espanha - Millennium BCP

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International Business Platform
novembro 2015
Internacionalização
> ESPANHA
> ÍNDICE
1. PAÍS
2. ECONOMIA
3. SISTEMA BANCÁRIO E FINANCEIRO
4. REGIME FISCAL
5. INVESTIMENTO ESTRANGEIRO
6. PROPOSTA DE VALOR DO MILLENNIUM BCP E CONTACTOS
1. PAÍS
> ÁREA
• 504 880 Km2
> POPULAÇÃO
• 47,2 Milhões (2015, estimativa EIU)
> HORA LOCAL
• Relativamente a PT + 1 hora
> DESIGNAÇÃO OFICIAL
• Reino de Espanha
> FORMA DE GOVERNO
• Monarquia constitucional
> CAPITAL
• Madrid
> OUTRAS CIDADES IMPORTANTES
•
Barcelona, Valência, Sevilha e Saragoça
> UNIDADE MONETÁRIA
• Euro (EUR)
De acordo com o índice de “Ease of Doing Business” do IFC (International
Finance Corporation), a Espanha ocupa a 33ª posição em 2015, num total
de 189 países.
RATINGS
3
LONGO PRAZO
OUTLOOK
S&P
BBB
Estável
Moody’s
Baa2
Positivo
FitchR
BBB+
Estável
ESPANHA
> LÍNGUA
• Principal: castelhano.
• Outras línguas oficiais: catalão, basco, galego
> ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS A QUE PERTENCE
•
•
•
•
•
•
•
•
União Europeia (UE)
Organização das Nações Unidas (ONU)
Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económico (OCDE)
Banco Inter-Americano de Desenvolvimento (BID)
Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (BERD)
Banco Africano de Desenvolvimento (BAfD)
Banco Asiático de Desenvolvimento (BAsD)
Organização Mundial do Comércio (OMC)
2. ECONOMIA
> INDICADORES MACROECONÓMICOS
2011
2012
2013
2014
2015P
2016P
1.496,3
1.356,5
1.393,5
1.406,5
1.144,7
1.072,8
Taxa de Crescimento Real (%)
-0,6
-2,1
-1,2
1,4
3,0
2,3
Taxa de Inflação – média (%)
3,0
2,4
1,5
-0,2
-0,2
0,5
Dívida Pública (em % PIB)
69,2
84,4
92,1
97,7
101,0
102,4
Saldo da Balança T. Corrente (% PIB)
-3,6
-1,2
0,8
0,8E
0,8
0,6
Taxa de juro ativa (fim do ano)
8,1
8,3
9,3
9,4
9,1
8,3
Taxa de câmbio USD/EUR (fim do ano)
0,77
0,76
0,73
0,82
1,02
0,99
PIB (mil milhões USD)
E-
estimativa
P-
previsão
• Espanha encontra-se entre as 4 maiores economias da Zona Euro em termos de taxa de crescimento, perspetivandose que o produto interno bruto atinja uma taxa de 3% em 2015.
• Para este crescimento tem contribuído a subida do consumo privado e a quebra dos preços do petróleo; há retoma da
confiança do setor privado apesar da taxa de desemprego continuar alta (22,5% previsto para 2015). Apesar do pico
registado na atividade económica não há pressões inflacionistas no curto prazo.
• A taxa de câmbio do euro continuará a cair contra o dólar americano, podendo atingir a paridade em 2016.
• No setor externo o saldo da balança de transações corrente é positivo desde 2013 (0,8% do PIB), devendo manter a
tendência no período de 2016-2019.
4
ESPANHA
Fonte: The Economist Intelligence Unit (EIU)
2. ECONOMIA
> ENQUADRAMENTO ECONÓMICO
• Espanha foi um dos países europeus que mais cresceu na primeira década do século XXI; durante este período a
economia espanhola acumulou grandes desequilíbrios que culminaram com a crise financeira internacional. A partir de
2009 a atividade económica recuou fortemente (-3,7%) levando o governo espanhol a adotar medidas para reduzir a
elevada dívida pública. O desemprego aumentou drasticamente, a situação fiscal agravou-se e as condições de
financiamento tornaram-se muito difíceis, tanto para o setor público como para o privado.
• Os principais desequilíbrios têm vindo a ser corrigidos de forma acelerada embora o ajustamento seja lento e difícil. O
crescimento tornou-se negativo em finais de 2011 e as condições de financiamento às pequenas empresas agravaramse muito.
