revista cult e sesc são paulo realizam o 3º congresso internacional

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REVISTA CULT E SESC SÃO PAULO REALIZAM O 3º CONGRESSO INTERNACIONAL
DE JORNALISMO CULTURAL, DE 17 A 20 DE MAIO, NO SESC VILA MARIANA, EM SP
Convidados internacionais e nomes referenciais do jornalismo e do ensino acadêmico
brasileiro participam do encontro, que discute o papel da imprensa na difusão da cultura
Discutir o exercício do jornalismo cultural em suas diversas mídias e proporcionar uma reflexão sobre a
produção contemporânea e os desafios que envolvem o setor são as premissas do 3º Congresso
Internacional de Jornalismo Cultural, realização da Revista Cult e do SESC São Paulo, que acontece
entre os dias 17 e 20 de maio, no SESC Vila Mariana, em São Paulo.
O evento é voltado para profissionais da área cultural, jornalistas, estudantes de graduação e pós‐
graduação, pesquisadores, professores e demais interessados no segmento. As inscrições podem ser
feitas até 17 de maio no Portal SESCSP (http://www.sescsp.org.br/sesc).
Cerca de 70 participantes genuinamente comprometidos com a cultura – entre jornalistas, escritores,
artistas, realizadores e acadêmicos do Brasil e do exterior – estão confirmados na programação, que vai
contemplar o público com palestras, debates, bate‐papos e colóquios. A terceira edição do evento
incluirá ainda uma homenagem ao cineasta Glauber Rocha.
“O jornalismo cultural existe e resiste. E a cada edição do Congresso o público sai mais preparado e
fortalecido. Não só pela excelência das contribuições de nossos palestrantes, mas por adotar uma
postura interessada participativa, que naturalmente conduz os debates”, afirma Daysi Bregantini,
editora da revista Cult e idealizadora do evento.
A lista de convidados internacionais inclui nomes consagrados como o cineasta alemão Werner Herzog,
o historiador francês Roger Chartier, o jornalista e escritor norte‐americano Jon Lee Anderson, o escritor
e filósofo esloveno Slavoj Zizek e autores como o cubano Pedro Juan Gutiérrez (“A Trilogia Suja de
Havana”), o espanhol Enrique Vila‐Matas (“A Viagem Vertical”, “Paris não tem fim”) e a ensaísta Camille
Paglia, também dos Estados Unidos.
Já entre os brasileiros, além de diretores de redação, editores, críticos, articulistas e setoristas de cultura
de alguns dos principais veículos de imprensa do país e da América do Sul, o Congresso reunirá, dentre
outros, o cineasta Hector Babenco, o músico Zeca Baleiro, o artista multimídia Ivald Granato, a escritora
Marcia Tiburi e os diretores de teatro Felipe Hirsch, Marco Antonio Rodrigues e Oswaldo Mendes.
Por fim, também estarão presentes nos debates professores selecionados a partir de consultas às
principais instituições de ensino do jornalismo do país – USP, UNICAMP, Mackenzie, Metodista, UNESP,
PUC e UFRGS, entre outras – e uma representante sulamericano, a Fundación Nuevo Periodismo
Iberoamericano, da Colômbia.
O diretor regional do SESC São Paulo, Danilo Santos de Miranda, destaca a essência educativa do
Congresso, “com o entendimento de que a cultura é polissêmica e deve ser vista sempre em bases plurais,
assim como o próprio jornalismo cultural, que permite e institui significados e interfere na realidade do
leitor.” Miranda observa ainda que “o SESC é uma instituição promotora de atividades socioeducativas e
culturais, que gera e fornece conteúdo para os diversos meios de comunicação. Assim, de uma ponta a
outra, cumpre sua missão ao disseminar, circular e promover a produção de cultura, visando ao
desenvolvimento integral da sociedade”.
Critérios editoriais, o papel da crítica em relação às diversas manifestações culturais, a influência da
televisão e da literatura, a formação dos profissionais do setor pelas empresas jornalísticas são alguns
dos temas propostos para esta edição do evento.
Histórico
Em maio de 2009, a Revista CULT realizou no TUCA, em São Paulo, o I Congresso de Jornalismo Cultural,
que reuniu 55 palestrantes e um público médio diário de 600 pessoas, vindas de todas as regiões do País.
A excelência reconhecida dos debatedores, a grade bem estruturada e a participação interessada da
plateia inseriram o evento no calendário nacional da cultura brasileira. Já no ano passado, o evento
ampliou seu alcance e conteúdo, consolidando‐se como um agente agregador daqueles que produzem,
avaliam e investem na cultura.
A partir de 2011, o SESC São Paulo, que já havia apoiado as duas primeiras edições, torna‐se co‐
realizador, ao lado da revista CULT.
3º CONGRESSO INTERNACIONAL DE JORNALISMO CULTURAL
PROGRAMAÇÃO
17 DE MAIO, terça‐feira.
9h
Credenciamento
10h15
Abertura – Diretor Regional do SESC São Paulo, Danilo Santos de Miranda.
10h30
“Conversando com Werner Herzog”, cineasta alemão.
Mediação: Luiz Zanin, crítico de cinema do jornal O Estado de S. Paulo.
14h
Debate: “A responsabilidade do Editor”
Qual é o compromisso do editor com a diversidade cultural de seu país? Como o
editor lida com a pressão da indústria cultural para promover seus produtos? A
pauta valoriza mercadorias culturais dirigidas ao consumo em larga escala?
