Enviado por claudioasobral

O Processo de Industrialização Brasileira

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Aula:
O Processo de
Industrialização do Brasil
🌏
GEOGRAFIA
Prof. Cláudio
DIAGRAMA DE CONCEITOS
Histórico e fases da
Indústria
Substituição de importações
Nova DIT.
Industrialização Tardia e
Dependente
Desconcentração
Industrial
OBJETIVOS
1º
Compreender o processo
de urbanização e analisar
criticamente as suas
consequências no cenário
social e no espaço urbano
brasileiro
2º
Conceituar urbanização e
espaço urbano; Mostrar a
grande contribuição do
emprego de
equipamentos e
tecnologia no processo
de urbanização
3º
Evidenciar os fatores e
as características da
formação do espaço
urbano
4º
Avaliar e verificar as
consequências da
urbanização, quanto a
problemas sociais;
Relacionar o
crescimento da
economia
informal com o
surgimento de novas
territorialidades, como a
dos camelôs, e
espacialidades, como os
shoppings
populares
5º
Interpretar os
desdobramentos das
práticas socioespaciais
no processo de
urbanização
contemporâneo, tais
como: o turismo, o lazer
e a cultura
Sugestões!
Filmes:
A Marvada Carne
Fase da Proibição - 1ª fase
• Muito artesanato e algumas indústrias isoladas;
• Pacto colonial e velha DIT.
• O Trabalho escravo, que era o sustentáculo da economia,
impedia o desenvolvimento do mercado consumidor.
1500
Até
1808
Economia do século XIX
1808
Até
1930
Século XIX e início do século XX – 2ª fase
•
D. João VI –
resoluções
•
Consequências
•
Dificuldades
•
Café
•
Indústrias
•
Abertura dos portos; eliminação de barreiras
alfandegárias; isenção de impostos para
matérias-primas industriais.
•
•
•
Importação de máquinas e equipamentos;
dependência externa.
Operariado urbano.
•
Crises e excedentes de capital estimularam
novas atividades econômicas;
aproveita-se:
a infraestrutura montada para o escoamento
do café; a mão-de-obra de imigrantes;
mercado consumidor.
•
•
•
•
•
Indústrias de bens de consumo;
Péssimas condições de trabalho;
Rio de Janeiro e São Paulo;
Êxodo rural; Operariado urbano.
•
1860
As primeiras indústrias
do brasileiras estavam
ligadas ao setor têxtil,
calçadista, bebidas e
móveis.
1888
Fatores importantes para o desenvolvimento industrial
•
abolição da escravidão no país;
expansão da relação assalariada.
• excedentes de capitais do café;
• infraestrutura instalada para o escoamento do
café;
• imigrantes europeus – mercado consumidor e
mão de obra relativamente especializada.
•
Crise do café em 1929 que possibilitou o investimento
em outros setores da economia brasileira;
1930 1955
•
Crise de
1929
• Getúlio
Vargas
• 2ª Guerra
Mundial
Século XIX e início do século XX – 3ª fase
• Condições para o desenvolvimento
industrial brasileiro;
Mão de obra - êxodo rural; mercado
consumidor;
• Intervenção estatal: energia,
siderurgia, transportes;
• Indústrias de base;
• Bens de consumo não-duráveis menor investimento;
• Mercado consumidor – imigrantes.
• Substituição de importações.
A Intervenção do Estado
•O Estado Interventor garantiu:
• fornecimento de energia (usinas
hidrelétricas);
• insumo para a indústria (siderúrgicas);
• criação de infraestrutura de transporte,
com modernização de portos e
aeroportos e a construção de rodovias;
•Combustíveis e refinarias (Petrobras),
•proteção - impostos altos de importação
e fixação de cotas.
Getúlio
Vargas
1953, Getúlio Vargas – Rio de Janeiro , RJ.
1942, Getúlio Vargas – Itabira, MG.
1942, Getúlio Vargas – Brasília, DF.
• 1963, João Goulart – Cubatão, SP
F
N
M
• 1952, Getúlio Vargas - Duque de Caxias, RJ.
https://www.vagalume.co
m.br/camisa-devenus/simcachambord.html
•
1941, Getúlio Vargas - Volta Redonda e Barra Mansa, RJ
1942, Getúlio Vargas – Santos, SP.
1942, Getúlio Vargas – Brasília, DF.
• 1955 1990
Século XIX e início do século XX – 4ª fase
2ª
revolução
industrial
brasileira;
Juscelino
Kubitscheck
•
• Tripé
industrial
• internacionalização da economia;
incentivos fiscais;
• abertura ao capital estrangeiro;
• indústrias de bens de consumo e de
base.
• indústria de base – capital estatal;
• indústria de bens não-duráveis –
capital privado nacional;
• indústria de bens duráveis – capital
internacional.
Juscelino
Kubitschek
• Rodovia Belém-Brasília, Régis Bittencourt,
Fernão Dias, BR-364, etc.
• 1957, Juscelino Kubitschek – Brasília, DF.
• 1957, Juscelino Kubitschek – Rio de janeiro, RJ
GEOGRAFIA, 3º Ano do Ensino Médio
A Estrutura Industrial e Agrária do Brasil
MODELO ECONÔMICO BRASILEIRO (TRIPÉ)
CAPITAL ESTATAL
DE BASE
indústrias de bens
de produção.
Empresas de
serviços públicos
CAPITAL
PRIVADO
NACIONAL
indústrias de bens
de consumo não
duráveis
CAPITAL PRIVADO
ESTRANGEIRO
indústrias de bens de
produção e de bens de
consumo duráveis
1972, Emílio Garrastazu Médici – Brasília, DF.
1972, Emílio Garrastazu Médici – São Paulo, SP.
1955 1990
•Milagre
Econômico
• 1980, A
década
perdida
Emílio G Médici
• Século XIX e início do século XX – 4ª fase
• baixos preços do petróleo e crédito
externo fácil;
• expansão da infraestrutura de
transportes e energia;
• expansão do mercado interno e do
emprego – 1968 – 1973;
• 1973 – crise do petróleo – recessão
mundial
•1979 – crise do petróleo – revolução
no Irã; endividamento externo
brasileiro
•1980 – Setor industrial 27% do PIB,
elevação das taxas de juros – dívida
cresce em ritmo superior à economia;
grande endividamento; desemprego.
Década de 1980 – a década perdida:
• Recessão, inflação e
desemprego,
• crises do petróleo (1979) –
impossibilidade de pagamento
de juros
• queda de investimentos sociais;
• queda do PIB;
• urbanização descontrolada;
• falta de investimento em
indústrias;
• consequências: modelo
dependente, associado e
excludente – concentração de
renda e fundiária
Sarney - 1985-1990
• Herança da ditadura: inflação e estado falido;
• meta combater a inflação: plano cruzado
congelamento preços e salários.
• Parque industrial brasileiro passa por um
sucateamento e inúmeras falências..
Produtos para milionários
Constituição de 1988 a
Constituição cidadã
•Em relação às Constituições anteriores, a Constituição de 1988 representa um
avanço. As modificações mais significativas foram:
+ Direito de voto para os analfabetos;
+ Voto facultativo para jovens entre 16 e 18 anos;
+ Redução do mandato do presidente de 5 para 4 anos;
+ Eleições em dois turnos (para os cargos de presidente, governadores e prefeitos
de cidades com mais de 200 mil habitantes);
+ Os direitos trabalhistas passaram a ser aplicados, além de aos trabalhadores
urbanos e rurais, também aos domésticos;
+ Direito a greve;
+ Liberdade sindical;
+ Diminuição da jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais;
+ Licença maternidade de 120 dias (sendo atualmente discutida a ampliação).
+ Licença paternidade de 5 dias;
+ Abono de férias;
+ Décimo terceiro salário para os aposentados;
+ Seguro desemprego;
+ Férias remuneradas com acréscimo de 1/3 do salário
Governo Collor – 1990/1992
• Acabar com a inflação e com os “marajás”
• Plano Collor 1 e 2, resultado: inflação, demissões em
massa e desemprego geral.
• Neoliberalismo, extinguiu cerca de 24 órgãos estatais
(IBC, IAA, Siderbras, Portobras entre outras)
• Liberação da entrada de produtos importados no
Brasil – Falências de muitos setores
• As denúncias de corrupção e a CPI – impeachment
Brinquedos Estrela
Itamar Franco – 1992/1994
•
•
•
•
•
•
•
•
Vice de Collor
Plano Real - Fernando Henrique Cardoso
Transição do cruzeiro para o real
Contenção de gastos públicos
Equiparação do real ao dólar
Forte elevação dos juros para atrair investidores.
Estabilização econômica com baixa inflação.
Entrada de novas multinacionais e de produtos
estrangeiros e desestimulo a produção.
• Baixa exportação
• Redução dos investimentos em infraestrutura com
crise energética em 2001.
Governo FHC – 1995/2002
• Estabilização da economia e da
inflação;
• Declínio da exportações e aumento das
importações;
• Juros altíssimos;
• Desestímulo aos investimentos e à
produção;
• Redução dos investimentos estatais em
infraestrutura com crise energética em
2001.
• Crescimento da pobreza.
• Modernização produtiva com dependência do capital
estrangeiro e vulnerabilidade; Indústrias competitivas
• O modelo neoliberal – desestatização com
privatização das empresas estatais e concessões de
serviços.
• abertura do mercado brasileiro - reduções na alíquota
de Importação.
