neurociência da aprendizagem

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NE UROCIÊ NCIA DA
APRE NDIZAGE M
Prof.ª Daniele Galvão
NEUROCIÊNCIA
Estuda:
O SNC
ü
Aspectos neuroquímicos
ü
Biológicos celulares
ü
Anatômicos
ü
Fisiológicos
ü
Psicológicos
ü
Emocionais
ü
Sociais ( chave para compreensão do comportamento
humano)
ü
Comportamento ( perceber a si e o outro nas relações)
ü
NEUROCIÊNCIA e EDUCAÇÃO
Promove um diálogo com a Educação
ü
O caminho para o Professor tornar-se um Mediador
ü
Instrumentaliza para escolha de recursos que estimulem a
pensar sobre o pensar
ü
Gerar estímulos corretos para : integrar, associar,
reconhecer, relacionar, analisar, identificar os conteúdos
propostos
ü
Torna a aprendizagem significativa e prazerosa
ü
Fornece embasamento para o Educador
ü
Contribui para uma educação mais justa e menos excludente.
ü
Teia Complexa
COGNIÇÃO
MEMÓRIA
HABILIDADES
APRENDIZAGEM
COMPORTAMENTO
INTELIGÊNCIA
APRENDIZAGEM DO PONTO DE
VISTA NEUROCIENTÍFICO
Compreender os processos neurológicos
ü
Conhecer e identificar cada área funcional
ü
Promover o desenvolvimento dos diversos estímulos neurais
que se expõe
ü
Estabelecer rotas alternativas para aquisição da
aprendizagem
ü
Utilizar dos recursos sensoriais como instrumentos do
“pensar “ e “ fazer”
ü
É possível ressignificar o conceito de aprendizagem
ü
APRENDIZAGEM
SNC
PROCESSOS
MODIFICAÇÕES
TRADUÇÃO/ MODIFICAÇÃO FUNCIONAL OU
COMPORTAMENTAL
ADAPTAÇÃO COMO RESPOSTA À SOLICITAÇÃO
INTERNA OU EXTERNA
APRENDIZAGEM
ESTÍMULOS
CAMPO DE ESTUDO DA NEUROCIÊNCIA
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
BIOLOGIA
ANATOMIA
FISIOLOGIA
FARMACOLOGIA
GENÉTICA
PATOLOGIA
NEUROLOGIA
PSICOLOGIA
PSIQUIATRIA
QUÍMICA
RADIOLOGIA
EDUCAÇÃO E APRENDIZAGEM HUMANA
“ Aprendizagem e Comportamento
começam no cérebro e são mediados por
processos neuroquímicos”
( Roberte Metring)
ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA
NERVOSO
O NEURÔNIO
O NEURÔNIO
ü
ü
ü
ü
ü
ü
Unidade básica do SN
Aproximadamente 100 bilhões
São células com atividade nervosa
Recebem e emitem informações à outros neurônios e órgãos
Localizados como a massa cinzenta em quase todo o córtex
Pode se organizar em gânglios
ESTRUTURA NEURONAL
CÉLULAS DA GLIA OU
GLIÓCITOS
Responsáveis por :
ü
ü
ü
ü
ü
Nutrição
Sustentação
Regeneração
Controle do metabolismo neural
Encontramos 10 a 15 x mais células da glia que neurônios
GLIÓCITOS
FISIOLOGIA NEURONAL
CORPO CELULAR:
Centro metabólico do neurônio
ü
Síntese de Proteínas neurais
ü
Junto com os dendritos também é local de recepção de
estímulos através de contatos sinápticos
ü
FISIOLOGIA NEURONAL
DENDRITOS:
ü
ü
ü
Especializados na recepção de estímulos nervosos
Estímulos podem vir do meio ou de outros neurônios
Podemos encontrar 100 mil dendritos em um único neurônio
FISIOLOGIA NEURONAL
AXÔNIO:
ü
ü
ü
ü
ü
Apenas 1 por neurônio
Conduz os impulsos elétricos para regiões mais distantes
Podem chegar até 1 m de comprimento
Revestido por bainha de mielina ( cels de Schwann)
Formam os nervos
SINAPSES
“Fenômeno o qual ocorre transmissão de informações entre as
terminações dos axônios de um neurônio e os dendritos de
outro”
Podem ser:
ü
ü
Elétricas
Químicas
SINAPSE ELÉTRICA
São menos comuns
ü
Acontecem em sistemas mais especializados como coração e
músculos
ü
Não podem ser interrompidos
ü
Informações passam diretamente de um neurônio a outro
ü
É super rápida
ü
Não precisa de mediadores.
ü
SINAPSE QUIMICA
ü
ü
ü
São mais comuns
É mais lenta
Dependem de mediadores químicos
NEUROTRANSMISSOR
•
•
•
Os neurotransmissores são substâncias
químicas liberadas pelos neurônios e
utilizadas para a transferência de
informações entre eles.