Convidados: Julián Gorodischer, editor‐chefe da revista Ñ, do jornal El Clarín (Argentina);
Sylvia Colombo, editora do Caderno Ilustrada, Folha de S. Paulo.
Mediação: Ivan Giannini, superintendente de comunicação social do SESC São Paulo.
15h30
Debate: “Os riscos e ameaças para o exercício do jornalismo cultural”
Os altos custos de apuração e produção inviabilizam a realização de um jornalismo
cultural de qualidade? Como enfrentar a superficialidade e provocar a reflexão no
consumidor de informação.
Convidados: Paulo Werneck, editor do caderno Ilustríssima, Folha de S. Paulo; Robinson
Borges, editor de cultura do jornal Valor Econômico.
Mediação: Rodolfo Carlos Martino, coordenador de jornalismo da Universidade Metodista.
17h
Palestra: “A Teoria de Lyon”
Com: Enrique Vila‐Matas, escritor espanhol.
Mediação: Paulo Roberto Pires, escritor e diretor de redação da revista Serrote.
18 DE MAIO, quarta‐feira.
9h30
Palestra: "O jogo na escrita: o desconhecido, o inexplicável, a escuridão”.
Com: Pedro Juan Gutiérrez, escritor cubano.
Mediação: Xico SḠarticulista da Folha de S.Paulo e escritor.
11h30
Debate: “Qual o papel da crítica literária hoje? Seus equívocos e seus acertos”.
Convidados: Ignácio de Loyola Brandão, jornalista e escritor; Alcir Pécora, crítico literário
e escritor; Daniel Piza, escritor e colunista do jornal O Estado de S. Paulo.
Mediação: Cassiano Elek Machado, jornalista e diretor editorial da Cosac Naify.
15h
Debate: “A relação entre as artes visuais e a crítica especializada”.
Convidados: Ivald Granato, pintor e artista multimídia; Silas Martí, crítico de artes visuais
da Folha de S. Paulo; Angélica de Moraes, curadora e crítica de arte.
Mediação: Juliana Monachesi, jornalista e crítica de arte.
17h
Debate: “O que quer e o que pode a literatura brasileira hoje. Ela tem autonomia estética
e influência social”?
Convidados: Fabio de Souza Andrade, professor de teoria literária da USP; Noemi Jaffe,
escritora e professora da PUC‐SP; Rodrigo Lacerda, escritor e jornalista.
Mediação: Raquel Cozer, jornalista de O Estado de S. Paulo.
19h
Debate: “O papel da televisão no âmbito da cultura”.
Convidados: Zico Góes, diretor da MTV Brasil; Valter Sales, gerente executivo da SESCTV;
Marcia Tiburi, escritora, professora da Universidade Mackenzie e colunista da revista Cult;
Mediação: José Augusto Camargo, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no
Estado de São Paulo.
19 DE MAIO, quinta‐feira.
9h30
Debate: “A produção teatral contemporânea e a crítica especializada”.
Convidados: Felipe Hirsch, diretor de teatro; Marco Antonio Rodrigues, diretor de
teatro; Jefferson Del Rios, professor e crítico de teatro.
Mediação: Oswaldo Mendes, jornalista e diretor de teatro.
11h30
Debate: “A produção musical contemporânea e a crítica especializada”.
Convidados: Alexandre Matias, escritor e editor do caderno Link, de O Estado de S. Paulo;
Pablo Miyazawa, diretor de redação da revista Rolling Stone; Zeca Baleiro, músico.
Mediação: Marcus Preto, crítico de música da Folha de S.Paulo.
15h
“Conversando com Camille Paglia”, ensaísta e escritora norte‐americana.
Mediação: Gunter Axt, historiador e professor; Kathrin Rosenfield, filósofa e professora
da UFRGS.
17h
Debate: “As empresas jornalísticas investem na formação contínua de seus profissionais?
Como se forma um jornalista cultural?”
Convidados: Héctor Feliciano, jornalista e escritor porto‐riquenho, professor da Fundación
Nuevo Periodismo Iberoamericano/Colômbia; Carlos Vogt, escritor, lingüista, coordenador
do LabJor, UNICAMP; Laura Greenhalgh , editora‐executiva de O Estado de S.Paulo;
Mediação: Mauro Ventura, jornalista e professor da UNESP.
19h
Debate: “O jornalismo impresso está se tornando refém da mídia digital?”.
Convidados: Otavio Frias Filho, diretor de redação da Folha de S. Paulo; Esther Hamburger,
antropóloga, diretora do CINUSP, chefe do departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA USP.
Mediação: Welington Andrade, doutor em literatura pela USP e professor da Faculdade
Cásper Líbero.
20 DE MAIO, sexta‐feira.
9h30
Palestra “O jornal e o livro na Era Digital”.
Com: Roger Chartier, historiador e escritor francês.
Mediação: Marta Raquel Colabone, historiadora, gerente de Estudos e Desenvolvimento
do SESC São Paulo.
11h30
Debate: “O cinema político de Glauber Rocha, entre o sagrado e o profano”.
Convidado: Ismail Xavier, escritor, crítico e professor.
Mediação: Joel Pizzini, cineasta e documentarista.
14h30
Debate: “A relação entre cinema e crítica”.
Convidados: Isabela Boscov, crítica de cinema, revista Veja; Hector Babenco, cineasta;
Ricardo Calil, documentarista e crítico de cinema.
