baixar BR SP Santana de Parnaíba PARNAÍBA

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BRASIL: SÃO PAULO
Santana de Parnaíba
PARNAÍBA
Casa da Parnaíba
Foto: Tiago Sala 2007
Diz a tradição que a casa situada no centro histórico da cidade pertenceu ao
bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, conhecido como Anhanguera.
A estirpe dos Bueno da Silva possuiu terras na Vila de Parnaíba, de cuja vida
política seus membros participaram como vereadores. Dentre eles, três tiveram o
apelido de Anhanguera.
O primeiro buscou ouro e outras riquezas minerais na região central do Brasil,
na segunda metade do Século XVI. O segundo, seu filho, descobriu as minas de Goiás e
o terceiro, seu neto, explorou essas minas e deteve direitos de passagem pelos rios que
lhes davam acesso, na segunda metade do Século XVIII.
Da casa, construída no início do Século XVII, com a frente voltada para a
Parnaíba do Rio Tietê, só restou a metade. Seu amplo telhado, arrematado por
cachorros, e as conversadeiras, ladeando as janelas, indicam que se trata de casa
bandeirista.
Identificada pelo arquiteto Luís Saia, o imóvel, já então acoplado a um sobrado,
foi dos primeiros a ser restaurado pelo IPHAN, com a colaboração de Lúcio Costa.
It is traditionally believed that the house located at the historic center of the city
of Santana de Parnaíba belonged to the bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, also
known as Anhanguera.
For generations, the estate of the Bueno da Silva family included lands in the
Village of Parnaíba, on whose village council various family members served – three
with the nickname Anhanguera.
The first sought for gold and other mineral wealth in Brazil’s central region, in
the second half of the 16th century. The second, his son, discovered the mines of Goiás;
and the third, his grandson, managed these mines and held the rights for passage along
the rivers that led to them, in the second half of the 18th century.
Only one half of the house, built at the beginning of the 17th century facing
toward the Parnaíba River, has survived until today.
That this is a bandeirante house is indicated by the distinctive conversadeira or
windows seats in the main room, as well as its roof, whose pitch lessens toward the
edges and extends out into wide eaves for being supported by decoratively carved
modillions.
Identified by architect Luís Saia when it was already coupled to a neighboring
two-story dwelling, this was one of the first historical houses to be restored by IPHAN,
with the collaboration of Lúcio Costa.
Casa da Parnaíba: vista dos fundos, vendo-se também parte da Igreja Matriz.
Foto: Tiago Sala 2007
Casa da Parnaíba: vista dos fundos, antes do restauro.
Foto: Germano (Herman Hugo Graeser) 1955
Arquivo Fotográfico da 9ª SR-IPHAN-SP
A Casa da Parnaíba existe só pela metade, pois parte foi derrubada e, no Século
XVIII, sobre seus alicerces de taipa foi construído um sobrado.
Júlio Katinsky conta que essa casa foi descoberta por Luís Saia, quando
procurava por uma imagem: o que chamou a atenção do pesquisador do IPHAN foram
as janelas com conversadeiras. 1
1.KATINSKY, Júlio Roberto. CASAS BANDEIRISTAS: NASCIMENTO E RECONHECIMENTO DA
ARTE EM SÃO PAULO. São Paulo, Instituto de Geografia da Universidade de São Paulo, 1976, p. 17.
Considerada, por Katinsky 2 e por Saia 3, como uma casa urbana, não é
impossível que tenha sido inicialmente uma sede de fazenda em posição de domínio
sobre o rio e sobre a passagem do caminho que levava ao sertão. 4
2. KATINSKY, Júlio Roberto. Obra citada, p. 17.
3.Luís Saia vai mais longe, e afirma que “estaríamos em face do único exemplar de residência urbana do
segundo século na região de São Paulo.” SAIA, Luís. MORADA PAULISTA. São Paulo, Perspectiva,
1978, p. 91.
