédito «Temporal».
«Acústico» nasceu num espetáculo íntimo, gravado no passado Verão, perante cerca de 60
pessoas. O álbum conta com duas colaborações de luxo: Lura e Jorge Palma. Segundo Tiago
Bettencourt, «este álbum é o que é: o conjunto das músicas que, desde o meu princípio como
músico, o grande público foi escolhendo como suas preferidas. Canções despidas e
rearranjadas, ao vivo, sem truques».
Dom 08 Dez 11h00 | 16h00
Cinema de Animação [Famílias]
Cinema | M/4 | 3€
Sala Principal | 60 Min.
Estas sessões de cinema transportam os mais jovens para uma viagem no cinema de
animação português.
Programa:
O reino do silêncio
Num reino onde o silêncio é lei, Gonçalo enfrenta tudo e todos para repor a normalidade.
Realização - Alunos Escola E. B. 2,3 Bento Carqueja
Produção - Agrupamento de Escolas, Bento Carqueja de Oliveira de Azeméis, Cine-Clube de Avanca
O circo (Portugal – 7’50’’)
Um divertido dia no circo…
Argumento e animação - Orlando Sá Silva; Filipe Matos; Ricardo Matos; Maria Manuel Sousa
Victoria Alici; Yuliana Alici; André Rodrigues; João Pedro Silva
Música - L`Apprenti Sorcier, Paul Dukas
Produção - Escola EB2.3 Prof. Dr. Egas Moniz, Avanca - Cine-Clube de Avanca
O relógio de Tomás (Portugal – 8’)
O tempo não volta atrás, e bem lá atrás, ficam momentos aos quais não damos o devido valor.
Com a chegada de um relógio mágico, Tomás vai ter o privilégio de “mandar no tempo”.
Ou irá este ensiná-lo a viver?
Realizador – Cláudio Sá
O Gato de Oblomov (Holanda – 11’)
À noite, durante uma tempestade, duas senhoras encontram um pequeno gato maltratado, do
qual elas decidem tomar conta. A sua afeição pelo terno gato rapidamente as torna rivais, até
elas descobrirem que o gato se está a aproveitar da sua caridade.
Realizador – Hans Richter
Música – Danny Van Spreuwel
Produtor – Ruud den Dryver
A menina que só tinha uma orelha (Espanha - 13')
Todas as crianças têm dois olhos, um nariz, uma boca, dez dedos e duas orelhas, ou não?
Allegra vai descobrir que há crianças de todo tipo.
Realizador – Álvaro Leon
Produtor – Ruben Coca
A árvore misteriosa da minha infância (Rússia - 10')
Uma história sobre o crescimento, onde os sonhos de infância – recheados de criaturas
fantásticas de contos de fadas, mundos inexplorados e catástrofes terríveis – desempenham
um papel importante. Quando um rapazinho perde o seu brinquedo favorito – um pequeno urso
de peluche – é arrastado para dentro do mundo da sua infância. No entanto, se ele quiser
crescer, deve destruir este reino.
Realizador – Natalia Mirzoyan
Produção – Animation Studio "Petersburg"
Obese blues (Suíça – 6’)
À hora da refeição, Frédérique vai ao frigorífico buscar uma cenoura. Na última fatia, ela tem a
horrível sensação de ter inchado. Ela vai a correr ao seu psiquiatra. Ele tranquiliza-a, conforta-a
e reforça a sua confiança. Mas isso não será suficiente…
Realizador – Jean-Marc Duperrex
Produtor – Nicolas Burlet
Produção – Nadasdy Film
Seg | Ter 09 | 10 Dez 10h00 | 14h00:
Cinema de Animação [Escolas]
Cinema | Escolas 2.º e 3.º Ciclo | 2€
Sala Principal | 70 Min.
Curtas-metragens de animação destinadas ao público escolar do 2.º e 3º ciclo de ensino.
Programa:
Zé e o pinguim (Portugal – 10’)
Os pais do Zé discutem continuamente, tornando a vida familiar num verdadeiro pesadelo. O
Zé só consegue desabafar com o seu amigo o Pinguim e é num desses dias azarados que
fogem de casa e se aventuram na feira montada na rua em frente. O Pinguim maravilhado com
tanta novidade acaba por provocar o caos, ao enfurecer uma das criaturas do comboio
fantasma - o Diabo.
