OS HÁBITOS DE CONSUMO DE CHIMARRÃO EM PORTO ALEGRE

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PESQUISA DE MARKETING
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
ADM01163 – PESQUISA EM MARKETING
OS HÁBITOS DE CONSUMO DE
CHIMARRÃO EM PORTO ALEGRE
PORTO ALEGRE, ABRIL DE 2002
PESQUISA DE MARKETING
AUTORES
Alessandra Moreno de Aguiar
João Fábio Siqueira Santos
André Luís Prestes Alves
José Cláudio Soligo Soares
Andreia Duarte de Lima
Leandro Martins Stumpf
Aurélio Francisco Klein
Leandro Schwartzman
Bernardo Jose da Cunha
Luciano Barin Cruz
Carlos Strehl Neujahr
Luciano Lucca
Carolina Diehl Berquo
Lúcio Ferraro Ludwig
Caroline Agne Vanzellotti
Marcelo Araldi Mendonca
Cesar Augusto Scherer
Marcos Lanzer de Souza
Claudia de Souza Libanio
Maria Del Carmen da Silveira Genehr
Cristian Robinson Rosa
Mariana Goncalves de Carli
Daniel Saldanha Toledo
Moisés Suris da Costa
Dilney Albornoz Gonçalves
Rafael Dias Puerta
Diogo Alberto Genehr
Raul Tagliaro
Douglas da Rosa Munchen
Ricardo Braga Wanderley
Fernanda Volpato Folberg
Steven Spohr Welter
Gisela Ribeiro Ko Freitag
Tiago Heinen Koehler
Jacson Eliseu Bernardo
Vinícius da Cunha
PESQUISA DE MARKETING
SUMÁRIO
AUTORES ......................................................................................................................... 2
SUMÁRIO.......................................................................................................................... 3
1.
APRESENTAÇÃO...................................................................................................... 4
2.
INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 5
3.
OBJETIVOS DA PESQUISA...................................................................................... 6
3.1 OBJETIVO GERAL ..................................................................................................... 6
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS .......................................................................................... 6
4.
ANÁLISES E RESULTADOS..................................................................................... 7
4.1 PERFIL DA AMOSTRA ................................................................................................ 7
4.2 ANÁLISE DAS QUESTÕES ........................................................................................... 9
CONCLUSÕES ............................................................................................................... 18
BIBLIOGRAFIA............................................................................................................... 20
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1. APRESENTAÇÃO
"(...) Disso podemos nos orgulhar. O McDonald's está em
todo o mundo, a Coca-Cola também, mas o chimarrão
continua sendo autenticamente gaúcho. A pergunta é: por
quê? Porque não aconteceu com a erva-mate o mesmo que
com o café e o tabaco, transformados em "commodities"
globais? Exatamente por isso, porque o chimarrão não é
cômodo. A térmica dispensa o fogo e o trempe, mas, de
qualquer modo, preparar a infusão continua requerendo
elaborado ritual, muito mais elaborado do que extrair um
cigarro do maço e acendê-lo. Não houve maneira de
industrializar o chimarrão como foi feito com o café, com o
cacau, com o tabaco e até mesmo com a cocaína(...)"
Moacyr Scliar
1
O presente estudo é objeto da disciplina ADM01163, intitulada Pesquisa de
Marketing, da Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e
foi realizado pelos alunos da turma do segundo semestre do ano de 2001, coordenados
pelo Professor Walter Nique. Ao iniciar-se a disciplina, era necessário que os alunos
escolhessem um tema, optou-se pelo seguinte assunto: o Hábito do Consumo do
Chimarrão na cidade de Porto Alegre.
1
Jornal Zero Hora - Caderno Vida, 19/09/98
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2. INTRODUÇÃO
Apresenta-se aqui uma análise de grande valia para a comunidade gaúcha, devido à
relevância do tema para a população do estado, e sua grande influência na tradição e
cultura gaúcha. Acompanhando todos os acontecimentos históricos, o chimarrão se
difundiu em muitos lares gaúchos, tornando-se uma marca do povo riograndense. A partir
dele somos facilmente identificados dentro e fora do território gaúcho.
Nos últimos anos o consumo de chimarrão vem crescendo no Rio Grande do Sul. A
onda de valorização da música e do tradicionalismo gaúcho, iniciada com a criação da
Califórnia da Canção Nativa, multiplicou-se através de mais de quarenta festivais do
gênero e levou o povo riograndense a descobrir (ou redescobrir) o
chimarrão, a
bombacha, a alpargata e outras coisas da terra.