4.Essa função de guardião pode ser descrita como militar, o que explica o caráter marcial de fortificação
que as casas bandeiristas têm e, inclusive, sua extrema semelhança com fortificações, como por exemplo
a casa do Forte de Santiago, em Bertioga.
Ocupando posição de domínio sobre a Parnaíba, cachoeira que quebra as águas
do Anhembi, as terras de Santana de Parnaíba passaram a ser ocupadas em 1580, após a
derrota definitiva da Confederação dos Tamoios.
A Parnaíba, antes da construção da Barragem Edgar de Sousa
Fotógrafo desconhecido 1900
Acervo Fotográfico da Eletropaulo
Manoel Fernandes, homem bom da Vila de São Paulo, recebeu em sesmaria as
terras em torno da Parnaíba, e ali levantou uma capela dedicada a Santo Antônio.
Em 1625, a povoação foi elevada a vila, sob a invocação de Santana; o filho de
Manoel Fernandes, capitão André Fernandes, foi participante ativo nas expedições que
devassaram o sertão, capturaram índios e destruíram as missões dos padres jesuítas.
Assim, é bem possível que a Casa da Parnaíba, em sua situação original, tenha
sido testemunha desses eventos. E, com o tempo, a casa foi envolvida pela vila que ia
crescendo, a boca do sertão foi transferida para Itu e Sorocaba (por iniciativa dos
próprios Fernandes), e os aspectos de residência foram prevalecendo na Casa da
Parnaíba, o que talvez explique as conversadeiras.
Janelas Conversadeiras da Casa da Parnaíba: situação antes do restauro.
Foto: Germano (Herman Hugo Graeser) 1955
Arquivo Fotográfico da 9ª SR-IPHAN-SP
Janela Conversadeira da Casa da Parnaíba: situação depois do restauro.
Foto: Tiago Sala
2007
Mário de Andrade já tinha estado várias vezes em Parnaíba, mas não tinha dado
atenção à casa.
De São Paulo, em 14 de Setembro de 1937, escreve a Rodrigo Melo Franco de
Andrade:
“Os trabalhos de fotografação iniciados no domingo vão intensos. Dentro de um
mês, o mais tardar, você receberá documentação numerosa. Fizemos a miséria
seiscentista de Voturuna de que sobra apenas a sacristia, parte do altar primitivo e
umas... cariátides, que imagino serem alampadários. Tiramos o plano também. Depois
fizemos Parnaíba, onde a igreja é importantíssima como construção, mas feia como o
diabo. Não deu para fazer o plano, o engenheiro voltará lá. Não fotei a igreja, mas já me
arrependi. Feia ou bonita, acho que se devera fotar qualquer fachada de igreja que se
pretende por qualquer motivo tombar. No princípio, apesar dos raciocínios anteriores,
hesitações são fatais. O fotógrafo terá de voltar lá. Fotei a horrenda porta por causa do
estilo, um púlpito e um frontão interno chirriguerescos, feios como três dias da chuva.
Depois fomos a São Miguel, mas o dia chuvoso impediu fotar por fora. 1622. Só fotei
do interior (inteiramente refeito) um detalhe antigo da grade de comunhão. O plano é
curiosíssimo. Segunda e hoje meus auxiliares estão em zona mais agradável, Itu, que
tem coisas bonitas e importantes, Porto Feliz bem besta. Ficarão ainda por lá vários
dias. Quero ver se depois fazemos ou o litoral norte, ou o litoral sul ou o vale do
Paraíba.
Um conselho de sujeito atrapalhado. Não estou gostando muito de certos
documentos da prestação de contas internas entre nós dois. Eis um caso. Chegamos em
Parnaíba às 13 horas, morrendo de fome, cidadinha morta sem hotel, uma vendoca sem
uma lata de sardinha nem de nada, acabei dando um estrilo dos diabos que fez um
parnaibano descobrir uma preta que fez almoço para nós. 21$500. Não foi possível
extrair documento nenhum dessa mulher. Você falou que até dez paus basta nota minha,
Mas em casos assim, casos de hospedagem e comida em sítios de analfabetos, como
quando o meu engenheiro passou a semana estudando Santo Antônio de São Roque
(90$000 se não me engano) não há meios de se obter recibo e fico amolado.” 4
4.ANDRADE, Mário. CARTAS DE TRABALHO: CORRESPONDÊNCIA COM RODRIGO MELO
FRANCO DE ANDRADE: 1936-1945. Brasília, Ministério da Educação e Cultura, 1981, p. 77.
