Avanço do setor sucroalcooleiro na mesorregião do Sul Goiano

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Anais XVI Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Foz do Iguaçu, PR, Brasil, 13 a 18 de abril de 2013, INPE
Avanço do setor sucroalcooleiro na mesorregião do Sul Goiano - GO
Michelle Cristina Araujo Picoli 1
Daniel Duft 1,2
Manoel Regis Lima Verde Leal 1
Arnaldo Walter 1,3
1
Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol - CTBE
Caixa Postal 6170 - 13083-970 - Campinas - SP, Brasil
{michelle.picoli, daniel.duft, regis.leal, arnaldo.walter}@bioetanol.org.br
2
Faculdade de Engenharia Agrícola – FEAGRI/UNICAMP
Caixa Postal 6011 - 13084-971 - Campinas - SP, Brasil
[email protected]
3
Faculdade de Engenharia Mecânica – FEM/UNICAMP
Caixa Postal 6122 - 13083-970 - Campinas - SP, Brasil
[email protected]
Abstract. Since the release of the National Plan of Agroenergy (PNA) in 2006, which intended to increase the
production of renewable energy, especially the sugarcane ethanol, the Goiás state has been leading the expansion
of sugarcane. Its sugarcane planted area increased 250% from 2005 to 2011 and nowadays stands as the third
largest producer state in Brazil. The objective of this study was to evaluate the land use change due to sugarcane
expansion areas in Sul Goiano – GO mesoregion, based on data collected by the Brazilian Institute for
Geography and Statistics (IBGE) and the Brazilian Institute of Environment and Renewable Natural Resources
(IBAMA). With this study it was concluded that the sugarcane has advanced mainly on pasture and soybeans.
However, it was noted that in the same period deforestation occurred in the Cerrado biome and this needs to be
further investigated. Therefore, it is necessary monitoring land use change in Goiás state, and in all the sugarcane
expansion areas.
Palavras-chave: land use change, sugarcane, spatial data, mudança de uso da terra, cana-de-açúcar, dados
espaciais.
1. Introdução
O Proálcool foi criado em novembro de 1975 pelo governo brasileiro com o objetivo de
substituir parte do petróleo importado por fontes de energia nacionais. A cana-de-açúcar por
uma variedade de razões tornou-se a única fonte de produção de etanol e, para implementar o
Proálcool o governo criou incentivos para financiar novos projetos, envolvendo vários
ministérios e uma comissão inter-ministerial (CINAL) criada para este fim (Rosillo-Calle e
Cortez, 1998). A expansão da cana-de-açúcar se deu principalmente no sudeste do país,
concentrando-se no estado de São Paulo (Castro et al, 2010).
Nesse mesmo período, na década de 70, ocorria no estado de Goiás a “Expansão da
Fronteira Agrícola”, que era contemplada nos Planos Nacionais de Desenvolvimento (PNDs)
para incentivar a expansão da tecnologia agrícola no Cerrado, principalmente da cultura da
soja (Oliveira, 1997; Miziara, 2005; Silva e Miziara, 2011). Mais recentemente, em 2006, o
governo brasileiro lançou o Plano Nacional de Agroenergia (PNA) para estimular a produção
de energias renováveis, com destaque para a produção do etanol da cana-de-açúcar (Embrapa
et al., 2006). Em decorrência do PNA o governo do estado de Goiás oferece incentivos
financeiros para os produtores de cana-de-açúcar e, além desses, o estado possui
características favoráveis para o cultivo de cana, o que ocasionou uma intensa expansão da
cultura (Silva e Miziara, 2011).
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No estado de Goiás a área plantada com cana-de-açúcar aumentou de 200.048 para
697.541 hectares entre 2005 e 2011 (IBGE, 2012), ou seja, em apenas seis anos a área
plantada aumentou aproximadamente 250%. Na mesorregião Sul Goiano se concentra 72% do
total da área plantada com cana (IBGE, 2012) e 31 das 45 usinas de cana-de-açúcar do estado
de Goiás (CONAB, 2012 e UDOP, 2012).
Fica evidente a necessidade de investigar a dinâmica da expansão da cana-de-açúcar no
estado de Goiás e esse é o objetivo principal deste trabalho, cujo foco é avaliar a mudança do
uso da terra nas áreas em que houve expansão da cana-de-açúcar; para isso foram utilizados
dados coletados pelo Censo Agropecuário; pela Produção Agrícola Municipal do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente
e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) em três períodos distintos: antes de 2003 (fase
que antecede o processo de expansão da cana em Goiás), 2006 (ano em que o governo
brasileiro lançou o Plano Nacional de Agroenergia e o estado de Goiás ofereceu incentivos
para o plantio da cana-de-açúcar) e 2011 (quando várias usinas já estavam estabelecidas e o
estado de Goiás se firmou como o terceiro maior estado produtor de cana do Brasil, perdendo
apenas para São Paulo e Minas Gerais).
