Enviado por MARIA SILVA ROSA DOURADO

Interpretação de texto 4 ano

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Interpretação de texto 4 ano
A formiga e a Pomba
Uma Formiga foi à margem do rio para beber
água e, sendo arrastada pela forte correnteza,
estava prestes a se afogar. Uma Pomba que
estava numa árvore sobre a água, arrancou
uma folha e a deixou cair na correnteza perto
dela. A Formiga subiu na folha e flutuou em
segurança até a margem. Pouco tempo depois,
um caçador de pássaros veio por baixo da
árvore e se preparava para colocar varas com
visgo perto da Pomba que repousava nos
galhos alheia ao perigo. A Formiga,
percebendo sua intenção, deu-lhe uma
ferroada no pé. Ele repentinamente deixou
cair sua armadilha e, isso deu chance para que
a Pomba voasse para longe a salvo.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem é grato de coração
sempre encontrará oportunidades para mostrar
sua gratidão.
(A formiga e pomba
www.contandohistoria.com/formiga.html)
01. Este texto é uma fábula porque
apresenta características como
(A) humor e seres encantados.
(B) instruções e imagens.
(C) tabelas e informações científicas.
(D) animais como personagens e moral da
história.
02. O texto começa dizendo Uma formiga
sedenta veio à margem do rio para beber
água. Para alcançá-la devia descer por uma
folha de grama. A palavra sublinhada referese a
(A) grama.
(B) água.
(C) folha.
(D) formiga.
03. A formiga se salvou da correnteza
porque
(A) o rio parou de correr.
(B) o caçador a tirou de dentro do rio.
(C) caiu um galho de árvore em que ela se
apoiou.
(D) ela subiu numa folha de árvore jogada ao
rio pela pomba.
04. A formiga viu o caçador preparado para
caçar a pomba no momento em que
(A) se debatia na correnteza.
(B) alcançou a terra.
(C) se escondia atrás de uma árvore.
(D) foi presa pela rede do caçador.
05. No início do texto, diz-se que a formiga
estava sedenta. Isto significa que a formiga
estava com
(A) fome.
(B) frio.
(C) sede.
(D) calor.
6. "Uma boa ação se paga com outra". A
frase, escrita entre aspas e em letras
maiores que as do texto, indica
(A) a moral da história.
(B) que a história acabou.
(C) a amizade que se formou entre a pomba e
a formiga.
(D) que foi o caçador de pássaros quem falou.
O galo que logrou a raposa
Um velho galo matreiro, percebendo a
aproximação da raposa, empoleirou-se numa
árvore. A raposa, desapontada, murmurou
consigo: “...Deixa estar, seu malandro, que já
te curo!...” E em voz alta:
-Amigo, venho contar uma grande novidade:
acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e
cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa
e galinha, todos os bichos andam agora aos
beijos, como namorados. Desça desses poleiros
e venha receber o meu abraço de paz e amor.
-Muito bem! –exclamou o galo. Não imagina
como tal notícia me alegra! Que beleza vai
ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e
traições! Vou já descer para abraçar a amiga
raposa, mas... como lá vem vindo três
cachorros, acho bom esperá-los, para que eles
também tomem parte da confraternização.
Ao ouvir falar em cachorros, dona raposa não
quis saber de histórias, e tratou de pôr-se a
fresco, dizendo:
- Infelizmente, amigos Có-ri-có-có, tenho
pressa e não posso esperar pelos amigos cães.
Fica para outra vez a festa, sim? Até logo.
E rapou-se.
Com esperteza, - esperteza e meia.
Interpretação
1-Em “Um velho galo matreiro,
percebendo...” – a palavra sublinhada
significa:
A( ) notando
B( ) adivinhando
C( ) supondo
D( ) prevenindo
2- Em ...”percebendo a aproximação da
raposa...” – apalavra sublinhada pode ser
substituída por:
A( ) proposta
B( ) intenção
C( ) voz
D( ) chegada
3- E “empoleirou-se numa arvore” – a palavra
sublinhada pode ser substituída por:
A( ) escondeu-se
B( ) subiu
C( ) pulou
D( ) encolheu-se
4- Em “a raposa, desapontada, murmurou
consigo” – a palavra sublinhada significa:
A( ) disse em voz baixa
B( ) falou disfarçadamente
C( ) resmungou
D( ) pensou
5- Em “Muito bem! – exclamou o galo.”- a
palavra sublinhada significa:
A( )falar em voz alta e com admiração.
