EUA aprovam primeira pílula para prevenir HIV

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Clipping - Departamento DST/AIDS e Hepatites Virais
ÍNDICE
1ª pílula para prevenir o HIV .....................................................................................................................4
EUA aprovam uso de remédio que previne infecção pelo vírus HIV .................................................4
Pílula que previne Aids é liberada ............................................................................................................5
Aprovada pílula de prevenção à Aids ......................................................................................................5
MPF defende inclusão genética ...............................................................................................................6
EUA aprovam primeira pílula para prevenir HIV ....................................................................................7
EUA aprovam primeira droga que ajuda a prevenir o HIV ...................................................................8
Reforço na prevenção ................................................................................................................................8
Primeira pílula anti-HIV aprovada pelos EUA ........................................................................................9
FDA aprova pílula para previnir o HIV .....................................................................................................9
Benefícios serão pagos a 45 milhões de pessoas. .............................................................................10
Melhor transporte e ação regional ampliam transplantes no Paraná ...............................................11
EUA aprovam pílula para prevenir aids.................................................................................................21
Primeira pílula antiHIV para grupo de risco ..........................................................................................23
R$ 10,8 bilhões por ano para manter novas UPAs .............................................................................24
Campanha reacende debate sobre deficit de atenção .......................................................................25
Exames de hepatites virais serão disponibilizados em Içara ............................................................26
Elton John revela que entregou parte da vida às drogas ...................................................................26
Aprovada a pílula anti-HIV.......................................................................................................................27
Aprovada a pílula anti-HIV.......................................................................................................................28
Desativação do Iaserj causa protesto dos funcionários .....................................................................28
EUA aprovam pílula usada na prevenção do vírus HIV .....................................................................29
Atendimento em forma de protesto no Iaserj .......................................................................................30
Diabetes pode ser responsável por infarto, AVC, e doenças cardiovasculares .............................30
País oferece coquetel gratuitamente há 17 anos ................................................................................31
EUA aprovam primeira droga que ajuda a prevenir o vírus HIV .......................................................32
Taxa em Caxias é menor.........................................................................................................................32
Aids está banalizada ................................................................................................................................33
Mais uma de Sergio Cabral: o escândalo da desativação do Hospital do Iaserj ...........................34
O triste e absurdo fim do IASERJ: uma vergonha para o RJ ............................................................35
EUA aprovam medicamento de prevenção ao vírus da Aids ............................................................36
"A decisão deve ser questionada"..........................................................................................................37
Passo à frente na luta contra a aids ......................................................................................................37
Gripe A: prevenção e tratamento (Artigo) .............................................................................................38
UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo .......................................39
UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo .......................................39
OMS: arsenal de remédios poderá ajudar a acabar com a Aids ......................................................40
EUA aprovam a primeira pílula de prevenção do vírus da Aids ........................................................41
Disponível edital para Festival Internacional de Humor e Arte .........................................................42
Curitiba apresenta resultados no controle da tuberculose em simpósio internacional .................43
Videoconferência discute ações de prevenção contra as hepatites virais ......................................44
Campanha de prevenção à hepatite será dia 28 em Dourados ........................................................45
Cientistas dizem que vacina contra Aids está ao alcance .................................................................45
Governo quer incrementar relações com Fundação Clinton .............................................................46
Pílula para prevenir transmissão do HIV saiba tudo sobre o combate a AIDS ..............................47
Truvada - Droga que "previne" HIV é aprovada ..................................................................................48
EUA aprovam Truvada, a primeira pílula para prevenir vírus da Aids .............................................48
Gestores de saúde e educação passam por treinamento .................................................................49
UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo .......................................50
EUA aprova primeira pílula para prevenir aids ....................................................................................50
Ministério da Saúde envia técnicos ao RS para investigar mortes por gripe suína .......................51
Resumo do Jornal da Globo - Rede Globo...........................................................................................52
Ministério da Saúde da Rússia vacina habitantes de Krymsk ...........................................................52
EUA aprovam Truvada para tratamento preventivo da sida ..............................................................53
MS desaprova uso do Truvada para prevenir HIV ..............................................................................53
EUA liberam pílula que reduz risco de infecção pelo HIV ..................................................................54
Brasil não deve mudar estratégia de prevenção à aids .....................................................................54
Brasil não deve mudar estratégia de prevenção à aids .....................................................................55
Escola municipal em João Pessoa tem índice zero de evasão ........................................................56
Jovens infratores poderão ter visitas íntimas .......................................................................................57
OMS: arsenal de remédios poderá ajudar a acabar com a Aids (prevenção) ................................58
EUA aprovam a primeira pílula de prevenção do vírus da Aids ........................................................60
Remédio para prevenção da Aids ainda está distante de estratégia nacional ...............................61
EUA aprovam a primeira pílula de prevenção ao HIV ........................................................................61
EUA aprovam a primeira pílula de prevenção .....................................................................................62
Hepatite viral é tema de campanha da saúde em Cabo Frio ............................................................62
Ministério da Saúde investiga gripe A no RS; mortes chegam a 33 ................................................65
Pílula "anti-aids" é validada nos EUA ....................................................................................................65
Saúde - Gripe Suína : Ministério da Saúde envia técnicos ao Rio Grande do Sul para investigar
mortes por gripe suína .............................................................................................................................66
Cresce 60% a oferta de medicamentos para asma ............................................................................66
Brasil inaugura fábrica de remédios na África .....................................................................................67
UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo .......................................68
HB é de novo 'nível A' e terá mais dinheiro ..........................................................................................69
Brasil inaugura no próximo sábado uma fábrica de remédios para a Aids na África ....................69
EUA aprovam venda do primeiro tratamento preventivo contra a Aids ...........................................70
Ministério da Saúde envia técnicos ao Rio Grande do Sul para investigar mortes por gripe suína
.....................................................................................................................................................................70
Primeiro medicamento de prevenção da SIDA aprovado nos EUA .................................................71
Laboratório americano vai produzir remédio para prevenir a Aids ...................................................71
Içara realiza mais de 1,2 mil exames de hepatite................................................................................72
Aprovado nos EUA a produção de 1ª pílula para prevenir transmissão do HIV ............................72
Ministério investiga gripe A no RS .........................................................................................................73
UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo .......................................74
Jovens infratores poderão ter visitas íntimas .......................................................................................74
A NOTÍCIA - SC | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
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1ª pílula para prevenir o HIV
EUA aprovam uso do Truvada desde que combinado com sexo seguro e testes
A primeira pílula para prevenir o HIV em adultos de grupos de risco foi aprovada ontem pela Agência Federal de Alimentos e
Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos. O Truvada teve a nova utilização aprovada pela FDA para prevenção contra o vírus
causador da Aids, aliado ao sexo seguro e aos testes regulares.
Produzida pelo laboratório Gilead Sciences, na Califórnia, a pílula é encontrada no mercado dos EUA desde 2004, sendo
usada no tratamento de pessoas infectadas com o HIV e indicado em combinação com outros remédios Antirretrovirais. O
medicamento é considerado por muitos especialistas uma nova e potente ferramenta contra o vírus da Aids, mas alguns
provedores de serviço de saúde temem que incentive comportamentos sexuais de risco. O custo do tratamento é avaliado em
torno de 14 mil dólares por ano (cerca de RS 28 mil), o que o torna inviável para muitas pessoas.
A FDA informou que o Truvada deve ser usado como "parte de uma estratégia abrangente para a prevenção contra o HIV, que
inclui outros métodos, como a prática de sexo seguro, a orientação para a redução de risco e os teste regulares de HIV".
Um estudo, com 4.758 casais heterossexuais, em que um parceiro estava infectado com o HIV e outro não, mostrou que o
Truvada reduziu em 75% o risco de contaminação.
AGORA - RS | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprovam uso de remédio que previne infecção pelo vírus HIV
Autoridades norte-americanas aprovaram pela primeira vez o uso de um medicamento destinado a prevenir a infecção pelo
vírus HIV. A droga, chamada Truvada, poderá ser usada por pessoas classificadas em grupos de risco ou que mantenham
relações sexuais com parceiros soropositivos.
Um estudo feito em 2010 mostrou que o remédio diminui entre 44% e 73% o risco de contágio pela Aids. No entanto, críticos
do medicamento dizem que ele poderá criar uma falsa sensação de segurança em relação à doença.
O governo dos Estados Unidos informou que o Truvada deverá ser usado inserido em "um plano amplo de prevenção do HIV,
que inclui o uso de Preservativos e de exames de detecção do vírus.
Por Ag. Brasil
AGORA - SP | NAS RUAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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Pílula que previne Aids é liberada
O governo dos EUA autorizou ontem, pela primeira vez, que um medicamento, o Truvada, seja usado para impedir a infecção
de seres humanos pelo HIV, vírus da Aids.
Numa única pílula, o remédio combina duas substâncias. Uma série de testes em milhares de pessoas mostrou que, além de
controlar infecções já existentes, o Truvada tem um papel preventivo, diminuindo em 70%, em média, o risco de adquirir o
vírus.
Pelo resultado animador, embora longe de ser perfeito, especialistas pedem cautela. É improvável que o Truvada seja usado
como substituto da Camisinha como principal medida de prevenção contra o avanço da Aids.
Além disso, é preciso considerar, entre outras coisas, o custo do tratamento --em torno de R$ 20 mil por ano-- e o risco de
efeitos colaterais, como náusea, vômito e diarreia.
Mais raramente, também podem ocorrer problemas nos rins e maior propensão a ter osteoporose.
Em resumo, não se trata de uma prevenção de uso geral, mas de uma medida para ajudar quem já corre risco muito elevado
de se infectar.
O Ministério da Saúde informou que, por enquanto, não planeja incluir o Truvada como método auxiliar de prevenção na rede
pública.
O medicamento foi liberado pela Anvisa para uso no Brasil em maio, mas seu uso não está incluído no SUS (Sistema Único de
Saúde).
CORREIO DO POVO - RS | GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
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Aprovada pílula de prevenção à Aids
A Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos anunciou ontem a aprovação do Truvada, do
laboratório Gilead Sciences, como a primeira pílula para ajudar a prevenir o HIV em alguns grupos de risco. "O Truvada é para
utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para evitar as infecções do HIV adquiridas
por via sexual em adultos de alto risco. É o primeiro remédio aprovado com esta indicação", informou a FDA. Ele é encontrado
no mercado americano, desde 2004, como tratamento para pessoas infectados com o vírus HIV, indicado em combinação com
outros remédios Antirretrovirais.
Em maio, um painel assessor da FDA pediu para aprovar o Truvada como prevenção para pessoas não infectadas, depois que
testes clínicos mostraram que este medicamento pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais de 44% a 73%.
A pílula é considerada por muitos especialistas uma nova e potente ferramenta contra o vírus da Aids, mas alguns provedores
de serviço de saúde temem que incentive comportamentos sexuais de risco.
O remédio foi registrado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em maio deste ano. Porém, alertam
os técnicos do órgão, isso não significa que a droga passará a ser usada imediatamente para o tratamento de pacientes com
HIV.
CORREIO DO POVO - RS | GERAL
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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MPF defende inclusão genética
No encontro, que reuniu especialistas na Capital, foram abordadas medidas a serem adotadas no Sistema Único de Saúde
A necessidade de inclusão das pessoas com doença genética no Sistema Único de Saúde (SUS) e da criação de políticas
públicas que contemplem cuidado integral, diagnóstico, tratamento, aconselhamento familiar e acesso à reabilitação são
algumas das principais deliberações produzidas em audiência pública promovida pelo Ministério Público Federal, na Capital.
Para a proponente da audiência, a procuradora da República Ana Paula Carvalho de Medeiros, "há evidente omissão do poder
público, representado pelo Ministério da Saúde, sobre esta demanda", justificou. Segundo a procuradora, o próprio Ministério
reconhece que as doenças genéticas são a segunda causa de mortalidade infantil no Brasil.
Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 5% das gestações resultam no nascimento de bebê com alguma
anomalia congênita ou doença genética que comprometerá seu desenvolvimento e qualidade de vida.
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM), Marcial Galera, o olhar acerca da determinação
genética sobre a saúde tem que ser projetado desde a baixa até a alta complexidade. Ele explica que a identificação de uma
doença genética deve ser tratada no indivíduo diagnosticado e também ser objeto de aconselhamento à família, a qual
eventualmente poderá ser multiplicadora da anomalia, pelo legado dos genes aos herdeiros. Galera acredita que o Brasil
precisa aprimorar a "Educação em Genética". O presidente da SBGM reconhece, contudo, a dificuldade de organizar uma
estrutura de atendimento nessa área, mas sugere a constituição de uma política híbrida, a qual poderia contemplar as doenças
comuns e também as raras, de determinação genética.
A professora do Departamento de Genética da Ufrgs, Ida Vanessa Schwartz, destacou ainda da complexidade de definição e
diagnóstico das doenças genéticas. Ela lembrou que a inclusão dos objetos de atenção na atuação de saúde pública
obedecem ao critério utilitarista. "A lógica é a de aproveitar os recursos existentes para tratamento das enfermidades
prevalentes. O restante fica sem amparo", avalia a geneticista.
Um dos exemplos dessa lógica, segundo ela, é o teste do pezinho, feito nos bebês nos primeiros dias de vida.
Para Ida, o problema, na visão dos gestores, é que a prevenção de agravamentos de doenças com baixíssima incidência, não
é compatível com os métodos e metas de gestão. Conforme a geneticista, existem aproximadamente 5 mil doenças genéticas
conhecidas pela medicina. A saída, de acordo com ela, seria a criação de centros especializados, articulados com a rede de
saúde para prestarem esta atenção mais sofisticada.
CORREIO POPULAR - SP | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
EUA aprovam primeira pílula para prevenir HIV
Truvada, voltada a grupos de risco, deve ser aliada a sexo seguro
A primeira pílula para prevenir o HIV em adultos que se encontram em grupos de risco foi aprovada ontem pela Agência
Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos. O Truvada teve uma nova utilização aprovada pela FDA
para prevenção contra o vírus causador da Aids, aliado ao sexo seguro e aos testes regulares.
Produzida pelo laboratório Gilead Sciences, na Califórnia, a pílula é encontrada no mercado americano desde 2004, usada no
tratamento de pessoas infectadas com o HIV e indicada em combinação com outros remédios.
O medicamento é considerado por especialistas uma nova ferramenta contra o vírus da Aids, mas alguns provedores de
serviço de saúde temem que incentive comportamentos sexuais de risco.
A FDA informou que o Truvada deve ser usado como "parte de uma estratégia abrangente para a prevenção contra o HIV, que
inclui outros métodos, como a prática de sexo seguro, a orientação para a redução de risco e os teste regulares de HIV".
Em maio, um painel assessor da FDA pediu para aprovar o Truvada como prevenção para pessoas não infectadas, depois que
testes clínicos mostraram que o medicamento pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais de 44% a 73%.
O Truvada combina duas substâncias, o tenofovir e a emtricitabina, atualmente vendidas como remédio para pessoas
poradoras do HIV. Uma série de testes internacionais, envolvendo milhares de pessoas, tanto heterossexuais quanto
homossexuais, mostrou que, além de controlar infecções já existentes, o Truvada tem um papel preventivo, diminuindo o risco
de adquirir o vírus.
Especialistas pedem cautela. É improvável que o Truvada substitua o uso da Camisinha como principal medida de prevenção
contra o avanço da Aids. É preciso considerar, entre outras coisas, o custo do tratamento, em torno de R$ 20 mil por ano, e o
risco de efeitos colaterais, como náusea, vômito e diarreia. Também podem ocorrer problemas nos rins e maior propensão à
osteoporose.
Em resumo, não se trata de um profilático de uso geral, mas de uma medida para ajudar quem já corre risco muito elevado de
se infectar. "Na nossa realidade, seria válido analisar um possível uso em casos como o de casais sorodiscordantes, em que
uma das pessoas já têm o HIV, enquanto a outra ainda não foi infectada, com relacionamento estável", disse o infectologista
Caio Rosenthal, do Instituto Emilio Ribas, em São Paulo.
Para ele, pessoas com muitos parceiros e que não usam proteção, como alguns profissionais do sexo, poderiam ser
beneficiadas.
"O Truvada não pode eliminar o uso do Preservativo. Mesmo nos testes clínicos, não teve eficácia total", diz Valdez Madruga,
do programa de DST/Aids do Estado de São Paulo.
CRUZEIRO DO SUL - SP | EXTERIOR
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprovam primeira droga que ajuda a prevenir o HIV
Os Estados Unidos aprovaram a primeira droga que mostrou capacidade de reduzir o riscos de infecção pelo HIV, um marco
nos 30 anos de batalhas contra o vírus que causa a Aids.
A Administração de Drogas e Alimentos dos EUA (FDA, pela sigla em inglês) aprovou o remédio Truvada, da farmacêutica
Gilead Sciences, como uma medida preventiva para pessoas que têm alto risco de contrair o HIV, como os que fazem sexo
com parceiros infectados.
A Gilead Sciences Inc. vem comercializando o Truvada desde 2004 para tratamento de pessoas infectadas pelo vírus. Mas
estudos da empresa mostraram que a droga pode impedir as pessoas de contrair o HIV quando usada como prevenção. Um
estudo de três anos descobriu que doses diárias do medicamento podem cortar o risco de infecção em 42% em homens gays
ou bissexuais, quando acompanhado do uso de Camisinha e acompanhamento profissional. As informações são da
Associated Press. (AE)
DIÁRIO DA MANHÃ - GO | CIDADES
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
Imagem 1
Reforço na prevenção
Aprovada, ontem, nos Estados Unidos, pela Agência Federal de Alimentos (FDA) o Truvada, remédio que está disponível no
mercado desde 2004. Segundo a FDA...
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Tags: HIV, Aids.
ESTADO DE MINAS - MG | GERAIS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
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Primeira pílula anti-HIV aprovada pelos EUA
Uso preventivo do antirretroviral Truvada está condicionado à prescrição médica A uma semana da 12ª Conferência Mundial de
Aids, que será realizada em Washington, nos Estados Unidos, a Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) do país
anunciou um reforço no arsenal de prevenção contra o HIV. Ontem, o órgão aprovou o uso de um remédio antirretroviral já
existente no mercado americano desde 2004 para pessoas não infectadas, mas que correm maior risco de contrair o vírus,
como usuários de drogas injetáveis e parceiros sexuais de soropositivos. O Truvada, do laboratório Gilead Sciences, é a
primeira pílula preventiva já desenvolvida e, a partir de hoje, poderá ser vendida para esses fins nos Estados Unidos, com
prescrição médica. A aprovação do FDA ocorreu depois de dois estudos indicarem a eficácia do medicamento como medida
profilática. Um deles, financiado pelo Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos EUA, reduziu em 42% os riscos de infecção
quando testado entre 2,5 mil homossexuais não infectados. A outra pesquisa, da Universidade de Washington, foi feita com 4,8
mil casais heterossexuais, em que uma das pessoas era soropositiva, e alcançou um índice de prevenção de 75%. Nos dois
estudos, participaram indivíduos que admitiam ter um comportamento de risco. Ou seja, não usavam Preservativos. Para
tratamento de soropositivos, o remédio é administrado em um coquetel. Como preventivo, a posologia será de uma pílula
diária. "A aprovação de hoje representa um marco histórico na nossa luta contra o HIV", afirmou, em comunicado de imprensa,
Margaret A. Hamburg, diretora da FDA. "A cada ano, cerca de 50 mil adultos e adolescentes norte-americanos são
diagnosticados com HIV apesar da disponibilidade de métodos de prevenção e de estratégias educativas. Novos tratamentos,
bem como métodos de prevenção, são necessários para combater a epidemia de HIV no país", disse. No Brasil, de acordo
com a assessoria de imprensa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Truvada foi aprovado em maio como
antirretroviral, mas ainda não há, no país, autorização para que o remédio seja vendido também como meio de prevenção.
Soropositivo há 25 anos e integrante da coordenação da organização não governamental (ONG) Grupo Pela Vidda, Murilo
Bezerro Duarte, 55, teme que a medida profilática acabe incentivando um comportamento irresponsável na população. "A única
prevenção correta que existe é o uso de Preservativo. Esse medicamento é mais indicado para reforçar, como no caso em
que a Camisinha estoure, por exemplo. O perigo é que as pessoas banalizem o HIV, algo que já acontece hoje. Quando veem
que os soropositivos estão levando uma vida normal, elas acham que, se forem contaminadas, é só tomar um remédio e
pronto. Com a vinda desse medicamento, essa coisa pode ficar pior", acredita. Ações educativas Para evitar que isso ocorra, o
FDA recomenda que os profissionais de saúde reforcem as orientações educativas sobre os riscos de infecção. "O Truvada
como medida profilática está sendo aprovado dentro de uma estratégia para minimizar os riscos de indivíduos não infectados
contraírem o vírus. O programa de treinamento e educação não vai se restringir à distribuição do remédio, mas reforçar a
importância de fazer a profilaxia combinada a práticas de sexo seguro", afirmou o órgão, em nota. "Sozinho, o Truvada não é
uma fórmula mágica. O uso exclusivo de um medicamento para prevenir o HIV ou qualquer outra doença sexualmente
transmissível pode ter um desfecho pior se a pessoa não entender como seu próprio comportamento pode influenciar nos
resultados esperados", afirma Perry N. Halkitis, chefe do Departamento de Psicologia e Aids da Associação Psicológica
Americana. "Além de praticar sexo seguro, as pessoas que tomarem o remédio profilático precisam levar em conta a adesão
ao tratamento. Elas terão de tomar a pílula todos os dias. Se tomarem a droga só ocasionalmente e depois contraírem o HIV,
elas podem, inclusive, levar à resistência ao medicamento", lembra. Os critérios Combinação dos Antirretrovirais tenofovir
disoproxil fumarate e emtricitabine, o Truvada será prescrito por profissionais de saúde que, de acordo com a FDA, devem
considerar alguns itens: » Mesmo que a pessoa tenha o resultado de um teste indicando que não é portadora do vírus, ela
deverá fazer um novo exame para comprovar que realmente não está infectada » No caso de sintomas de gripe, como febre e
dor no corpo, o FDA recomenda a realização de um teste em quatro semanas. Esses sintomas podem indicar a presença do
estágio inicial de uma infecção aguda por HIV, mesmo se o teste der negativo. Novos exames devem ser feitos em quatro
semanas e repetidos três meses depois » Pessoas com histórico de doenças renais e ósseas devem ser monitoradas
regularmente. O remédio pode piorar essas condições e, só nos casos em que os benefícios forem maiores que os riscos, é
que a medida profilática deve ser adotada » É indicado um teste para Hepatite B porque os sintomas das infecções
desencadeadas pela doença podem piorar Fonte: Agência Federal de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA)
FOLHA DE LONDRINA - PR | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
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FDA aprova pílula para previnir o HIV
São Paulo - A FDA (agência que regula remédios e alimentos nos Estados Unidos) anunciou ontem a aprovação do Truvada,
do laboratório Gilead Sciences, como primeira pílula para ajudar a prevenir o HIV em alguns grupos de risco.
""O Truvada é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as
infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco. O Truvada é o primeiro remédio aprovado com esta
indicação"", afirmou a FDA.
O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004 como tratamento para pessoas infectados com HIV, indicado em
combinação com outros remédios Antirretrovirais.
Em maio, um painel assessor da FDA pediu para aprovar o Truvada como prevenção para pessoas não infectadas, depois que
testes clínicos mostraram que este medicamento pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais de 44 a 73%.
Restrição
A aprovação do Truvada como estratégia de prevenção não significa que ele deve ser usado indiscriminadamente. Como todo
medicamento antirretroviral, ele possui efeitos alguns efeitos colaterais. Entre eles vômito, diarreia, náuseas e tontura. Em
alguns poucos casos mais graves, há registros de intoxicação do fígado e até de enfraquecimento sdos ossos.
Por isso, somente pessoas em grupos de risco muito específicos, como alguém sem o vírus que tem um parceiro infectado
pelo HIV, deve tomar o remédio. O FDA lembra ainda que o remédio é apenas auxiliar. O uso do Preservativo não deve ser
interrompido. Além disso, é preciso haver rigor com o horário e as doses da medicação para que o efeito preventivo seja
atingido.
Folhapress
FOLHA DE PERNAMBUCO - PE | ECONOMIA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
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Benefícios serão pagos a 45 milhões de pessoas.