Realização – Francisco Lança
Produção - Cineclube de Avanca
Lágrimas de um Palhaço (Portugal – 6’)
Esta é a história de um velho palhaço que leva uma vida rotineira e solitária. As decisões que
tomou aliadas ao acaso, conduziram-no até um presente infeliz.
Realizador – Cláudio Sá
Música – António Neves; Frederic Chopin; Moby; Zack Hemsey
Produção – Filmógrafo, Cineclube de Avanca
15 Bilhões de Fatias de Deus (Portugal – 9’)
Reza a História, que tudo começou com uma Grande Explosão. A questão é... porquê?
Realizador – Cláudio Jordão
Música – Joaquim Pavão
Vozes – Teresa Chaves, Carlos Duarte, Nelson Martins
Produção – KotoStudios, Cine-Clube de Avanca, Filmógrafo
A aula de natação (Bélgica – 10’)
Um jovem rapaz entra num novo mundo. A mãe de Jonas, de quatro anos, trá-lo à sua primeira
aula de natação. Jonas está com medo e quer ir para casa. Enquanto tentava fugir, cai na parte
profunda e ninguém se apercebe. Enquanto flutua com as suas braçadeiras, tem de tentar
salvar-se.
Realizador – Danny De Vent
Música – Johan Derycke
Produtor – Annemie DeGryse
Casa de cubos (Japão – 12’)
A casa é uma espécie de “bloco”. Um avô, que lá vivia, costumava construir casas em cima
desta à medida que o nível da água subia.
Esta é a história sobre as suas memórias em família.
Realizador – Kunio Kato
Argumento – Kenya Hirata
Música – Kenji Kando
Produtor – Masanori Kusakabe, Yuko Shin
Porque não Branca de Neve, já agora! (França - 14’)
É uma história do amor infindável de uma rapariga de onze anos, Lata, pelo seu pai.
Lata está a preparar uma canção para uma peça da escola, organizada para celebrar o
próximo Dia do Pai. Isto faz com que ela observe o pai mais de perto do que de costume.
Numa tentativa de descrever os seus sentimentos o melhor que pode, lentamente ela começa
a desvendar os seus segredos escondidos.
Realizador – Joel Olivier
Produtor – Alexandre Charlet
Oh, Paris! (Ucrânia – 8’)
Ver Paris e…
Realizador – Oleksandr Shmygun
Argumento – Oleha Lebet
Fotografia – Sergey Kuzhelny
Produtor – Vladimir Sakun
Sáb 14 Dez 21h30
A verdadeira história de Barbi
De José Pinto Correia
Teatro | M/12 | 1ª Plateia 12€ | 2.ª Plateia e Balcão 10€
Sala Principal | 80 Min.
O Regresso de “As Barbis”, 20 anos depois, uma alta comédia requintada que, divertindo, não
deixa de dizer muitas verdades.
“A Verdadeira História de Barbi”, de José Pinto Correia, parte de um universo anedótico
associado às “tias” portuguesas que encontramos algures entre Lisboa, Cascais e Sintra, mas
também em muitas outras cidades portuguesas, criticando-se de forma corrosiva, a vida de três
senhoras de meia idade da classe média–alta expondo as suas fantasias, ambições e
frustrações.
Porque se é certo que as personagens Tuxa, Kika e Babá (as três Barbis) vivem apoquentadas
pelo físico, pelas dietas, pelo dinheiro, a verdade é que elas são também mulheres afligidas
com a infidelidade dos maridos, com a solidão e com a constatação de um vazio existencial
para o qual foram empurradas pelas circunstâncias de uma vida fútil e superficial.
Curiosamente testam os seus limites morais e afrontam os seus próprios princípios pessoais e
sociais, de forma solidária e de grande cumplicidade feminina, quando um mordomo “lindo de
morrer” aparece em cena, estimulando emoções e sentimentos há muito apaziguados ou
reprimidos.
A brincar, entre gargalhadas e outros momentos mais sérios, “A Verdadeira História de Barbi” é
uma alta comédia que, divertindo, não deixa de dizer muitas verdades.
O que chamaria você ao Germano? Um figo?…
As tias andam desorientadas com o novo empregado doméstico da BÁBÁ – O GER
(Germano). Uma delícia de rapazinho que provoca aqueles instintos que estão nos
animaizinhos… tá a ver? E a que alguns chamam de pecados, outros de figuras de sintaxe…
enfim! O que chamaria você ao Germano? Um figo?