É uma substância química que carrega
mensagens entre diferentes células.
Essas substâncias são necessárias não
somente para as funções do cérebro e do
corpo, mas também a falta ou excesso
delas pode produzir problemas de
comportamento.
Neurotransmissores
A atuação de neurotransmissores reflete a grosso
modo o estado emocional (sensações, pensamentos...),
comportamental e de aprendizado e memória do
indivíduo.
Funções específicas de alguns
neurotransmissores.
Endorfinas e Encefalinas
Bloqueiam a dor, agindo
naturalmente no corpo como
analgésicos.
Dopamina
•
Dopamina
Neurotransmissor inibitório
derivado da tirosina. Produz
sensações de satisfação e prazer.
Esta área do córtex está envolvida
em várias funções cognitivas,
memória, planejamento de
comportamento e pensamento
abstrato, assim como em aspectos
emocionais, especialmente
relacionados com o stress.
Distúrbios nos dois últimos sistemas
SEROTONINA
•
Regula o humor, o sono, a
atividade sexual, o apetite, o
ritmo circadiano, as funções
neuroendócrinas, temperatura
corporal, sensibilidade à dor,
atividade motora e funções
cognitivas. Atualmente vem
sendo intimamente relacionada
aos transtornos do humor, ou
transtornos afetivos e a maioria
dos medicamentos chamados
GABA (ácido gama-aminobutirico)
Principal neurotransmissor
inibitório do SNC. Ele está
presente em quase todas as
regiões do cérebro, embora
sua concentração varie
conforme a região. Está
envolvido com os processos
de ansiedade.
Hormônio e neurotransmissores
O sistema endócrino , bem como os
neurotransmissores, , atua como sinalizador do que
esta acontecendo no meio externo e transmite
mensagens adaptativas de respostas para o meio
interno e para o sistema emocional.
CURIOSIDADES
O cérebro consome cerca de 5g de glicose/h e
aproximadamente 20% do Oxigênio de respiramos.
ü
Temos aproximadamente 100.000 dendritos e cada dendrito
faz 10.000 sinapses
ü
O SISTEMA NERVOSO
ü
ü
ü
ü
ü
ü
Recebe estímulos
Analisa
Processa informações
Executa ações em prol do organismo
Controla as funções orgânicas
Possui funções:
Ø
Ø
Ø
Sensitivas
Integradoras
Motoras
DIVISÕES DO SISTEMA
NERVOSO
DIVISÕES DO SNC
DIVISÕES DO DIENCÉFALO
DIVISÕES DO SISTEMA
NERVOSO
DIVISÕES DO SNP
O SISTEMA NERVOSO
CENTRAL
Associado as questões:
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
Do processamento de dados e informações
Geração de soluções
Comportamentos
Memória
Julgamentos
Planejamentos
Organização
Nele chegam as informações relacionadas aos sentidos
Dele partem as ordens destinadas aos músculos, órgãos e glândulas
A MEDULA ESPINHAL
ü
ü
ü
ü
ü
ü
ü
Porção alongada do SNC
Alojada no interior da coluna vertebral
Tem aproximadamente 44 a 46 cm no adulto
Dela surgem os gânglios nervosos
Papel principal de levar informações eletroquímicas dos terminais
nervosos para o encéfalo e deste para os terminais nervosos
Podem dar conta de comportamentos mais simples como os reflexos
Nos comportamentos mais complexos ( envolvendo áreas
diferentes do sistema sensorial e motor) o cérebro é acionado.
ENCÉFALO
ü
ü
Constituído do córtex cerebral
Localizado na caixa craniana
CÉREBRO
HIPOTÁLAMO
E NCÉ FAL O
TÁLAMO
CEREBELO
PONTE
BULBO
SISTEMA NERVOSO
PERIFÉRICO
ü
ü
Associado ao trânsito de informação eletroquímica elaborada pelo
SNC para as partes do organismo
Constituído de :
Ø
Ø
Ø
Fibras nervosas
Gânglios nervosos
Órgãos terminais
SISTEMA NERVOSO
PERIFÉRICO
O SNP está associado ao
trânsito da informação
eletroquímica elaborada no SNC
às várias partes do organismo e
destas ao SNC.
O SNP pode ser divido em
Somático (SNS) eAutônomo
(SNA).
SISTEMA NERVOSO
SOMÁTICO
ü
ü
Tem por função reagir a
estímulos provenientes do ambiente
externo. Ele é constituído por fibras
motoras que conduzem impulsos do
sistema nervoso central aos
músculos esqueléticos.
Está encarregado de controlar
todos os movimentos voluntários e
intencionais.
SISTEMA NERVOSO
AUTÔNOMO
Regula o
ambiente
interno do
corpo
ü
Controla as
ü
SISTEMA NERVOSO
AUTÔNOMO
ü
O Sistema Nervoso
Autônomo ainda pode ser
dividido em Sistema
Nervoso Autônomo
Parassimpático (SNAp),
Simpático (SNAs) e
Entérico ou Visceral.
