avaliação hematológica, bioquímica e urinária de cães com

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Investigação, 14(2):40-44, 2015
ARTIGO CIENTÍFICO|
AVALIAÇÃO HEMATOLÓGICA,
BIOQUÍMICA E URINÁRIA DE CÃES
COM ALTERAÇÕES RENAIS AO EXAME
ULTRASSONOGRÁFICO
CLÍNICA MÉDICA DE
PEQUENOS ANIMAIS
Hematologic, biochemical and urinary disorders
in dogs with renal alterations at ultrasoundo
Tamara Silva1, MV. Cristiane A. Cintra1, MV. MSc. Dr. Valeska Rodrigues1,
Gabriela Castalgini de Souza1, MV. MSc. Dr. Leandro Z. Crivellenti1*
1 Universidade de Franca (Unifran), Franca, São Paulo, Brasil.
*Av. Dr Armando Sales Oliveira, 201, CEP: 14.404-600, Pq. Universitário, Franca – SP.
*E-mail: [email protected]
RESUMO
ABSTRACT
Foram avaliados, retrospectivamente, as informações provenientes do histórico clínico, resenha e
exames de cães com alterações ultrassonográficas do trato genitúrinário. Para tanto, foram consideradas
alterações de ecogenicidade, tamanho, contorno irregular e a diminuição ou ausência do relação córticomedular. Cento e onze prontuários foram selecionados no Hospital Veterinário de Franca (UNIFRAN)
no período de 2010 a 2013. A média de idade dos cães foi de 8±4,3 anos, as principais manifestações
clinicas evidenciadas foram, alterações gastrointestinais. A anemia foi a alteração mais frequente do
hemograma, porém provavelmente apresenta pobre relação com alterações renais. Através dos exames
bioquímicos séricos e urinálise foram observados que apesar da azotemia ter sido moderadamente
observada, provavelmente grande parte dos casos estejam relacionados com a desidratação uma vez que
hiperproteinemia e hiperestenúria foram frequentes. Conclui-se que o ultrassom não deve ser utilizado
como uma ferramenta diagnóstica única, sendo importante utiliza-lo como forma complementar ao
exame clínico e laboratorial.
Were evaluated, retrospectively, medical records and laboratorial exams such as complete blood
count, serum biochemical and urinalysis in dogs that presented kidney abnormalities revealed by
ultrasound. Were considered alterations in echogenicity, size, irregular contour and the decrease or
absence of cortico-medullary limit for this purpose. One hundred and eleven records were selected at
the Veterinary Hospital of Franca (UNIFRAN) between 2010 to 2013. The average age was 8±4.3 years,
the main clinical manifestations were related to the gastrointestinal tract. Anemia was the most frequent
alteration of the blood count, but probably have a poor relationship with changes in genitourinary tract.
Although serum biochemical indicate the presence of azotemia in some cases, probably most part of
them are related to dehydration since hyperproteinemia and hypersthenuria were frequent. We conclude
that ultrasound should not be used as a single diagnostic tool, but it is an important as complementary
to the clinical and laboratory findings..
Keywords: dogs, cats, genitourinary ultrasound, kidney.
Palavras-chave: caninos, felinos, ultrassonografia geniturinária, rins
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INTRODUÇÃO
O exame ultrassonográfico é de grande valia para avaliação
renal em pequenos animais, sendo capaz de informar o
tamanho, formato e arquitetura renal (BABICSAK et al., 2012;
GARCIA et al., 2015). Trata-se de um exame que possui poucas
ou nenhuma restrições, pode ser realizado em qualquer animal,
por sua característica minimamente invasiva e sem a produção
de radiação (CARVALHO, 2004; GARCIA et al., 2015).
Para a realização minuciosa da ultrassonografia renal
são necessários tanto transdutores de alta resolução quanto
profissional experiente (GARCIA et al., 2015). Devem ser
realizados “cortes” transversais, longitudinais ou coronais. O
transdutor de 5 MHz é o mais indicado para cães de grande
porte, já o de 7,5 MHz pode ser utilizada para cães pequenos
e gatos (GREEN, 1996; JANTHUR e LUERSSEN, 1998; NYLAND et
al., 2002; VAC, 2004). Como modo suplementar para visibilizar
detalhes ou ainda como primeira opção para gatos o transdutor
de 10 MHz pode ser uma boa opção (LANG, 2010).