A personagem Germano é interpretada pelo bailarino DIMA.
BABÁ, a nova rica do grupo, casada com um empresário de sucesso, com negócios em
Angola e o filho a estudar na China, é a mais atrevida das três tias. Louca e mazinha, não olha
a meios para atingir os fins. O marido está mais ausente do que presente… mas ela sabe como
passar o tempo!
TUXA, de excelentes famílias, conservadora e católica, vive momentos de aflição com
dificuldades financeiras e afoga nos chocolates as ansiedades e as frustrações. Apesar da
arrogância do marido, prefere acreditar no amor dele do que pôr em causa a moral e os bons
costumes.
KIKA, uma burguesa bem sucedida, vive obcecada com dietas e operações plásticas.
Deslumbrada entre o pedigree da TUXA e o dinheiro e determinação da BABÁ, alia-se a todas
as provocações, decidida que está em não deixar para amanhã as seduções que pode fazer
hoje.
Dizer mal faz bem à pele
20 anos depois o regresso aos palcos
de A VERDADEIRA HISTÓRIA DE BARBI
Uma comédia original de José Pinto Correia, que estreou em 1993, e que foi vista por mais de
700 mil espectadores, regressa aos palcos de novo pelo GRUPO CASSEFAZ, e com os
mesmos atores (Miguel Abreu, F. Pedro Oliveira e Paulo Ferreira) a desempenharem as
mesmas personagens: A TUXA, a BABÁ e a KIKA. Celebrando 20 anos sobre a estreia,
matam-se saudades e apresentam-se as personagens e a peça a todas as novas gerações de
espectadores que, à data da estreia , ainda eram umas crianças!
A ação da peça decorre em casa da BABÁ, uma tia nova rica, que recebe as amigas TUXA e
KIKA para uma tarde de má língua e compras. Inesperadamente, porém, as amigas descobrem
que a anfitriã esconde um empregado doméstico, o Germano. Jovem e cheio de charme,
Germano abala todos os melhores princípios morais das amigas, há muito desprovidas de
atenção e carinho por parte dos maridos, desmascarando-se todo o jogo social! Não fosse
também A Verdadeira História de Barbi um retrato de um eterno Portugal do faz de conta e
da ostentação, das cunhas e dos favores!
A composição dos atores é outro motivo acrescido para o público assistir a este espetáculo. O
recurso ao “travestismo” é, aqui, entendido como expressão estética de questionação de
identidade e de crise social, com impacto não só sociocultural mas também político. Como
escrevia Eugénia Vasques no semanário Expresso, em 1993, “mais do que a parodização de
três estereótipos sociais femininos – uma Babá, uma Tuxa e uma Kika, personagens retiradas
de um imaginário socialmente “bem” e intelectualmente fútil – o que os criadores nos propõem
é, sob o ponto de vista do teatro, o confronto com a difícil composição de personagens
femininas mais espessas que a mera caricatura e, sob o ponto de vista humano, uma séria
reflexão sobre a solidão e a cumplicidade humana. Elas são também seres humanos
despedaçados, ocultados em comportamentos de manual, mulheres abandonadas à procura
do que o belo empregado doméstico afinal, sem esforço, lhes poderá oferecer: um momento de
atenção e uma hipótese de reconhecimento da sua feminilidade esquecida”.
Porquê o regresso de “As Barbis”?
• Sobretudo, porque cada vez mais pessoas nos perguntam: quando voltam a fazer As Barbis?
• Porque, passados 20 anos, desejamos regressar ao contacto com o público e viver
cumplicidades que fazem deste espetáculo muito mais do que uma simples comédia.
• As Barbis são, para muitos, sinónimo de divertimento crítico e inteligente, desafio a
convenções sociais, políticas e culturais de um Portugal que continua hipócrita, cinzento, snob
e novo rico.
“As Barbis” estão de volta porque:
Porque o país está uma neura! (Maria Anahory)
Porque é Verão e queremos rir! (Susana Sousa Pinto)
Porque são precisos outros tipos de humor e de comédia! (Odete Sampayo)
Há mais comédia para lá do Stand-up!!!! (Isabel Morgado)
Porque elas são “uns” queridos e compreendem muito bem as mulheres! (Maria José Costa)
Comentários da imprensa…
“esta peça, despida de qualquer artifício cénico, é um espetáculo que deve ser visto”,
aconselhava em 1993 o jornal Sete através da crítica Clara Nunes Correia.