• Após 3 anos de recessão Espanha retomou o crescimento em 2014; os recentes desenvolvimentos económicos e
financeiros confirmam essa retoma, para a qual têm contribuído a rápida criação de emprego, a subida do nível de
confiança e os baixos custos da energia e do petróleo. Estes fatores continuam a suportar o crescimento no curto e
médio prazos, apesar dos elevados níveis de endividamento privado e público.
• Os mercados financeiros estabilizaram mas o país mantém-se vulnerável a movimentos bruscos no sentimento de
investimento global. As condições do mercado de trabalho têm melhorado mas a taxa de desemprego mantém-se
elevada. Os indicadores sociais continuam a deteriorar-se embora a evolução positiva do mercado laboral possa
trazer algumas melhorias nos próximos anos. A deflação registada em 2014 trouxe algum alívio ao rendimento das
famílias num contexto de contínua moderação salarial. O preço das casas também parece estar a atingir os valores
mínimos.
• Alguns indicadores macroeconómicos mostram sinais positivos e o retorno ao crescimento reduziu os riscos, embora se
mantenha a preocupação relativamente à dívida dos setores público e privado, ao saldo negativo do investimento
internacional e aos desafios do mercado laboral.
5
ESPANHA
Fontes: FMI; EU Spain Country Report 2015
2. ECONOMIA
USD Mio
• Espanha continua a atrair Investimento Direto
Estrangeiro (IDE), ocupando o 12º lugar no ranking
mundial de países recetores.
Investimento Direto Estrangeiro em Espanha
41733
39873
• Para além de um importante mercado doméstico, com
uma população de 46 milhões de potenciais
consumidores e a visita anual de mais de 60 milhões de
turistas, Espanha apresenta-se como uma plataforma
internacional de negócios pela sua posição
geográfica estratégica de acesso privilegiado ao
mercado europeu, ao sul de África e à América Latina.
• Os setores que mais investimento atraem encontramse ligados a atividades de valor acrescentando e maior
potencial de desenvolvimento nas áreas de tecnologias
de informação e comunicação, meio ambiente,
tratamento de águas, biotecnologia, ciências da saúde
e aos setores aeronáutico e aeroespacial.
28379
25696
22904
10407
2009
2010
2011
2012
2013
2014
Fonte: UNCTAD – World Investment Report 2015
• Espanha dispõe de um setor empresarial muito desenvolvido e com alto nível de automatização, que oferece
importantes oportunidades de colaboração em outros mercados.
• Há mais de 12.800 empresas estrangeiras em Espanha, atraídas por uma infraestrutura de transportes ultramoderna,
custos operacionais competitivos, um sistema fiscal moderado com incentivos fiscais e apoio ao empreendedorismo, à
internacionalização e ao investimento, uma população ativa altamente qualificada, telecomunicações modernas e um alto
nível de qualidade de vida.
6
ESPANHA
Fonte: ICEX, Invest in Spain
2. ECONOMIA
> RELAÇÕES COM O EXTERIOR
Principais Destinos das Exportações Espanholas (2014)
Principais Origens das Importações Espanholas (2014)
Alemanha 10,7
França 16,2
França 10,5
Outros 44,1
Outros 40,6
Alemanha 10,5
China 7,0
Itália 7,4
Portugal 6,9
Marrocos 2,4
Bélgica 2,8
Holanda 3,0
EUA 4,1
Setor
Reino Unido 6,1
Exportações 2014
Veículos e outros meios de transporte
16,2%
Máquinas e equipamentos mecânicos
Itália 6,1
Holanda 4,3
Nigéria 2,8
Rússia 3,2
Portugal 3,4
EUA 3,9
Setor
Reino Unido 4,0
Importações 2014
Combustíveis e óleos minerais
20,9%
7,6%
Veículos e outros meios de transporte
11,3%
Combustíveis e óleos minerais
7,2%
Máquinas e equipamentos mecânicos
8,5%
Máquinas e equipamentos elétricos
5,4%
Máquinas e equipamentos elétricos
6,9%
Produtos farmacêuticos
3,9%
Produtos farmacêuticos
4,3%
• Espanha tem uma posição significativa no comércio internacional, tanto a nível da União Europeia como a nível mundial. O
saldo da balança comercial é tradicionalmente negativo, embora nos últimos anos tenha vindo a decrescer impulsionado
pelo crescimento da taxa média das exportações bem acima do crescimento da taxa das importações.
• Os principais clientes de Espanha situam-se na União Europeia, que absorve cerca de 63% do total exportado.
