LITERATURA INFANTIL E SUSTENTABILIDADE

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LITERATURA INFANTIL E SUSTENTABILIDADE
Haiduke, Ivonete Ferreira1 – FACEL/SEED-PR
Grupo de Trabalho - Formação de Professores e Profissionalização Docente
Agência Financiadora: não contou com financiamento
Resumo
Este trabalho consiste no relato de experiências com o desenvolvimento de projetos
desenvolvidos em escolas de rede pública e privada de Curitiba, Almirante Tamandaré e
Morretes, com o objetivo de realizar ações voltadas à educação para a sustentabilidade. Para a
concretização do trabalho, houve a participação ativa dos 19 acadêmicos do quarto período do
curso de Pedagogia de uma IES de rede privada, de Curitiba, sob a orientação do professor
responsável pela supervisão de estágio. Foram desenvolvidas atividades diversas junto a
alunos de escolas dos municípios acima identificados, visando a educação para a
sustentabilidade: contação de histórias, fabricação de jogos e de brinquedos com material
reciclável, aliados a momentos de discussão e reflexão sobre os aspectos levantados pelos
acadêmicos. Para a realização dessas ações, a literatura infantil se constituiu no eixo
norteador, pois o ponto de partida das discussões era sempre considerado a partir das
reflexões incitadas pela leitura e discussão da obra literária, com vistas ao alcance dos
objetivos inicialmente propostos para o projeto, como compreender o conceito de
sustentabilidade e sua importância, através de perguntas e exemplos de atitudes sustentáveis,
além de mostrar a eles que algumas embalagens e outros materiais, que seriam descartados
podem ser reciclados, e transformados em brinquedos bem como estimular nas crianças e nos
educadores a construção cotidiana da sustentabilidade. O projeto teve a duração de três meses
e, ao final desse período, foi feita a avaliação com os acadêmicos. Todos foram unânimes em
afirmar que a participação nessas atividades agregou conhecimentos e oportunizou vivência,
na prática, de como educar para a sustentabilidade.
Palavras-chave: Educação. Literatura infantil. Sustentabilidade.
Introdução
Os desafios impostos pela modernidade, principalmente no que se refere à
sustentabilidade, devem ser enfrentados pela sociedade, em todos os seus segmentos.
Nesse sentido, a escola não pode manter-se alheia ao trabalho com os alunos do ensino
fundamental pois a internalização dos conceitos e práticas, relacionados ao desenvolvimento
1
Mestre em Tecnologias Assistivas pela PUCPR, pedagoga, psicopedagoga, especialista em Educação Especial
e professora da rede pública do Estado do Paraná e professora supervisora de estágios na FACEL- Faculdade de
Administração, Ciências e Letras.
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de ações e formação de atitudes sustentáveis, deve fazer parte do currículo de Educação
Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Para atender a essa demanda, há necessidade que os cursos superiores de formação de
docentes preparem os acadêmicos, instrumentalizando-os de forma a que os mesmos possam
desenvolver as atividades voltadas à conscientização para a sustentabilidade.
Consciente dessa necessidade, a IES em estudo, por meio de seu curso de Pedagogia,
oportuniza a seus acadêmicos atividades variadas em contextos diversos, para que esses
acadêmicos se conscientizem desse papel que o educador da atualidade precisa assumir – o de
educar para a sustentabilidade.
Os objetivos propostos para o projeto foram: compreender o conceito de
sustentabilidade e sua importância, através de perguntas e exemplos de atitudes sustentáveis,
além de procurar mostrar aos alunos que algumas embalagens e outros materiais, que seriam
descartados no lixo comum, podem ser reciclados e transformados em brinquedos.
Além disso, buscou-se, também, estimular nas crianças e nos educadores a construção
cotidiana da sustentabilidade. Foram desenvolvidas ações junto a alunos de escolas de rede
pública e privada, visando a educação para a sustentabilidade: contação de histórias,
fabricação de jogos e de brinquedos com material reciclável, aliados a momentos de discussão
e reflexão sobre os aspectos levantados pelos acadêmicos.