B( ) falar em tom de censura.
C( ) falar demonstrando aprovação.
D( ) falar em tom autoritário.
6- Em “Que beleza vai ficar o mundo, limpo de
guerras” – a expressão sublinhada equivale a:
A( ) entre as
B( ) apesar das
C( ) longe das
D( ) sem as
7- Em “... e tratou de por a fresco”, a
expressão sublinhada quer dizer:
A( ) ir para um lugar que não faça tanto calor.
B( ) sair para o ar livre.
C( ) ir saindo.
D( ) colocar-se a salvo.
8- Em “E raspou-se” significa:
A( ) saiu calmamente.
B( ) saiu precipitadamente.
C( ) escondeu-se.
D( ) feriu-se.
9- Quando o galo se empoleirou na arvore, a
raposa ficou:
A( ) zangada.
B( ) decepcionada.
C( ) indiferente.
D( ) contente.
10-A respeito da atitude do galo, a raposa
pensou consigo mesma – “Deixe estar, seu
malandro, que já te curo!” – Isso significa que
ela pensou em:
A( ) aliviar o sofrimento do galo.
B( ) dar uma lição no galo.
C( ) cozinhar o galo.
D( ) fazer amizade com o galo.
11- Ao dizer “Que beleza vai ficar o mundo,
limpo de guerras, crueldades e traições!” – o
galo se refere às:
A( ) desavenças ocorridas entre os homens.
B( ) brigas entre ele e a raposa.
C( ) crueldade cometida pela raposa em
relação a seus amigos.
D( ) desavenças que houve no reino animal.
12- A raposa é tida como um animal muito
assustado, esperto. Nessa fábula, a raposa
mostrou-se:
A( ) mais esperta do que o galo.
B( ) menos esperta do que o galo.
C( ) tão esperta quanto o galo.
D( ) muito esperta, alem de corajosa e
brincalhona.
13- O nome Co-ri-có-có, usado pela raposa em
referencia ao galo, relaciona-se:
A( ) ao canto do galo.
B( ) à raça do galo.
C( ) à cor do galo.
D( ) ao físico do galo.
O pulo do gato
A raposa andava maluca para pegar o gato.
Mas ela sabia como todo mundo sabe, que o
gato é o maior mestre pulador e nem
adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de
banda, o danado sempre se safava. Decidiu
então a raposa usar da esperteza. Chegou-se
para o gato e propôs a paz: - Chega de correr
atrás um do outro, mestre gato. Vamos agora
viver em paz! - Não é bem assim, comadre
raposa - corrigiu o gato. - Não é um que corre
atrás do outro, é uma que corre atrás do
outro,é a "uma", que é a senhora, que corre
atrás do "outro", que sou eu... - Bom, de
qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo
gato. Como o senhor é mestre em pulos,
proponho que, para celebrar nosso acordo de
amizade, o senhor me dê um curso de pulos,
para eu ficar tão puladora como o senhor.
Pago-lhe cada lição com os mais saborosos
filés de rato que o senhor já experimentou! O
gato aceitou e começaram as lições no mesmo
dia. A raposa era aluna dedicada e o gato
ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o
salto em espiral, a cambalhota simples, a
cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o
triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A
raposa todos eles aprendia, praticava depois
das aulas e, logo, já estava tão mestre em
pulos quanto o gato. Decidiu então que já era
chegada a hora de colocar em prática seu
plano sinistro. No começo de outra aula,
esgueirou-se por trás do gato e deu um bote,
caprichando no salto mais certeiro que o
mestre lhe tinha ensinado! E o gato? Deu um
volteio de banda, rolou no ar, e a raposa
passou chispando por ele, indo esborrachar-se
num toco de aroeira. Ainda tonta da queda, a
raposa voltou-se para o gato e protestou: - Mas
mestre gato, esse pulo o senhor não me
ensinou!
-Não ensinei, nem ensino! -riu-se o gato. -Esse
é o segredo que me salva de malandros como a
senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do
gato!
BANDEIRA,Pedro. Nova Escola,nº48.
Interpretação
1-“com um salto de banda, o danado sempre
se safava.”
A palavra abaixo que tem o mesmo significado
da expressão sublinhada é:
A( ) exibia B( ) livrava.
C( ) prejudicava. D( ) esborrachava.
2- De acordo com o texto, a raposa fez ao gato
a seguinte proposta:
A( ) viver em paz.
B( ) brigar para sempre.
C( ) dividir os filés de rato.