Sistema Nervoso Autônomo
Simpático (SNAs)
ü
ü
Responsável pela estimulação
de ações orgânicas que
permitem a esse organismo
responder adequadamente às
situações de estresse.
Exemplo: aceleração dos
batimentos cardíacos e a
dilatação da pupila
Sistema Nervoso Autônomo
Parassimpático (SNAp),
ü
ü
Responsável pela estimulação
de ações orgânicas que
coloquem esse organismo em
situação de repouso e calma.
Exemplo: desaceleração dos
batimentos cardíacos e a
contração da pupila
SISTEMA NERVOSO VISCERAL
ü
É constituído de uma
rede de neurônios que
integram o sistema
digestivo – trato
gastrointestinal, pâncreas
e vesícula biliar.
Sistema Nervoso Simpático e
Parassimpático
RESUMO
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
ü
ü
ü
ü
ü
ü
Evolutivamente permite rápidas modificações de comportamento
em relação ao meio.
Função de aprender a modificar o meio e adapta-se
Postura bípede foi possível através da reestruturação do encéfalo.
Aumento do córtex visual em função da perda de agilidade com a
evolução quadrúpede.
Aprimoramento da função visomotora para controle motor da mão
Desenvolvimento da orofaringe para facilitar para facilitar a
ingestão de frutas e animais. O cérebro criou uma área para essa
nova aprendizagem e controle de movimentos
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
ü
ü
ü
ü
ü
ü
Vocalização começa a ser aprimorada para garantir as relações
sociais, sobrevivência do grupo.
Sons guturais, grunhidos, gemidos evoluem para símbolos que se
tornam palavras.
A essa altura a cabeça está mais acima do corpo
A energia solar pode aumentar a temperatura intracraniana
Para atender as necessidades das células nervosas, com o aumento
energético do consumo de glicose e aumento da temperatura, criouse um serviço de irrigação para resfriar, o líquor.
Com isso foi possível aumentar a quantidade de circuitos neuronais
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
ü
ü
ü
ü
ü
Com isso, favoreceu o processamento de informações
Melhora a resolução de tarefas
Diminuiu a possibilidade de morte neuronal
Com a postura bípede foi preciso estreitamento da bacia . Dessa
forma o cérebro não poderia crescer muito para o feto poder
atravessar o canal de parto.
O nascimento de um cérebro imaturo tem a vantagem de poder ser
moldado ao meio, desenvolver plasticidade, garantir condições de
sobrevivência.
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
ü
ü
ü
ü
ü
ü
Passou a ter necessidade de maior proteção e cuidados por parte
de seus pais.
Necessidade de criação de uma estrutura familiar
Tornou-se fundamental a socialização, laços mais favorecidos
Nessa altura o cérebro já depende uma cultura que o alimente de
normas e regras
Quanto mais complexa a cultura, maior a rede neuronal necessária
para lidar com os problemas dessa cultura
A aprendizagem relacional e cultural parece ser uma das primeiras
formas de enriquecimento cerebral
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
ü
ü
ü
ü
Deixamos a força bruta e passamos a depender da inteligência
para sobreviver.
O cérebro precisou ser moldado.
A comunicação eficiente para transmitir soluções adaptativas
Protegidas pelos mais velhos, as crianças poderiam brincar,
jogar ...
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
Um processo que levou aproximadamente 4
milhões de anos....
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
ü
ü
ü
ü
ü
ü
Desde o início da evolução os mecanismos de luta e fuga norteiam a
vida ( SNAs e SNAp)
Primitivamente estamos aptos a identificar ambientes hostis
Identificamos se é preciso fugir, enfrentar...
Também identificamos ambientes favoráveis ao desenvolvimento,
aprendizado ao prazer e desencadeamos comportamento de
aproximação.
Dor, medo, agressividade, luta, prazer são mecanismos criados pela
Natureza para dar conta nessas circunstâncias
O SN é um canal de comunicação entre a vida mental e orgânica.
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
ü
ü
Informações transitam pelo cérebro gerando comportamentos
Foi criado para processar informações e gerar respostas
comportamentais visando adaptação.
Tudo começou pelo ARQUIPÁLIO
Conserva os instintos de:
Ø
Ø
Ø
Autopreservação
Acasalamento
luta – agressividade
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
ü
A Natureza foi aumentando a complexidade e colocando o animal
em condição de sentir e expressar emoções, o PALEOPÁLIO
Devemos tomar cuidados para não
virarmos vítimas do PALEOPÁLIO
reagindo emocionalmente sem controle
da razão.
EVOLUÇÃO DO ENCÉFALO
ü
ü
Até que surgiu o NEOPÁLIO ou NEOCÓRTEX.