A mensuração do tamanho dos rins é alvo de debate,
sendo a técnica mais aceita atualmente a determinação do
tamanho do rim pela razão rim/aorta (R/Ao), no qual é dividido
o comprimento longitudinal do rim pelo diâmetro da luz da
aorta (MARESCHAL et al., 2007). Já as medidas pela conformação
e o peso corporal (BARR et al., 1990) são pouco utilizadas para
cães, porém é melhor método de avaliação em gatos (NYLAND
e MATTON, 2002).
No rim, as regiões cortical e medular devem possuir a
mesma espessura mantendo a proporção 1:1. A região medular
apresenta-se hipoecoica, quando comparada à cortical, que,
por sua vez, é geralmente isoecoica ou ligeiramente hipereoica
em relação ao fígado (GARCIA et al., 2015). Já a a pelve renal,
geralmente é imperceptível, porém pode variar entre 3-4 mm
em animais apresentando aumento da diurese (FINN-BODNER,
1995)
nos eixos longitudinal e transversal, seguida da realização da
mensuração do comprimento do órgão, logo após realizou-se a
avaliação da razão cortico/medular indentificando as alterações.
Apesar dos grandes avanços da ultrassonografia renal,
existem trabalhos citando que essa metodologia pode não
condizer com o quadro do paciente (BORJESSON, 2003),
história clínica, exames laboratorias, entre outros (MEYER et
al., 1995). Nesse sentido o presente trabalho buscou analisar
retrospectivamente se as alterações renais identificadas pela
ultrassonografia apresentam relação com os achados clínicos,
hematológicos, exames bioquímicos e urinálise.
RESULTADOS
MATERIAL E MÉTODOS
Foram selecionados, retrospectivamente, 111 prontuários
de cães que apresentavam alterações renais importantes
à ultrassonografia, atendidos no Hospital Veterinário da
Universidade de Franca - UNIFRAN, no período de 2010 a 2013.
Destes foram obtidos dados referentes à resenha, histórico
clínico, hemograma, exames bioquímicos e urinálise.
Ao hemograma foram avaliados os parâmetros hemácias,
hemoglobina, hematócrito, leucócitos totais e plaquetas. Nos
exames bioquímicos foram mensuradas as variáveis ureia,
creatinina e proteínas totais, além das enzimas fosfatase alcalina
(FA) e alanino aminotransferase (ALT). Foram consideradas
relevantes a urinálise informações sobre a densidade urinária,
ph, proteínas, glicose, bilirrubina e sangue oculto e na
sedimentoscopia número de hemácias, leucócitos, células
epiteliais, células escamosas, presença de cilindros, cristais e
presença de bactéria.
Sobre a avaliação ultrassonográfica renal foi realizada por
um único profissional, sendo efetuada uma varredura em pincel
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Dos 111 cães, 35 (31,5%) eram machos e 76 (68,5%) eram
fêmeas, com idade entre 9 meses a 18 anos (8,0±4,3 anos) e
peso de 14,7±11,0 kg.
Exame Ultrassonográfico
Dos 111 animais avaliados todos possuíam alterações renais
diante a ultrassonografia, sendo estes em ordem decrescente:
alteração de ecogenicidade, contorno irregular, perda de
arquitetura, presença de sinal da medular, assimetria renal, e
perda da definição córtico-medular (Tabela 1).
Alterações
Alterações de ecogenicidade
Contorno irregular
Perda de arquitetura
Presença sinal da medular
Assimetria renal
Perda da definição
córtico-medular
Presente
%
71
62,2
28
21
24,6
18,4
16
14,0
15
13,2
5
4,4
Tabela 1: Alterações renais encontradas ao exame ultrassonográfico em 111 animais.