Os municípios envolvidos nas atividades foram Curitiba, Almirante Tamandaré e
Morretes, com o objetivo de facilitar aos acadêmicos envolvidos a participação em contextos
socioeconômicos diferenciados.
Para o desenvolvimento dessas ações, considerando-se a faixa etária do público
envolvido, privilegiou-se a utilização da literatura infantil como recurso motivador e
instigador para a reflexão crítica, além da realização de outras atividades lúdicas, como a
produção de brinquedos e jogos com materiais recicláveis.
Este trabalho está organizado em três tópicos. No primeiro, apresenta-se um pouco da
história de como se constituiu a literatura infantil e os conceitos a ela relacionados. Em
seguida, no segundo tópico, relaciona-se a literatura infantil e a sustentabilidade, com a
apresentação do que se entende por sustentabilidade para o desenvolvimento das ações
planejadas e relatadas no tópico seguinte.
Por último, apresentam-se as considerações finais, com os resultados alcançados tanto
em relação às comunidades em que houve a atuação, como em relação aos acadêmicos.
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Literatura Infantil
A literatura infantil tem o seu surgimento e desenvolvimento atrelados à história da
concepção de infância. Isso porque a preocupação com a criança, como um sujeito de direitos,
só começa a existir a partir do século XIX, não apenas no Brasil, com e vários outros lugares
do mundo. Com a publicação da obra de Ariès, em 1960 (ARIÈS, 1981) é que se começa a
olhar essa etapa do desenvolvimento com mais profundidade e espírito científico.
Observa-se que “a história da literatura infantil está atrelada à história da própria
concepção de infância e os primeiros livros para crianças foram produzidos somente no final
do séc. XVII e durante o séc. XVIII” (PERES, MARINHEIRO e MOURA, 2012, p.2) . Antes
disso não se escrevia para crianças, pois não existia a “infância” tal como se conhece hoje,
pois as crianças e os adultos compartilhavam dos mesmos eventos sociais. Nesse período temse o surgimento de uma nova classe social, a burguesia, que se caracteriza pela valorização do
modelo familiar burguês, com enfoque maior na educação e na transmissão de valores
burgueses.
É nesse contexto que nasce a literatura infantil, voltada à transmissão de valores do
novo modelo familiar vigente, conforme Coelho (1991), mas também fundada no ideal do
casamento e da educação dos herdeiros, e que oferece
Abertura para a formação de uma nova mentalidade, além de ser um instrumento de
emoções, diversão ou prazer, desempenhada pelas histórias, mitos, lendas, poemas,
contos, teatro, etc., criadas pela imaginação poética, ao nível da mente infantil,que
objetiva a educação integral da criança, propiciando-lhe a educação humanística e
ajudando-a na formação de seu próprio estilo.(COELHO, 1991, p. 5).
Pode-se definir literatura infantil como “um dos aspectos da literatura dentre as várias
modalidades artísticas”, conforme Sosa (1978, p.19) que esclarece, ainda, que essa
modalidade de literatura é a que se preocupa com histórias para crianças, constituindo-se em
uma forma literária voltada para a psique infantil, com vocabulário adequado ao
conhecimento e à compreensão da criança.
Entende-se, ainda, literatura infantil, conforme Bettelhein (2007,p.12) como aquela
que objetiva “desenvolver a mente e a personalidade da criança”, não se destinando apenas à
diversão e informação, mas que também deve ter significado para a criança, deve transmitir
experiências de vida, que lhe permitam refletir e compreender a realidade que a cerca.
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Portanto, para Bettelhein (2007), a literatura, principalmente a dos contos de fadas, se
constitui em um excelente canal para que se possa ensinar, à criança, o “significado”, uma vez
que, por meio da história, são levados ao conhecimento da criança os padrões morais da
sociedade, os conceitos presentes nas histórias que passam, dessa forma, a fazer parte de seu
cotidiano e contribuem para sua formação intelectual.
