para os lisossomas.

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Encefalopatia Espongiforme transmissível Doença da Vaca Louca Imagem: drauziovarella.ig.com.br [Imagem: Wikimedia Commons] Proteína Recém Sintetizada portaldoprofessor.mec.gov.br Enovelamento Errado Encefalopatia espongiforme bovina ● A doença para encefalopatia bovina espongiforme, conhecida popularmente como “mal da vaca louca” surgiu no Reino Unido em 1986 e se disseminou para outros países da Comunidade Europeia devido à reciclagem, sem controle, de carne, ossos, sangue e vísceras usados na fabricação de ração animal. ● É uma enfermidade neutro-­‐degenerativa fatal que afeta os bovinos. O período de incubação é longo, em média quatro a cinco anos, porém muito variável. O cientista Stanley B. Prusiner (prêmio Nobel) foi responsável pela descoberta dos príons em decorrência da doença da vaca louca. [Imagem: http://www.upenn.edu/ manac/v44/n07/medportrait.gif ] Stanley Prusiner, o descobridor dos príons ● Pertencentes ao Grupo das encefalopatias espongiformes transmissíveis também conhecidas como doenças do “prion”,onde provocam degenerações fatais do cérebro resultando em danos neuronais devido ao seu acúmulo ( sob forma de placas amilóides). A morte celular então gera um aspecto espongiforme no cérebro. [Imagem: convenio.cursoanglo.com.br] ● Esta proteína mutante denominada Prion é considerada pelos estudos atuais o agente etiológico da BSE. ● A proteína PrP existe normalmente no organismo dos animais e é altamente conservada entre as espécies, mas é sua versão mutada que é capaz de gerar as encefalopatias. —  A PrPc ao longo da doença sofreria uma mudança de conformação, formando um tipo insolúvel e patogênico de Prion (PrPsc). —  Por sua vez, a proteína PrPsc induziria a transformação de mais proteínas normais em formas anormais, iniciando uma reação em cadeia que aumentaria de forma exponencial a produção de PrPsc. —  Não há nenhuma resposta imune ou reação inflamatória do organismo. É uma proteína altamente resistente, persistindo no ambiente e resistindo a variados métodos de desinfecção. [Imagem: convenio.cursoanglo.com.br] Os príons possuem estrutura primária idêntica, mas terciária diferente em relações às proteínas priônicas celulares. Mecanismos de interação proteína-­‐proteína ainda não totalmente esclarecidos promovem a replicação de novas proteínas com a configuração espacial causadora de danos celulares [Imagem: convenio.cursoanglo.com.br] Príons anômalos “convencem” príons normais a mudar de configuração Aula 2: Macromoléculas I-­‐ Proteínas e doenças do mal enovelamento protéico Aula 2: Macromoléculas I-­‐ Proteínas e doenças do mal enovelamento protéico Aula 2: Macromoléculas I-­‐ Proteínas e doenças do mal enovelamento protéico Proteína enovelada incorretamente Cérebro com encefalopatia espongiforme Proteína enovelada incorretamente portaldoprofessor.mec.gov.br —  O novo caso de encefalopatia espongiforme bovina (BSE) foi detectado numa vaca leiteira no centro da Califórnia em Abril de 2012. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) já notificou as autoridades mundiais responsáveis pela saúde animal e os seus parceiros comerciais. —  Em 2011, foram registados 29 casos em todo o mundo de doença das vacas loucas, segundo as autoridades norte-­‐americanas, uma redução de 99% quando comparado com os 37.311 casos em 1992, quando ocorreu um grande surto que fez soar o alarme em vários países, principalmente no Reino Unido. —  A Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) classifica os Estados Unidos como "risco controlado" quando se trata de doença da vaca louca. Imagem: scribd.com/doc/72099054/Enzimas-­‐Catalizadoras Grupo com mais de 50 transtornos Cada um com uma enzima diferente —  Instáveis ● Não serem enviadas ao lisossoma Acúmulo do substrato dentro do lisossoma e surgimento