Veio da necessidade de planos mais elaborados de sobrevivência e
em manipular o meio em que vive
E NCÉ FAL O X CÉ RE BRO
E ncéfalo: tudo que está dentro da caixa
craniana
Cérebro: é um componente do E ncéfalo
E NCÉ FAL O
•
•
O encéfalo é constituído do
córtex cerebral -popularmente
conhecido por cérebro, ponte,
hipotálamo, tálamo, bulbo e
cerebelo.
É o centro nervoso de todos os
animais vertebrados e de
alguns invertebrados.
TRONCO CE RE BRAL
ü
ü
É a parte que fica entre
a medula espinhal e o
cérebro, e onde
encontra-se fixado o
cerebelo.
É composto do bulbo,
ponte e mesencéfalo.
BUL BO
ü
ü
Órgão condutor de impulsos
nervosos, região que está
mais próximo da medula
espinhal.
As informações genéticas
adaptativas que dizem
respeito a sobrevivência e a
procriação da espécie estão
aqui armazenados.
BUL BO
ü
ü
ü
Pressão sanguínea, ritmo
cardíaco, respiração e dor são
alguns dos sistemas vitais aqui
controlados.
Possui núcleos que presidem
mecanismos homeostáticos
Lesões no bulbo podem
interromper a sinais
neurológicos para manutenção
de sinais vitais
PONTE
ü
ü
Intermediária entre o
cérebro e o cerebelo para
um adequado controle de
movimentos voluntários
pretendidos.
Na ponte ocorre a inversão
de lateralidade.
ME SE NCÉ FAL O
Controla algumas funções
importantes como:
ü
ü
ü
Regulação dos estados de
sono ou vigília;
Transforma os impulsos do
nervo ótico nas imagens
que enxergamos;
Recepção e coordenação
de informações posturais
CE RE BE L O
ü
ü
ü
O cerebelo é responsável pela
manutenção do equilíbrio e pelo
controle do tônus muscular.
Parece armazenar um conjunto de
procedimentos repetitivos,
sequencia de atividades motoras,
tudo o que faz sem pensar.
Importante o treino regular
SISTE MA L ÍMBICO
É constituído
principalmente por:
ü
Amigdala
ü
Hipocampo
ü
Tálamo
ü
Hipotálamo
SISTE MA L ÍMBICO
ü
ü
Centro das funções afetivas
Permite decidir o que agrada e não agrada propiciando afastamento e
aproximação
ü
Comanda comportamentos ligados a sobrevivência
ü
Possui massa neuronal que forma os estados emocionais
ü
ü
Seu funcionamento interfere positiva ou negativamente no
funcionamento visceral e na regulação metabólica
No ventre o feto já faz registros emocionais
Amigdala
ü
ü
São duas, uma para cada
hemisfério cerebral.
É o centro identificador do
perigo, gerando medo e
ansiedade e colocando o
homem em sinal de alerta ou
em estado de relaxamento.
HIPOCAMPO
ü
ü
ü
As memórias de longa
duração estão diretamente
envolvidas com esse centro
É uma espécie de fixador
de dados a serem
lembrados.
Permite que possamos
comparar experiências
anteriores com atuais.
TÁL AMO
ü
ü
ü
Principal receptor de toda a
informação sensorial.
Passam pelo tálamo antes de
seguir seu caminho à outras
áreas
Traumas emocionais podem
interferir nessa retransmissão
HIPOTÁL AMO
ü
ü
ü
Considerada a parte mais
importante do sistema límbico.
Controla os comportamentos
envolvidos com prazer ou raiva,
permitindo o sentimento de
aversão ou não
Principal centro integrador das
funções viscerais e um dos
responsáveis pela homeostase
corporal.
CÉ RE BRO
ü
ü
ü
ü
O cérebro é o órgão mais
precioso, o mais evoluído no
organismo humano.
No adulto tem 1,3 a 1,6 Kg
O tamanho não interfere na
sua funcionalidade.
O que importa é a
quantidade de sinapses que
os neurônios são capazes de
realizar
CÉ RE BRO
ü
As sinapses vão determinar o
funcionamento das funções
complexas:
Ø
Memória
Ø
Atenção e concentração
Ø
linguagem
Ø
Percepção
Ø
Pensamento
Ø
Representações Simbólicas
CÉ RE BRO
ü
ü
ü
ü
É a sede do entendimento
Sem ele não haveria funções
complexas
Está dividido em dois
hemisférios: direito e esquerdo
E também em lobos: frontal,
temporais, parietal e occipital.
CÉ RE BRO
ü
ü
ü
O CORTE X CE RE BRAL é a
camada que recobre o cérebro.
Com a evolução o cérebro
desenvolveu-se e sua superfície
cresceu de maneira
surpreendente.
Para caber dentro do crânio o
córtex teve que se dobrar
formando pregas e originando
os diferentes lobos que são
Áreas associativas do CÓrtex
Cerebral
ü
ü
O córtex cerebral é
organizado em áreas
funcionais que
assumem tarefas
receptivas, integrativas
ou motoras no
comportamento.
São responsáveis por
todos os nossos atos
conscientes.
