literatura de estigma de milho

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LITERATURA DE ESTIGMA DE MILHO
Nome Científico: Zea mays L.
Sinônimos Científicos: Mays americana Baumg., Mays zea Gaertn., Mayzea
cerealis Raf., Zea segetalis Salisb., Zea americana Mill., Zea saccharata Sturtev.,
Zea canina S. Watson, Zea erythrolepis Bonaf., Zea hirta Bonaf., Zea mays var.
pennsylvanica Bonaf., Zea mays var. hirta (bonaf.) Alef., Zea mays var. precox
Torr., Zea mays var. saccharata (Stuterv.) L.H. Bailey, Zea mays var. virginica
Bonaf., Zea vulgaris Mill.
Nomes Populares: Estigma de milho, milho, abati, avati, cabelo-de-milho
Família Botânica: Poaceae
Parte Utilizada: Estigmas e estiletes
Descrição:
Herbácea anual, ereta, monoica, não ramificada e não entouceirada, de 1,5-2,5m
de altura, nativa da América Central, principalmente do México e amplamente
cultivada em todo o Brasil. Folhas lanceoladas, cartáceas, levemente pubescentes,
de 30-60cm de comprimento. Inflorescências masculinas em panículas terminais
(pendão) e femininas em espigas axilares com longos estames avermelhados.
Constituintes Químicos Principais: Vitamina K, A, B1, B2 e C, ácido salicílico,
alcaloide alantoína, amido, zeina, albumina, ácido málico, tatárico e maizênico,
hordenina, peroxidade, oxigenase, maltose, proteínas e sais minerais.
Naturell Indústria e Comércio Ltda.
Av. Dom Pedro I, número 957 Vila Conceição
CEP: 09991 000 - Diadema – SP
LITERATURA DE ESTIGMA DE MILHO
Indicação e Usos:
É uma das principais produtoras de grãos do planeta, sendo cultivada em todos os
países do mundo. Suas espigas ainda verdes são consumidas como legume, sendo
um dos principais produtos da culinária de vários países. É amplamente empregada
na medicina popular, cuja origem remonta aos Astecas do México que já usavamna contra queimação do coração. É considerada diurética, hipoglicêmica (baixa os
níveis de açúcar do sangue), estimula o fluxo biliar, prevenindo a formação de
cálculos renais. Seus estigmas e estiles (cabelo-de-milho) coletados logo que
apareçam, são muitos empregados na forma de infusão ou maceração como
diurético poderoso e eficaz como desinfetante das vias urinárias, sendo indicada
nos casos febris, problemas cardíacos, gota e inflamação da bexiga (eliminação do
ácido úrico e fosfato). Seu chá deve ser preparado adicionando-se ½ litro de água
fervente em um recipiente contendo 2 colheres (sopa) de estigma de milho picado,
devendo-se beber à vontade durante todo o dia até as 17 horas, é contra-indicado
para pessoas com inflamação da próstata. O óleo do gérmen do grão possui ação
diurética e emoliente, contém vitamina K e ácido salicílico que é analgésico. As
flores femininas possuem o alcaloide alantoína. Seus grãos são ricos em amido,
sendo considerados alimento energético e nutritivo e, embora diminua a atividade
da tireoide e atue como moderador do metabolismo, não pode ser comparado ao
trigo.
Os estames e os estigmas do milho possuem propriedades medicinais e são
utilizados na medicina alternativa. Pode ser usado quando o paciente está com
altos níveis de ácido úrico no corpo, como é o caso de gota e alguns tipos de
artrite. Também ajuda a reduzir inchaços dolorosos. É usado para uma gama
extensiva de problemas genito-urinários, mas é frequentemente combinado com
ervas que têm qualidades mais anti-sépticas, enquanto o milho fica responsável por
aliviar tecidos irritados.
Posologia:
A seguir, são fornecidas as doses para adultos aplicadas ao uso tradicional indicado
na literatura de referência sobre plantas medicinais.
Estilo/Estigma seco: 4 a 8 g, na forma de infuso, 3 vezes ao dia.
Extrato líquido de estigma de milho: 4 a 8 ml.
Tintura: 5 a 15 ml (1:5 em álcool a 25 %), 3 vezes ao dia.
Efeitos Colaterais: Pode aumentar a dor em pacientes com inflamação da
próstata.
Contraindicações: É contraindicado para pacientes com dificuldades de urinar por
inflamação na próstata.
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Referências Bibliográficas:
1. LORENZI, Harri; ABREU MATOS, F.J. Plantas Medicinais no Brasil
Nativas e Exóticas. Instituto Plantarum, 2ª Edição, Nova Odessa – SP Brasil, 2008.
2. ESTIGMA
DE
MILHO.
Disponível
em:
<http://www.ednatureza.com.br/milho.htm>
3. ESTIGMA
DE
MILHO.
Disponível
em:
<http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Zea_mays.htm>
4. ESTIGMAS
DE
MILHO.
Disponível
em:
<http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com/plantas-medicinaismilho.html>
5. BARNES, Joanne; ANDERSON, Linda A. Fitoterápicos. 3º edição. Porto
Alegre: Artemed. 2012.
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