2. Materiais e Métodos
Pelos motivos já citados a área de estudo selecionada foi a mesorregião Sul Goiano
(Figura 1), que compreende 82 municípios que são agrupados em seis microrregiões: Catalão,
Meia Ponte, Pires do Rio, Quirinópolis, Sudoeste de Goiás e Vale do Rio dos Bois. A
mesorregião possui uma área de 131.579 km², uma população de 1.661.348 habitantes, de
acordo com estimativas feitas em 2006 pelo IBGE, e um PIB equivalente a R$
15.404.396.527 (IMB, 2008).
Figura 1: Localização da área de estudo.
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O clima da região é caracterizado como tropical semiúmido, e a temperatura média é de
23°C. As temperaturas mais altas são registradas entre setembro e outubro, e as máximas
podem chegar a até 39°C. As temperaturas mais baixas, por sua vez, são registradas entre
maio e julho, quando as mínimas, dependendo da região, podem chegar a até 4°C
(SIMEHGO, 2012). Essa variação é fruto da diferença de altitude dos municípios, que vai de
400 m a 1052 m (NASA, 2012).
O índice pluviométrico médio é de 1.500 mm anuais (SIMEHGO, 2012), e há duas
estações bem definidas: a chuvosa, que vai de outubro a abril, e a seca, que vai de maio a
setembro. Os latossolos são predominantes no estado (Sano et al., 2006 ).
A fim de avaliar a mudança do uso da terra nas áreas em que houve expansão da cana,
foram coletados os seguintes dados:
 Área colhida com cana-de-açúcar (ha): é a parcela da área plantada de cana-deaçúcar que foi realmente colhida durante o ano-base do levantamento (IBGE,
2012).
 Área colhida com soja (ha): é a parcela da área plantada de soja que foi realmente
colhida durante o ano-base do levantamento (IBGE, 2012).
 Área colhida com milho (ha): é a parcela da área plantada de milho que foi
realmente colhida durante o ano-base do levantamento (IBGE, 2012).
 Área de pastagem natural (ha): área dos estabelecimentos agropecuários por
utilização de terras em pastagens naturais (IBGE, 1995 e 2006).
 Área de pastagem plantada (ha): área de estabelecimentos agropecuários por
utilização de terras em pastagens plantadas (IBGE, 1995 e 2006).
 Área de cerrado desmatada (ha): área de cerrado desmatada em três períodos:
antes de 2002, de 2002 a 2008 e de 2008 a 2010 (IBAMA, 2012).
 Floresta natural (ha): área de estabelecimentos agropecuários por utilização de
terras em matas e/ou florestas naturais destinadas à preservação permanente ou
reserva legal, matas e/ou florestas naturais (exclusive área de preservação
permanente e as em sistemas agroflorestais) e área cultivada com espécies
florestais também usada para lavouras e pastejo de animais (IBGE, 1995 e 2006).
 Floresta plantada (ha): área de estabelecimentos agropecuários por utilização de
terras em matas e/ou florestas plantadas com essências florestais (IBGE, 1995 e
2006).
Para um melhor entendimento da expansão da cana na mesorregião do Sul Goiano foram
utilizados dados de três anos: 2003 (antes da assinatura do Plano Nacional de Agroenergia
(PNA)), 2006 (quando o PNA foi assinado) e 2011 (situação atual). Com exceção dos dados
de pastagem e floresta, que foram coletados junto ao censo agropecuário realizado pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1995 e 2006, os dados de
desmatamento do cerrado foram coletados nos três períodos já citados acima.
3. Resultados
Na Figura 2 é possível observar a importância da mesorregião do Sul Goiano na produção
agrícola de cana-de-açúcar no estado de Goiás. A mesorregião contribuiu com 67% da
produção total de cana e com 66% da área colhida de cana no estado, no período de 2003 a
2011.
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Figura 2: Valores de área colhida (ha) e de produção (t) de cana-de-açúcar no estado de Goiás
e na mesorregião do Sul Goiano, entre os anos de 2003 e 2011.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A mesorregião conta com 31 usinas em operação (CONAB, 2012 e UDOP, 2012) sendo
que aproximadamente 20% delas foram fundadas antes de 2005, o que reforça o quanto
aumentou a produção de cana-de-açúcar na região.