L OBO OCCIPTAL
ü
ü
O lobo occipital recebe
e processa informações
visuais.
Desde o nascimento deve
estimular a criança a usar
o Sist. Visual
L OBO TE MPORAL
ü
ü
Neurônios dessa area
estão preparados para
decodificarem e
reconhecerem de tons
específicos e intensidade
dos sons.
Também exibe um papel
na organização da
memória.
L OBO PARIE TAL
Seus neurônios são especializados em
decodificar impulsos táteis e
proprioceptivos.
ü
Também responsáveis em decodificar
impulsos do Sist. Gustativo.
ü
Relacionado a compreensão da
linguagem ( porção inferior unida a
porção superior do lobo temporal).
ü
O Estímulo envolve sensibilização do
corpo.
ü
ÁRE A DE WE RNICKE
Localizada na convergência
entre os lobos occipital,
temporal e parietal.
ü
Papel importante no discurso
ü
Por meio dela compreendemos
o que os outros dizem
ü
Nos permite organizar palavras
que devem ser ditas.
ü
L OBO FRONTAL
ü
ü
Acima da testa está o lobo pré
frontal mais comprometido com a
recepção de estímulos,
decodificação e armazenamento da
informação.
O lobo frontal está envolvido com
planejamento e execução de
comportamentos, julgamentos e
solução de problemas
L OBO FRONTAL
ü
ü
ü
Última área que se completa no desenvolvimento,
demora mais a ser mielinizada e terminar a arquitetura
funcional.
Seu funcionamento demanda de informações
armazenadas em outras áreas cerebrais
Regula, coleta, organiza informações codificadas e
armazenadas pelos outros lobos, produz respostas,
comportamentos
DIVISÕE S FUNCIONAIS DO
L OBO FRONTAL
ü
CENTRO MOTOR PRIMÁRIO
ü
CENTRO PRÉ MOTOR
ü
CORTÉX PRÉ FRONTAL
Córtex pré frontal
ü
ü
Ø
Ø
Ø
Possui neurônios especializados em funções nobres
Local onde as funções mentais superiores são realizadas:
Planejamento
Julgamento
Controle
Córtex pré frontal
funções mais específicas
Criação de estratégias
ü
Elaboração de pensamento abstrato
ü
Organização da fluência da linguagem, pensamento,
julgamento, censura moral e social, controle e exercício da
vontade, da determinação, atenção e concentração, controle
de reações emocionais e respostas afetivas, avaliação de
resultados, reorganização de estratégias e planejamentos
para cumprimento de um objetivo
ü
Soluções do cérebro são baseadas em aprendizados
anteriores armazenadas e acessadas
ü
“ Se quiser realmente que uma
criança aprenda, desafie ela.”
( Jean Piaget)
CÓRTE X PRÉ MOTOR e motor primário
Recebe os planejamentos do córtex pré frontal e determina
as áreas motoras que deverão ser acionadas
ü
O córtex motor primário é acionado para que as instruções
cheguem aos terminais nervosos relacionados ao movimento
ou comportamentos.
ü
O córtex motor primário cuidará da ação concreta em
parceria com o cerebelo e o tronco cerebral para distribuição
de informações, regulação do tônus e organização endócrina
necessária
ü
A Área de Broca está localizada no córtex motor primário
ü
CÓRTE X PRÉ MOTOR e motor primário
ÁRE A DE BROCA
Localizada no córtex motor primário
ü
Responsável pela organização dos movimentos necessários
à produção da escrita e da linguagem falada.
ü
Organiza-se geralmente no hemisfério esquerdo.
ü
Funciona em um circuito integrado a Área de Wernicke
ü
E SPE CIAL IZAÇÃO
CE RE BRAL
O cérebro possui dois
hemisférios: o direito e o
esquerdo. Cada um, com sua
especialização.
•
•
Hemisfério esquerdo: É o
hemisfério da lógica
Hemisfério direito: É o
hemisfério intuitivo
Hemisfério esquerdo
Hemisfério direito
Verbal: usa palavras para nomear, descrever e definir;
Não-verbal: percepção das coisas com uma relação
mínima com palavras;
Analítico: decifra as coisas de maneira seqüencial e
por partes;
Sintético: unir coisas para formar totalidades;
Utiliza um símbolo que está no lugar de outra coisa.
Por exemplo o sinal + representa a soma;
Relaciona as coisas tais como estão nesse momento;
Abstrato: extrai uma porção pequena de informação e
a utiliza para representar a totalidade do assunto;
Analógico: encontra um símil entre diferentes
ordens; compreensão das relações metefóficas;
Temporal: se mantem uma noção de tempo, uma
seqüência dos fatos. Fazer uma coisa e logo outra, etc.;
Atemporal: sem sentido de tempo;
Racional: extrai conclusões baseadas na razão e nos
dados;
Não-racional: não requer uma base de informações
e fatos reais; aceita a suspensão do juízo;
Digital: utiliza números;
Espacial: ver as coisas relacionadas a outras e como
as partes se unem para formar um todo;
Lógico: extrai conclusões baseadas na ordem lógica.