“Barbis: ainda bem que voltaram”
“Um texto contundente, escorreito e eficaz”
“Um trabalho notável de composição dos atores”
“A representação só por si vale o espetáculo: os retratos das três personagens são perfeitos”
“Uma verdadeira lição de como o teatro pode divertir inteligentemente”
“Assim vale mesmo a pena ir ao teatro”
“Uma comédia hilariante”
Ficha Artística / Técnica:
Texto: José Pinto Correia
Encenação: Alexandre de Sousa com recriação coletiva pelos atores
Coreografia: Recriação coreográfica coletiva a partir do original de Rui Nunes
Assistente coreográfico na reposição: Elisa Ferreira
Interpretação, por ordem de entrada em cena: F.Pedro Oliveira (Babá), Miguel Abreu (Tuxa),
Paulo Ferreira (Kika) e Dima (Germano).
Caraterização: Raquel Pavão ou Magali, Ruben Marques
Cabeleireiro: Paulo Cruz
Produção Executiva: Rita Sousa Guerreiro, Ruben Marques, Sofia Duarte, Miguel Abreu
Design gráfico: Luis Chimeno Garrido
Desenho de Luz: Gonçalo Costa
Som: Luís Soares
Operação de Som e Luz: Luís Soares
58ª produção do Grupo Cassefaz em parceria com a UAU
Links:
www.cassefaz.com
José Pinto Correia, o autor, é médico de profissão, mas iniciou em 1991 uma colaboração
intensa com o Grupo Cassefaz para o qual escreveu: Cabaret das Virgens(1991), A Verdadeira
História de Barbi (1993), A Branca de Neve e os 5 Anões (1994), O Poder das Barbis (1995) e
2001-A Odisseia das Barbis (1999).
F. Pedro Oliveira (actor)
Iniciou-se no Teatro em 1985 no Grupo "ContraRegra". Mais tarde ingressa no Curso de
Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema, que conclui em Julho de 1989.
Participou já em inúmeros Espectáculos donde se destaca: Dos Horácios e Curiácios à Noite,
com encenação de Antonino Solmer no Grupo "ContraRegra"; A Terceira Margem do Rio e
Bichos, ambos com encenação de João Brites, no Grupo de Teatro "O Bando"; Auto-Retrato e
A Festa, ambos com coreografia de Madalena Victorino, No Tempo em Que os Instrumentos
Falavam, criação colectiva com Joana Amorim e Joana Bagulho. Desde 1996 tem criado e
participado em espectáculos, ateliers e animações dedicados às crianças, nomeadamente nos
projectos Música para Pais e Filhos, O Livro Mágico, entre outros. Desde 2003 é director
artístico do projecto de teatro interactivo Salto no Escuro.
Miguel Abreu (actor e produtor)
Estreou-se em 1984 em Deseja-se Mulher, encenação de Fernanda Lapa, no CAM-Fundação
Calouste Gulbenkian. Fundou e dirige desde 1987 a produtora cultural Cassefaz e é desde
1999 presidente da Academia de Produtores Culturais. Foi diretor do Maria Matos Teatro
Municipal (1999-2004), programador de teatro do Centro Cultural de Belém (2000-2004),
programador de teatro e diretor de produção de Faro-Capital Nacional da Cultura, 2005. Desde
2009 é diretor do Festival Todos-Caminhada de Culturas, para a Câmara Municipal de Lisboa.
Foi jurado do programa televisivo Toca a Mexer (SIC, 2012). Entre 1993 e 1999 dedicou-se
também às Barbis, que agora revisita.
Paulo Ferreira (actor)
De 1981 a 1993, integra o elenco da Comuna, como actor e como assistente de encenação de
João Mota a partir de 1986. Desde 1994 e até à data passa por várias experiências individuais,
como actor e como encenador. É autor de 11 peças de teatro e 1 guião para um filme,
realizado por Artur Ribeiro e exibido pela TVI. É também em 1994 que cria o projecto
"Educação, Cultura e Criação de novos Públicos", projecto global de orientação pedagógica a
projectos culturais, pontuais, realizados em Câmaras Municipais, Juntas de freguesias e
entidades privadas. Em 2000 aceita o convite da então NBP-produções televisivas,
actualmente PLURAL, para fazer a Direcção de Actores e Coordenação de Elenco de novelas
para televisão. Actualmente integra os quadros da Plural trabalhando no Departamento de
Elencos exercendo as funções de direcção nos castings e coordenação dos vários workshops
de interpretação.