Porém, com a expansão da cultura da cana-de-açúcar houve a retração de outros usos,
como pastagem, além do aumento do desmatamento do cerrado na mesorregião, como
apresentado na Tabela 1. Já a área de cerrado desmatada entre 2002 a 2008 foi de 274.707
hectares e, entre 2009 e 2010, 15.660 hectares (IBAMA, 2012), na área de estudo.
Tabela 1: Área plantada (ha) com diferentes usos na mesorregião do Sul Goiano – GO.
1995
2003
2006
2011
Cana-de-açúcar
92.206
127.671
500.039
Soja
1.894.284 2.058.163 1.972.555
Milho
468.543
452.882
729.295
Pasto (natural e plantado)
7.551.497
5.688.257
Floresta (natural e plantada)
1.493.137
1.962.100
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Porém, quando foram analisados separadamente os 15 municípios com maior área colhida de
cana-de-açúcar em 2011 no Sul Goiano (Quirinópolis, Santa Helena de Goiás, Bom Jesus de
Goiás, Porteirão, Itumbiara, Goiatuba, Chapadão do Céu, Mineiros, Gouvelândia, Jataí,
Morrinhos, Turvelândia, Acreúna e Inaciolândia), foi observada uma dinâmica diferente de
mudança de uso da terra em relação à análise do conjunto de dados da mesorregião, como
pode ser observado nas Figuras 3 a 5.
A área de pastagem diminuiu em todos os 15 municípios, concordando com Silva e
Miziara (2011) que, em seu estudo, afirmam que a expansão da cana em área de pecuária foi
de 12%, de 2002 a 2009. Outro uso que diminuiu foi a soja: nas 15 cidades estudadas, 10
tiveram redução da área de soja colhida, concordando com o estudo feito por Castro et al.
(2007), que estudaram a região sudoeste do estado de Goiás e formularam a hipótese de que a
expansão da cana se dava sobre as áreas antes destinadas ao plantio de soja .
O desmatamento do cerrado continuou avançando, seguindo a tendência histórica da
região. Mas não é possível afirmar que a cana-de-açúcar causou esse desmatamento, já que a
área de cerrado desmatada até 2002 no Sul Goiano era de 7,46 milhões de hectares. Porém,
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muitas das usinas da região de estudo foram implantadas após 2008, sendo que entre 2009 e
2010 foram desmatados 274.707 hectares de cerrado (IBAMA, 2012), na mesorregião do Sul
Goiano. Neste mesmo período a área de cana-de-açúcar aumentou 57.505 hectares e a de soja
43.185 hectares (IBGE, 2012). Porém, Silva e Miziara (2011) afirmaram que 15% da
expansão da cana-de-açúcar ocorreram em área de cerrado, no período de 2002 a 2009.
Ao mesmo tempo em que houve expansão da cana-de-açúcar nesses municípios, houve
aumento da área plantada de floresta, e 11 municípios tiveram essas áreas ampliadas.
Figura 3: Área plantada de pastagem e de floresta nos 15 municípios maiores produtores de
cana-de-açúcar da mesorregião do Sul Goiano – GO, nos anos de 1995 e 2006.
Figura 4: Área colhida de cana e de soja nos 15 municípios maiores produtores de cana-deaçúcar da mesorregião do Sul Goiano – GO, nos anos de 2003, 2006 e 2011.
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Figura 5: Área de cerrado desmatado nos 15 municípios maiores produtores de cana-deaçúcar da mesorregião do Sul Goiano – GO, nos períodos de 2002 a 2008 e de 2009 a 2010.
4. Conclusão
O estudo traz informações sobre a dinâmica de expansão da cana-de-açúcar na
mesorregião do Sul Goiano – GO. A conclusão que se chega é que a cana-de-açúcar vem
avançando principalmente sobre pastagem e a cultura da soja. Porém, no período houve
também desmatamento do cerrado na área estudada e isso pode ter sido parcialmente causado
pela expansão da cultura. Com a substituição das áreas de pastagem e de soja é possível que
as mesmas se desloquem para outras regiões, o que caracteriza o chamado ILUC (Indirect
Land Use Change). Dada a magnitude e a velocidade da expansão do cultivo da cana, é clara
a necessidade de monitoramento da mudança de uso da terra não só no estado de Goiás.
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