Brasil terá 52 milhões de pessoas a ascender à nova classe média

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Brasil terá 52 milhões de pessoas a ascender à nova classe
média até 2014
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Até 2014 o Brasil terá 52,1 milhões de pessoas
na classe C, a chamada nova classe média
brasileira, e outros 15,7 milhões terão subido às
classes A e B, indica um relatório da Fundação
Getúlio Vargas (FGV) divulgado hoje.
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O estudo "De Volta ao País do Futuro: Projeções, Crise
Europeia e a Nova Classe Média Brasileira", coordenado
por Marcelo Neri, professor do Centro de Políticas Sociais,
leva em consideração dados de 2003 e faz projeções até
ao ano em que o Brasil recebe o Mundial de Futebol.
O número de brasileiros em ascensão social no período
estudado atinge os 67,8 milhões de pessoas, mais do que
a população do Reino Unido.
De acordo com Marcelo Neri a pobreza no Brasil mantémse em redução a um ritmo de 7,9 por cento ao ano. Em
2011 o Brasil diminuiu a pobreza a um ritmo três vezes
mais rápido que o necessário para cumprir os Objetivos
de Desenvolvimento do Milénio da ONU.
"Desde dezembro de 2000, a desigualdade cai ano após
ano e continua a cair. Foi um período excecional.
Estamos no mínimo da desigualdade brasileira em plena
crise. Antes estávamos no podium, entre os três países
mais desiguais. Embora a desigualdade no Brasil ainda
seja uma das 12 maiores do mundo, estamos hoje no
menor nível da nossa série histórica que começa em
1960", referiu ainda o académico na apresentação do
estudo.
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A FGV estima que 12 milhões de brasileiros ascendam à
classe C e 7,7 milhões às classes A e B entre 2012 e
2014.
"No futuro falaremos mais e mais da nova classe AB como
falámos até agora da nova classe C", destaca Neri.
Lusa
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