7
ESPANHA
Fontes: ITC – International Trade Centre; WTO – World Trade Organization
2. ECONOMIA
> RELAÇÕES PORTUGAL – ESPANHA
• Espanha é o principal cliente (24% das exportações) e o principal fornecedor (32% das importações) de Portugal. O
saldo da balança comercial tem sido desfavorável para o nosso país, tendo esse défice subido cerca de 8% em 2014
relativamente a 2013.
(em € Mio)
Evolução da Balança Comercial Bilateral
Δ
2014/13
Ranking
do País
2%
1º
19.128
4%
1º
-7.783
8%
Exportações para Espanha
2010
10.065
2011
10.667
2012
10.151
2013
11.177
2014
11.345
Importações de Espanha
18.815
19.156
17.949
18.394
Saldo
-8.750
-8.489
-7.798
-7.217
• Em 2014 o fluxo de investimento direto de Portugal em Espanha foi superior ao fluxo em sentido contrário.
• Em termos de stock o do investimento direto de Espanha no nosso país é de cerca de € 26 mil milhões, enquanto o
stock do investimento inverso, de Portugal em Espanha, é de € 11 mil milhões.
(em € Mio)
Evolução do Investimento Direto Bilateral
ID Líquido de Espanha em
Portugal
ID Líquido de Portugal em
Espanha
8
ESPANHA
2010
2011
2012
2013
2014
184,1
1.108,9
2.813,1
-393,3
577,3
1.067,1
250,7
694,1
515,6
1.738,3
Fonte: Banco de Portugal
3. SISTEMA BANCÁRIO E FINANCEIRO
> A BANCA E O SISTEMA FINANCEIRO
• O Banco de Espanha, banco central nacional, é o supervisor do sistema bancário espanhol junto do Banco Central
Europeu (BCE).
• Enquanto membro do Sistema Europeu de Bancos Centrais, compete ao Banco de Espanha:
– Participar na definição e execução da política monetária da Zona Euro com o objetivo de manter a estabilidade de
preços
– Promover o bom funcionamento do sistema de pagamentos do Euro
– Realizar operações de câmbio de divisas
– Emitir as notas em circulação
• Como banco central nacional compete ao Banco de Espanha, entre outras funções:
– Gerir as reservas de divisas e metais preciosos não transferidas para o BCE
– Promover o bom funcionamento e estabilidade dos sistemas financeiro e de pagamentos nacionais
– Supervisionar a solvência e o cumprimento de normas específicas das entidades de crédito e mercados financeiros
– Prestar serviços de Tesouraria e agente financeiro da Dívida Pública
• A crise mundial, financeira e económica, apanhou o sistema financeiro espanhol com um excesso de investimentos
em ativos imobiliários, cuja depreciação desencadeou a crise da banca espanhola, dada a vulnerabilidade e os
problemas de liquidez com que os bancos se confrontaram.
• Em julho de 2012 foi acordado pelo governo espanhol um Memorando de Entendimento com as autoridades europeias,
destinado a estabilizar, reestruturar e recapitalizar o setor bancário, restaurando a confiança e dando-lhe maior solidez
para enfrentar o futuro.
9
ESPANHA
Fontes: Banco de Espanha; Bankscope
3. SISTEMA BANCÁRIO E FINANCEIRO
> PRINCIPAIS BANCOS EM ESPANHA
Banco
Banco Santander SA
Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA
Fundacion Bancaria Caixa d Estalvis i Pensions
de Barcelona
Caixabank SA
BFA Tenedora de Acciones SAU
Bankia SA
Banco de Sabadell SA
Banco Popular Espanol SA
Caja de Ahorros y Monte de Piedad de Zaragoza,
Aragon y Rioja-Ibercaja
Ibercaja Banco SAU
Kutxabank SA
Bankinter SA
Total Ativos Dez Posição no
2014 (Eur x 1.000)
País
Ranking
Mundial
1.266.296.000
631.942.000
351.268.600
1
2
3
19
46
69
338.623.400
242.471.900
233.648.600
163.345.700
161.456.500
63.081.600
4
5
6
7
8
9
82
104
105
132
134
256
62.322.500
59.413.300
57.333.000
10
286
11
12
297
308
• Na sequência do resgate financeiro concedido à banca espanhola, verificou-se uma recuperação e melhoria da qualidade
dos seus ativos.
• Mantém-se no entanto por resolver o excessivo peso do imobiliário na carteira das principais instituições financeiras de
Espanha.
