fecundação

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FECUNDAÇÃO

Espermatozóide e o ovócito secundário
Aspectos gerais dos gametas envolvidos.
Fecundação interna com a penetração do espermatozoide no óvulo,
com posterior fusão de núcleos (cariogamia).
FECUNDAÇÃO
Aspectos gerais.
Na espécie humana
 Nas tubas uterinas (fecundação interna)
 Encontro entre o espermatozóide e o ovócito
secundário.
 Volta a diploidia.
 Monoespérmica
 Forma o ovo ou zigoto.
FECUNDAÇÃO
A fecundação (ou fertilização) marca o início
do desenvolvimento do ser . Quando o zigoto, que é uma
célula totipotente (que tem capacidade de se dividir e se
transformar em qualquer outra célula - são as células tronco),
se forma, se forma também um indivíduo único graças aos
cromossomos e à carga genética que eles carregam.
FECUNDAÇÃO
FECUNDAÇÃO : se o ovócito não for fertilizado na tuba
uterina, ele segue lentamente em direção ao útero, onde
se degenera e é reabsorvido pelo organismo. Existem
sinais químicos que atraem os espermatozóides para
o óvulo. Estes sinais são secretados pelo ovócito e por
todas as células foliculares circundantes, este processo é
conhecido como quimiotaxia dos espermatozóides.
Ovulação
Fecundação
Fecundação
Óvulo
Ovulação
Útero
Presença do muco cervical (alcalino)
Mantendo o colo uterino aberto
facilitando a subida
dos espermatozóides
Espermatozóides
Vagina
Condições de fecundação
A estreita entrada para as trompas, apesar de se
encontrar permanentemente aberta, só permite a
passagem de muito poucos espermatozóides de cada
vez.
FERTILIZAÇÃO
Transporte dos gametas:
•Transporte do ovócito
• Transporte do espermatozóide
Maturação dos espermatozóides
• Capacitação
• Reação acrossômica
1 - Capacitação dos espermatozóides (dentro do trato feminino)
- remoção da capa de colesterol do espermatozóide
- Perda de carboidratos específicos da superfície do espermatozóide