Sinais Clínicos
Cento e dez animais preencheram adequadamente os
dados pertinentes aos sinais clínicos. Noventa e cinco porcento
dos animais (n=105) apresentaram alterações gastrintestinais
como êmese (30%), hiporexia (25%), anorexia (14%), diarreia
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(13%), entre outros. Por outro lado, apenas 25% dos pacientes
apresentavam alterações geniturinárias (n=49), sendo
polidpsia (19%), hipodpsia (7%), incontinência urinária (9%)
e polaciúria (7%), os mais frequentes. Anúria foi descrita em
apenas 4% dos animais. Outros achados foram descritos
esporadicamente (16; 15%), sendo a convulsão observada em
3% dos animais.
O hemograma foi realizado em 100 animais (87,7%).
Dentre esses as alterações hematológicas foram observadas,
anemia foi a mais prevalente (45%), seguida de leucocitose
(37%), trombocitose (21%), trombocitopenia (21%), leucopenia
(6%), policitemia (3%) (Tabela 2).
Eritrograma
Leucograma
Nº(%)
52 (52%)
45 (45%)
3 (3%)
57 (57%)
6 (6%)
37 (37%)
58 (58%)
Trombograma
Ureia
Creatinina
Hemograma
Categoria
hepáticas 18% pacientes apresentaram aumento da atividade
enzimática da ALT e 34% da FA. Hiperproteinemia foi observado
em 71% dos pacientes (Tabela 3).
21 (21%)
21 (21%)
Intervalo de RefeParâmetros
rência
Sem Alterações
5,5 - 8,5 mg/dL
Anemia
(<5,5)
Policitemia
(>8,5)
Sem Alterações
6.000-18.000
Leucopenia
(< 6.000)
Leucocitose
(> 18.000)
180.000 - 400.000
Sem Alterações
mg/dL
Trombocitopenia
(<180.000)
Trombocitose
(>400.000)
Tabela 2: Resultado dos achados de eritrograma, leucograma, trombograma, de 100 animais que apresentaram
alterações renais a ultrassonografia.
Bioquímicos
Dentre os exames bioquímicos foram analisados 100
(87,7%) animais. De acordo com o perfil renal 39% dos pacientes
apresentaram aumento de ureia, enquanto a creatinina estava
aumentada em 24% dos pacientes. Em relação às enzimas
FA
ALT
Proteínas Totais
Categoria
Nº (%)
Sem alteração
Alterado
Sem alteração
Alterado
Sem alteração
Alterado
Sem alteração
Alterado
Sem alterações
Alterado
61 (61%)
39 (39%)
76 (76%)
24 (24%)
66 (66%)
39 (39%)
77 (77%)
18 (18%)
30 (30%)
70 (70%)
Intervalo de referência
15 – 65 mg/dL
(>65)
0,5 – 1,5 mg/dL
(>1,5)
20 – 156 mg/dL
(>156)
21 -102 mg/dL
(>102)
5,4 - 7,1 mg/dL
(>7,1)
Tabela 3: Resultado dos achados laboratoriais de enzimas hepáticas, função renal e proteínas totais de 100 animais que apresentaram alterações
renais a ultrassonografia.
Urinálise
A urinálise foi avaliada em 45 cães (39,5%). A densidade
urinária, variou de 1,004 a 1,060, com média de 1,024±0,013. O
achado mais comum foi o achado de hiperestenúria (37; 82%).
O pH apresentou-se com média 7,0, sendo o pH ácido mais
observado (34; 75,5%). Durante a avaliação da fita reagente
urinária apenas 10 animais (22.2%) apresentaram mais de duas
cruzes (100 mg/dL) de proteína. Dois animais (4%) apresentaram
glicosúria, já billirubinúria e sangue oculto forma observados
em um (2%), e dois (4%) animais, respectivamente. Sobre a
sedimentoscopia hematúria (35; 78%), leucocitúria (31; 69%),
cilindrúria (30; 67%), bacteriúria (18; 40%), e cristalúria (3; 6,7%)
foram os mais prevalentes. Em relação a celularidade 96% dos
pacientes apresentaram células de descamação, porém apenas
11 animais (25%) apresentavam importância clínica.
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DISCUSSÃO
Apesar das limitações do estudo retrospectivo em que
a maioria dos casos analisados à ultrassonografia tiveram sua
indicação pela presença de alterações nos exames de rotina.