Cassefaz
Primeira produtora cultural independente criada em Portugal em 1987, a Cassefaz tem sido
responsável por um conjunto de projetos artísticos, estruturais e de conceptualização, na área
da produção cultural em geral e do teatro em particular. Responsável e co-responsável pela
criação de estruturas como CENTA (Vila Velha de Ródão), Fórum Dança (Lisboa), Centro
Internacional de Teatro (Lisboa) ou Academia de Produtores Culturais (Lisboa). Também
responsável por projetos editoriais como a revista O Actor, Guia das Artes do Espetáculo I e II,
Guia das Artes Visuais e do Espetáculo, Carta Estratégica dos Teatros de Lisboa.
Simultaneamente foi produzindo dezenas de espetáculos de teatro que refletem preocupações
estéticas e de proximidade a diversos artistas e públicos. Muito atenta ao universo do feminino,
a Cassefaz tem sido responsável por um conjunto de espetáculos onde as mulheres são
protagonistas como: Salazar-Deus, Pátria, Maria; Amélia-Princesa de França, Rainha de
Portugal; Vieira da Silva Par Elle Même; O Último Minuto na Vida de S.; Amália em Nova
Iorque; Irmã Lúcia-Uma Oração. Neste contexto se inscreve, igualmente, a saga de As Barbis
ainda que, e curiosamente, seja um espetáculo interpretado só por homens.
O mesmo elenco, com os actores F. Pedro Oliveira, Miguel Abreu, Paulo Ferreira. O primeiro
texto, de 1993, revisto e atualizado. Novo Guarda Roupa. Novo look. Uma coisa mantém-se: a
certeza de que “dizer mal faz bem à pele”
Vinte anos depois da estreia em Lisboa (Maio de 1993) de “A verdadeira história de Barbi”
(assim mesmo com i no fim) os atores Miguel Abreu, Paulo Ferreira e F. Pedro Oliveira voltam
a juntar‐se para dar, de novo, voz, corpo e alma às personagens Tuxa, Kika e Babá que, com
as suas peripécias, esgotaram, entre 1993 e 1999, os Teatros Maria Matos e Villaret e se
apresentaram de norte a sul do país em mais de 40 salas fazendo rir mais de 700 mil
espetadores. Alta comédia requintada, muito rara na produção dramática portuguesa!
O texto de José Pinto Correia, parte do universo anedótico associado às “tias” e critica, de
forma corrosiva, a vida de três senhoras de meia idade da classe média–alta de Lisboa
explorando as suas fantasias, ambições e frustrações. O contexto da intriga é o Portugal do faz
de conta e da ostentação, das cunhas e dos favores, das mulheres humilhadas pelos maridos,
da solidão feminina, da má-língua e da falsa moral sublinhando a hipocrisia com cinismo, de
forma hilariante.
Na plateia, as Barbis esperam poder contar com uma geração que as recorda, com carinho, e
com uma nova geração que as vai conhecer, pela primeira vez, e espantar‐se com os
pormenores da imitação extremada dos atores (na difícil composição de personagens
femininas mais espessas que a mera caricatura), com os quais a plateia se identifica
reconhecendo, sempre, nas personagens, uma familiar, amiga, colega ou conhecida muito
parecida. Por dentro e por fora...
Este é um espetáculo extremamente feminino que não deixa contudo de divertir os homens
que assim contactam com a maledicência e solidariedade feminina de um conjunto de
mulheres maduras de forma muito íntima.
Se não pode fazer plásticas aposte em 3 HORAS DE CARACTERIZAÇÃO diária
Dois caracterizadores (Raquel Pavão e Ruben Marques) e um cabeleireiro (Paulo Cruz)
encarregam-se de transformar os actores Miguel Abreu, Paulo Ferreira e F. Pedro Oliveira em
três sofisticadas senhoras da melhor sociedade. O processo diário de transformação dura
cerca de três horas. Milagres da caracterização, sem botox nem peelings! Excelente ocupação
para os tempos livres.