Por exemplo: um teorema matemático ou uma
argumentação;
Intuitivo: realiza saltos de reconhecimento, em
geral sob padrões incompletos, intuições,
sentimentos e imagens visuais;
Linear: pensar em termos vinculados a ideias, um
pensamento que segue o outro e que em geral
convergem em uma conclusão;
Holístico: perceber al mesmo tempo, concebendo
padrões gerais e as estruturas que muitas vezes
levam a conclusões divergentes.
PL ASTICIDADE CE RE BRAL
•
É a denominação das capacidades
adaptativas do SNC – sua
habilidade para modificar sua
organização estrutural própria e
funcionamento. É a propriedade do
sistema nervoso que permite o
desenvolvimento de alterações
estruturais em resposta à
experiências.
Cérebro também precisa de
exercício
O cérebro necessita de
•
estímulos. As células
nervosas quando excitadas
produzem neurotrofinas,
moléculas que estimulam
seu crescimento e reação.
Plasticidade cerebral
•
Todo ser vivo dotado de
um sistema nervoso é
capaz de modificar o seu
comportamento, que é
chamado de
APRENDIZADO, e
ocorre no sistema nervoso
através da propriedade
chamada
PLASTICIDADE
CEREBRAL.
PL ASTICIDADE CE RE BRAL
•
A relação que o ser humano
estabelece com o meio
produz grandes modificações
no seu cérebro, permitindo
uma constante adaptação e
aprendizagem ao longo de
toda a vida.
PL ASTICIDADE CE RE BRAL
•
A cada nova experiência do
indivíduo, portanto, redes de
neurônios são rearranjadas,
outras tantas sinapses são
reforçadas e múltiplas
possibilidades de respostas
ao ambiente tornam-se
possíveis.
PL ASTICIDADE CE RE BRAL
A Aprendizagem
é plasticidade!
Plasticidade Sináptica
•
Consiste na capacidade de
rearranjo por parte das redes
neuronais, ou seja, perante
cada experiência do
indivíduo, as sinapses são
reforçadas, permitindo a
aquisição de novas respostas
ao meio ambiente.
PL ASTICIDADE
•
A plasticidade neural é a
capacidade do cérebro em
desenvolver novas conexões
sinápticas entre os neurônios a
partir da experiência e do
comportamento do indivíduo. A
partir de determinados estímulos,
mudanças na organização e na
localização dos processos de
informação podem ocorrer.
NE UROPL ASTICIDADE E OS
PROCE SSOS DE APRE NDIZAGE M
•
Importante refletir sobre a
relação entre a
neuroplasticidade e os
processos de aprendizado,
instigando os professores do a
compreender e utilizar as
conexões neurais e a
plasticidade cerebral como
ferramenta para a formação
de seus alunos.
COMO O CÉREBRO APRENDE?
FUNÇÕES COGNITIVAS
Funções cerebrais
básicas que permitem a
recepção e o
processamento de
estímulos e as respostas
aos mesmos.
PENSAMENTO
•
•
Possibilita a elaboração do
raciocínio e da emoção,
atributos que encontram sua
máxima expressão na
espécie humana.
É definido como a
capacidade psicocognitiva
para a resolução de
problemas novos utilizando
a experiência que a pessoa
O QUE É APRENDER?
•
O aprendizado integra o
cerebral, o psíquico, o
cognitivo e o social.
Portanto, é um processo
neuropsicocognitivo que
ocorrerá num determinado
momento histórico, numa
determinada sociedade,
dentro de uma cultura
particular.
APRENDIZAGEM
•
A aprendizagem supõe
uma construção que
ocorre por meio de um
processo mental que
implica na aquisição de
um conhecimento novo.
É sempre uma
reconstrução interna e
subjetiva, processada e
construída
Plasticidade cerebral
Aprender: muda o nosso cérebro
até o último momento da nossa vida!
A aprendizagem provoca
uma atividade cerebral, ou seja uma troca de
estímulos entre NE URÔNIOS através das
SINAPSE S que transmitem impulsos elétricos.
1 neurônio = 1.000 a
10.000 sinapses
ETAPAS COGNITIVAS
•
É realizado 4 grandes
etapas cognitivas
durante qualquer
processo de
aprendizagem.
ETAPAS COGNITIVAS
•
•
•
1 – PERCEPÇÃO: recebe a
informação, dando-lhe um
significado
2 – MEMÓRIA: registra essa
informação, pelo menos de forma
temporária
3 – FUNÇÕES EXECUTIVAS:
processa os elementos dessa
informação, correlacionando-os
com mudanças previamente
SENSAÇÃO
Fenômeno fisiológico
de ligação do organismo
com o meio através dos
órgãos sensoriais
1-PERCEPÇÃO
ü
ü
ü
Constitui-se na tomada de
consciência relativa a sensações
em progresso.