A partir da próxima terça-feira, a Caixa Econômica Federal (CEF) dará início ao pagamento dos benefícios do Programa de
Integração Social (PIS), relativos ao calendário 2012/2013, para os beneficiários que possuam conta corrente ou poupança no
banco. De acordo com a CEF, 17,9 milhões de trabalhadores têm direito ao abono salarial, e mais de 27 milhões poderão
sacar os rendimentos do PIS.
No caso das empresas que sejam conveniadas com o banco, o benefício será pago diretamente na folha de pagamento
correspondente aos meses de julho e agosto. Mais de 27 mil empresas estão cadastradas, o que significa que
aproximadamente 2,9 milhões de pessoas receberão o abono ou os rendimentos do PIS em seus contracheques.
O trabalhador que não possuir conta na Caixa e não estiver vinculado a uma empresa conveniada à instituição financeira
receberão o benefício em datas diferentes, de acordo com o seu mês de aniversário (ver arte). A este, o pagamento será
realizado nos terminais de auto-atendimento, casas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou nas agências bancárias.
O benefício é dividido em três segmentos: abono, rendimentos e saldo da conta PIS. Ao abono, tem direito os trabalhadores
cadastrados no PIS ou Pasep até o ano de 2007, que tenham trabalhado em 2011 no mínimo 30 dias, consecutivos ou não,
com carteira de trabalho assinada por empresa, e tenha recebido em média até dois salários mínimos. Já ao rendimento, terá
direito ao saque o trabalhador que foi cadastrado no PIS/Pasep até outubro de 1988 e que tenha saldo na conta PIS.
Por fim, em relação o saque ao saldo da conta PIS, é permitido ao trabalhador que apresentar algum dos motivos previstos em
lei: aposentadoria, invalidez permanente, reforma militar, transferência para a reserva remunerada, tratamento de Aids ou
câncer do titular ou de seus dependentes, morte do titular, assim como benefício assistencial à pessoa portadora de deficiência
e ao idoso e participante com idade igual ou superior a 70 anos.
Para saber se tem direito ao abono salarial ou aos rendimentos do PIS, o trabalhador pode consultar o site da Caixa
(www.caixa.gov.br), além do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), através do 0800 726 0101. Ao ligar para o SAC, é
imprescindível ter em mãos o número do PIS.
GAZETA DO POVO - PR | VIDA E CIDADANIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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Melhor transporte e ação regional ampliam transplantes no Paraná
Estado aumentou em 54% o número de órgãos transplantados no primeiro semestre deste ano
Publicado em 17/07/2012 | William Kayser e Tatiane Salvatico, da Gazeta Maringá
O número de transplantes de órgãos feitos no estado durante o primeiro semestre deste ano foi 54% superior ao índice
registrado no mesmo período do ano passado segundo a Comissão de Procura de Órgãos e Tecidos para Transplantes
(Copott). Para quem atua na área, a melhoria no transporte dos órgãos e a ação das regionais foram determinantes neste
avanço.
Foram contabilizados de janeiro a julho deste ano 190 transplantes, 67 registros a mais que na primeira metade do ano
anterior, 123. O número de transplantes de rim foi o que mais cresceu no Paraná: foram 88% cirurgias a mais que no primeiro
semestre de 2011.
Segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Arlene Badoch, o principal motivo para o crescimento foi a
melhoria na captação e no transporte de órgãos, inclusive com a utilização dos aviões e helicópteros do governo. Para o
transplante de córneas, o procedimento é imediato. "O paciente que é inserido no sistema com todos os exames em dia pode
ser submetido ao transplante imediatamente", explica.
Regionalização
Outro fator determinante foi a ação descentralizada. "As equipes regionais organizam a logística da procura de doadores na
sua região de abrangência", disse Arlene. O Paraná possui 86 centros transplantadores, espalhados pelas cidades de Curitiba,
Campina Grande do Sul, Londrina, Maringá, Cascavel e Pato Branco.
O estado também registrou três transplantes conjugados de fígado e rim em 2012. Nenhuma cirurgia deste tipo foi realizada
nos últimos três anos. O número de transplantes de fígado cresceu 44%, foram 43 cirurgias, contra 30 nos seis primeiros
meses do ano passado.
O transplante de córnea também teve aumento considerável: foram 557 cirurgias neste ano. A Copott, no entanto, não fez
balanço dos semestres anteriores, mas confirmou o crescimento.
Aprovação familiar
A diretora da Central de Transplantes explica que a doação de órgão só é permitida com a autorização da família - parentes de
até 4.º grau - ou determinação judicial. A Organização Mundial da Saúde considera que o número ideal de aprovação deve ser
de 60%. No Paraná, no entanto, o índice registrado no primeiro semestre deste ano foi de apenas 40%.
"Em Santa Catarina esse índice [de 60%] já foi atingido. Acredito que isso se deve às campanhas frequentes que
conscientizam a população", declarou a diretora.
*****
Serviços credenciados para transplante de rim:
Policlínica Pato Branco
Rua Pedro Ramires de Mello, 361 - Pato Branco
(46) 3225-5959 - (46) 2101-2101
Santa Casa de Londrina
Rua Espírito Santo, 523 - Londrina
(43) 3343-2553
Hospital Evangélico de Londrina
Rua Espírito Santo 523 - Londrina
(43) 3323-9191
Hospital e Maternidade Santa Rita de Maringá - Bom Samaritano
Praça Sete de Setembro, 285 - Maringá
(44) 3224-0444
Santa Casa de Maringá
Rua Santos Dumont, 555 - Maringá
(44) 3027-5688
Santa Casa de Curitiba
Praça Rui Barbosa, 649 - Curitiba
(41) 3322-7434
Hospital Infantil Pequeno Príncipe
Rua Desembargador Motta, 934 - Curitiba
(41) 3310-1125
Hospital da Cruz Vermelha
Avenida Vicente Machado, 1310 - Curitiba
(41) 3323-1370
Hospital Cajuru
Avenida São José, 300 - Curitiba
(41) 3271-3000
Hospital São Vicente (Curitiba)
Avenida Vicente Machado, 401 - Curitiba
(41) 3111-3159
Hospital Evangélico de Curitiba
Alameda Augusto Stellfeld 1908 - Curitiba
(41) 3240-5226
Hospital e Maternidade Angelina Caron
Rodovia do Caqui, 1.150 - Km 01 - Campina Grande do Sul
(41) 3679-8262
Hospital Nossa Senhora da Salete de Cascavel
Rua Carlos de Carvalho, 4183 - Cascavel
(41) 3225-3232
Serviços credenciados para Transplante de fígado:
Hospital Infantil Pequeno Príncipe
Rua Desembargador Motta, 934 - Curitiba
(41) 3310-1125
Santa Casa de Curitiba
Praça Rui Barbosa, 649 - Curitiba
(41) 3322-7434
Hospital Nossa Senhora das Graças
Rua Alcides Munhoz, 433 - Curitiba
(41) 3328-9941
Hospital São Vicente (Curitiba)
Avenida Vicente Machado, 401 - Curitiba
(41) 3111-3159
Hospital de Clínicas da UFPR
Rua General Carneiro, 181 - Curitiba
(41) 3360-1819
Hospital e Maternidade Angelina Caron
Rodovia do Caqui, 1.150 - Km 01 - Campina Grande do Sul
(41) 3679-8262
Serviços credenciados para transplante de Coração:
Policlínica Pato Branco
Rua Pedro Ramires de Mello, 361- Pato Branco
(46) 3225-5959 - (46) 2101-2101
Santa Casa de Londrina
Rua Espírito Santo, 523 - Londrina
(43) 3343-2553
Santa Casa de Curitiba
Praça Rui Barbosa, 649 - Curitiba
(41) 3322-7434
Hospital Infantil Pequeno Príncipe
Rua Desembargador Motta, 934 - Curitiba
(41) 3310-1125
Hospital e Maternidade Angelina Caron
Rodovia do Caqui, 1.150 - Km 01 - Campina Grande do Sul
(41) 3679-8262
Serviços credenciados para transplante de pâncreas:
Hospital Evangélico de Curitiba
Rua Augusto Stellfeld, 1908 - Curitiba
(41) 3240-5469
Hospital e Maternidade Angelina Caron
Rodovia do Caqui, 1.150 - Km 01 - Campina Grande do Sul
(41) 3679-8262
Serviços credenciados para transplante de Rim e Pâncreas:
Santa Casa de Curitiba
Praça Rui Barbosa, 649 - Curitiba
(41) 3322-7434
Hospital Evangélico de Curitiba
Rua Augusto Stellfeld, 1908 - Curitiba
(41) 3240-5469
Hospital e Maternidade Angelina Caron
Rodovia do Caqui, 1.150 - Km 01 - Campina Grande do Sul
(41) 3679-8262
Serviços credenciados para transplante de ossos:
Hospital São Lucas
Rua Engenheiro Rebouças, 2219 - Cascavel
(45) 3309-2424
Hospital Universitário de Londrina
Avenida Robert Kock, 60 - Londrina
(41) 3329-5444
Hospital Evangélico de Londrina
Rua Espírito Santo 523 - Londrina
(41) 3323- 9191
Santa Casa de Londrina
Rua Espírito Santo, 523 - Londrina
(41) 3343-2553
Santa Casa de Maringá
Rua Santos Dumont, 555 - Maringá
(44) 3027-5688
Instituto de Neurologia de Curitiba - INC
Rua Jeremias Maciel Perretto, 300 - Curitiba
(41) 3028-8545
Hospital de Clínicas da UFPR
Rua General Carneiro, 181 - Curitiba
(41) 3360-1819
Hospital Infantil Pequeno Príncipe
Rua Desembargador Motta, 934 - Curitiba
(41) 3310-1125
Hospital Erasto Gaertner
Rua Doutor Ovande do Amaral, 201 - Jardim América - Curitiba
(41)3361-5000
Hospital Vita Curitiba
Rua Alferes Ângelo Sampaio, 1896 - Batel - Curitiba
(41) 3883-8400
Hospital Cajuru
Avenida São José, 300 - Curitiba
(41) 3271-3000
Hospital do Trabalhador
Avenida República Argentina, 4406 - Novo Mundo - Curitiba
(41) 3212-5700
Clínica de Fraturas Alto da XV
Rua Xv de Novembro, 2223 - Curitiba
(41) 3218-2000
Hospital de Fraturas Novo Mundo
Avenida República Argentina, 4650 - Curitiba
(41) 3346-7511
Hospital e Maternidade Angelina Caron
Rodovia do Caqui, 1.150 - Km 01 - Campina Grande do Sul
(41) 3679-8262
Hospital Nossa Senhora do Pilar
Avenida Desembargador Hugo Simas, 295 - Curitiba
(41) 3076-3064
Serviços credenciados para transplante de valvas:
Santa Casa de Londrina
Rua Espírito Santo, 523 - Londrina
(43) 3343-2553
Santa Casa de Curitiba
Praça Rui Barbosa, 649 - Curitiba
(41) 3322-7434
Clínica Sugisawa
Avenida Iguaçu, 1236 - Curitiba
(41) 3259-6700
Instituto de Neurologia de Curitiba - INC
Rua Jeremias Maciel Perretto, 300 - Curitiba
(41) 3028-8545
Hospital Infantil Pequeno Príncipe
Rua Desembargador Motta, 934 - Curitiba
(41) 3310-1125
Hospital São Vicente (Curitiba)
Avenida Vicente Machado, 401 Curitiba
(41) 3111-3159
Hospital e Maternidade Angelina Caron
Rodovia do Caqui, 1.150 - Km 01 - Campina Grande do Sul
(41) 3679-8262
Hospital Nossa Senhora das Graças
Rua Alcides Munhoz, 433 - Curitiba
(41) 3328-9941
Serviços credenciados para transplante de medula óssea:
União Oeste Paranaense de Combate ao Câncer -UOPECAN
Rua Potiguara, 905 - Cascavel
(45) 2101-7000
Hospital Universitário de Londrina
Av. Robert Kock, 60 - Londrina
(41) 3329-5444
Hospital de Clínicas da UFPR
Rua General Carneiro, 181 - Curitiba
(41) 3360-1819
Hospital Erasto Gaertner
Rua Doutor Ovande do Amaral, 201 - Jardim América - Curitiba
(41) 3361-5000
Hospital Nossa Senhora das Graças
Rua Alcides Munhoz, 433 - Curitiba
(41) 3328-9941
Hospital Infantil Pequeno Príncipe
Rua Desembargador Motta, 934 - Curitiba
(41) 3310-1125
Serviços credenciados para transplante de Pele:
Hospital Universitário de Londrina
Avenida Robert Kock, 60 - Londrina
(41) 3329-5444
Hospital Evangélico de Curitiba
Rua Augusto Stellfeld, 1908 - Curitiba
(41) 3240-5469
Serviços credenciados para transplante de córnea:
Instituto da Visão de Cascavel
Rua Castro Alves, 1556 - Cascavel
(45) 2101-1155
Hospital de Olhos de Cascavel
Rua Minas Gerais, 1986 - Cascavel
(45) 2101-4242
Hospital de Olhos de Maringá - Provisão
Rua Silva Jardim, 359 - Maringá
(44) 3262-2061
Hospital Universitário de Maringá
Avenida Mandacaru, 1590 - Maringá
(44) 3262-1244
Hospital de Olhos de Maringá - Hoftalmar
Avenida Dr. Luiz Teixeira Mendes, 2310 - Zona 05 - Maringá
(44) 3225-9468
Clínica de Olhos Paraná (Cianorte)
Rua Guararapes, 313 - Cianorte
(44) 3629-3603
Hospital Universitário de Londrina
Avenida Robert Kock, 60 - Londrina
(46) 3329-5444
Hospital Evangélico de Londrina
Rua Espírito Santo 523 - Londrina
(46) 3323-9191
Hospital de Olhos de Londrina
Rua Senador Souza Neves, 648 A - Londrina
(46) 3356-6000
Santa Casa de Cambe
Rua Suíça, 200 - Cambé
(43) 3154-3566
Hospital da Providência (Apucarana)
Rua Rio Branco, 518 - Jardim Catuai III - Apucarana
(43) 3420-1402
Santa Casa de Curitiba
Praça Rui Barbosa, 649 - Curitiba
(41) 3322-7434
Hospital Evangélico de Curitiba
Rua Augusto Stellfeld, 1908 - Curitiba
(41) 3240-5469
Hospital de Clínicas da UFPR
Rua General Carneiro, 181 - Curitiba
(41) 3360-1819
Hospital de Olhos do Paraná (Curitiba)
Rua Coronel Dulcidio, 199 - Curitiba
(41) 3224-4010
Oftalmoclínica Curitiba
Rua Bispo Dom José, 2711 - Curitiba
(41) 3016-4030
Oftalmoclínica Barigui (Curitiba)
Avenida Cândido Hartmann, 1712 - Curitiba
(41) 3075-2020
Cirurgia e Diagnose em Oftalmologia do Paraná - CDOP (Curitiba)
Avenida Silva Jardim, 4172 - Curitiba
(41) 3221-3600
Instituto de Oftalmologia de Curitiba - IOC
Avenida Presidente Getúlio Vargas, 1500 - Curitiba
(41) 3322-2020
Instituto da Visão Clínica e Cirurgia de Olhos (Curitiba)
Avenida Sete de Setembro, 5899 - Curitiba
(41) 3016-1010
Hospital Bom Jesus (Ponta Grossa)
Rua Dom Pedro II, 108 - Ponta Grossa
(42) 3220-5000
Hospital de Caridade São Vicente de Paula (Guarapuava)
Rua Marechal Floriano Peixoto, 1059 - Guarapuava
(42) 3623-1771
Centro Oftalmológico de Guarapuava
Rua Coronel Saldanha, 1812 - Guarapuava
(41) 3621-7777
Hospital e Maternidade Angelina Caron
Rodovia do Caqui, 1.150 - Km 01 - Campina Grande do Sul
(41) 3679-8262
Bancos de tecidos oculares:
Hospital de Olhos do Paraná (Curitiba)
Rua Coronel Dulcídio, 199 Curitiba
(41) 3224-4010
Hospital de Olhos de Cascavel
Rua Minas Gerais, 1986 - Cascavel
(45) 2101-4242
Hospital de Olhos de Maringá - Hoftalmar
Av. Dr Luiz Teixeira Mendes, 2310 - Zona 05 - Maringá
(44) 3225-9468
Hospital Universitário de Londrina
Av. Robert Kock, 60 - Londrina
(46) 3329-5444
Hospital e Maternidade Angelina Caron
Rodovia do Caqui, 1.150 - Km 01 - Campina Grande do Sul
(41) 3679-8262
Bancos de válvulas cardíacas:
Santa Casa de Curitiba
Praça Rui Barbosa, 649 - Curitiba
(41) 3322-7434
Banco de tecidos músculo esqueléticos:
Hospital de Clínicas da UFPR
Rua General Carneiro, 181 - Curitiba
(41)3360-1819
GAZETA DO POVO - PR | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
Veja a matéria no site de origem
EUA aprovam pílula para prevenir aids
Antirretroviral Truvada, que reduz em até 78% a transmissão do HIV, poderá ser usado por pessoas não infectadas pelo vírus
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Publicado em 17/07/2012 | Agência Estado
A FDA - agência americana que regulamenta remédios e alimentos - aprovou ontem a indicação do antirretroviral Truvada
como forma de prevenir a infecção pelo HIV. Apesar disso, o Departamento de DST/Aids do Ministério da Saúde afirmou que
não vai mudar a estratégia de prevenção à doença no Brasil.
A indicação da droga como forma de profilaxia antes da exposição ao vírus vem exatamente um ano depois de dois grandes
estudos americanos demonstrarem que o consumo diário de uma dose oral do Truvada pode reduzir em até 78% a
transmissão do vírus para pessoas saudáveis que mantêm relações com parceiros de alto risco, entre elas casais
sorodiscordantes (em que apenas um deles tem o vírus) e homens que fazem sexo com homens.
O Truvada é a combinação de dois Antirretrovirais: tenofovir com emtricitabina. A droga é produzida pelo laboratório Gilead e
conseguiu o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em maio deste ano. "O Truvada é para ser utilizado
na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as infecções do HIV adquiridas por
via sexual em adultos de alto risco", afirmou a FDA em nota.
Otimismo
A pesquisadora Valdilea Veloso, diretora do Instituto de Pesquisas Clínicas Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz), diz que o Truvada é uma potencial arma de prevenção da doença, especialmente entre homens que fazem sexo com
homens - grupo de alto risco de contaminação. Valdilea diz ver com otimismo a indicação do uso do Truvada como mais uma
forma de combate à doença de maneira complementar ao que já existe - como fazer sexo seguro - e não como um substitutivo.
Apesar do otimismo em torno da indicação do uso do Truvada como prevenção, Ronaldo Hallal, coordenador de cuidado e
qualidade do programa de DST/Aids do Ministério da Saúde afirmou que o grupo técnico do Ministério se reuniu recentemente
para atualizar as diretrizes, discutiu esse assunto, mas decidiu manter tudo como está, com foco no incentivo ao sexo
protegido, no diagnóstico e tratamento e na oferta da profilaxia pós-exposição (para pessoas que fizeram sexo desprotegido
com parceiro de risco). "Os estudos demonstram que, se a pessoa doente for tratada corretamente, há uma redução de até
95% na transmissão do vírus. Esse é um resultado bem mais eficaz que os 75% alcançados com a profilaxia pré-exposição",
afirmou Hallal.
Para OMS, arsenal de remédios pode eliminar a Aids
AFP
Trinta anos depois da epidemia de Aids, ainda não foi encontrada uma cura para a doença, mas um crescente arsenal de
remédios poderá, algum dia, ajudar a por fim a novas infecções, afirmou o diretor do Departamento de HIV/Aids da
Organização Mundial da Saúde (OMS), Gottfried Hirnschall.
A chave é encontrar a maneira de administrar melhor os últimos avanços, disse Hirnschall durante visita a Washington, antes
da Conferência Internacional sobre a Aids, que começa nesta cidade no próximo domingo, 22 de julho.
Os remédios Antirretrovirais podem reduzir o risco de que as pessoas infectadas transmitam o vírus e evitar que as pessoas
saudáveis sejam infectadas através de relações sexuais com parceiros com HIV, apesar dessas novas possibilidades gerarem
controvérsia. Esses medicamentos salvaram cerca de 700 mil vidas em todo o mundo só em 2010, algo extraordinário segundo
os especialistas.
As conquistas nas pesquisas e o progresso em alguns países "demonstram que é possível avançar muito significativamente na
ampliação da resposta e inclui começar a pensar na eliminação das novas infecções", disse Hirnschall.
O mundo tem agora 26 Antirretrovirais (conhecidos como ARV) no mercado e mais em desenvolvimento para o tratamento de
pessoas com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), que infectou 60 milhões de pessoas e matou 25 milhões desde o
início da epidemia.
"Temos um arsenal bem grande de drogas disponíveis", observou Hirnschall, considerando que os medicamentos são
melhores agora do que costumavam ser - menos tóxicos, mais robustos, menos propensos a desencadear resistência e mais
toleráveis -, mas ainda não são perfeitos.
Os efeitos colaterais continuam sendo uma preocupação e as autoridades estão vigiando cuidadosamente o surgimento de
resistências.
A OMS se prepara para lançar esta semana seu primeiro relatório global sobre resistência aos medicamentos em países de
renda baixa e média. Estudos recentes demonstraram os benefícios potenciais de iniciar o tratamento mais cedo, antes que a
carga viral seja muito alta, como uma forma de proteger a saúde de uma pessoa infetada e diminuir o risco de transmitir a
enfermidade ao parceiro.
Antirretrovirais
Muitas pessoas estão preocupadas com a ética da prescrição de medicamentos contra o HIV a pessoas saudáveis, quando um
grande número de pessoas infectadas em todo o mundo ainda não tem acesso a tratamentos que salvam vidas. Alguns grupos
de alto risco continuam sendo difíceis de alcançar, como os trabalhadores sexuais e os usuários de drogas injetáveis, muitas
vezes excluídos do tratamento devido a leis restritivas.
JORNAL DO COMMERCIO - RJ | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
Primeira pílula antiHIV para grupo de risco
Estados Unidos aprovam o uso preventivo do antirretroviral Truvada condicionado à prescrição médica. Estudos indicam que
medicamento reduziu em até 75% os riscos de infecção pelo vírus da Aids
A uma semana da 12ª Conferência Mundial de Aids, que será realizada em Washington, nos Estados Unidos, a Agência
Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) do país anunciou um reforço no arsenal de prevenção contra o HIV. Ontem, o
órgão aprovou o uso de um remédio antirretroviral já existente no mercado americano desde 2004 para pessoas não
infectadas, mas que correm maior risco de contrair o vírus, como usuários de drogas injetáveis e parceiros sexuais de
soropositivos. O Truvada, do laboratório Gilead Sciences, é a primeira pílula preventiva já desenvolvida e, a partir de hoje,
poderá ser vendida para esses fins nos Estados Unidos, com prescrição médica.
A aprovação do FDA ocorreu depois de dois estudos indicarem a eficácia do medicamento como medida profilática. Um deles,
financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos EUA, reduziu em 42% os riscos de infecção quando testado entre 2,5
mil homossexuais não infectados. A outra pesquisa, da Universidade de Washington, foi feita com 4,8 mil casais
heterossexuais, em que uma das pessoas era soropositiva, e alcançou um índice de prevenção de 75%. Nos dois estudos,
participaram indivíduos que admitiam ter um comportamento de risco. Ou seja, não usavam Preservativos. Para tratamento de
soropositivos, o remédio é O Truvada é vendido nos Estados Unidos para tratamentos contra a Aids desde 2004: Agora,
poderá será usado de forma preventiva administrado em um coquetel.
Como preventivo, a posologia será de uma pílula diária.
"A aprovação de hoje representa um marco histórico na nossa luta contra o HIV", afirmou, em comunicado de imprensa,
Margaret A. Hamburg, diretora da FDA. "A cada ano, cerca de 50 mil adultos e adolescentes norte-americanos são
diagnosticados com HIV apesar da disponibilidade de métodos de prevenção e de estratégias educativas. Novos tratamentos,
bem como métodos de prevenção, são necessários para combater a epidemia de HIV no país", disse. No Brasil, de acordo
com a assessoria de imprensa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Truvada foi aprovado em maio como
antirretroviral, mas ainda não há, no País, autorização para que o remédio seja vendido também como meio de prevenção.