Seg 16 a Sex 20 Dez 10h às 18h
Natal Artístico no T.A.
pela Pantopeia
Famílias | 6 aos 14 anos | 75€ [Inscrições até 2 dias antes]
Sala Estúdio | Lotação: 20 crianças por turma | 40 horas (8h./dia)
Atividade dinamizada pela Pantopeia que se traduz numa ocupação diferente das férias do
Natal, oferecendo aos mais novos atividades artísticas cheias de espírito natalício!
Pretende-se desenvolver a criatividade, a imaginação e a motricidade, explorar as
potencialidades e limitações do corpo e mente, aprender a manusear uma câmara de filmar,
experimentar fazer malabarismo e equilibrismo, mas acima de tudo que todos se divirtam muito
no processo.
São 5 dias, na interrupção letiva do Natal de 2013 – 16 a 20 de Dezembro - em que cada um é
preenchido com uma atividade específica. Esta atividade envolve cerca de 6 formadores /
professores / artistas e 4 monitores que estarão cerca de 9 horas por dia com as crianças e os
materiais, bem como um seguro de acidentes pessoais, já estão incluídos no preço de
participação.
Objetivos: Oferecer atividades de cariz formativo ou de contacto informal com as artes. Para o
público especializado e não especializado. Uma forma inicial de contacto e também como
aprendizagem ao longo da vida para quem trabalha ativamente nas áreas a abordar.
Oficinas: Teatro; Expressão Plástica, Pintura e Ilustração; Cinema, vídeo de animação; Jogos
Tradicionais e Movimento Criativo.
Público-alvo: Crianças dos 6 aos 14 anos.
Datas: 16 a 20 de Dezembro de 2013.
Horário das atividades:
9h – 9h45: chegada dos participantes
10h: início das actividades
11h30 – 12h: intervalo / reforço alimentar da manhã (indoor ou outdoor)
13h – 14h20: período de almoço (no Café Palácio, a 2min / ou no bar do T.A.)
16h – 16h30: intervalo / reforço alimentar da tarde (indoor ou outdoor)
18h: fim das actividades
18h – 18h30: recolha dos participantes
Refeições: O serviço de refeição, estimado em 4,2€/dia, não está incluído no valor de
inscrição. É um serviço que é disponibilizado ao participante com almoço completo incluindo:
sopa, água e sumo, prato principal (com uma alternativa constante) e sobremesa (que varia
entre fruta, semi-frio, gelado e gelatina, entre outras opções). Em alternativa o participante
pode trazer refeição para o Teatro Aveirense e usar o espaço do bar do T.A. (com microondas).
Requisitos: Vestuário adequado ao desenvolvimento das actividades específicas de plástica,
movimento e teatro (confortável e desgastada, se possível). Reforço alimentar da manhã e da
tarde. Água.
Inscrições: 75€ (inclui seguro de acidentes pessoais), com antecedência mínima de 2 dias.
Tel.: 234 400 920. E-mail: [email protected]
O Teatro Aveirense e a Pantopeia reservam-se ao direito de cancelar a atividade caso não haja
número mínimo de inscritos para a formação de turmas. Após atingido o limite máximo por
turma, as inscrições seguintes entrarão em lista de espera para formação de uma nova turma,
caso seja possível mediante os recursos humanos e logísticos disponíveis.
A Pantopeia
A Pantopeia - Associação Cultural de Criação e Promoção Artística foi criada em Outubro de
2010, com o objetivo de estabelecer uma plataforma de encontro de vários profissionais ligados
às artes do espetáculo, do audiovisual e da educação artística com a qual podem ser
desenvolvidos projetos específicos no domínio da criação/produção artística, formação / arteeducação, investigação, promoção, entre outros, tendo sempre em vista uma ligação e
estreitamento de relações com a comunidade. Tem trabalhado ativamente nos últimos 3 anos
com as faixas etárias mais novas, quer em contexto letivo ou não letivo (nas AEC e nas
interrupções, além de outras iniciativas).