de sinais e sintomas da doença do mau armazenamento lisossômico [Imagem: http://www.fabry.org.br/doc/publi/arquivo6.pdf] Imagem: desenhetudo.blogspot.com.br Imagem: docentes.esalq.usp.br Imagens: http://www.fabry.org.br/doc/publi/arquivo6.pdf Doença de armazenamento lisossômico —  Erro inato do metabolismo —  por mutações genéticas —  doenças de depósito lisossômico —  Isquemia cardíaca, cerebrovascular e renal —  condições genéticas, hereditárias, crônicas, progressivas e multissistêmicas, —  causada por um gene deficiente do organismo —  deficiência ou ausência de uma enzima lisossômica, a alfa-­‐galactosidase. —  interfere na capacidade de decomposição de uma substância adiposa específica —  acúmulo progressivo de substâncias nos lisossomos. —  acúmulo progressivo do glicosfingolipido, globotriaosilceramida (GL-­‐3) —  presentes no lisossomo —  responsável por processos bioquímicos de degradação e decomposição (metabolização) de glicoesfingolipídios nos lisossomos —  quebrar basicamente a GL-­‐3 —  presente, particularmente nas membranas dos glóbulos vermelhos —  paredes dos vasos sangüíneos e em outros tecidos (vasos obstruídos) —  células epiteliais renais tubulares e glomerulares, —  células miocardiais e fibrócitos valvulares, —  neurônios dos gânglios da raiz dorsal e no sistema nervoso autônomo, —  células vasculares endoteliais, periteliais e da musculatura lisa —  coração, —  rins, —  Cérebro, —  pele, —  Leva muitas vezes a graves manifestações em um ou mais sistemas e finalmente a morte do paciente. —  expectativa de vida reduzida em 20 anos (masculino) —  15 anos (feminino), —  morte usualmente devido a falência renal, doença cardíaca ou acidente vascular cerebral. http://brunoarena.blogspot.com.br/2009/10/infografia-­‐doenca-­‐da-­‐fabry.html —  seletivamente se ligam a uma proteína mal enovelada e, assim, aumentam a estabilidade da proteína —  Restabelecimento da função biológica pretendida da proteína —  chaperona específica é desenvolvida para cada doença lisossômica alvo. Lisossoma Retículo endoplasmático [Imagem: http://www.fabry.org.br/doc/publi/arquivo6.pdf] Menos estável, a enzima mal enovelada pode ser retida no RE. Sem a enzima, há acúmulo de substrato nos lisossomas. [Imagem: http://www.fabry.org.br/doc/publi/arquivo6.pdf] Enzima mal enovelada e menos estável As chaperonas administradas por via oral entram na célula e ligam-­‐se à enzima mal enovelada e menos estável no RE. www.fabry.org.br/doc/publi/arquivo6.pdf Enzima estabilizada A enzima estabilizada pode sair do RE e ser “escoltada” para os lisossomas. A enzima estabilizada entra nos lisossomas. [Imagem: http://www.fabry.org.br/doc/publi/arquivo6.pdf] [Imagem: http://www.fabry.org.br/doc/publi/arquivo6.pdf] A chaperona separa-­‐se da enzima, e a enzima é capaz de subdividir o substrato. [Imagem: http://www.fabry.org.br/doc/publi/arquivo6.pdf] Nos lisossomas, a enzima mantém-­‐se estável e continua a subdividir o substrato. Enzima mal enovelada e menos estável —  Ana Rosa Navegantes de Sousa —  Bianca Silva de Pontes —  Celina Vieira da C. G. Alvarenga —  Eduardo Fernandes Felix de Lima —  Letícia da Silva Alves —  Luis Guilherme Alves —  Rebecca Faray F. Lopes —  Sidclei Queiroga —  Thiago Rodrigues de Alvarenga —  Caderno Técnico -­‐ Encefalpatia Espongiforme Transmissível. Autores: Ligia Maria Cantarino da Costa & José Renato Junqueira Borges —  Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento-­‐Secretaria de Defesa Agropecuária —  Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Sanidade Animal.Autores: Edviges Maristela Pituco e Eliana de Stefano —  http://www.portalruralsoft.com/manejo/manejoExibe.asp?id=24 —  Ácidos Nucleicos -­‐ Química Fisiológica. Autora: Romana Jorge. —  www.genzyme.com.br —  www.fabry.org.br/doc/publi/arquivo6.pdf 
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