Mediação: Alcino Leite Neto, jornalista e diretor da Publifolha.
16h30
Colóquio: “Cultura e Economia”.
Convidados: Eduardo Saron, diretor superintendente do Itaú Cultural; Omar Barreto
Lopes, gerente executivo de imprensa e comunicação digital do Banco do Brasil; Vitor
Ortiz, jornalista, secretário executivo do MINC.
Mediação: Leonardo Brant
18h30
“Conversando com Jon Lee Anderson”, jornalista e escritor norte‐americano.
Mediação: Marcos Flamínio Peres, diretor de redação da revista Cult.
20h
Encerramento
Palestra: “O perigo das sombrias nuvens digitais"
Com: Slavoj Zizek, escritor, professor e filósofo esloveno.
Mediação: Vladimir Safatle, professor de filosofia da USP e colunista da revista Cult.
3º CONGRESSO INTERNACIONAL DE JORNALISMO CULTURAL
SERVIÇO
Realização: Revista Cult / SESC São Paulo.
Local: Teatro do SESC Vila Mariana (próximo do metrô Ana Rosa).
Rua Pelotas, 141 ‐ São Paulo – SP. CEP: 04012‐000
INSCRIÇÕES ABERTAS Até 17 de maio de 2011 (enquanto houver vagas), pelo site www.sescsp.org.br ou
pessoalmente nas Centrais de Atendimento das unidades do SESC SP (Capital e Interior)
Informações: De terça a sábado, das 10h às 19h, pelo telefone (11) 5080‐3008 ou e‐mail
[email protected]
OBS: Será emitido certificado para no mínimo 75% de presença.
Taxas de Inscrição*:
R$400,00 [inteira]
R$200,00 [usuário inscrito, maior de 60 anos, aposentado, estudante e professor da Rede Pública]
R$100,00 [comerciário e trabalhador no comércio de bens e serviços e turismo matriculado]
* valor único para participação em todo o Congresso.
Condições para participação:
‐ Para inscrições feitas através do Portal SESC e utilização de alguma categoria de desconto, será
necessária a apresentação do documento para comprovação no ato do credenciamento.
‐ Para inscrições feitas pessoalmente nas unidades do SESC e utilização de alguma categoria de
desconto, será necessária a apresentação do documento no ato do atendimento, na unidade escolhida.
3º CONGRESSO INTERNACIONAL DE JORNALISMO CULTURAL
PARTICIPANTES E MEDIADORES
Werner Herzog ‐ Nasceu em Munique, Alemanha, em 1942. Passou a infância em uma aldeia remota nas
montanhas da Bavaria sem nunca ter visto filmes, televisão ou telefones. Começou a viajar a pé aos 14
anos e fez sua primeira ligação telefônica aos 17. Durante o ensino médio, trabalhava no turno da noite
de uma fábrica como soldador para ter recursos de produzir seus filmes. O primeiro deles feito aos 19,
em 1961. Desde então, produziu, escreveu e dirigiu mais de 50 filmes, publicou mais de uma dúzia de
livros e dirigiu diversas óperas. Sua filmografia inclui Aguirre, a Cólera dos Deuses,
Fitzcarraldo, O Enigma de Kasper Hauser, Stroszek e Nosferatu, o Vampiro da Noite, entre outros.
Luiz Zanin ‐ Crítico de cinema do jornal O Estado de S. Paulo. Estudou filosofia e psicologia na
Universidade de São Paulo. Escreveu, entre outros, o ensaio O sertão no imaginário cinematográfico
brasileiro, para o livro New Brazilian Cinema (Palgrave, EUA) e os livros Cinema de Novo ‐ um Balanço
Crítico da Retomada (Estação Liberdade, 2003) e Fome de Bola ‐ Cinema e Futebol no Brasil (Imprensa
Oficial, 2006).
Julián Gorodischer ‐ É licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade de Buenos Aires e
mestre em jornalismo pela Universidade de Columbia (EUA). Autor de vários livros, entre eles,
Golpeando Las Puertas de la TV (Ed. Del Rojas, 2004) e Orden de Compra (Marea, 2010). É o editor‐chefe
da revista de cultura Ñ, do diário argentino Clarín.
Sylvia Colombo ‐ Graduada em jornalismo e em história, é editora do caderno Ilustrada, da Folha de S.
Paulo. Desde 1993 no jornal, já foi repórter, editora do suplemento Folhateen e correspondente do
jornal em Londres.
Robinson Borges ‐ Jornalista e mestre em ciências da comunicação, é editor de cultura do jornal Valor
Econômico. Já trabalhou nas redações da Folha de S. Paulo, Jornal da Tarde e na Rede Record.
Paulo Werneck ‐ Editor do caderno Ilustríssima, da Folha de S.Paulo. Trabalhou como editor de livros
durante onze anos, na Companhia das Letras e na Cosac Naify. Traduziu o romance Zazie no Metrô, de
Raymond Queneau (Cosac Naify) e a história em quadrinhos Persépolis, de Marjane Satrapi (Companhia
das Letras), entre outros livros.
Rodolfo Carlos Martino ‐ Jornalista formado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de
São Paulo e mestre em Comunicação Social. Leciona na Universidade Metodista, onde responde pela
coordenação do curso de jornalismo desde 2005. Trabalhou em diversas redações de jornais paulistanos
por 28 anos. É autor dos livros Às Margens Plácidas do Ipiranga e Meus Caros Amigos – Crônicas Sobre
Jornalistas, Boêmios e Paixões, lançado em 2010.