Uma análise da história da literatura infantil, no Brasil e no mundo, permite que se
perceba que a produção literária, para a criança, está bastante relacionada às práticas sociais
de cada época, aspecto que pode ser explicado, conforme Coelho (2000), pela própria
natureza da literatura, visto como um fenômeno de linguagem resultante de uma experiência
existencial, social ou cultural.
Pode-se afirmar, conforme Coelho (2000), que a literatura, como qualquer outra forma
de arte, expressa um tempo, constitui-se através de um ideário e, ao mesmo tempo, é a
expressão dele.
Ao estudarmos a história das culturas e o modo pelo qual elas foram sendo
transmitidas de geração para geração, verificamos que a literatura foi o seu principal
veículo. Literatura oral ou literatura escrita foram as principais formas pelas quais
recebemos a herança da tradição [...] (COELHO, 2000, p. 16).
Considerando-se que é por meio da literatura, conforme Coelho (2000), que se
transmitem os valores e a cultura da sociedade e que a literatura oral ou a literatura escrita se
constituem em formas pelas quais as tradições são repassadas através das gerações é que
optou-se por usar esse veículo no desenvolvimento das atividades voltadas à educação para a
sustentabilidade.
A Literatura Infantil e a Sustentabilidade
Em pleno século XXI percebe-se, como uma questão emergente e de extrema
urgência, a necessidade de transformações que resgatem, nos indivíduos, o respeito pela vida,
em todas as suas formas e manifestações.
A esse respeito, cabe destacar o pensamento de Cecília Meireles, a qual enfatiza que
“a única lição que é possível transmitir com beleza e receber com proveito; a única, eterna,
digna, valiosa: o respeito pela vida” (BRASIL, 2007, p. 5).
Embora a humanidade sempre tenha convivido (em uma relação de extrema
dependência) do planeta para seu crescimento e desenvolvimento, somente nos anos finais do
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século anterior é que começa a manifestar-se, e forma mais sistemática, a preocupação com a
utilização desordenada e desenfreada dos recursos naturais existentes, sem o devido tempo
para a sua renovação.
Ao se pensar na literatura infantil como articuladora para ações sustentáveis, tem-se
que conceituar o que se entende por sustentabilidade.
Na atualidade, observa-se que o tema sustentabilidade tem se tornado o centro de
várias discussões, não apenas acadêmicas, extrapolando esses limites. A abrangência das
discussões se deve à atenção despertada pelas mudanças climáticas decorrentes da ação
antrópica predatória no meio ambiente o que causa, segundo Gore (2006), uma emergência
planetária.
De acordo com Santos (apud SGARBI et al, 2008), os primeiros estudos teóricos
sobre a sustentabilidade relacionam-se às ciências ambientais e ecológicas, mas o debate
sobre a questão começa a tornar-se mais presente nas discussões em vários setores a partir dos
anos 60.
O debate intensifica-se, conforme Silva (2009), durante a década de 1980, a partir da
conscientização dos países em descobrir formas de promover o crescimento sem destruir o
meio ambiente, nem sacrificar o bem-estar das futuras gerações.
A partir daí, o termo se transformou em cenário para causas sociais e ambientais,
o que permite que se afirme que o conceito de sustentabilidade está relacionado a um
movimento histórico recente que passa a questionar a sociedade industrial enquanto modo
de desenvolvimento (ROSA, 2007).
Considerando-se que sustentabilidade é um termo abrangente, um modelo de
desenvolvimento que comporta diversos e diferentes programas, pode-se pensar, no ambiente
escolar, numa forma de aprendizagem sustentável, que seria desenvolvida por meio de ações
pedagógicas envolvendo o reforço dos valores culturais vigentes assim como a utilização dos
recursos naturais.