• inovações tecnológicas adotadas, necessários para
aumentar a competitividade e resistir à concorrência
internacional - desemprego estrutural;
• Aumento e melhoria dos serviços públicos e privados;
• Aumento do consumo de bens básicos
GEOGRAFIA, 3º Ano do Ensino Médio
A Estrutura Industrial e Agrária do Brasil
Distribuição regional do valor da transformação
industrial 1970 a 2000
Participação (%)
Sudeste
Sul
Nordeste
Norte e
Centro-Oeste
1970
80,7
12,0
5,7
1,6
1980
72,6
15,8
8,0
3,6
Fonte: Dados disponíveis no Anuário Estatístico do Brasil 2001. Rio de Janeiro. IBGE, 2003.
1993
69,0
18,0
8,0
5,0
2000
66,1
18,3
8,9
6,7
desindustrialização precoce
• Promissora na década de 1980
(27,4%,) (, a indústria brasileira
entrou em declínio e hoje
representa apenas pouco mais de
10% do PIB, essa
tendência
foi observado em toda a
América Latina.
• A dívida externa, a
desorganização fiscal e a
hiperinflação consumiram a
capacidade do governo de
promover políticas ativas,
levando à negligência da
RELATIVA DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL
Final da década de 70:
dispersão dos
investimentos para o
interior de São Paulo e
outras regiões.
Até a década de 1990, o
Estado colaborava com
a desconcentração
industrial por meio das
Superintendências
Nos grandes centros urbanos
industriais há uma grande
concentração de problemas
como:
demora nos
congestionamentos no
trânsito.
falta de água
mão de obra cara
Fuga dos
fortes
sindicatos
estimulada pela “guerra fiscal”
que é travada entre os Estados da
federação e os municípios.
(SUDAM, SUDENE,
SUDESUL e SUDECO).
Anos 90: índices de crescimento
econômico maior do interior paulista,
do Nordeste e do Sul, em relação à
São Paulo.
MOTIVOS QUE LEVARAM A DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL NO BRASIL
a guerra fiscal entre os
estados. isto é com
objetivos de atrair
indústrias para seus
territórios, os estados
oferecem vantagens para
que as indústrias se
instalem no seu
território.
redução de
impostos.
doação de
terrenos
infraestrutura
para a instalação
da indústrias
(rodovias
asfaltadas, redes
elétricas, água,
esgoto).
Segundo João Manoel, o prefeito Barjas Negri
contou com o total apoio do Legislativo para
discutir a instalação da empresa no município...
Entre os benefícios oferecidos para a instalação da
montadora em Piracicaba, estão a doação do terreno e
isenções de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano)
e ISS (Imposto sobre Serviços).
Folha de São Paulo, 19 DE SETEMBRO DE 2008
POR ESSA RAZÃO
MUITAS
INDÚSTRIAS SE
DESLOCAM DA
CAPITAL SÃO
PAULO PARA O
INTERIOR DO
ESTADO,
BUSCANDO
FUGIR DESSES
PROBLEMAS QUE
ATRASAM A
PRODUÇÃO
INDUSTRIAL E A
CIRCULAÇÃO DE
MERCADORIAS.
MOTIVOS QUE LEVARAM A
DESCONCENTRAÇÃO
INDUSTRIAL NO BRASIL
Tecnopólos – os Pólos de alta
tecnologia.
Núcleo que concentra atividades de alta
tecnologia, empresas, universidades e
centros de pesquisa que facilitam o
contato entre esses meios, de modo a
possibilitar o surgimento de inovações
técnicas e novas ideias que
caracterizam a revolução técnicocientífico-informacional. Concentram
grande quantidade de mão-de-obra
altamente qualificada. São José dos
Campos (ITA, Inpe), Brasília.
São José dos Campos
(Brasil), localizado no Vale do
Paraíba é um importante
tecnopólo de material bélico,
metalúrgico e sede do maior
complexo aeroespacial da
América Latina. Aqui estão
instaladas importantes
multinacionais como Philips,
Panasonic, Johnson &
Johnson, General Motors
(GM), Petrobras, Ericsson,
Monsanto, a sede da Embraer
entre outras. No setor
aeroespacial destaca-se o
CTA, o INPE, o IEAV, o IAE e o
ITA.
O 1° está localizado em São
José dos Campos - SP
especializado em material
bélico e aeroespacial;
O 2°está localizado em Nova
Friburgo - RJ especializado em
moda têxtil e roupas íntimas;
O 3° está localizado
em Campinas - SP
especializado em informática e
tecnologia da informação;
O 4° está localizado em São
Carlos - SP especializado em
mecânica de precisão;
O 5° está localizado em Santa
Rita do Sapucai - MG
especializado em eletrotécnica;
O 6° está localizado em Porto
Alegre - RS especializado em
tecnologia de construção.
Tecnopolos no Brasil
Vale do
silício
brasileiro
São José dos Campos , localizado no Vale do Paraíba que é um
importante tecnopolo de material bélico, metalúrgico e sede do maior
complexo aeroespacial da América Latina. Aqui estão instaladas
importantes multinacionais como Philips, Panasonic, Johnson &
Johnson, General Motors (GM), Petrobras, Ericsson, Monsanto, a sede
da Embraer entre outras. No setor aeroespacial destaca-se o CTA, o
INPE, o IEAV, o IAE e o ITA.
São Carlos (UFSCAR), - abriga 60 empresas de base tecnológica,
algumas ainda em fase de incubação. Trata-se de empresas
tecnologicamente intensivas, que atuam em áreas consideradas de
"tecnologia de ponta", tais como microeletrônica, informática, robótica,
mecânica de precisão, química fina entre outras. Grande parte dessas
empresas nasceram da relação com as universidades e/ou dentro
dessas instituições.
Tecnopolos no Brasil
Vale do
silício
brasileiro
Campinas (UNICAMP e PUCCamp) - concentra enorme quantidade de
empresas e institutos de pesquisa vinculados à produção de alta
tecnologia.
Londrina e Maringá - despontando com uma intensa atividade
tecnológica, ou seja, como polos tecnológicos em formação. LondrinaPR, já em processo de consolidação, como um polo tecnológico e
Maringá-PR, em fase de estruturação consolidativa. São cidades que
contam com Institutos de Pesquisa agropecuária, universidades com
cursos de pós-graduação e empresas do setor de informática, de
grande porte técnico e científico.
São Paulo (USP) – cursos de engenharia de materiais. Pesquisas com
cerâmicas e polímeros, com grande número de patentes e linhas de
pesquisa promissoras, como a de nanotecnologia.
Petrópolis (UCP) - Ciência da Computação.
Campina Grande (Paraíba) – Polo de informática; produção de
software para exportação.
BRASIL – INDÚSTRIAS ATUAIS (2015)
Diversificação industrial
Automação
Presença de multinacionais e grandes grupos
coorporativos
Abertura de novos mercados consumidores
Escassez de matéria prima
SITUAÇÃO ATUAL DA INDÚSTRIA
BRASILEIRA
Características:
Brasil - Ind. tardia - Tec. clássica - Ind.
incompleta - Multinacional - Mercado interno Transferência de Tecnologia do 1º Mundo para
3º Mundo, da Tec. de Ponta para Tec. clássica Vinda das multinacionais: - Dependência
tecnológica (pouco desenvolvimento
econômico) - Descapitalização ( o dinheiro vai
para fora) - Adaptação (tec. de uma realidade é
implantada em outra totalmente diferente,
causando desemprego) - Compra - Migração de
Cérebro - do 3º Mundo para 1º Mundo
Terceira Rev. Industrial – pós 2ª GM – Guerra Fria – grandes avanços
(científicos/tecnológicos);
Brasil - fatores impeditivos:
dívidas; desvio de capitais; concorrência tecnológica;
mau uso de capitais – desenv. científico em segundo plano;
atrasos das décadas de 1980 e 90;
falta de cultura voltada para pesquisa – herança econômica;
falta de integração entre os setores público e privado.
inovações tecnológicas: barateamento da produção + ganho de competitividade + melhoria
de qualidade; cuidado: dispensa de mão-de-obra + pobreza;
concentrações industriais: Sudeste – aproveitamento de fatores positivos
São Paulo; centro da economia capitalista brasileira;
propagação concêntrica;
aprofundamento de desigualdades regionais.
PROBLEMAS ENFRENTADOS PELA PELO SETOR
INDUSTRIAL BRASILEIRO EM SUA TENTATIVA DE
RECUPERAÇÃO:
- elevada carga tributária;
- elevadas taxas de juros (investimento
produtivo – investimento especulativo);
- falta de infraestrutura;
- concorrência externa;
REAÇÃO AOS PROBLEMAS:
- busca pela participação no mercado externo
(empresas que buscam outros países);
- tentativa de aumento nas exportações;
- tentativa de aumento do valor agregado dos produtos.
As características da
industrialização brasileira
❖ Industrialização tardia ou retardatária;
❖ Substituição de importações;
❖ Dependência do mercado externo
Século XX,
(tecnologia).
principalmente a partir de
1930.
Após a Segunda Guerra Mundial:
• desconcentração industrial internamente e entre países.
• transnacionais se espalham pelo mundo, sendo responsáveis pela globalização da economia e
pela revolução técnico-científica.
• evolução da capacidade dos transportes e dos meios de comunicação – mobilidade de setores
que precisavam estar próximos da matéria-prima.
• evolução do transporte de energia.
• indústrias de bens de consumo se desconcentram para áreas menos saturadas e que apresentam
custos de infraestrutura e mão-de-obra mais baratos.