Soropositivo há 25 anos e integrante da coordenação da organização não governamental (ONG) Grupo Pela Vidda, Murilo
Bezerro Duarte, 55, teme que a medida profilática acabe incentivando um comportamento irresponsável na população. "A única
prevenção correta que existe é o uso de Preservativo. Esse medicamento é mais indicado para reforçar, como no caso em
que a Camisinha estoure, por exemplo. O perigo é que as pessoas banalizem o HIV, algo que já acontece hoje. Quando veem
que os soropositivos estão levando uma vida normal, elas acham que, se forem contaminadas, é só tomar um remédio e
pronto. Com a vinda desse medicamento, essa coisa pode ficar pior", acredita.
Ações educativas
Para evitar que isso ocorra, o FDA recomenda que os profissionais de saúde reforcem as orientações educativas sobre os
riscos de infecção. "O Truvada como medida profilática está sendo aprovado dentro de uma estratégia para minimizar os riscos
de indivíduos não infectados contraírem o vírus. O programa de treinamento e educação não vai se restringir à distribuição do
remédio, mas reforçar a importância de fazer a profilaxia combinada a práticas de sexo seguro", afirmou o órgão, em nota.
"Sozinho, o Truvada não é uma fórmula mágica. O uso exclusivo de um medicamento para prevenir o HIV ou qualquer outra
doença sexualmente transmissível pode ter um desfecho pior se a pessoa não entender como seu próprio comportamento
pode influenciar nos resultados esperados", afirma Perry N. Halkitis, chefe do departamento de Psicologia e Aids da
Associação Psicológica Americana. "Além de praticar sexo seguro, as pessoas que tomarem o remédio profilático precisam
levar em conta a adesão ao tratamento. Elas terão de tomar a pílula todos os dias. Se tomarem a droga só ocasionalmente e
depois contraírem o HIV, elas podem, inclusive, levar à resistência ao medicamento", lembra.
JORNAL DO COMMERCIO - RJ | PAÍS
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
R$ 10,8 bilhões por ano para manter novas UPAs
Previsão é do Cebes. Pacote anunciado por Dilma prevê aporte total de R$ 6,2 bilhões; R$ 2,7 bi irão para 900 novas UPAs e
outros R$ 3,5 bi, para Unidades Básicas de Saúde
A presidente Dilma Rousseff anunciou ontem a meta de construir, até 2014, mais 900 Unidades de Pronto Atendimento
(UPAs), ao custo de R$ 2,7 bilhões. Essas UPAs se somarão às 200 que já estão em funcionamento e atendem mais de 2
milhões de pessoas por mês. Para a presidente, essas unidades de atendimento rápido têm ajudado a desafogar o Sistema
Único de Saúde (SUS). No entanto, o custo é salgado: segundo cálculos do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), o
governo terá que desembolsar anualmente R$ 10,8 bilhões para manter essas novas UPAs em funcionamento.
O diretor do Cebes, José Noronha, ressalta que, para melhorar o atendimento à saúde, não basta aumentar o ritmo de
inaugurações: "Para exercer bem sua função, uma UPA custa quatro vezes o que foi gasto para sua construção. Difícil não é
colocá-la em pé, mas mantê-la. É colocar profissionais para atender o público". Só neste mês, o governo inaugurou oito UPAs,
uma delas em São Bernardo do Campo (SP), em cerimônia que teve a presença da presidente Dilma e do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva. Para o segundo semestre, o plano é habilitar outras 766.
O pacote de investimentos para a saúde anunciado ontem também inclui R$ 3,5 bilhões para a construção de 4 mil novas
Unidades Básicas de Saúde (UBS) e para a reforma e ampliação de outras 21 mil unidades. Somado às UPAs, o governo vai
destinar mais R$ 6,2 bilhões à saúde.
As UPAs são unidades de atendimento rápido, que funcionam 24 horas, todos os dias da semana, capazes de resolver
problemas de até média complexidade. De acordo com dados do Ministério da Saúde, apenas 3% dos pacientes atendidos
nessas unidades são encaminhados para os hospitais. Durante o anúncio da meta, no programa de rádio Café com a
presidenta, Dilma explicou que uma pessoa que procura a UPA com uma dor de cabeça forte e descobre que está com
pressão alta, após ter seu sofrimento aliviado naquele momento, será encaminhado para uma UBS. "Para funcionar bem, um
serviço precisa completar o outro", afirmou.
Edgar Hamann, professor de epidemiologia e especialista em saúde pública da Universidade de Brasília (UnB), lembra que,
além de investir em UPAs e UBS, é preciso melhorar a qualidade dos hospitais públicos. "Não basta apenas colocar médicos
em uma UPA, é preciso uma retaguarda capaz de fazer diagnósticos elaborados. A UPA pode funcionar como triagem, mas
não seria mais interessante equipar melhor e garantir acesso aos hospitais já existentes?", questiona.
JORNAL FLORIPA - SC | CIENCIA E VIDA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Campanha reacende debate sobre deficit de atenção
Uma campanha lançada nesta semana pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia) contra o uso excessivo de medicamentos
por crianças e adolescentes para melhorar o desempenho escolar reacendeu o debate sobre o diagnóstico de deficit de
atenção.
De um lado, o conselho afirma que comportamentos "normais" de crianças, adolescentes e adultos têm sido considerados
patológicos e muitas vezes são tratados desnecessariamente com remédios tarja preta.
Do outro, entidades como a ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) dizem ser contra o uso abusivo de qualquer remédio,
mas afirmam que os critérios para o diagnóstico são bem definidos e o tratamento, se bem conduzido, traz benefícios aos
pacientes.
O lançamento da campanha "Não à Medicalização da Vida" do conselho de psicologia foi feito durante audiência pública na
Câmara dos Deputados. O Ministério da Saúde disse ser a favor da ação por defender o uso racional de todos os remédios.
Mas, em oposição, um manifesto lançado ontem por 20 instituições, como a ABP, a Sociedade Brasileira de Pediatria e grupos
de pesquisas de universidades como USP, Unicamp e UFMG, repudia informações "sem cunho científico" divulgadas na mídia
sobre TDAH (transtorno de deficit de atenção e hiperatividade), que afirmam que o transtorno não existe e levantam dúvidas
sobre os benefícios do tratamento.
AUMENTO
Dados da campanha mostram que, em 2000, foram consumidas 70 mil caixas de medicamentos para o tratamento de
distúrbios ligados à aprendizagem.
Em 2010, o número subiu para 2 milhões. "São dados absurdos. Não entendemos que essa demanda seja legítima", diz
Marilene Proença, conselheira do CFP.
Mas, segundo o psiquiatra Antonio Geraldo da Silva, presidente da ABP, estudos apontam que o transtorno atinge 5% da
população, o que significa 10 milhões de pacientes com TDAH.
"Muitos estão sem tratamento. O que tem é desassistência psiquiátrica no setor público no país", afirma.
Segundo ele, esse aumento de prescrições se deve ao maior acesso de informações, que faz com que mais pessoas procurem
uma avaliação, e aos próprios médicos, que passaram a fazer os diagnósticos de maneira melhor.
TRAQUINAS
Proença afirma que o objetivo da campanha é esclarecer os pais dos malefícios da medicalização de comportamentos
considerados inadequados pela sociedade.
"Os instrumentos de diagnósticos são duvidosos, muitos profissionais se baseiam em questionários. Qualquer criança traquina
se encaixa."
Ela diz acreditar também que é preciso encontrar formas de trabalhar com a criança que tem dificuldades de aprendizado,
como orientações pedagógicas e aos pais.
"Comportamento se aprende, mas com a droga a criança não cria a expectativa de resolver os problemas com novas
estratégias. O remédio resolve e ocupa esse lugar."
Iane Kestelman, psicóloga, mãe de dois filhos com TDAH e presidente da Associação Brasileira de Deficit de Atenção diz,
porém, que não há mais dúvidas de que existem diferenças entre o comportamento de crianças "peraltas e irrequietas" e o de
crianças com o diagnóstico de TDAH.
"Isso só demonstra desconhecimento sobre o tema. Crianças que são simplesmente "levadas" não têm prejuízos sociais em
todas as áreas da vida, não respondem com um desempenho sempre abaixo do esperado. O diagnóstico é estabelecido pela
intensidade, gravidade e discrepância, e nos assusta uma campanha que lança dúvidas sobre isso", afirma.
Silva diz ainda que os critérios internacionais que definem o TDAH, comprovados na literatura, são usados com entrevista
clínica extensa.
JORNAL FLORIPA - SC | CIENCIA E VIDA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Exames de hepatites virais serão disponibilizados em Içara
Içara começou a Semana Mundial contra as hepatites virais com o tema Uma Epidemia Silenciosa: A ordem é Prevenir. Ações
foram levadas aos pacientes do Centro de Atendimento Psico-Social (Caps) do município, e durante a semana empresas da
cidade, centros de recuperação para dependentes químicos e outros lugares receberão exames para detectar possíveis
hepatites.
A Hepatite C tem se destacado nas últimas décadas e por isso é uma das grandes preocupações dos agentes de saúde.
"Preocupada com esse panorama a Administração Municipal, por meio da secretaria de Saúde, oferece o diagnostico para
Hepatite C à população com risco acrescido para a patologia", explica o secretário de Saúde, Fernando Mazzuchetti.
Para vencer a Hepatite B, a coordenadora do programa DST/HIV/Aids, Samira Abdenur, destaca o uso do Preservativo.
"Além disso, será feita a intensificação da vacinação contra Hepatite B. Esta é a melhor arma da prevenção, que tem como
maior fator de risco a transmissão sexual (50%). A vacina é disponibilizada em todas as Unidades Básicas de Saúde, para
população até 29 anos e outros grupos mais vulneráveis", afirma a profissional.
Os pacientes que forem detectados com o vírus terão os encaminhamentos necessários
JORNAL FLORIPA - SC | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Elton John revela que entregou parte da vida às drogas
Durante participação no programa Today Show, na rede americana NBC, Elton John revela ter perdido boa parte de sua vida
para o álcool e as drogas.
O cantor britânico de 65 anos diz não ter percebido que desperdiçava tanto tempo consumindo drogas enquanto vários de seus
amigos morriam por abusar de um estilo de vida desregrado.
"Eu entreguei uma boa parte da minha vida nos anos 1980, quando aquela epidemia de Aids começou a aparecer, e eu era
um viciado egoísta. Eu tinha gente morrendo à minha volta, amigos meus. E ainda assim, não parava com aquela vida. É a pior
coisa do vício". Confessa o astro arrependido.
"Eu fui consumido pela cocaína, pelo álcool, e vai saber pelo que mais. Aparentemente eu nunca recebi o recado de que a
geração "Eu" havia terminado", desabafou.
+ ELTON JOHN RECEBE ESTRELAS EM SUA FESTA ANUAL EM PROL DA Aids
Elton John é hoje líder da Aids Foundation, organização beneficente que luta contra a disseminação da doença e ajuda quem
contraiu o vírus HIV. O músico diz não saber como não contraiu a doença.
No programa, Elton revela também o desejo de ter mais filhos com seu marido, o diretor David Furnish. O cantor já é pai de
Zachari, filho de uma mãe de aluguel.
METRO | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
Aprovada a pílula anti-HIV
A FDA, a agência norte-americana que regula o comércio de medicamentos, aprovou a utilização do Truvada, do laboratório
Gilead, como uma pílula para prevenir as infecções com o vírus da Aids. É a primeira vez que um medicamento recebe uma
certificação como essa.
O Truvada é utilizado no tratamento de soropositivos desde 2004 e passou por uma série de testes que comprovaram sua
capacidade preventiva. Segundo a FDA, a pílula foi eficaz na redução do contágio em homens homossexuais, a uma taxa de
44% a 73%.
O órgão frisou, no entanto, que o remédio só poderá ser utilizado por grupos de risco. Esse é o caso de casais em que um
parceiro tem o HIV e o outro não, por exemplo. "O Truvada é para utilização na profilaxia prévia à exposição em combinação
com práticas de sexo seguro para prevenir as infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco", explica o
relatório da FDA. A agência reforça a necessidade do uso de Preservativos.
METRO-RJ | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
Aprovada a pílula anti-HIV
A FDA, a agência norte-americana que regula o comércio de medicamentos, aprovou a utilização do Truvada, do laboratório
Gilead, como uma pílula para prevenir as infecções com o vírus da Aids. É a primeira vez que um medicamento recebe uma
certificação como essa.
O Truvada (foto) é utilizado no tratamento de soropositivos desde 2004 e passou por uma série de testes que comprovaram
sua capacidade preventiva. Segundo a FDA, a pílula foi eficaz na redução do contágio em homens homossexuais a uma taxa
de 44% a 73%.
O órgão frisou, no entanto, que o remédio não poderá ser utilizado indiscriminadamente. O foco são os grupos de risco, como
casais em que um dos parceiros tem o HIV e o outro não, por exemplo. "O Truvada é para utilização na profilaxia prévia à
exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as infecções do HIV adquiridas por via sexual em
adultos de alto risco", explica o relatório da FDA. A agência reforça a necessidade do uso de Preservativos, em qualquer
situação.
METRO-RJ | RIO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
Desativação do Iaserj causa protesto dos funcionários
Secretário Estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, diz que remoção de pacientes foi planejada
Doentes serão atendidos no Maracanã Local dará lugar a novo Campus Integrado do Inca
Governo federal investirá R$ 500 mi
Parentes de pacientes e funcionários do Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Iaserj) fizeram
manifestação, ontem pela manhã, devido à transferência de internos da unidade, no final de semana. Segundo o Instituto
Nacional de Câncer (INCA), a demolição já foi licitada e no local será construído o novo Campus Integrado do órgão.
O secretário Estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, afirmou ontem em coletiva que a remoção foi planejada com consentimento da
direção do hospital. Segundo ele, os familiares dos doentes foram avisados e negou que eles ficaram em situação de risco. Já
os profissionais seguem fazendo protesto na porta do Iaserj.
"Tudo foi feito de forma programada, seguindo orientações da Justiça. O tema foi discutido amplamente, com diversas
audiências públicas. A transferência dos serviços seguiu um cronograma, e o material e os equipamentos estão sendo levados
para outras unidades. A remoção dos pacientes foi feita de forma segura e sem nenhuma intercorrência", explicou Sérgio
Côrtes.
As transferências dos pacientes começaram na noite de sábado, em ação que teve apoio do Batalhão de Choque da Polícia
Militar (BPChq), o que motivou muitas críticas entre os funcionários. Muitos deles afirmaram que sequer foram avisados. "Não
temos o menor conhecimento para onde vamos", disse a enfermeira Vera Ferreira.
Foram removidos 45 pacientes internados na UTI, nos leitos de enfermaria e de pronto-atendimento da unidade. Mas ainda há
nove doentes internados no local, sendo que um deles ainda não tem condição de ser removido. Segundo a Secretaria
Estadual de Saúde, os doentes foram distribuídos em cinco hospitais do Estado, no Rio e na Baixada Fluminense.
A partir de hoje, os serviços ambulatoriais não irão mais funcionar no hospital. Consultas que tinham sido marcadas serão
realizadas no serviço de ambulatório no prédio Iaserj Maracanã, que começará a funcionar na próxima semana, após passar
por reforma. Ao todo, são 9 mil exames a serem feitos. O Governo do Estado também ampliou outra unidade do Iaserj, o
hospital Eduardo Rabelo, em Campo Grande.
O Governo Federal investirá quase R$ 500 milhões no novo Campus Integrado Inca. A unidade vai ampliar a assistência e a
pesquisa do câncer no Rio de Janeiro.
O DIA - RJ | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
EUA aprovam pílula usada na prevenção do vírus HIV
Testes mostraram eficácia de 73%, mas a droga só é indicada para grupos de alto risco
AA gência Federal de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) anunciou ontem a aprovação do Truvada como
primeira pílula para ajudar a prevenir o HIV. Testes clínicos mostraram que o comprimido reduz em até 73% a contaminação.
A Truvada é indicada para pessoas do grupo de alto risco de infecção: adultos que podem se relacionar com parceiros
infectados por HIV. Entre eles, aqueles cujo companheiro é portador do vírus.
A aprovação não significa que a pílula pode ser usada por todos. Como é antirretroviral, pode causar efeitos colaterais, como
vômito, diarreia, náuseas e tontura. Há registros de intoxicação do fígado e enfraquecimento dos ossos.
Por isso, será prescrita somente para pessoas de grupos de risco específicos. Mas o FDA lembra que o remédio é auxiliar, e o
uso de Preservativos deve ser mantido.
O infectologista Alberto Chebabo, do laboratório Lâmina Medicina Diagnóstica, explica que a composição da pílula é seu
diferencial. "Ela combina três medicamentos. É muito mais prático. Com ela, o paciente toma um comprimido por dia", diz ele.
AINDA LONGE DO SUS
A pílula não deve chegar tão cedo ao sistema de saúde brasileiro. Segundo o coordenador de Cuidado e Qualidade de Vida do
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Ronaldo Hallal, o medicamento não vai ser usado
no Sistema Único de Saúde (SUS).
Ele disse que os resultados dos ensaios clínicos do Truvada já eram conhecidos. "O fato de o FDA ter aprovado não muda
nossa posição de combate à doença", afirmou.
Hallal alega que os testes foram em ambientes controlados e há lacunas que impedem sua introdução na política pública de
saúde. "Nossa estratégia é o uso de Preservativos e o tratamento antiretroviral, que reduzem o risco de transmissão em até
96%".
O DIA - RJ | RIO DE JANEIRO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
Atendimento em forma de protesto no Iaserj
Apesar da ordem de desocupar a unidade, médicos mantêm consultas. Secretaria avisa que pode chamar a polícia para
concluir a desativação
Mesmo com a desocupação do Hospital Central do Instituto de Assistência aos Servidores do Estado do Rio (Iaserj) e com as
condições precárias de atendimento, médicos e funcionários se recusam a interromper as atividades, como forma de protesto.
Ontem, primeiro dia após a interrupção dos serviços, o Centro de Tratamento de Feridas recebeu 19 pessoas que estavam
agendadas.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, eles estão descumprindo decisão judicial, que determina o encerramento do
atendimento. O órgão afirma que o prédio continuará sendo desmontado e, se necessário, convocará a polícia.
A secretaria garante ainda que todos os pacientes com exames e consultas marcados estão sendo procurados para
reagendamento. O atendimento será feito no Iaserj Maracanã, semana que vem.
Ontem, funcionários e pacientes que procuraram o hospital protestaram contra o fechamento. Com problema crônico de
varizes, Eleise Fernandes, 57 anos, conseguiu atendimento. "Os médicos são muito bons. Não quero que feche isso aqui de
jeito nenhum", declarou.
A desocupação foi iniciada na noite de sábado. "Nós identificamos nas redes sociais um incitamento para uma manifestação
violenta contra a transferência. O nosso intuito foi preservar a saúde dos pacientes", explicou o secretário estadual de Saúde,
Sérgio Côrtes. "Tiraram os pacientes daqui à noite, para ninguém ver e com escolta policial", reclamou a aposentada Odília
Sampaio, 76 anos.
O GIRASSOL - TO | ESTADO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
Veja a matéria no site de origem
Diabetes pode ser responsável por infarto, AVC, e doenças cardiovasculares
Falta de controle da doença pode trazer complicações clínicas, que, se não tratadas, podem interferir na qualidade de vida do
paciente.
No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que existam cerca de 11 milhões de portadores de diabetes,
sendo que somente 7,5 milhões são diagnosticados. A diabetes é caracterizada pelo aumento anormal de açúcar no sangue,
sendo uma das cinco doenças que mais matam no país. Vale considerar ainda que, se não controlada, pode aumentar a
aparição de outras doenças como infartos, derrames, problemas cardiovasculares, amputação de membros inferiores, perda da
visão e perda da função da renal. É importante destacar, inclusive, que 50% das pessoas que fazem hemodiálise são
portadores de diabetes e que a doença também é a principal causa de cegueira no mundo.
O endocrinologista Dr. Fadlo Fraige Filho, chefe de Serviço de Endocrinologia do Hospital Beneficência Portuguesa e
presidente da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD), ressalta a importância de estar atento aos sintomas
da doença para que seja diagnosticada e tratada adequadamente ainda no início. "Muitas pessoas que possuem diabetes tipo
2 passam anos sem diagnóstico, isso devido a características da doença e pelo desconhecimento dos médicos não
especializados, dificultando o tratamento, o que pode levar a sérias complicações", reforça o médico. Desta forma, é
fundamental que as pessoas sejam mais informadas sobre como prevenir e tratar a patologia.
Acompanhamento médico, uma rotina de atividades físicas e uma alimentação saudável, são ótimas aliadas para um melhor
controle da doença e também uma forma de não acarretar outras complicações ao paciente. O médico ressalta que é
necessário manter uma dieta equilibrada e personalizada, que deve ser monitorada adequadamente pelo seu médico. "É
importante que o paciente mantenha hábitos saudáveis, sem excessos calóricos e refeições menos ricas em gordura", explica
Dr. Fadlo.
Nas refeições, o diabético deve ingerir preferencialmente carnes brancas com um prato bem variado e colorido de salada com
verduras e legumes: alface, rúcula, tomate, cenoura ralada, rabanete, pepino etc. Além de ajudar no equilíbrio da alimentação,
o prato é sugestivo e motiva a pessoa a ter uma boa alimentação. "As complicações da diabetes praticamente não existem
quando o paciente faz um tratamento adequado, com o acompanhamento do médico especializado, neste caso, o
endocrinologista", destaca o presidente da ANAD.
Em muitos casos, pode ser indicado que o paciente faça medições constantes dos níveis de glicose no sangue utilizando
monitores portáteis, como o BREEZE® 2 ou o CONTOUR® TS, ambos da Bayer Diabetes Care. Hoje o paciente já conta com
aplicativo gratuito para controlar a diabetes, o GlicoCare, que facilita o controle das medições de glicose diárias, oferece dicas
para uma vida saudável, programa lembretes e anotações do dia-a-dia. A versão em português do GlicoCare está disponível
na App Store para iPhone e iPod. (Fonte: Burson-Marsteller)
O TEMPO - MG | BRASIL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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País oferece coquetel gratuitamente há 17 anos
Brasília. O Brasil é um dos poucos países que, desde 1995, oferece gratuitamente medicamentos para pacientes infectados
com o HIV.
A medida do Programa de Prevenção, Controle e Assistência aos Portadores de Doenças Sexualmente Transmissíveis e da
Aids ajuda a aumentar a expectativa de vida dos portadores do vírus. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 90 mil são
beneficiados.
Além disso, o governo incentiva a promoção de práticas seguras de prevenção e controle das DSTs, com treinamento e
campanhas educativas pelo país. O programa nacional distribui mais de 200 milhões de Preservativos gratuitamente para a
prevenção de doenças.
Informações sobre diagnóstico, tratamento e outras questões sobre DSTs e Aids estão no site www.Aids.gov.br.
