Instruç˜oes para a elaboraç˜ao do Relatório

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Instruções para a elaboração do Relatório
O relatório deve conter
• Cabeçalho: tı́tulo, nomes dos autores e data
• Resumo (não mais do que três, quatro linhas) com informação do objectivo do trabalho, técnica usada e resultados principais obtidos.
• Método Experimental : uma figura e uma legenda sobre a montagem
experimental
• Resultados: Tabelas e figuras, todas com legenda, com os resultados
obtidos
• Discussão e Conclusões: A discussão e conclusões deve conter todas
as considerações adequadas sobre os dados obtidos, a sua análise e os
resultados finais, relacionando-os com o objectivo do trabalho.
O relatório não deverá exceder duas páginas (ver exemplo de relatório tipo)
Verificação Experimental da Lei de Ohm
Autor: PC, 1o ano, turma A
Coimbra,10 de Setembro de 2007
RESUMO: Esta experiência pretende verificar a lei de Ohm usando uma fonte de tensão contı́nua
variável, uma resistência de carbono e dois multı́metros. Verificou-se que a corrente no circuito
varia linearmente com a queda de tensão na resistência, ou seja, é consistente com a lei de Ohm
V=RI. Obteve-se um valor para a resistência de R = (455, 9 ± 0.5)Ω
Método Experimental:
A experiência para verificar a lei de Ohm encontra-se esquematizada na figura seguinte:
e
R
A
V
Figura 1: Representação esquemática da experiência para verificar a lei de Ohm. A fonte de tensão variável
foi obtida por associação em série de duas, quatro seis e oito pilhas de 1,5 V.
Resultados:
I (mA)
6,34
12,8
19,31
26,2
12
VAB (V)
2,90
5,86
8,83
11,96
σV (V)
0.01
0.01
0.01
0.01
V AB=m I + b
10
VAB (V)
8
6
4
2
0
0
5
10
15
20
25
30
I (mA)
Figura 2: Tabela e representação gráfica dos dados obtidos para a variação da queda de tensão na resistência
em função da corrente que a percorre. Os parâmetros obtidos pelo método dos mı́nimos desvios quadrados,
usando a equação VAB = m I + b, são m = (0, 4559 ± 0, 0005)KΩ e b = (0, 01 ± 0, 01)V .
Discussão e Conclusões: A corrente medida não é na realidade, exactamente igual à corrente que
percorre a resistência, uma vez que parte da corrente do co circuito se divide entre o ramo da resistência e o
ramo do voltı́metro. No entanto, se a resistência interna do voltı́metro for muito maior que a resistência usada
(como é o caso) a corrente I medida pode ter considerada uma medida da corrente que passa na resistência,
como atestam a boa qualidade dos resultados. A análise dos dados pelo método dos mı́nimos desvios
quadrados mostra que os dados experimentais são consistentes com uma recta que passa pela origem,ou seja
são descritos por uma equação do tipo V = RI com R = (455, 9 ± 0.5)Ω.
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