• o descolamento é restrito às áreas de produção. Marketing, centros de pesquisa e administração
continuam nos centros.
• formação de clusters
fora dos grandes aglomerados. São áreas que agrupam empresas do
mesmo ramo de atividades que utilizam mão-de-obra específica e mesmo tipo de matéria-prima.
São beneficiadas pela infraestrutura: centros de pesquisa, rede de escoamento de produtos,
sistemas de telecomunicação e informação. Garantem às empresas elevada capacidade de
inovação, redução de custos e poder competitivo.
• tecnopolos – concentram o desenvolvimento de produtos que incorporam alta tecnologia.
Situam-se próximo das universidades e institutos de pesquisas, com o apoio de empresas e verbas
governamentais.
5. INDÚSTRIA E DEPENDÊNCIA EXTERNA
Dependência Externa
Limitação
determinante
Momento histórico
Capital
estrangeiro
Comercio
exportador
Comercio
Importador
Fim do
século XIX e
começo do
século XX
Capitalismo
Monopolista
Empresas britanicas
compravam produtos
brasileiros e
revendiam no mercado
externo
Controle da venda de
produtos
estrangeiros
6. CAPITALISMO MONOPOLISTA
Trustes
Carteis
Concentração
de Capital
Mudanças
no
Capitalismo
no século
XX
Industria
Eliminação da
concorrência
Serviços
Holdings
Capitalismo
Financeiro
Formas de
Organização
do Trabalho
Atividade
econômica
Taylorismo
Industria
Bancos
Análise critica do Fordismo-Taylorismo
Vantagens
era extremamente mais fácil treinar operários em tarefas muito
simples do que em tarefas complexas.
Um trabalhador especializado numa pequena
operação podia adquirir habilidade suficiente para
faze-la muito rapidamente
a própria idéia de que a atividade produtiva deve ser
objeto de estudo metódico e racional
Análise critica do Fordismo-Taylorismo
Vantagens
Dois elementos
externos à
fabrica
contribuíram
muito para o
sucesso das
medidas
propostas por
Taylor e Ford:
1. o atrelamento do movimento sindical aos
interesses capitalistas. Apesar dos conflitos,
os sindicatos foram se burocratizando e se
transformaram em imensas estruturas
administrativas, fazendo concessões aos
capitalistas e ao Estado;
2.
a presença significativa do Estado
criando mecanismos financeiros e legais
para que o consumismo se tornasse
uma pratica cotidiana, bem como
cooptando os sindicatos para que
controlassem politicamente a força de
trabalho.
Análise critica do Fordismo-Taylorismo
Desvantagens
Aos operários cabia somente usar as mãos, nunca os
cérebros.
esse método tratava o
trabalhador como se fosse
máquina. Na verdade ele tinha
até menos status que as
próprias máquinas já que tinha
que adaptar o seu ritmo de
trabalho ao dos equipamentos.
Análise critica do Fordismo-Taylorismo
Desvantagens
o trabalhador não se identifica com o produto do
seu esforço.
Um homem que simplesmente fixava páralamas não via o automóvel pronto como
obra sua..
Alheamento
Ele não era nem ao menos capaz de
entender o funcionamento do carro. A única
coisa que ele sabia era fixar pára-lamas
Como resultado o operário não sentia
orgulho nem entusiasmo pelo seu trabalho..
Pessoas que não se orgulham do que fazem,
que não vêem importância na sua atividade,
dificilmente produzem com qualidade
Análise critica do Fordismo-Taylorismo
Desvantagens
Um enorme potencial estava sendo
desperdiçado ao se impedir que os
operários opinassem sobre o
modo como o trabalho era feito.
Mesmo pessoas com pouca
cultura escolar tem bom senso
suficiente para enxergar
problemas simples - que muitas
vezes passam desapercebidos aos
olhos dos engenheiros - e propor
soluções para eles.
Análise critica do Fordismo-Taylorismo
Não se trata, portanto, de uma técnica “neutra” de
organizar o trabalho de forma metódica, como o
taylorismo é encarado nos cursos de Administração de
Empresas.
Na verdade, estamos diante de uma forma encontrada
pela burguesia para ampliar seu domínio sobre a
classe trabalhadora, apropriando-se de seu saber e de
seu tempo.
A idéia taylorista de um rendimento maximo no menor
espaço de tempo possível e a separação entre o mando(ou
o planejamento) e a execução instalou-se nos mais
diferentes setores da vida social, como por exemplo, na
organização do trabalho nos escritórios e no sistema de
ensino.
A racionalização da vida social no capitalismo
monopolista
Max
Weber
Racionalização do processo
de expansão de formas
metódicas, racionais e de
conduta
Eficácia dos meios
em detrimento dos
fins
A importância dos
quadros
administrativos
Gaiola de Ferro
Burocracia
CAPITALISMO MONOPOLISTA E INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
Inglaterra :artesanato
A expansão da industria no
Brasil não seguiu as etapas
da industrialização inglesa
A industrialização
brasileirta
manufatura
grande industria
Coexistência da manufatura
com a grande industria
Capital cafeeiro
origem
Precoce tendência
à monopolização
Capital
financeiro
internacional
Insumos
industriais
Bens duraveis de
consumo
Bens de capital
CAPITALISMO MONOPOLISTA E INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
A peculiaridade da industrialização brasileira consiste, então,
na expansão e no predomínio de uma grande industria que
não surgiu da produção doméstica ou manufatureira local,
mas que transportou para o país tecnologia e formas de
organização do trabalho próprias do capitalismo monopolista
Esse processo de industrialização tem importantes
repercussões no desenvolvimento político e social da
sociedade brasileira
TRANSF0RMAÇÃO
Nos períodos mais recentes,
o capitalismo vem passando
por nova transformação
Década de 70: nova fase no
processo produtivo
capitalista : pós-fordismo ou
processo da acumulação
flexível
Crise do petróleo (1973) :
recessão, busca de novas
formas
de
elevar
a
produtividade do trabalho
e expansão dos lucros
Toyotismo
nova fase de expropriação da
mão-de-obra, a chamada
acumulação flexível - a partir do
modelo de produção criado pelos
japoneses, toyotismo degradação das condições de
trabalho, dos direitos trabalhistas e,
conseqüentemente, dos
trabalhadores.
Os princípios ideológicos e
organizacionais do toyotismo passaram
a sustentar as práticas empresariais
como modelo de administração e
produção
O pós- fordismo
flexibilização dos processos de trabalho,
incluindo a automação
Características
flexibilização e mobilidade
mercados de trabalho
dos
flexibilização dos produtos e também
dos padrões de consumo
Flexibilizaçao do processo de trabalho
A
U
eliminação do controle manual por parte do
trabalhador, o trabalhador só intervem para
fazer o controle e a supervisão
T
O
M
A
as atividades mecânicas são desenvolvidas
por maquinas automatizadas,
programadas para agir sem intervenção
de um operador
Ç
Ã
O
o engenheiro que entende de programação
eletrônica e de analise de sistemas passa a
ter uma importância estratégica
Flexibilizaçao do processo de trabalho
A
U
T
O
M
A
Ç
Ã
O
A robótica tecnologia é um componente
novo nas industrias de bem de
consumo duráveis e altera
profundamente as relações de trabalho
Robôs não fazem greve, trabalham
incansavelmente, não exigem
maiores salários e melhores
condições de trabalho e de vida
Novas formas de produção:
o
licenciamento
de
marcas
que
articulam varias empresas pequenas e
medias em torno do marketing e do
apoio financeiro de um grande grupo.
Flexibilização dos mercados de trabalho.
Tendência de se usar diferentes formas de trabalho: trabalho
domestico e familiar, trabalho autônomo, trabalho
temporário, por hora ou curto prazo
subcontratação
Alta rotatividade da mão de obra,
Terceirização
baixo nível de sindicalização, enfraquecimento
sindicatos na defesa dos direitos trabalhistas.
dos
Flexibilização dos produtos e do consumo.
A vida útil dos produtos vai
diminuindo,
tornando-se
descartáveis,
a
propaganda nos estimula a
trocá-los por novos
O pós- fordismo
Alta rotatividade da mão de obra
baixo nível de sindicalização
enfraquecimento dos sindicatos na
defesa dos direitos trabalhistas,
Conseqüências
instabilidade para os trabalhadores,
desemprego crescente
tendência
a
elevar
o
numero
de
trabalhadores através da diminuição das
horas de trabalho semanais: trabalhar
menos horas para que todos possam ter
emprego e renda.
Modelos de Produção - Da Segunda revolução industrial à
revolução Técnico-científica
TAYLORISMO-
FORDISMO-
PÓS-FORDISMO-
Separação do trabalho
por tarefas e níveis
hierárquicos.Racionalização da
produção.- Controle do
tempo.Estabelecimento de
níveis mínimos de
produtividade.
Produção e consumo
em massa.- Extrema
especialização do
trabalho.- Rígida
padronização da
produção.- Linha de
montagem.
Estratégias de
produção e consumo
em escala planetária.Valorização da
pesquisa científica.Desenvolvimento de
novas tecnologias.Flexibilização dos
contratos de trabalho.
Brasil Colônia
• Com a decadência da Cana de açúcar, qual foi
bem de consumo que passou a ser produzido no
Brasil para exportação? Onde passou a ser
produzido?
”...a empresa Ford decide em 1919
trazer a empresa ao Brasil. O próprio
Henry Ford sentencia: “O automóvel está
destinado a fazer do Brasil uma grande
nação”...