De acordo com Sato (2004), aprender sobre educação ambiental e sustentabilidade é
ação cada vez mais necessária nas escolas de ensino fundamental, pois esse aprendizado
possibilita que os alunos se reconheçam como parte integrante do meio em que vivem e
oportuniza momentos de reflexão sobre as alternativas possíveis para a solução dos problemas
ambientais de forma a contribuir para a manutenção dos recursos para as futuras gerações.
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Nesse sentido, desenvolveu-se, na IES, um projeto voltado à Literatura Infantil, de forma que
se pudessem discutir os aspectos de sustentabilidade.
O espaço de planejamento e reflexão sobre o tema
As atividades foram desenvolvidas em uma IES da rede privada, em Curitiba. A
instituição em estudo oferece 9 cursos presenciais de graduação, entre os quais o curso de
Pedagogia. A instituição coloca, como um de seus principais objetivos, o oferecimento de
ensino de qualidade e, para isso, conta com 84 professores, com titulação de especialistas,
mestres e doutores. Com 1.100 acadêmicos matriculados em seus cursos de graduação e 1.474
acadêmicos de pós-graduação, a faculdade já atende seus acadêmicos em dois campi, em
espaços físicos adequados ao desenvolvimento das atividades.
Além dos cursos de graduação e pós-graduação, nas modalidades presencial e a
distância, a instituição desenvolve, ainda, cursos e projetos de extensão, objetivando a
complementação dos conhecimentos acadêmicos em determinadas áreas, conhecimentos esses
que, muitas vezes, são multidisciplinares.
Essas atividades proporcionam, ao acadêmico, acesso a informações mais atualizadas,
de cunho técnico, teórico e prático, nas diferentes áreas de interesse e atuação. Atendendo
tanto ao público interno quanto o externo, os cursos de extensão visam o aprimoramento da
qualificação profissional dos envolvidos, para que estes atendam melhor às exigências da
sociedade moderna e acompanhem sua dinâmica, que requer constante atualização.
O desenvolvimento dessas ações credenciam a IES como uma instituição preocupada
em formar seus acadêmicos para, de acordo com a missão que se propõe, serem “capazes de
gerar mudanças que contribuam para a formação de uma sociedade sustentável” , além de
“ser reconhecida como um Centro Universitário de referência no ensino, na pesquisa e na
extensão, fundamentada nos princípios cristãos, éticos e humanitários”(FACEL, 2011).
Neste trabalho, dá-se especial destaque ao trabalho desenvolvido pelos 19 acadêmicos
do quarto período do curso de Pedagogia.
Na interação com a realidade, possibilitada pela realização dos projetos de extensão,
percebe-se o papel transformador desses acadêmicos, na efetivação de um trabalho que tem
como diferencial vários dizeres, imbuídos de formas multifacetárias de perceber o outro, a
cultura, o conhecimento, a sociedade e a aprendizagem, componentes indispensáveis e
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essenciais ao processo educativo, objetivando formar um cidadão dinâmico, inovador e,
sobretudo, reflexivo.
Desta forma, a reflexão na e sobre a ação torna-se um desafio concretizado no
contexto da formação inicial, com a criação de espaços de diálogo e de confronto político e
ideológico, para a construção do conhecimento numa perspectiva de mudança social.
A partir dessas considerações, foram realizados vários projetos, tanto em Curitiba
como em outros municípios do estado, como Almirante Tamandaré e Morretes. Esses projetos
tinham em comum o uso de diferentes textos para a realização das atividades voltados ao
desenvolvimento da sustentabilidade.
Entre os objetivos postos para as atividades estão o de compreender o conceito de
sustentabilidade e sua importância, através de perguntas e exemplos de atitudes sustentáveis,
bem como a demonstração de que algumas embalagens e outros materiais, que seriam
descartados, podem ser reciclados e transformados em brinquedos, bem como estimular nas
crianças e nos educadores a construção cotidiana da sustentabilidade. Para isso, foram
desenvolvidas várias atividades como confecção de crachás, atividades com músicas,
contação de histórias, resgate de brincadeiras infantis e confecção de brinquedos.