Enrique Vila‐Matas ‐ Nascido em Barcelona, 1948, estreou na ficção em 1973 e desde então teve 31
livros publicados, em cerca de trinta países. Em 2001, quando A viagem vertical ganhou o prêmio
Rómulo Gallegos, foi alçado ao primeiro time dos escritores contemporâneos. Premiado não só na
Espanha, mas também na França, é considerado “o escritor de escritores”. Desde 2004, a Cosac Naify
vem publicando seus principais livros, A viagem vertical (2004), Bartleby e companhia (2004), O mal de
Montano (2005), Paris não tem fim (2007), Suicídios exemplares (2009) e Doutor Pasavento (2010).
Depois de História abreviada da literatura portátil, a editora lança Dublinesca.
Paulo Roberto Pires ‐ Professor da ECO‐UFRJ, jornalista e escritor. Atualmente, edita a revista de ensaios
do Instituto Moreira Salles e escreve críticas para a Bravo! É autor dos romances Do amor ausente e Se
um de nós dois morrer e do perfil biográfico Hélio Pellegrino ‐ A paixão indignada.
Pedro Juan Gutiérrez ‐ Jornalista durante 26 anos, realizou reportagens no Brasil, México, Rússia,
Alemanha e Cuba. O reconhecimento internacional obtido com a publicação de Trilogia suja de Havana,
em 1998, fez com que grande parte de suas obras fossem traduzidas e publicadas em mais de 20
idiomas, incluindo 9 livros de prosa e 6 de poesia. Atualmente, vive em Havana e se dedica à escrita e a
pintura.
Xico Sá ‐ Jornalista e escritor, é autor de Chabadabadá ‐ aventuras e desventuras do macho perdido e da
fêmea que se acha, Modos de macho & Modinhas de fêmea, Divina Comédia da Fama, Nova Geografia
da Fome e Catecismo de Devoções e Intimidades & Pornografias, lançado pela Editora do Bispo.
Ignácio Loyola Brandão ‐ Jornalista, escritor e cronista do jornal O Estado de S. Paulo, é autor de 32
livros que já foram publicados em mais de 7 línguas, dentre eles o polêmico Zero ‐ proibido nos tempos
da ditadura militar. Escreveu roteiros para filmes os Bebel que a cidade comeu e Anuska e a peça teatral
A Última Viagem de Borges. Trabalhou no jornal Ultima Hora e nas revistas Claudia, Realidade e Vogue.
Alcir Pécora ‐ Crítico literário e professor da Unicamp, é autor de Teatro do Sacramento, Máquina de
Gêneros, As Excelências do Governador, em co‐autoria com Stuart Schwartz, dentre outros. É co‐editor da
revista Sibila.
Daniel Piza ‐ Iniciou sua carreira jornalística no jornal O Estado de S. Paulo, onde foi repórter do Caderno
2 e editor‐assistente de Cultura. Em seguida, esteve na Folha de S. Paulo como repórter e editor‐
assistente da Ilustrada, cobrindo as áreas de livros e artes visuais, além de já ter sido editor e colunista
do caderno Fim de Semana da Gazeta Mercantil. Traduziu seis títulos, de autores como Herman Melville
e Henry James, e organizou seis outros, nas áreas de jornalismo cultural e literatura brasileira. Escreveu
17 livros, entre eles Jornalismo Cultural (2003), a biografia Machado de Assis ‐ Um Gênio Brasileiro
(2005), Aforismos sem Juízo (2008) e os contos de Noites Urbanas (2010). Fez também os roteiros dos
documentários São Paulo ‐ Retratos do Mundo e Um Paraíso Perdido ‐ Amazônia de Euclides.
Cassiano Elek Machado ‐ Diretor editorial da Cosac Naify, foi repórter, redator e editor do caderno de
cultura Ilustrada, do jornal Folha de S. Paulo, onde esteve por dez anos e também redator‐chefe das revistas
Trip e Piauí. Esteve à frente da programação da Festa Literária Internacional de Paraty, a FLIP, em 2007.
Ivald Granato ‐ Formado pela Escola de Belas Artes da UFRJ, é gravador, desenhista, pintor e artista
multimídia. Recebeu vários prêmios, entre eles o de Melhor Ilustrador do Ano, pela Editora Abril, o
Prêmio Aquisição na 1ª Trienal de Osaka, no Japão e o Prêmio Jabuti, de Melhor Capa de Livro, em 1993.
Realizou inúmeras exposições pelo Brasil, EUA e Japão, das quais destacam‐se a Bienal Internacional de
São Paulo, 1ª Bienal de Havana, em Cuba, 4ª Bienal Ibero‐Americana de Arte, no México, MuBE e MAC,
em São Paulo, Museu de Arte Contemporânea de Olinda; e Museu de Arte Moderna, em Salvador.
Silas Martí ‐ É crítico de artes visuais, design e arquitetura do jornal Folha de S. Paulo e correspondente
em São Paulo do The Art Newspaper, de Londres.