General Motors
– Em 1925 –
montadora no
bairro Ipiranga / SP
– dois anos depois, a
companhia inicia a
construção da
fábrica de São
Caetano do Sul,
• Mas, sobrevivemos
sem beber café?
• Com isto, por que a
crise da bolsa de
Nova York, interferiu
na industrialização
brasileira?
• E se não tivesse
acontecido a crise?
Crise da bolsa
de Nova York 1929
Crise do café
- principal produto exportado do Brasil
- São Paulo - 2/3 das exportações de
café no mundo.
- a saca caiu na bolsa de Nova York, em
torno de 60%, de 4,70 libras para 1,80.
Redução das exportações...
"socializar” os prejuízos: comprando e
queimando ou jogando em alto-mar - café
• Se você fosse um “Barão do café”, investiria em
uma nova plantação de café, ou não?
Infraestrutura deixada pelo café
• Sistemas
ferroviário e
hidroviários;
• Capital:
deixaram de
investir no café;
• Mercado
consumidor;
a década
de 1930
• Até
Mão
de obra:
imigrantes,
setor agrário-exportador.
Fábrica da GM
São Caetano do Sul
•
Em 1930 - inaugura oficialmente
sua primeira fábrica.
•
Hoje produzem nesta
mesma fábrica as linhas
Astra, Vectra, Classic
e Corsa.
Cenário!!!
Segunda Guerra- dificuldades de comércio internacional
Mundial
- as fábricas só montavam seus automóveis aqui e
não produziam suas peças
Reação do
governo
Getúlio Vargas “ é preciso
desenvolver o parque
automotivo brasileiro”
- proíbe a importação de veículos montados
e cria obstáculos à importação de peças.
- o governo investindo na indústria de base:
– a C.S.N. em 1946
- a Petrobrás em 1953
- a FNM
Qual é a diferença para a industrialização
chinesa atual???
Nacionalismo - Vargas
Desenvolvimentismo - JK
•
atraindo o capital estrangeiro
•
estimulou o capital nacional
•
implantou a indústria de bens de consumo
duráreis
•
ampliou os serviços de infraestruturas, como
transporte e fornecimento de energia elétrica
•
diversificação da economia nacional
•
criou o G.E.I.A - Grupo Executivo da Indústria
Automobilística - para coordenar os planos de
produção da indústria automobilística, de
Governo JK
• Ênfase na necessidade de promover o
desenvolvimento econômico sem
criar o risco de perturbar a ordem social,
• Por que este receio???
• lema “cinquenta anos em cinco”.
• A política econômica voltada para os:
• transportes, a educação, a produção de
alimentos, o desenvolvimento da indústria de
base e
• a construção de Brasília,
• Plano de Metas:
• documento que sintetizava 31 objetivos.
Críticas!!!
Um paradoxo!!!
O PIB subia a taxas em torno de 10% ao ano,
Mas, aumentou da concentração de renda e da pobreza.
Década de 60 até 90
Quatro fábricas de automóveis
Três no ABCD
Uma em Betim/MG
GM; Ford e Volkswagen
Fiat - 1973
Três fábricas de caminhões
•
Duas no ABC,
Uma em Curitiba
Scania Vabis do Brasil e a
Mercedes-Benz
Volvo
Isto sem contar os caminhões da
brasileiríssima FNM, os carros da
Vemag e a Romi-Isetta,
o 1º carro brasileiro
Candango
• (Ufla) Leia as seguintes proposições e analise o mapa a
seguir:
• I. Devido ao seu rico subsolo em minérios, instalaram na
região empresas de extração mineral e siderúrgicas.
II. Nessa região formou-se uma importante zona
siderúrgica e metalúrgica no alto Vale do Rio Doce.
III. Essa região é também um poliindustrial, pois abriga
indústrias têxteis, de confecções, de produtos
alimentícios e sedia a Refinaria Gabriel Passos, da
Petrobrás.
•
Adaptado de Panorama Geográfico do Brasil. Melhem Adas. Ed Moderna, 2004. págs 87 a 89.
• As proposições indicam
a região assinalada no
mapa pela letra
a) A
b) B
c) C
d) D
• Guerra fiscal entre os estados e inúmeras empresas
são atraídas para outras regiões do país.
Quais são os atrativos???
• Não diminuiu as diferenças regionais!!!
A INDUSTRIALIZAÇÃO FOI RESPONSÁVEL EM
ATRAIR MUITAS PESSOAS DO CAMPO PARA AS
CIDADES, AUMENTANDO A URBANIZAÇÃO.
A MESMA INDÚSTRIA FEZ DO CAMPO O SEU
SUBORDINADO, OU SEJA, A PRODUÇÃO DO
CAMPO DEPENDE DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL.
CAMPO
INDÚSTRIA
CIDADE
• A INDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL, ASSIM
COMO EM TODOS OS PAÍSES
SUBDESENVOLVIDOS FOI TARDIA, ELA
TEVE INÍCIO NO FINAL DO SÉCULO XIX,
EMBORA A ATIVIDADE AGROPECUÁRIA
TENHA PREDOMINADO ATÉ O MEADOS DO
SÉCULO XX.
•NOS PAÍSES
DESENVOLVIDOS
COMO, REINO UNIDO,
FRANÇA, ALEMANHA,
A INDUSTRIALIZAÇÃO
COMEÇOU NO Revolução
Industrial, na
SÉCULO XVIII. Inglaterra.
Indústria
têxtil.
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM
PARA A INDUSTRIALIZAÇÃO NO
BRASIL.
• ACÚMULO DE CAPITAIS PROPORCIONADA PELA EXPORTAÇÃO DE
CAFÉ.
• A SUBSTITUIÇÃO DA MÃO- DE- OBRA ESCRAVA PARA A MÃO-DEOBRA ASSALARIADA PERMITIU O CRESCIMENTO DO MERCADO
CONSUMIDOR INTERNO, EMBORA OS SALÁRIOS FOSSEM BAIXOS.
=
A REGIÃO CENTRO-SUL DO BRASIL, ESPECIALMENTE SÃO PAULO, FOI
A REGIÃO QUE MAIS SE DESENVOLVEU, GRAÇAS A LAVOURA
CAFEEIRA .
COMO O CAFÉ ERA A PRINCIPAL RENDA ECONÔMICA DO BRASIL ATÉ
1930, E O ESTADO DE SÃO PAULO FOI O QUE MAIS INVESTIU NESSA
LAVOURA, FOI NELE ONDE SURGIRAM OS BENEFÍCIOS COMO,
SURGIMENTO DE RODOVIAS, FERROVIAS, BANCOS, USINAS
GERADORAS DE ELETRICIDADE, ENTRE OUTROS ASPECTOS.
ESTAÇÃO DA
LUZ, NA
CIDADE DE
SÃO PAULO.
ARQUITEURA
CONSTRUÍDA
GRAÇAS AOS
CAPITAIS DOS
BARÕES DO
CAFÉ.
SÃO PAULO SE DESENVOLVEU PORQUE ERA PASSAGEM
OBRIGATÓRIA DAS LAVOURAS DE CAFÉ DO INTERIOR DO ESTADO
PARA O PORTO DE SANTOS. ERA O PONTO DE ENCONTRO ENTRE
OS BARÕES DE CAFÉ E DE GRANDE CIRCULAÇÃO DE CAPITAL.
• POR VOLTA DISSO SÃO PAULO ACUMULOU
MUITO CAPITAL OBTIDO PELA LAVOURA
DE CAFÉ, ASSIM COMO UM GRANDE
MERCADO CONSUMIDOR.
• ESSES FATORES CONTRIBUÍRAM PARA O
INÍCIO DA INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA,
BASEADA EM BENS DE CONSUMO NÃO
DURÁVEIS, OU SEJA, ALIMENTOS,
CALÇADOS, TECIDOS. INDÚSTRIAS QUE
NÃO NECESSITAM DE MUITOS
INVESTIMENTOS EM TECNOLOGIA, MAS
QUE GERAM BONS LUCROS.
• Por volta de 1930, o Brasil sente a necessidade de
ampliar sua produção industrial, afinal os bens de
consumo não duráveis já apresentavam bom
crescimento, por isso começaram a importar máquinas
para aumentar a produção e criar novos produtos.
• Em 1946, o Brasil passou a produzir aço em quantidade
relevante, com a primeira grande Companhia
Siderúrgica Nacional (CSN), no município de Volta
Redonda – RJ.
• Por que Volta Redonda foi escolhida para sediar a
CSN?
- Fica entre as cidades de Rio de Janeiro e São Paulo,
grandes consumidores de aço e ferro do país.
- Localizam-se próximo a portos e estradas de ferro.
- Rio Paraíba do Sul, fornece água necessária para a
produção de ferro e aço.
Município de Volta
Redonda
•
A produção de ferro e aço em quantidade expressiva, a
industrialização do Brasil se consolidou e expandiu-se. Aos poucos
foram instaladas indústrias de bens de consumo duráveis como,
eletrodomésticos, automóveis...
Em 1953 Lúcio Meira e Getúlio Vargas foram apresentados aos
modelos VW que seriam produzidos no Brasil seis anos mais tarde.
• Com o passar do tempo a concentração de indústrias na
cidade de São Paulo foi atingindo os municípios
vizinhos, como Santo André, São Bernardo do Campo,
São Caetano do Sul e Diadema (o chamado ABCD
paulista) e a Baixada Santista.
Fatores importantes para o desenvolvimento industrial
• trabalho assalariado;
• excedentes de capitais do café;
• infraestrutura instalada para o escoamento do café;
• imigrantes europeus – mercado consumidor e mãode obra
relativamente especializada.