O TEMPO - MG | BRASIL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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EUA aprovam primeira droga que ajuda a prevenir o vírus HIV
Aids. .Agência reguladora norte-americana se baseou em estudo de farmacêutica Brasil diz que pesquisas têm lacunas e que
não mudará sua política Os Estados Unidos aprovaram a primeira droga que mostrou capacidade de reduzir os riscos de
infecção pelo HIV, um marco nos 30 anos de batalhas contra o vírus que causa a Aids. A Administração de Drogas e
Alimentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) autorizou ontem o uso diário do remédio Truvada, da farmacêutica Gilead
Sciences, como medida preventiva para pessoas com alto risco de contrair o HIV. A droga seria prescrita, junta a testes
regulares de HIV e métodos para a prática de sexo seguro, a pessoas cujos parceiros são infectados pelo vírus. O FDA
informou, por e-mail, que está aprovando o novo uso do Truvada baseado em estudos com homens que fazem sexo com
outros homens; com mulheres Transexuais que fazem sexo com homens que estão em grande risco de serem infectados pelo
HIV através do sexo; e com casais heterossexuais em que um parceiro tem HIV e o outro não. A Gilead Sciences Inc. vem
comercializando o Truvada desde 2004 para o tratamento de pessoas com HIV - no Brasil, há cinco anos. Mas estudos da
farmacêutica, segundo a FDA, mostraram que a droga reduz entre 42% e 75% os risco de infecção. "Nós já temos no arsenal
brasileiro esses dois medicamentos (tenofovir e emtricitabine) que formam o Truvada", disse o coordenador da Área de
Cuidado e Qualidade de Vida do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde do Brasil, Ronaldo
Hallal. Ele afirmou que a política brasileira de tratamento da Aids não será alterada. Para o brasileiro, os estudos com o
Truvada têm várias lacunas que necessitam ser respondidas. "O estudo feito entre mulheres foi interrompido na metade porque
não houve proteção, portanto, esse registro não modifica a política brasileira", disse por telefone. Hallal destacou a importância
do investimento em pesquisas e do desenvolvimento de novas estratégias para a prevenção do HIV. "Mas somente o fato de
esse medicamento ter sido registrado não modifica a estratégia". Segundo ele, a prática do sexo seguro com Preservativo e a
ampliação do acesso ao diagnóstico precoce têm reduzido em 96% o risco de transmissão. "Além dessa estratégia, existe a
profilaxia pós-exposição sexual, nos casos de acidente com ruptura do Preservativo. Nesses casos, os serviços de
atendimento HIV/Aids no Brasil podem avaliar e indicar o uso da profilaxia durante quatro semanas para prevenção", afirmou.
Hallal disse que o Brasil não trabalha com a noção de grupos de risco. "Apenas (trabalhamos com a noção de) que algumas
populações são mais vulneráveis", explicou. (Com Andréa Juste e agências)
PIONEIRO - RS | CIDADES
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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Taxa em Caxias é menor
O Rio Grande do Sul lidera o ranking da Aids no país. Mas Caxias não está entre as 100 cidades com mais diagnósticos no
Brasil, segundo o Ministério da Saúde. As notificações (quando o paciente manifesta os sintomas) no município são menores
em relação à média estadual.
A tendência, porém, é de crescimento. Em 2007, havia 26 novos contaminados para cada 100 mil habitantes. Nos três anos
seguintes, o número oscilou entre 17 e 20, voltando a subir para 32 em 2011. A grande diferença de um ano a outro pode ter
relação com os casos que deixaram de ser notificados.
- É possível que o número de casos aumente porque o exame tem acesso facilitado - projeta a coordenadora do CTA, Paula
Lisiane Benfica.
PIONEIRO - RS | CIDADES
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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Aids está banalizada
Caxias do Sul - Homens e mulheres, independentemente da orientação sexual, parecem não temer mais a Aids, doença
identificada há 30 anos nos EUA. Essa impressão sobressai do relatório do Serviço Municipal de Infectologia, referência para
18 cidades da Serra, incluindo Caxias. Em cinco anos e meio, a quantidade de contaminados pelo vírus HIV aumentou 41% na
região. É quase um novo caso a cada dois dias.
Pouco menos da metade dos pacientes identificados já manifestou sintomas e tem tratamento custeado pelo SUS. Entretanto,
o que preocupa é o grupo que se mantém afastado dos cuidados médicos por falta de informação ou temor de ser
discriminado. Igualmente alarmante são as pessoas que ainda se arriscam nas relações sexuais. Como os Antirretrovirais
minimizam os efeitos danosos do HIV no organismo e aumentam a expectativa de vida, há a falsa ideia de que a Aids deixou
de ser uma doença grave.
O alto índice de contaminação tem diversas razões. Uma delas é o preconceito. Segundo a coordenadora do Serviço de
Infectologia, Nadjane Tavares de França, ainda há pessoas que relacionam a Aids com Homossexualidade ou
promiscuidade, o que é um equívoco. O comportamento de risco é, sim, danoso, mas o perfil dos doentes contradiz o senso
comum. Atualmente, há muitos heterossexuais soropositivos, incluindo casados ou com relacionamento estável.
A proporção de homens infectados é pouco superior às mulheres. Na década passada, havia 10 homens para cada mulher.
Hoje, o sexo feminino representa 44% dos casos, com predominância na faixa etária entre 20 e 49 anos. Por esses motivos, a
Aids estaria se transformando em uma doença familiar, transmitida de marido para mulher e de mãe para filho. Atualmente, as
equipes monitoram 19 crianças contaminadas ainda no ventre e outras 14 gestantes soropositivas. Os infectados são pessoas
em idade fértil para ter filhos e aptas para o trabalho.
- Muitos sentem vergonha para procurar ajuda. Como falar de preconceito quando se é preconceituoso? Outras deixam de usar
o coquetel e, quando tentam retomar, é necessário mudar os remédios, é retrabalho - diz Nadjane.
Apesar do município disponibilizar diagnóstico grátis e distribuição gratuita dos remédios, o Serviço de Infectologia percebe
relutância e falta de continuidade no tratamento. Das 1.223 mil pessoas que se tratam com Antirretrovirais em Caxias,
apenas nove são pacientes novos.
- Muitas pessoas não passam pelo teste por medo. Quando descobrem, já estão muito debilitadas - avalia Nadjane.
A mudança de comportamento barraria novos casos, mas há resistência aos Preservativos. O Serviço de Infectologia atua na
prevenção por meio de palestras. As ações, porém, parecem insuficientes, uma vez que a maioria só procura ajuda ao
perceber que deixou de se proteger.
- Hoje, confiar na relação (amorosa) é subjetivo - diz a coordenadora do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), Paula
Lisiane Benfica.
ADRIANO DUARTE
TRIBUNA DA IMPRENSA - RJ | BLOG TRIBUNA DA IMPRENSA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Mais uma de Sergio Cabral: o escândalo da desativação do Hospital do Iaserj
Muitos servidores estaduais convocados para o ato público em defesa do Iaserj, que seria realizado na manhã do último
domingo, tiveram que se antecipar,uma vez que durante a madrugada de sábado enfrentaram de peito aberto a invasão das
autoridades constituídas do Estado, Procuradores, Secretaria de Saúde e Secretaria de Segurança, que de forma, totalmente
equivocada e truculenta, removerem pacientes em estado grave, sem liberação médica, sem aviso aos familiares, à força e ao
arrepio da lei, para unidades de saúde do Estado, com base na decisão prolatada pela juíza Simone Lopes da Costa, da 10ª
Vara de Fazenda Pública, requerida pelo corrupto desgovernador Sergio Cabral
d Os funcionários do Iaserj afirmam que, "um crime foi praticado, na noite de sábado, pelas autoridades do Rio de Janeiro
contra servidores e pacientes", após ações e lutas em defesa de um hospital público. Um forte aparato policial cercou o Iaserj,
para a operação da secretaria de estado de saúde, fazer as transferências dos pacientes internados no Hospital do Iaserj
(hospital central dos servidores que atende o SUS) serem retirados ilegalmente das UTIs em uma noite fria, sem condições de
transferência e sem paradeiro para onde foram levados'.
Na verdade, uma operação ilegal de desmonte e fechamento do Hospital do Iaserj para demolição (acordo de ampliação que o
Estado do Rio entrega o terreno do Iaserj para a construção de um centro do Inca - Instituto Nacional do Câncer). As
transferências contrariam a ética médica, o ato ilegal tem sido denunciado, mas nem a Justiça, nem o MP se pronunciaram e
as liminares que garantiam o funcionamento do Iaserj foram cassadas.
Vale ressaltar que, alguns pacientes não puderam ser removidos devido o estado de saúde grave em que se encontram.
Apesar disso, nesta segunda-feira, a água e luz de alguns setores do hospital foram cortadas, segundo os funcionários que
permanecem acampados na frente do hospital.
TRATAMENTOS AMEAÇADOS
Ali viviam, há 8 anos, Rosa Barcelos Rosa, de 56 anos, portadora de Síndrome de Down, e Andreia Paixão, de 38, que sofre
de paralisia cerebral. De pacientes abandonadas, sem vínculos sociais, transformaram-se em mascotes daquela comunidade.
A remoção delas para o Hospital Eduardo Rabello, no longínquo bairro de Campo Grande, na zona Oeste, comoveu e revoltou
todos, do porteiro ao pessoal da CTI.
Antônia Maria dos Santos, técnica de enfermagem que os funcionários consideram como a "mãe" das duas internas, não
conteve as lágrimas e as críticas ao comentar a remoção. Sem ter assistido a transferência das ocupantes dos leitos 9 e 10 da
enfermaria 53, 'Tuninha', como a enfermeira é chamada pelas pacientes, misturou indignação, tristeza, saudade, e medo ao
falar das pacientes:
"Sou casada, mas nunca tive filhos. Encontrei nelas o amor filial e sabia que elas gostavam de mim como a uma mãe. Ao longo
dos anos em que viveram aqui, nós demos roupas, móveis, tudo. É inadmissível saber que foram arrancadas daqui no meio da
madrugada, carregadas em lençol. É muita truculência e desrespeito ao paciente. Nem uma maca foram capazes de lhes
fornecer", protestou. "Fico imaginando o rostinho delas quando chegarem ao novo hospital, com pessoas diferentes, outro
ambiente. Ficarão amedrontadas, perdidas".
A enfermeira Márcia Silveira, no Iaserj desde 1990, lembrou da entrada delas, em 1994. Triste, ela teme uma 'provável
regressão' nos avanços cognitivos e motores apresentados pelas duas ao longo da internação no Iaserj.
"Elas chegaram aqui se alimentando na mamadeira, pouco falavam. São pessoas que carregam traumas antigos, de abandono
familiar, agressão. Encontraram aqui abrigo, amor, que as fez melhorar. Já se alimentavam sozinhas, faziam festas, retribuíam
ao carinho recebido. Tenho medo que elas possam piorar, e até mesmo morrer".
PACIENTES EM RISCO
No Chefe do Centro de Tratamentos de Feridas (Cetafe), única unidade na especialidade no estado, a dermatologista Cristina
Maria Machado Maia criticou a falta de planejamento ao se iniciar, 'de forma repentina e despreparada', o fechamento do
Iaserj. Segundo ela, que tem sob sua responsabilidade 600 prontuários, os pacientes não foram comunicados.
"Temos aqui 105 salas de ambulatório. O prédio no Maracanã, para onde será transferido o Cetefe, tem somente 30 salas",
explicou. "Alguns pacientes precisam trocar os curativos das feridas a cada 7 dias. O prazo de alguns deles termina nesta
semana que entra. Ninguém sabe se o Iaserj abre amanhã (segunda-feira, 16) ou quando abre. A situação é gravíssima. Pode
haver, inclusive, amputações".
Para membros da equipe de intensivistas (que atendem no tratamento intensivo) do Iaserj, que foi toda transferida para o
Hospital Getúlio Vargas (HGV), na Penha (Zona Norte) junto com os pacientes, a remoção é assustadora. Seus médicos
lamentam o fechamento do CTI, criado em 2008 e com 'muita lenha pra queimar'.
"Recentemente, foram inauguradas 24 UTIs no Hospital Getulio Vargas. Com a transferência do setor daqui para a Penha, o
ganho real na rede estadual de saúde será de apenas oito leitos. Esta situação, em um Estado que tem 150 pessoas
aguardando uma vaga em CTI, é lamentável. Eles não estão nem aí se 10% destes pacientes morrerem esperando vaga".
Funcionária do Hospital, onde é secretária da direção da unidade há 8 anos, Andrea Assunção criticou a administração do
Iaserj. Para ela, além do risco dos funcionários perderem o emprego, a população do entorno do local ficará desassistida.
"O Iaserj não existe para o governo estadual. Que hospital a população do Centro vai utilizar? O Souza Aguiar já está
completamente lotado, com filas gigantes. As pessoas entravam aqui e saíam vivas, saudáveis. Acabaram com um hospital
excelente", disse. "A administração do Pedro Cirilo pode ser considerada horrorosa, ele fez de tudo para fechar isso daqui. Os
funcionários que não são concursados sairão com uma mão na frente e outra atrás".
TRIBUNA DA IMPRENSA - RJ | BLOG TRIBUNA DA IMPRENSA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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O triste e absurdo fim do IASERJ: uma vergonha para o RJ
O hospital do IASERJ, durante tantos anos, uma referência de qualidade no atendimento médico aos servidores do Estado do
Rio de Janeiro, foi despejado (a expressão é esta mesmo) na madrugada de sábado para domingo com apoio da PM e a
transferência compulsória dos pacientes internados. Um desrespeito para com a condição humana. Um ato de força. Mais uma
demolição no projeto do governador Sérgio Cabral. Vai se unir à demolição do quartel da própria Polícia Militar na Evaristo da
Veiga e também à demolição do quartel da Bartolomeu Mitre. Em seu lugar um empreendimento imobiliário para - diz o
governador - revitalizar uma área nobre da zona sul do Rio.
Despropósitos em série. No caso do IASERJ, uma insensatez. A excelente reportagem de Diego Barreto, Luiz Ernesto
Magalhães e Natasha Mazacero, O Globo de segunda-feira, transmitiu nitidamente a atmosfera dramática do episódio. A foto,
em meio à neblina e a pouca iluminação, foi de Fernando Quevedo. Reproduziu bem o clima de perda e frio.
Com a demolição do IASERJ é demolida igualmente uma parte importante da história do Rio de Janeiro. Funcionou
exemplarmente ao longo dos governos Carlos Lacerda, Negrão de Lima, Chagas Freitas.
Inclusive no primeiro mandato de Chagas, ele mesmo esteve internado e se submeteu a uma intervenção cirúrgica. O mesmo
aconteceria meses depois, com o vice-governador Erasmo Martins Pedro. Não se notava a presença de sinais de luxo, mas
sim da eficiência. Destinava-se ao atendimento dos funcionários. Por isso, dos 11% que os servidores descontam
mensalmente de seus vencimentos a parcela de 2% direcionava-se ao IASERJ. Com sua extinção para onde irá essa receita.
Antes, o desconto vinha nos contracheques. Depois a contribuição foi unificada.
A partir do governo Leonel Brizola, em seu primeiro mandato. Cesar Maia, então Secretário da Fazenda, instituiu o caixa único,
arrecadação centralizada. Foi um desastre. Aconteceu no período em que o médico Cesar Ronald foi nomeado presidente do
Instituto. Com o desconto, mas sem o repasse, o IASERJ começou a enfraquecer. Mesmo assim, revelaram os repórteres de O
Globo, ele atendia mil e duzentos funcionários por mês, uma parcela desse total na área de emergência.
Para onde irá tal atendimento a partir de hoje? Eis aqui uma pergunta de caráter permanente, já que os descontos na folha dos
servidores continua permanente. Os internos foram transferidos para o Hospital Getúlio Vargas. Mas qual o destino dos que se
encontravam no CTI? Poderá o Secretário de Saúde, Sérgio Cortes, argumentar que serão levados à rede pública do Sistema
Único de Saúde, o SUS.
Não funciona, não é a mesma coisa. Sobretudo porque os funcionários estaduais são contribuintes do IASERJ e não vão - é
claro - deixar de ser, com o desaparecimento do hospital da Henrique Valadares. Quer dizer que pagam por um atendimento
específico e passam a ser atendidos como os não contribuintes? Tem cabimento isso?
Prevalecendo tal hipótese, para que contribuição? Não faz sentido. Pois se o acesso ao SUS é universal, não cabe existir
pagamento setorial. Uma separação de direitos dentro da universalidade alegada. Mais infelizmente as coisas neste país se
passam assim. O interesse coletivo que inclusive inspira a Constituição de 88 só existe no papel e na tela dos computadores.
Na prática não se realiza. Trata-se de uma figura de ficção. Choca-se com a verdade do dia a dia.
Os corredores dos hospitais públicos estão repletos de macas. A cena aparece diariamente na Globo, Record, Band, SBT e
CNT. Administrador algum poderá desmentir a evidência. Um desastre. Uma sequência de injustiças. Acrescente-se a ela o
despejo e a derrubada do IASERJ.
TRIBUNA DO NORTE - RN | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprovam medicamento de prevenção ao vírus da Aids
A primeira "vacina" contra a Aids está autorizada nos Estados Unidos. A Agência Federal de Alimentos e Medicamentos dos
EUA anunciou, nesta segunda-feira (16), a aprovação do medicamento chamado Truvada, como primeira pílula para ajudar a
prevenir o HIV. Porém, a eficácia ocorre somente em alguns grupos de risco.
De acordo com a agência regularoda americana, o Truvada "é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação
com práticas de sexo seguro para prevenir as infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco".
O Truvada já está no mercado desde 2004, como um dos medicamento que compõem o chamado coquetel utilizado pelos
portadores do vírus HIV. A análise sobre o uso do Trovada como medicamento para a prevenção da Aids ocorre desde maio
deste ano, depois que testes clínicos mostraram que este medicamento pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais
de 44% a 73%.
O estudo sobre o Truvada publicado em 2010 incluiu 2.499 homens que tinham relações sexuais com outros homens, mas que
não estavam infectados com o vírus que causa a Aids. Os participantes foram selecionados aleatoriamente para tomar uma
dose diária de Truvada, com uma combinação de 200 miligramas de emtricitabina e 300 mg de tenofovir disoproxil fumarato,
ou um placebo. Quem tomou o medicamento regularmente teve quase 73% a menos de infecções. Com os números,
especialistas afirmam que os resultados são a primeira demonstração de que um remédio já aprovado por via oral pode
diminuir a probabilidade de infecções de HIV.
Por dificultar o contágio em determinados grupos de risco, o temor de especialistas com relação à pílula é o possível incentivo
a comportamentos sexuais de risco.
ZERO HORA - RS | GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
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"A decisão deve ser questionada"
Luciano Goldani - Chefe da unidade de infectologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre
O infectologista Luciano Goldani, do Hospital de Clínicas, recebeu com reservas a liberação do Truvada nos Estados Unidos.
Ele receia que o medicamento passe uma falsa sensação de segurança a quem o utilizar, tendo efeito contrário ao desejado
pelas autoridades de saúde.
Zero Hora - A aprovação de um medicamento para prevenção ao HIV representa um momento importante na luta contra a
Aids?
Luciano Goldani - Não acho que isso tenha algo de fantástico. Do ponto de vista prático, não vai fazer muita diferença. O
medicamento não é 100% seguro. A pessoa que o utilizar pode achar que está protegida e relaxar no uso da Camisinha. Ou
então ela pode, por causa da sensação de segurança, se envolver em mais situações de risco. Os estudos mostram eficácia
entre homossexuais, mas nos estudos as pessoas cuidam para tomar a medicação adequadamente. Na vida real é diferente.
As pessoas tomam um dia, depois falha. Minha opinião é que pode haver um efeito contrário e aumentar as infecções.
ZH - Nos grupos de maior risco de infecção, ele não seria útil?
Goldani - Talvez para casais estáveis, em que um dos dois tem o vírus, o medicamento funcione. Mas até quando a pessoa vai
ficar tomando a pílula? Uma das drogas usadas no Truvada, o tenofovir, é muito tóxica para o rim. Se a pessoa for tomar o
medicamento sempre, quais vão ser as consequências? Há muitas questões nebulosas. A decisão da FDA deve ser, no
mínimo, questionada.
ZERO HORA - RS | GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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Passo à frente na luta contra a aids
Pílula liberada pelos EUA ajuda na prevenção do vírus HIV, mas não substitui métodos tradicionais como o uso de
Preservativos
Uma pílula usada no tratamento de pessoas com HIV foi liberada ontem nos Estados Unidos para a prevenção ao vírus. É a
primeira vez que um remédio é aprovado para esse fim. A Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) norte-americana
autorizou a utilização do Truvada apenas por pessoas com risco elevado de contrair o HIV, como cônjuges de soropositivos.
Produzido pelo laboratório Gilead, o remédio está disponível no mercado dos EUA desde 2004, usado em combinação com
outros Antirretrovirais no tratamento de soropositivos.
- O Truvada representa uma abordagem efetiva e comprovada, que pode ser somada a outros métodos para ajudar a reduzir a
propagação do HIV - afirmou Debra Birnkrant, diretora da divisão de antivirais da FDA.
Apesar da liberação, a agência ressaltou que o remédio deve ser usado como "parte de uma estratégia abrangente para a
prevenção contra o HIV, que inclui outros métodos, como prática de sexo seguro, orientação para a redução de risco e testes
regulares de HIV". Um impeditivo extra para a utilização do medicamento é o custo, estimado em US$ 14 mil ao ano.
Desde 2010, testes revelam que o Truvada pode reduzir o risco de infecção. Estudo com 2.499 homens homossexuais apontou
que o uso diminuiu entre 44% e 73% o risco. Um segundo estudo, com 4.758 casais heterossexuais, em que um parceiro
estava infectado e outro não, mostrou que o remédio diminuiu em 75% a contaminação. Mas o Truvada está longe de ser uma
vacina. Não tem 100% de eficácia e deve ser ingerido diariamente.
No Brasil, a medicação obteve registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em maio, para tratamento, mas o
Ministério da Saúde diz que não mudará a estratégia de prevenção à doença no país. Ronaldo Hallal, coordenador de
cuidado e qualidade do programa de DST/Aids do órgão, afirma que o tema foi discutido recentemente e que a decisão foi
manter a política brasileira como está, com foco no incentivo ao sexo protegido, no diagnóstico e no tratamento:
- Os estudos demonstram que, se a pessoa doente for tratada corretamente, há uma redução de até 95% na transmissão do
vírus. Esse é um resultado mais eficaz do que os alcançados com a profilaxia pré-exposição. Estamos falando de resultados
em estudos controlados, em que as pessoas são orientadas e acompanhadas a cada 30 dias. Na vida real, numa política de
saúde pública, é totalmente diferente.
ZERO HORA - RS | ARTIGO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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Gripe A: prevenção e tratamento (Artigo)
por Ciro Simoni*
O enfrentamento da gripe A depende de uma arma fundamental: informação. E são duas as informações que precisam chegar
a todos os gaúchos e gaúchas: 1) a prevenção é essencial para diminuir a circulação do vírus e 2) o tratamento é capaz de
evitar o agravamento dos casos, quando feito no início dos sintomas. É preciso mudar a cultura de tratar a gripe em casa com
chá e automedicação. Ao sinal de febre, dor de garganta e dor de cabeça, nas articulações, ou muscular, procure atendimento
médico.
"E a vacina? Por que não é para todos?" são perguntas que tenho ouvido. No Brasil, a aquisição de vacinas é centralizada pelo
Ministério da Saúde, que alega que não há produção suficiente de doses para vacinar todas as pessoas. Nesse contexto,
imunizamos as pessoas com mais chances de evoluir para casos graves. Agora, o nosso empenho é para evitar o
agravamento de qualquer caso e, para isso, repito: "Prevenção! Tratamento!".
A Organização Mundial da Saúde decretou em 2010 o fim da pandemia e início da fase pós-pandêmica da doença, indicando
que o vírus H1N1 se manteria em circulação, apresentando comportamento de vírus sazonal. Portanto, a circulação do vírus
não se caracteriza como uma situação atípica no cenário do inverno gaúcho, o H1N1 é agora mais um agente, entre vários,
que causam doenças respiratórias agudas. Assim, a prevenção e o tratamento não combatem somente a gripe A, mas também
outras doenças que podem levar a complicações.
Quando as notícias sobre a ocorrência de casos graves e, infelizmente, de óbitos surgem, a pergunta que devemos fazer é:
esses casos poderiam ser evitados caso o tratamento fosse iniciado a tempo? Na maioria das vezes, a resposta é sim. A
orientação da Secretaria Estadual da Saúde é clara aos médicos: toda suspeita de gripe deve ser tratada, antes mesmo da
confirmação do tipo de vírus, de preferência nas primeiras 48 horas dos sintomas. O antiviral Oseltamivir, de nome comercial
Tamiflu, está disponível em todos os municípios do Estado e pode ser prescrito tanto por médicos do SUS como particulares,
com a dispensação gratuita garantida pela rede pública.
E as medidas de prevenção de que falei no início são, na verdade, hábitos simples: lavar as mãos com frequência,
especialmente após tossir ou espirrar, utilizar lenço descartável para higiene nasal e cobrir nariz e boca quando espirrar ou
tossir, ventilar os ambientes e evitar visitas a hospitais. Os gripados, além de procurar atendimento, devem evitar o convívio
social, especialmente locais públicos fechados. Adote essas atitudes, previna-se e pare de espalhar a gripe.