Angélica de Moraes ‐ Crítica de artes visuais graduada pela PUC‐RS, em Porto Alegre, integrou a equipe
do Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo, onde exerceu jornalismo cultural e crítica de artes visuais
por mais de 10 anos. Realizou freqüentes coberturas de mostras internacionais em Veneza, Tóquio, Nova
Iorque, Yokohama, Madri e Washington e fez críticas de arte e literatura para a revista Veja. Foi editora
do Caderno T, publicação sobre política cultural encartada na revista Bravo!, além de ter organizado e
escrito textos para o livro Regina Silveira: Cartografias da Sombra, entre outros. Coordenou e escreveu
Arte Brasileira 50 Anos, edição comemorativa do cinquentenário do Museu de Arte Brasileira da FAAP e
integrou a equipe de pesquisadores do projeto Documents of 20th Century Latin American and Latino Art
do Museum of Fine Arts, de Houston, no Texas.
Juliana Monachesi ‐ Jornalista especializada em artes visuais e mestre em Comunicação e Semiótica pela
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde defendeu a dissertação "Quebra de padrão ‐ Novos
paradigmas para a crítica de arte no contexto da cultura digital”. Foi curadora‐adjunta do projeto Rumos
Itaú Cultural Artes Visuais 2001/2003, além de ter sido repórter de artes e redatora da Folha de S. Paulo
durante dez anos. Como crítica de arte, trabalha na Temporada de Projetos do Paço das Artes.
Noemi Jaffe ‐ Escritora, doutora em literatura brasileira pela USP e colaboradora da Folha de S. Paulo,
escreveu Todas as coisas pequenas, Do princípio às criaturas, Folha explica Macunaíma e Ver palavras,
ler imagens. Em 2011, publicará dois novos livros de ficção.
Rodrigo Lacerda ‐ Jornalista e escritor, é reconhecido pelo romance juvenil O fazedor de velhos, que
recebeu prêmio de melhor livro juvenil da biblioteca nacional e também o prêmio Jabuti. Dentre outros
livros publicados estão: O mistério do leão rampante, A dinâmica das larvas, Fábulas para o séc. XXI,
Tripé e Vista do Rio, finalista dos prêmios Zaffari & Bordon, Portugal Telecom e Jabuti, em 2004.
Raquel Cozer ‐ Jornalista formada pela UFRJ, atualmente atua como repórter do suplemento Sabático,
no jornal O Estado de S.Paulo, onde também assina a coluna Babel, sobre o mundo literário e o mercado
editorial. No portal Estadão.com, edita o blog A Biblioteca de Raquel.
Marcia Tiburi ‐ Graduada em filosofia e artes, é colunista da Revista Cult e também leciona Arte,
Educação e História da Cultura na pós‐graduação do Mackenzie. Tiburi é autora de diversos livros de
filosofia e de literatura, entre eles Filosofia em Comum, Filosofia Brincante e Diálogo/Desenho, e dos
romances Magnólia, A Mulher de Costas e O Manto e do ensaio Olho de Vidro – A televisão e o estado de
exceção da imagem.
Felipe Hirsch ‐ Colunista do Jornal O Globo, é um dos fundadores da Sutil Companhia de Teatro, que hoje
coleciona mais de 100 prêmios e indicações em 15 anos de existência. Criou e dirigiu grandes sucessos
de público e crítica como Avenida Dropsie, Temporada de Gripe, A Morte de um Caixeiro Viajante, Os
Solitários com Marco Nanini e Marieta Severo, A Memória da Água, A Vida é Cheia de Som & Fúria, com
Guilherme Weber, Estou Te Escrevendo de um País Distante, sobre o Hamlet de William
Shakespeare. Entre seus espetáculos mais recentes estão Não sobre o amor, que foi duas vezes vencedor
do Prêmio Shell, Viver Sem Tempos Mortos, baseado na vida de Simone de Beauvoir e estrelado por
Fernanda Montenegro e Pterodátilos que recebeu 8 indicações para o prêmio APTR, ganhou 3 prêmios
Shell, além dos melhores do ano pelos jornais O Globo e Jornal do Brasil.
Welington Andrade ‐ Professor e vice‐diretor da Faculdade Cásper Líbero, também é doutor em
literatura brasileira com ênfase em dramaturgia.
Alexandre Matias ‐ Editor do caderno Link, de O Estado de S. Paulo desde 2007, já trabalhou nos jornais
Diário do Povo e Correio Popular, de Campinas, foi editor‐executivo da Conrad Editora e editor‐chefe do
projeto Trama Universitário, da gravadora Trama. Colaborou com inúmeros veículos, dentre eles, Folha
de S. Paulo, O Globo, InfoExame, Super Interessante, Rolling Stone e Bizz, além de atuar como tradutor e
apresentador de programas de rádio. Mantém o site Trabalho Sujo, o podcast Vida Fodona e a festa
Gente Bonita.
Pablo Miyazawa ‐ Formado pela PUC‐SP, é diretor de redação da revista Rolling Stone Brasil, onde
trabalho desde o surgimento da publicação, em 2006, além de escrever no blog Gamer.br e também nas
revistas ESPN e EGW. Trabalhou na Conrad Editora, onde participou da criação de revistas voltadas para
o público infanto‐juvenil como, Herói, EGM Brasil, Nintendo World, Play e Clube e também foi colunista
das revistas SET e MTV, no jornal Folha de S. Paulo e do programa Notícias MTV. Em 2003, foi um dos
fundadores e editou o hoje extinto coletivo Gardenal.org, site que se propunha a divulgar o conceito da
filantropia digital por meio de um portal de blogs auto‐sustentável.