Século XIX e início do século XX
1808 - 1914
•
D. João VI – resoluções
•
•
Consequências
•
•
Importação de máquinas e equipamentos;
dependência externa.
•
Dificuldades
•
•
Pequeno mercado interno;
interesse das elites pela agricultura.
•
Café
•
Crises e excedentes de capital estimularam novas atividades
econômicas;
aproveita-se:
a infraestrutura montada para o escoamento do café;
a mão-de-obra de imigrantes ;
mercado consumidor.
Indústrias de bens de consumo;
Péssimas condições de trabalho;
Rio de Janeiro e São Paulo;
Êxodo rural;
Operariado urbano.
•
•
Indústrias
•
•
•
•
•
Abertura dos portos; eliminação de barreiras alfandegárias;
isenção de impostos para matérias-primas industriais.
OBS. Em 1846 a indústria têxtil obteve incentivos fiscais e, no ano seguinte, as matérias-primas necessárias à indústria
do país receberam isenção das taxas alfandegárias.
Arquipélago econômico
2ª fase do processo industrial brasileiro
1914 - 1955
• Crise de 1929
• Condições para o desenvolvimento industrial brasileiro;
Mão de obra - êxodo rural; mercado consumidor;
• Getúlio Vargas
•
•
•
•
• 2ª Guerra Mundial
• Substituição de importações.
Intervenção estatal: energia, siderurgia, transportes;
Indústrias de base;
Bens de consumo não-duráveis - menor investimento;
Mercado consumidor – imigrantes.
Década de 1950 até 1990
1956 - 1990
• 2ª revolução industrial
brasileira; Juscelino Kubitschec
• internacionalização da economia; incentivos fiscais;
• abertura ao capital estrangeiro;
• indústrias de bens de consumo e de base.
• Tripé industrial
• indústria de base – capital estatal;
• indústria de bens não-duráveis – capital privado nacional;
• indústria de bens duráveis – capital internacional.
• Milagre brasileiro
•
•
•
•
• Década perdida – 1980
• elevação das taxas de juros – dívida cresce em ritmo superior
à economia;
• grande endividamento;
• desemprego.
baixos preços do petróleo e crédito externo fácil;
expansão da infraestrutura de transportes e energia;
expansão do mercado interno e do emprego – 1968 – 1973;
1973 – crise do petróleo – recessão mundial – aumento do
preço do produto.
• 1979 – crise do petróleo – revolução no Irã; endividamento
externo brasileiro
Década de 1990
Década
de 1990
• Saturação dos mercados
desenvolvidos
• conquista de novos mercados;
• Terceira revolução
Industrial nos países
desenvolvidos
• máquinas obsoletas são importadas pelos países
subdesenvolvidos;
• Ascensão das economias
do Japão e Europa Ocidental
• concorrência por novos mercados dos países
pobres;
• Recursos abundantes nos
subdesenvolvidos
• matéria-prima e energia baratas;
• Neoliberalismo
• queda das barreiras comerciais;
• privatização das estatais;
• desemprego estrutural.
O mundo entra na 4ª revolução industrial
• A nanotecnologia está associada a diversas áreas (como a medicina, eletrônica, ciência
da computação, física, química, biologia e engenharia dos de pesquisa e produção na
escala nano (escala atômica).
• O princípio básico da nanotecnologia é a construção de estruturas e novos materiais a
partir dos átomos (os tijolos básicos da natureza).
• Um nanômetro (nm) é 1 bilionésimo de metro;
• É uma área promissora, mas que dá apenas seus primeiros passos, mostrando, contudo,
resultados surpreendentes (na produção de semicondutores, Nanocompósitos,
Biomateriais, Chips, entre outros).
• Um dos instrumentos utilizados para exploração de materiais nessa escala é o
Microscópio Eletrônico de Varredura, o MEV.
• O objetivo principal não é chegar a um controle preciso e individual dos átomos, mas
elaborar estruturas estáveis com eles.
• Pesquisas no Brasil – UNICAMP e Universidade de São Carlos; Petrobrás; Embrapa.
Uso da nanotecnologia
Um levantamento sumário nas publicações que circulam sobre nanotecnologia
aponta para os seguintes produtos e serviços que já estariam no mercado:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Tecidos resistentes a manchas e que não amassam;
Raquetes e bolas de tênis;
Capeamento de vidros e aplicações antierosão a metais;
Filtros de proteção solar;
Material para proteção (“screening”) contra raios ultravioleta;
Tratamento tópico de herpes e fungos;
Nano-cola, capaz de unir qualquer material a outro;
Pó antibactéria;
Diversas aplicações na medicina como cateteres, válvulas cardíacas, marca-passo,
implantes ortopédicos;
Produtos para limpar materiais tóxicos;
Produtos cosméticos;
Sistemas de filtração do ar e da água.
Microprocessadores e equipamentos eletrônicos em geral;
Polimento de faces e superfícies com nanotecnologia sem micro-riscos.
Alguns produtores no Brasil - O Boticário, Suzano Petroquímica e Santista Têxtil.
Indústrias extrativas – são as que extraem matéria-prima da natureza (vegetal, animal ou mineral) sem
que ocorra alteração significativa nas suas propriedades elementares. Exemplos: indústria madeireira, produção
mineral, extração de petróleo e carvão mineral.
Indústria de transformação –
são as que produzem bens a partir da transformação da matériaprima.
Podem ser divididas, de acordo com a finalidade dos bens produzidos:
Indústrias
de base
a)
indústrias de bens de produção – produzem matéria-prima: alumínio (metalurgia), aço (siderurgia),
b)
Indústrias de bens de capital – produzem máquinas, peças, equipamentos para outras indústrias.
cimento, derivados de petróleo (petroquímica), que serão utilizadas por outras indústrias na
fabricação de produtos.
Indústrias de bens de consumo
- sua produção está direcionada diretamente para o mercado
consumidor. Conforme sua atuação no mercado, elas são ramificadas em indústrias de bens duráveis e de bens não
duráveis.
a)
indústrias de bens duráveis – são as que fabricam mercadorias não perecíveis. São exemplos desse
tipo de indústria: automobilística, móveis comerciais, material elétrico, eletroeletrônicos, etc.
b)
Indústrias de bens não duráveis – produzem mercadorias de primeira necessidade e de consumo
generalizado, ou seja, produtos perecíveis. Exemplos: indústria alimentícia, têxtil, de vestuário,
remédios, cosméticos, etc.
A concentração das indústrias em determinados lugares depende de certos fatores.
Até a Segunda Guerra Mundial os fatores que influenciavam na localização das indústrias foram:
proximidade de matérias-primas – é mais importante no caso de setores industriais que lidam com grandes
volumes de matéria-prima, como o setor pesado. A siderurgia, por exemplo, necessita de grandes quantidades de ferro e
manganês. Essa proximidade reduz o custo com o transporte e garante maior eficiência na continuidade das atividades
desenvolvidas pela empresa.
oferta de energia – um dos insumos mais importantes para o setor industrial é a energia. Determinados setores
consomem muita energia, como a indústria de base. A siderurgia requer o uso do carvão mineral, a indústria que produz
alumínio requer muita energia elétrica. A não interrupção do fornecimento da energia é um fator essencial para a
sobrevivência dessas empresas e, em alguns casos, o custo final de seus produtos é fortemente influenciado pelo custo
da energia.
mão-de-obra disponível – isso explica o porque das indústrias concentrarem-se em áreas urbanas onde podem
contar com essa oferta de mão-de-obra. Evidentemente, alguns setores requerem mão-de-obra mais qualificada e
procuram cidades onde existam centros universitários e de pesquisa.
mercado consumidor – no caso das indústrias de bens de consumo, a proximidade do mercado consumidor reduz
o custo final do produto no varejo pelo menor custo do transporte até os pontos de venda. Grandes concentrações
urbanas atraem mais indústrias que, assim, podem ficar próximas de um grande mercado consumidor.
boa rede de transportes – essencial para garantir a circulação das matérias-primas, da energia e do produto
acabado. A saturação dos transportes em algumas áreas urbanas tem afugentado algumas empresas desses locais.
políticas de fomento ao desenvolvimento industrial - isenções de impostos e facilidades para
exportação.
dificuldades - o elevado custo da mão-de-obra, movimento sindical forte e problemas como enchentes, espaço físico
disponível (para uma eventual expansão) e falta de segurança motivam indústrias a procurarem novos locais para sua
instalação.
Após a Segunda Guerra Mundial:
• desconcentração industrial internamente e entre países.
• transnacionais se espalham pelo mundo, sendo responsáveis pela globalização da economia e
pela revolução técnico-científica.
• evolução da capacidade dos transportes e dos meios de comunicação – mobilidade de setores
que precisavam estar próximos da matéria-prima.
• evolução do transporte de energia.
• indústrias de bens de consumo se desconcentram para áreas menos saturadas e que apresentam
custos de infraestrutura e mão-de-obra mais baratos.
• o descolamento é restrito às áreas de produção. Marketing, centros de pesquisa e administração
continuam nos centros.
• formação de clusters
fora dos grandes aglomerados. São áreas que agrupam empresas do
mesmo ramo de atividades que utilizam mão-de-obra específica e mesmo tipo de matéria-prima.
São beneficiadas pela infraestrutura: centros de pesquisa, rede de escoamento de produtos,
sistemas de telecomunicação e informação. Garantem às empresas elevada capacidade de
inovação, redução de custos e poder competitivo.