Sentiu-se a necessidade de averiguar se realmente o consumo do chimarrão tem
aumentado na capital dos gaúchos, e principalmente, como os porto-alegrenses tomam
chimarrão. Nosso interesse é conhecer um pouco mais sobre este hábito arraigado nos
costumes gaúchos e tentar interpretá-lo dentro do contexto da cidade de Porto Alegre. A
questão que se levanta é a seguinte: Será o chimarrão realmente um símbolo da cultura
gaúcha?
Neste intuito, a pesquisa, objeto deste estudo, procura elucidar dúvidas e questões
que possam surgir quando se pensa em chimarrão e na simbologia que o cerca. A partir
destes questionamentos, a problemática da pesquisa torna-se evidente: saber qual a
percepção da sociedade porto-alegrense quanto ao hábito do consumo do chimarrão.
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3. OBJETIVOS DA PESQUISA
3.1 Objetivo Geral
Identificar os hábitos de consumo de chimarrão em Porto Alegre.
3.2 Objetivos Específicos
•
Identificar o perfil dos consumidores;
•
Verificar a freqüência de consumo;
•
Identificar as associações feitas pelos consumidores com outros hábitos sociais
e de consumo;
•
Identificar os símbolos que os consumidores de chimarrão associam à bebida.
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Optou-se pelo método de entrevista, por se mostrar mais versátil e rápido,
apresentar menor custo e pelo fato de poder ser usado para obter a grande maioria dos
tipos de dados existentes.
Elemento De Pesquisa
Homens e Mulheres, com no mínimo 16 Anos.
Abrangência
Cidade de Porto Alegre
Período De Realização
23 e 24 de março de 2002.
Tabela 2-1 (Características da Amostra)
4. ANÁLISES E RESULTADOS
Foram realizadas 681 observações nos domicílios de Porto Alegre com moradores
que tomam chimarrão. Os moradores que não tomam chimarrão ou que não quiseram
responder ao questionário totalizaram 315 observações. Isto significa que, praticamente
32% dos domicílios abordados não possuíam tomadores de chimarrão ou simplesmente
as pessoas se recusaram a responder.
4.1 Perfil da Amostra
Distribuição dos tomadores de chimarrão por idade e por sexo
Idade
Jovens
Adultos
Sênior
TOTAL
Sexo
Masculino
Feminino
23,3%
24,8%
54,3%
54,6%
22,4%
20,6%
TOTAL
24,0%
54,4%
21,5%
100%
100%
100%
Através da análise da tabelas acima percebe-se que a maioria (54,33%) dos
entrevistados situa-se na faixa de 30 a 55 anos (adultos), sendo que 23,94% da amostra
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representam adultos jovens (de 16 a 30 anos), e 21,44% adultos sênior (acima de 55
anos). Em relação ao sexo, a amostra apresenta-se bem distribuída. Das 680
observações, 49,85% pertencem ao sexo masculino, e 50,15% ao sexo feminino.
Distribuição dos tomadores de chimarrão por local de nascimento
336
49,34%
45,67%
3,67%
0,73%
0
Porto
Alegre
Interior
Outros
Estados
Outros
Países
Distribuição dos tomadores de chimarrão por Classe Sócio-Econômica
Classe Sócio-Econômica
No. cit.
Freq.
A1
36
5,3%
A2
113
16,6%
B1
158
23,2%
B2
159
23,3%
C
165
24,2%
D
49
7,2%
E
TOTAL CIT.
1
0,1%
681
100%
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4.2 Análise das questões
Freqüência de Consumo de Chimarrão
348
51,10%
32,31%
12,63%
3,96%
0
1 a 2 dias 3 a 4 dias 5 a 6 dias Todos os
dias
Dia da semana preferido para tomar chimarrão
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359
52,72%
26,43%
16,74%
3,82%
0
Todos os
dias
Somente
no fim-de
-semana
Somente no Não tem dia
meio de
preferido
semana
Turno em que se toma chimarrão
3,24%
Manhã
15,04%
Tarde
Noite
39,82%
41,89%
Local preferido para consumo de chimarrão
Outro
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Local
Parques/Praças
No. cit.
Freq.
54
7,93%
Praia
9
1,32%
Rua
22
3,23%
2
0,29%
536
78,71%
Local de Trabalho
40
5,87%
Outros
18
2,64%
681
100%
Eventos
Casa
TOTAL OBS.
Com quem se toma chimarrão
No. cit.
Freq.
Familiares
420
61,67%
Amigos
112
16,45%
Acompanha
Colegas
34
4,99%
Sozinho
100
14,68%
15
2,20%
681
100%
Outros
TOTAL OBS.
Freqüência em que se aceita chimarrão numa roda
Aceitação
No. cit.
Freq.
Nunca
62
9,10%
Quase nunca
75
11,01%
Eventualmente
195
28,63%
Quase sempre
141
20,70%
Sempre
208
30,54%
TOTAL OBS.
681
Média= 3,53 Desvio-padrão= 1,28
100%
Quem geralmente prepara o chimarrão
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Preparação
No. cit.