Zeca Baleiro ‐ Cantor e compositor maranhense, lançou doze CDs, seis DVDs e um Blu‐ray ao longo de 13
anos de carreira fonográfica. Acumula cinco discos de ouro e quatro indicações para o Grammy Latino,
dentre eles o de melhor álbum de MPB. Há seis anos, criou o selo Saravá Discos, por onde já foram
lançados o CD póstumo de Sérgio Sampaio, Cruel, um disco com poemas musicados da escritora paulista
Hilda Hilst, além de dois discos próprios, o Concerto e Trilhas. Em 2010, estreou o musical infanto‐juvenil
Quem tem medo de Curupira?, o livro Bala na Agulha e se lançou no programa Biotônico, da Rádio UOL.
Camille Paglia ‐ Nascida em Endicott, em Nova Iorque, é considerada uma das mais influentes
intelectuais públicas dos EUA. PhD em Língua Inglesa pela Universidade de Yale e Professora na
Universidade das Artes, da Filadélfia desde 1984, ganhou notoriedade com a publicação de sua tese de
doutorado Sexual Personae: Art and Decadence from Nefertiti to Emily Dickinson, publicada no Brasil em
1992. Publicou, nos Estados Unidos, a coletânea de artigos curtos Sexo, Arte e Cultura American e Vamps
& Tramps, a análise sobre Os pássaros, de Alfred Hitchkok e ainda inédito no Brasil Break, Blow, Burn,
uma coletânea comentada de 43 poemas. Escreve no site Salom.com.
Gunter Axt ‐ Historiador e gestor cultural.
Kathrin Rosenfield ‐ Graduada em Letras pela Université de Paris III, realizou mestrado em Antropologia
Histórica pela École des Hautes Études en Sciences Sociales e doutorado em Ciência da Literatura pela
Universidade de Salzburg. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal do Rio Grande do
Sul e tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente em
Estética, Filosofia, Literatura brasileira, Psicanálise e Arte.
Héctor Feliciano ‐ Jornalista e escritor portorriquenho, foi finalista no prêmio Pulitzer na categoria de
não ficção pelo livro O Museu desaparecido. Morou em Paris por mais de 18 anos, onde trabalhou como
redator‐chefe da World Media Network, uma agrupação de jornais europeus, além de ter sido
correspondente cultural na Europa para o The Washington Post e Los Angeles Times. Atualmente,
escreve de Nova Iorque para os jornais El País e Clarín e é professor da Fundación Nuevo Periodismo
Iberoamericano, na Colômbia.
Carlos Vogt ‐ Mestre em linguística geral e estilística de francês, pela Universidade de Besançon, na
França, recebeu o título de doutor honoris causa pela École Normale Supérieure de Lyon, na França. É
professor titular na área de semântica argumentativa e coordenador do Laboratório de Estudos
Avançados em Jornalismo da Unicamp onde foi reitor no período de 1990 a 1994. Foi presidente da
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Secretário de Ensino Superior do Estado de São
Paulo e atualmente é coordenador cultural da Fundação Conrado Wessel e Assessor Especial do
Governador de São Paulo.
Laura Greenhalgh ‐ Editora executiva do jornal O Estado de S. Paulo, começou sua carreira nos anos 70,
como repórter da área de cultura do Jornal da Tarde. Em 2004, foi uma das vencedoras do Prêmio Esso
de Jornalismo, na categoria Reportagem, pela edição especial Mulher, a Grande Marcha, da revista Veja.
Mauro Ventura ‐ Mestre em jornalismo e editoração pela USP, é professor do Programa de Pós‐
Graduação em Comunicação da UNESP/FAAC e do Curso de Jornalismo da UNESP, onde também atua
como editor da Revista Comunicação Midiátiática. Sua área de pesquisa e de orientação situa‐se no
estudo dos processos e discursos do jornalismo cultural na contemporaneidade, em específico, à análise
de suplementos e cadernos literários e culturais de jornais diários e no estudo tópico das relações entre
jornalismo, crítica literária e crítica cultural.
Roger Chartier ‐ Nascido em Lyon, foi professor na Escola Normal Superior de Saint‐Cloud e atualmente
é professor no College de France, Diretor de estudos da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais da
França e professor visitante na Universidade da Pensilvânia. Seus últimos livros publicados em português
são: Cultura escrita e literatura, Origens culturais da Revolução francesa e A história ou a leitura do
tempo. É um dos produtores do programa de radio Les lundis de l'histoire na emissora France‐Culture e
colabora regularmente com artigos para os jornais Libération e Le Monde.
Ismail Xavier ‐ Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo e em Cinema Studies, pela New York
University, é professor da USP e autor de O Discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência,
Sertão Mar: Glauber Rocha e a estética da fome, O cinema brasileiro moderno e O olhar e a cena.
Joel Pizzini ‐ Autor de filmes, ensaios, videoinstalações e textos críticos, conquistou dezenas de prêmios
nacionais e internacionais. É conselheiro da Escola do Audiovisual de Fortaleza, professor da Faculdade
de Artes do Paraná, curador da restauração da obra de Glauber Rocha e co‐diretor dos documentários
extras dos DVDs do cineasta. Entre seus trabalhos estão: 500 Almas, Glauces, Estudo de um Rosto,
Dormente, Enigma de um dia e Anabazys, que representaram o país no Festival de Veneza em 2009.
Isabela Boscov ‐ Crítica de cinema e editora da revista VEJA.