O encontro dos gâmetas
Ovócito libertado pelo
folículo ováriano...
1º glóbulo polar
Zona pelúcida
Espermatozóides
rodeiam o ovócito...
1º glóbulo polar
2º glóbulo
polar
Corona
radiata
Oócito II
Óvulo
Primeira semana do desenvolvimento
•Fases da fertilização
• Passagem do espermatozóide através da corona
radiata, que envolve a zona pelúcida do ovócito.
• Penetração na zona pelúcida que envolve o
ovócito
Reação da zona
• Fusão das membranas plasmáticas do ovócito e
do espermatozóide.
• Término da segunda divisão meiótica do ovócito e
formação do pro-núcleo feminino.
• Formação do pro-núcleo masculino
• As membranas dos pro-núcleos se dissolvem, os
cromossomos se condensam e se dispõem preparando-se
para a divisão celular mitótica.
FASES DA FERTILIZAÇÃO
Passagem do espermatozóide através da corona radiata:
Acredita-se que a enzima hialuronidase, liberada do acrossoma
do espermatozóide, é responsável pela dispersão das células
foliculares da corona radiata. Mas não é só isso que facilita a
passagem, os movimentos da cauda do espermatozóide junto às
enzimas da mucosa tubária também contribuem bastante.
• Reação do acrossoma e penetração de um espermatozóide
em um ovócito
Reação Acrossômica
Penetração da zona pelúcida:
Esta é uma fase importante para o início da fertilização. É
provável que as enzimas esterases,acrosina e neuraminidase,
também liberadas pelo acrossoma, causem o rompimento da
zona pelúcida, agindo como facilitador da chegada do
espermatozóide ao ovócito. Assim que este penetra a zona
pelúcida, ocorre a reação zonal, uma mudança que torna esta
zona impermeável a outros espermatozóides. A composição
desta cobertura é feita por glicoproteínas extracelularmente
e muda após a fertilização. Alguns estudiosos acreditam que a
reação zonal seja o resultado da ação das enzimas
lisossomais liberadas por grânulos corticais.
Fertilização
1 - Passagem do espermatozóide através da corona radiata
(enzima hialuronidase)
2 – Reação acrossômica
3- Penetração na zona pelúcida (ZP3 receptor espécie-específica)
enzimas acrosina e neuraminidase
4 - Reação de Zona (enzimas
lisossomais da membrana do
ovócito II)
(Penetração de 1 só sptz)
- Bloqueio da membrana do óvulo
:
*Rápido - enrigecimento da zp
*Lento - desligamento dos
receptores ZP3
Fusão das membranas plasmáticas do ovócito e espermatozóides:
Nesta fase estas membranas se unem e se rompem no exato lugar onde
se uniram. A cabeça e a cauda do espermatozóide entram no ovócito,
mas a membrana plasmática e as mitocôndrias do espermatozóide
fica de fora.
Término da segunda divisão meiótica e formação do pro-núcleo feminino:
Quando o espermatozóide penetra o ovócito, ele o estimula a completar
a segunda divisão meiótica, resultando em um ovócito maduro e no
segundo corpo polar. A partir disso, há a condensação dos cromossomos
maternos e o núcleo já maduro do ovócito evolui para um pro-núcleo
feminino.
Formação do pronúcleo masculino:
O núcleo do espermatozoide aumenta no interior
do citoplasma do ovócito com objetivo de compor o pro-núcleo
masculino e a cauda, então, sofre degeneração. Enquanto
acontece o crescimento dos pro-núcleos, que são indistinguíveis
morfologicamente, eles replicam seu DNA. O ovócito que
contém dois pro-núcleos haplóides é chamado de oótide.
Fecundação
Trompa de falópio
Fecundação
Zona pelúcida
Ovulação
Ovário
Útero
Cervix
Células foliculares
Vagina
Grânulos
Fusão dos núcleos
Zigoto
Formação do zigoto:
Logo que os pro-núcleos se juntam em um conjunto único e
diplóide, a oótide se transforma em um zigoto. Os
cromossomos neste zigoto arranjam-se em um fuso de clivagem,
preparando-se para a divisão que irá sofrer. Esta estrutura é
geneticamente única, já que metade dos seus cromossomos vem
da mãe e a outra metade do pai, formando assim uma nova
combinação cromossômica, diferente da contida nas células dos
pais. Este fato forma a base da herança biparental e,
consequentemente, da variação da espécie.
6- Término da 2a
divisão meiótica do
ovócito
2º
formação do pró-núcleo
feminino e Formação do
pró-núcleo masculino
7-
Fusão
dos prónúcleos masculino e
feminino (cariogamia)
8 – Duplicação de DNA
9
–
(CLIVAGEM)
Mitoses
Fusão dos pró-núcleos masculino e feminino
Período de fecundidade

Intervalo de tempo a partir da ovocitação, diminui,
gradativamente, a condição do ovócito para a
fecundação, quando atinge o tempo máximo, deixa de
ser fecundável e desintegra.
ESPÉCIE
TEMPO
CAMUDONGA
12 A 24 HORAS
ÉGUA
2 A 4 HORAS
COELHA
2 A 6 HORAS
MULHER
12 a 24-48 HORAS
Resultados da Fertilização




Restauração do número diplóide de cromossomos ( 2n = 46
cromossomos)
Variação da espécie
herança biparental, o evento do
crossing over, mistura dos genes, produzindo recombinação
aleatória do material genético
Determinação primária do sexo
óvulo X e
espermatozóide X ou Y (óvulo X + espermtz X = zigoto ;
óvulo X + espermtz Y = zigoto )
Ativação do zigoto para o início das clivagens
VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=lt6ary_sBaI
https://www.youtube.com/watch?v=Ms3b5Lci59Y
Depois da
fecundação...
Segmentação ou Clivagem





Célula ovo ou zigoto
Citoplasma maior que o núcleo
Divisão por mitoses
Relação núcleo citoplasma normal
Segmentação ou clivagem por repetidas
divisões mitóticas, sem crescimento celular
entre elas
Tempo até o inicio da segmentação