Pouco mais de sete anos depois, a importância da Casa da Parnaíba não escapa
aos olhos de Luís Saia, que escreve a Rodrigo em 30 de Dezembro de 1944:
“Meu caro Dr. Rodrigo:
Como prometi, devia mandar-lhe meu trabalho sobre arquitetura rural do
segundo século antes de findar este ano. Na verdade o trabalho estava sendo terminado
e já estava sendo passado a limpo, mas acontece que foi descoberta nos arredores de São
Paulo, no bairro do Tatuapé, um outro exemplar, cuja importância é grande não só do
ponto de vista de uma construção seiscentista mas também como confirmação e
esclarecimento de certas observações feitas durante o texto do artigo pra revista. Por
outro lado, através dos estudos feitos, cheguei à conclusão que uma casa existente na
cidade de Parnaíba, (sobre a qual já se falou em tombar) seria sem dúvida do segundo
século também (portanto a única construção residencial urbana seiscentista serra acima)
merecendo portanto um estudo mais minucioso. Pelo menos essas duas porque tenho
quase certeza que existirão outras a serem descobertas em volta da cidade e em certos
pontos da região onde se encontram as restantes, porém penso que estas outras possíveis
devem esperar estudos posteriores, senão o trabalho terá de se atrasar indefinidamente.
Nestas circunstâncias pensei que um atraso de alguns dias seria justificado e
creio que até o dia 6 o trabalho estará acabado. O Mário também terminou hoje o
trabalho sobre o Jesuíno: me telefonou há pouco pedindo que comunicasse isso a você.
Quando você virá? Deve marcar com alguns dias de antecedência para se poder
providenciar hotel, que aqui também é muito difícil encontrar de uma hora para outra.
Com um abraço do Saia.” 5
5. CARTA DE LUÍS SAIA A RODRIGO MELO FRANCO DE ANDRADE. Documento do Arquivo
Noronha Santos: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Casa da Parnaíba: situação antes do restauro.
Foto: Germano (Herman Hugo Graeser) 1955
Arquivo Fotográfico da 9ª SR-IPHAN-SP
Casa da Parnaíba: situação depois do restauro.
Foto: Tiago Sala 2007
De acordo com Lia Mayumi: “As restaurações orientadas por Luís Saia
nortearam-se pela ideia de promover a remoção de qualquer traço de ‘decadência’ do
símbolo arquitetônico bandeirista, fosse ela decadência material ou simbólica.” 6
6. MAYUMI, Lia. TAIPA, CANELA PRETA E CONCRETO: ESTUDO SOBRE O RESTAURO DE CASAS
BANDEIRISTAS. São Paulo, Romano Guerra Editora, 2008, p. 61.
Por outro lado, nesse processo de direcionar o restauro a um modelo puro e
ideal, era admitido o uso de “materiais modernos, visando recompor a imagem primitiva
do edifício; no caso das residências bandeiristas, buscando valorizar a imagem
arquitetônica da época.” 7
7. MAYUMI, Lia. Obra citada, p. 69.
Janela da Casa da Parnaíba
Fotos: Tiago Sala
2007
Casa do Tatuapé: detalhe da
decoração da porta (CF)
Foto: Dalton Sala
detalhe
2007
Casa do Padre Inácio: detalhe da decoração do pilar do alpendre.
Foto Dalton Sala:
2007
As questões ligadas ao restauro arquitetônico de edifícios que podem ser
considerados monumentos, por seu valor histórico ou por seu valor artístico, são amplas
e complexas. 8
8.