Freq.
Pai/Mã
40
5,89%
Irmãos
14
2,06%
Avós
8
1,18%
17
2,50%
60
8,84%
Você mesmo
418
61,56%
Cônjuge
78
11,49%
Outros
44
6,48%
TOTAL CIT.
679
100%
Colegas de
T b lh
Amigos
O que se faz enquanto toma chimarrão
Atividades
No. cit.
Freq.
Conversa
399
58,59%
Assiste TV
109
16,01%
Ouve Música
34
4,99%
Estuda
14
2,06%
Trabalha
41
6,02%
Lê
37
5,43%
Nada
12
1,76%
Outros
35
5,14%
TOTAL OBS.
681
100%
Com quem se aprende a tomar chimarrão
Aprendizado Social
No. cit.
Freq.
Pai/Mã
425
62,50%
Irmãos
9
1,32%
Avós
78
11,47%
Colegas de
T b lh
Amigos
10
1,47%
68
10,00%
Cônjuge
41
6,03%
Outros
39
5,74%
Não
l b CIT.
TOTAL
10
1,47%
680
100%
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Com quem se aprende a preparar chimarrão
307
45,08%
15,42%
7,49%
6,46%
1,03%
0
Pai/Mãe
Irmãos
8,81%
9,10%
Outros
Não sei
preparar
5,58%
1,03%
Avós
Colegas
de
Trabalho
Quem geralmente compra a erva-mate
Amigos
Sozinho
Cônjuge
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No. cit.
Freq.
Pai/Mãe
57
8,72%
Irmãos
12
1,83%
Avós
2
0,31%
Compra de Erva
Colegas de Trabalho
Amigos
Marido/Mulher
Filhos
9
1,38%
21
3,21%
121
18,50%
10
1,53%
402
61,47%
Outros
16
2,45%
Não sei
4
0,61%
654
100%
Você mesmo
TOTAL CIT.
Acessórios mais utilizados para tomar chimarrão
633
46,44%
27,15%
8,22%
9,98%
6,97%
1,25%
0
Apoio
Garrafa Chaleira
para cuia
Térmica
Filtro
para
bomba
Bolsa
para
Carregar
Outros
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Fidelidade à erva-mate
5,02%
14,18%
31,17%
Nunca
Quase nunca
Eventualmente
Quase sempre
sempre
20,09%
29,54%
Freqüência de consumo por tipo de erva-mate
Pura
Erva que já vem com chá
Pura e depois coloco algum tipo
de chá
37,41%
48,31%
14,29%
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Como se ouve música gauchesca
265
39,49%
23,99%
22,50%
8,94%
2,83%
1,64%
0
CD
Rádio AM Rádio FM
TV
Fita
Cassete
Freqüência de consumo de churrasco
Churrasco
Mais de uma vez por semana
No. cit.
Freq.
73
10,72%
Pelo menos uma vez por semana
254
37,30%
Mais ou Menos uma vez a cada 15 dias
163
23,94%
Pelo menos uma vez por mês
149
21,88%
Não como churrasco
TOTAL CIT.
42
6,17%
681
100%
No. cit.
Freq.
554
83,31%
Com quem se come churrasco
Acompanha Churrasco
Familiares
Colegas de Trabalho
13
1,95%
Amigos
68
10,23%
Outros
13
1,95%
Não sei
17
2,56%
665
100%
TOTAL CIT.
0,60%
Ao Vivo
Não Ouço
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Hábitos associados ao chimarrão
A maioria das pessoas que toma chimarrão...
Média
Desvio Padrão
Faz churrasco
3,76
0,97
Toma quando reunido com os amigos
3,72
1,00
Toma porque é rotina
3,14
1,13
Escuta música tradicional do RGS
2,91
1,10
Joga futebol
2,85
1,03
Vai a eventos gaúchos
2,62
1,02
Faz corrida
2,59
0,94
Freqüenta academia
2,49
0,95
Participa de grupos de dança
2,30
0,86
Se pilcha
2,24
0,86
Surfa
2,08
0,82
Toma porque é moda
2,02
0,82
O chimarrão está associado ao churrasco, pois houve uma alta concordância com a
afirmação « A maioria das pessoas que toma chimarrão faz churrasco » (média 3,76).
Estatísticas descritivas da percepção do aumento do consumo do chimarrão em Porto
Alegre e dos gaúchos que foram morar fora do RS.
Média
Desvio
Padrão
Atualmente se toma mais chimarrão em POA do que antigamente
3,66
1,07
Quem vai morar fora do RGS toma chimarrão
3,96
0,84
Os entrevistados consideram que se toma mais chimarrão hoje em dia, em Porto
Alegre, do que antigamente,.e que as pessoas que vão morar fora do Estado mantêm o
hábito do chimarrão, mostrando que o chimarrão representa também uma afirmação da
personalidade diferenciada do gaúcho.