10
ESPANHA
Fontes: Banco de Espanha; Bankscope
4. REGIME FISCAL
> PRINCIPAIS IMPOSTOS QUE INCIDEM SOBRE A ATIVIDADE ECONÓMICA
• O sistema fiscal espanhol compreende três tipos de tributos: impostos, taxas e contribuições especiais. As taxas e as
contribuições especiais são quantitativamente inferiores aos impostos, e são devidas pela prestação de serviços ou
pela obtenção de vantagens resultantes da realização de obras ou serviços públicos.
• Em Espanha existem três níveis de tributação: estatal, autonómico e local.
• Os impostos estatais podem ser classificados como segue:
 Impostos diretos
– Sobre o rendimento
– Imposto sobre Sociedades
– Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares
– Imposto sobre o Rendimento de Não Residentes
– Sobre bens patrimoniais (afetam apenas pessoas singulares)
– Imposto sobre o Património
– Imposto sobre Sucessões e Doações
 Impostos indiretos
– Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA)
– Imposto sobre Transmissões Patrimoniais e Atos Jurídicos Documentados
– Impostos Especiais
– Direitos Alfandegários sobre a Importação
– Imposto sobre Prémios de Seguros
11
ESPANHA
Fonte: ICEX, Invest in Spain
4. REGIME FISCAL
> PRINCIPAIS IMPOSTOS QUE INCIDEM SOBRE A ATIVIDADE ECONÓMICA
• Impostos diretos sobre o rendimento
• Imposto sobre Sociedades (taxa geral 30%) – aprovado pelo Real Decreto Legislativo 4/2004, de 5 de março, e pelo
Real Decreto 1777/2004, de 30 de julho, aplica-se a entidades com residência fiscal em Espanha. Considera-se que
uma entidade é residente em Espanha, para efeitos fiscais, se cumprir qualquer dos seguintes requisitos:
– tenha sido constituída conforme as leis espanholas
– tenha domicílio social em Espanha
– tenha sede de endereço efetivo em Espanha
• Em caso de conflito de residência serão aplicadas as disposições dos convénios para evitar a dupla tributação
subscritos por Espanha com outros países (Portugal incluído).
• Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (taxa geral 30%) – aprovado pelo Real Decreto Legislativo
3/2004, de 5 de março, e pelo Real Decreto 1775/2004 de 30 de julho, é um dos pilares do sistema tributário espanhol.
Considera-se contribuinte para efeitos deste imposto:
– a pessoa singular que tenha residência habitual em território espanhol
– a pessoa singular de nacionalidade espanhola com residência habitual no estrangeiro mas que se inclua em alguma circunstância
prevista na Lei (ex: serviços diplomáticos, consulares)
• Imposto sobre o Rendimento de Não Residentes (taxa geral 24%) – aprovado pelo Real Decreto Legislativo 5/2004,
de 5 de março, e pelo Real Decreto 1776/2004 de 30 de julho, regulamenta a tributação dos rendimentos obtidos em
território espanhol por pessoas singulares e entidades não residentes no mesmo.
• Os convénios para evitar a dupla tributação podem reduzir, e inclusive eliminar, a tributação em Espanha dos
rendimentos obtidos por entidades que operem sem mediação de estabelecimento permanente.
12
ESPANHA
Fonte: ICEX, Invest in Spain
4. REGIME FISCAL
> PRINCIPAIS IMPOSTOS QUE INCIDEM SOBRE A ATIVIDADE ECONÓMICA
• Imposto sobre o Património – as pessoas singulares residentes em Espanha encontram-se sujeitas a este imposto
pela totalidade dos seus bens em 31 de dezembro de cada ano, valorizados de acordo com as normas fiscais. Os não
residentes são tributados unicamente pelos bens situados ou os direitos exercíveis em Espanha.
• Imposto sobre Sucessões e Doações – recai sobre os herdeiros, beneficiários e donatários espanhóis por todos os
bens que receberem que estejam situados em Espanha ou no estrangeiro. Beneficiários não residentes estarão sujeitos
a este imposto, devendo ser tributados em Espanha pela aquisição de bens e direitos, qualquer que seja a sua
natureza e onde quer que estejam situados.
• Impostos indiretos
• Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) (taxa geral 21%; taxas reduzidas de 4% e 10% dependendo dos bens
e serviços) – a legislação espanhola incorpora no Direito espanhol as Diretrizes comunitárias reguladoras deste
imposto, cujas normas principais estão harmonizadas nos diferentes Estados Membros da UE.