*Secretário estadual da Saúde
UOL | UOL NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 08:05
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UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo
GENEBRA, 17 Jul 2012 (AFP) -A Agência das Nações Unidas de Luta contra a Aids (UNAIDS) comemorou nesta terça-feira a
aprovação nos Estados Unidos do primeiro tratamento preventivo contra a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids).
Segundo um comunicado publicado em Genebra, a UNAIDS indica que se trata de um "tratamento destinado a prevenir a
transmissão sexual do HIV para pessoas que não possuem o HIV, mas que são consideradas pessoas de risco".
A Agência Americana de Medicamentos (FDA) aprovou nesta segunda-feira o lançamento no mercado deste tratamento, o
antirretroviral Truvada, que, segundo as autoridades, contribuirá para reduzir o número de novas infecções.
O Truvada, tomado diariamente, está destinado a "ser utilizado como um profiláctico antes de um contato com o HIV (vírus da
imunodeficiência humana). Deverá ser combinado com medidas de prevenção - detecção regular e tratamento de outras
doenças venéreas - para impedir a transmissão do vírus entre adultos de alto risco", destacou a agência.
"O Truvada não pode substituir as práticas sexuais seguras", insistiu a FDA em um comunicado. Esta autorização foi dada
pouco antes da conferência internacional sobre a Aids que irá ocorrer em Washington de 22 a 27 de julho.
O custo deste tratamento é de 12 a 14 mil dólares anuais.
G1 | MUNDO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 08:03
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UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo
GENEBRA, 17 Jul 2012 (AFP) -A Agência das Nações Unidas de Luta contra a Aids (UNAIDS) comemorou nesta terça-feira a
aprovação nos Estados Unidos do primeiro tratamento preventivo contra a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids).
Segundo um comunicado publicado em Genebra, a UNAIDS indica que se trata de um "tratamento destinado a prevenir a
transmissão sexual do HIV para pessoas que não possuem o HIV, mas que são consideradas pessoas de risco".
A Agência Americana de Medicamentos (FDA) aprovou nesta segunda-feira o lançamento no mercado deste tratamento, o
antirretroviral Truvada, que, segundo as autoridades, contribuirá para reduzir o número de novas infecções.
O Truvada, tomado diariamente, está destinado a "ser utilizado como um profiláctico antes de um contato com o HIV (vírus da
imunodeficiência humana). Deverá ser combinado com medidas de prevenção - detecção regular e tratamento de outras
doenças venéreas - para impedir a transmissão do vírus entre adultos de alto risco", destacou a agência.
"O Truvada não pode substituir as práticas sexuais seguras", insistiu a FDA em um comunicado. Esta autorização foi dada
pouco antes da conferência internacional sobre a Aids que irá ocorrer em Washington de 22 a 27 de julho.
O custo deste tratamento é de 12 a 14 mil dólares anuais.
mnb/pjt/it/arz/ma
AFP | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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OMS: arsenal de remédios poderá ajudar a acabar com a Aids
WASHINGTON - Trinta anos depois da epidemia de Aids, ainda não foi encontrada uma cura para a doença, mas um
crescente arsenal de remédios poderá, algum dia, ajudar a pôr fim a novas infecções, indicou o diretor do departamento de
HIV/Aids da Organização Mundial da Saúde, Gottfried Hirnschall.
A chave é encontrar a maneira de administrar melhor os últimos avanços, disse Hirnschall em uma entrevista à AFP durante
visita a Washington, antes da Conferência Internacional sobre a Aids, que começa nesta cidade no próximo domingo, 22 de
julho.
Os remédios Antirretrovirais podem reduzir o risco de que as pessoas infectadas transmitam o vírus e evitar que as pessoas
saudáveis sejam infectadas através de relações sexuais com parceiros com HIV, apesar dessas novas possibilidades gerarem
controvérsia.
Esses medicamentos salvaram cerca de 700.000 vidas em todo o mundo só em 2010, algo extraordinário segundo os
especialistas.
As conquistas nas pesquisas e o progresso em alguns países "demonstram que é possível avançar muito significativamente na
ampliação da resposta e inclui começar a pensar na eliminação das novas infecções", disse Hirnschall.
O mundo tem agora 26 Antirretrovirais (conhecidos como ARV) no mercado e mais em desenvolvimento para o tratamento de
pessoas com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), que infectou 60 milhões de pessoas e matou 25 milhões desde o
início da epidemia.
"Temos um arsenal bem grande de drogas disponíveis", disse Hirnschall, levando em conta que os medicamentos são
melhores agora do que costumavam ser - menos tóxicos, mais robustos, menos propensos a desencadear resistência e mais
toleráveis - mas ainda não são perfeitos.
Os efeitos colaterais continuam sendo uma preocupação e as autoridades estão vigiando cuidadosamente o surgimento de
resistências. A OMS se prepara para lançar esta semana seu primeiro relatório global sobre resistência aos medicamentos em
países de renda baixa e média.
Estudos recentes demonstraram os benefícios potenciais de iniciar o tratamento mais cedo, antes que a carga viral seja muito
alta, como uma forma de proteger a saúde de uma pessoa infetada e diminuir o risco de transmitir a enfermidade ao parceiro.
- Antirretrovirais para evitar o HIV -----------------------------------------A pesquisa sobre o uso dos ARV como uma maneira de prevenir o HIV nas pessoas sãs - também conhecido como "profilaxia
pré-exposição" (PrEP) - mostrou resultados contraditórios.
Foram promissores em casais heterossexuais e gays que tomaram as pílulas com diligência. Contudo, um importante estudo
em mulheres africanas não mostrou nenhum tipo de proteção dos ARV em comparação com um placebo.
"Isso, provavelmente, será o centro do debate na conferência: quando é apropriado iniciar o tratamento e como aproveitar ao
máximo as vantagens dos Antirretrovirais para a prevenção em um sentido mais amplo", disse Hirnschall.
A Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira a aprovação do
Truvada, do laboratório Gilead Sciences, como primeira pílula para ajudar a prevenir o HIV em alguns grupos de risco.
"O Truvada é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as
infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco. O Truvada é o primeiro remédio aprovado com esta
indicação", afirmou a FDA.
O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004 como tratamento para pessoas infectados com HIV, indicado em
combinação com outros remédios Antirretrovirais.
Muitas pessoas estão preocupadas com a ética da prescrição de medicamentos contra o HIV a pessoas saudáveis, quando um
grande número de pessoas infectadas em todo o mundo ainda não tem acesso a tratamentos que salvam vidas.
Alguns grupos de alto risco continuam sendo difíceis de alcançar, como os trabalhadores sexuais e os usuários de drogas
injetáveis, muitas vezes excluídos do tratamento devido a leis restritivas.
"Em muitos países onde (os usuários de drogas) constituem o grupo de maior risco, têm menor acesso ao tratamento", disse
Hirnschall.
A OMS também prepara diretrizes para a administração de Antirretrovirais como prevenção para as pessoas saudáveis, que
devem ser divulgadas na conferência.
A profilaxia pré-exposição "é um enfoque promissor. Acreditamos que, provavelmente, se transforme em um nicho de
intervenção de certos indivíduos nos quais outras prevenções podem não ser acessíveis ou difíceis de implementar", disse
Hirnschall.
"Há muito poucas pílulas mágicas, mas é uma intervenção adicional que poderá se somar ao arsenal de intervenções que
temos", disse Hirnschall.
"O objetivo não é só fixar as políticas, mas realmente ter a capacidade e os recursos necessários para colocá-las em prática".
AFP | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprovam a primeira pílula de prevenção do vírus da Aids
WASHINGTON - A primeira pílula para prevenir o HIV em adultos que se encontram em grupos de risco foi aprovada nesta
segunda-feira pela Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos.
O Truvada teve uma nova utilização aprovada pela FDA para prevenção contra o vírus causador da Aids, aliado ao sexo
seguro e aos testes regulares.
Produzida pelo laboratório Gilead Sciences, na Califórnia, a pílula é encontrada no mercado americano desde 2004, sendo
usada no tratamento de pessoas infectadas com o HIV e indicado em combinação com outros remédios Antirretrovirais.
O medicamento é considerado por muitos especialistas uma nova e potente ferramenta contra o vírus da Aids, mas alguns
provedores de serviço de saúde temem que incentive comportamentos sexuais de risco.
Além disso, o custo do tratamento é avaliado em torno de 14.000 dólares por ano, o que o torna inviável para muitas pessoas.
"O Truvada representa uma abordagem efetiva e comprovada que pode ser somada a outros métodos para ajudar a reduzir a
propagação do HIV", afirmou Debra Birnkrant, diretora da divisão de produtos antivirais da FDA.
A FDA informou que o Truvada deve ser usado como "parte de uma estratégia abrangente para a prevenção contra o HIV, que
inclui outros métodos, como a prática de sexo seguro, a orientação para a redução de risco e os teste regulares de HIV".
Em maio, um painel assessor da FDA pediu para aprovar o Truvada como prevenção para pessoas não infectadas, depois que
testes clínicos mostraram que este medicamento pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais de 44 a 73%.
Um estudo sobre o Truvada publicado em 2010, no New England Journal of Medicine, incluiu 2.499 homens que tinham
relações sexuais com outros homens, mas que não estavam infectados com o vírus que causa a Aids.
Os participantes foram selecionados aleatoriamente para tomar uma dose diária de Truvada - uma combinação de 200
miligramas de emtricitabina e 300 mg de tenofovir disoproxil fumarato - ou um placebo.
Quem tomou o medicamento regularmente teve quase 73% a menos de infecções.
Um segundo estudo, com 4.758 casais heterossexuais, em que um parceiro estava infectado com o HIV e outro não, mostrou
que o Truvada diminuiu em 75% o risco de contaminação em comparação com o placebo.
Segundo os especialistas, os resultados são a primeira demonstração de que um remédio já aprovado por via oral pode
diminuir a probabilidade de infecções de HIV.
Os efeitos colaterais mais comuns foram os mesmos que os observados em pessoas que usavam o remédio no tratamento da
Aids, e incluíam diarréia, náuseas, dores abdominais, dores de cabeça e perda de peso.
A meta é, um dia, zerar o número de novas infecções nos Estados Unidos, que se manteve estável nos últimos anos, em torno
de 50.000 novos casos por ano, e reduzir essa taxa em 25% até 2015.
180 GRAUS | CULTURA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Disponível edital para Festival Internacional de Humor e Arte
Premia criações artísticas que promovam estilos de vida saudáveis relacionados ao vírus HIV e à Aids
Está disponível o edital para o 2º Festival Internacional de Humor e Arte em Aids, que premia criações artísticas que
promovam estilos de vida saudáveis relacionados ao vírus HIV e à Aids. As melhores obras serão expostas em uma exposição
itinerante, um catálogo impresso e outro eletrônico.
O 2º Festival Internacional de Humor e Arte em Aids premia criações artísticas que promovam estilos de vida saudáveis
relacionados ao vírus HIV e à Aids
Podem participar artistas amadores ou profissionais nas categorias cartoons, tirinhas cômicas e arte urbana com trabalhos que
tratem da prevenção, tratamento e direitos humanos. Estas obras deverão ter caráter educativo, informativo ou de orientação
social e não podem conter nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal, de autoridades ou servidores
públicos.
Os trabalhos que forem selecionados vão à votação popular e à análise de júri técnico. Serão premiados os dez melhores
trabalhos de cada categoria e a cerimônia de premiação acontecerá no dia 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids.
A premiação em cada categoria será R$ 10 mil, para o primeiro colocado; R$ 5 mil, para o segundo, e R$ 3 mil, para o terceiro.
Os participantes classificados entre a quarta e a décima colocações receberão iPods. Já para a votação popular, o primeiro
lugar de cada categoria receberá a quantia de R$ 3 mil.
O festival é promovido pelos ministérios da Saúde e da Cultura, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a
Educação, Ciência e Cultura (Unesco). As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de agosto, no site.
AGÊNCIA NOTÍCIAS | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Curitiba apresenta resultados no controle da tuberculose em simpósio internacional
As estratégias empregadas e os resultados obtidos por Curitiba no enfrentamento da Tuberculose estarão entre os temas
dessa terça feira (17) no simpósio internacional sobre a doença, que acontece até o próximo dia 26, no auditório das
Faculdades Pequeno Príncipe. Os dados serão apresentados pela coordenadora do programa na Secretaria Municipal da
Saúde, enfermeira Liza Rosso.
Nossa taxa de cura está aumentando, o que mostra a eficiência da busca ativa e do Tratamento Diretamente Observado (TDO)
dos pacientes, bem como do desafio de ampliar o exame das pessoas que têm ou tiveram contato com eles, observa Liza,
encarregada da apresentação marcada para as 14h. A experiência levou o Ministério da Saúde a distinguir o município com
um certificado de qualidade, entregue durante 5º Encontro do Programa Nacional de Controle da doença. A premiação ocorreu
em junho, em Brasília.
Município - No ano passado Curitiba registrou 400 novos casos de Tuberculose, o que representa uma taxa de incidência de
22,83 casos por 100 mil habitantes. O percentual de pacientes sob Tratamento Diretamente Observado (TDO) foi de 80,6%, o
que ajuda a explicar a queda na taxa de abandono (de 14% m 2008 para 8,3% em 2010) e o aumento do número de pacientes
curados (de 68,4% em 2007 para 77,1% em 2010). O número de óbitos, por sua vez, caiu de 5,4% (2007) para 2,4% (2010).
Em Curitiba, 87% dos pacientes cadastrados no Programa de Controle da Tuberculose fazem teste para saber se têm o vírus
da Aids. A Tuberculose é a primeira causa de óbito entre pacientes nessa condição e a quarta entre as doenças infecciosas
em todo o mundo. O diagnóstico é fundamental para a abordagem eficiente tanto de uma quanto de outra doença, levando à
redução do abandono do tratamento e de óbitos.
O percentual vai a 100% quando o quesito é o acompanhamento dos pacientes até o prazo máximo para encerramento do
tratamento, que pode se estender durante seis meses. Casos especiais podem levar até 1 ano. Já o monitoramento dos
contatos avaliou 61 pessoas em 2010 e 72 no ano passado. O objetivo é, com o diagnóstico precoce, diminuir as chances de
adoecimento dos contatos, que são acompanhados durante 2 anos, tempo suficiente para desenvolvimento da doença.
Doença - A Tuberculose é uma doença infecciosa de transmissão aérea, classificada como em estado de emergência pelo
Ministério da Saúde desde 1993. Seu sintoma mais característico é a tosse contínua há pelo menos três semanas, mas
também ocorrem febre discreta ao cair da tarde e escarro com sangue.
A doença acontece quando alguém contaminado tosse, espirra ou fala, contaminando com o bacilo de Koch pessoas sadias e
com baixa imunidade. É o caso dos portadores do vírus da Aids e dos diferentes tipos de câncer, transplantados e estressados
crônicos.
Serviço
Controle da Tuberculose
Em Curitiba
Dia 17 de julho (terça)
Às 14h
No auditório das Faculdades Pequeno Príncipe (Iguaçu,333)
Fonte: Prefeitura de Curitiba
AGÊNCIA PARÁ NOTÍCIAS - PA | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Videoconferência discute ações de prevenção contra as hepatites virais
A Coordenação Estadual de Hepatites Virais da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) participa quarta-feira (18) de
videoconferência para discutir sobre as atividades que serão desenvolvidas no Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais,
comemorado em 28 de julho. O encontro será promovido pelo Departamento Nacional de DST/ Aids e Hepatites Virais, com o
objetivo de ampliar o alcance das ações dos setores que trabalham contra a doença em todo o país.
O diretor do departamento, Dirceu Greco, estará presente na videoconferência. Segundo a coordenadora estadual de
Hepatites Virais, Cisalpina Cantão, o momento será de debates e integração das ações locais e nacionais. "A ocasião será de
fundamental importância para compartilharmos as ações locais com as demais coordenações de hepatites virais", afirmou.
A campanha deste ano tem como tema "As hepatites estão próximas de você. Vacine-se, faça o teste, Previna-se". As
abordagens estarão focadas em dois eixos: incentivo ao teste para as hepatites B e C e vacinação para a Hepatite B entre
jovens com idade de até 29 anos e populações vulneráveis.
No Pará, a comemoração em alusão ao Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais será dia 28 deste mês, no Terminal
Rodoviário de Belém. A programação inclui distribuição de folderes e Preservativos masculinos e orientações sobre a
prevenção das hepatites virais.
Segundo Cisalpina Cantão, a ideia é conscientizar a população sobre os riscos e a importância da prevenção das hepatites
virais. Ela diz que o ponto principal será mobilizar os jovens para a vacinação contra a Hepatite B, que está disponível em
todos os postos de saúde.
"A Hepatite B é uma doença sexualmente transmissível, mas tem como ser evitada se os jovens tomarem a vacina. É
importante também que as pessoas façam o teste de triagem para o diagnóstico precoce da doença", ressalta.
Desde o início do mês, equipes de técnicos da coordenação estadual de Hepatites Virais percorrem vários municípios do
Estado juntamente com as coordenações de DST/ Aids e dengue. As atividades se concentram nos locais mais procurados
pelos veranistas.
AGORA MS | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
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Campanha de prevenção à hepatite será dia 28 em Dourados
A Secretaria Municipal de Saúde, através do Departamento de Vigilância Epidemiológica, realiza no dia 28 deste mês, na
Praça Antonio João, a Campanha Fique Sabendo do Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais. O objetivo é promover a
prevenção tanto de hepatites quanto de DST/HIV/Aids.
A intenção é conscientizar a população, de maneira geral, sobre a importância da realização de exames, buscando reduzir o
número de diagnósticos tardios, além de possibilitar a conquista de metas estabelecidas no Plano de Ações e Metas.
A campanha será das 8h às 17h, com teste rápido para HIV, Hepatite B, Hepatite C e Sífilis, na unidade do SAE/CTA, na Rua
dos Missionários, 420. Haverá orientação para a população na Praça Antônio João, com a distribuição de Preservativos e
material informativo/educativo.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que existam no mundo cerca de 325 milhões de portadores de Hepatite B
(destes, 18 milhões com infecção pelo vírus D) e 170 milhões da Hepatite C. Muitos não apresentam sintomas e a infecção
persistente pode provocar sérias consequências.
Além da campanha no Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais, Dourados estará promovendo, de 23 a 30 deste mês,
oficinas e palestras para profissionais de salões de beleza, que terão a responsabilidade de repassar as orientações recebidas
a seus clientes.
ALAGOAS 24 HORAS - AL | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Cientistas dizem que vacina contra Aids está ao alcance
Numa infeliz entrevista coletiva em 1984, a então secretária de Saúde dos EUA, Margaret Heckler, previu ousadamente que
uma vacina eficaz contra a Aids estaria disponível em dois anos.
Mas uma série de tentativas frustradas -incluindo um teste em 2007 com uma vacina da farmacêutica Merck que parecia tornar
as pessoas mais vulneráveis à infecção, ao invés de protegê-las- lançou uma sombra duradoura sobre as pesquisas nesse
campo.
Em 2009, um teste clínico na Tailândia foi o primeiro a mostrar que seria possível evitar a contaminação pelo vírus HIV em
humanos. Desde então, as descobertas apontam para vacinas ainda mais poderosas usando anticorpos que combatem o
vírus.
Agora, os cientistas acham que o licenciamento de uma vacina acontecerá em breve.
"Conhecemos o rosto do inimigo", disse Barton Haynes, da Universidade Duke, na Carolina do Norte, que até recentemente
dirigiu o Centro de Imunologia para a Vacina do HIV/Aids.
Esse consórcio de pesquisas foi fundado em 2005 pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA para identificar e superar
obstáculos que surgem no desenvolvimento de vacinas contra o HIV. Em junho, o instituto suspendeu as verbas para o
consórcio.
Ao contrário de muitos vírus causadores de doenças infecciosas, o HIV é um alvo móvel, gerando continuamente versões
ligeiramente diferentes de si mesmos, e com cepas diferentes afetando populações diferentes ao redor do mundo. O vírus é
especialmente pernicioso por atacar o sistema imunológico, ou seja, o mecanismo que o corpo usaria para reagir à infecção.
"O vírus é bem mais astuto do que pensávamos", disse Haynes, que apresentará um relato sobre os progressos na pesquisa
das vacinas durante a conferência anual da Sociedade Internacional da Aids, entre 22 e 27 de julho em Washington.
Graças a medicamentos capazes de controlar o vírus durante décadas, a Aids não é mais uma sentença de morte. As novas
infecções caíram 21 por cento desde o auge da pandemia, em 1997, e avanços na prevenção -por meio de programas
voluntários de circuncisão, prevenção da transmissão vertical (de mãe para filho) e tratamento precoce- prometem reduzir
ainda mais a incidência.
Ainda assim, estima-se que haja até 34 milhões de soropositivos no mundo. E, com 2,7 milhões de casos só em 2010,
especialistas dizem que a vacina continua sendo a maior esperança de erradicação da Aids.
Fonte: Reuters
ANGOLA PRESS | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Governo quer incrementar relações com Fundação Clinton
Maputo - O governo moçambicano quer aumentar as relações de cooperação com a Fundação Clinton no domínio da saúde,
disse hoje (segunda-feira) o Primeiro - ministro, Aires Ali, após um encontro em Maputo com o ex-presidente dos Estados
Unidos.
Bill Clinton está a efectuar um périplo por países africanos para avaliar os progressos da Iniciativa de Acesso a Saúde, apoiada
pela fundação.
Segundo Aires Ali, o encontro permitiu discutir novas possibilidades de cooperação entre as duas, e adiantou que Bill Clinton
se mostrou interessado em acompanhar o desenvolvimento de Moçambique, em particular nos domínios da agricultura e
formação.
A Fundação Clinton, criada em 2002, trabalha com o governo moçambicano no domínio da saúde, para prestar assistência no
acesso ao tratamento do HIV -Sida e Tuberculose.
Numa visita que esta manhã efectuou a um centro de saúde nos arredores da capital moçambicana, o ex - presidente norteamericano exortou os moçambicanos no esforço de erradicação da transmissão vertical do HIV - Sida, de grávidas para os
bebés.
O Ministro da Saúde moçambicano, Alexandre Manguele, que acompanhou o antigo presidente dos EUA na visita, a
Fundação Clinton desempenha um "importante papel" na expansão do tratamento por anti - retrovirais em Moçambique, que já
cobre cerca de 300 mil pessoas.
Manguele adiantou que a fundação tem sido "instrumental" na redução dos preços dos medicamentos de combate à doença
praticados pelas companhias farmacêuticas.
BAHIA 360 GRAUS | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Pílula para prevenir transmissão do HIV saiba tudo sobre o combate a AIDS
Pílula para prevenir transmissão do HIV saiba tudo sobre combate a Aids - A Agência Federal de Alimentos e Medicamentos
(FDA) dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (16) a aprovação do Truvada, do laboratório Gilead Sciences, como
primeira pílula para ajudar a prevenir o HIV em alguns grupos de risco.
Em maio, um painel assessor da agência pediu a aprovação do medicamento como prevenção para pessoas não infectadas,
depois que testes clínicos mostraram que ele pode reduzir de 44% a 73% o risco de HIV em homens homossexuais.
"O Truvada é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as
infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco. O Truvada é o primeiro remédio aprovado com esta
indicação", afirmou a FDA.
A droga é indicada para usuários enquadrados no grupo de alto risco de infecção, que podem se envolver em relacionamentos
sexuais com parceiros infectados por HIV.
O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004 como tratamento para pessoas infectadas com HIV, indicado em
combinação com outros remédios Antirretrovirais.
Auxílio a grupos de risco
A pílula é considerada por muitos especialistas uma nova e potente ferramenta contra o vírus da Aids, mas alguns provedores
de serviço de saúde temem que incentive comportamentos sexuais de risco.
Um estudo sobre o Truvada publicado em 2010, no "New England Journal of Medicine", incluiu 2.499 homens que tinham
relações sexuais com outros homens, mas que não estavam infectados com o vírus que causa a Aids.
Os participantes foram selecionados aleatoriamente para tomar uma dose diária de Truvada - uma combinação de 200
miligramas de emtricitabina e 300 mg de tenofovir disoproxil fumarato - ou um placebo. Quem tomou o medicamento
regularmente teve quase 73% a menos de infecções.