• tecnopolos – concentram o desenvolvimento de produtos que incorporam alta tecnologia.
Situam-se próximo das universidades e institutos de pesquisas, com o apoio de empresas e verbas
governamentais.
•
•
•
•
Concentração no entorno das RM em direção ao interior do estado
Destaca-se a área ocupada no estado de Goiás
Apenas 5 municípios da região Norte, enquanto que no Sudeste, 234
Os estados com a presença de firmas inovadores têm grande diferencial de renda per
capita, educação e infraestrutura
• A industrialização do Sul, tem muita vinculação com a produção agrária e dentro da divisão regional
do trabalho visa o abastecimento do mercado interno e as exportações.
• O imigrante foi um elemento muito importante no início da industrialização como mercado
consumidor e no processo industrial de produtos agrícolas, muitas vezes em estrutura familiar e
artesanal.
• A industrialização de São Paulo implicou na incorporação do espaço do Sul como fonte de matériaprima. Implicou também na incapacidade de concorrência das indústrias do sul, que passaram a
exportar seus produtos tradicionais como calçados e produtos alimentares, para o exterior.
• Com as transformações espaciais ocasionadas pela expansão da soja, o Sul passou a ter investimentos
estrangeiros em indústrias de implementos agrícolas.
• A indústria passou a se diversificar para produzir bens intermediários para as indústrias de São Paulo.
Nesse sentido, o Sul passou a complementar a produção do Sudeste. O Sul pode ser considerado como
sub-região do Centro-Sul.
• Objetivando a integração brasileira com os países do Mercosul, a indústria do Sul conta com empresas
no setor petroquímico, carboquímico, siderúrgico e em indústrias de ponta (informática e química fina).
• A reorganização e modernização da indústria do Sul necessitam também de uma política nacional que
possibilite o aproveitamento das possibilidades de integração da agropecuária e da indústria, à
implantação e crescimento da produção de bens de capital (máquinas, equipamentos), de indústrias de
ponta em condições de concorrência com as indústrias de São Paulo.
A região é um centro polindustrial, marcado pela variedade e volume de produção.
• Não atingiu toda a região Sudeste, o que produziu espaços geográficos diferenciados e grandes
desigualdades dentro da própria região.
• Empresas governamentais atuam principalmente nos setores de siderurgia, petróleo e metalurgia.
• A mão-de-obra mais barata, o forte mercado consumidor e a exportação dos produtos industriais a
preços mais baratos atrai as multinacionais.
• Rio de Janeiro - indústrias de refino de petróleo, estaleiros, indústria de material de transporte,
tecelagem, metalurgia, papel, têxtil, vestuário, alimentos.
Volta Redonda, Ipatinga, Timóteo, João Monlevade e Ouro Branco, entre outras, são ligadas à
siderurgia. Campos e Macaé (extração do petróleo, açúcar e álcool), Três Corações, Araxá e Itaperuna
(leite e derivados).
• Minas Gerais – tem importância no setor metalúrgico, principalmente aço, ferro-gusa e cimento para
as principais fábricas do Sudeste. Belo Horizonte tornou-se um centro industrial diversificado, com
indústrias que vão desde o extrativismo ao setor automobilístico; Araguari e Uberlândia (cereais).
• Espírito Santo – é o menos industrializado do Sudeste: Aracruz , Ibiraçu, Cachoeiro de Itapemirim.
Vitória, a capital do Estado, tem atividades relacionadas à sua situação portuária e às indústrias ligadas
à usina siderúrgica de Tubarão.
• É a maior concentração industrial da
região por motivos históricos.
• Superconcentração industrial - cidade
de São Paulo, o ABCD (Santo André,São
Bernardo do Campo, São Caetano e
Diadema) e Campinas, Jundiaí e São
José dos Campos.
• Franca e Nova Serrana (calçados)
• Jundiaí, Campinas e São José dos
Campos têm seu espaço geográfico
integrado à região metropolitana de São
Paulo.
• Expansão nas seguintes direções: para
Baixada Santista, para a região de
Sorocaba, para o Vale do Paraíba – Rio
de Janeiro e interior, alcançando
Ribeirão Preto e São José do Rio Preto.
•A industrialização dessa região vem se modificando, modernizando, mas
sofre a concorrência com as indústrias do Centro-Sul, principalmente de
São Paulo, que utilizam um maquinário tecnologicamente mais sofisticado.
• A agroindústria açucareira é uma das mais importantes, visando
sobretudo a exportação do açúcar e do álcool.
• As indústrias continuam a tendência de intensificar a produção ligada à
agricultura (alimentos, têxteis, bebidas) e as novas indústrias
metalúrgicas, químicas, mecânicas e outras.
• A exploração petrolífera no Recôncavo Baiano trouxe para a região
indústrias ligadas à produção, refino e utilização de derivados do petróleo.
Essa nova indústria, de alta tecnologia e capital intenso, não absorve a
mão-de-obra, que passa a subempregar-se na área de serviços ou fica
desempregada.
• As indústrias estão concentradas nas mãos de poucos empresários e os
salários pagos são muito baixos, acarretando o empobrecimento da
população operária.
• O sistema industrial do Nordeste, concentrado na Zona da Mata, tem
pouca integração interna. Concentra-se sobretudo nas regiões
metropolitanas: Recife, Salvador e Fortaleza .
• O reaparelhamento dos portos de Recife e Maceió (década de 70)
aumentaram a exportação de produtos da região, principalmente o açúcar.
• A rede rodoviária mais integrada a outras regiões do que dentro do
próprio Nordeste. A construção da rodovia, ligando o Nordeste (Zona da
Mata) ao Sudeste e ao Sul, possibilitou o abastecimento do Nordeste com
produtos industrializados no Sudeste e o deslocamento da população
nordestina em direção a este.
• Década de 60 - a industrialização a nível nacional adquire novos
padrões. As indústrias de máquinas e insumos agrícolas, instaladas no
Sudeste, tiveram mercado consumidor certo no Centro-Oeste, ao
incentivarem-se os cultivos dos produtos de exportação em grandes
áreas mecanizadas.
• Década de 70, o Governo Federal implantou uma nova política
econômica visando a exportação. Para atender às necessidades
econômicas brasileiras e a sua participação dentro da divisão
internacional do trabalho, caberia ao Centro-Oeste a função de
produtor de grãos e carnes para exportação.
• O Centro-Oeste tornou-se a segunda região em criação de bovinos
do país, sendo esta a atividade econômica mais importante da região.
Sua produção de carne visa o mercado interno e externo.
• Existem grandes matadouros e frigoríficos que industrializam os
produtos de exportação.
• Sua industrialização se baseia no beneficiamento de matérias-primas
e cereais, além do abate de reses o que contribui para o maior valor
de sua produção industrial .
•A indústria de alimentos, a partir de 1990, passou a se instalar nos
polos produtores de matérias-primas, provocando um avanço na
agroindústria do Centro-Oeste.
• O estado de Goiás já tem vários centros industriais, graças ao seu
mercado consumidor.
• Os produtos alimentares representam o maior valor da produção
industrial.
• Até a década de 1970, a indústria da Região Norte era
pouco expressiva e estava ligada ao beneficiamento dos
produtos extrativos vegetais (borracha, castanha-dopará, madeira) e aos ramos tradicionais de bens de
consumo (alimentos, bebidas, vestuário).
• A instalação de indústrias é um processo recente e
deve-se principalmente a uma política praticada pelo
Governo Federal para integrar a Amazônia ao restante
do território brasileiro. Um dos objetivos da criação da
Sudam foi exatamente instalar indústrias na Região.
• Os investimentos aplicados, principalmente nas
últimas décadas, na área dos transportes, comunicações
e energia possibilitaram à algumas áreas o crescimento
no setor industrial , visando à exportação.
• Grande parte das indústrias está localizada próxima à
fonte de matérias-primas como a extração de minerais e
madeiras, com pequeno beneficiamento dos produtos.
• A agroindústria regional dedica-se basicamente ao
beneficiamento de matérias-primas diversas,
destacando-se a produção de laticínios; o
processamento de carne, ossos e couro; a preservação
do pescado, por congelamento, defumação, salga,
enlatamento; a extração de suco de frutas; o
esmagamento de sementes para fabricação de óleos; a
destilação de essências florestais; prensagem de juta.
Amazônia Oriental e Sul da Amazônia
• No final do século passado essa região começou a desenvolver, na
Amazônia oriental atividades como mineração e metalurgia.
• Na parte oriental as mudanças ocorreram em decorrência da
extração mineral na Serra dos Carajás e de Oriximiná, além da
proximidade com a usina hidrelétrica de Tucuruí e a instalação do
complexo metalúrgico do alumínio nas proximidades de Belém.
• Para que a indústria pudesse desenvolver-se, foram feitos grandes
investimentos. Era necessário melhorar o abastecimento de energia,
o sistema de transportes e de comunicações, os portos e os
aeroportos, etc. Além disso, o governo dispensou empresas de
pagarem impostos, doou terrenos e criou várias formas de estímulo
para atrair indústrias de outras partes do país, sobretudo do Sudeste.
• No fim da década de 1980, estimulou-se a transferência de usinas
de ferro-gusa do Sudeste, especialmente mineiras, para a área em
torno da estrada de ferro Carajás-Itaqui. Também foi incentivada a
instalação de indústrias de madeira. Apesar disso, não ocorreu um
desenvolvimento industrial significativo na região de Carajás, que
ainda se baseia numa economia essencialmente extrativa.