• Imposto sobre Transferências Patrimoniais e Atos Jurídicos Documentados – recai sobre um número limitado de
transações, destacando-se operações societárias tais como a constituição e ampliação/redução de capital em
Sociedades, transferências de bens imóveis, de bens móveis e concessões administrativas, certos direitos reais e
certas escrituras públicas.
• Impostos Especiais – por exemplo sobre o consumo (álcool e bebidas alcoólicas, cerveja e tabaco).
• Direitos alfandegários sobre importações
13
ESPANHA
Fonte: ICEX, Invest in Spain
4. REGIME FISCAL
> Convenção para evitar a dupla tributação entre Portugal e Espanha e prevenir a
evasão fiscal em matéria de impostos sobre o rendimento
• Assinada em 12 de janeiro de 1995, aplica-se aos impostos sobre o rendimento exigidos por cada um dos Estados
contratantes, nomeadamente:
• Relativamente a Espanha
– Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares
– Imposto sobre as Sociedades
– Impostos Locais sobre o Rendimento
• Relativamente a Portugal
– Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares – IRS
– Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas – IRC
– Derrama
Tabela prática sobre redução de taxas
Espanha
(1)
14
ESPANHA
Dividendos
Juros
Royalties
15/10% (1)
15%
5%
Se o beneficiário detém >= 25% do capital
Fonte: ICEX, Invest in Spain
5. INVESTIMENTO ESTRANGEIRO
• A Espanha ocupa uma posição significativa no comércio internacional como país importador, exportador e recetor de
investimento direto estrangeiro.
• Legislação sobre Investimento Estrangeiro e Controlo Cambial
• Em Espanha os movimentos de capital e o controlo cambial encontram-se liberalizados. O Decreto Real 664/1999
liberalizou este tipo de operações, tendo Espanha adaptado as suas normas internas às normas sobre liberalização do
movimento de capitais contidas no Tratado da União Europeia. O controlo cambial e os movimentos de capitais são
regulados pela Lei 19/2003 e pelos Decretos Reais 1816/1991 e 54/2005.
• Regra geral os investimentos estrangeiros apenas são submetidos a notificação após a sua concretização. Exceções
dizem respeito a (1) investimento proveniente de paraísos fiscais, sujeito a declaração prévia; (2) investimento
estrangeiro em atividades diretamente relacionadas com a defesa nacional, e em imóveis por parte de Estados fora da
UE destinados às respetivas sedes diplomáticas, sujeitos a autorização prévia do governo espanhol.
• O investimento estrangeiro no setor dos transportes aéreos, matérias primas, minerais de interesse estratégico e
direitos mineiros, televisão, jogo, telecomunicações, segurança privada, armas e explosivos e atividades relacionadas
com a defesa nacional devem ser submetidos aos requisitos legislativos específicos dos respetivos setores.
• O controlo cambial em vigor resume-se como segue:
– Liberdade de ação e total liberalização de pagamentos e recebimentos do exterior
– Cláusulas de salvaguarda e medidas excecionais podem ser impostas pelo governo relativamente a um Estado ou
conjunto de Estados
– Não residentes podem manter contas bancárias em condições semelhantes às dos residentes.
15
ESPANHA
Fonte: Invest in Spain – Guia de Negocios en España
5. INVESTIMENTO ESTRANGEIRO
• Como membro da União Europeia, Espanha é parte integrante da União Aduaneira, beneficiando da livre circulação de
mercadorias e de uma política comercial comum em relação a países terceiros. O Mercado Único foi instituído em 1993
entre os Estados-membros da UE, criando um grande espaço económico interno, do qual beneficiam Portugal e
Espanha.
• Para efeitos administrativos e económicos, é obrigatório comunicar ao Ministério da Economia e das Finanças o
investimento feito em Espanha até um mês após a sua realização. Para efeitos de inscrição no Registo de
Investimentos Estrangeiros são consideradas como investimento estrangeiro as seguintes operações:
– constituição de sociedades
– subscrição total de ações ou de participações sociais
– aquisição de valores que, pela sua natureza, dão direito a participar no capital social ou através dos quais se
adquiram direitos políticos
– participação em fundos de investimento, inscritos no Registo da Comissão Nacional do Mercado de Valores
– aquisição de imóveis sitos em Espanha, de montante superior a € 3.005.060, e em caso de procedência de
paraísos fiscais, independentemente do seu valor
– constituição ou participação em cooperativas, comunidades de bens ou fundações, quando o montante for superior
a € 3.005.060, e no caso de investimentos provenientes de paraísos fiscais, independentemente do seu valor.