Também foram realizadas atividades em parceria com instituições dessas localidades,
voltadas ao desenvolvimento e execução de projetos com ações focadas na área de Educação
em Valores Humanos e Sustentabilidade.
Essas parcerias foram bastante proveitosas, porque se pôde dedicar, com maior ênfase,
especial atenção à educação, enfatizando a necessidade de que ela aconteça ao longo da vida,
contribuindo, enquanto processo, para a transformação da realidade das comunidades
atendidas.
O apoio teórico para o desenvolvimento das ações e encaminhamento das reflexões foi
fornecido por Razzoto (2009), qual contribuiu para o reforço de algumas noções voltadas à
sustentabilidade e o compromisso humano com essa questão.
Para o desenvolvimento dos diferentes projetos, foram utilizadas obras da literatura
infantil, principalmente “Os rios morrem de sede” (PIROLLI, 2002), com o objetivo de
proporcionar, às crianças atendidas, em várias comunidades, o despertar do seu potencial e
um momento lúdico para trabalhar suas habilidades, incentivando o desenvolvimento do
autoconhecimento, autoimagem e da autoestima, ao mesmo tempo em que foram
encaminhadas reflexões voltadas às questões da sustentabilidade ambiental.
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Considerações Finais
Buscou-se discutir, neste trabalho, a necessidade de se trabalhar os conceitos de
sustentabilidade e educação ambiental, com a criança, de maneira lúdica, levando-a a refletir
sobre suas ações em relação ao mundo em que vive.
Por meio de leituras e atividades de contação de histórias, procurou-se demonstrar a
emergente necessidade de aquisição e vivência desses conceitos, não apenas pela criança, mas
para a população, de maneira geral.
Os participantes dos projetos, tanto os acadêmicos do curso de Pedagogia como as
crianças dos espaços em que as atividades foram realizadas, mostraram-se satisfeitos com
todas as ações, apontando que procurarão suas ações, a partir do projeto, de forma a contribuir
para uma maior sustentabilidade do planeta.
Em relação aos acadêmicos do curso de Pedagogia, entende-se que a participação
nesses projetos contribui para a complementação da formação pedagógica e profissional, pois
a vivência oportunizada por essas ações complementa as discussões teóricas, no âmbito da
sala de aula.
Para uma formação que, efetivamente, dê conta de toda a demanda social, cultural,
econômica e educacional, deve-se oportunizar aos acadêmicos diferentes vivências para que
os mesmo compreendam que, no espaço em que irão atuar, a dinâmica das mudanças é uma
realidade e, para enfrentá-las, a preparação deve ser contínua, alimentada por um processo de
formação continuada ao longo da vida.
REFERÊNCIAS
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BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. 22 ed. Rio de Janeiro: Paz e
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COELHO, Nelly Novaes. Panorama histórico da literatura infantil/juvenil: das origens
indoeuropeias ao Brasil contemporâneo. 4 ed. Ática, 1991.
COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria, análise, didática. São Paulo:
14548
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FACEL – Faculdade de Administração, Ciências, Educação e Letras. Projeto Político
Pedagógico. 2011.
GORE Jr., A. A. Uma verdade inconveniente: o que você precisa saber (e fazer) sobre o
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Disponível em: http://www.uel.br/revistas/prodocenciafope
PIROLI, Wander. Os rios morrem de sede. São Paulo: Moderna, 2002.
RAZZOTO, Evandro. Eco Sustentabilidade. Curitiba: Edição do Autor, 2009.
ROSA, Altair. Rede de governança ambiental na cidade de Curitiba e o papel das
tecnologias de informação e comunicação. Dissertação de mestrado. Gestão Urbana.
Pontifícia Universidade Católica do Paraná, 2007.
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SGARBI, V.S et al. Os Jargões da Sustentabilidade: uma Discussão a partir da Produção
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SOSA, Jesualdo. A Literatura Infantil. São Paulo: Cultrix, 1978.
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