• Indústrias em Belém – Outro centro industrial do Norte Oriental
está em Belém, que tem uma grande concentração de indústrias
produtoras de bens de consumo não só para a população do Pará, mas
também para São Paulo e Rio de Janeiro. Destacam-se as indústrias
de alimentos, de fumo, de bebidas, de produtos farmacêuticos, de
couro, de perfumaria, etc.
Amazônia Oriental e Sul da Amazônia
• A floresta amazônica brasileira permaneceu
completamente intacta até o início da era “moderna”
do desmatamento, com a inauguração da rodovia
Transamazônica, em 1970.
• Os índices de desmatamento na Amazônia vêm
aumentando desde 1991 com o processo de
desmatamento num ritmo variável, mas rápido.
• Embora a floresta amazônica seja desmatada por
inúmeras razões (mineração,garimpagem, indústria
madeireira, hidreléticas, abertura de estradas) a
criação de gado ainda é a causa predominante. As
fazendas de médio e grande porte são responsáveis
por cerca de 80% das atividades de desmatamento.
• O comércio da carne bovina é apenas uma das
fontes de renda que faz com que o desmatamento
seja lucrativo.
• Os impactos do desmatamento incluem a perda de
biodiversidade, a redução da ciclagem da água (e da
precipitação) e contribuições para o aquecimento
global.
Amazônia Oriental e Sul da Amazônia
•A velocidade da degradação da floresta na Amazônia e os
protagonistas da destruição têm variado, mas é cada vez
mais importante o papel das madeireiras nesta
degradação.
•Nos anos 70, os madeireiros geralmente aproveitavam a
madeira oriunda das fazendas que transformavam
florestas em pastagens. Naquela época, a exploração
ocorria próxima à estradas abertas pelo governo,
principalmente no Mato Grosso e Pará.
•A partir da década de 80, os madeireiros passaram a ter
um papel mais ativo na degradação e destruição de
florestas na Amazônia. O desmatamento e a exploração
predatória eliminaram os estoques de madeira próximos
às estradas abertas pelo governo nas décadas de 60 e 70.
• Os madeireiros passaram a abrir estradas para extrair
madeira de áreas mais distantes. A abertura destas
estradas tem estimulado a ocupação de novas fronteiras
por agricultores e fazendeiros em várias regiões da
Amazônia. Portanto, a exploração de madeira estimula o
desmatamento.
Amazônia Ocidental
• Zona Franca de Manaus – A primeira experiência de
industrialização da Região ocorreu por meio da
criação da Zona Franca de Manaus em 1967. Trata-se
de uma área de livre comércio em que não são
cobrados impostos de importação sobre os produtos
comprados do exterior. Estão instaladas aí mais de
quinhentas indústrias, sendo trezentas de grande
porte. Em sua maioria, são apenas montadoras de
produtos obtidos com tecnologia estrangeira como
relógios, material elétrico e de comunicações e
outros bens de tecnologia avançada, com destaque
para automóveis e computadores.
• As empresas estrangeiras foram incentivadas por
uma série de benefícios de ordem tributária, além de
isenção de taxa de importação para componentes.
• Foi uma iniciativa do governo federal com o
objetivo de desenvolver economicamente e
socialmente a região. No entanto, o resultado não foi
o esperado, pois as indústrias não atribuíram
nenhum beneficio à população local.
O QUE É INDÚSTRIA? O QUE É FÁBRICA?
INDÚSTRIA é toda atividade (ECONÔMICA) humana que, através do trabalho, transforma
matérias-primas
em
bens
de
consumo
ou
produção
que,
em
seguida,
comercializados e que possuem, normalmente, maior valor agregado.
VALOR
AGREGADO
MÁQUINAS
ENERGIA
QUALIFICAÇÃO
MÃO-DE-OBRA
SALÁRIO
OBS: Fábrica é o termo utilizado para identificar o conjunto de instalações,
equipamentos e trabalhadores voltados para a transformação de matériasprimas.
são
O QUE É
INDUSTRIALIZAÇÃ
O?
Industrialização representa o
processo pelo qual a indústria
aparece como o setor MAIS
dinâmico de uma economia,
aquele que agrega mais valores
ao produto total e/ou cria
maior número de empregos.
De outro lado, o processo que
provoca a reversão do
crescimento e da participação da
indústria na produção e na
geração de empregos é conhecido
por “desindustrialização”
Estágios da Produção
Industrial
• A evolução da matéria prima em produto
transformado ocorreu em 4 estágios. São
eles:
1- Artesanato
Hoje é típica de países
subdesenvolvidos
2- Manufatura
3- Indústria (Maquinofatura)
4- Revolução Técnico-científica
(Maquinofatura)
INDÚSTRIA MAQUINOFATUREIRA
Na maquinofatura, o trabalhador estava subordinado ao regime de funcionamento da
máquina e à gerência direta do empresário. A produtividade multiplicou com a
mecanização da mão-de-obra, o produto final barateou e o desemprego cresceu.
Estágios de Produção
Industrial
MANUFATURA
ARTESANATO
Trabalho
Assalariado
MECANIZAÇÃO
ROBOTIZAÇÃO
DIVISÃO
DO
TRABALHO
FERRAMENTAS
MANUAIS
TRABALHO
MANUAL
FAMILIAR
Trabalho
Primitivo/Servil
MAQUINOFATURA
ORIGENS:
❖ Clássica : É aquela que surgiu
na Inglaterra no séc. XVIII, e na
Europa, EUA e Japão no séc.
XIX.
VAPOR (carvão mineral)
❖ Planificada : É aquela que
surgiu no séc. XX nos países
socialistas.
❖ Tardia : É aquela que surgiu nos
países subdesenvolvidos pós 2º
Guerra Mundial.
COMMODITIES, significam mercadorias que
tem uma enorme importância na economia
mundial,
alto
consumo,
pouca
industrialização, produzidos e negociados por
várias empresas, com qualidade quase
uniforme.
A INDUSTRIALIZAÇÃO DO ESPAÇO MUNDIAL
Fases da Revolução Industrial:
Primeira Revolução Industrial : (1760 – 1850)
❖ Surge na Inglaterra do séc. XVIII com a máquina á vapor (carvão mineral) e
depois França.
❖ Implicou a mudança de uma economia de base agrícola e artesanal para uma
economia de base industrial e mecanizada.
❖ A indústria têxtil e a siderurgia (ferro) foram as impulsionadoras da 1ª Revolução
Industrial.
❖ O jornal e depois o telegrafo foram os meios de comunicação da época p/ longas
distâncias
1832 – telégrafo eléctrico - Morse
Segunda Revolução Industrial : (1850 – 1980)
❖ Surge no séc. XIX com a descoberta de novas fontes de
energia (eletricidade e petroquímica)
❖ Nascem as empresas automobilísticas (Ford e GM) com
a criação dos motores
❖ EUA, Japão, Alemanha, Canadá e Rússia se industrializam
❖ Taylorismo (trabalho no menor tempo possível com recompensa)
❖ Fordismo ( linha de montagem de produção em série com divisão do trabalho)
❖ Foi a época do rádio e da televisão como meios de comunicação de massa.
Terceira Revolução Industrial : (1980 – hoje)
❖ Surge no séc. XX com a passagem de tecnologia militar para o meio civil.
❖ Nasce a informática, internet, SIGs, robótica, nanotecnologia, biotecnologia,
telecomunicações.
❖ Toyotismo (produção flexível com estoques mínimos) – Japão pós Bombas
Atômicas
❖ Privatização e Descentralização Industrial
TIPOS DE INDÚSTRIAS
INDÚSTRIAS DE BASE OU BENS DE PRODUÇÃO Transformam matériasprimas ou energia em produtos que vão ser usados pelas indústrias de bens de
capital ou de consumo. Se localizam perto das fontes fornecedoras ou dos postos
e ferrovias, onde fica fácil a recepção das matérias e a saída da produção. Ex:
siderúrgicas, as metalúrgicas e as petroquímicas.
INDÚSTRIAS DE BENS DE CAPITAL OU INTERMEDIÁRIA Esse tipo de
indústria produz máquinas e equipamentos que serão utilizados pelas indústrias
leves ou pesadas. Essas indústrias se localizam principalmente perto de seus
consumidores, nos centros industriais.
INDÚSTRIAS DE BENS DE CONSUMO (OU DE BENS FINAIS) Produzem
produtos duráveis (móveis, eletrodomésticos, automóveis, etc) ou não-duráveis
(alimentos, bebidas, etc). Essas indústrias abrigam a maior parte dos
trabalhadores e atingem um amplo mercado consumidor. Por isso, encontram-se
nas cidades médias ou em centros urbanos. A produção destina-se à população
em geral.
OUTRAS CLASSIFICAÇÕES DE
INDÚSTRIAS
Segundo a função :
Indústrias germinativas : elas geram o aparecimento de outras indústrias, como
a petroquímica.
Indústrias de ponta : são as indústrias dinâmicas que comandam a produção
industrial. Ex. automobilística.
Segundo a tecnologia :
Indústrias tradicionais : são empresas que ainda estão ligadas com a Primeira
Revolução
Industrial. Geralmente são empresas familiares, e existem algumas dessas ainda
no Brasil.
Indústrias dinâmicas : usam muita tecnologia e capital e pouca força de trabalho.
Está ligada com o desenvolvimento mais recente da química e eletrônica. Operam
em economia de escala.