16
ESPANHA
Fonte: Invest in Spain – Guia de Negocios en España
5. INVESTIMENTO ESTRANGEIRO
> INCENTIVOS AO INVESTIMENTO
• O Governo Central e os Governos das Comunidades Autónomas de Espanha desenvolveram um sistema de ajudas e
incentivos para fomentar a formação e contratação de trabalhadores com determinadas caraterísticas, a criação de
novas empresas e projetos de investimento em investigação, desenvolvimento e inovação.
• Como Espanha é um Estado Membro da União Europeia, os possíveis investidores podem também aceder a diversos
programas de ajuda europeus, o que torna ainda mais atrativo o investimento em Espanha.
• As medidas de apoio ao investimento podem ser classificadas nas seguintes categorias:
– Incentivos Estatais e Regionais para a Formação e o Emprego
– Incentivos à Formação
– Programas de Formação Contínua (Decreto Real 1046/2003, de 1 de agosto)
– Fundo Social Europeu
– Incentivos ao Emprego
– Fomento do Emprego sem termo certo e transformação dos contratos a prazo em contratos sem
termo certo (Lei 43/2006, de 29 de dezembro)
– Iniciativas de Emprego Local (sem limite de vigência temporal)
– Fomento do Emprego Rural
17
ESPANHA
Fonte: Invest in Spain – Guia de Negocios en España
5. INVESTIMENTO ESTRANGEIRO
• Incentivos Estatais para Setores Industriais Específicos
– Setores considerados prioritários pelo seu potencial de crescimento e impacto na economia nacional: setor
agroalimentar, energético, mineiro, desenvolvimento tecnológico, investigação e desenvolvimento
– Principais projetos de desenvolvimento industrial em vigor:
– Investigação, desenvolvimento tecnológico e inovação tecnológica
– Energias renováveis - Plan de Energías Renovables (2005-2010)
– Setor turístico
– Setor audiovisual (Lei de 9 de julho de 2001)
– Outros setores industriais específicos
– Indústrias agroalimentares e outros setores relacionados
– Exploração mineira
• Incentivos ao Investimentos em Determinadas Regiões
– Outorgados pelo Estado
– Ajudas concedidas pelas Comunidades Autónomas e Municípios
– Investimentos nas Ilhas Canárias
• Incentivos Estatais para Pequenas e Médias Empresas:
– Programa de Apoio à Inovação das Pequenas e Médias Empresas InnoEmpresa (2007-2013)
– Ajudas às PME’s concedidas pelas Comunidades Autónomas
– Linha PME do Instituto de Crédito Oficial
18
ESPANHA
Fonte: Invest in Spain – Guia de Negocios en España
5. INVESTIMENTO ESTRANGEIRO
• Incentivos à Internacionalização
– PROINVEX (Programa de Grandes Investimentos no Exterior)
– FIEX (Fundo de Investimentos no Exterior, gerido por COFIDES)
– FONPYME (Fundo para Operações no Exterior da PME, gerido por COFIDES)
– Acordos para Conversão de Dívida em Investimentos
– Linha de Internacionalização do ICO e do Ministerio de Economia Y Hacienda
• Ajudas e Incentivos da União Europeia
– Banco Europeu de Investimento (BEI)
– Fundo Europeu de Investimento (FEI)
– Fundos Estruturais
– Fundo Social Europeu (FSE)
– Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER)
– Fundo de Coesão
– Financiamento da Política Agrícola Comum
– Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA)
– Fundo Europeu Agrícola para o Desenvolvimento Rural (FEADER)
– Fundo Europeu da Pesca (FEP)
– Programas de Investigação e Desenvolvimento
– Programa de Cooperação
– Programas: “Ideas”; “Personas”, “Capacidades”, “EURATOM”
– Iniciativas comunitárias de Financiamento Empresarial (Gate2Growth)
19
ESPANHA
Fonte: Invest in Spain – Guia de Negocios en España
5. INVESTIMENTO ESTRANGEIRO
> PORQUÊ INVESTIR EM ESPANHA
• Espanha é a 13ª economia mundial em termos de PIB
• Centro internacional de inovação com uma população jovem, altamente qualificada e pró-ativa
• Infraestruturas de transportes, telecomunicações, tecnológicas e industriais muito desenvolvidas, viradas para o