Segundo os especialistas, os resultados são a primeira demonstração de que um remédio já aprovado por via oral pode
diminuir a probabilidade de infecções de HIV.
De acordo com Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o medicamento tem registro no órgão, ou seja, significa que
está autorizado a ser comercializado no país. Informações do Bem Estar.
BAHIA 360 GRAUS | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Truvada - Droga que "previne" HIV é aprovada
Encontrado no mercado americano desde 2004, o Truvada, do laboratório Gilead Sciences, foi aprovado nesta segunda-feira
(16) pela Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos como a primeira pílula para ajudar a
prevenir o HIV em alguns grupos de risco.
"O Truvada é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as
infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco. O Truvada é o primeiro remédio aprovado com esta
indicação", afirmou a FDA.
A droga é aprovada para usuários enquadrados no grupo de alto risco de infecção e que podem se envolver em
relacionamentos sexuais com parceiros infectados por HIV. Testes clínicos mostraram que este medicamento pode reduzir o
risco de HIV em homens homossexuais de 44 a 73%.
O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004 como tratamento para pessoas infectados com HIV, indicado em
combinação com outros remédios Antirretrovirais. De acordo com Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o
medicamento tem registro no órgão, ou seja, significa que está autorizado a ser comercializado no Brasil.
BULHUFAS | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprovam Truvada, a primeira pílula para prevenir vírus da Aids
Truvada está indicado para utilizar na profilaxia prévia à exposição, em combinação com práticas de sexo seguro, para
prevenir as infecções de HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco, explicou a FDA. Se trata do primeiro fármaco
aprovado para esta indicação, acrescentou.
O medicamento está disponível no mercado estadunidense desde 2004 como tratamento para pessoas infectadas com HIV,
indicado junto com outros fármacos antirretroviral.
Em maio, um painel assessor da FDA instou a aprovar o Truvada como prevenção para pessoas não infectadas, após que
ensaios clínicos mostraram que pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais de 44% a 73%.
A pílula é considerada por muitos experientes como uma nova e potente ferramenta contra o vírus da imunodeficiência humana
(HIV), mas alguns provedores de serviços de saúde temem que fomente comportamentos sexuais de risco.
Um estudo sobre Truvada publicado em 2010 no New England Journal of Medicine incluiu a 2.499 homens que tinham
relações sexuais com outros homens, mas que não estavam infectados com o vírus que causa a Aids. Os participantes foram
selecionados aleatoriamente para que tomassem uma dose diária de Truvada (uma combinação de 200 miligramos de
emtricitabina e 300 mg de tenofovir disoproxil fumarato ou um placebo). Quem tomaram o medicamento regularmente tiveram
quase 73% menos infecções.
Ao todo, incluindo àqueles que não tinham sido tão diligentes em tomar Truvada, se registrou um menos 44% de infecções que
naqueles que tomaram um placebo.
Segundo os experientes, os resultados são a primeira demonstração de que um fármaco já aprovado por via oral poderia
diminuir a probabilidade de infecções de HIV.
BV NEWS - RR | COTIDIANO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Gestores de saúde e educação passam por treinamento
A oficina acontece três dias 6 e 8 de agosto, no auditório da Universidade Estadual
A Secretaria de Estado daSaúde (Sesau), por meio do Núcleo de Ações Programáticas Saúde da Família(NAPSF), e o
Ministério da Saúde (MS) realizam oficina para gestores das áreas de saúde e educação sobre o Programa Saúde na Escola
(PSE). A prática acontece nos dias 6, 7 e 8 de agosto, a partir das 9h, no auditório da Universidade Estadual de Roraima
(UERR).
Mais de 50 profissionais de todos os municípios são esperados para o encontro. A ação visa à integração e articulação
permanente da educação e da saúde do estado, proporcionando melhoria da qualidade de vida da população estudantil do
Ensino Fundamental.
Entre os assuntos previstos está o projeto Olhar Brasil, destinado a promover uma formação continuada para subsidiar
profissionais quanto à acuidade visual dos alunos, com também a busca da diminuição das dificuldades de aprendizagem dos
estudantes nos quais têm problemas de visão.
Também será apresentado aos participantes a Caderneta dos Adolescentes, pelo Núcleo de Ações Programáticas do Jovem e
Adolescente. Desenvolvida pelo MS, a publicação visa apoiar meninos e meninas entre 10 a 19 anos na fase de mudanças e
descobertas próprias da adolescência. Outro ponto de debate será sobre Doença Sexualmente Transmissível/Aids.
Segundo Maysa Ruiz, gerente do NAPSF, a oficina faz parte dos dispositivos no trabalho de redução da mortalidade. "A escola
é um espaço privilegiado para práticas de promoção de saúde e de prevenção de agravos à saúde e de doenças", disse sobre
o trabalho focando as escolas.
A gerente entende que o alcance dos objetivos e sucesso do PSE é de fundamental importância para entender a Educação
Integral como um conceito que compreende a proteção, a atenção e o pleno desenvolvimento da comunidade escolar. "Na
esfera da saúde, as práticas das equipes de Saúde da Família, incluem prevenção, promoção, recuperação e manutenção da
saúde dos indivíduos e coletivos humanos",comentou.
SAÚDE NA ESOCLA
Em Roraima, apenas dois municípios fazem parte do PSE: Boa Vista e São João do Baliza. Cada escola é vinculada a uma
UBS. A unidade de saúde é responsável pelos desenvolvimentos das ações de saúde durante o ano letivo de 2012.
As Equipes de Saúde da Família têm o compromisso de realizar visitas periódicas e permanentes às escolas participantes do
PSE para avaliar as condições de saúde dos alunos e realizar atendimento, de acordo com as necessidades dos estudantes.
CORREIO BRAZILIENSE ONLINE | CIÊNCIA E SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 08:24
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UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo
GENEBRA - A Agência das Nações Unidas de Luta contra a Aids (UNAIDS) comemorou nesta terça-feira (17/7) a aprovação
nos Estados Unidos do primeiro tratamento preventivo contra a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids).
Segundo um comunicado publicado em Genebra, a UNAIDS indica que se trata de um "tratamento destinado a prevenir a
transmissão sexual do HIV para pessoas que não possuem o HIV, mas que são consideradas pessoas de risco".
A Agência Americana de Medicamentos (FDA) aprovou nesta segunda-feira o lançamento no mercado deste tratamento, o
antirretroviral Truvada, que, segundo as autoridades, contribuirá para reduzir o número de novas infecções.
O Truvada, tomado diariamente, está destinado a "ser utilizado como um profiláctico antes de um contato com o HIV (vírus da
imunodeficiência humana). Deverá ser combinado com medidas de prevenção - detecção regular e tratamento de outras
doenças venéreas - para impedir a transmissão do vírus entre adultos de alto risco", destacou a agência.
"O Truvada não pode substituir as práticas sexuais seguras", insistiu a FDA em um comunicado. Esta autorização foi dada
pouco antes da conferência internacional sobre a Aids que irá ocorrer em Washington de 22 a 27 de julho.
O custo deste tratamento é de 12 a 14 mil dólares anuais.
CORREIO DO POVO.COM.BR | GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprova primeira pílula para prevenir aids
Remédio já foi registrado pela Anvisa no Brasil em maio
O FDA (agência americana que regula medicamentos e remédios) anunciou a aprovação do Truvada, do laboratório Gilead
Sciences, como a primeira pílula para ajudar na prevenção do HIV em alguns grupos de risco. "Truvada deve ser usado em
profilaxia anterior à exposição combinada a práticas de sexo seguro para prevenir infecções do HIV em adultos de alto risco. É
o primeiro fármaco aprovado para essa indicação", disse a FDA.
Truvada está no mercado americano desde 2004 com tratamento para pessoas infectadas, em combinação com outros
remédios. Em maio, um painel do FDA recomendou a aprovação do remédio para a prevenção de pessoas não contaminadas,
após pesquisas comprovarem que o remédio reduz o risco em homossexuais entre 44% e 73%.
A pílula é considerada como uma nova e potente ferramenta contra o vírus HIV, mas alguns especialistas temem o incentivo a
comportamentos de risco.
Brasil
No Brasil, o remédio foi registrado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em maio. Isso não significa,
porém, que a droga passará automaticamente a ser usada no Brasil para tratamento de pacientes com HIV ou indicada antes
de relações sexuais desprotegidas com parceiros soropositivos ou com situação sorológica desconhecida.
DCI ONLINE - SP | SERVIÇOS
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Ministério da Saúde envia técnicos ao RS para investigar mortes por gripe suína
BRASÍLIA - O último boletim da Secretaria de Saúde local indica um total de 29 mortes desde o início do ano...
BRASÍLIA - Três técnicos do Ministério da Saúde já estão no Rio Grande do Sul para investigar as mortes provocadas pela
influenza A (H1N1) - gripe suína - no estado. O último boletim da Secretaria de Saúde local indica um total de 29 mortes desde
o início do ano.
Uma equipe similar foi enviada anteriormente pela pasta a Santa Catarina também para investigar as mortes provocadas pela
doença. O relatório conclusivo, divulgado na última sexta-feira (13), indica que a maioria das vítimas apresentava
comorbidades como cardiopatias, obesidade e diabetes e não recebeu o tratamento indicado nas primeiras 48 horas após o
aparecimento dos sintomas.
De acordo com o Ministério da Saúde, não há previsão sobre o tempo de permanência dos técnicos no Rio Grande do Sul,
mas a expectativa é que os trabalhos sejam concluídos o mais rápido possível e possam contribuir para o mapeamento da
circulação do vírus na região.
DIÁRIO CATARINENSE ONLINE |
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 00:46
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Resumo do Jornal da Globo - Rede Globo
- Diversas cidades brasileiras registraram baixas temperaturas durante esta segunda-feira. Segundo o Inmet, o Rio de Janeiro
teve sua tarde mais fria do ano.
- FMI reduziu expectativa de crescimento do Brasil para 2,46%. Para o Fundo, países emergentes estão vendendo menos para
mercados internacionais.
- Câmara dos Deputados aprovou Medida Provisória que desonera folha de pagamento.
- Pesquisas da Federação do Comércio apontaram crescimento no Brasil do número de famílias com dívidas.
- Abuso de medicamentos controlados pode causar revisão de leis norte-americanas sobre remédios tarja-preta.
- Estados Unidos aprovam primeiro medicamento para ajudar na prevenção da Aids.
- Dez pessoas morreram em acidente de ônibus em rodovia do Paraná. O veículo transportava estudantes de Belém do Pará
que seguiam para congresso em Curitiba.
- Em Porto Alegre, o Procon proibiu operadoras de vender novas linhas de celular e planos de internet 3G.
- Começa amanhã em São Paulo a FILE, encontro de arte digital internacional.
- Ex-tecladista do Deep Purple morre aos 71 anos. O músico John Lord lutava contra um câncer no pâncreas desde 2011.
DIÁRIO DA RUSSIA | NOTICIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Ministério da Saúde da Rússia vacina habitantes de Krymsk
O Ministério da Saúde russo informou que mais de 22 mil pessoas foram vacinadas contra Hepatite em Krymsk, no sul da
Rússia, incluindo 10,7 mil moradores da área inundada no sábado, 7, trabalhadores das equipes de resgate e habitantes de
regiões próximas. Segundo a pasta, todas as crianças foram imunizadas.
A imunização da população está sendo realizada nos postos de vacinação e através de visitas familiares. 140 equipes médicas
e de enfermagem estão trabalhando, atualmente, em Krymsk. Após o fim da campanha de imunização, as visitas domiciliares
serão feitas novamente para ter certeza de que todo mundo recebeu bacteriófagos e foi vacinado.
O ministério ressaltou que "graças à campanha de vacinação e às ações dos médicos, a incidência da doença desde a
tragédia não ultrapassou o nível habitual, típico para esta região e época do ano". Em visita à região de Krymsk, uma das mais
afetadas pelas fortes chuvas do final de semana anterior, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, sugeriu formar, dentre os
habitantes locais, um grupo de representantes para trabalhar junto com a comissão regional instituída para avaliar os danos
causados pelas chuvas e enchentes do sábado, 7.
DN CIÊNCIA | CIENCIA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprovam Truvada para tratamento preventivo da sida
A agência norte-americana dos medicamentos (FDA) aprovou o antiretroviral "Truvada" como o primeiro tratamento de
prevenção contra a sida destinado aos grupos de risco e que deverá contribuir, segundo as autoridades, para reduzir novas
infeções.
Na sequência de uma recomendação de uma comissão de especialistas, a FDA aprovou o "Truvada", do laboratório norteamericano Gilead Sciences, "para reduzir a possibilidade de transmissão do vírus da sida (VIH) nas pessoas saudáveis com
alto risco de serem contaminadas", precisou a agência em comunicado.
O Truvada, tomado diariamente, destina-se a "ser utilizado a título profilático antes de um contacto com o VIH, em combinação
com práticas sexuais seguras como o uso de Preservativo e outros meios de proteção - despistagem regular e tratamento de
outras doenças venérias - para impedir a transmissão do vírus nos adultos de alto risco", sublinhou a agência.
"O Truvada não pode substituir práticas sexuais seguras", insiste a FDA.
O custo do tratamento varia de 12 mil a 14 mil dólares por ano.
EBAND | ÚLTIMAS NOTICIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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MS desaprova uso do Truvada para prevenir HIV
Medicamento, segundo estudiosos dos EUA, reduz o risco de infecção; médico diz que Preservativo ainda é melhor forma de
se prevenir
O Ministério de Saúde afirmou nesta segunda-feira que não aprova o uso do medicamento Truvada como forma de prevenção
contra o vírus HIV (Aids). O remédio já era utilizado no tratamento de soropositivos e, após três anos de estudo, a
Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos confirmou a capacidade da droga de reduzir o risco de infecção.
No entanto, de acordo com o diretor do Departamento de DST Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu
Greco, há uma série de efeitos negativos.
Greco cita, por exemplo, que mesmo durante os ensaios clínicos, metade das oito mil pessoas que participaram dos testes não
tomou a medicação no período correto.
O uso do Preservativo ainda é forma mais segura de prevenir o contágio, ressalta o infectologista do Hospital Edmundo
Vasconcelos, Artur Timerman.
ÉPOCA ONLINE | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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EUA liberam pílula que reduz risco de infecção pelo HIV
Truvada é o primeiro comprimido indicado para prevenção em grupos de risco
O FDA, órgão americano de controle de alimentos e medicamentos (sigla em inglês para Food and Drug Administration),
anunciou nesta segunda-feira (16) a liberação do novo uso do Truvada, feito pelo laboratório Gilead Sciences. Trata-se da
primeira pílula que ajuda a prevenir o HIV em alguns grupos de risco.
De acordo com a agência, a droga deve ser usada uma vez por dia e combinada com práticas de sexo seguro, como uso de
Camisinha e testes regulares de HIV. Ela é indicada para quem está em grupo de alto risco de infecção e pode ter
relacionamentos sexuais com parceiros infectados pelo vírus.
Antes da aprovação do medicamento, foram feitos dois amplos testes clínicos, que mostraram redução significativa no risco de
contaminação com HIV. Ele baixou o risco em 42% em um grupo de 2.500 gays e homens bissexuais, além de mulheres
Transexuais, de um estudo patrocinado pelo Instituto Nacional de Saúde americano. Em outro, feito pela Universidade de
Washington, com 4.800 casais heterossexuais em que apenas um dos parceiros tinha HIV, o índice de prevenção foi ainda
maior: 75%.
A pílula já era usada desde 2004, em combinação com outros medicamentos, para tratar adultos e crianças acima de 12 anos
infectados com o vírus.
De acordo com o site do fabricante, o Truvada torna mais difícil a multiplicação do HIV-1, o tipo mais comum. Ele ajuda a
bloquear, no organismo, uma enzima que é necessária para a replicação do vírus. A droga pode ainda ajudar a aumentar o
número de células do sistema imunológico, chamadas células T ou CD4.
Entre os efeitos colaterais do Truvada estão os que atingem ossos e rins. Apesar de serem pequenos e reversíveis, o FDA
alerta para necessidade de monitoramento em pessoas com histórico de doenças ósseas ou renais.
AC
ESTADÃO ONLINE | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 08:24
Imagem 1
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Brasil não deve mudar estratégia de prevenção à aids
De acordo com ele, o grupo técnico do ministério se reuniu recentemente para atualizar as diretrizes, discutiu esse assunto,
mas decidiu manter tudo como está, com foco no incentivo ao sexo protegido, no diagnóstico e tratamento, e na oferta da
profilaxia pós-exposição (para pessoas que fizeram sexo desprotegido com parceiro de risco).
"Os estudos demonstram que, se a pessoa doente for tratada corretamente, há uma redução de até 95% na transmissão do
vírus. Esse é um resultado bem mais eficaz do que os 75% alcançados com a profilaxia pré-exposição", afirmou Hallal.
O Truvada é a combinação de dois Antirretrovirais: tenofovir com emtricitabina. A droga é produzida pelo laboratório Gilead e
conseguiu o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em maio deste ano. A indicação da droga como
forma de profilaxia pré-exposição ao vírus vem exatamente um ano depois de dois grandes estudos americanos demonstrarem
que o consumo diário de uma dose oral do Truvada pode reduzir em até 78% a transmissão do vírus para pessoas saudáveis
que mantém relações com parceiros de alto risco, entre elas casais sorodiscordantes (em que apenas um deles tem o vírus) e
homens que fazem sexo com homens.
Para Hallal, o Truvada como prevenção ainda tem várias lacunas, como o aparecimento de possíveis efeitos colaterais a longo
prazo, o risco de baixa adesão e o risco de resistência à droga.
"Estamos falando de resultados obtidos em estudos controlados, em que as pessoas são orientadas e acompanhadas a cada
30 dias. Transpor esses resultados para a vida real, numa política de saúde pública, é totalmente diferente", diz Hallal.
Otimismo. A pesquisadora Valdilea Veloso, diretora do Instituto de Pesquisas Clínicas Evandro Chagas da Fundação Oswaldo
Cruz (Fiocruz), diz que o Truvada é uma potencial arma de prevenção da doença, especialmente entre homens que fazem
sexo com homens - grupo de alto risco de contaminação.
Valdilea afirma ver com otimismo a indicação do uso do Truvada como mais uma forma de combate à doença de maneira
complementar ao que já existe - como fazer sexo seguro - e não como um substitutivo.
Para ela, os estudos clínicos demonstraram que não há risco de acontecer a "desinibição sexual", que é a pessoa parar de se
proteger com Preservativos por acreditar que a medicação sozinha já garantiria a prevenção.
"Não podemos generalizar e achar que as pessoas vão fazer mau uso desse instrumento de prevenção. Além disso, o que o
Brasil tem disponível hoje como política de prevenção à doença definitivamente não deu conta de controlar o avanço da
epidemia. Novos casos surgem todos os dias", diz a pesquisadora.
Para Valdilea, é um retrocesso o fato de o governo afirmar que "nada muda" na política de DST/Aids sem existir uma ampla
discussão com pacientes e comunidade científica.
"A OMS está discutindo intensamente esse assunto. O mundo inteiro vê isso com otimismo. É claro que muita coisa ainda
precisa ser discutida, mas antes de descartar a possibilidade, precisamos ver como as pessoas de risco percebem a chegada
desse medicamento e se elas estão dispostas a usá-lo ou não", diz. "Esse foi só o primeiro passo."
ESTADÃO ONLINE | SAÚDE
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 08:24
Imagem 1
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Brasil não deve mudar estratégia de prevenção à aids
De acordo com ele, o grupo técnico do ministério se reuniu recentemente para atualizar as diretrizes, discutiu esse assunto,
mas decidiu manter tudo como está, com foco no incentivo ao sexo protegido, no diagnóstico e tratamento, e na oferta da
profilaxia pós-exposição (para pessoas que fizeram sexo desprotegido com parceiro de risco).
"Os estudos demonstram que, se a pessoa doente for tratada corretamente, há uma redução de até 95% na transmissão do
vírus. Esse é um resultado bem mais eficaz do que os 75% alcançados com a profilaxia pré-exposição", afirmou Hallal.
O Truvada é a combinação de dois Antirretrovirais: tenofovir com emtricitabina. A droga é produzida pelo laboratório Gilead e
conseguiu o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em maio deste ano. A indicação da droga como
forma de profilaxia pré-exposição ao vírus vem exatamente um ano depois de dois grandes estudos americanos demonstrarem
que o consumo diário de uma dose oral do Truvada pode reduzir em até 78% a transmissão do vírus para pessoas saudáveis
que mantém relações com parceiros de alto risco, entre elas casais sorodiscordantes (em que apenas um deles tem o vírus) e
homens que fazem sexo com homens.
Para Hallal, o Truvada como prevenção ainda tem várias lacunas, como o aparecimento de possíveis efeitos colaterais a longo
prazo, o risco de baixa adesão e o risco de resistência à droga.
"Estamos falando de resultados obtidos em estudos controlados, em que as pessoas são orientadas e acompanhadas a cada
30 dias. Transpor esses resultados para a vida real, numa política de saúde pública, é totalmente diferente", diz Hallal.
Otimismo. A pesquisadora Valdilea Veloso, diretora do Instituto de Pesquisas Clínicas Evandro Chagas da Fundação Oswaldo
Cruz (Fiocruz), diz que o Truvada é uma potencial arma de prevenção da doença, especialmente entre homens que fazem
sexo com homens - grupo de alto risco de contaminação.
Valdilea afirma ver com otimismo a indicação do uso do Truvada como mais uma forma de combate à doença de maneira
complementar ao que já existe - como fazer sexo seguro - e não como um substitutivo.
Para ela, os estudos clínicos demonstraram que não há risco de acontecer a "desinibição sexual", que é a pessoa parar de se
proteger com Preservativos por acreditar que a medicação sozinha já garantiria a prevenção.
"Não podemos generalizar e achar que as pessoas vão fazer mau uso desse instrumento de prevenção. Além disso, o que o
Brasil tem disponível hoje como política de prevenção à doença definitivamente não deu conta de controlar o avanço da
epidemia. Novos casos surgem todos os dias", diz a pesquisadora.
Para Valdilea, é um retrocesso o fato de o governo afirmar que "nada muda" na política de DST/Aids sem existir uma ampla
discussão com pacientes e comunidade científica.
"A OMS está discutindo intensamente esse assunto. O mundo inteiro vê isso com otimismo. É claro que muita coisa ainda
precisa ser discutida, mas antes de descartar a possibilidade, precisamos ver como as pessoas de risco percebem a chegada
desse medicamento e se elas estão dispostas a usá-lo ou não", diz. "Esse foi só o primeiro passo."
EXTRA ONLINE - RJ | EDUCAÇÃO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012 08:24
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Escola municipal em João Pessoa tem índice zero de evasão
JOÃO PESSOA - À primeira vista, a escola municipal Doutor José Novaes em nada difere de uma escola pública. Instalações
acanhadas, com apenas um laboratório de informática e, na área de lazer, tudo o que coube foi a quadra, onde os 337 alunos
passam o recreio e têm aulas de dança, teatro ou música. Na biblioteca, em que há 3.000 volumes, também funciona o
consultório de psicologia. Mas o colégio, a 16 quilômetros do Centro de João Pessoa, faz diferença: tem índice zero de evasão
(no horário diurno); ano passado, o percentual de estudantes reprovados não passou de 2%; e quase não há defasagem
idade-série. Este ano, 98% dos alunos foram alfabetizados entre 6 e 7 anos.
A escola atende crianças do 1º ao 5º ano, e as matrículas eram feitas por ordem de chegada. Para evitar filas e brigas, a
direção resolveu aceitar inscrições ao longo do ano, admitindo as crianças por ordem de chegada. A maioria dos estudantes é
muito pobre, convive com desagregação familiar, violência, alcoolismo, tráfico de drogas e Prostituição. Mesmo assim, as
paredes são impecavelmente limpas e há carteiras com mais de uma década de uso com aparência de novas.
O colégio foi a primeira unidade do município a contar com computadores (16), e tanto a sala de informática quanto a biblioteca
foram construídas com a ajuda de empresas privadas e mão de obra voluntária dos pais dos estudantes da comunidade, que a
diretora, Nivonete Rodrigues de Melo, conhece como a palma da mão. Escolhida em eleição direta por várias vezes, ela, há 35
anos na escola, tem o mapa do bairro e a história de vida dos seus moradores na cabeça. Conhece até os alunos que são
mais carentes e pede à merendeira para reforçar suas refeições. Em alguns casos, arranja até cestas básicas para pais
desempregados ou em situação financeira difícil.