Através do seu coletivo de arte-educação, gere o projeto "Artes&Palco" que está a ser
desenvolvido há três anos nas Atividades de Enriquecimento Curricular (“Artes&Palco nas
AEC”), junto dos alunos do primeiro ciclo de ensino básico do Agrupamento de Escolas de
Aveiro, contando com vários professores e colaboradores nas áreas de dança, teatro,
expressão plástica, cinema e 1º e 2ºCEB. Foi também responsável pela dinamização da
valência “Artes&Palco no Verão”, atividade de ocupação dos tempos não-letivos que vai agora
para sua terceira edição (no ano passado contou com a “parceria” do Teatro Aveirense) e com
formação artística pluridisciplinar, tal como movimento, expressão corporal, plástica e
dramática, teatro, vídeo, cinema, teatro e jogos tradicionais. Implementa ao longo do ano
atividades temáticas dirigidas a vários públicos, nomeadamente para os mais novos. Pauta o
seu trabalho pelo estreito relacionamento entre a educação e as artes no geral, colaborando
com profissionais das várias áreas e não só com professores / formadores.
Qua 18 + Qui 19 Dez 18h30
Banda Sinfónica e Coro do CMACG
Música | M/6 | 2€
Sala Principal | 90 Min.
Estarão em palco cerca de 350 alunos do Conservatório de Música de Aveiro de Calouste
Gulbenkian com direção de Carlos Pires Marques.
Programa:
1.ª parte
Aegean Festival Overture - Andreas Makris
Once Upon a Starry night - Ruth Elaine Schram and John Jacobson
2.ª parte
Alma - Cantata op. 23 - Luis Cardoso
Solista - Susana Milena (Soprano)
Sáb 21 Dez 21h30
Lago dos Cisnes
Russian Classical Ballet
Dança | M/3 | Plateia 25€ | Balcão 22€ | Descontos: grupos 10 a 19 pax: 10% | grupos 20 a 29
pax: 15% | grupos > 30 pax: contactar
Sala Principal | 140 Min. (c/ intervalo)
Uma narrativa encantadora com sumptuosos cenários, maravilhosos figurinos e um
deslumbrante leque de melodias que compõem esta grande obra-prima do ballet clássico.
Este Natal a Classic Stage orgulha-se de apresentar o bailado Lago Dos Cisnes – nova
produção 2013 – interpretado pela Russian Classical Ballet, liderada por Evgeniya
Bespalova.
LAGO DOS CISNES é considerado o mais espetacular dos bailados clássicos, repleto de
romantismo e beleza, é epítome dos bailados clássicos; a coreografia exige dos bailarinos
destreza e aptidão técnica na representação das personagens da história. A sua popularidade
é por outro lado motivada pela música inspirada de Tchaikovsky, mas também a coreografia
inventiva e expressiva de Petipa que, relacionando o corpo humano com os movimentos de um
cisne, revela a sua genialidade, o seu potencial coreográfico e criatividade artística.
Lago Dos Cisnes narra a história de um príncipe que procura a mulher ideal e vê na figura do
cisne a suavidade e o encanto feminino, que o deixam loucamente apaixonado. Mas, na
verdade, o cisne é a transfiguração de uma bela princesa encantada, um tema de verdadeira
poética romântica.
“Preservar a tradição do Ballet clássico russo”. Esta é a missão da Russian Classical
Ballet, uma companhia composta por um elenco de bailarinos graduados pelas mais
conceituadas escolas coreográficas: Moscovo, São Petersburgo, Novosibirsk, Perm, Alma-Ata
e Kiev; artistas principais em alguns dos mais prestigiados teatros de dança: Mariinsky Theatre
- Kirov, Kremlin Ballet Theatre, Rimsky-Korsakov Saint Petersburg State Conservatory,
Novosibirsk Opera & Ballet Theatre e Perm Opera & Ballet Theatre, entre outros teatros, dão
corpo a esta companhia que concilia a mestria e experiência de bailarinos Internacionais, com
a irreverência de jovens talentos emergentes no panorama da dança clássica.
Ficha Artística:
Música Pyotr Ilyich Tchaikovsky
Libreto Vladimir Begichev e Vasily Geltzer
Coreografia Marius Petipa e Lev Ivanov
Cenografia Russian Classical Ballet
Figurinos Evgeniya Bespalova
Première a 27 de Fevereiro de 1877, no Teatro Bolshoi, em Moscovo
Links:
Vídeo http://www.youtube.com/watch?v=mXejSecbHWc
www.classicstage.pt
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