Ricardo Calil ‐ Repórter especial da revista Trip, crítico de cinema da Folha de S. Paulo e titular do blog
Olha Só, do portal IG. Co‐dirigiu, em parceria com Renato Terra, o documentário Uma Noite em 67.
Alcino Leite Neto ‐ Formado pela PUC‐MG, é mestre em semiótica com tese sobre o diretor italiano
Roberto Rossellini. Foi editor do Caderno Mais! da Folha de S. Paulo e correspondente da Folha de S.
Paulo, em Paris. Atualmente é editor da Publifolha da revista eletrônica Trópico.
Omar Barreto Lopes
Mestre em jornalismo comparado pela USP. Atualmente, é gerente‐executivo de imprensa e
comunicação digital do Banco do Brasil. Participa em comitê, na Diretoria de Marketing e Comunicação
do Banco do Brasil, das decisões sobre as estratégias de comunicação, em seu conceito integrado:
publicidade e propaganda, patrocínios e promoções, endomarketing, mídia, estratégias de marca,
gerenciamento dos centros culturais do Banco do Brasil, relacionamento com a imprensa e ações
comunicativas nos ambientes digitais
Eduardo Saron ‐ Pós‐graduado em turismo cultural pela USP, é diretor superintendente do Itaú Cultural
e membro da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.
Leonardo Brant ‐ Pesquisador independente de políticas culturais, autor dos livros O Poder da Cultura,
Diversidade Cultural, Políticas Culturais, vol.1 e Mercado Cultural. É editor do site Cultura e Mercado e
sócio‐diretor da Brant Associados ‐ consultoria para desenvolvimento de negócios culturais.
Jon Lee Anderson ‐ Jornalista estadunidense, é repórter especial da revista New Yorker e especialista em
temas políticos latino‐americanos e conflitos contemporâneos, incluindo os do Afeganistão e Iraque.
Criou uma escola sobre a forma de escrever perfis, tendo assinado o de personalidades mundiais como
Fidel Castro, Gabriel G. Márquez, Augusto Pinochet, Rei Juan Carlos I, da Espanha e Hugo Chávez.
Publicou os livros: Che Guevara: Uma Vida Revolucionária, A tumba do Leão: partes da guerra desde o
Afeganistão, A queda de Bagdá, entre outros. Também escreveu artigos para o New York Times,
Financial Times, The Guardian, El País, Harper’s.
Marcos Flamínio Peres ‐ Doutor em literatura pela USP, foi editor do caderno Mais! da Folha de S. Paulo,
além de atuar como repórter especial e colunista do mesmo jornal. Atualmente é diretor de redação da
revista CULT.
Slavoj Zizek ‐ Nasceu na cidade de Liubliana, na Eslovênia, é filósofo, psicanalista e um dos principais
teóricos contemporâneos que efetua uma inovadora crítica cultural e política da pós‐modernidade, sob
influência de Karl Marx e Jacques Lacan. É professor da European Graduate School e do Instituto de
Sociologia da Universidade de Liubliana e preside a Society for Theoretical Psychoanalysis, de Liubliana,
além de ser um dos diretores do centro de humanidades da Universidade de Londres. No Brasil sua obra
tem sido publicada pela Boitempo Editorial, que lançou os seguintes livros: Bem‐vindo ao deserto do
Real, Às portas da revolução ‐ escritos de Lenin de 1917 ‐, A visão em paralaxe, Lacrimae rerum e Em
defesa das causas perdidas, lançado em 2011.
Vladimir Safatle ‐ Mestre em Filosofia pela USP e doutor em Lieux et transformations de la philosophie,
pela Universidade de Paris VIII. Atualmente é Professor Livre Docente do departamento de filosofia da
USP e foi professor visitante das Universidades de Paris VII, Paris VIII, Toulouse e Louvain, além de
responsável de seminário no Collège International de Philosophie. É um dos coordenadores da
International Society of Psychoanalysis and Philosophy e desenvolve pesquisas nas áreas de
epistemologia da psicanálise e da psicologia, desdobramentos da tradição dialética hegeliana na filosofia
do século XX e filosofia da música. Escreveu vários livros, como A paixão do negativo: Lacan e a dialética,
Lacan, Ensaios de música e filosofia, Sobre arte e psicanálise e O tempo, o objeto e o avesso: ensaios de
filosofia e psicanálise.
Jefferson Del Rios ‐ Jornalista e crítico teatral, foi professor convidado de dramaturgia brasileira no
Conservatório Nacional de Lisboa. Como critico teatral sua atuação mais extensa esteve concentrada nos
jornais Folha de S.Paulo, Diário do Comércio e Indústria, revista BRAVO e, atualmente, no jornal O Estado
de S.Paulo. Foi ainda o apresentador do programa televisivo de entrevistas teatrais Estúdio Brasil
transmitido pela SESCTV. É autor de Bananas ao Vento – Meia década de cultura e política em São Paulo.
José Augusto Camargo ‐ Atual presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e diretor do
departamento de Saúde e Previdência da FENAJ. Foi diagramador do Diário Popular, Gazeta Mercantil,
Shopping News, DCI, Diário do Comércio e de jornais sindicais e associações. Integrou o Conselho
Estadual de Saúde de SP como representante da CUT onde foi coordenador da Comissão Técnica de
Saúde do Trabalhador.