Problema que se coloca desde a antiguidade clássica, a preservação, manutenção, recuperação e
restauro de obras de arte que merecem ser consideradas monumentos passa a ter singular importância a
partir dos estudos que o Renascimento italiano realizou a partir das ruínas romanas.
Existem dúvidas a respeito da colaboração de Leon Batista Alberti (1404-1472) no restauro do
Palácio Papal, do aqueduto romano e da fonte da Água Virgem durante o papado de Nicolau V. Mas, dada
sua importância como arquiteto e como teórico da arquitetura, é bem provável que tenha atuado – se não
diretamente, ao menos como consultor – dessas e de outras obras, como o restauro de Santa Maria Maior,
e das obras de renovação da Basílica de São Pedro e do Campidoglio.
Esse momento pode ser considerado como filológico, na medida em que as obras de restauro
procuram se fundamentar no estudo dos monumentos arquitetônicos e da cultura, incluindo documentos
textuais, que os produziu.
Praticamente três séculos se passaram até que ao restauro filológico sucedeu outra teoria: o
restauro ideal, também chamado estilístico, segundo o qual o “restaurar um edifício não é conservá-lo,
repará-lo ou refazê-lo, é remetê-lo a um estado de integridade que pode não haver nunca existido em um
determinado tempo”, formulada por Eugène Emannuel Viollet-le-Duc (1814-1879)
Encarregado das obras de recuperação da basílica de Saint-Denis, depredada e profanada pela
Revolução Francesa, durante os trabalhos que se estenderam entre 1846 e 1879, Violet-le-Duc
praticamente reinventou o estilo gótico, dando ao edifício o sentido de um modelo para outras
restaurações.
Essa teoria do restauro ideal, na qual o restaurador se coloca na posição do projetista original e
se dá o direito de acrescentar à obra partes que acredita faltarem, tenham ou não tenham elas existido
originalmente, alterando segundo sua concepção de estilo amplos setores arquitetônicos, desprezando as
modificações e inclusões que o tempo e o uso determinaram, como era de se esperar, essa teoria deu
motivo a muitas discussões e críticas.
Por um lado, tendências menos radicais sustentavam que a restauração deve se fazer de modo
que se respeitem as partes preexistentes do edifício, inclusive os acréscimos à situação original: trata-se
de uma postura historicista, que evidencia as diversas partes de um edifício ao longo do tempo e procura
deixar clara a intervenção do restaurador, por meio da distinção dos materiais e da simplificação das
formas necessárias ao processo de restauro, especialmente as estruturas de sustentação.
Assim haviam procedido em Roma, anteriormente à ação de Viollet-le-Duc, Raffaele Stern e
Giuseppe Valadier, quando restauraram o Coliseu (1807-1826) e o Arco de Tito (1818-1824).
Por outro lado, vozes radicais se fizeram ouvir: especialmente o inglês John Ruskin (1819-1900),
com sua veneração religiosa pela Idade Média e pelo estilo gótico, afirmava que o restauro “é a mais total
destruição que um edifício pode sofrer: uma destruição ao fim da qual não sobra sequer um resto
autêntico a recolher, uma destruição acompanhada de uma falsa descrição da obra destruída”.
Na esteira de Ruskin, William Morris (1834-1896) promoveu um movimento anti-restauração e,
em 1877, fundou uma Associação para a Proteção de Edifícios Antigos (Society for the Protection of
Ancient Buildings).
Essas vozes radicais da teoria da não-restauração deram origem ao conceito de ‘ruína romântica’,
onde o que resta de um edifício, integrado à natureza, se deixa levar pelo tempo.
Hoje se considera que a melhor teoria do restauro é aquela que considera os elementos empíricos
fornecidos por ampla pesquisa arqueológica, preservando as várias fases de ocupação do monumento,
respeitando os materiais originais e evidenciando as intervenções necessárias.