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Estatísticas descritivas da simbologia regional do chimarrão
Média
Desvio Padrão
Símbolo do RGS
4,39
0,76
Símbolo do interior
3,14
1,13
Símbolo porto-alegrense
2,82
1,13
Não é símbolo
1,90
0,93
Pode-se afirmar que os entrevistados consideram o chimarrão um símbolo do Rio
Grande do Sul.
Estatísticas descritivas de valores associados ao chimarrão
A maioria dos tomadores chimarrão considera o chimarrão
um...
Média
Desvio Padrão
Símbolo de integração
4,03
0,76
Símbolo de herança dos antepassados
3,99
0,84
Símbolo de hospitalidade
3,98
0,78
Símbolo familiar
3,94
0,83
Símbolo de amizade
3,86
0,86
Símbolo de descontração
3,86
0,81
Símbolo de fraternidade
3,71
0,90
Símbolo de afirmação da personalidade gaúcha
3,62
1,14
Símbolo de solidariedade
3,45
1,05
Símbolo de respeito
3,40
1,07
Símbolo de cumplicidade
3,35
1,05
Símbolo de democracia
3,08
1,07
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CONCLUSÕES
A realização deste estudo tinha como objetivo principal descrever o hábito de
consumo de chimarrão em Porto Alegre, com base no perfil dos consumidores, na
freqüência de consumo, nas associações realizadas pelos consumidores e símbolos
representados pelo chimarrão.
Uma importante observação é de que o chimarrão está presente em todas as
classes sociais, com maior número de consumidores nas classes B e C que totalizaram
70,7% da amostra.
A freqüência de consumo levantada dividiu a amostra em dois grandes grupos:
pessoas que tomam chimarrão 1 a 2 vezes por semana (32,31% dos entrevistados) e
pessoas que tomam todos os dias (51,1%).
No cruzamento da freqüência de consumo por classe social, percebe-se que os
entrevistados da classe A tendem a tomar chimarrão entre 1 a 2 dias por semana, e, na
maioria das vezes, nos fins-de-semana. Isto vem ao encontro da constatação de que o
chimarrão é um hábito mais da classe-média do que das classes mais altas e mais
baixas.
A fidelidade do consumidor também está relacionada à família, 85,72% dos
consumidores preferem erva pura ou com algum tipo de chá, uma vez que a erva será
geralmente consumida com a família, a troca de forma de apreciação de chimarrão tornase travada pelos gostos particulares dos familiares, exceto pelos jovens que mostraramse mais dispostos a experimentar novos produtos.
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Constata-se que no grupo de jovens, a preferência por outros locais e
acompanhantes reflete a noção de inserção de grupo, enquanto que, com passar do
tempo, os adultos e sêniores, já com o hábito inserido no seu dia-a-dia, torna o chimarrão
uma tradição de família passando-a a outros familiares mais jovens.
Observa-se que o chimarrão, apesar de ser um hábito típico da cultura tradicional do
Rio Grande do Sul, não está diretamente associado à participação em eventos gaúchos
como festivais e CTGs, à pilcha, à música tradicional do Rio Grande do Sul e a grupos de
dança. Neste panorama descrito pelos respondentes a respeito do chimarrão, pode-se
dizer que este distanciamento das demais atividades da cultura gaúcha pode facilitar a
penetração do chimarrão entre as pessoas que não se identificam com o tradicionalismo.
Por fim, o chimarrão é um hábito de cunho familiar, presente em todas as faixas
etárias, sem distinção de sexo, consumido diariamente ou nos fins-de-semana, em casa,
enquanto a família se reúne e conversa. As pessoas que tomam chimarrão, geralmente
costumam comer churrasco e os mais velhos também ouvem música tradicionalista. Além
disso, o chimarrão é considerado um símbolo do Rio Grande do Sul que representa a
família, a hospitalidade, a herança dos antepassados e de integração. Para a maioria das
pessoas, o chimarrão já se tornou uma rotina, e está associado a reunião com os amigos
e não possui relação com a prática de esportes - exceto entre os jovens - ou modismo.
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BIBLIOGRAFIA
KOTLER, Philip. Marketing para o século XXI: como criar conquistar e dominar mercados.
São Paulo: Futura, 1999.
KOTLER, Philip, ARMSTRONG, Gary. Princípios de Marketing. Rio de Janeiro, Prentice
Hall, 1998.
MATTAR, Fauze, N. Pesquisa de Marketing . São Paulo: Atlas, 1996.
Site: www.paginadogaucho.com.br
Site: www.mtg.org.br
Site: www.chimarrao.com.br
Site: www.ctg.hpj.net.br
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