- Já vi muita situação complicada aqui no bairro. Até menino amarrado a uma mesa pelo pescoço já presenciei. O pai alegou
que era muito levado, mas pedi a ele que não fizesse mais aquilo e trouxe o garoto para a escola. O garoto tornou-se um bom
aluno, é um grande cidadão e seus filhos hoje estudam aqui. Temos professores que foram nossos alunos e recebemos 15
garotos que eram de rua mesmo e que hoje prosseguem nos estudos em outros estabelecimentos - orgulha-se a diretora.
Ela passa todo o dia na escola, vivencia os problemas do bairro e participa pessoalmente do processo de recuperação de
alunos em dificuldade. É numa mesinha no meio do corredor, vizinho à quadra, que reúne os alunos para assistir aqueles em
descompasso com a aprendizagem. Este ano, por exemplo, na 1ª série, só duas crianças estão à distância das demais.
Paciente, Nivonete reúne de três a quatro meninos e meninas por vez e vai, ela mesma, ministrando as aulas de reforço.
Caso perceba alguma necessidade, encaminha para a psicóloga Jeane de Fátima, que, por sua vez, envia a criança para uma
unidade de atendimento especial na Universidade Federal da Paraíba, com a qual a escola mantém convênio. Atualmente, há
dez em atendimento, recorrendo a serviços como fonoaudiologia, psicopedagogia e neurocomportamento. O cuidado
individual, o esmero no ensino e o alto índice de aproveitamento dos estudantes terminaram por levar o Ministério da Educação
a atribuir nota 6 à escola no Ideb.
- Temos aqui também uma ótima equipe de 15 professores, todos com muito compromisso e dedicação. Eles monitoram com
cuidado a frequência dos alunos e, na terceira falta, a mãe é acionada - afirma Fernando Guimarães de Menezes, vice-diretor,
e há 22 trabalhando na escola.
Embora só cinco dos 15 docentes sejam efetivos, não há improvisações: todos atuam na área de formação, o que evita, por
exemplo, que um professor formado em línguas seja obrigado a dar aulas de matemática. Todos têm formação em pedagogia,
sendo que 98% possuem curso superior, e 50%, especialização na área de educação. Ao longo de uma década, o índice de
rotatividade dos professores não chegou a 2%, o que demonstra alto índice de satisfação com o trabalho.
Um clima que se reflete no ex-aluno Gilberto Nunes, de 12 anos, atualmente cursando a 6ª série em outro colégio público, o
Otávio Novaes. Ele teve problemas familiares, viveu na rua e recebeu o carinho da equipe que terminou mudando o rumo de
sua vida. Na semana passada, ele estava na escola fotografando ex-colegas e ex-professores.
- Aqui aprendi a parar de bagunçar na sala de aula, tomei gosto pelo estudo, aprendi a ser um cidadão e quase tudo que sei,
pois me sentia muito bem. A escola é minha grande família - disse.
Além dos 15 professores, a José Novaes tem um supervisor escolar, uma psicóloga, um diretor, dois adjuntos e dois monitores
de informática. Os pais participam ativamente das decisões da escola - com presença em 80% das reuniões -, e os alunos,
além da grade curricular, contam com atividades como xadrez, dança, teatro e projetos de leitura (escrevem livros e cordéis).
EXTRA ONLINE - RJ | RIO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 06:00
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Jovens infratores poderão ter visitas íntimas
RIO - O Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Novo Degase), órgão responsável pelo atendimento a jovens
infratores no estado, criou na semana passada um grupo de trabalho para a implementação de visitas íntimas nas unidades de
internação de adolescentes. A expectativa é que, até o fim do ano, o serviço já esteja sendo oferecido na Escola João Luiz
Alves, no Centro de Atendimento Intensivo da Baixada e nos educandários Santo Expedito e Santos Dumont. Entre os
profissionais que estão trabalhando na composição do modelo a ser aplicado, há dois representantes da Secretaria de Direitos
Humanos, que ficarão responsáveis por garantir que o direito seja estendido também aos internos homossexuais.
- O grande objetivo das visitas íntimas será melhorar a possibilidade de esses adolescentes manterem vínculos familiares.
Serão criados ambientes separados, onde poderá até haver relações sexuais, mas a intenção principal não é essa. Queremos
que os jovens reforcem seus vínculos para que possam ser reinseridos na sociedade - afirmou o diretor-geral do Novo Degase,
Alexandre Azevedo de Jesus.
A criação de espaços para visitas íntimas seguirá o que determina uma lei federal, sancionada no início deste ano, que criou o
Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). De acordo com Alexandre de Jesus, já há alguns estados
realizando estudos para implementar a nova regra, como a Bahia, cujas experiências serão consultadas pelo grupo de trabalho
fluminense.
Apesar de os estudos no Rio estarem em fase inicial, o diretor-geral do Degase adiantou que a visita íntima será feita num dia
diferente daquele que já existe atualmente para que o jovem receba a sua família. Os parentes também se encontram com a
equipe técnica responsável pelo atendimento ao adolescente uma vez por semana.
- A intenção é ampliar o direito do adolescente. Por isso, a visita íntima será feita em outra data - justificou Alexandre de Jesus.
O diretor-geral do Novo Degase - órgão que é subordinado à Secretaria estadual de Educação - reforçou a importância da
presença dos membros da Secretaria de Direitos Humanos no grupo de trabalho, para garantir o direito dos homossexuais:
- É algo que temos que garantir. Não podemos implementar uma regra gerando preconceito.
Atualmente, há cerca de 600 jovens internados nas unidades do Novo Degase. A estimativa do órgão é que cerca de 20% dos
infratores já sejam pais ou mães. A implementação da visita íntima deve ser aproveitada também para a realização de
campanhas de prevenção contra Doenças Sexualmente Transmissíveis.
Além das visitas íntimas, a lei federal que criou o Sinase instituiu uma série de novas regras para melhorar o atendimento aos
adolescentes infratores. Estados e municípios, por exemplo, terão que criar planos de atendimento para os próximos dez anos.
GAZETA DO POVO ONLINE |
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012 19:16
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OMS: arsenal de remédios poderá ajudar a acabar com a Aids (prevenção)
Trinta anos depois da epidemia de Aids, ainda não foi encontrada uma cura para a doença, mas um crescente arsenal de
remédios poderá, algum dia, ajudar a por fim a novas infecções, afirmou o diretor do departamento de HIV/Aids da
Organização Mundial da Saúde, Gottfried Hirnschall.
A chave é encontrar a maneira de administrar melhor os últimos avanços, disse Hirnschall em uma entrevista à AFP durante
visita a Washington, antes da Conferência Internacional sobre a Aids, que começa nesta cidade no próximo domingo, 22 de
julho.
Os remédios Antirretrovirais podem reduzir o risco de que as pessoas infectadas transmitam o vírus e evitar que as pessoas
saudáveis sejam infectadas através de relações sexuais com parceiros com HIV, apesar dessas novas possibilidades gerarem
controvérsia.
Esses medicamentos salvaram cerca de 700.000 vidas em todo o mundo só em 2010, algo extraordinário segundo os
especialistas.
As conquistas nas pesquisas e o progresso em alguns países "demonstram que é possível avançar muito significativamente na
ampliação da resposta e inclui começar a pensar na eliminação das novas infecções", disse Hirnschall.
O mundo tem agora 26 Antirretrovirais (conhecidos como ARV) no mercado e mais em desenvolvimento para o tratamento de
pessoas com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), que infectou 60 milhões de pessoas e matou 25 milhões desde o
início da epidemia.
"Temos um arsenal bem grande de drogas disponíveis", disse Hirnschall, levando em conta que os medicamentos são
melhores agora do que costumavam ser - menos tóxicos, mais robustos, menos propensos a desencadear resistência e mais
toleráveis - mas ainda não são perfeitos.
Os efeitos colaterais continuam sendo uma preocupação e as autoridades estão vigiando cuidadosamente o surgimento de
resistências. A OMS se prepara para lançar esta semana seu primeiro relatório global sobre resistência aos medicamentos em
países de renda baixa e média.
Estudos recentes demonstraram os benefícios potenciais de iniciar o tratamento mais cedo, antes que a carga viral seja muito
alta, como uma forma de proteger a saúde de uma pessoa infetada e diminuir o risco de transmitir a enfermidade ao parceiro.
Antirretrovirais para evitar o HIV
A pesquisa sobre o uso dos ARV como uma maneira de prevenir o HIV nas pessoas sãs - também conhecido como "profilaxia
pré-exposição" (PrEP) - mostrou resultados contraditórios.
Foram promissores em casais heterossexuais e gays que tomaram as pílulas com diligência. Contudo, um importante estudo
em mulheres africanas não mostrou nenhum tipo de proteção dos ARV em comparação com um placebo.
"Isso, provavelmente, será o centro do debate na conferência: quando é apropriado iniciar o tratamento e como aproveitar ao
máximo as vantagens dos Antirretrovirais para a prevenção em um sentido mais amplo", disse Hirnschall.
A Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira a aprovação do
Truvada, do laboratório Gilead Sciences, como primeira pílula para ajudar a prevenir o HIV em alguns grupos de risco.
"O Truvada é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as
infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco. O Truvada é o primeiro remédio aprovado com esta
indicação", afirmou a FDA.
O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004 como tratamento para pessoas infectados com HIV, indicado em
combinação com outros remédios Antirretrovirais.
Muitas pessoas estão preocupadas com a ética da prescrição de medicamentos contra o HIV a pessoas saudáveis, quando um
grande número de pessoas infectadas em todo o mundo ainda não tem acesso a tratamentos que salvam vidas.
Alguns grupos de alto risco continuam sendo difíceis de alcançar, como os trabalhadores sexuais e os usuários de drogas
injetáveis, muitas vezes excluídos do tratamento devido a leis restritivas.
"Em muitos países onde (os usuários de drogas) constituem o grupo de maior risco, têm menor acesso ao tratamento", disse
Hirnschall.
A OMS também prepara diretrizes para a administração de Antirretrovirais como prevenção para as pessoas saudáveis, que
devem ser divulgadas na conferência.
A profilaxia pré-exposição "é um enfoque promissor. Acreditamos que, provavelmente, se transforme em um nicho de
intervenção de certos indivíduos nos quais outras prevenções podem não ser acessíveis ou difíceis de implementar", disse
Hirnschall.
"Há muito poucas pílulas mágicas, mas é uma intervenção adicional que poderá se somar ao arsenal de intervenções que
temos", disse Hirnschall.
"O objetivo não é só fixar as políticas, mas realmente ter a capacidade e os recursos necessários para colocá-las em prática".
HOJE EM DIA ONLINE - MG | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprovam a primeira pílula de prevenção do vírus da Aids
WASHINGTON - A primeira pílula para prevenir o HIV em adultos que se encontram em grupos de risco foi aprovada nesta
segunda-feira (16) pela Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos.
O Truvada teve uma nova utilização aprovada pela FDA para prevenção contra o vírus causador da Aids, aliado ao sexo
seguro e aos testes regulares.
Produzida pelo laboratório Gilead Sciences, na Califórnia, a pílula é encontrada no mercado americano desde 2004, sendo
usada no tratamento de pessoas infectadas com o HIV e indicado em combinação com outros remédios Antirretrovirais.
O medicamento é considerado por muitos especialistas uma nova e potente ferramenta contra o vírus da Aids, mas alguns
provedores de serviço de saúde temem que incentive comportamentos sexuais de risco.
Além disso, o custo do tratamento é avaliado em torno de 14.000 dólares por ano, o que o torna inviável para muitas pessoas.
"O Truvada representa uma abordagem efetiva e comprovada que pode ser somada a outros métodos para ajudar a reduzir a
propagação do HIV", afirmou Debra Birnkrant, diretora da divisão de produtos antivirais da FDA.
A FDA informou que o Truvada deve ser usado como "parte de uma estratégia abrangente para a prevenção contra o HIV, que
inclui outros métodos, como a prática de sexo seguro, a orientação para a redução de risco e os teste regulares de HIV".
Em maio, um painel assessor da FDA pediu para aprovar o Truvada como prevenção para pessoas não infectadas, depois que
testes clínicos mostraram que este medicamento pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais de 44 a 73%.
Um estudo sobre o Truvada publicado em 2010, no New England Journal of Medicine, incluiu 2.499 homens que tinham
relações sexuais com outros homens, mas que não estavam infectados com o vírus que causa a Aids.
Os participantes foram selecionados aleatoriamente para tomar uma dose diária de Truvada - uma combinação de 200
miligramas de emtricitabina e 300 mg de tenofovir disoproxil fumarato - ou um placebo. Quem tomou o medicamento
regularmente teve quase 73% a menos de infecções.
Um segundo estudo, com 4.758 casais heterossexuais, em que um parceiro estava infectado com o HIV e outro não, mostrou
que o Truvada diminuiu em 75% o risco de contaminação em comparação com o placebo.
Segundo os especialistas, os resultados são a primeira demonstração de que um remédio já aprovado por via oral pode
diminuir a probabilidade de infecções de HIV.
Os efeitos colaterais mais comuns foram os mesmos que os observados em pessoas que usavam o remédio no tratamento da
Aids, e incluíam diarréia, náuseas, dores abdominais, dores de cabeça e perda de peso.
A meta é, um dia, zerar o número de novas infecções nos Estados Unidos, que se manteve estável nos últimos anos, em torno
de 50.000 novos casos por ano, e reduzir essa taxa em 25% até 2015.
MIDIAMAX - MS | ÚLTIMAS NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Remédio para prevenção da Aids ainda está distante de estratégia nacional
Apesar de a agência reguladora de medicamentos dos EUA ter aprovado um remédio para a prevenção da Aids, as
estratégias nacionais de combate à doença não devem mudar. "A aprovação permite a comercialização do Truvada nos EUA
com esta finalidade, mas há uma distância grande para que uma estratégia como esta ocupe uma posição de prioridade no
programa brasileiro", disse Ronaldo Hallal, coordenador do Departamento de DST Aids e Hepatites Virais do Ministério da
Saúde.
Segundo Hallal, são mais importantes as estratégias já adotadas no país como a ampliação do diagnóstico, o tratamento dos
infectados para melhorar a qualidade de vida e diminuir a transmissão e o incentivo ao uso de Preservativo.
"Ainda há controvérsia de como seria a implementação [do remédio para prevenção] no sistema de saúde. Claro que se tiver
usando vai evitar a transmissão, mas quanto isso pode ser aplicável num sistema de saúde e no SUS do Brasil? Até porque
existem outras estratégias mais eficazes e exequíveis na prevenção. O Brasil vem trabalhando intensamente para ampliar o
diagnóstico da população no país e o emprego do tratamento para melhorar a qualidade de vida e dimunuir a transmissão. Um
estudo do ano passado indica que o tratamento evita a transmissão em 96%", conta o coordenador.
O tratamento de Aids é gratuito no país e já conta com remédios similares ao Truvada há quase 10 anos. Além disso, Hallal
destaca que a profilaxia pós-exposição, ou seja, a medicação após o possível contato com o vírus do HIV para tentar impedir a
contaminação, já é feita no SUS desde 2010.
"A profilaxia está disponível para toda pessoa que tenha tido contato sexual desprotegido com quem sabidamente tenha HIV
ou que presumidamente possa ter HIV. A situação é avaliada pelo profissional da saúde especializado, que pode ser
encontrado no SUS ou em locais de atendimento especial para DST/Aids ou de violência sexual", conta. Segundo ele, quase 2
mil kits já foram distribuídos e a busca por médico é essencial também para ampliar o diagnóstico.
O Truvada já era aprovado pelo FDA, órgão regulador americano, para tratamento de Aids e profilaxia pós-exposição.
MT AGORA | NOTÍCIA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012
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EUA aprovam a primeira pílula de prevenção ao HIV
A Agência Federal de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos anunciou a aprovação do Truvada, como primeira pílula
para ajudar a prevenir o HIV em alguns grupos de risco.
O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004 como tratamento para pessoas infectadas com HIV, indicado em
combinação com outros remédios Antirretrovirais.
Em maio, um painel assessor da agência pediu para aprovar o Truvada como prevenção para pessoas não infectadas, depois
que testes clínicos mostraram que este medicamento pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais de 44 a 73%.
MT AGORA | NOTÍCIA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprovam a primeira pílula de prevenção
O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004
A Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (16) a aprovação
do Truvada, do laboratório Gilead Sciences, como primeira pílula para ajudar a prevenir o HIV em alguns grupos de risco.
"O Truvada é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as
infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco. O Truvada é o primeiro remédio aprovado com esta
indicação", afirmou a FDA.
O Truvada é encontrado no mercado americano desde 2004 como tratamento para pessoas infectados com HIV, indicado em
combinação com outros remédios Antirretrovirais.
Em maio, um painel assessor da FDA pediu para aprovar o Truvada como prevenção para pessoas não infectadas, depois que
testes clínicos mostraram que este medicamento pode reduzir o risco de HIV em homens homossexuais de 44 a 73%.
NOVAS SAQUAREMA |
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS | ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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Hepatite viral é tema de campanha da saúde em Cabo Frio
Com o objetivo de reduzir as hepatites virais no Brasil, o Ministério da Saúde lança a campanha do Dia Mundial de
Enfrentamento das Hepatites Virais, no dia 28. Em Cabo Frio, a partir desta segunda-feira, 16 de julho, os postos de saúde da
cidade já estarão vacinando contra a Hepatite B. Todas as pessoas até 29 anos e aquelas que fazem parte do grupo de risco
(veja relação abaixo) devem comparecer às unidades de saúde munidos da carteira de vacinação. A coordenação do
Programa de DST/Aids e Hepatites Virais do município ressalta que só será imunizado quem apresentar a carteira.
Em conjunto com a vacinação contra as hepatites virais, será realizada também a campanha Fique Sabendo, com testagem
para hepatites B e C, HIV e Sífilis, além de distribuição de Preservativos. Os testes são sigilosos e o paciente terá
aconselhamento antes e depois do teste. O Fique Sabendo será feito no dia 19 de julho, no PS de Unamar, de 10h às 15h; no
dia 26 de julho, no PAM de Santo Antônio, de 10h às 15h; e no dia 27 de julho, no PAM de São Cristóvão, de 9h às 14h.
A Coordenação de DST/Aids e Hepatites Virais, órgão ligado a Secretaria de Saúde, coloca à disposição da população 26
pontos de vacinação, entre unidades e postos de saúde que vão funcionar de 9h às 16h.
Para Dircelene de Oliveira, coordenadora do Programa de DST/Aids e Hepatites Virais do município, todos até 29 anos, que
ainda não tenham se vacinado, devem procurar as unidades de saúde:
- A Hepatite B está ligada à Sexualidade e os jovens têm mais resistência quanto ao uso do Preservativo. Esse
comportamento contribui para o risco de contaminação - alerta, informando terem ocorrido 18 casos notificados em 2009, 12
em 2010 e 42 em 2011. Este ano, até o momento foram 20 notificações.
No município, a vacina contra a Hepatite B faz parte do calendário de vacinação da criança e do adolescente e está disponível
nos postos de saúde da cidade. Ainda segundo Dircelene, todo recém-nascido deve receber a primeira dose da vacina logo
após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida.
- Se a gestante tiver Hepatite B, o recém-nascido deverá receber, além da vacina, a imunoglobulina contra a Hepatite B nas
primeiras 12 horas de vida, para evitar a transmissão de mãe para filho - explica, ressaltando que, caso não seja possível
iniciar o esquema vacinal na maternidade, a vacinação deve ser feita na primeira visita à unidade pública de saúde.
A Hepatite é uma inflamação do fígado, que pode ser causada por vários fatores. Algumas drogas, medicações tóxicas,
distúrbios metabólicos e doenças imunológicas podem provocar a doença, sendo mais comuns aquelas causadas pelos vírus
da Hepatite (A, B, C, D, E etc). A doença pode provocar febre, mal estar, desânimo, dores musculares, náuseas, entre outros
sintomas. Hepatites mais severas podem levar a icterícia, conhecida popularmente como "trisa" ou "amarelão", e pode ser fatal.
Fique Sabendo - Testagem para hepatites B e C, HIV e Sífilis
Dia 19 de julho
PS de Unamar - De 10h às 15;
Dia 26 de julho
PAM de Santo Antônio - De 10h às 15h
Dia 27 de julho
PAM de São Cristóvão - De 9h às 14h
Confira abaixo a relação de postos que vão oferecer a vacina.
1 - PAM Santo Antônio: Avenida Beira Mar, s/nº - 2º Distrito;
2 - Hospital Municipal Otime Cardoso dos Santos: Estrada Velha Caminho de Búzios, s/nº - Jardim Esperança;
3 - Centro de Saúde Oswaldo Cruz: Rua Florisbela Roza da Penha, s/nº - Bairro Braga;
4 - Posto de Saúde do Itajurú: Rua Copacabana, s/nº;
5 - Posto de Saúde Praia do Siqueira: Rua Rondônia, s/nº - Bairro Praia do Siqueira;
6 - Posto de Saúde Unamar: Rodovia Amaral Peixoto, km 133 - Unamar - 2º Distrito;
7 - P.S.F. Boca do Mato: Rua Rosalina C. da Fonseca, nº 200 - Bairro Boca do Mato;
8 - P.S.F. Cajueiro: Rua Machado de Assis, s/nº - Bairro Cajueiro;
9 - P.S.F. Caminho de Búzios: Quadra 07, Lote 37: Rua Hortência - Bairro Caminho de Búzios;
10 - P.S.F. Gamboa: Rua José Veiga, s/nº - Bairro Gamboa;
11 - P.S.F. Jacaré: Rua do Pomar, nº 23 - Bairro Jacaré;
12 - P.S.F. Jardim Caiçara: Rua Inglaterra, nº 478 - Bairro Jardim Caiçara;
13 - P.S.F. Jardim Náutilus: Rua Guiana, snº - Bairro Jardim Náutillus;
14 - P.S.F. Manoel Corrêa: Rua 07, nº 33 - Bairro Manoel Corrêa;
15 - P.S.F. Maria Joaquina: Rua Harmonia, s/nº - Bairro Maria Joaquina;
16 - P.S.F. Monte Alegre: Rua Dr. Cardoso da Fonseca, s/nº - Bairro Monte Alegre;
17 - P.S.F. Praia do Siqueira: Travessa Amapá, s/nº - Bairro Praia do Siqueira;
18 - P.S.F. Tangará: Rua Castro Alves, s/nº - Bairro Tangará;
19 - P.S.F. Vila do Sol: Rua 3, nº 246 - Bairro Vila do Sol;
20 - P.S.F. Porto do Carro: Avenida Rosalina Cardoso da Fonseca, s/nº - Bairro Porto do Carro;
21 - P.S.F. São Jacinto: Estrada de Campos, s/n° - Bairro São Jacinto;
22 - P.S.F. Botafogo: Rodovia Amaral Peixoto, km 121 - Bairro Botafogo;
23 - P.S.F. Nova Califórnia: Rua das Pacas, 381, Loteamento Quadra B - Gravata II - Bairro Nova Califórnia;
24 - P.S.F. Jardim Peró: Rua Amazonas, s/nº - Jardim Peró;
25 - P.S.F. Vila Nova: Avenida Teixeira e Souza, n° 632 - Vila Nova;
Veja abaixo quem deve receber a vacina (grupo de risco):
- gestantes, após o primeiro trimestre de gestação;
- trabalhadores da saúde;
- bombeiros, policiais militares, policiais civis e policiais rodoviários;
- carcereiros de delegacia e de penitenciárias;
- coletadores de lixo hospitalar e domiciliar;
- comunicantes sexuais de pessoas portadoras do vírus causador da Hepatite B;
- doadores de sangue;
- homens e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo;
- pessoas reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, forças armadas, entre outras);
- manicures, pedicures e podólogos;
- populações de assentamentos e acampamentos;
- populações indígenas;
- potenciais receptores de múltiplas transfusões de sangue ou politransfundidos;
- profissionais do sexo/prostitutas;
- usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas;
- portadores de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST);
- caminhoneiros.