crescimento presente e futuro da economia
• Livre movimentação de mercadorias (Mercado Único Europeu), de capitais (Área Euro) e de pessoas (Espaço
Schengen)
• Oportunidades de negócio em setores estratégicos, com elevado valor acrescentado (TIC, energias renováveis,
biotecnologia, meio ambiente)
• Acesso ao mercado espanhol e aos mercados exteriores da EMEA (Europa, Médio Oriente e Norte de África) e
América Latina, representando cerca de 1700 milhões de potenciais consumidores
• Reformas do mercado laboral introduziram maior flexibilidade no emprego e custos de trabalho e operacionais
competitivos a nível da Europa Ocidental
• Em curso medidas de consolidação fiscal e um ambicioso programa de reformas estruturais para impulsionar o
crescimento da economia e a criação de emprego
• Proximidade geográfica, cultural e histórica entre Portugal e Espanha
• Acesso ao mercado facilitado pelos acordos para evitar a dupla tributação e para proteção e promoção do investimento
recíproco
20
ESPANHA
6. PROPOSTA DE VALOR DO MILLENNIUM BCP
> Millennium bcp & Banco Sabadell
• A partir do acordo de colaboração celebrado entre o Millennium bcp e o Grupo Banco Sabadell, foi criado o “Serviço
Oferta Ibérica” para favorecer as relações comerciais das Empresas com interesses em ambos os países. O conjunto
de operações disponibilizadas permite às Empresas operar em toda a Península Ibérica da mesma forma a que estão
habituadas a gerir as operações nacionais.
• Abertura de Conta no Banco Sabadell
• Esta conta encontra-se associada a um conjunto de serviços e vantagens, nomeadamente a movimentação de fundos
entre os dois países a custo reduzido e com data-valor semelhante à de uma transferência doméstica.
• Cobranças Eletrónicas em Espanha
• Destinado às Empresas estabelecidas em Portugal que exportam para o mercado espanhol, esta solução permite
efetuar cobranças de faturas emitidas sobre os seus clientes espanhóis, sem necessidade de abertura de conta num
Banco naquele país. O serviço encontra-se disponível através do portal do Millennium bcp.
• Emissão de garantias
• Para as empresas portuguesas que necessitam de apresentar em Espanha garantias emitidas por um banco de direito
espanhol e vice-versa, foi negociada uma linha de crédito recíproca para a emissão automática de garantias que
permite aos clientes do Millennium bcp, de uma forma simples, obter garantias bancárias em Espanha (e vice-versa).
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ESPANHA
6. PROPOSTA DE VALOR DO MILLENNIUM BCP
> Millennium bcp & Banco Sabadell
• Forfaiting
• Este produto permite aos clientes do Millennium bcp que sejam exportadores para Espanha (ou que tenham efetuado a
venda de equipamento ou de imóvel naquele país) e que tenham valores a receber - diferidos no tempo – de Empresas
(clientes ou não do Banco Sabadell), suportados por um título de dívida válido (letra, pagaré), cederem o referido título
ao Millennium bcp, para antecipação de fundos e cobertura de risco – trata-se de uma operação sem recurso ao
exportador.
• Factoring Internacional
• Destina-se a Empresas portuguesas que exportem para Espanha, ou Empresas espanholas que exportem para
Portugal. Permite antecipar os fundos sobre faturas confirmadas pelo importador, ou garantir o respetivo pagamento, na
data do vencimento, ao exportador.
• Confirming Internacional ou Reverse Factoring
• Este produto implica o pagamento, em data certa, ao fornecedor, com base no risco do comprador, podendo ser
antecipado até 100% do valor da faturação.
• Preçário Preferencial
• Permite o acesso a um preçário competitivo para todos os produtos e serviços constantes da “Oferta Ibérica”.