Além do foco principal da análise não ter sido voltada para
avaliação geniturinária. As alterações renais observadas ao
exame ultrassonográfico apresentou pouca relação com as
alterações nos exames de hemograma, bioquímicos e urinálise.
Porém, cabe aqui ressaltar que a ultrassonografia é de extrema
importância na rotina clínica do médico veterinário como exame
complementar, podendo servir para o auxílio diagnóstico de
várias anormalidades.
Alterações da ecogenicidade foram os achados mais
frequentes. Apesar do aumento da ecogenicidade cortical poder
ser observado em animais com nefrite intersticial e glomerular,
necrose tubular aguda decorrente de agentes tóxicos, doença
renal terminal, e nefrocalcinose (GREEN, 1996; NYLAND et al.,
2002; CARVALHO, 2004), e do aumento difuso da ecogenicidade
poder indicar displasia renal congênita, doenças inflamatórias
crônicas e doença renal terminal (GREEN, 1996; NYLAND et al.,
2002), poucos animais apresentaram sinais e exames compatíveis
com essas anormalidades
A anemia foi a alteração mais frequente encontrada nesse
estudo. Embora essa alteração possa ser correlacionada com
a insuficiência renal, é improvável que esta seja a causa desse
achado. Isso porque a anemia é mais observada nos estádios
avançados da doença renal (COWGILL, 1992; POLZIN, 2011;
CRIVELLENTI, 2015), e como poucos pacientes apresentaram
azotemia é provável que a genese dessa seja decorrente de
alterações não correlacionadas ao trato genitúrinário.
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Outras alterações encontradas no leucograma e
trombograma, assim como o quadro anêmico apresentam
provável origem extra-renal. Uma vez que trombocitopenia
em pacientes urêmicos são raramente observadas na rotina
clínica (POLZIN et al., 2005). Quanto a avaliação leucocitária
a leucocitose foi observada em 37% dos animais e apenas
6% de leucopenia. São descritos na literatura que pacientes
com doença renal crônica (DRC) apresentam a predisposição
a apoptose leucocitária, o que levaria (JABER et al., 2001)
a quadros de linfopenia em estádios avançados (BORINCRIVELLENTI et al., 2014), no entanto é mais provável que
as hemoparasitoses sejam as principais contribuintes nas
alterações hematológicas, o que é mais frente na região (BORIN
et al., 2009).
O aumento de ureia e creatinina frequentemente
correlaciona-se com perda de função renal (SENIOR, 2001),
porém essa alteração também pode estar relacionada com
causas pré-renais e pós-renais (CRIVELLENTI, 2015). Esse fato
fica mais evidente quando observa-se que 70% dos pacientes
apresentavam hiperproteinemia e 82% apresentavam
hiperestenúria, achados estes compatíveis com a desidratação
(MEAK, 2003), que em somatória dos sinais clínicos de vômito
e anorexia/hiporexia (mais prevalentes) podemos concluir que
grande parte dos animais apresentavam azotemia pré-renal.
Sobre os achados da urinálise, o mais comum foi o encontro
de urina hiperestenúrica (82% dos pacientes). Achado esse
compatível com o funcionamento renal (MEYER et al., 1995;
POLZIN et al., 2000; CRIVELLENTI, 2015). Neste trabalho, foi
observado média 1,3±0,6 cruzes de proteínas na urina, sendo
que 35 (77,8%) não apresentaram proteinúria importante ou
relevante à urinálise. Sabendo que a glomérulopatia apresenta
proteinúria como um marco da doença, pode-se sugerir que
a proteinúria encontrada nos animais estudados, não esteja
correlacionadas com a lesão renal (GREGORY, 2009).
CONCLUSÃO
Através deste estudo concluímos que as alterações renais
observadas ao exame ultrassonográfico apresentam baixa
relação com as alterações de hemograma, bioquímico, urinálise e
com os sinais clínicos compatíveis com as anormalidades renais.
Dessa forma, o ultrassom não deve ser utilizado como uma
ferramenta diagnóstica única, sendo importante utiliza-lo como
forma complementar ao exame clínico e laboratorial.
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