D( ) viver cada um no seu canto.
3- O texto mostra que tanto a raposa, quanto
o rato sempre demonstraram ser:
A( ) lentos.
B( ) amigos.
C( ) espertos.
D( ) medrosos.
4- A raposa tornou-se aluna do gato para:
A( ) distrair-se com ele.
B( ) fazer as pazes com ele.
C( ) brincar, pois se sentia sozinho.
D( ) conseguir uma chance de devora-lo.
5- O plano da raposa fracassou porque ela:
A( ) confiou demais em sua esperteza.
B( ) era uma aluna desatenciosa.
C( ) errou os pulos ensinados.
D( ) agiu sem pensar
A Escola da Bicharada
Corujinha,
professora.
Na escola da bicharada, dona
por ser muito sabida, é a
O Burro ainda não sabe ler. A
Preguiça dorme o tempo todo e até hoje nada
aprendeu.
A Hiena só dá risadas. O
Macaco só faz palhaçadas.
O aluno que dá mais trabalho
é o vaidoso Pavão. Ele não fica quieto na
carteira, passeia o tempo todo, pra lá e pra
cá, com sua cauda colorida.
Um dia o Pavão falou:
- Como sou belo! Vejam
minhas penas!
O Macaco deu uma pirueta e
respondeu:
- Ó vaidoso animal! Olhe para
seus pés. Veja como são feios.
O Pavão olhou para os pés,
levou um enorme susto e ficou muito triste até
o fim da aula.
(Adaptação da Fábula de Esopo)
1. Qual é o título do texto?
2. Quem são os personagens?
3. De onde o texto foi retirado?
.4. Quem é a professora da escola e por que?
5. O que o texto informa sobre o Burro?
6. Por que o Pavão é o aluno que dá mais
trabalho?
7. Em quantos parágrafos o texto foi escrito?
8. Retire do texto a frase que mostra o que o
Macaco respondeu ao Pavão:
O dia de ventania
A onça andava louca para devorar o coelho.
Mestre coelho, que era muito esperto,
imaginou um plano para acabar com a
perseguição. Viu que a onça se aproximava e
começou o seu planinho. Pegou o facão e pôsse a juntar cipós, apressado e ansioso.
A onça achou aquilo muito estranho e
perguntou:
— Para que tanto cipó, mestre coelho?
— Pois não sabe, comadre onça? Acontece
que Tupã está furioso com todos os bichos da
floresta e vai mandar um castigo terrível! Logo
mais começa o Dia da Ventania Final!
— Dia da Ventania Final?! — espantou-se a
onça. — O que é isso?
— É que vai ventar como nunca antes
ventou no mundo. Vai ventar tanto que
nenhum bicho vai conseguir ficar de pé na
terra. Vai tudo pelos ares!
— Que horror! — horrorizou-se a burra da
onça. — E o que é que se pode fazer?
— Quem não for bobo tem de pedir para
alguém amarrá-lo bem amarrado numa árvore
bem grossa. Eu estou juntando esses cipós
aqui e vou correndo pra casa amarrar todos os
meus filhinhos!
A onça estava apavorada:
— Me ajude, amigo coelho! Não quero ser
levada pela ventania. Me amarre primeiro!
— Desculpe, comadre onça, mas não posso.
Tenho de ir correndo pra casa e amarrar meus
filhinhos.
— Não faça isso comigo, compadre coelho,
por favor! Me amarre!
A onça tanto insistiu que o coelho, depois
de fingir que recusava, acabou concordando.
Amarrou a danada da onça muito bem
amarrada, com uma porção de cipós, na
árvore mais forte da floresta!
E foi feliz para casa, deixando a burra da
onça muito bem amarradinha e muito
satisfeita, à espera da ventania que nunca
haveria de aparecer...
Pedro Bandeira. O dia da ventania. São
Paulo
1) O coelho elaborou um plano porque tinha
um problema com a onça. Qual era esse
problema?
2) Qual era o plano?
3) Segundo o coelho, quem estava furioso com
os bichos e o que ia acontecer?
4) De quantos parágrafos o texto é formado?
5) Qual o sinal de pontuação que inicia o
quarto parágrafo? Para que serve?
6) Qual o sinal de pontuação que termina o
quarto parágrafo? Para que serve?
7) O plano do coelho deu certo? Por que?
8) Dê um outro título para o texto.
9) O texto conta que mestre coelho era muito
esperto e que a onça era "burra". Vocês
concordam? Por quê
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