Intervalo de tempo desde a penetração do
espermatozóide no ovócito II, até a metáfase da
primeira divisão mitótica.
ESPÉCIE
TEMPO
COELHA
12 HORAS
PORCA
12 A 14 HORAS
VACA
20 A 24 HORAS
OVELHA
16 A 21 HORAS
MULHER
36 HORAS
Segmentação ou Clivagem
Segmentação ou Clivagem
Segmentação ou Clivagem
Clivagem Holoblástica
Compactação
Clivagem Holoblástica ou total
Segmentação
Nos mamíferos, a fase de
segmentação ocorre durante o
trajeto das células embrionárias
pela tuba uterina.
Período de migração

Intervalo de tempo de migração das células
embrionárias, em fase de segmentação pela tuba
uterina.
ESPÉCIE
TEMPO
VACA, PORCA, GATA,
RATA E COELHA
3 DIAS
MULHER
4 A 7 DIAS
CADELA E ÉGUA
8 A 10 DIAS
Termino da clivagem

A fase de segmentação ou clivagem termina com a
chegada da mórula no útero materno e consequente
posterior formação do blastocisto.
ESPÉCIE
MÓRULA
VACA
16 BLASTÓMEROS
OVELHA
8 A 10 BLASTÓMEROS
PORCA
8 BLASTÓMEROS
RATA
32 BLASTÓMEROS
MULHER
12 A 16 BLASTÓMEROS
Resultado da Clivagem
FORMAÇÃO DO BLASTOCISTO
fertilização
4 blastômeros
morula
cariogamia
1ª clivagem
8 blastômeros
compactação
blastocisto
- assincronia a partir da segunda divisão (estágio com 3 blastómeros)
- compactação da mórula a partir de 8 blastómeros
- cavidade blastocistica formada por cavitação
Momento da passagem do embrião no oviduto para o útero e
formação do blastocisto em diferentes espécies
ESPÉCIES
PASSAGEM PARA
DIAS APÓS OVULAÇÃO
O ÚTERO
TEMPO PARA FORMAÇÃO
DO BLASTOCISTO
ESTÁGIO DE
DESENVOLVIMENTO
DIASAPÓS A OVULAÇÃO
SUÍNOS
2
4-8 células
5-6
BOVINOS
3-3,5
8-16 células
7-8
OVINOS
3
8-16 células
6-7
EQUINOS
5-6
Mórula
6
CANINOS
8
Blastocisto
8
BLASTOCISTO: TROFOBLASTO E EMBRIOBLASTO
trofoblasto polar
embrioblasto
hipoblasto
cav. blastocística
trofoblasto mural
trofoblasto: contribui somente á formação da placenta
DEFINIÇÕES
trofoblasto: camada celular externa do blastocisto,
contribui somente para formação da placenta
embrioblasto: células internas (MCI, massa celular
interna) que contribuem na formação do embrião e das
membranas extraembrionárias
• epiblasto: conjunto celular mais interno do
embrioblasto
• hipoblasto: camada celular inferior do
embrioblasto, somente participará na formação de
membranas extraembrionárias (saco vitelínico)
no útero: blastocisto escapa da zona pelúcida
zona pelúcida
blastocisto
- zona pelúcida impede implantação precoce, no oviduto
- liberação de proteases pelo trofoblasto
IMPLANTAÇÃO OU NIDAÇÃO DO BLASTOCISTO
NO ENDOMÉTRIO UTERINO
trofoblasto polar prolifera e secreta enzimas para facilitar
penetração no epitélio uterino
IMPLANTAÇÃO OU NIDAÇÃO DO BLASTOCISTO NO ÚTERO
trofoblasto
blastocistos
cav. blastocística
embrioblasto
endométrio
local preferencial da implantação: parede posterior do útero
FERTILIZAÇÃO, SEGMENTAÇÃO OUCLIVAGEM E IMPLANTAÇÃO OU NIDAÇÃO
2 blastômeros
útero
membrana
pelúcida
mórula
1a. clivagem
oviduto
fertilização
blastocisto
início da implantação
ovário
ovulação
fímbrias
clivagem: divisões mitóticos sequenciais a partir do óvulo
fecundado (zigoto) gerando blastômeros
Blastocisto humano (7dias) parcialmente implantado
fase I (aproximadamente 7 dias)
- penetração gradual do blastocisto no endométrio
- proliferação do citotrofoblasto e transformação em sincíciotrofoblasto
- embrioblasto forma disco bilaminar: epiblasto e hipoblasto
- aparecimento da cavidade amniótica por cavitação no epiblasto
DEFINIÇÕES:
endométrio (decídua): camada interna do útero, rica em
glândulas e vasos sanguíneos, proliferação durante ciclo
ovariano
forma contribuição materna da placenta
citotrofoblasto: camada celular intacta e proliferativa do
trofoblasto
sinciciotrofoblasto: camada externa do trofoblasto, altamente
ativa em síntese protéica (enzimas proteolíticas),
continuamente substituída pelo citotrofoblasto; células
perdem separação por membranas e tornam-se sinciciais,
citoplasma comum multinucleado
cito- e sincíciotrofoblasto são os elementos embrionários da
placenta
Espermatozóides Óvulo
+
Fecundação
Embriogênese
VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=0ierexWtcLA
VÍDEO
https://www.youtube.com/watch?v=Y2SZ601IZZo
https://www.youtube.com/watch?v=0CA0tAqazQA
GASTRULAÇÃO

