rede elétrica - EDP Energias do Brasil

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REDE ELÉTRICA
Expansão do sistema elétrico
Para atendimento da demanda do mercado, com níveis de qualidade exigidos pela legislação,
foram investidos R$ 44,0 milhões na expansão e adequação de redes elétricas, na ligação de
novos clientes e na instalação de sistemas de medição.
Destaca-se a construção da estação de transformação Vale do Sol, em São José dos Campos,
agregando uma potência adicional e 40 MVA e cinco novos circuitos de distribuição, beneficiando
diretamente uma população de 150 mil pessoas.
Foi também adquirido um transformador móvel de 17 MVA que, juntamente com as unidades
modulares de alta e média tensão existentes, poderão compor uma planta móvel, assegurando
maior flexibilidade operacional e rapidez no atendimento em situações de emergência.
Eletrificação rural
Através do Programa Luz do Campo, foram ligados mais 550 clientes rurais na área de concessão
da Bandeirante, beneficiando 4 mil famílias ao longo dos últimos três anos.
Manutenção
Na manutenção de redes elétricas foram gastos mais de R$ 14,0 milhões, envolvendo, entre
outros, a manutenção preventiva das redes de distribuição, de linhas de transmissão e de
subestações.
Qualidade de serviço
Como conseqüência dos investimentos realizados nas redes elétricas e da criteriosa utilização de
recursos na sua gestão e manutenção, a Bandeirante vem apresentando constante evolução de
desempenho de seu sistema elétrico. Os indicadores técnicos de qualidade do serviço,
notadamente, duração equivalente de interrupção por cliente (DEC) e freqüência equivalente de
interrupção por cliente (FEC) foram, respectivamente, de 8,24 horas e 6,54 interrupções,
superando os padrões de qualidade estabelecidos pelo órgão regulador.
PROGRAMA INTEGRADO DE MODERNIZAÇÃO
O Programa Integrado de Modernização (PIM), iniciado em 2002, apresentou forte
desenvolvimento em 2003, contribuindo significativamente para dotar a Empresa de maior
eficiência, agilidade e flexibilidade operacionais, reduzir custos e melhorar a qualidade dos serviços
prestados aos seus clientes.
Com investimento total de R$ 71 milhões no ano, o PIM compreende os projetos de Sistema de
Comando e Controle (SCC), Automação das Redes de Distribuição, Sistema de Informações
Técnicas (SIT), Sistema de Gestão Comercial e outros.
O SCC permite telecomandar equipamentos, monitorar e sinalizar, em tempo real, qualquer evento
ocorrido nas estações da rede elétrica, reduzindo o tempo dos desligamentos e de atendimento ao
cliente. Incorporando as mais modernas tecnologias de supervisão e comando à distância, foi
inaugurado o Centro de Operação do Sistema (COS) em Mogi das Cruzes, telecomandando já
mais de metade das 56 estações em operação na Empresa.
Nas redes de distribuição foi implantado o Sistema de Telecomando e Monitoramento de
Religadores Automáticos (STMRA) de média tensão, via comunicação celular, um sistema de
automação que consiste na instalação de religadores e chaves telecomandadas a partir do COS.
No âmbito do SIT foi implantado um sistema de planejamento e gerenciamento do sistema elétrico,
integrando uma base de cartografia digital.
O novo Sistema de Gestão Comercial (Projeto.FÁCIL) foi implementado para dar suporte às
atividades de atendimento, leitura, faturamento e arrecadação. A primeira etapa do programa foi
implementada a partir de 15/10/2003 para os clientes atendidos em alta e média tensão. A
segunda etapa foi implementada a partir de 05/01/2004 para os demais clientes (mais de 1,3
milhões). Para tanto, foram treinados cerca de 500 colaboradores e prestadores de serviço.
TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO
Pelo terceiro ano consecutivo, a Bandeirante está entre as “100 Empresas Mais Ligadas do Brasil”,
segundo a revista InfoExame da Editora Abril, destacando-se como integrante da vanguarda de TI
(Tecnologia de Informação) no país. Entre as concessionárias distribuidoras de energia elétrica, a
Bandeirante foi a única a figurar na relação em 2003.
Em 2003, foram disponibilizadas novas infra-estruturas de TI para suporte aos projetos de
modernização implementados pela Empresa. A relação computadores pessoais por colaborador
aumentou para 0,8. Também foi dado prosseguimento à reestruturação da rede WAN - Wide Area
Network, resultando na implementação da nova rede de telecomunicações, o que aumentou a
disponibilidade e reduziu os tempos de resposta dos sistemas de informação corporativos da
Empresa.
Do ponto de vista de sistemas de informação, foram implementados os novos sistemas de
Atendimento Emergencial, de Controle de Almoxarifados e de Solução Fiscal. Além destes,
também foi implementada a primeira solução de Gestão Eletrônica de Documentos (GED) para
atendimento das necessidades do projeto de Sistema de Comando e Controle.
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E P&D
Entre os programas de eficiência energética implementados pela Bandeirante em 2003, destacaramse as parcerias realizadas com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo –
Sabesp, para desenvolvimento de projetos de eficiência energética nas Estações Elevatórias de
Água, e com a Prefeitura Municipal de São José dos Campos para a modernização do sistema de
Iluminação Pública, com vistas à substituição de aproximadamente 35 mil luminárias no município,
utilizando lâmpadas mais eficientes, com investimento de R$ 8,0 milhões.
No campo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), a Bandeirante deu início a um programa de
pesquisa contendo 11 projetos, que totalizam recursos da ordem de R$ 4,5 milhões. Destaca-se o
projeto desenvolvido em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, que
visa o monitoramento de descargas atmosféricas em tempo real na área de concessão da
Empresa, para conferir maior agilidade à gestão operacional da rede elétrica na ocorrência de
tempestades e, dessa forma, melhorar os indicadores de qualidade do serviço prestado. Destacase também o projeto “Mitigação Técnica das Perdas nos Circuitos Secundários de Distribuição e
nos Sistemas de Medição”, que permitirá avanços significativos na redução de perdas técnicas e
comerciais.
Com recursos de P&D, a Empresa tornou-se a primeira distribuidora de energia elétrica brasileira a
se filiar ao Electrical Power Research Institute – EPRI, em quatro módulos de pesquisa voltados
para o desenvolvimento de novas tecnologias e prospecção tecnológica.
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