Marco Antonio Rodrigues ‐ Iniciou sua carreira no teatro amador santista, onde estreou
profissionalmente como diretor de O Menino Maluquinho, de Ziraldo, em 1984. Foi um dos fundadores
do grupo Folias d'Arte e do teatro Galpão do Folias e fez vários espetáculos didáticos, como Senhora dos
Afogados e Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago. Recebeu o Prêmio Molière na categoria especial
de direção pelo espetáculo Enq, o Gnomo, de Marcos de Abreu, o Prêmio Mambembe por direção com a
montagem de Cantos Peregrinos, de José Antônio de Souza e pelo O Assassinato do Anão do Caralho
Grande, de Plínio Marcos. Entre outros trabalhos estão o musical Surabaya Johnny, de Bertold Brecht,
Copenhagen, de Michael Frayn e Babilônia, de Reinaldo Maia, À Putanesca e o mais recente Casting,
musical do russo Aleksandr Gálin, em cartaz no Teatro Nair Bello, em São Paulo.
Marcus Preto ‐ Crítico de música do jornal Folha de S. Paulo.
Esther Hambúrguer ‐ PhD em Antropologia pela Universidade de Chicago e pós‐doutorada na
Universidade do Texas, é crítica ensaísta e autora do livro O Brasil antenado: a sociedade da novela.
Colabora com diversos jornais e revistas e pesquisa diferentes formas de "apropriação dos mecanismos
de construção da visualidade" na produção cinematográfica e televisiva recente, especialmente em
trabalhos que tratam de violência e pobreza. Atua na confluência dos Estudos de Cinema e Televisão,
Antropologia e Jornalismo na abordagem de temas como indústria cultural, cultura e política, crítica,
teoria e história do audiovisual, relações de gênero, televisão e cinema.
Otavio Frias Filho ‐ Diretor de redação do jornal Folha de S. Paulo desde 1984. é também autor de
Tutankaton, De ponta‐cabeça, Queda livre, Seleção natural e do juvenil Livro da primeira vez. Participou
ainda de duas coletâneas de contos para crianças, O livro dos medos e Vice‐versa ao contrário, ambos
publicados pela Companhia das Letrinhas.
Oswaldo Mendes ‐ Ator, diretor e autor de teatro. Atuou como jornalista profissional, de 1969 a 1992 e
dirigiu o jornal Última Hora, o suplemento Folhetim e foi sub‐secretário de redação da Folha de S. Paulo.
Escreveu os livros Getúlio Vargas, uma biografia, Ademar Guerra: O teatro de um homem só, indicado
para o prêmio Shell e Teatro e Circunstância que reúne três de suas peças já encenadas. Recentemente
escreveu a biografia de Plínio Marcos, Bendito Maldito, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti e o Prêmio APCA.
Zico Góes ‐ Diretor de programação da MTV e antigo diretor de programação do canal GNT.
Valter Sales ‐ Diretor executivo do SESCTV. Graduado em Publicidade e Propaganda e Rádio e Televisão.
É mestre em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
Hector Babenco ‐ Em 1975, fez seu primeiro filme, O Rei da Noite e dois anos depois, pela primeira vez
em plena ditadura militar, narrava as impunidades das atividades do Esquadrão da Morte carioca e das
relações corruptas entre polícia e marginais, com Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia. Dentre outros
filmes estão Pixote, a Lei do mais fraco, de 1980 que foi considerado o melhor filme estrangeiro pelas
associações de críticos de Los Angeles e Nova Iorque, o que fez com o seguinte O beijo da mulher aranha
fosse lançado em inglês. O filme recebeu 4 indicações ao Oscar. Em 2003, fez a adaptação para o cinema
do best‐seller do Dr. Drauzio Varella, Estação Carandiru e mais recentemente dirigiu a peça teatral HELL,
baseada no livro homônimo escrito pela francesa Lolita Pille, protagonizada pela atriz Bárbara Paz.
Vitor Ortiz ‐ Foi secretário da Cultura da Prefeitura de Porto Alegre e atualmente é Secretário Executivo
do Ministério da Cultura, MinC.
Fabio de Souza Andrade ‐ Professor Doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada, pela USP, atua
em linhas de pesquisas como Literatura e Sociedade, Poesia Moderna Brasileira e também em narrativa
e teatro contemporâneo.
Marta Raquel Colabone ‐ Gerente de Estudos e Desenvolvimento no SESC São Paulo e coordena, dentre
outros, o programa SESC Memórias. Formada em História pela FFLCH / USP, com especialização em
Comunicação pela ECA / USP e especialização em Artes pelo Instituto de Artes da UNESP.
Ivan Paulo Gianinni ‐ Superintendente de Comunicação Social do Departamento Regional do SESC São
Paulo. Especialista em ação cultural, tem formação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo ‐
USP, com especialização em Administração pela Pace University / Nova York (EUA). Foi consultor da
Presidência do Conselho Diretor do Fórum Cultural Mundial em 2004 e membro do Conselho Diretor do
Fórum Cultural 2006. Tem representado o SESC São Paulo em eventos internacionais e nacionais, e
possui artigos publicados na Revista Elites (ITA) e em edições sobre políticas culturais organizadas pelo
SESC SP. É membro do conselho editorial do Le Monde Diplomatique Brasil, publicação mensal do
Instituto Pólis.
3º CONGRESSO INTERNACIONAL DE JORNALISMO CULTURAL
realização
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Com Lúcio Nunes e Fábio Martins
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