É o processo de divisão e migração celular que
termina com a formação da gástrula (estrutura
que apresenta os folhetos germinativos –
camadas celulares que originam as diversas
estruturas do organismo – )

Apresenta ectoblasto, endoblasto, arquêntero e
blastóporo.
Gastrulação
Fase do desenvolvimento embrionário marcada pela
diferenciação dos folhetos germinativos, do arquêntero e do
blastóporo.
•
Arquêntero (intestino primitivo) – é uma cavidade que se
comunica com o exterior por um orifício denominado
blastóporo.
•
Blastóporo – pode dar origem à boca (protostômios) ou
ao ânus (deuterostômios).
PROTOSTÔMIOS
PLATELMINTOS
NEMATELMINTO
S
MOLUSCOS
ANELÍDEOS
ARTRÓPODES
DEUTEROSTÔMIOS
EQUINODERMOS
CORDADOS
Gastrulação
Folhetos germinativos ou embrionários – lâminas celulares que
na organogênese darão origem aos tecidos e órgãos.
• Na maioria das espécies, os blastômeros se diferenciam em 3
conjuntos de células (ectoderme, mesoderme e endoderme).
•
Tipos de Gastrulação
Ocorre basicamente de duas formas: EMBOLIA (invaginação)
EPIBOLIA (recobrimento)
•
Embolia (invaginação) – ocorre um aprofundamento das células da blástula
para o interior da blastocele, formando uma abertura chamada blastóporo. A
cavidade interna que começa a se formar é denominada arquêntero.
Mesentoderma
• Epibolia (recobrimento) – processo caracterizado pela rápida
divisão dos micrômeros, que acabam recobrindo os
macrômeros.
Folhetos embrionários
• Tecido embrionário responsável
pela origem dos órgãos e tecidos
dos animais adultos
• Esta
estrutura
aparece
no embrião
animal após
a gastrulação.
• Podem estar presentes em dois ou
três, recebendo a classificação
de diblásticos e triblásticos respecti
vamente.
NEURULAÇÃO


É a fase de formação do tubo neural
(estrutura responsável pela gênese do
sistema nervoso)
O ectoblasto forma a placa neural,
formando primeiro a goteira e depois o
tubo neural.
Neurulação


Formação da nêurula (mais desenvolvida que a
gástrula).
Peixes, aves, mamíferos, répteis e anfíbios.
MESOBLASTO E NOTOCORDA


Junto com a formação do tubo neural,
ocorre o aparecimento do mesoblasto
(terceito folheto germinativo) e da
notocorda (eixo esquelético que caracteriza
os animais cordados)
O celoma é uma cavidade revestida pelo
mesoblasto.
NEURULAÇÃO
NEURULAÇÃO
NEURULAÇÃO
NEURULAÇÃO
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