O DOCUMENTO | NOTICIAS
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Ministério da Saúde investiga gripe A no RS; mortes chegam a 33
Três técnicos do Ministério da Saúde foram ao Rio Grande do Sul para investigar as mortes provocadas pela gripe A no
Estado. O número de vítimas fatais da doença subiu para 33, segundo balanço da Secretaria Estadual de Saúde divulgado
nesta segunda-feira.
As últimas quatro mortes ocorreram nos municípios de Alecrim, São Sebastião do Caí, Cruz alta e Porto Alegre. Os pacientes
que morreram eram dois homens e duas mulheres, tinham entre 40 e 50 anos e não possuíam alguma doença anterior à gripe
A.
Segundo o Ministério da Saúde, não há previsão sobre o tempo de permanência dos técnicos no Rio Grande do Sul. A
expectativa, porém, é de que os trabalhos sejam concluídos o mais rápido possível.
Uma equipe similar do Ministério da Saúde já havia sido enviada ao Estado de Santa Catarina para investigar as mortes pelo
vírus H1N1. Os técnicos concluíram que a maioria das pessoas que morreram devido à gripe A apresentava comorbidades
(doenças anteriores), como cardiopatias, obesidade e diabetes. Além disso, em Santa Catarina, mais da metade das vítimas
não recebeu o tratamento indicado nas primeiras 48 horas após os primeiros sintomas.
PAROUTUDO.COM | NOTICIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Pílula "anti-aids" é validada nos EUA
A agência responsável pela regulamentação de medicamentos nos Estados Unidos validou a eficácia da pílula "anti-Aids"
nesta segunda-feira 12. O remédio chamado Truvada, do laboratório Gilead Sciences, é o primeiro liberado pela Food and
Drug Administration (FDA) com essa indicação, mas será utilizado somente em certos grupos de risco.
"O Truvada é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as
infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco", disse a FDA em comunicado oficial.
Ainda por meio do comunicado oficial, a agência lembrou que o uso do remédio é auxiliar e não deve substituir os
Preservativos. Como qualquer outra droga antirretroviral, a utilização pode causar vômito, diarréia, tontura e outros efeitos
colaterais.
O Truvada estará disponível em breve apenas para grupos de riscos. Pessoas não infectadas pelo vírus do HIV e que mantém
relações sexuais com parceiros soro positivo, por exemplo, poderão utilizar o medicamento.
PORTAL BRAGANÇA | SAÚDE
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Saúde - Gripe Suína : Ministério da Saúde envia técnicos ao Rio Grande do Sul para
investigar mortes por gripe suína
Três técnicos do Ministério da Saúde já estão no Rio Grande do Sul para investigar as mortes provocadas pela influenza A
(H1N1) - gripe suína - no estado. O último boletim da Secretaria de Saúde local indica um total de 29 mortes desde o início do
ano.
Uma equipe similar foi enviada anteriormente pela pasta a Santa Catarina também para investigar as mortes provocadas pela
doença. O relatório conclusivo, divulgado na última sexta-feira (13), indica que a maioria das vítimas apresentava
comorbidades como cardiopatias, obesidade e diabetes e não recebeu o tratamento indicado nas primeiras 48 horas após o
aparecimento dos sintomas.
De acordo com o Ministério da Saúde, não há previsão sobre o tempo de permanência dos técnicos no Rio Grande do Sul,
mas a expectativa é que os trabalhos sejam concluídos o mais rápido possível e possam contribuir para o mapeamento da
circulação do vírus na região. Com informações da Agência Brasil.
PORTAL SAÚDE | CIDADÃO
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Cresce 60% a oferta de medicamentos para asma
Desde o início da gratuidade, 47,4 mil pessoas já retiraram os medicamentos para asma em mais de mil municípios de extrema
pobreza que contam com o programa Farmácia Popular.
O Ministério da Saúde começou a distribuir, gratuitamente, em junho, os medicamentos para asma. A estratégia faz parte das
ações do Plano Brasil Sem Miséria. Desde então, 83.388 mil pessoas em todo o país já retiraram os medicamentos nas
farmácias populares, representando um aumento de 60% do acesso, se comparado ao mesmo período antes da gratuidade.
Deste total, mais da metade das pessoas atendidas vivem em municípios de extrema pobreza. Nos primeiros 35 dias da ação,
47,4 mil pessoas retiraram os medicamentos em 1.084 municípios em situação de miséria que contam com a ação Saúde Não
Tem Preço, do programa Farmácia Popular.
Os dados revelam que o principal objetivo da ação que é combater à miséria na primeira infância e beneficiar especialmente a
saúde de crianças que vivem nessa situação, está sendo alcançado. E para ampliar ainda mais a assistência nos municípios
do Brasil Sem Miséria, o Ministério da Saúde priorizou o credenciamento de farmácias privadas com interesse em participar
do programa nessas localidades.
A expectativa é ampliar a cobertura do programa Farmácia Popular - para os 2.365 municípios que integram o plano - até 2014.
"A gratuidade dos medicamentos para asma é um forte mecanismo de transferência de renda. Além de auxiliar as famílias,
principalmente as mais carentes, a direcionarem seus recursos para outras necessidades, como alimentação", afirma o diretor
do Departamento de Assistência Farmacêutica, José Miguel do Nascimento Júnior.
Saúde Não tem Preço - Até o dia 4 de junho, o governo federal arcava com 90% do custo dos remédios e os consumidores
com 10%. Agora, o cidadão pode retirar, gratuitamente, três medicamentos para asma em dez apresentações. Os
antiasmáticos brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol agora fazem parte da ação
Saúde Não Tem Preço, ao lado de 11 medicamentos para hipertensão e diabetes, ofertados de graça, desde fevereiro do ano
passado.
O sulfato de salbutamol é oferecido, gratuitamente, nas 555 unidades próprias, em duas apresentações. Já nas mais de 20 mil
da rede privada, conveniadas ao programa Aqui Tem Farmácia Popular, são ofertados os três medicamentos, em oito
apresentações.
Para retirar os medicamentos, basta apresentar documento com foto, CPF e a receita médica dentro do prazo de validade.
A inclusão dos medicamentos para asma no programa aconteceu - após a gratuidade da hipertensão e diabetes (em 2011) depois de o ministério perceber que a venda dos medicamentos para esta doença ter apresentado o maior crescimento nas
farmácias populares, chegando a 322%, entre fevereiro de 2011 e abril de 2012.
Além disso, a asma está entre as doenças crônicas não transmissíveis, consideradas importantes do ponto de vista
epidemiológico, com ações previstas no "Plano de Ações Estratégicas Para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não
Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011- 2022".
PORTAL SAÚDE | CIDADÃO
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Brasil inaugura fábrica de remédios na África
A indústria será capaz de produzir 21 tipos de remédios para o combate à Aids
A Fiocruz vai inaugurar neste sábado (21) a fábrica de medicamentos Antirretrovirais para o tratamento da Aids no
continente africano. Depois de quatro anos dedicados às etapas de planejamento e construção, as instalações em Maputo,
capital de Moçambique, estão prontas.
A indústria será capaz de produzir 21 tipos de remédios para o combate à doença.
Segundo a Fiocruz, em uma primeira etapa, os medicamentos serão suficientes para atender às necessidades de
Moçambique, um dos países com mais alta incidência de Aids no mundo - um infectado em cada grupo de três habitantes.
Mas, em dois anos, a produção será capaz de atender a toda África Subsaariana.
O investimento total no projeto e na construção foi estimado em cerca de R$ 200 milhões. O governo do Brasil contribuiu com a
metade deste valor, aproximadamente. Também houve doações de empresas privadas que atuam na África nas áreas de
mineração e transporte ferroviário.
Ascom /Fiocruz
Mais informações (21) - 2270 5343
R7 | Internacional
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 08:01
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UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo
A Agência das Nações Unidas de Luta contra a Aids (UNAIDS) comemorou nesta terça-feira a aprovação nos Estados Unidos
do primeiro tratamento preventivo contra a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids).
Segundo um comunicado publicado em Genebra, a UNAIDS indica que se trata de um "tratamento destinado a prevenir a
transmissão sexual do HIV para pessoas que não possuem o HIV, mas que são consideradas pessoas de risco".
A Agência Americana de Medicamentos (FDA) aprovou nesta segunda-feira o lançamento no mercado deste tratamento, o
antirretroviral Truvada, que, segundo as autoridades, contribuirá para reduzir o número de novas infecções.
O Truvada, tomado diariamente, está destinado a "ser utilizado como um profiláctico antes de um contato com o HIV (vírus da
imunodeficiência humana). Deverá ser combinado com medidas de prevenção - detecção regular e tratamento de outras
doenças venéreas - para impedir a transmissão do vírus entre adultos de alto risco", destacou a agência.
"O Truvada não pode substituir as práticas sexuais seguras", insistiu a FDA em um comunicado. Esta autorização foi dada
pouco antes da conferência internacional sobre a Aids que irá ocorrer em Washington de 22 a 27 de julho.
O custo deste tratamento é de 12 a 14 mil dólares anuais.
mnb/pjt/it/arz/ma
Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados
REDE BOM DIA | NOTICIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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HB é de novo 'nível A' e terá mais dinheiro
Hospital de Rio Preto é o primeiro do estado de SP a obter reclassificação pelo Ministério da Saúde
O Hospital de Base de Rio Preto foi classificado novamente como nível A pelo Ministério da Saúde e receberá 60% de
aumento nos repasses do ministério para gastos com cirurgias de transplantes.
O HB, que de 1990 até hoje já realizou 3.380 transplantes de órgãos e tecidos, recebeu a classificação por atender os
indicadores de qualidade do Ministério da Saúde, que leva em conta a quantidade de transplantes, a fila e a sobrevida.
O hospital atualmente realiza seis tipos de transplantes: coração, fígado, rim, pâncreas, córnea e medula. Hoje, 136 pacientes
esperam por um órgão no hospital.
No primeiro trimestre deste ano o HB registrou um aumento de 25% de transplantes comparado ao mesmo período de 2011.
"No final do ano passado inauguramos um setor exclusivo para transplantados e neste ano veio o aumento do número de
procedimentos", explicou o diretor executivo do hospital, Horácio Ramalho.
REGIÃONOROESTE.COM.BR | NOTICIA
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Brasil inaugura no próximo sábado uma fábrica de remédios para a Aids na África
O Brasil vai inaugurar essa semana uma fábrica de remédio para tratamento de Aids na África. O empreendimento custou, ao
todo, 200 milhões de reais.
Metade disso foi investido pelo próprio governo brasileiro. A outra parte do dinheiro veio de doações de empresas privadas.
A fábrica está instalada na cidade de Maputo, a capital de Moçambique, um dos países mais afetados pela doença, onde um
em cada 3 habitantes está infectado pelo vírus HIV.
Na fábrica vão ser produzidos 21 tipos de remédios para a Aids, os chamados medicamentos Antirretrovirais.
A inauguração está marcada para o próximo sábado, dia 21 de julho, e o evento deve contar com a participação do vicepresidente da República, Michel Temer.
RFI PORTUGUÊS | ULTIMAS NOTICIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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EUA aprovam venda do primeiro tratamento preventivo contra a Aids
A Agência americana de Medicamentos (FDA) aprovou nesta segunda-feira a venda no mercado do anti-retroviral Truvada, o
primeiro tratamento de prevenção contra a Aids. Para as autoridades sanitárias, o remédio pode contribuir para reduzir novas
infecções. O Truvada já foi testado em seis países, entre eles, o Brasil.
"A aprovação do Truvada é uma etapa importante na luta contra a Aids", declarou a diretora da Agência americana, Margaret
Hamburg.
Tomado diariamente, o remédio deve agir como um profilático antes do contato com um portador do vírus, combinado com
práticas sexuais seguras como o uso de Preservativos, testes regulares e tratamento de outras doenças venéreas. Assim, a
transmissão do vírus aos adultos de alto risco pode ser limitada.
Brasil participou da experiência
A cada ano, cerca de 50 mil adultos e adolescentes americanos são contaminados pelo vírus HIV, apesar dos métodos de
prevenção, das estratégias de educação, dos testes e dos cuidados em relação às pessoas já portadoras.
O objetivo dos Estados Unidos é reduzir em 25% o número de novas contaminações, até 2015. O custo do tratamento com o
Truvada varia entre US$12 mil e US$14 mil por ano.
A eficiência do remédio já foi demonstrada em ensaios clínicos em seis países, entre eles, o Brasil, junto a 2.499 homens
homossexuais soronegativos, entre 2007 e 2009. O risco de contaminação foi reduzido em 44% nos participantes que também
usaram Preservativos. Já entre os casais heterossexuais o índice de contaminação foi reduzido em 75% para os parceiros
soronegativos.
Nenhum efeito secundário foi constatado durante os testes clínicos; os efeitos mais comuns seriam diarreia, náusea, dores
abdominais, dor de cabeça e perda de peso. Os efeitos secundários mais graves, e raros, teriam repercussão nos rins e os
ossos.
O sinal verde para a venda do remédio acontece pouco antes da Conferência Internacional sobre a Aids que acontecerá em
Washington, de 22 a 27 de julho.
RIBEIRÃO PRETO ON LINE | NOTICIA
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
16/07/2012
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Ministério da Saúde envia técnicos ao Rio Grande do Sul para investigar mortes por
gripe suína
Três técnicos do Ministério da Saúde já estão no Rio Grande do Sul para investigar as mortes provocadas pela influenza A
(H1N1) - gripe suína - no Estado. O último boletim da Secretaria de Saúde local indica um total de 29 mortes desde o início do
ano.
Uma equipe similar foi enviada anteriormente pela pasta a Santa Catarina também para investigar as mortes provocadas pela
doença. O relatório conclusivo, divulgado na última sexta-feira (13), indica que a maioria das vítimas apresentava
comorbidades como cardiopatias, obesidade e diabetes e não recebeu o tratamento indicado nas primeiras 48 horas após o
aparecimento dos sintomas.
De acordo com o Ministério da Saúde, não há previsão sobre o tempo de permanência dos técnicos no Rio Grande do Sul,
mas a expectativa é que os trabalhos sejam concluídos o mais rápido possível e possam contribuir para o mapeamento da
circulação do vírus na região.
RTP | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Primeiro medicamento de prevenção da SIDA aprovado nos EUA
Nos Estados Unidos foi aprovado o primeiro medicamento que pode prevenir a SIDA. Segundo a Agência Federal de Alimentos
e Medicamentos norte americana, o Truvada deve ser utilizado de forma preventiva por grupos considerados de risco. Num
estudo realizado durante três anos provou-se que o medicamento reduziu o risco de infecção em 42 por cento. Até agora o
Truvada era utilizado no tratamento para pessoas infectadas com HIV em combinação com outros remédios anti - retrovirais.
Nos últimos 30 anos este é o primeiro medicamento eficaz na diminuição do risco de infecção pelo vírus da Sida.
SRZD | NOTICIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Laboratório americano vai produzir remédio para prevenir a Aids
Foi aprovada, nesta segunda-feira, a fabricação de pílulas para combater a transmissão do vírus HIV. A Agência Federal de
Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos concedeu autorização para que o laboratório Gilead Sciences fabrique o
"Truvada", primeiro remédio com esta indicação.
O medicamento foi desenvolvido para pessoas com alto risco de contração da doença, em especial pessoas que mantêm
relações sexuais com parceiros infectados pelo vírus.
De acordo com estudos feitos pela FDA, a droga é capaz de reduzir de 44% até 73% as chances de um homem homossexual
se infectar com o HIV.
SUL NOTÍCIAS | GERAL
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Içara realiza mais de 1,2 mil exames de hepatite
Içara - A semana mundial contra as hepatites virais, com o tema ?Uma Epidemia Silenciosa: A ordem é Prevenir?, teve início
nesta segunda-feira (17) em Içara, quando as ações foram levadas aos pacientes do CAPS. A programação segue até o dia 25
e vai contemplar ainda empresas da cidade, Centros de Recuperação para dependentes químicos entre outros locais de risco.
O dia D contra a doença, 28 de julho, foi instituído pela Organização Mundial da Saúde em 2010.
A ação, que tem como objetivo fazer destas datas mecanismos de visibilidade à doença, que vem se destacando nas ultimas
décadas como um problema mundial de Saúde Publica, é desenvolvida pela Secretária Municipal de Saúde através do
Programa Municipal de DST/HIV/Aids/Hepatites Virais e a Subsecretária de Políticas Publicas sobre drogas.
"Preocupada com esse panorama a Administração Municipal, por meio da secretaria de Saúde, oferece o diagnostico para
Hepatite C à população com risco acrescido para a patologia", explica o secretário da Pasta, Fernando Mazzuchetti.
Já sobre a Hepatite B a coordenadora do programa DST/HIV/Aids, Samira Abdenur, destca que a estratégia para vencer esta
epidemia silenciosa, "além do uso do Preservativo, será a intensificação da vacinação contra Hepatite B. Esta é a melhor
arma da prevenção, que tem como maior fator de risco a transmissão sexual (50%). A vacina é disponibilizada em todas as
Unidades Básicas de Saúde, para população até 29 anos e outros grupos mais vulneráveis".
THE CHRISTIAN POST | NOTÍCIAS
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
16/07/2012
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Aprovado nos EUA a produção de 1ª pílula para prevenir transmissão do HIV
Nesta segunda-feira (16), foi anunciado pela Agência Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos a
aprovação do Truvada, do laboratório Gilead Sciences, como primeira pílula para ajudar a prevenir o HIV em alguns grupos de
risco.
A medicação já é utilizada desde 2004 como tratamento para pessoas infectadas com HIV, o remédio é indicado em
combinação com outros remédios Antirretrovirais.
Após testes clínicos mostrarem que o Truvada pode reduzir de 44% a 73% o risco de contágio do HIV, um assessor da agência
FDA pediu a aprovação do medicamento como prevenção para pessoas não infectadas.
"O Truvada é para utilizar na profilaxia prévia à exposição em combinação com práticas de sexo seguro para prevenir as
infecções do HIV adquiridas por via sexual em adultos de alto risco. O Truvada é o primeiro remédio aprovado com esta
indicação", afirmou a FDA.
A droga é indicada para usuários enquadrados no grupo de alto risco de infecção, homens homossexuais saudáveis que
podem se envolver em relacionamentos sexuais com parceiros infectados pelo vírus.
Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país, homens homossexuais representam mais da metade dos
56 mil novos casos de HIV nos Estados Unidos.
Apesar de estudos terem mostrado a redução do risco do contágio do HIV, alguns estudiosos se opõem à aprovação da droga
baseando-se em preocupações de que os usuários poderiam ganhar uma falsa sensação de segurança provocando um
aumento na prática de sexo sem proteção e em uma retomada nos casos de Aids.
Há também a preocupação de que o custo do Truvada seja alto já que a medicação é distribuída gratuitamente para quem
realiza o tratamento.
Uma análise do custo e benefício, realizada no mês passado por especialistas da Universidade de Standford, sugeriu que o
medicamento seria financeiramente viável entre homens gays com cinco parceiros ou mais ao ano, mas seria proibitivamente
caro se promovido para todos os homossexuais masculinos.
TRIBUNA DA BAHIA ONLINE - BA |
ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES
17/07/2012
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Ministério investiga gripe A no RS
Três técnicos do Ministério da Saúde foram ao Rio Grande do Sul para investigar as mortes provocadas pela gripe A no
Estado. O número de vítimas fatais da doença subiu para 33, segundo balanço da Secretaria Estadual de Saúde divulgado
nesta segunda-feira.
As últimas quatro mortes ocorreram nos municípios de Alecrim, São Sebastião do Caí, Cruz alta e Porto Alegre. Os pacientes
que morreram eram dois homens e duas mulheres, tinham entre 40 e 50 anos e não possuíam alguma doença anterior à gripe
A.
Segundo o Ministério da Saúde, não há previsão sobre o tempo de permanência dos técnicos no Rio Grande do Sul. A
expectativa, porém, é de que os trabalhos sejam concluídos o mais rápido possível.
Uma equipe similar do Ministério da Saúde já havia sido enviada ao Estado de Santa Catarina para investigar as mortes pelo
vírus H1N1. Os técnicos concluíram que a maioria das pessoas que morreram devido à gripe A apresentava doenças
anteriores, como cardiopatias, obesidade e diabetes.
YAHOO NOTÍCIAS |
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 11:04
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UNAIDS satisfeita após autorização dos EUA de tratamento preventivo
A Agência das Nações Unidas de Luta contra a Aids (UNAIDS) comemorou nesta terça-feira a aprovação nos Estados Unidos
do primeiro tratamento preventivo contra a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids).
Segundo um comunicado publicado em Genebra, a UNAIDS indica que se trata de um "tratamento destinado a prevenir a
transmissão sexual do HIV para pessoas que não possuem o HIV, mas que são consideradas pessoas de risco".
A Agência Americana de Medicamentos (FDA) aprovou nesta segunda-feira o lançamento no mercado deste tratamento, o
antirretroviral Truvada, que, segundo as autoridades, contribuirá para reduzir o número de novas infecções.
O Truvada, tomado diariamente, está destinado a "ser utilizado como um profiláctico antes de um contato com o HIV (vírus da
imunodeficiência humana). Deverá ser combinado com medidas de prevenção - detecção regular e tratamento de outras
doenças venéreas - para impedir a transmissão do vírus entre adultos de alto risco", destacou a agência.
"O Truvada não pode substituir as práticas sexuais seguras", insistiu a FDA em um comunicado. Esta autorização foi dada
pouco antes da conferência internacional sobre a Aids que irá ocorrer em Washington de 22 a 27 de julho.
O custo deste tratamento é de 12 a 14 mil dólares anuais.
YAHOO NOTÍCIAS |
DST, AIDS E HEPATITES VIRAIS
17/07/2012 02:33
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Jovens infratores poderão ter visitas íntimas
RIO - O Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Novo Degase), órgão responsável pelo atendimento a jovens
infratores no estado, criou na semana passada um grupo de trabalho para a implementação de visitas íntimas nas unidades de
internação de adolescentes. A expectativa é que, até o fim do ano, o serviço já esteja sendo oferecido na Escola João Luiz
Alves, no Centro de Atendimento Intensivo da Baixada e nos educandários Santo Expedito e Santos Dumont. Entre os
profissionais que estão trabalhando na composição do modelo a ser aplicado, há dois representantes da Secretaria de Direitos
Humanos, que ficarão responsáveis por garantir que o direito seja estendido também aos internos homossexuais.
- O grande objetivo das visitas íntimas será melhorar a possibilidade de esses adolescentes manterem vínculos familiares.
Serão criados ambientes separados, onde poderá até haver relações sexuais, mas a intenção principal não é essa. Queremos
que os jovens reforcem seus vínculos para que possam ser reinseridos na sociedade - afirmou o diretor-geral do Novo Degase,
Alexandre Azevedo de Jesus.
Medida segue determinação de lei federal
A criação de espaços para visitas íntimas seguirá o que determina uma lei federal, sancionada no início deste ano, que criou o
Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). De acordo com Alexandre de Jesus, já há alguns estados
realizando estudos para implementar a nova regra, como a Bahia, cujas experiências serão consultadas pelo grupo de trabalho
fluminense.
Apesar de os estudos no Rio estarem em fase inicial, o diretor-geral do Degase adiantou que a visita íntima será feita num dia
diferente daquele que já existe atualmente para que o jovem receba a sua família. Os parentes também se encontram com a
equipe técnica responsável pelo atendimento ao adolescente uma vez por semana.
- A intenção é ampliar o direito do adolescente. Por isso, a visita íntima será feita em outra data - justificou Alexandre de Jesus.
O diretor-geral do Novo Degase - órgão que é subordinado à Secretaria estadual de Educação - reforçou a importância da
presença dos membros da Secretaria de Direitos Humanos no grupo de trabalho, para garantir o direito dos homossexuais:
- É algo que temos que garantir. Não podemos implementar uma regra gerando preconceito.
Atualmente, há cerca de 600 jovens internados nas unidades do Novo Degase. A estimativa do órgão é que cerca de 20% dos
infratores já sejam pais ou mães. A implementação da visita íntima deve ser aproveitada também para a realização de
campanhas de prevenção contra Doenças Sexualmente Transmissíveis.
Além das visitas íntimas, a lei federal que criou o Sinase instituiu uma série de novas regras para melhorar o atendimento aos
adolescentes infratores. Estados e municípios, por exemplo, terão que criar planos de atendimento para os próximos dez anos.
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