Tipos de indústria
Indústria Pesada ou de Base
• Siderurgia
• Metalurgia
• Produção de
energia elétrica
• Extração mineral
• Petrolífera
• Cimento
Tipos de indústria
Indústria intermediária ou de Bens de
Capital
❖
❖
❖
❖
❖
❖
Máquinas
Ferramentas
Automobilística
Naval
Têxtil
Ferroviária
Tipos de indústria
Bens Finais ou de Consumo
Duráveis
Não-duráveis
(automóveis, eletrodomésticos)
(produtos alimentícios, têxteis)
Tipos de indústria
Indústria Dinâmica
•
•
•
•
•
Informática
Robótica
Comunicações
Aeroespacial
Biogenética
ONDE SE LOCALIZAM AS INDÚSTRIAS? POR QUE ALGUNS LUGARES
POSSUEM MAIS INDÚSTRIAS QUE OUTROS?
FATORES DETERMINANTES NA LOCALIZAÇÃO INDUSTRIAL
Como mencionamos, as indústrias estão distribuídas desigualmente no mundo.
Isto se deve às condições ou fatores favoráveis que nem todos os lugares
apresentam. Alguns fatores favoráveis são:
❖
❖
❖
❖
❖
❖
❖
❖
❖
Fontes de energia;
Mão-de-obra barata e qualificada;
Matéria-prima;
Mercado consumidor;
Infraestrutura de transporte;
Rede de comunicação;
Incentivos fiscais;
Disponibilidade de água.
Leis ambientais não rígidas
LOCALIZAÇÃO ESTRATÉGICA: QUESTÃO DE
SOBREVIVÊNCIA.
Qual a melhor localização, no triângulo, para as três indústrias abaixo?
JUSTIFIQUE sua resposta.
INDÚSTRIA
SIDERÚRGICA
INDÚSTRIA
AUTOMOBILISTICA
INDÚSTRIA
ALIMENTÍCIA
HISTÓRIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
PRELÚDIO:
Antes da industrialização, a organização do espaço geográfico no Brasil era
do tipo “arquipélago”,
Ciclo extrativo do Pau-Brasil ( litoral-Mata Atlântica )
Ciclo da Cana-de-Açúcar ( litoral do nordeste – zona da mata
)
Economia de Arquipélago
Ciclo da Mineração ( interior – Minas Gerais )
Ciclo da Borracha ( Amazônia ) e do Café ( Rio de Janeiro
e São Paulo )
Ciclo da Industrialização ( início do séc. XIX )
A industrialização promove a integração do
espaço nacional, colocando fim ao
“arquipélago econômico”.
A INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA
A industrialização no Brasil pode ser dividida em quatro períodos principais:
o primeiro período, de 1500 a 1808, chamado de "Proibição";
o segundo período, de 1808 a 1930, chamado de "Implantação";
o terceiro período, de 1930 a 1956, conhecido como fase da Revolução Industrial
Brasileira,
o quarto período, após 1956, chamado de fase da internacionalização da economia
brasileira.
Bases para crescimento industrial – fins do séc. XIX – economia cafeeira (não
proposital):
Crise de 1929 - capitais – rede bancária e comercial – rede ferroviária – mão-deobra qualificada e não qualificada – energia elétrica – mercado consumidor;
Acompanhou o ritmo de crescimento da população urbana. Adotou o modelo de
substituição das importações. Dependência de tecnologia externa.
Fases: Concentração E Desconcentração nacional - Presença das multinacionais
CAUSAS DO FRACO/ATRASADO
DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL
BRASILEIRO:
permanência da escravidão – fraco mercado de
consumo interno;
domínio político da aristocracia
agroexportadora;
elevada concorrência externa – Inglaterra e
EUA;
No século XIX, a industrialização do país era
fraca, em razão de vários fatores, como o
domínio econômico da aristocracia rural
agroexportadora e das relações escravagistas
de trabalho. O escravo era um empecilho à
industrialização, pois não participava do
mercado consumidor, já que não recebia
rendimentos, além do que não poderia ser
demitido numa crise ou contratado numa fase
de expansão. Observe, pela tabela a seguir, a
“tímida” industrialização.
1930 – Nossa 1ª Revolução Industrial:
Getúlio Vargas (Criação da CSN , Petrobrás e Vale do Rio Doce) – Inicia
a Substituição de Importação
predomínio da indústria leve;
dependência tecnológica (importações) – Ing/EUA;
concentração industrial (Sudeste) – reunião de fatores atrativos;
nova polarização social: burguesia industrial X operariado;
ligas operárias – sindicatos trabalhistas (influência externa);
ausência de legislação trabalhista – desrespeito – contenção policial;
controle social – bairros operários – segregação – guetos – cortiços.
1930 a 1955 (início da 2ª RI brasileira):
•crise cafeeira – êxodo rural – disponibilidade de mão-de-obra – exército industrial de
reserva;
•redução das importações
•política nacionalista – desenvolvimento autônomo;
•intervencionismo estatal – abandono do liberalismo;
•indústria de base e diversificação da agricultura;
•2ª Guerra Mundial;
•período Dutra (1946/50) – favorecimento ao capital externo.
•alta da balança comercial/reestruturação.
PERÍODO JK (1956 A 1961):
• maior enfrentamento aos obstáculos à industrialização;
•Plano de Metas (2/3 do orçamento para energia e transporte);
•forte participação do capital estrangeiro – internacionalização da economia /Multinacionais;
•panorama externo: fim da 2ª GM, descolonização, sobra de capitais;
•transplante de tecnologias;
•marketing agressivo – sociedade de consumo;
•papel do governo brasileiro: criação de infraestrutura;
•consolidação da dependência norte-americana;
•aumento de encargos exteriores (royalties, juros, serviços);
•reforço da indústria de base;
•carro chefe: ibcd (automobilística e eletroeletrônicos);
•desenvolvimento associado ao capital estrangeiro (não integrado, mas participante);
1964 a década de 1980: (Ditadura – Anos de Chumbo)
•Governo Médici
•Copa do Mundo de 1970 (primeira á cores)- Pra Frente Brasil
• modelo associado e dependente do capitalismo mundial;
•penetração do capital estrangeiro (indústria, agricultura e mineração); Termina Substituição
de Importação
•controle estatal: industrialização e modernização conservadora;
•1967/74 – “milagre econômico” – cresc. PIB supera os 10%;
•sustentação do milagre: incentivo às exportações de manufaturados e primários;
desvio de subsídios (agric. subsist. - agric. comercial);
financiamento do consumo das classes alta/média;
endividamento externo (petrodólares); Crise do Petróleo de 1974
• supressão de liberdades/controle;
•política recessiva imposta pelo FMI – diminuição de invest. sociais;
• elevada inflação e concentração de renda
•Obras Faraônicas de Logística (Itaipu – Ponte Rio-Niterói)
•1967 – Zona Franca de Manaus (Suframa); Desconcentração Industrial
Década de 1990 – abertura comercial:
•Modernização produtiva: dependência do capital estrangeiro – vulnerabilidade;
•Plano Real: combate à inflação – aumento do consumo;
•desestatização; (Privatização)
•desemprego estrutural;
•tecnologia + mão-de-obra especializada – educação.
Terceira Rev. Industrial – pós 2ª GM – Guerra Fria – grandes avanços
(científicos/tecnológicos);
Brasil - fatores impeditivos:
dívidas; desvio de capitais; concorrência tecnológica;
mau uso de capitais – desenv. científico em segundo plano;
atrasos das décadas de 1980 e 90;
falta de cultura voltada para pesquisa – herança econômica;
falta de integração entre os setores público e privado.
Tecnopólos – grandes centros de produção de tecnologias (instituições de ensino + empresas)
São José dos Campos (ITA, Inpe), São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Campina
Grande, São Carlos, Campinas, Brasília.
inovações tecnológicas: barateamento da produção + ganho de competitividade + melhoria
de qualidade; cuidado: dispensa de mão-de-obra + pobreza;
concentrações industriais: Sudeste – aproveitamento de fatores positivos
São Paulo; centro da economia capitalista brasileira;
propagação concêntrica;
aprofundamento de desigualdades regionais.
TRABALHO
EM
Exercício: A Produção
GRUPO
Escolha um produto
de uma empresa da região e descreva
os recursos necessários a sua produção, as etapas do
processo de transformação e a forma de medição da
produtividade
INPUTS
Recursos Humanos,
Instalações e Processos,
Materiais, Terra, Energia
e Informação
OUTPUTS
Bens
Processo de
transformação
Serviços
Medida de Performance
(Qualidade, Custo, Produtividade, etc.)
INPUT = medida quantitativa dos insumos : ou seja quantidade ou valor das matérias-primas, mão-de-obra,
energia elétrica, capital, instalações prediais, etc.
OUTPUT = medida quantitativa do que foi produzido, ou seja, quantidade de produtos ou serviços ou valor
das receitas provenientes das vendas dos produtos / serviços finais.
O processo de
industrialização brasileira
teve início de fato na
segunda metade do
Século XIX.
1808
O setor industrial recebeu
impulso a partir dos anos de
1930 e adquiriu importância na
segunda metade do Século XX.
Recebeu impulso a partir
dos anos de 1930 e
adquiriu importância na
segunda metade do
Século XX.
Parque Industrial
(SP e RJ)
Indústrias
Multinacionais
Indústrias
Nacionais
Vídeo
Não se sabia o que fazer com tanto café: com demanda insuficiente,
produtores brasileiros começam a queimar estoques
❖Desenvolvimento de infraestrutura, como
ferrovias, rodovias e hidrelétricas;
Facilitou a instalação das
fábricas.
Utilidade era o escoamento de
mercadorias.
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