A eficiência da percepção
depende de que o aparato
neurológico seja capaz de
converter, adequadamente, as
sensações em impulsos
elétricos.
Apesar de ser um
2-MEMÓRIA
•
•
È a capacidade de reter
informações recebidas do
meio externo e acessar
informações previamente
armazenadas.
É a reprodução mental das
experiências captadas pelo
corpo por meio de
movimentos e dos sentidos.
Essas representações são
FORMAÇÃO DAS
MEMÓRIAS
O início da formação das
•
memórias se dá na fase
conhecida por aquisição e que
consiste na chegada das
informações aos sistemas
sensoriais na forma de
estímulos.
•
Os dados que chegam ao
cérebro são, então processados
em diferentes regiões e
resultam em memórias.
MEMÓRIA
•
•
A memória nos possibilita
recordar nosso passado.
Sem ela cada experiência
seria vivenciada como
algo novo.
É imprescindível no
processo de
aprendizagem.
MEMÓRIA E
APRENDIZAGEM
•
A memória não está
localizada em uma estrutura
isolada no cérebro; ela é um
fenômeno biológico e
psicológico envolvendo
uma aliança de sistemas
cerebrais que funcionam
juntos
TIPOS DE MEMÓRIA:
Memória de Trabalho :
“Aqui eAgora”
Durante o processamento de
informações, como ocorre durante uma
conversa ou leitura, a memória de trabalho
encarrega-se de focalizar as informações
que estão sendo utilizadas, automática e
eventualmente e, além disso, ela poderá
ou não utilizar lembranças evocadas de
outras memórias já armazenadas
TIPOS DE
MEMÓRIA:
Memória Recente ou Memória
de curta Duração
•
É aquela em que a retenção de
informação dura pouco tempo e
pode ser comprometida em
vários processos patológicos. A
memória recente depende do
sistema límbico envolvido nos
processos de retenção e
consolidação de informações
novas .
TIPOS DE MEMÓRIA:
Memória Permanente ou De Longa Duração
É aquela em que os
fatos podem permanecer
por anos. Ela é estável e
mantém-se inalterada.
3 – FUNÇÕES EXECUTIVAS
•
São o conjunto de
habilidades que permitem o
desempenho de ações
voluntárias orientadas para
metas (intelectuais e
emocionais).
FUNÇÕES EXECUTIVAS
•
As funções executivas
compreendem um conceito
neuropsicológico que se aplica às
atividades cognitivas responsáveis
pelo planejamento e execução de
tarefas. Elas incluem o raciocínio,
a lógica, a estratégias, a tomada
de decisões e a resolução de
problemas.
FUNÇÕES EXECUTIVAS
•
São os mecanismos utilizados
pelo cérebro para
“orquestrar” o funcionamento
das diversas habilidades
mentais, otimizando seu
desempenho.
FUNÇÕES EXECUTIVAS
•
São um conjunto de
habilidades cognitivas que
permitem ao indivíduo
iniciar e desenvolver uma
atividade com o objetivo
final determinado.
FUNÇÕES EXECUTIVAS
•
As funções executivas são, portanto,
determinantes da capacidade de
aprendizagem. Embora haja relação
entre o nível intelectual e a
capacidade de aprendizagem, é
possível que a criança portadoras de
inteligência normal e problemas com
função executiva, tenham baixo
rendimento acadêmico.
4 – FUNÇÕES EXPRESSIVAS
•
A linguagem é colocada como
uma função expressiva, pois
todos os processos cognitivos
acabam sendo mediados por
uma linguagem, uma vez que o
pensamento humano é
simbólico.
FUNÇÕES EXPRESSIVAS
•
O cérebro transforma
sentimentos, desejos e palavras, a
fim de falar de si para si e para
outrem, bem como receber
informações.
LINGUAGEM
•
A aquisição da linguagem
exige a coordenação de
várias funções e aptidões,
como também a
intervenção de diferentes
órgãos.
LINGUAGEM
•
•
Por um lado está ligada a
evolução e maturação
cerebral e ocorre com base
na coordenação dos órgãos
bucofonatórios.
Por outro lado esta
aquisição não ocorre como
um fato isolado: ocorre
intimamente relacionada
FUNCIOMENTO COGNIIVO
•
Elementos importantes:
-
Curiosidade
-
Criatividade
-
Autonomia
O Aprendente é o “sujeito
cerebral”
ATENÇÃO
•
É a capacidade de
selecionar e manter
controle sobre a entrada
de informações externas
necessárias em um dado
momento para a
realização de um processo
mental.
ATENÇÃO
•
•
É uma condição básica para o
funcionamento dos processos
cognitivos, já que envolve a
disposição neurológica do
cérebro para a recepção dos
estímulos.
Refere-se à maneira na qual a
pessoa coloca em
funcionamento uma
sequencia de processos frente
ATENÇÃO
O processo atencional segue um
desenvolvimento progressivo até
converter-se num processo complexo que
abrange o neurológico, psicológico e
cognitivo.