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ESPANHA
6. PROPOSTA DE VALOR DO MILLENNIUM BCP
> Millennium bcp & Banco Sabadell
• Contactos
Centro Ibérico de Empresas
Delegação Millennium bcp no Banco Sabadell
Miguel Seco
Bernardo Pinheiro Torres
E-mail: [email protected]
Tel.: +351 211 136 586
Mobile: +351 910 243 515
Diretor
E-mail: [email protected]
Calle Principe Vergara, 125 – 2
28002 Madrid
Antonio Pena
Delegação Banco Sabadell no Millennium bcp
E-mail: [email protected]
Tel.: +351 211 136 471
Fax: +351 211 101 305
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ESPANHA
ESPANHA
Tel.: +34 913 217 103
Fax: +34 913 217 124
6. PROPOSTA DE VALOR DO MILLENNIUM BCP
> DOIS CENTROS DE COMPETÊNCIAS
International Business Platform
IBP
Millennium Trade Solutions
MTS
TRADE FINANCE
> Analisa necessidades e perfil da Empresa e
propõe soluções para responder às exigências da
sua actividade e estratégia internacional
INTERNACIONALIZAÇÃO
DAS EMPRESAS
> Apoio no processo de internacionalização
através de:
• Gestão de Tesouraria
• Informação sobre abordagem do mercado
• Pagamentos e Recebimentos
• Enquadramento jurídico e fiscal
• Op. Documentárias e Garantias Bancárias
• Recurso a operações próprias ou parceiros locais
• Soluções de Trade Finance
• Soluções Financeiras
E uma linha telefónica exclusiva
para o Negócio de Trade Finance
Atendimento Personalizado dias úteis das 8h30 às 20h00
[email protected] | www.millenniumbcp.pt
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ESPANHA
CONTACTOS
> NO MILLENNIUM BCP
Diogo Lacerda
Head of Trade Finance
Tel: + 351 211 132 161
[email protected]
> Millennium Trade Solutions
EQUIPA EM LISBOA
EQUIPA NO PORTO
Ana Teresa Sá
Diretor, MTS Sul
Tel: + 351 211 131 779
[email protected]
Helena Gonçalves
Diretor, MTS Norte
Tel: + 351 220 41066
[email protected]
Carlos Martins
[email protected]
Marta Soares
[email protected]
Nélia Margarido
[email protected]
Sónia Rocha
[email protected]
Carla Oliveira
[email protected]
Jorge Valpaços
[email protected]
Ana Bentes Oliveira
[email protected]
Rui Nóvoa
[email protected]
Paulo Ferreira
[email protected]
Patrícia Pereira
[email protected]
Barbara Carvalho
[email protected]
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BRASIL
> International
Business Platform
Filipe Félix
Tel: + 351 211 131 716
[email protected]
CONTACTOS
> EM PORTUGAL
> Embaixada de Espanha
Rua do Salitre, 1
1269-052 Lisboa
Tel.: +351 213 472 381/2/3
Email: [email protected]
http://www.maec.es/
> aicep Portugal Global
Av. 5 de Outubro, 101
1050-051 Lisboa
Tel.: +351 217 909 500
Rua Júlio Dinis, 748, 9º dto
4050-012 Porto
Tel: +351 226 055 300
E-mail: [email protected]
www.portugalglobal.pt
> COSEC – Companhia de Seguro de Créditos, SA
Av. da República, 58
1069-057 Lisboa
Tel.: +351 217 913 700
E-mail: [email protected]
www.cosec.pt
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ESPANHA
> Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola
Av. Marquês de Tomar, 2-7º
1050-155 Lisboa
Tel: +351 213 509 310 | Fax: +351 213 526 333
www.portugalespanha.org
> Oficina Economica y Comercial de la Embajada de España
en Lisboa
Campo Grande, 28 – 2º A/B/E
1700-093 Lisboa
Tel: +351 217 817 640 | Fax: +351 217 966 995
http://www.portugal.oficinascomerciales.es/
CONTACTOS
> EM ESPANHA
> Embaixada de Portugal em Madrid
> Cámara Hispano-Portuguesa de Comercio y Industria
> AICEP Madrid
> Invest in Spain
Calle Lagasca, 88 – 4ºA
28001 Madrid
Tel: +34 917 824 960
E-mail: [email protected]
www.embajadaportugal-madrid.org
Calle Lagasca, 88 – 4ºB
28001 Madrid
Tel: +34 917 617 200 | Fax: +34 915 711 424
E-mail: [email protected]
www.portugalglobal.pt
> AICEP Barcelona
Calle Bruc, 50 -5º
08010 Barcelona
Tel: +34 933 014 416| Fax: +34 933 185 068
E-mail: [email protected]
www.portugalglobal.pt
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ESPANHA
Calle Claudio Coello, 91 – 5º
28006 Madrid
Tel: +34 914 422 300
E-mail: [email protected]
www.chp.es
Calle Orense, 58 – 3º
28020 Madrid
Tel: +34 915 035 800
E-mail: [email protected]
www.investinspain.org
> Ventanilla Única Empresarial
Centro de Formalidades das Empresas
Tel: +34 902 100 096
www.ventanillaempresarial.org
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