Em relação ao Brasil, os restauros promovidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional, nomeadamente sob a orientação de Lúcio Costa, tiveram um viés fortemente influenciado pela
teoria de Viollet-le-Duc.
O objetivo foi a construção de um estilo /barroco brasileiro/ capaz de servir de cenário para a
construção de uma identidade nacional projetada pelo Estado Novo de Getúlio Vargas.
No Brasil, essas questões só passaram a se fazer valer no quadro da ação do
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, a partir de 1937. Dentro desta
instituição, iniciou-se um processo de reflexão e discussão que teve em Lúcio Costa 9 o
seu ponto centralizador, inclusive no sentido de perceber o restauro não apenas como
uma ação exclusiva sobre o edifício, mas também como uma ação sobre o tecido
urbano.
9. Ver COSTA, Lúcio. LÚCIO COSTA: DOCUMENTOS DE TRABALHO. Organização de José Pessoa.
Rio de Janeiro, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 1999.
Posto isso, é necessário frisar que Lúcio Costa, como um dos promotores (se não
o principal) do modernismo arquitetônico no Brasil, padece da mesma contradição de
todo o movimento modernista: quer preservar o passado, especialmente o colonial,
através de novas técnicas e de novos procedimentos.
Essa contradição não se resolve tão facilmente, como imagina Luís Saia, ao
propor que “uma das tarefas centrais da arquitetura moderna – e talvez do próprio
homem moderno – é encontrar os termos de convivência da herança positiva do passado
com as pretensões e falsos valores impostos à dignidade humana pelas experiências
negativas desse mesmo passado.” 10
10. SAIA, Luís. ATÉ OS 35 ANOS, A FASE HERÓICA. Revista Casa e Jardim Arquitetura: nº 17. Rio de
Janeiro, FC Editora, 1977.
Citado por MAYUMI, Lia. Obra citada, p. 136.
Ainda estamos em um tempo, em plena ditadura militar, em que a desconstrução
da figura do bandeirante, transformado de herói da pátria em assassino de índios, ainda
não se iniciara. As “experiências negativas do passado” ainda estavam guardadas dentro
do baú e a revisão historiográfica proposta pelos intelectuais jesuítas (e acadêmicos
afinados com a Companhia de Jesus) ainda não havia alcançado sua força total.
Finalmente, não se pode esquecer a relação direta que a Vila de Santana de
Parnaíba tem com a descoberta das minas de Goiás; aliás, é tradição que a casa
pertenceu aos Buenos da Silva, os quais realmente possuíram propriedades nos termos
desta vila.
E também é certo o papel dos Anhangueras na descoberta das minas de Goiás,
sendo que o segundo Bartolomeu Bueno da Silva, nascido em Parnaíba em 1672,
faleceu em Vila Boa de Goiás, em 1740.
Vista do Casario de Santana de Parnaíba
Foto: Tiago Sala
2015
Vista do Casario de Pirenópolis, Goiás
Foto: Dalton Sala
2014
Detalhe do Telhado da Casa da Parnaíba
Foto: Tiago Sala 2007
Detalhe do telhado de uma casa em Pirenópolis, Goiás
Foto: Tiago Sala 2014
Casa em frente à Igreja Matriz, Pirenópolis, Goiás;
Foto: Tiago Sala
2014
A Casa da Parnaíba foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional – IPHAN, em 2 de Dezembro de 1958 11 e pelo Conselho do
Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo –
CONDEPHAAT em 13 de Outubro de 1981. 12
11. Inscrição no Livro Histórico nº 328; Processo 0557-T.
12. Inscrição no Livro do Tombo Histórico nº 139; Processo 00354/73.
O sobrado do Século XVIII também foi tombado pelo Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em 8 de Setembro de 1958 13 e pelo Conselho
do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo –
CONDEPHAAT em 11 de Março de 1981. 14
13. Inscrição no das Belas Artes nº 443; Processo 0520-T.
14. Inscrição no Livro do Tombo Histórico nº 144; Processo 00355/73.
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