Sem a atenção a memória e a
aprendizagem não poderia acontecer.
ATENÇÃO
•
É uma habilidade
cognitiva indissociável
de um conjunto mais
amplo de funções
denominadas
executivas.
VIGILÂNCIA
•
É um estado de prontidão
para detectar e responder
a certas alterações
específicas na situação de
estímulo. Essas situações
não exigem um raciocínio
do que deve ser feito
diante do estímulo,
apenas uma execução
eficiente de atos
ATENÇÃO PASSIVA
•
Se refere a atividades
mentais ou psicomotoras
que estejam sendo
desenvolvida de forma
automatizada, sem nos
darmos conta ativamente
das mesmas, mas, ao
mesmo tempo, estando
conscientes de sua
ATENÇÃO ATIVA
•
Para o desempenho de uma
atenção propriamente dita
(ativa), é essencial que o
indivíduo esteja alerta e
consciente. Entende-se como
o estado de ativação de um
indivíduo prestar atenção.
ATENÇÃO SUSTENTADA
•
•
É mantida durante um
longo período e
direcionada a um foco.
É o mesmo que
concentração.
ATENÇÃO SELETIVA
•
É a capacidade de
direcionar a atenção
para determinado foco
do ambiente enquanto
outros estímulos à sua
volta são ignorados
ATENÇÃO DIVIDIDA OU
ALTERNÂNCIA
•
A capacidade de atender
a duas ou mais fontes de
informações
simultaneamente.
Fatores que podem interferir na
atenção:
•
Interesse
•
•
•
•
Complexidade da tarefa
Número de estímulos
simultâneos
Método pedagógico
utilizado
INTELIGÊNCIA E
AFETIVIDADE NO PROCESSO
DA APRENDIZAGEM
•
As emoções são conjuntos de
reações químicas e neurais que
ocorrem no cérebro emocional e
usam o corpo como “teatro”
ocasionando até as reações
viscerais, que afetam os órgãos
internos.
EMOÇÕES
São fontes valiosas de
informações e ajudamnos a tomar decisões.
INTELIGÊNCIA
•
É a habilidade de se
adaptar efetivamente ao
ambiente, seja fazendo
uma mudança em nós
mesmos ou mudando o
ambiente ou achando um
novo ambiente.
INTELIGÊNCIA
•
Inteligência não é um
processo mental único, mas
sim uma combinação de
muitos processos mentais
dirigidos a adaptação
efetiva do ambiente.
RAZÃO E EMOÇÃO
Três pontos fundamentais:
-
-
-
A emoção exerce influência
nos processos de raciocínio;
Os sistemas cerebrais
destinados à emoção estão
intrinsecamente enredados
aos sistemas destinados à
“razão”;
A mente não pode ser
RAZÃO E EMOÇÃO NO PROCESSO DE
ENSINO E APRENDIZAGEM
•
•
O grande desafio da
sociedade da informação é
estimular uma saudável
relação emocional tanto
quanto racional com as
informações.
Sentir com a cabeça e pensar
com o coração é colocar-se
em ação diante das
informações.
O PAPEL DA EMOÇÃO NAS
FUNÇÕES CEREBRAIS
Temos duas memórias, uma que se
emociona, sente, comove..., outra
que compreende, analisa, pondera,
reflete. Essa dualidade se articula
através de um mecanismo
dinâmico, uma impulsionando a
outra com grande rapidez nas
tomadas de decisões.
O EDUCADOR
•
O papel do professor é
provocar desafios,
promover ações reflexivas
e permitir o diálogo entre
emoções e afetos em um
corpo orgânico e mental
que é o “palco” destas
emoções.
APRENDIZAGEM
•
A aprendizagem supõe
uma construção que
ocorre por meio de um
processo mental que
implica na aquisição de
um conhecimento novo. É
sempre uma reconstrução
interna e subjetiva,
processada e construída
interativamente.
Dificuldades deAprendizagem
•
•
Dificuldades para a
aprendizagem são resultados de
algumas falhas intrínsecas ou
extrínsecas desse processo.
Abrangem um grupo
heterogêneo de problemas
capazes de alterar as
possibilidades de a criança
aprender, independentemente
de suas condições neurológicas
O que são Transtornos de
Aprendizagem?
•
Compreende uma
inabilidade específica,
como de leitura, escrita
ou matemática, em
indivíduos que
apresentam resultados
significativamente
abaixo do esperado para
Fatores Envolvidos nas Dificuldades para
Aprendizagem:
•
•
•
Fatores relacionados
com a escola;
Fatores relacionados
com a família;
Fatores relacionados a
criança.
PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU
Disciplina:
Bases Neurológicas do Desenvolvimento
Prof. ª Daniele
Galvão
Psicopedagoga Clínica e
Institucional
Esp. Distúrbios e
Transtornos de Aprendizagem
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